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Terra

A Terra é o terceiro planeta a partir do Sol, e forma com o seu satélite, a Lua, uma espécie de planeta duplo. Excetuando-se Caronte, satélite de Plutão, é o satélite que apresenta maior tamanho comparado ao planeta.

A Terra é o único planeta conhecido até agora que apresenta água no estado líquido, ou seja, a temperatura se encontra entre o ponto de congelamento e o de ebulição da água; esta água na forma líquida é fundamental para a existência de vida da forma que conhecemos atualmente.

O diâmetro da Terra é de 12000 km. No seu centro há um núcleo de ferro-níquel, a altas temperatura, pressão e densidade. Este núcleo é suposto líquido (devido a inexistência de ondas S abaixo de 3000 km, as ondas S não se propagam em líquidos), mas haveria um núcleo mais interno que seria sólido (já que as ondas P têm sua velocidade modificada a uma profundidade de 5000 km, isto indica que a onda passou de um meio para outro diferente).

Este núcleo é envolvido pelo manto, formado por silicatos, que a altas pressões se comporta como um líquido viscoso.

Exterior ao manto há a crosta, mais fina sob os oceanos e mais grossa nas montanhas (a espessura varia de 12 a 65 km) que flutua sobre este, permitindo o movimento de placas tectônicas. Há 200 milhões de anos atrás os continentes estavam unidos formando um protocontinente denominado Pangea. Hoje em dia o movimento destas placas continua, fazendo com que a América do Norte se afaste alguns centímetros por ano da Europa. Montanhas se formam nas regiões onde duas placas colidem, o movimento da placa onde está a Índia em relação a de onde se encontra o restante da Ásia faz com que o Himalaia aumente levemente de altura com o tempo. Na região onde há divisões de placas, uma pode sobrepor suas extremidades a de outra, gerando os terremotos, os terremotos ocorrem em regiões mais profundas nos continentes e em regiões mais próximas da superfície nos leitos marinhos, devido a diferença de espessura da crosta nestas regiões. A superfície solida também pode se deformar sob influência do clima (erosão) e pela ação humana.

A maior parte da superfície terrestre é coberta por água, que teve sua origem da condensação do vapor de água eliminado em erupções vulcânicas.

A atmosfera primordial da Terra não possuia oxigênio, mas este surgiu a partir de processos químicos orgâncos ocorridos nos oceanos, o dióxido de carbono existênte está agora concentrado principalmente em rochas. Atualmente a atmosfera é composta principalmente de nitrogênio (77%) e oxigênio (21%), ocorrem em menor proporção dióxido de carbono, argônio e vapor d'água. A camada mais baixa da atmosfera é a troposfera (0 até 8-10km), é onde ocorrem a maior parte dos fenômenos atmosféricos. Acima está a estratosfera (até 60km), onde a temperatura baixa em relação a camada anterior; é na estratosfera que se encontra a camada de ozônio que protege o planeta da radiação ultravioleta emitida pelo Sol. A fronteira entre as duas camadas citadas anteriormente é dita Tropopausa. Acima da estratosfera encontra-se a ionosfera, região onde ocorre a aurora; esta região é fundamental para a comunicação por rádio, já que reflete as ondas de volta à Terra. Acima está a exosfera.

O fenômeno atmosférico mais comum é o arco-íris, que é causado pela refração da luz em gotas d'água, onde a luz é decomposta em seu espectro.

O arco-íris sempre se encontra em direção oposta ao Sol,mas também pode ser causado pela luz refletida pela Lua. Quando a luz é refletida pelos cristais de gelo existentes na atmosfera ocorre um fenômeno conhecido por halo, que é um círculo ou partes de um em torno do Sol ou da Lua. A aurora é um fenômeno que ocorre próximo às regiões polares, e é causado pelo movimento de partículas carregadas emitidas pelo Sol, quando aprisionadas pelo campo magnético terrestre, que as força a se moverem em direção aos polos.

A Terra possui um campo magnético que é gerado por movimentos de seu núcleo, o campo é uma espécie de dipolo, inclinado 11° do eixo da Terra, ou seja, o polo magnético não coincide com o geográfico. A localização dos polos magnéticos é alterada com o tempo, os polos norte e sul já inverteram suas posições diversas vezes.

A Terra possui um satélite natural, a Lua.

Fonte: www.geocities.com

Terra

Sem dúvida, a característica distinta da Terra é sua capacidade de criar vida. A superfície deste planeta azul, cuja cor resulta de sua atmosfera essencialmente nitrogenada, está coberta 70% por água, que é o elemento fundamental para a matéria viva. A atmosfera protege os organismos de meteoritos e de radiações solares e extra-solares nocivas, fornece o ar adequado para a respiração e regula temperaturas confortáveis. Os velozes movimentos da Terra, assim como o funcionamento sincronizado e independente de todos os seus sistemas a convertem numa perfeita aeronave, com aspecto de bolha, que transporta a vida pelo espaço sideral.

A Terra gera um importante campo gravitacional, não tem anéis e tem somente um satélite natural: a Lua.

DADOS TÉCNICOS

DIÂMETRO EQUATORIAL: 12.756 km

DISTÂNCIA MÉDIA DO SOL: 150.000.000 km

PERÍODO DE TRANSLAÇÃO (ANO): 365 dias e quase 6 horas

PERÍODO DE ROTAÇÃO (DIA): 23 horas e 56 minutos

PRINCIPAIS COMPONENTES ATMOSFÉRICOS: nitrogênio e oxigênio

TEMPERATURA SUPERFICIAL: máxima 56° C, mínima -88° C

DENSIDADE: 5,52 g/cm3

GRAVIDADE: 1g = 9,8 m/s2

SUPERFÍCIE

O pequeno planeta Terra apresenta 70% de sua superfície coberta por água.

Os 30% restantes é constituído pelos continentes, sendo o cenário da única civilização até agora conhecida: A humana.

A dinâmica tectônica é o movimento das grandes placas subjacentes e os agentes externos de erosão (os cursos de água, o vento e a dispersão mecância) modelam o relevo. Em conseqüência, o planeta está em constante evolução. Planícies, planaltos, montanhas e vales modificam-se com o tempo, de acordo com as forças internas do planeta, com a água e atmosfera. A superfície da Terra é parte da biosfera. A vida nos mares, rios e continentes, acompanha o processo.

