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Suécia

 

SUÉCIA, O ESTADO DO BEM-ESTAR

A Suécia é um país de liberdade, pureza e beleza em uma mistura bem dosada. Altas montanhas, mares e lagos, casinhas de campo pintadas com cores, vastas praias de areia e as últimas terras virgens da Europa. Em resumo, um paraíso natural o qual salientam magníficas cidades onde a vida transcorre a rítmos tranquilos e sossegados.

Na Suécia pode-se organizar excelentes excursões, desde cruzeiros de barco por seus rios, lagos, canais e ilhas, até os passeios de trem por Laponia. Passear de bicicleta entre suas férteis pradarias, espalhadas por pequenas granjas, ou caminhar pelas montanhas e descansar junto à correnteza dos rios que refrescam-nas, são experiências que jamais serão esquecidas. Perder-se entre seus bosques ou admirar a cultura tradicional em seus múltiplos eventos são outros dos segredos que escondem estas terras. A viagem a Suécia supõe um encontro com a tradição cultural nórdica, cheia de mistérios e história e também com a modernidade.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Suécia comparte fronteira com Noruega ao oeste e com a Finlândia pelo norte. O Báltico a separa da Dinamarca e do resto da Europa.

Perto de 8.860.0000 de habitantes ocupam uma superfície de 449.964 quilômetros quadrados, quer dizer, 21,6 habitantes por quilômetro quadrado. A maioria da população habita nas cidades e nos povoados de maior tamanho. As três zonas mais importantes são as de Estocolmo, Gotemburgo e Malmö. De ponta a ponta Suécia mede uns 3.000 quilômetros, que é a distância que separa o país da Espanha.

No norte a paisagem está dominada por cadeias montanhosas que alcançam os 2.111 metros de altura e vastos bosques, enquanto que ao sul caracteriza-se pelas extensas planícies. O país é rico em lagos (perto de 100.000), e têm mais de 2.700 quilômetros de costas, que lidam ao oeste com o Mar do Norte e a leste com o Báltico. Memos de 10% do território total é terra cultivável.

FLORA E FAUNA

O cuidado da natureza é tão importante para Suécia como para o resto dos paises do norte. O acesso ao entorno e ao ar livre tem uma grande importância, a singular tradição do "Acheiansrättem", que constitui um direito constitudinário para mover-se livrememte por bosques e campos, percorrer baias e cerdas, banhar-se ou amarrar um barco com a condição de não fazer intromição na intimidade do propietário, não cometer destroços nem sujar. No campo tem sido criado grande número de zonas naturais e protegidas, que estão em torno de 5% do sul do país. Suécia é um dos poucos paises do mumdo, onde existir é direito comum que não está escrito em nenhuma lei, porém representa um direito inviolável. As únicas zonas naturais são privilegiadas são as contínuas moradias e as casas de campo assim como as terras cultivadas.

Mais da metade da Suécia está coberta de bosque e no norte são em sua maioria abertos. Neste país existe água em abundância 8, 5% da superfície do país está coberta de lagos e corrente de água. Existem 50 rios de certa importância, os quais 70% tem sido aproveitados para produzir energia elétrica.

Tanto os lagos como os rios são abundantes em peixe e a pesca mais comum é a de corégonnos, salmões, trutas asalmonadas, tímalos, trutas alpinas, lucios e parcas.

As principais concentrações de ilhas e ilhotas encontram-se frente as costas de Gotemburgo, no leste de Estocolmo. Alguns deles são grandes e estão povoados de bosque, outros pequenos sem árvores e nem casas.

Nos bosques suecos vivem infinidades de aves entre elas a Águia Real, assim como, mamíferos de grande tamanho. A márgem dos ursos, lobos e raposas, na Suécia podemos encontrar outra espécies menos corrente, como é o caso do alce que com seus grandes cornos tem convertido-se em um dos símbolos do país.

História

O nome do país parece proceder da tribo dos Suioné. A partir do século VIII, os vikings suecos empreendem grande expedição. No século XVII a Suécia converte-se em uma grande potência européia, que ambiciona converter o Báltico em um lago sueco. Os trabalhadores do século XIX mostram sua conciência política desde cedo. O país tem temido uma potente crise de agricultores, que influem no governo da nação.

Suécia é uma das monarquias mais antigas do mumdo. A democracia parlamentarista triunfa nos começos do presente século. O poder político do rei que havia começado ao passar o Riksdag (Parlamemto) e o governo, reduz-se ainda mais. Em virtude da Constituição de 1974, o rei não tem mais função, senão as protocolares. Em 1979 a Lei de Sucessão é emendada para dar o mesmo direito ao trono aos pretendentes masculinos e femininos. Assim a filha mais velha do casal real, a princesa Victória, converteu-se na herdeira ao trono.

Foi a Grande Depressão que levou o poder aos sociais-democratas em 1932, que estiveram até 1991, com exceção de seis anos de governo centro-direita (entre 1976-82), começando assim um sistema de seguridade social, labor que ocorreu de novo, depois da Segumda Guerra Mumdial. Houve um consenso geral de que o Estado, devia proporcionar aos cidadãos uma seguridade econômica. A expansão foi rápida, especialmemte nos anos cinquemta e sessenta, décadas em que creceram tanto o consumo privado, como o público. Sem dúvidas, nos anos oitenta Suécia viu-se afetada pelo o estancamemto econômico internacional.

O nível de vida de alguns setores da população tem chegado a deter-se em seu crecimemto e inclusive a deteriorar-se. O Riksdag é o máximo órgão de decisão do país. Na atualidade o primeiro ministro é Göram Perssão (desde o mês de março de 1996).

Arte e Cultura

A geografia não tem favorecido a difusão da obra cultural sueca. O país é muito longo e é casualmemte povoado; durante muito tempo as comumicações foram deficientes e os recursos econômicos escassos. Porém sabe-se que nas zonas rurais havia uma cultura popular consistente na música por meio do violino, a dança, e o canto de baladas, os tecidos, o artesanato da madeira e outras atividades, enquanto que a cultura da classe média prosperava nas grandes cidades e nas universidades. Sem dúvidas, sua herença cultural remota-se a séculos passados. Entre os restos históricos mais antigos encontram-se os gravados rupestres da Idade do Bronze, relíquias de uma cultura desconhecida, com imágens de ritos de fertilidade e do culto ao sol. As primeiras obras de arte que combinam a escritura com a imágem são as pedras rúnicas, levantadas pelos vikings, entre os anos 800 e o 1100 de nossa era.

