A história do surfe data de cerca de mil anos. Uma lenda conta que o rei do Taiti, por volta do ano 900 DC, navegou até o Havaí surfando.
Ele conheceu várias ilhas, mas só foi encontrar boas ondas num local chamado Mokaiwa, na ilha de Kauai. Ele viveu lá por muitos anos e acabou tornando-se o rei da Ilha.
Pranchas grandes, a partir de 9". Foram muito usadas durante a década de 70. Hoje são adotadas por surfistas veteranos.
Modelo havaiano bastante móvel que, apesar do tamanho, tem menos área de contato com a água do que o longboard. Muito usada para ondas grandes.
Seu shape é mais esticado, segue uma linha paralela, o que resulta em bico e rabeta mais estreitos e finos. Este shape é mais seguro e proporciona boa força na remada e desempenho em ondas grandes.
Originárias do longboard, mas menores, são as preferidas por iniciantes. São pranchas intermediárias entre o long e a pranchinha, com tamanho entre 7'2'' a 8 pés.
Sua largura é igual à da fun na largura e na espessura, mas seu formato é igual ao da prancha normal.
São usadas para ondas pequenas. Preferidas dos surfistas mais experientes e dos jovens que estão aprendendo o esporte. São consideradas pequenas as pranchas Considera-se as pranchas pequenas de até 6'9''.
Fonte: www.vwbr.com.br
Um esporte com a cara do Brasil
O Stand up surf não nasceu no Brasil, mas tem tudo a ver com a geografia e o clima do nosso país.
Eduardo Laucas, dono da Escola que ensina o esporte no Posto Seis, em Copacabana, explica que o stand up surf ou SUP é uma das variações mais antigas de surf: “O stand up era utilizado pelos havaianos como uma forma de locomoção entre uma ilha e outra.

As remadas nas pranchas para cobrir percursos de longa distância também serviam para manter um bom preparo físico, pois a atividade exercita principalmente as musculaturas das pernas, costas, braços, peito e abdômen. Com as adaptações feitas nos equipamentos, os havaianos passaram a utilizar as pranchas também para deslizar sobre as ondas”.
O esporte chegou no Brasil há mais ou menos quatro anos, e agora está ganhando força. Também pudera, é fascinante ver as pessoas deslizarem no mar ou em lagoas, remando em pé sobre uma prancha, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo. Parece que nascemos para nos locomover dessa forma, em perfeito equilíbrio e integração com a natureza.
Eduardo conta que “o barato do esporte é que ele proporciona uma visibilidade tanto do mar quanto da praia bem diferente. Dá para observar cardumes e tartarugas enquanto se está remando ou surfando. Quando você está remando só ouve o som da sua prancha deslizando na água e o barulho dos pássaros e dos peixes pulando”.
O professor garante que o esporte faz muito bem a saúde, pois é um excelente exercício aeróbico, que ajuda a emagrecer e aumenta o tônus muscular, melhorando o desempenho cardiorespiratório. Também é muito bom para a concentração e para o equilíbrio!
Como aprender e como escolher o equipamento
A diferença entre o stand up e outras modalidades de surf é o equipamento e a postura do praticante. No stand up usa-se uma prancha de grande flutuação e a pessoa permanece em pé, deslocando-se com o auxílio de um remo.
Por isso as pranchas de stand up são bem diferentes das de surf "normal". Além de serem maiores têm mais borda para facilitar a flutuação. Os modelos de pranchas são variados, com propostas diferentes para atender a um público diverso.
Qualquer pessoa pode aprender o stand up, o único requisito é saber nadar. Fora isso o esporte é para todos, sem limitação de sexo ou idade. E pasmem! “As pessoas que nunca surfaram”, diz Eduardo, “têm a mesma dificuldade de um surfista experiente”.
Para aprender pode levar até 30 aulas, dependendo da pretensão e, claro, das habilidades do aluno. O curso, que se divide em básico (somente remada) e avançado (surfar), fornece todo o equipamento necessário para as aulas, que têm a duração de uma hora. Em grupo (máximo de 4 pessoas), a aula sai por 50 reais por pessoa, já personal custa 100 reais.
A Escola não só ensina o esporte como também auxilia o praticante a escolher sua prancha ideal. O conjunto de prancha e remo varia entre 3 a 4 mil reais.
Onde praticar?
“Esse esporte está bem difundido em Santos (SP), Florianópolis (SC) e Rio. Já existem competições nacionais: o Rico de Souza é responsável por alguns campeonatos de stand up, sempre muito bem organizados. No Rio, as melhores praias para praticar são o Posto 6 de Copacabana, Barra, Macumba e Grumari”, esclarece Eduardo.
E quanto ao perigo? O professor lembra que todo esporte náutico oferece risco e que é preciso respeitar a natureza. Também é importante ter um bom condicionamento físico, nunca praticar sozinho, e de preferência sem vento, pois quando se rema a favor do vento é bom, mas não se pode esquecer que é preciso voltar, e, então, o vento pode atrapalhar bastante. Outros cuidados são: uso de protetor solar, de roupas claras e manter-se bem hidratado!
Mas, se você não quer arriscar, vale a pena, ao menos, apreciar. É um barato e dá a sensação de que é muiiiiiiito fácil....
Fonte: www.igeduca.com.br