ATMOSFERA

A Terra possui uma atmosfera sumamente dinâmica, que interage com as terras e as águas superficiais.

Sua composição química perto da superfície, o ar que respiramos, inclui 78% de nitrogênio e 21% de oxigênio. O resto é vapor de água, pó em suspensão e gases raros (como néon, crípton, e xenônio).

A proporção de dióxido de carbono- mesmo pequena com somente 0,03%- causa o efeito estufa, que retém o calor solar fazendo-o circular novamente na atmosfera, na medida em que se torna adequado para a vida. A atividade industrial do homem ocasiona a vertiginosa incorporação na atmosfera de outros gases do efeito estufa, que por sua vez, geram, infelizmente, o famoso aquecimento global. Do mesmo modo, o uso do cloro-flúor-carbono (CFC) como ingrediente de aerossóis ou refrigerantes degrada a fina camada de ozônio, que protege a vida das radiações ultravioletas do Sol.

Na atmosfera ocorrem muitos fenômenos meteorológicos e também uma imensa quantidade de meteoritos que diariamente se precipitam e são destruídos por fricção.

CAMPO GRAVITACIONAL

A Terra possui um núcleo ferroso que, junto com a rápida rotação do planeta, causa o efeito dínamo. Esse efeito se expressa na eração de um campo magnético, a chamada magnetosfera. A magnetosfera da Terra rodeia o planeta e o protege do vento solar, formado por partículas carregadas emitidas pelo Sol. O comportamento da agulha magnética de uma bússola, por exemplo, e a aparição de auroras polares em altas latitudes, são provas da existência da magnetosfera.

Fonte: bruno.rosenthal.vilabol.uol.com.br

Terra

Terra

A Terra é o quinto maior planeta do nosso sistema e o terceiro planeta a partir do Sol:

Distância do Sol: 149.600.000 km (1.00 u.a)

Diâmetro: 12,756.3 km

Massa: 5,976e24 kg

Terra é o único planeta cujo nome em inglês não tem raízes na mitologia grega/romana. Há, naturalmente, centenas de outros nomes para o planeta em outras línguas.

Não foi senão na época de Copérnico (século XVI) que se compreendeu que a Terra era apenas um outro planeta.

A Terra, naturalmente, pode ser estudada com o auxílio de sondas espaciais. Mesmo assim, foi somente no século XX que pudemos elaborar mapas de todo o planeta. E as fotos da Terra tiradas do espaço são de considerável importância; por exemplo, elas ajudam consideravelmente na previsão do tempo e, especialmente, no rastreamento e previsão de furacões. E elas são de extraordinária beleza - pelo menos para este crítico.

A Terra está dividida em várias camadas, cada qual com propriedades químicas e sísmicas distintas (profundidades em km):

0- 40: Crosta

10- 400: Manto superior

400- 650: Região de transição

650- 2700: Manto inferior

2700- 2890: Camada D (às vezes incluída no manto inferior)

2890- 5150: Núcleo externo

5150- 6378: Núcleo interno

A crosta é mais fina sob os oceanos e mais espessa sob os continentes. O núcleo interno e a crosta são sólidos; o núcleo externo e as camadas do manta são fluidos.

O núcleo é composto quase inteiramente de ferro (ou níquel/ferro). As temperaturas no centro do núcleo podem chegar a 7500 K - mais quente que a superfície do Sol. A manta inferior é provavelmente constituída, em sua maior parte, de silício, magnésio e oxigênio, com alguma quantidade de ferro, cálcio e alumínio. O manto superior é constituído principalmente de olivina e piroxeno (iron,magnesium silicato de magnésio, ferro), cálcio e alumínio Sabemos quase tudo isso através das técnicas sísmicas; amostras do manto superior chegam à superfície na forma de lava vulcânica, mas a maior parte da Terra é inacessível. O crosta é basicamente quartzo (dióxido de silício) e outros silicatos como feldspato.

Tomada como um todo, a composição química da Terra (em termos de massa) é:

34,5%: Ferro

29,5%: Oxigênio

15,2%: Silício

12,7%: Magnésio

2,4%: Níquel

1,9%: Enxofre

0,05%: Titânio

A Terra é o mais denso dos grandes corpo do sistema solar.

Os outros planetas telúricos provavelmente têm estruturas e composições similares, com pequenas diferenças: a Lua na melhor das hipóteses, tem um núcleo pequeno; Mercúrio tem um núcleo extremamente grande (relativo a seu diâmetro); os mantos de Marte e da Lua são muito mais espessos; a Lua e Mercúrio podem não ter crostas quimicamente distintas; a Terra pode ser o único astro com núcleos interno e externo distintos. Observe, entretanto, que o nosso conhecimento das camadas mais profundas dos planetas é em grande parte teórico, mesmo com relação à Terra.

Diferentemente dos outros planetas telúricos, a crosta da Terra está dividida em várias placas sólidas separadas, que flutuam independentemente sobre o manto quente. Essas diferentes placas são conhecidas como placas tectônicas..

Dois processos caracterizam o movimento dessas placas: elevação e subsidiência.

Ocorre elevação quando duas placas se afastam uma da outra e uma nova crosta é criada pelo levantamento do magma de baixo para cima. Ocorre subsidiência quando duas placas colidem e a borda de uma mergulha sob a da outra e acaba sendo destruída pelo manto. Há um movimento transversal em alguns limites de placas (i.e., a Falha de San Andreas, na Califórnia) e colisões entre placas continentais (i.e. Índia/Eurásia).

Atualmente, as grandes placas são em número de oito:

Placa norte-americana - América do Norte, oeste do Atlântico Norte e Groenlândia

Placa sul-americana- América do Sul e oeste do Atlântico Sul

Placa antártica - Antártica e "Oceano Sul"

Placa eurasiana - leste do Atlântico Norte, Europa e Ásia, exceto a Índia.

Placa africana- África, leste do Atlântico Sul e oeste do Oceano Índico

Placa indo-australiana - Índia, Austrália, Nova Zelândia e maior parte do Oceano Índico

Placa Nazca - leste do Oceano Pacífico adjacente à América do Sul

Placa do pacífico - maior parte do Oceano pacífico (e costa sul da Califórnia!)