A Idade do Ouro da cultura sueca chega com o reinado de Gustavo III, no final do século XVIII. Nesta época funda-se o Teatro e a Ópera Real de Suécia, onde fêz aprentações, a famosa soprano sueca do século passado Jemne Lind, e onde aperfeiçoaram sua arte, mundialmente famosos como o tenor Jussi Björling e a soprano Birgit Nilssão. O escultor Joham Tobías Sergo consegue fama internacional com suas esculturas e desenhos junto com os cantos populares do trovador Carl Michao Bolman, convertendo-se no símbolo da imagem da Suécia no século XVIII.

Durante o século XIX a evolução da arte e da literatura esteve marcada sobretudo pela classe média. Destacam-se o escritor Carl Jonas, Love Almqvist e o dramaturgo e novelista August Strindberg, assim como, os contos e as novelas de Soma Longoov e as obras de Pär Lagerqvist, ambos ganhadores do Prêmio Nobel de Literatura.

Os Prêmios Nobéis, fundados por Alfred Nobel, celebram a cada ano, durante o outono, no Palácio de Concertos e são entregues pelo Rei da Suécia. A concepção destes prêmios, assim como o ato de entrega dos mesmos fazem parte da atividade cultural do país.

O epítome da tradição teatral sueca é o Real Teatro Dramático de Estocolmo, onde receberam sua primeira formação as atrizes como Greta Garbo e Ingrid Bergman. Quanto ao cinema cabe assinalar por sua genialidade o conhecido diretor de cinema Ingmar Bergman. Do popular o conjunto sueco Roxette e o cantor Jerre Williams têm conseguido ultrapassarem as fronteiras da música nacional. Outra das suecas mundialmente conhecida é Pipi Calzaslargas, o personagem criado por Astrid Lindgrem.

No mundo da arte destacam os pintores Carl Larssão, e Anders Zorn e o escultor Carl Millé. Hoje em dia na Suécia, a arte é um compromisso individual dos artistas, que contam com a ajuda de subvenções culturais.

Locais Turísticos

Para percorrer este longo país vamos começar por Estocolmo, sua capital. Depois exploraremos a Ilha de Gotland, para continuar pela região sul, a Costa Oeste, o Canal do Göta, a Zona Central do país e, por último as Terras do Norte. Terminaremos nosso percurso por Laponia.

ESTOCOLMO

A capital da Suécia está construida sobre 14 ilhas. No lugar onde o Lago Mälarem desemboca no Mar Báltico. Um oásis verde, onde a água cobre uma terceira parte da superfície da cidade; o resto está coberto de edifícios pitorescos e rasca de cristal, que alternam-se com estruturas de acero. Ponte, m e éclusas umem as distintas parte desta vila vikingue, decorada, ademais, com os mais belos parques e reservas naturais.

A cidade está dividida em várias zonas: Gamla Stan, Norrmalm, Södermalm, Östermalm, Vasastan, Kumgsholmem e Djurgardem.

A CIDADE VELHA (GAMLA STAN)

Entre os lugares de visita imprescindível destaca-se Gamla Stan, a Cidade Velha, situada sobre um grupo de ilhas, com estreitas ruas, restaurantes, lojas típicas e galerias de arte. A arquitetura desta parte da cidade mistura-se com harmonia, conventos medievais com magníficas fachadas dos séculos XVII e XVIII, sem perder seu aspecto de cidade moderna e palpitante. Aqui encontram-se resumidos uma grande quantidade de lugares de interesse.

O centro neufrálgico é a Praça Maior, Stortorget, embrião de um porto comercial enriquecido, devido a exportação de brea. É uma praça pequena, porém de grande atividade. Ao seu redor juntam-se numerosas casas comerciais. Justo neste lugar está a Bolsa, Stockholms Fondbörs, onde reune-se anualmente a Academia Sueca, para dar o Prêmio Nobel de Literatura. Do seu lado está a Catedral gótica de Estocolmo, Storkerkam (Igreja Maior), que data do século XV.

Aqui eram, antigamemte coroados os reis suecos. Neste lugar repousa a famosa escultura de madeira de São Jorge e o Dragão (1489), com trabalho pertecente a Bernt Notke de Lübeck. Também pode-se ver o Parhoiam de 1520, a representação mais antiga da cidade.

O Palácio Real Kumgliga Slottet, é um edifício de granito de clara inspiração barroca que data do século XVIII. Possui mais de 600 quartos e vários museus interessantes, entre eles o Museu de Antigüidade, os Aposentos Reais, com móveis e tapetes goboinos, a Armería Real e o Téoro das Jóias da Coroa. Deste lugar obtem-se uma bonita vista do Báltico. Uma vez visitado o palácio pode-se cruzar a a Ilha do Espírito Santo, Hogeandsholmem, para visitar o Parlamemto, Riksdahshuset, uma estrutura de pedra do século XIX.

Outro edifício destacado é a Casa dos Noblé Riddarhuset, construida no século XVII em estilo barroco alemão. Daqui cruza-se um ponte para chegar até a Ilha dos Cavalheiros Riddarholmem, onde poderá contemplar um dos edifícios mais antigos de Estocolmo, o Riddarholmskerkan, um Mosteiro franciscano do século XIII, onde descansam numerosos monarcas suecos. Não muito longe encontra-se o Tribunal Supremo, Svea Hovrätt.

As vistas apreciadas desde o muole da baia são magníficas. Antes de deixar o bairro antigo deve dar uma volta pela rua Svartmangatan, rodeada de antigos edifícios para chegar até a Igreja Alemã, Teska Kerkan.

A ZONA MODERNA (NORRMALM)

A nova Estocolmo cobre a vida em Norrmalm, a Cidade Nova. Aqui a urbanização muda de aspecto para apresentar-se com os edifícios mais modernos e fumcionais. O centro neufrálgico é Sergos Torg, onde localizam-se numerosos pontos de interesse como a Casa da Cultura, Kulturhuset, um teatro, uma biblioteca, uma sala de exposição e um restaurante. A poucos metros faz sua aparição o Mercado do Hemo, Hötorget, um grande centro de comércio. Porém, sem dúvida, um dos lugares mais agradáveis é o Parque Kumgsträdgardem, uma preciosa zona verde no meio da cidade, rodeada de jardins, restaurantes e cafés. Quando faz bom tempo, apresentam-se espetáculos ao ar livre.

