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Suíça

Quando fala-se na Suíça a primeira coisa que pensa-se é nas montanhas, seu paraíso financieiro, os chocolates, o queijo, porém Suíça é algo mais do que isso.

A Confederação Helvética é uma união política de 26 estados (23 distritos e 3 semi-distritos), que são autônomos em matéria militar, educativa e religiosa. Cada região conta com particuaridades únicas. Na Suíça fala-se quatro idiomas diferentes, o francês, italiano, alemão e o romance. A metade da população é católica e a outra protestante.

Dos quase sete milhões de habitantes que vivem na Suíça, um milhão são estrangeiros. Tudo isto nos dá uma referência da mistura de culturas, do fascínio da sua variedade e ao mesmo tempo do respeito que respira-se neste pequeno país.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Suíça encontra-se situado no coração da Europa ocidental, entre França, Itália, Alemanha, Liechtenstein e Áustria. 70 % do território da Suíça é montanhoso.

O relevo de sua geografía divide-se en três zonas: o Jura, o panalto e os Alpes. As águas Suíças vem do Rhin, o Ródano e o Pô.

FLORA E FAUNA

Suíça, apesar de ser um pequeno país, contém uma rica variedade de flora e fauna, descobrindo diversos animais e plantas, passando rapidamente de um clima a outro. Por exemplo, desde uma paisagem ártica a mais de 400 metros de altura, até temperaturas e vegetação subtropicais a só 200 metros sobre o mar.

Cada um dos níveis de altura intermediários apresenta formas próprias na paisagem e vida: escarpadas montanhas, densos bosques de coníferas, verdes pradarias, flores e animais, glaciais e cascatas de águas.

Os Alpes são um belo fenômeno da natureza. Com imponentes rios de gelos, entre os quais destacam-se los glaciais. Suíça descobre-se como um autêntico paraíso. Conta, também com mais de 1.600 agos naturais, 42.000 quilômetros de rios e impressionantes diques.

No Jura encontra-se uma natureza virgem com, extensas planícies e suaves colinas povoadas de coníferas. Por outro lado, em todas as zonas altas podem-se ver plantas e flores diferentes como violetas dos Alpes, soldanelha, narcisos, campánuas, iris, rosas dos Alpes e arándanos.

Quanto á fauna podem-se ver rebecos, marmotas, cabras montanhezas ou águias reais.

Cultura

Suíça não conta com uma tradição de grandes artistas, embora muitos gênios do mundo todo inspiraram-se nas márgens de seus lagos.

O pintor mais conhecido é Paul Klee, que trabalhou o abstrato.

A obra de Rousseau no século XVIII foi fumdamental para a democracia. Carl Jumg revolucionou a psicanálise.

Arthur Honegger é o único compositor notável e no terreno arquitetônico; os muros das cidades falam por si próprios. Le Corbusier é o mais emblemático.

Sociedade

Suíça tem uma população de sete milhões de habitantes, unidos apesar de seus particulares universos, incluido o das línguas que cada zona partilha com seus paises vizinhos. Trata-se de gente pacífica, amável e condescendente.

As cidades são prósperas, limpas e modernas, enquanto que na zona das montanhas vive gente ainda muito apegada às tradições.

Festivais e ritos, acompanhados das vestes típicas são alguns dos costumes que poderá observar o turista que entrar nas montanhas.

Turismo

O OESTE DA SUIÇA

BERNA

Berna, cujo nome tem sua origem em um "urso", é a capital política da confederação Helvética. Está situada na Suíça de língua alemã. A sede do Governo, a administração, e sedes diplomáticas de outros países.

Entre os lugares que destacamos para o visitante está a Igeja do Espírito Santo. Dali as pitorescas ruas leva-nos ao rio. Encontraremos em nosso passeio bonitas fontes, entre elas a Fonte do Ogro, a Fonte do Gaitero, a Fonte dos Mosqueteiros e a Fonte de Zähringen, dedicada ao fundador da cidade, que encontrou o urso e pegou-o em uma caçada e quem escolheu o nome da cidade, como tinha prometido ao primeiro que o ultrapasse.

Outro interessante monumento é Käfigturm, uma torre prisião do século XVII. As ruas desta zona estão feitas de pedra e adornadas com arcadas e soportales de grande beleza. A Torre do Relógio, é tudo um espetáculo, dando as horas. Entorno encontra-se a Igreja Francesa do século XIII, a mais antiga da cidade. Não muito distante está a casa onde viveu Einstein. Dali podemos visitar a Catedral de Berna, de estilo gótico tardio, onde poderá admirar as vidraçarias e o coro renascentista. O edifício do Parlamento encontra-se perto dali, com cúpula verde. Nesta Praça celebra-se um pitoresco mercado.