Há também vinte ou mais placas menores, tais como as da Arábia, Cocos, e Filipinas.

A superfície da Terra é muito jovem. Num período relativamente curto (pelos padrões astronômicos) de 500.000.000 anos, a erosão e os processos tectônicos destroem e recriam a maior parte da superfície da Terra e, assim, eliminam quase todos os vestígios da primitiva história geológica do planeta (tais como as crateras de impacto). Assim, a própria história dos começos da Terra foi apagada. Nosso planeta tem 4,5 a 4,6 bilhões de anos, mas as rochas mais antigas de que se tem notícia datam de menos de 4 bilhões de anos atrás, sendo raras as rochas com mais de 3 bilhões de anos. Os mais antigos fósseis de organismos vivos têm menos de 3,9 bilhões de anos. Não há registro do período crítico em que a vida se iniciou.

71% da superfície da Terra é coberto de água. A Terra é o único planeta em que é possível a existência de água em forma líquida na superfície (embora possa haver metano ou etano líquido na superfície de Titã). Esse elemento, naturalmente, é essencial à vida como a conhecemos. A capacidade de aquecimento dos oceanos é também responsável por grande parte da erosão e do intemperismo dos continentes da Terra, um processo sem similar no sistema solar, até onde sabemos presentemente (embora isso possa ter ocorrido em Marte no passado).

A atmosfera da Terra é 77% nitrogênio, 21% oxigênio, com traços de argônio, dióxido de carbono e água. Havia provavelmente uma quantidade muito maior de dióxido de carbono na atmosfera da Terra quando da formação do planeta, mas quase todo ele foi incorporado às rochas de carbonato e, em menor grau, dissolvido nos oceanos e consumido pelas plantas vivas.

As placas tectônicas e os processos biológicos agora mantêm um fluxo contínuo de dióxido de carbono da atmosfera para esses vários "sumidouros" e, novamente, de volta à atmosfera. Uma pequena quantidade de dióxido de carbono residente na atmosfera, em qualquer época, é extremamente importante para a manutenção da temperatura superficial do planeta, via efeito estufa. O efeito estufa aumenta a temperatura média da superfície da Terra cerca de 35ºC acima do que, de outro modo, seria a temperatura do planeta (de gélidos -21ºC para confortáveis +14ºC); sem isso, os oceanos congelariam e a vida na Terra seria impossível.

A presença de oxigênio livre é bastante notável do ponto de vista químico. O oxigênio é um gás muito reativo e, em circunstâncias "normais", rapidamente se combinaria com outros elementos. O oxigênio na atmosfera terrestre é produzido e mantido por processos biológicos. Sem a vida não existiria oxigênio livre.

A Terra tem um modesto campo magnético produzido por correntes elétricas no núcleo. A interação do vento solar, do campo magnético e das camadas superiores da Terra causa o fenômeno conhecido como aurora boreal

Milhares de pequenos satélites artificiais também foram colocados em órbita da Terra. (Lilith não existe, mas é uma estória interessante).

Questões Abertas

Nosso conhecimento do interior da Terra advém, em sua maior parte, de constatações eminentemente indiretas. Como podemos obter mais informações?

A despeito dos substanciais aumentos da "constância" solar a temperatura média da superfície da Terra tem-se mantido estável há vários bilhões de anos. A melhor teoria é que isso ocorre em virtude da variação da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera para controle do efeito estufa. Mas, como isso é feito exatamente? A Hipótese Gaia assevera que a biosfera faz essa regulagem de maneira ativa. Mais informações detalhadas sobre Vênus e Marte poderão fornecer as pistas.

Quanto dióxido de carbono podemos ainda jogar na atmosfera da Terra antes que ela acabe tendo o mesmo destino de Vênus?

Fonte: www.if.ufrj.br

Terra

Se a Terra roda sobre o seu eixo, porque é que nós não sentimos essa rotação?

Nós sofremos os efeitos da aceleração devido à rotação da Terra, mas este é muito inferior ao efeito a que estamos sujeitos devido à força gravítica que a Terra exerce em nós.

Que provas temos que a Terra esteja efetivamente a rodar sobre o seu eixo?

A rotação da Terra é demonstrada pelo efeito de Coriolis que é responsável, por exemplo, pelo fato de o plano de oscilação de um pêndulo de Foucault variar.

O que é o movimento de precessão do eixo da Terra?

A direção do eixo da Terra varia ao longo do tempo descrevendo, em sentido retrógrado, um cone num período de cerca de 26 000 anos.

Como se explica que a Terra tenha conseguido reter oxigénio e azoto, mas muito pouco hidrogénio e hélio?

A velocidade de escape da Terra é menor do que a velocidade de muitos dos átomos de hélio e das moléculas de hidrogénio na atmosfera terrestre, mas é maior do que a velocidade da maioria das moléculas de oxigénio e azoto.

Qual é a idade aproximada da Terra?

As melhores estimativas derivadas de dados geológicos e astrofísicos indicam que a Terra tem cerca de 4,6 mil milhões de anos.

O que acontece aos raios cósmicos que entram no campo magnético da Terra?

O campo magnético da Terra deflete os raios cósmicos. Os raios cósmicos menos energéticos podem ficar "presos" na cintura de van Allen. Os mais energéticos são menos afetados, podendo mesmo atingir a superfície da Terra.

Onde se situa a camada de ozono da Terra?

A camada de ozono situa-se na estratosfera, acima da troposfera.

O que levou à formação da cintura de Van Allen?

A cintura de van Allen consiste em electrões e iões, com origem nos raios cósmicos, capturados pelo campo magnético da Terra.

Onde se pode esperar observar uma aurora?

Nas latitudes elevadas, uma vez que as auroras são produzidas por iões, capturados pelo campo magnético da Terra, que se dirigem para os Pólos magnéticos terrestres.

Como se explica que a força de Coriolis faça com que as áreas de baixas pressões existentes no Hemisfério Norte rodem em sentido contrário ao do relógio?

A força de Coriolis faz com que massas em movimento "virem" para a direita no hemisfério Norte. O ar, ao mover-se na direção de uma baixa pressão, vira para a direita, o que dá origem ao movimento anti-horário das baixas pressões.

Qual é a causa das marés na Terra?