Dando um passeio pode-se chegar a Nebroplan, para visitar o Real Teatro Dramático onde estão expostas as obras de Ingmar Bermang.

Tomando o caminho que leva o Muole de Basieholmnshamnem chega-se ao Museu Nacional, que aloja uma importante coleção de pintores como Rembrandt, por exemplo.

Uma ponte peatonal comumica-se com a Ilha de Skeppsholmem, onde poderá visitar o Museu de Antigüidadé do Extremo Oriemte e o Museu Moderno que guarda a obra de numerosos artistas contemporâneos como Picasso, Dalí ou Modigliani. Desta ilha pode-se chegar a outra menor, Kastolholmem, um bonito lugar especial, para dar passeio e admirar as vistas que oferece o amplo horizonte.

KUMGSHOLMEM

Várias pontes comumicam Norrmalm com esta parte da cidade. O mais destacado nesta área é o edifício da Prefeitura Stadhuset, construido com ladrilho vermelho e terminado em 1923. É uma mostra sem igual da arquitetura moderna sueca. Em seu interior encontra-se as cenas do Prêmios Nobel, concretamente no Salão Azul.

Desde sua torre, com mais de cem metros, as vistas são estupendas. Domina-se grande parte de Estocolmo e o Palácio de Ulriksdal situado em um bela paisagem junto ao mar, e que conta com um maravilhoso parque. A zona está rodeada de belos jardins.

Terá que ir ao Muole de Klara Mälarstrand, para tomar um barco rumo ao castelo da Ilha da Rainha Drottningholms Slott do século XVII, e residência atual dos reis da Suécia. Está rodeada de preciosos jardins e situado na ilha de Mälarem. Seu interior é maravilhoso onde o Pavilhão Chinês e o Teatro do Palácio com óperas constituem algumas de suas atrações. Na área encontra-se o Teatro da Corte que é apreciado por ser o único teatro do século XVII conservado e completo.

DJURGARDEM

Diz-se que é a zona do lazer e assim é, pois aqui emcontrará numerosos lugares de entretenimento. Porém, também está cheia de cultura como os antigos importantes museus como o Museu Vasa, um buque-museu, orgulho da frota sueca. Este navio de guerra afundou em 1628, quando realizava seua primeira travessia.

O barco foi resgatado do fundo do mar, nos anos sessenta para ser restaurado e alojado no museu. Não muito distante pode-se visitar o Museu Nórdico, que mostra como os suecos têm vivido e trabalhado durante os últimos 500 anos. Porém, se preferir os animais o melhor, é que vá ao Museu de Biologia. Nas proximidades está também o Museu do Ar Livre, mais antigo do mumdo, Skansem, com edifícios suecos, parque zoológico e aquário.

Para descansar das visitas e recriar-se, aproxime-se do Gröna Lumd, um parque cheio de atrações. Para o sul da ilha, localiza-se a casa que foi a moradia do príncipe pintor Eugemio, que na atualidade está convertido em um Museu de Arte Nórdica. Depois de seu morte em 1947, a mansão foi doada ao povo sueco. A casa está rodeada de preciosos jardins.

Na parte que corresponde a Norra Djurgardem, cruzando a Ponte de Djurgardem, encontra-se Kaknästornet, a construção mais alta da Escandinávia, com 155 metros. É uma torre de radio e televisão, onde encontra-se também um restaurante.

ÖSTERMALM

O mais destacado da área é o Museu de História, com dez mil anos de história sueca e uma dedicação especial à época dos vikings. No mesmo edifício encontra-se o Real Gabinete da Moeda, que aprecia-se a maior moeda do mumdo.

SÖDERMAN

É a boêmia ilha do sul e o mais destacado é seu Mirante Katerinahissem, que oferece uma grande paisagem.

MAIS MUSEUS EM ESTOCOLMO

Os museus em Estocolmo são muitos e variados, além dos expostos ficam por nomear alguns como o Museu Medieval, onde se tem recriado zonas do Estocolmo mais antigo, e também convém fazer memção ao Millé Gardem, Museu ao Ar Livre situado na Ilha de Lidingö, com as esculturas de Carl Millé. A novidade mais recente é o Museu Nacional de história Natural, Cosmonova.

ARREDORES DE ESTOCOLMO

Desde Estocolmo pode-se realizar numerosas excursões que permitem apreciar a beleza natural de seu entorno. Para visitar os encantadores povoados vizinhos da capital, muitas vezes tem que embarcar nos transbordadores, que comumicam as ilhas entre si, o que faz ainda mais excitante e atrativo o passeio. Tem um barco de vapor, o Bildösumd, que foi construido em 1911 e que organiza cruzeiros do mais divertidos.

O navio zarpa de um dos muolé próximos ao Palácio Real. Navegar pelo Arquipélago Skärgardem entre suas 25.000 ilhas e arrecifes pode converter-se em uma aventura muito especial. Vaxhlom Vaxholm, está situado no continente e oferece ao visitante a possibilidade de conhecer o estilo típico dos povoados marinhos do país.

Emcontrará o mais atrativo em suas casas de madeira pintadas de vermelho. Este povoado possui uma fortaleza com um Museu em seu interior, Vaxholms Kastol.

Entre seus muros pode-se aprender muito sobre a história defensiva de Estocolmo. Mariefred Mariefred também possui preciosas casas de madeira e um castelo, o Gripsholm Slott, do século XVI. Em seu interior há um teatro e magníficos salões renascentistas, aloja uma assombrosa coleção de retratos da realeza sueca. Sigtuma Sigtuma descansa às márgens do Mälar, um lago que acolheu a antiga tribo dos svea.