Entre os museus destacam-se o Museu da História, ao outro lado do rio; o Kumts Museum e o Swiss Alpine Museum.

NEUCHATEL

Neuchatel, é uma cidade francófona, que oferece um fácil acesso para visitar as montanhas de Jura. O mais atrativo da cidade é o castelo, a Igeja e a Torre prisão. Também resulta interessante o Museu de Arte e História. Próximo a cidade tem a Papiliorama e Nocturama. Dali pode-se chegar a Chaux-de-Fonds.

GENEBRA

Genebra pertence a parte de língua francesa, e é conhecida sobretudo por ser a sede da UNESCO e de muitos outros órgãos internacionais. Na zona do lago encontra-se o sultidor, o jardim angaise, com seu Relógio de Flores, e o Monumento Nacional. Cruzando a ponte do Mont Banc, chegamos ao Monumento a Charles II de Brumswick, mais adiante vemos os parques de Mon Repos e Perle du Ac, onde encontra-se o Museu das Ciências.

Na Praça das Nações está o Edifício da Organização Mundial da Propiedade Intelectual, e perto dali encontra-se o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, a Organização Internacional do Trabalho e a sede da OMS, Organização Mundial da Saúde.

O Ródano divide-se em duas a cidade, e em sua márgem esquerda transcorre a vida artística e intelectual. A rua principal é a Grand Rue, onde poderá ver a casa de Rousseau. Outros lugares de interesse são o Palácio da Prefeitura; o Museu de História Natural; o Museu da Reloajería; o Museu dos Instrumentos Musicais Antigos; a Igreja Russa Ortodoxa; a Universidade, na Praça Nova; e o Grande Teatro, onde está instalada a Ópera de Genebra; o Museu Rath e o antigo Conservatório.

A zona mais animada da cidade é a Praça Moard e na planície de Plainpalais instala-se um animado mercadinho nas quartas-feiras e sábados.

A ZONA DO LAGO LEMAN OU GENEBRA

Lausana é a capital do distrito de Vaud. A Catedral gótica com curiosas janelas e seu portão é o mais chamativo da cidade. O Palácio de Rumine contém vários museus. Poderá ver também outros interessantes museus como o Museu Olímcume e o Museu de l´Art Brut.

Montreux é a cidade por excelência da riviera Suíça, além de suas impressionantes vistas do lago é muito popular o Chateau de Chillon.

O SUL DA SUIÇA

VALAIS

As montanhas e vales desta zona, que já foi uma das mais inacessíves do país, juntam-se em um cenário natural assombroso. Entre as localidades mais importantes da região encontra-se Sion, uma histórica cidade cheia de velhas fortificações; Zermatt, onde poderá praticar o esqui e o montanhismo e avistar o cume de Matterhorn o mais conhecido como Monte Cervino, que aprecia-se entre os mais carismáticos do mundo; e Saas Fee onde encontram-se outros importantes cumes montanhosos e pode-se esquiar.

TICINO

Esta região tem a sorte de encontrar-se ao sul dos Alpes e desfrutar de um clima mediterrâneo. Entre as cidades que se destacam encontra-se Locarno, onde poderá visitar o santuário da Madonna do Sasso, Chiesa Nova, e o parque Giardini Jean Arp; Bellinzona, a cidade dos castelos e Lugano um formoso lugar às márgems do lago de mesmo nome, e que também possui um ambiente cultural muito rico.

GRAUBÜNDEN

A região tem fama de ser um dos melhores centros do esporte de inverno do mundo. Na zona fala-se tanto o alemão como italiano e romance. Entre as capitais mais importantes assinalamos Chur, uma velha e atrativa cidade com numerosos edifícios do século XVI, e St Motitz, uma cidade balneária, cujas águas são conhecidas pelos poderes curativos desde a antiguidade.

O CENTRO DA SUIÇA

Um universo de montanhas e lagos, povoados alpinos, gado pastando e mil lugares para praticar o esqui, estão esperando o viajante. A cidade de Lucerna em pleno coração do país e ás márgens de um lago, conserva-se suas muralhas medievais, as pontes de madeira e suas torres em memória de um passado histórico fascinante. O mais atrativo da cidade é Das Lowendenkmalk, um leão, símbolo da cidade. Interlaken como seu nome indica extende-se entre dois lagos, os cumes de Jumgfrau e Finsteraarhorn vigiam-na, e o centro da vida da cidade desenvolve-se em Högeweg. Na cidade tem também um cassino e um Castelo, digno de ver-se. Um lugar ideal para as excursões e o esqui é a região de Jumgfrau.