Principalmente a influência gravítica da Lua, mas o Sol também contribui um pouco.

Fonte: www.portaldoastronomo.org

Terra

Testes nucleares, queimadas nas florestas tropicais, derramamento de óleo nos oceanos, poluição industrial, dos veículos estão levando nosso planeta para um caminho ruim As conseqüências nos já podemos sentir As estações do ano parecem estar malucas, faz calor no inverno, com temperaturas iguais a do verão, faz frio no verão, enfim, tudo esta fora de sincronia, e o culpado é um só, o HOMEM

Terra vista do espaço, pela Apollo 17 Os ponto luminosos abaixo que parecem estrelas, são queimadas nas nossa florestas vista e fotografadas pelos nossos satélites, a cada ponto luminosos são milhares de arvores sendo queimadas pela ganância desenfreada pelo dinheiro....

Terra

Entre os planetas interno, a Terra esta em uma posição favorável a vida, pois possui um equilíbrio térmico muito bom, pois não é tão quente como Vênus e também não tão frio quanto Marte.

A temperatura máxima registrada na Terra ainda não ultrapassou os 60 graus centígrados e a mínima em torno de - 80 graus centígrados. A toração de quase 24 horas e, apenas cerda de 12 horas de insolação não são suficientes para provocar aquecimento intenso nas regiões iluminadas, e a noite, também, é curta para provocar frio intenso.

Com o movimento da translação, o planeta descreve uma órbita em volta do Sol a cada 365 dias aproximadamente, o movimento é uma curca fechada de forma elíptica, a distância na translação não se mantém constante, variando entre o Maximo de 152,1 e o mínimo de 147,1.

O planeta encontra-se mais próximo do Sol ( periélio ) no início do ano e mais distante dele ( afélio ) no meio do ano, mas não é esse motivo de maior ou menor afastamento do Sol que ocasiona a estações do ano como o inverno e verão.

Infelizmente, em muitos livros didáticos brasileiros, tal erro se encontra, afirmando que é inverno quando a Terra esta mais distante e verão quando está mais próximo ao Sol, esse erro é insuportável e ainda consta em alguns livros, ensinando astronomia totalmente errado para as crianças.

As estações do ano ocorrem devido a inclinação do eixo de rotação da Terra, o eixo da Terra não é perpendicular ao plano da órbita, esta inclinado em cerca de 23 graus. Por causa disso, durante a revolução do planeta os hemisférios mudam na posição voltada para o Sol. No começo e no final do ano, o Sul esta mais exposto aos raios solares, recebendo mais calor, é o verão, enquanto isso, o norte é inverno, pois ocorre o oposto, os raios solares não estão mais expostos ao Sol como o Sul, pois a inclinação de 23 graus do eixo da Terra impede que os raios solares "entrem" com facilidade.

Terra
O furacão Yuri em 1991

Tempos muito difíceis

"A longevidade de nossa civilização na Terra já foi estudada com cuidado há décadas. O resultado da pesquisa pode nos dar uma idéia de quanto tempo podemos esperar existir como espécie no Planeta.

Considere uma folha de papel comum, com cerca de 0,1 milímetro de espessura. Corte-a em dois pedaços iguais e coloque-os um sobre o outro. Repita o procedimento, cortando novamente e empilhando os quatro pedaços. Mais uma vez e teremos oito pedaços que formam uma pilha com menos de 1 milímetro de altura. Imagine que você possa continuar assim até completar um total de 100 cortes.

Qual você supõe ser a altura da pilha ao final dessa operação imaginária?

A resposta é: dez bilhões de anos-luz, o equivalente a cerca de 70% da distância que nos separa do limite do Universo observável.

Quando se dobra um valor a cada passo temos um exemplo de progressão geométrica, que de início cresce devagar, mas subitamente parece explodir com um aumento descomunal. Um outro exemplo de crescimento geométrico é o da população mundial, que aumentando 2% ao ano, dobra a cada 35 anos.

Ao estimar um limite para o número de pessoas na Terra temos que aceitar o fato incontestável de que somos feitos de matéria e que esta é subtraída do planeta para a construção de nossos corpos. Somos formados principalmente de água, e, portanto, ela é retirada cada vez mais da crosta terrestre com o aumento da população. Por mais absurdo que possa parecer, o crescimento populacional atual faria transformar toda a água dos oceanos em pessoas em apenas 1200 anos, sem restar uma única gota para beber, tomar banho ou pescar.

Na mesma taxa de crescimento, em 1600 anos o peso da humanidade seria igual ao da Terra, e em 2300 anos, igual ao do Sistema Solar. Se nos abstraíssemos da conservação da matéria, imaginando que fosse possível construir corpos a partir do nada, em 5300 anos seríamos uma grande esfera de pessoas amontoadas, com um diâmetro de 300 anos-luz, se expandindo com a velocidade da luz.

É tolo quem pensa que nosso irresponsável modo de vida pode continuar por muito mais tempo. Seus tristes resultados já começam a dar sinais em todas as partes do mundo, na forma de uma perda acentuada da qualidade de vida, da destruição rápida do meio ambiente, da miséria total, da fome, da desvalorização do ser humano, do suicídio, das drogas, do ódio, da violência e da insensibilidade. Muitos dos responsáveis pela perpetuação do atual sistema conhecem o problema, mas procedem como se ele não existisse, para garantir o seu lucro.

Fonte: br.geocities.com

Terra

Tamanho da Terra

Terceiro planeta a partir do Sol e quinto em tamanho dos nove que compõem o Sistema Solar. 6 586 242 500 000 000 000 000 toneladas é o peso da Terra.

Isto é: seis sextilhões, 586 quintilhões, 242 quatrilhões e 500 trilhões de toneladas. Seu volume é de 1 083 319 780 000 quilômetros cúbicos. Para saber o que isso significa, basta imaginar um trilhão e 83 bilhões e ainda 319 milhões e 780 mil cubos justapostos, um junto ao outro, e cada um deles com um quilômetro de altura e de comprimento. Muitas cidades caberiam inteirinhas dentro de cada cubo de tais dimensões, e ainda sobraria espaço. A distância média da Terra ao Sol é de 149.503.000 km. É o único planeta conhecido que tem vida.