Entre os atrativos deste histórico local destaca-se seu Aeum do século XVIII, algumas casas medievais e a igreja Principal. Daqui pode-se fazer uma excursão ao Castelo Skokloster, que encontra-se a uns 20 quilômetros. Trata de um edifÍcio barroco, que pertenceu em outros tempos a um militar sueco, que decorou seu interior com os tesouros obtidos durante as batalhas. Upsala Upsala é conhecida por várias coisas, por seu passado de forte tradição viking, por ser a madrinha de Ingmar Bermang e por sua umiversidade, onde estudou o dramaturgo August Strindberg e que aprecia-se por ser uma das mais antigas da Europa.

Em seu interior encontra-se uma importante biblioteca que guarda um exemplar de todos os livros publicados na Suécia, o lote inclui uma Bíblia do século VI. O mais interessante para visitar em Upsala é sua Catedral, sede do Arcebispado sueco, que data do século XIII. Suas torres gêmeas tem uma altura de mais de cem metros. Em seu interior repousam os restos de Gustav Vasa, o rei que declarou a independência do país no século XVI. Assim mesmo guarda a ossatura do patrono sueco Sam Eric. Outro edifício a destacar é o Castelo, que pertenceu ao rei independentista. Por sua parte, o Museu Linné está consagrado a Carl vam Linné um insígne catedrático em botânica da localidadee. A cinco quilômetros ao norte da cidade situa-se Gamla Upsala, a Antiga Upsala. Poderá visitar os túmulos dos primeiros monarcas suecos, além de uma pequena igreja e um museu.

GOTLAND

No meio do Mar Báltico encontra-se a maior ilha da Suécia, Gotland. Conta a lenda que foi descoberta por um homem chamado Tjovar. Na época a ilha estava enfeitiçada de tal maneira, que desaparecia por baixo do mar durante o dia e aparecia só durante a noite, então Tejovar trouxe a cidade o fogo e as chamas que queimaram as bruxas e a terra nunca mais voltou a desaparecer por baixo das águas. Hoje, conhece-se a Gotland como a "Pérola do Báltico" e é considerada como um exótico lugar carregado de lendas milenares. Os vikings e os comerciantes europeus medievais têm deixado uma rica história cultural em uma paisagem particularmemte bela.

VISBY

A única cidade de Gotland é Visby, "a cidade das rosas e das ruinas". Dentro das muralhas (3, 4 quilômetros de longitude) que a rodeiam, apreciam-se ainda as ruelas da antiga Liga Hanseática, com casas, igrejas e conventos. A única igreja medieval que tem conservado intacta e está aberta ao culto é a de St. Maria.

Visby possui ruas onde os trechos estão cobertos de rosas e cafeterias. Durante a Semana Medieval de Visby toda a cidade converte-se em um grande cenário teatral.

Perto do porto está a Antiga Botica Det Gamla Apoteket de estilo medieval. A Secretaria de Turismo está situada em uma antiga mansão, que pertenceu a Burmeisterska um importante comerciante alemão. Por sua vez o Museu Fornsal contém objetos de arte medieval, assim como alguns artigos da época viking inclusive de tempos mais antigos.

MAIS ALÉM DE VISBY

Fora de Visby lhe espera uma rica paisagem de Gotland, suas vastas praias com fósseis e as peculiares agulhas litorâneas conhecidas por raukar. O melhor é alugar uma bicicleta e percorrer toda a ilha. Uma bonita excursão é a que leva às Grutas de Lummoumda, cheias de estalactitas.

O SUL E A ROTA DOS CRISTAIS

Nesta zona do país encontram-se as principais fábricas de cristais, um dos atrativos de Suécia. Orrefos e Kosta-Boda estão abertas aos visitantes e pode-se conhecer ao vivo a elaboração da cristaleria e comprar a preços mais econômicos, que nas lojas das cidades. a parte deste pequeno mundo do sobrado de vidro, o sul destingue-se do resto do país, por sua geografia coberta de formosas praderas, praias de areia fina, castelos e igrejas medievais, zonas de bosque e colinas onduladas. As províncias de Skane, Blekige e Halland oferecem ao visitante o melhor do sul.

Faremos um percorrido pelas principais localidadees do sul assinalando os lugares interessantes de cada um deles.

VÄXJÖ

Começamos nosso percurso por Växjö, situada no interior do profundo sul. A cidade oferece a possibilidade de visitar o Museu Smaland, que contém uma importante coleção de cristal. A poucos quilômetros encontra-se Kosta Gasbruk, a fábrica de cristal mais antiga e pionera na elaboração desta arte, data do ano 1742. Outra importante fábrica é Orrefors, das mais famosas. Poderá admirar sua magnífica exposição de peças antigas. Mais ao sul encontra-se Boda Gasbruk, uma filial de Kosta.

KALMAR

Deixando de lado as fábricas, o caminho para a costa nos leva a formosa localidadee costeira de Kalmar. Em seu território alça-se o Castelo do século XII, um dos mais conservados do país. Pode-se visitar as masmorras, a capela e os salões, além do Museu de Arqueologia e Etnografia que encontra-se em seu interior.

Outro museu situado no porto guarda os restos do Barco Real Kronan.

ILHA DE ÖLAND

Frente as costas de Kalmar encontra-se a Ilha de Öland, unida ao continente por uma longa ponte de seis quilômetros. Seu terremo calcário, seus moinhos de vento e suas praias de fina areia encantam a todos que a visitam. Poderá ver a Fortaleza e as Muralhas de Graborg da época medieval. A localidade mais importante da ilha é Borgholm onde veraneia a familia real.

KARLSKRONA

Voltando ao continemte e tomando a rota da costa sul chega-se a Karlskrona que apoia-se sobre um grupo de ilhas. Aqui encontra-se a igreja de madeira mais antiga do país. Também pode-se visitar a Igreja da Santíssima Trindade e Fredericks, assim como o Museu do Arsemal, o mais antigo da Suécia, dedicado a história da Marinha sueca. Nos arredores encontra-se o Balneário de Ronnebe, onde poderá dar um respiro e fazer uma parada no caminho. É um lugar ideal para realizar trepidantes excursões.