O NORTE DA SUIÇA

ZURICH

Zurich é a mais popular das cidades Suíças, pois oferece um ambiente animado e numerosas diversões culturais. A parte antiga da cidade conta com zonas para caminhar, onde poderá passear tranquilamente, enquanto desfruta dos monumentos que oferecem suas ruas. Entre o mais carismático de Zurich encontra-se o Bahnhofstrasse, a Igeja de São Pedro, a Igreja de Fraumünster, a Catedral Grossmünster, e entre os museus destacam-se o Museu Nacional, o Museu de Belas Artes e sobretudo, não deixe de visitar a Lindt E Sprüngli chocolate factore, um museu delicioso.

OUTROS PONTOS TURÍSTICOS

Outras localidades de interesse na zona norte são: Schaffhausen, uma localidade situada no extremo norte do país, que conta com um centro medieval muito pitoresco; Appenzel, uma população que puxa numerosos turistas pelo aspecto peculiar, seus edifícios antigos e seus arredores maravilhosos; St Gallen, um importante centro de cultura medieval; e Basel, uma cidade industrial, que soube manter sua herança cultural e o sabor antigo, dispõe de numerosos museus, e também guarda a tumba de Erasmo de Rotterdam.

Fonte: www.rumbo.com.br

Suíça

"Suíça, Confederação Suíça ou ainda Confederação Helvética (em latim: Confœderatio Helvetica) é um pequeno estado federal localizado no centro da Europa. Possui uma área de 41'290 km² dos quais 1'289 são cobertos por lagos."

Os suíços sabem proteger aquilo que lhes pertence. Tanto que ganharam da Unesco o direito de chamar alguns de seus cartões-postais de patrimônio da humanidade. Entre eles, o centro medieval de Berna, os glaciares de Jungfraujoch e os castelos de Bellinzona.

Vida Noturna

Existem infinidades de lugares onde poderá praticar o esqui, escolas para aprende-lo e também, em todos estes lugares terá a possibilidade de realizar outras muitas atividades, realizar excursões, e inclusive desfrutar de uma animada vida noturna.

Transporte

Nos aeroportos e estações de trem, é possível comprar um GH (pronuncia-se 'guê-rá'), que permite o uso de qualquer tipo de transporte público no território suíço durante o tempo de estadia. Isso inclui ônibus, trens, barcos e em alguns lugares, também teleférico. Com este passe, você pode tomar café em Zug, almoçar em Lusanne, fazer compras em Genebra e jantar em Biel sem custo adicional.

Dinheiro

O Franco suíço (alemão Franken, italiano franco, francês, franc) é a moeda utilizada na Suíça e no Liechtenstein. Todos os bancos oferecem serviços de troca de divisas e pode-se igualmemte trocar nos hotéis. Os cartões de crédito e os cheques de viagem são aceitos em praticamente todos os hotéis, restaurantes e centros comerciais.

Compras

A Suíça é um país caro para as coisas básicas do dia-a-dia, como moradia, comida ou contas públicas. Pode-se comprar, entretanto, eletrônicos a excelentes preços.

Como souveniers para os amigos, compre chocolates no supermercado (Coop, por exemplo): é possível comprar miniaturas de 20g a 50g em grandes quantidades a um preço muito mais baixo do que no aeroporto.

O mesmo vale para relógios e roupas. Não deixe de comprar pequenos utensílios do lar, como descascadores de legumes ou abridores de lata. Claro, compre canivetes de utilidade originais.

Gastronomia

A Suíça é um país que prima pela perfeição das pequenas coisas, fazendo-as conforme suas tradições. Especialmente, existem queijos excepcionais e os famosos chocolates. Na parte da Suíça francesa, na região de Gruyère, se tem o queijo gruyéres autêntico, com sabor mais forte e muito mais marcante do que aqueles que são fabricados em outros lugares.

Destaque-se também o queijo alpenzeller, de cor e sabor forte, bastante gorduroso. Nos Alpes, é servida uma comida típica chamada Racclete, que é feita de uma fatia de pão embebida em vinho branco com o queijo homônimo derretido por cima, servida com um ovo frito e vinho branco seco forte. Em Zürich, não deixe de visitar a confeitaria Sprüngli, na Bahnhoffstrasse, considerada por muitos 'a melhor do mundo'.

Com esse título, não espere pagar preços baixos. Visitando a região de Biel-Biene, próximo a Bern, ande pelas vinícolas próximas ao Lago de Biel, o Bielersee, onde há pequenos restaurantes que servem peixes pescados no próprio lago.