O começo (idade e origem)

A datação radiométrica permitiu aos cientistas calcular a idade da Terra: Há bilhões (cinco ou mais) de anos, a Terra era uma bola de fogo, constituída de elementos incandescentes. Pouco a pouco, nosso planeta começou a esfriar. Esse "pouco a pouco" levou bilhões de anos. A superfície terrestre solidificava-se lentamente, e emanava gases e vapores provenientes das rochas. A atmosfera apareceu, e espessas camadas de nuvens, que envolveram a Terra, escureceram-na por completo, e o resfriamento prosseguiu por milhões de anos. Só o fogo dos vulcões e as fortes descargas de eletricidade, acumulada no ar, iluminavam as trevas. Um dia, a condensação do vapor provocou a queda de chuvas torrenciais; dilúvio que durou séculos.

As depressões da crosta terrestre foram submersas: formaram-se mares e oceanos que à princípio ferviam; e colunas de vapor pairavam sobre eles.

Depois, o borbulhar cessou mas as águas permaneceram escaldantes. Aos poucos, as rochas esfriaram e o mar arrefeceu, tornando possível o aparecimento das primeiras vidas aquáticas. Mais tarde, a vida surgiu também na terra firme, com ocorrência de plantas e animais superiores.

Movimento

Como tudo no Sistema Solar, a Terra se move pelo espaço à razão de 72.360 km/h em direção a constelação de Hércules. A Terra e seu satélite, a Lua, giram juntas em uma órbita elíptica ao redor do Sol, que dura 365 dias (Movimento de Translação). A excentricidade é pequena, tanto que a órbita é praticamente um círculo. A Terra gira sobre seu eixo uma vez a cada 23 horas 56 minutos e 4,1 segundos (Movimento de Rotação).

Composição

A Terra se divide em cinco partes. A atmosfera é a cobertura gasosa que rodeia o corpo sólido do planeta. A litosfera, composta principalmente pela fria, rígida e rochosa crosta terrestre, estende-se até uma profundidade de 100 km. A hidrosfera é a camada de água que, em forma de oceanos, cobre 70,8% da superfície da Terra. O manto e o núcleo formam o interior da Terra e constituem a maior parte de sua massa. Acredita-se que o núcleo se compõe em grande parte de ferro, com uma pequena porcentagem de níquel e outros elementos. As temperaturas do núcleo podem chegar a 6.650ºC.

Terra

Magnetismo terrestre

O fenômeno do magnetismo terrestre é o resultado do fato de que toda a Terra se comporta como um enorme ímã. Os pólos magnéticos da Terra não coincidem com os pólos geográficos de seu eixo.

Além disso, as posições dos pólos magnéticos não são constantes e mostram mudanças observáveis de ano para ano.

A medida da intensidade do campo magnético é feita com instrumentos chamados magnetômetros, que determinam a intensidade do campo e as intensidades em direção horizontal e vertical. A intensidade do campo magnético da Terra varia nos diferentes pontos da superfície do planeta.

Fonte: www.webciencia.com

Terra

O LOCAL QUE NOS FOI CEDIDO PARA HABITARMOS

terra é de formato aproximadamente esférico e seus diâmetros , equatorial e polar têm 12.753 km e 12.711 km, respectivamente.

A zona da atmosfera terrestre que provoca efeitos aerodinâmicos se estende ao seu redor até alcançar uma altura de aproximadamente de 320 km, medidos a partir da sua superfície . Apesar dessa grande altura da camada atmosférica, entretanto mais da metade de seu peso se encontra somente nos 6 primeiros km mais próximos da terra.

A terra se desloca ao redor do sol a uma velocidade aproximada de 30 km/segundo, percorrendo no espaço de um ano, perto de 965 milhões de km.

Ela também gira ao redor de si mesma, cumprindo uma rotação por dia sobre o seu próprio eixo. Ao girar, qualquer ponto da terra situado nas regiões equatoriais se desloca a uma velocidade de 400m/segundo. (1440km/h)

No que se refere à gravidade terrestre, a aceleração produzida diminui de maneira inversamente proporcional ao quadrado da distância ao centro da terra , razão pela qual , numa altura de 6500 km, por exemplo, a aceleração da gravidade acusará somente uma quarta parte da que atua sobre a superfície terrestre, que no equador é de aproximadamente 9,816 m/s²

O valor da aceleração da gravidade (g) na órbita lunar é de aproximadamente 0,0003 à correspondente na superfície terrestre.

Por outro lado, a densidade do campo magnético terrestre diminui bem mais rapidamente.

Terra
Globo terrestre: A atmosfera da Terra, composta principalmente de oxigênio e nitrogênio, permite apreciar muitos detalhes da superfície.

Atmosfera

Terra
Apesar de se estender até cerca de 2000 Km de altitude, a atmosfera terrestre concentra a maior parte da massa de gases nos primeiros 120 Km

ATMOSFERA

Como a atmosfera vai desvanecendo gradualmente, resulta ser quase impossível estabelecer seu limite exato. Mesmo assim foi possível estabelecer que a atmosfera possui um peso de quase 5 bilhões de toneladas. Uma massa muito pequena, aproximadamente um milionésimo da que possui a terra.

A densidade da atmosfera diminui proporcionalmente a altura: nos 6000 metros, é a metade da existente ao nível do mar, nos 95.000 metros é um milionésimo e a 320.000 se reduz por outros fatores a 10-6 da existente ao nível do mar.

Terra
Camadas

O azul que envolve a Terra é em razão da atmosfera.

Certos fenômenos desaparecem a certas alturas, abaixo vemos alguns valores aproximados representativos:

Combustão de hidrocarbonetos à 24 km

Sustentação de controle aerodinâmico à 80 km

Difusão da luz solar à 130 km

Para absorver meteoros à 130 km

Aquecimento por fricção à 160 km

Para resistência ao avanço de satélites de grande distância (Sat normais) à 480 km

Para a resistência ao avanço de satélites de grande distância (Globos) à 2.400 km

Considerando em volume, o ar seco contém 78% de nitrogênio diatônico, 21% de oxigênio diatônico e 1% de argônio com vestígios de anidro carbônico, neon, hélio, metano, criptônio, óxido nitroso, monóxido de carbono, xenônio, poeira, esporos e outras impurezas.