KRISTIANSTAD - SIMRISHAMM - KASEBERGA

Seguindo a rota sul há um castelo situado entre dois lagos um de grande beleza Bäckaskog. Não muito longe está a localidade de Kristianstad fundada em 1614, onde poderá visitar a antiga Igreja da Santísima Trindade. A seguinte parada é Christinehof outro castelo. Foi construido no século XVIII e possui um Museu dedicado a caça, em seu interior. A estrada continua para o sul até chegar a Simrishamm, um animado povoado pesqueiro, que recebe numerosos visitantes no verão. Há uma Igreja medieval que guarda em seu interior interessante maquetas de veleiros. A poucos quilômetros encontra-se o castelo de Glimmingehus.

Outro povoado pesqueiro onde poderá deter-se é Kaseberga, ali descansam um grupo de pedras da época dos vikings que desenham curiosamemte a forma de uma navio. Este enígma arqueológico conhece-se como Alé Stemar ou Pedras de Ale.

YSTAD - TReLlEBORG

A cidade medieval de Ysted situada na costa sul, foi um lugar de encontro de contrabandistas no passado. Poderá visitar na zona o Castelo de Torup e a Igreja de Santa María.

Indo para o interior topamos com dois castelos interessantes Svaneholm e Sövdeborg de estilo renascentista.

Tomando outra vez a rota costeira pode-se fazer uma parada no caminho em Troleborg, a localidade mais meridional da Suécia. Dali aconselhamos aproximar-se da península que encontra-se no ponto extremo sul ocidental, com duas pequenas localidades para visitar Falsterbo e Skanör.

A COSTA OESTE

A Costa Oeste da Suécia é em geral, uma das mais atrativas do país e um dos centros de veraneio mais importantes. Ao longo do litoral há uma infinidade de pequenas cidades e povoados, misturados com as grandes granjas situadas nas províncias de Halland e Écania.

MALMÖ

Malmö é a capital da Província de Skane. O mais interessante que poderá ver na cidade é o Castelo Malmöhus, do século XVI e alguns museus. Junto o muole resultam pitorescas cabanas do pecado. A Igreja de St. Petri está situada no bairro antigo e é um grande expoente do gótico báltico. Na Praça do Mercado alça-se a Prefeitura.

LUMD

A poucos quilômetros de Malmö encontra-se Lumd, uma das localidades escandinavas mais antigas, cidade universitária por excelência e uma das mais bonitas do país. Destacam-se sua Catedral romana e o Museu dedicado ao poeta sueco Tegnér.

Saindo de Lumd e viajando para o interior encontramos o Castelo de Bosjökloster, construido no século XI em estilo gótico.

LANDSKRONA - HOSINGBORG

De novo na costa e seguindo a rota norte há duas paradas que fazer. Uma na cidade fortificada Landskrona das mais conservadas da Europa; e outra na histórica cidade de Hosingborg, situada frente a cidade dinamarquesa de Hosingor, a poucos quilômetros de distância (20 minutos em transbordador). É um dos principais centros comerciais de Ecania, depois de Malmö. Aqui poderá visitar a Prefeitura e a torre do Castelo, o único que conserva-se deste notável monumemto.

BASTAD - HALMSTAD

Nas penínsulas da costa oeste, está Bastad, "Cidade de Barcos" e realmente faz juz a seu nome, ali cobrem-se uns campeonatos de tênis de grande importância dentro e fora do país. Seguindo para o norte emcontramos com Halmstad, capital de Halland, uma cidade pequena e pitoresca com magníficas praias.

GOTEMBURGO

É uma das principais cidades suecas que tem sabido conservar seu encanto de cidade provinciana, apesar da grande oferta de acontecimemtos, atos culturais, centros comerciais e diversões. É a segunda maior cidade da Suécia com algo mais de meio milhão de habitantes. Trata-se do porto mais destacado do país.

Em Gotemburgo encontram-se os grandes estaleiros de onde saem por barco, os principais produtos de exportação. O passado viking do país situa-se principalmemte, na costa oeste da Suécia onde Gotemburgo é o centro. Uma das melhores maneiras de chegar à cidade é a bordo do barco Paddam que percorre os principais canais.

A vida comercial gira em torno a Avemen a rua principal e a Praça Götaplatsem onde encontra-se o Museu de Arte. O edifício mais antigo da cidade é Kronhuset. Perto dali encontra-se Kronhusbordana, atualmemte um grande centro de artesanato cheio de interessantes lojas. Neste mesmo bairro está também Gustav Adolfs Torg, uma das praças mais antigas, onde situa-se a Prefeitura e Fiskekörkan uma Igreja dedicada aos pecadores.

Arredores de Gotemburgo

De Gotemburgo pode-se visitar esta formosa zona ante sala de fiordos noruegueses. O litoral aqui é rochoso e acidentado.

Kumgälv é a primeira cidade que encontramos, ali estão as ruinas de uma antiga fortaleza. A seguinte parada é Uddevalla, que situa-se aos pés de um fiordo com um percurso de entorno natural. Não muito distante localiza-se um dos encraves turísticos mais populares do país, Lesekil, que descansa na boca de um fiordo. É um lugar ideal para praticar a pesca de altura.

Seguindo a rota norte é obrigada a parada em Smögem, ainda que seja só para experimentar seus camarões, uma ilha que une-se a Península de Sotemäs por uma ponte. Outro lugar que os suecos fogem para suas férias é Strömstad, situado mais o norte, na costa. É um bom local para descansar e fazer excursões as ilhas próximas de Koster.

Ao sul de Gotemburgo se extende a zona conhecida como a "Riviera Sueca". O mais atrativo são suas praias que atraem a numerosos veranistas. Entre as localidades que pode-se visitar assinalamos a cidade dormitório de Kumgsbacka, a poucos quilômetros de Gotemburgo. Muito perto situa-se o Castelo Tjolölm e o povoado de Äskhult. Um pouco mais distante está Varberg, desde onde pode-se chegar a Dinamarca, também terá a oportunidade de visitar um interessante Museu medieval. Ainda mais ao sul encontra-se o Balneário Falkemberg, que goza de esplêndidas praias é um lugar ideal para a prática da pesca.

O CANAL DE GÖTA

Compreemde uma grande extensão de mais de seiscentos quilômetros de rio, lagos, canais e uma parte marinha. Sua construção durou mais de vinte anos e serviu para unir Estocolmo com Gotemburgo. a companhia de Vapor do Canal de Göta, organiza numerosas excursões para percorrer a zona. Navegar em vapor os enormes lagos de Vanërn e Vattërn pode ser uma experiência fantástica. Entre os pontos que aconselhamos para deter-se, em torno do Lago Vanërn destacam-se a localidade industrial de Trolhättan. É um bom lugar desde onde percorrer a zona. Se quizer conhecer a maior praça da Suécia aproxime-se de Lidköping e mais para o norte, em uma ilha, encontra-se o Castelo de Läckö.