Clima

Ao sul, Tesino tem um clima cálido e mediterrâneo, e no sudeste, Valais é conhecido por ser muito seco. No resto do território a temperatura média é de 20º C e 25º C no verão, e de 2º a 6º C no inverno. Os verões costumam ser muito ensolarados.

Idioma

Suíça tem três idiomas federais oficiais: o alemão, francês e italiano. Um quarto idioma falado por uma minoria é o romance, particularmente em Grisones, uma relíquia histórica derivada diretamente do latim.

Fonte: www.souturista.com.br

Suíça

Geologicamente, a Suíça é um país complexo. Ela faz parte da cordilheira alpina, que se estende por cerca de 1000 km entre Nice (Alpes Marítimos franceses) e Viena (Alpes austríacos). Ainda que não pertença propriamente aos Alpes, o Planalto e o Jura lhe devem uma parte importante da sua morfologia.

As fronteiras do país avançam, ao sul, até à planície italiana e, ao norte, ultrapassam o rio Reno, na Floresta Negra.

Mas podemos considerar que o território suíço se compõe de três regiões naturais principais: Os Alpes e os Pré-Alpes (60%), o Planalto (30%) e o Jura (10%).

Suíça
Suíça

A Suíça é cortada pela parte central dos Alpes, o que representa aproximadamente um quinto da sua extensão total destas montanhas.

Os vales longitudinais dos rios Reno e Ródano (no sentido leste-oeste) bem como os dos rios Ticino e Reuss (no sentido sul-norte), como que dividem o maciço em quadrantes: a oeste, os Alpes Berneses, Friburgenses e Vaudianos; ao sul, os Alpes Valaisanos, e Ticineses; ao norte, os Alpes Uraneses e Glaroneses; e a leste, os Alpes Réticos.

A altitude média é de 1700 m. No entanto, uma centena de picos beira ou ultrapassa os 4000m. O ponto culminante é atingido pelo Pico Dufour, situado no maciço Mont-Rose (Alpes Valaisanos), com os seus 4634m.

O núcleo da formação alpina é constituído de maciços de granito e xisto, sobre os quais repousam ou se agarram camadas sedimentárias variadas.

A morfologia da cordilheira é igualmente muito rica: o trabalho de alisamento efetuado pelos glaciares e as erosões causadas pelas águas criaram vales, terraços e alcantilados que fazem dos Alpes uma paisagem que varia incessantemente. Medições de grande precisão levadas a cabo em toda a parte central da cordilheira alpina revelaram que o maciço continua a elevar-se à razão de um milímetro por ano, em média. Esta elevação é, contudo neutralizada pela erosão.

Os Pré-Alpes, situados na vertente noroeste dos Alpes, se compõem, sobretudo de conglomerados. Eles apresentam uma estrutura menos complexa e os seus cumes atingem cerca de 2000 m.

Dados Gerais

Área: 41.285 km2
Hora Local (Em relação à Brasília):
+ 4h
Clima:
Temperado continental

Principais Cidades

Capital: Berna (123.254), Zurique (336.821), Genebra (172.809), Basiléia (168.735), Lausanne (114.161)
População:
7,2 milhões
Nacionalidade:
Suíça
Idioma:
Francês, Alemão e Italiano.
Religião:
cristianismo
Analfabetismo:
menor que 5%
Moeda:
franco suíço

Fonte: www.portaldointercambio.com.br

Suíça

Capital: Berna

Superfície: 41.285 km2

População: 7.123.500 habitantes (em 1998)

Idiomas nacionais: Alemão, francês, italiano e romanche

Data nacional: 1° de Agosto

Forma de Governo: Parlamentarismo

Principais atividades: Indústria e serviços

Principais Produtos: Máquinas, Produtos Químicos e Farmacêuticos, Relógios

Moeda: Franco Suíço

A Suíça, cujo nome oficial é Confederação Suíça, é um Estado Federativo situado no centro da Europa. Encontra-se rodeada pela França, Alemanha, Áustria, Itália e Principado de Liechtenstein.

As principais cidades são: Berna (capital), Zurique, Basiléia, Genebra e Lausanne.

Apesar de ser pobre em matérias-primas e de não possuir litoral, detém uma importância econômica bem superior ao que a dimensão territorial deixa supor, graças a uma economia fortemente desenvolvida e às relações comerciais e financeiras com todas as partes do mundo. Daqui resulta um Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de 380 bilhões de francos suíços, e uma renda per capita anual de 44,5 mil francos suíços.