Nas imediações do 32º km de altura, descobriu-se ainda uma porcentagem muito pequena de ozônio, entre o 65º e 80º de altura, supõe-se existir uma grande quantidade de hidrogênio ( acha-se que o hidrogênio é encontrado em estado atômico a partir do 96º km da atmosfera, juntamente com camadas sucessivas de oxigênio e hélio)

Quando se ultrapassa 100 km de altura, tanto o oxigênio como o nitrogênio são dissociados progressivamente pelos efeitos da radiação solar. Por volta dos 240 km ambos os gases se acham totalmente em estado atômico.

Já em relação à radiação solar, sua parte prejudicial é absorvida em grande parte pela atmosfera, enquanto por ela passam facilmente tanto as ondas visíveis como também as radioelétricas muito curtas.

A IONOSFERA

A camada compreendida entre os 65 e 320 km se denomina IONOSFERA, região onde a densidade do ar é muito pequena. A Ionosfera é um ótimo condutor de eletricidade, é onde se dão as comunicações radioelétricas a grande distância.

Acima dos 320 km de altura, começam a ter lugar importantes fenômenos como as auroras boreais , que se fazem presentes até a altura de 900 km.

Terra
Aurora Boreal

Uma magnífica imagem de uma aurora boreal, impressionante fenômeno provocado pelas partículas ionizadas do vento solar, visível na terra em regiões de altas latitudes dos dois hemisférios. Essas partículas movem-se a velocidades de até 500 Km/s. A maioria delas é bloqueada pelo campo magnético terrestre que funciona como um escudo. Algumas partículas, as de maior carga elétrica, conseguem penetrar na barreira, e a uma altitude de aproximadamente 100 Km, reagem com as moléculas da atmosfera, dando origem a esses fantásticos fenômenos luminosos.

A LUA

A Lua é o corpo celeste mais próximo à terra. É seu satélite.

A distância média entre a Terra e a Lua é de 60 raios terrestres, ou seja: 385.000 km e chega a se afastar a 470.000 km do nosso planeta.

Diâmetro equivalente a 27% do da Terra ( 3.470 km) a massa da Lua supera um pouco 1% da massa terrestre, sua gravidade na superfície é de apenas 16% da terrestre. Tanto a terra como a Lua giram ao redor do sol em torno de um centro de gravidade comum, que é um ponto no interior da Terra. Como conseqüência disto ambas as órbitas terrestre e lunar são elípticas. A lua efetua uma revolução ao redor da Terra em 27,3 dias com velocidade tangencial aproximada de 3700 km/hora .

Circunstância que faz o ato de acertar um foguete em sua superfície se tornar apenas o ato de interceptar um corpo em rápido movimento que se encontra a 385.000 de distancia. A Lua carece de todo o tipo de atmosfera, devido a isso a sua superfície é marcada por contínuo bombardeio de meteoritos, raios cósmicos e radiações solares.

A temperatura no equador lunar é de 100 a 150º ( graus celsius.)

A Lua se caracteriza por enormes crateras e rugosas montanhas, algumas mais altas do que as terrestres , existindo ainda imensas regiões planas, conhecidas como mares, que ocupam uma grande parte da superfície lunar.

Terra
Globo Lunar: Imagem do disco lunar tomada pela Apollo 17. Distingue-se
perfeitamente alguns mares (manchas mais escuras)

Terra
Homem na Lua

Fonte: osistemasolar.vilabol.uol.com.br

Terra

Planeta Terra está situado na via Láctea e faz parte do sistema solar, de todos os planetas integrantes somente a Terra possui temperaturas favoráveis ao desenvolvimento e proliferação da vida, isso por que nosso planeta não é muito quente e nem muito frio. Em circunstâncias normais a temperatura média da Terra é de 15ºC.

A Terra realiza diversos movimentos, porém os principais são os de rotação e translação. O primeiro corresponde a um movimento que a Terra realiza em torno de si mesma e que requer vinte quatro horas para ser concretizado, esse é responsável pelo surgimento dos dias e das noites.

O segundo corresponde ao movimento que a Terra realiza em torno do sol e para completá-lo são necessários 365 dias e 6 horas e 366 dias nos anos bissextos, as seis horas são somadas ao longo de quatro anos, totalizando 24 horas ou um dia. O movimento de translação é responsável pelo surgimento das estações do ano, essa variação no clima corresponde às posições que a Terra se encontra em relação ao sol em determinados períodos do ano.

O Planeta Terra é composto por camadas que partem desde a superfície terrestre até o núcleo, desse modo são denominadas litosfera, crosta, manto, astenosfera, núcleo externo e núcleo interno.

Todas essas camadas são formadas por diferentes tipos de minérios e gases, embora os principais sejam: ferro, oxigênio, silício, magnésio, níquel, enxofre e titânio.

A respeito da formação do Planeta Terra existem duas explicações: o evolucionismo e o criacionismo, o primeiro se baseia na teoria do Big Bang e o segundo acredita na criação divina, ou seja, criada por Deus.

Atualmente, a teoria mais aceita perante a classe científica é de que o planeta Terra teria sua formação a partir do agrupamento de poeira cósmica, logo depois houve um aquecimento promovido por grandes reações químicas, essa junção formou corpos maiores devido à gravidade. A gravidade existente atraiu alguns gases formando assim uma espécie de atmosfera primitiva.

Os elementos que favorecem a vida na Terra são chamados de Biosfera ou “esfera da vida”, essa é composta pela litosfera, atmosfera e hidrosfera formada há aproximadamente 3,5 bilhões de anos. Os elementos citados interagem entre si e com os seres vivos presentes no planeta Terra (animais, vegetais e o homem).

Características gerais do planeta Terra

Diâmetro total do planeta: 510 milhões de quilômetros quadrados.

Distância em relação ao sol: aproximadamente 150 milhões de quilômetros.

Terras emersas: 149 milhões de quilômetros quadrados.

Área dos oceanos e mares: 360 milhões de quilômetros quadrados.

Profundidade média dos oceanos: 3.795 metros.

Velocidade média da órbita: 29,79 quilômetros por segundo.

Idade da Terra: cerca de 4,5 a 5,0 bilhões de anos.

Ponto mais alto da Terra: Everest, localizado no Nepal (China).