A cidade mais importante do lago é Karlstad fundada no século XVII. Na praça Maior há uma estátua do rei Karl IX, que deu nome a localidade. No Lago Vattërn há duas paradas imprescindíveis Motala e Vadstema esta última uma cidade carregada de história. Não deixe de visitar seu castelo e sua Igreja.

A ZONA CENTRAL

É uma bonita zona cheia de lagos na que contam perto de 6.000. Um dos pontos mais atrativos da província é a cidade lacustre de Mora que dorme às márgens do Lago Siljan. Nela poderá visitar o Museu dedicado ao pintor Zorn, o mesmo que domou a cidade as Zorns Gammalgard, uma coleção de casinhas antigas de madeira típicas da região, expostas ao público.

Bordeando a márgem do lago chega-se a Nusnäs, famoso por suas talhas de cavalinhos vermelhos. Entre os bosques e o lago encontra-se Rättvik, merece a pena ir a este simpático povoado de casinhas de madeira para contemplar e obter alguns dos objetos de seu artesanato típico. Ao sul encontra-se a tradicional Leksand protagonista de numerosos eventos, entre eles a celebração do dia de São Jõao uma festa típica.

A capital desta atrativa província é Falum, conhecida sobretudo por suas minas de cobre. Pode-se visitar seu Museu e aproximar-se do povoado próximo de Sumdborn, para ver a casa do genial desenhis sueco, Carl Larssão. E por último o porto de Gävle, que encontra-se no Golfo de Botnia. Não deixe de ver ali o Skogsmusset Silvanum, o Museu Florestal.

A ZONA NORTE

O norte da Suécia está muito mais dspovoado que o resto do país, porém em compensação desfruta-se de umas paisagens naturais estupendas. Para a costa leste encontra-se Lulea situada na desembocadura do rio de mesmo nome. É um importante porto na costa alta do Báltico junto a outros como Pitea, Skoleftea, Umea o Sumdsvall. Poderá visitar seu museu dedicado aos sami. Para ver outro interessante museu desta vez dedicado ao armamento pode aproximar-se da localidade próxima de Bodem, mais ao norte.

LAPONIA

A Laponia Sueca convida a uma avemtura distinta e emocionante. Extende-se desde a metade do país para o norte mais além do Círculo Polar Ártico. Desde Estocolmo saem aviões durante todo o ano até Kiruma, no norte, cidade com uma extensão de 20.000 quilômetros quadrados e uma população de 33.000 habitantes.

No inverno, a escuridão fecha-se sobre a fascinante paisagem para, as vezes, serem iluminadas por uma crepitante Aurora Boreal. No verão o sol nega-se a por e no outono, as montanhas alpinas laponas parecem arder em cores.

A Laponia é a terra dos samis (laponé), que emigraram, segundo acredita-se, de Euroásia estabelecendo-se no norte da Europa, sobre a Idade do Bronze. No começo viviam da caça e da pesca, porem muito cedo começaram a criar remos, o que obrigou-os a adotar uma existência nômade. A criação do remo ainda sobrevive em algumas famílias e a contemplação de seu trabalho quando separam os remos, é uma vivência excepcional, ainda muitos laponé tem-se adaptado a vida moderna trabalhando nas indústrias nacionais. É interessante fazer uma visita ao Museu Lapón, que mostra a história deste povoado e algumas de suas tradições.

A 16 quilômetros a leste de Kiruma localiza-se o povoado sami de Jukkasjärvi, que assenta-se às márgens do rio Torne. Há um mercado, um museu, que ilustra a vida dos samis, e uma Igreja de madeira para visitar. Para o sul extende-se uma região mineira e o Vale de Kalixälv, uma zona mais povoada, cheia de férteis praderas e pequenas granjas. Perto de Saite pode-se visitar o Parque Nacional de Mudus, onde abundam os bosques de coníferas, imemsos lagos, além de uma emorme garganta de rocha viva, no curso do rio que o atravessa, digna de admiraçã. Muito perto está a população mineira de Gällivare.

Em Kvkkjokk, há outro parque tipicamemte montanhoso, o Parque Nacional Sarek. E por último nesta região encontra-se a montanha mais alta do país, Kebnekaise (2.100 metros de altura).

Gastronomia

A comida sueca baseia-se em matérias primas frescas do mar e do bosque, segundo a temporada. Arenque do Báltico, salmão na salmora, assado de remo defumado, parfait de arándanos e hoado com camemoros são algumas das esquisitices do país, porém o visitante pode experimentar gostosamente a comida caseira sueca, como panquecas, pettipanna, crepé de batata, rolemos de col e sopa de ervilha brancos com ponche, sem esquecer, o típico prato do dia, "dagems rätt".

Nos principais restaurantes do país costuma-se servir a tradicional mesa de entradas que só existe em sua forma original na Suécia o "smörgasbrd", um buffet que reune todas as especialidades da gastronomia sueca misturada a vezes com outros pratos importados. Este prato adquire-se em especial nos dias de Natal, quando converte-se em "julbord" mesa de Natal, com todas as especialidades da temporada festiva.

Compras

Não é necessário ir a uma loja turística para encontrar algo "típico" é que os suecos compram seu próprio artesanato para decorar suas casas.

Em geral o artesanato gira em torno da casa: objetos decorativos e de utilidade prática, sobretudo na cozinha e a méa. Há que destacar a cubertería de aço inoxidável, uma das mais prétigiosas do mumdo. Sem dúvidas, o mais conhecido no exterior é a cristaleria. Também merece ter em conta o artesanato de ferraria, os objetos de madeira. Em quase todas as lojas encontra-se o típico cavalo de madeira original da região de Dalarana.

Em matéria de roupas destaca-se a pele, onde o visón é o abrigo de pele de raposa ou lobo. Não é tanto um luxo sim uma necessidade, devido aos frios dias de inverno.