Os setores industriais mais importantes são: metalurgia, indústria de máquinas e aparelhos, relojoaria, indústria química, farmacêutica, alimentar e têxtil. No setor de serviços, os bancos, as companhias de seguro e o turismo são os que mais se destacam.

A paisagem suíça é caracterizada pelos Alpes, uma alta cadeia montanhosa que se estende pelo centro-sul do país. Entre os altos picos dos Alpes suíços, o mais alto dos quais é o Pico Dufour, de 4634 m, na fronteira suíço-italiana, encontram-se inúmeros vales, alguns com glaciares. Delas, as nascentes de muitos rios europeus como o Reno, o Ródano, o Inn, o Aar ou o Tessino descem para lagos como o Léman, o de Zurique, o Neuchâtel e o de Constança e continuam a descer.

O país continua um porto seguro para investidores, por ter mantido um grau de sigilo bancário e por manter elevado o valor externo de longo prazo do franco.

A maior religião, praticada por 43% dos suíços, é o Catolicismo romano, seguido por diversas crenças Protestantes (35%). A imigração estabeleceu o Islamismo (4%) e a Ortodoxia Oriental (2%).

Os suíços são conhecidos por seus bancos, seu chocolate, seus queijos, seus fondues, seus relógios, sua neutralidade e seus internatos privados.

Definição oficial

Pela sua estrutura política, a Suíça é um Estado federativo que se formou no decurso da história e cujos 26 Estados membros (cantões e semi-cantões) conservam grande parte da sua autonomia. Os municípios suíços, chamados comunas, possuem igualmente competências administrativas bem amplas.

No país existem quatro línguas nacionais e oficiais: o alemão (falado por cerca de 65 % da população), o francês (18%), o italiano (10%) e o romanche (1%).

Os cantões de Berna, Friburgo e Valais são bilingües (alemão e francês) e no cantão de Grisons chegam a ser faladas três línguas (alemão, rético e italiano).

As duas principais religiões cristãs da Suíça possuem um número praticamente igual de adeptos: 48 % de católicos e 44% de protestantes. Os 8% restantes correspondem a outras comunidades cristãs ou religiões (judaismo e islamismo) e às pessoas que não professam nenhuma religião.

Origem

Em 1291, representantes dos cantões florestais de Uri, Schwyz e Unterwalden assinaram a Carta de Aliança. Isso os uniu na luta contra o domínio "estrangeiro" dos Habsburgo, então detentores do trono do Sacro Império Romano-Germânico. Na Batalha de Morgarten

Em 1315, os suíços derrotaram o exército Habsburgo e garantiram sua independência de fato como a Confederação suíça.

Nos Acordos da Vestfália de 1648, os países europeus reconheceram a independência helvética do Sacro Império e sua neutralidade.

Em 1798, os exércitos da Revolução francesa conquistaram a Suíça.

Em agosto de 1805, por exemplo, realizou-se a primeira “Festa Suíça dos Pastores” nos campos de Unsprunnen.

Vieram espectadores de todas as regiões da Confederação, bem como do estrangeiro, para assistir às diversas competições: tiro ao alvo, trompa alpina, luta “à la culotte” (luta tipicamente suíça) e lançamento de pedra.

O Congresso de Viena de 1815 reestabeleceu a independência do país e as potências européias concordaram em reconhecer sua neutralidade de forma permanente.

A Suíça adotou uma constituição federal em 1848, que sofreu extensas emendas em 1874 e que estabelecia responsabilidade federal para defesa, comércio e assuntos legais. Desde então, melhorias contínuas nos campos político, econômico e social têm caracterizado a história do país. Historicamente neutros, os suíços não participaram em nenhuma das guerras mundiais.

Entre 1889 a 1890, com a aproximação do 600º aniversário do Pacto, o Governo e o Parlamento decidiram finalmente que a fundação da Confederação seria festejada em 1º de agosto.

Desde então, esta celebração é organizada anualmente pelos municípios com a colaboração das comunidades locais. Mas durante muito tempo ainda, esta data continuou a ser um dia de trabalho em muitos cantões pois a festa é, por tradição, uma festa noturna. Ao cair da noite, o espetáculo é constituído pelas fogueiras acesas nos cumes, nas cidades e aldeias, e pelos fogos de artifício, muitas vezes organizados a título privado. Alguns discursos, exibições de bandas e o toque dos sinos das igrejas completam o programa.

Em 2002, de acordo com a constituição federal de 1999, a suíça finalmente se tornou membro integrante da Nações Unidas.

Fonte: www.saberweb.com.br

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