Estações do ano no hemisfério sul

Verão (21 de dezembro a 21 de março)

Outono (21 de março a 21 de junho)

Inverno (21 de junho a 23 de setembro)

Primavera (23 de setembro a 21 de dezembro).

Média de nascimentos no mundo

Por segundo: 3 nascimentos.

Por minuto: 178 nascimentos.

Por hora: 10.665 nascimentos.

Por dia: 255.953 nascimentos.

Fonte: mundoeducacao.uol.com.br

Terra

Características do Planeta Terra

Terra é um planeta pequeno e sólido que gira em torno do Sol, junto aos demais astros do Sistema Solar. Uma grande parte da Terra é coberta pelos mares e oceanos – é a chamada hidrosfera. A camada mais externa, a atmosfera, é formada por gases. O oxigênio existente na atmosfera e a água líquida tornam possível a vida em nosso planeta. Essa vida, representada pelos seres humanos, animais e vegetais, forma a biosfera. A parte sólida da Terra é a litosfera ou crosta terrestre. Ela recobre tanto os continentes quanto o assoalho marinho e, de acordo com sua constituição, é dividida em sial (composta basicamente de silício e alumínio, encontrada nos continentes) e sima (composta de silício e magnésio, encontrada sob os oceanos).

No interior da Terra acredita-se que existam duas camadas formadas por diferentes materiais rochosos: o manto e o núcleo, constituído basicamente de níquel e ferro (nife).

Planeta em mutação

A aparência de nosso planeta sofre constantes transformações. Algumas das mudanças ocorrem de forma repentina e violenta, como no caso dos terremotos e das erupções vulcânicas. Outros processos duram milhões de anos e são capazes de deslocar continentes, erguer montanhas e mudar completamente o aspecto da superfície da Terra. Além disso, a ação das águas dos rios, das chuvas e dos mares, as geleiras e os ventos modificam profundamente o relevo terrestre.

A grande viajante

A Terra gira em torno do Sol, em um movimento contínuo chamado de translação. O caminho que percorre tem a forma de uma elipse e é denominado órbita terrestre. O tempo que a Terra leva para percorrer sua órbita é conhecido como ano sideral e dura 365 dias, seis horas e nove minutos. Além disso, a Terra gira ao redor de seu próprio eixo, como se fosse um pião. A esse movimento dá-se o nome de rotação.

Os dias e as noites

Terra

No movimento de rotação a Terra dá uma volta completa em torno de si mesma a cada 23 horas e 56 minutos. Isso faz com que qualquer ponto do planeta esteja iluminado durante 12 horas, aproximadamente, e fique no escuro durante as 12 horas seguintes. Assim, o dia é o período de tempo em que um ponto da terra recebe luz, e a noite o tempo em que está às escuras.

Solstícios e equinócios

Cada hemisfério recebe o máximo de radiação solar durante seu solstício de verão.

Nesse mesmo dia, o hemisfério oposto recebe o mínimo da sua radiação anual: é o solstício de inverno. Ambos os hemisférios, no entanto, recebem exatamente a mesma radiação nos equinócios da primavera e do outono.

Para lembrar

O eixo de rotação terrestre é inclinado. Por isso, o número de horas de sol que os Hemisférios Norte e Sul recebem varia ao longo do ano. Essa variação determina as quatro estações e é responsável pelo dia durar seis meses nos pólos e as noites durarem os demais seis meses.

O planeta azul

Terra

Terra, o planeta azul, deve seu brilhante colorido às grandes massas de água que cobrem a maior parte de sua superfície. A presença da água líquida é uma das características mais surpreendentes de nosso planeta. Só podemos ver a terça parte de sua superfície sólida, pois o restante é coberto pelos mares, os oceanos e as grandes massas de gelo dos pólos, as calotas polares. Nas calotas polares e nas geleiras está cerca de 2,09% do total de água da Terra.

Por que existem diferentes climas?

Terra

A troposfera é a camada da atmosfera mais próxima da superfície terrestre. 
Nela ocorrem os fenômenos meteorológicos.

Terra recebe energia do Sol, na forma de radiação. Nosso planeta é quase esférico, e a quantidade de luz que recebe depende do ângulo que os raios solares formam com a superfície da Terra. O Equador e os Trópicos recebem maior quantidade de luz, por isso são zonas de clima quente. Ao contrário, as zonas polares recebem muito pouca radiação e por isso são zonas de clima frio. Assim, a distinta incidência dos raios solares sobre a superfície faz com que a Terra apresente cinco zonas climáticas.

A Terra fluida

A Terra é rodeada por uma camada gasosa contínua chamada atmosfera. A atmosfera é formada por uma mistura de gases, principalmente oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e vapor d´agua. Essa camada nos protege das radiações nocivas do Sol e controla a temperatura do planeta. Os mares e oceanos formam uma extensa camada de água líquida, interrompida apenas pelos continentes, a que se dá o nome de hidrosfera. A hidrosfera e a atmosfera constituem a parte fluida do planeta, cujas partículas (líquidas e gasosas) podem movimentar-se livremente umas em relação às outras.

A Terra sólida

A Terra se parece com uma esfera, ligeiramente achatada nos pólos. Essa forma recebe o nome de geóide. A parte sólida da Terra é chamada geosfera. A geosfera tem uma série de propriedades que ajudam a fornecer muitas informações sobre o planeta. A gravidade (força com a qual a Terra atrai os corpos próximos a ela, dependendo da distância desses corpos em relação ao centro do planeta) varia de um ponto a outro. Essas variações permitiram comprovar que o raio da Terra é maior no Equador do que nos pólos.

O método sísmico

As mais importantes informações sobre o interior da Terra foram trazidas pelo método sísmico. Esse método estuda as mudanças de velocidade com que as ondas sísmicas atravessaram a Terra. As variações indicam a existência de materiais com propriedades diferentes e permitiram deduzir como é seu interior.

Como é o interior do planeta

Terra

A Terra divide-se em camadas concêntricas de diferentes composições e estados físicos. As camadas são separadas pelas descontinuidades de Mohorovicic e de Gutenberg. A camada mais externa é a crosta, formada por granito nos continentes e por basalto sob os oceanos. O manto é a camada intermediária e a mais extensa. Supõe-se que seja formado por uma rocha chamada peridotite. Na zona central da Terra encontra-se o núcleo, composto por ferro e níquel.