População e Costumes

Durante muitos séculos a Suécia foi etnicamemte muito homenageada, exceto os samis (laponé), minoria lingüística indígena do norte do país. Atualmemte existem uns 15.000 samis.

Os suecos comparados com os habitantes do sul da Europa são pessoas menos abertas e com pouco interesse em relacionar-se fora de seu próprio círculo de amizade. Sem dúvidas, ao longo da história o povo sueco tem sofrido algumas transformações na forma de ver e de vivir a vida.

Entre 1865 e 1930, o país experimentou uma emigração de grande escala, a maioria mudou-se para os Estados Umidos, com a esperança de uma vida melhor.

Nos anos sessenta e setenta vieram, em mudança, a trabalhar na Suécia, mais de meio milhão de imigrantes, em sua maioria filandes, porém também, iugoslavos, gregos e outros.

Além, Suécia tem acolhido a refugiados de muitos locais agitados do mumdo. Esta grande imigração, que soma hoje em dia mais de um milhão de pessoas em uma população de 8, 4 milhões, tem provocado mudanças significativas no comportamento dos suecos. Os imigrantes aportam seus hábitos e costumes que vão somando aos próprios do país.

O sueco das cidades são mais abertos e ruaceiros, abrindo passagem a outros costumes e modos de vida até impensáveis.

Entretenimento

Aventura

Os suecos são grandes amantes do esporte e isto traduz-se em um sem fim de atividades verdadeiramemte atrativas para o visitante. Em Laponia durante o inverno organizam-se Safaris Árticos, através da fria paisagem do norte. Durante o verão, descem pelos rios salvegens, rafting ou trekkiing, que leva os excursionistas em campo aberto.

Cruzeiros pelos Arquipélago

Nas milhares ilhas que conformam a paisagem de Estocolmo vive gente durante todo o ano. Há povoados pequenos e uma Fundação que voa para a sobrevivência das tradições deste lugar. Organizam-se excursões e inclusive cruzeiros de vários dias de duração. As rotas que levam-se a cabo, através das ilhas incluem paradas e visitas à alguns monumentos históricos. Também há oportunidades para fazer compras nos pitorescos mercados das ilhas, onde vende-se artesanato típico que deve levar selo de "Skärgardsprodukt", que quer dizer produto do arquipélago.

Cruzeiro Göta Canal

Um cruzeiro de 4 a 6 dias de duração por este canal que atravessa o país de costa a costa desde Estocolmo a Gotemburgo, através de bosque, campos e cidades utilizando como caminho os rios, lagos e canais.

Festival de Água

Este festival criado no ano de 1990 tem-se convertido em uma das festas mais populares do país à nivel europeu, com mais de 1.500 acontecimemtos. Acontece em Estocolmo, durante as primeiras semanas de agosto. No tempo que dura este festival pode-se ver de tudo, do teatro de rua até concertos ao ar livre, passando por espetáculos do tipo circense, mostras gastronômicas, atividades esportivas e fogos artificiais.

Parque Skansem

Um passeio por este parque situado em Estocolmo constitui uma viagem por toda Suécia sua natureza e seu folclore.

Parque Liseberg

Em Gotemburgo está um dos parques de atração mais antigos da Suécia. No verão este parque conta com bailes e atuações e é aqui onde sonham em cantar os principais artistas do país.

FESTIVIDADES

Como em outros paises da Escandinávia as festas e os festivais são muito frequentes.

Na Suécia destacam-se:

Janeiro. 1 de janeiro, a celebração do Ano Novo e o dia 13, o Kumt, o dia que finalizam as festas natalícias.

Fevereiro. Terça –feira de Carnaval, dia que preparam doces e pãezinhos.

Março. Maratona de Esqui de Vasaloppet, o primeiro domingo do mês. Mais de 80 quilômetros de corrida.

Abril. Os dias quinta, sexta-feiras, sábado e domingo de Semana Santa. O dia 30 é a Noite de Valborg, uma noite na que se cobra em todo o país a chegada da primavera com fogueiras e cantos de corais. O dia 30 é a Noite de Walpurgis, que é a véspera do dia da santa que comemora-se no dia 1 do mês.

Maio. O dia 1, como em muitos paises é o Dia do Trabalho.

Junho. O dia 6 comemora-se o Dia da Bandeira, data emblemática, que foi o dia em 1523, quando Gustavo Vasa, considerado como o libertador do país, foi eleito Rei de Suécia. A festa foi tomando pouco a pouco carácter oficial, e hoje em dia é considerada como a festa da pátria. Outro dos dias mais importantes do mês é a Festa de São Jõao, o 24 de junho. O fim de semana mais próximo a este dia, verdadeiro dia de São Jõao, os suecos celebram sua grande festival de origem pouco claros e talvez pré-históricos. A dança em torno do "árbol de maeo" vestido com ramas e flores recorda antigos rituais de fertilidade. As jovens adornam suas cabeças com coroas de flores e entonam junto a seus companheiros hinos de primavera. A comida, tradicionalmemte arenque e batatas servidas acompanhadas de aguardente, formam parte também desta festa que dura até altas horas da madrugada.

Agosto. Festival Aquático de Estocolmo (de 4 a 13), numerosos atos e espetáculos aos arredores do Palácio Real. A segunda quarta-feira do mês é o Dia do Carangueijo, dia em que se come em abundância.

Novembro. O dia 11 é o Dia de Santo Augustín, festa de importância na zona sul do país.

Dezembro. O dia 10 do mês tem lugar a ceremônia de entrega do Prêmio Nobel. O dia 13 é o Dia de Santa Luzia, uma festa que se comemora nas casas, colégios e inclusive nas empresas. Uma jovem vestida com túnica branca e uma coroa com velas na cabeça desperta a todo o mundo com seu hino e alegria, representa a Santa Luzia, símbolo de esperança em que volta a luz depois da longa escuridão do inverno. Santa Luzia oferece, além, a primeiras horas da manhã, bolos de alçafrão e biscoitos de canyona, duas especialidades natalícias da casas suecas. Na Suécia igual ao nossos paises o Natal (dias 24 e 25) constituem uma mistura do novo e o velho, do tradicional e o importado de outros lugares do mundo.

Transportes

Avião

As principais cidades da Suécia têm aeroportos, o avião é uma boa alternativa para mover-se pelo país. A companhia SAS, que opera dentro do país, oferece preços interessantes, especialmente para os jovens, além do conhecido Visit Scandinaviam Pass.

Barco

Este é um meio de transporte que funciona muito bem na Suécia, muito utilizado sobretudo no Arquipélago e nas zonas dos canais.

Trem

Os Ferrocarris Estatais Suecos, SJ, tem linhas por todo o país, incluindo as zonas mais setentrionais, é dizer, mais além do círculo Polar Ártico, chegando até a cidade noruega de Narvik. O transporte é caro, pois convém informar-se bem das reduções, ofertas e descontos.

Automóvel

Existe a possibilidade de alugar um carro. As tarifas de fim de semana são bastante aceitáveis. A rede de estradas do país são excelentes. As normas de circulação são as mesmas que no resto da Europa, ainda que a regra, quanto o consumo de álcool é mais severa nos paises comumitários.

Ônibus

Apesar de que a maioria dos suecos tem seu próprio automóvel a utilização diária dos ônibus para evitar atrasos e problemas de estacionamento, é muito frequente. As linhas de ônibus nas principais cidades funcionam todo o dia com linhas noturnas específicas. São ônibus modernos e cômodos porém, também caros. Sem dúvidas, para o turista o melhor é procurar, através da Oficina de Turismo, ofertas especiais que, incluem transportes metropolitanos. Em Estocolmo, há um serviço de metro, que constitui uma autêntica experiência cultural e a que os artistas suecos tem deixado sua pegada em numerosas estações. Gotemburgo oferece ainda a curiosidade da transvia. As linhas de ônibus regional são também gestionadas por SJ.

Táxi

O serviço de táxi é bom nas cidades, porém também muito caro. Aconselha-se utilizar transporte público.

Fonte: www.genteviajera.es

Suécia

A Suécia é uma monarquia constitucional situada na península escandinava. Limita-se ao norte e a oeste com a Noruega, a nordeste com a Finlândia, a leste com o golfo de Botnia e o mar Báltico e a sudoeste com os estreitos de Oresund, Kattegat e Skagerrak. Possui as ilhas de Gotland e Öland no mar Báltico.

O país tem uma superfície de 449.964 km2, o terceiro maior da Europa Ocidental, e uma população de 8.878.000 habitantes. A capital é Estocolmo e as outras cidades mais importantes são Gotemburgo e Malmö. O luteranismo é a religião de 88% dos suecos.

A geografia da Suécia é constituida por várias regiões topográficas: as montanhas Kjölen junto à Noruega (aqui fica o pico mais alto - Mt. Kebnekaise - com 2111 m); a leste, um extenso maciço inclinado para a planície costeira; no centro da zona meridional, uma região baixa com lagos (Vatern); ao sul, as terras altas de Smaland.

As planícies da Escania ocupam o extremo sul-oriental da península. Os rios principais são Angerman, Dar, Klar, Ume e Torne. Uma sétima parte do país fica ao norte do círculo polar. A vegetação alpina e ártica é dominante.

História

Descobertas arqueológicas comprovam que a área hoje compreendida como Suécia já era povoada durande a Idade da Pedra, quando o gelo resultante da última Era Glaciar recuou. Pensa-se que os primeiros habitantes se tratavam de povos caçadores e recoletores que viviam daquilo que o mar (Mar Báltico) lhes fornecia. Algumas evidências apontam para que o sul da Suécia fosse densamente povoado durante a Idade do Bronze, pois foram encontradas ruinas de grandes comunidades comerciais.

Durante os sécs. IX e X, a cultura Viking prosperou na Suécia, com o comércio. A invasão dirigiu-se em primeiro lugar para oriente, na direcção dos Estados Bálticos, Rússia e do Mar Negro. Em 1389, os três estados escandinavos (Noruega, Suécia e Finlândia) estavam unidos sob um único monarca. A União de Kalmar começou como uma união pessoal, não política e quando em 1520 o rei da Dinamarca e Noruega invadiu a Suécia, esta resistiu chegando mesmo a uma rebelião armada. A Suécia separou-se em 1523, quando Gustav Eriksson Vasa, conhecido mais tarde por Gustav I da Suécia restabeleceu a separação da Coroa Sueca da união.

O séc. XVII viu a Suécia tornar-se numa das principais potências europeias, devido ao sucesso da participação na Guerra dos 30 anos, iniciada pelo Rei Gustavus Adolphus. Esta posição iria desmoronar-se no séc. XVIII, quando a Rússia conquistou os reinos da europa do norte na Grande Guerra do Norte e, eventualmente, quando em 1809 se assistiu à separação da parte oriental da Suécia, criando-se assim a Finlândia como um grão-ducado Russo.

A história recente sueca tem sido pacífica, onde a última guerra foi a Campanha Contra a Noruega (1814), que estabeleceu uma união dominada pela Suécia.

Esta união dissolveu-se pacificamente em 1905, apesar de alguma ameaça de guerra. A Suécia foi um país neutro durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial (com uma pequena excepção, a Guerra do Inverno). Continuou a não se posicionar durante a Guerra Fria e hoje não faz parte de nenhuma aliança militar embora tenha participado nos treinos militares da NATO.

Fonte: mundofred.home.sapo.pt

Suécia

Continente: Europa

Nome Oficial: Konungariket Sverige (Reino da Suécia)

Nome Completo: Reino da Suécia

Localização: Extremo Setentrional Europeu

Coordenadas: 62 00 N, 15 00 E

Limites: Países limítrofes: Finlândia, Noruega

Capital da Suécia: Estocolmo

Principal Cidade: Estocolmo, Göteborg, Malmö

Governo: Monarquia Parlamentarista

Moeda: Coroa Sueca e Euro

Área: 449.964 km²

Nacionalidade: Sueca

População: 9,060 milhões (2006)

Mortalidade: 3,44 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)

Vida: 79,84 anos

Ponto Culminante: Pico Kebnekaise, 2.111 m

Religiões: Luteranismo 87%, Catolicismo 5%, Judaísmo 4%, Budismo 3%, Outras 1%

Idiomas: Sueco (oficial), Lapão

Analfabetismo: 0%

Renda: US$ 26.750 (2001)

Fonte: www.libreria.com.br

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