Terra

Pesquisa profunda

Uma equipe de geólogos e técnicos da antiga União Soviética perfurou um poço com mais de 14 mil metros na península de Kola. É a mais profunda sondagem realizada até o momento e trouxe informações valiosas a respeito da composição da crosta terrestre. No manto superior, entre 100 e 200 quilômetros de profundidade, existe uma zona chamada astenosfera, pouco compacta, formada por materiais parcialmente fundidos. A parte do manto situada acima da astenosfera é mais sólida e forma com a crosta uma unidade chamada litosfera.

O calor da Terra

A temperatura da Terra aumenta à medida que nos aprofundamos em seu interior. Desse modo, por exemplo, o interior das minas é mais quente que a superfície.

A elevação da temperatura devido à profundidade chama-se gradiente geotérmico, e tem o valor aproximado de 1 grau a cada 33 metros. Ao entrar em erupção, o vulcão mostra o calor interno da Terra, capaz de fundir rochas e expulsá-las na forma de lava.

Terra

Fonte: www.escolavesper.com.br

Terra

Interior da Terra

Terra

No desenho acima vemos um corte da Terra mostrando suas camadas internas.

A região cinza é o núcleo interno, a laranja o núcleo externo, a marrom a manto inferior e a branca a crosta. (Rosanna L. Hamilton)

Terra

Este corte da Terra mostra além de suas camadas internas, um pequeno detalhamento da crosta.

A crosta é dividida em diversas placas que ao se deslocarem forçam ao material antigo a afundar (Zona de Subducção) ou provocando fraturas forçando material novo do manto a emergir (Cordilheira Meso Oceânica). (Rosanna L. Hamilton)

Há 4,5 bilhões de anos a Terra se formou a partir da aglomeração de matéria e bombardeio de meteoritos e cometas. Cada corpo que se chocava com ela a alta velocidade convertia a energia de seu movimento em calor, fazendo com que o planeta ficasse fundente e até hoje vem se esfriando. O material mais denso afundou para constituir o núcleo enquanto que os mais leves formaram a crosta.

Tendo em base o material de que é formado, o interior da Terra é dividido em diversas camadas.

O Núcleo é constituído principalmente por ferro no estado sólido. Ele representa 1,7% da massa total da Terra. A temperatura nessa região deve ser da ordem de 7.770° C, sendo assim mais quente que a superfície do Sol que é de 6.300° C. O Núcleo vai de 5.150 a 6.378 km.

O Núcleo Exterior representa 30,8% da massa da Terra. Ele vai de 2.890 a 5.150 km. Ele é constituído por é um líquido quente (4.300°C) elétricamente condutor. Nele ocorrem correntes convectivas as quais combinadas com a rotação da Terra geram um dínamo responsável pelo campo magnético.

O Núcleo Exterior écomposto por ferro derretido, misturado com elementos mais leves, tais como enxofre e oxigênio.

A Camada D contém 3% da massa da Terra e vai de 2.700 a 2.890 km. Estudos sismológicos indicam que muito embora esta camada forme o nível inferior do manto, sua composição química difere da composição do manto. Talvez seja formada pelo material que afundou do manto mas, devido a sua densidade ser menor, não consegue afundar mais para integrar o Núcleo Exterior.

No Manto Inferior está 49,2% da massa da Terra e ele vai de 650 a 2.890 km de profundidade. Ele deve ser composto principalmente por silício, magnésio e oxigênio mas contém um pouco de ferro, cálcio e alumínio. Sua temperatura é de 3.700° C.

O Manto Superior contém 10,3% da massa da Terra. Ele vai de 10 a 650 km de profundidade. Estudando o material expelido durante erupções vulcânicas sabemos que os constituintes do Manto Superior são rochas ultra basálticas tais como a olivina magnesiana e o piroxênio. A temperatura nesta região varia de 1.200° a 1.400° C.

A Crosta possui uma espessura bastante variável, sendo mais fina debaixo dos oceanos e mais espessa debaixo dos continentes. Tanto o Núcleo Interior quanto a Crosta são sólidos. A Crosta Oceânica contém 0,1% da massa da Terra e sua espessura varia de 0 a 10 km. A Crosta Continental contém 0,4% da massa da Terra e sua profundidade varia de 0 a 70 km. A Crosta é formada principalmente por quartzo (dióxido de silício) e feldspato (silicato de alumínio).

Considerando como um todo a composição química da massa da Terra é: 34,6 % de Ferro, 29,5% de Oxigênio, 15,2% de Silício, 12,7 % de Magnésio, 2,4 % de Níquel, 1,9 % de Enxofre, 0,05 % de Titânio e traços de outros elementos. A Terra é o corpo mais denso do sistema solar.

A distribuição da massa da Terra é: Atmosfera 0,0000051 10^24 kg, Oceanos 0,0014 10^24 kg, Crosta 0,026 10^24 kg, Manto 4,043 10^24 kg, Núcleo Exterior 1,835 10^24 kg e Núcleo Interior 0,09675 10^24 kg.

CAMPO MAGNÉTCO DA TERRA

Terra

No mapa acima mostramos as linhas de declinação (é o angulo formado entre o Norte e a projeção da força magnética no plano horizontal) do campo magnético da Terra.

Note como o Polo Norte Magnético fica no Norte do Canadá e o Polo Sul Magnético na costa da Antártica. Note também que existem outros Polos secundários o que implica que a origem do campo magnético da Terra seja mais complexa.

O campo magnético terrestre, na sua grande parte, corresponde a um dipolo magnético. Mas a primeira discrepância é a de que seu eixo não coincide com o eixo da Terra e, portanto, não passa pelo centro geomagnético da Terra mas sim a cerca de 900 km dele. O Polo Norte magnético está situado a 1.900 km do Polo Norte geográfico, no meio do arquipélago existente ao Norte do Canadá. O Polo Sul magnético está situado a 2.600 km do Polo Sul geográfico, na Terra de Adélia, no Oceano Antártico. A posição dos Polos não é estática já que eles mudam continuamente de posição. Existem, como vemos na figura acima, polos secundários que tornam a distribuição do campo da Terra longe da ideal de um dipolo.

Acredita-se que o Campo Magnético Principal da Terra é causado pelas correntes de magma derretido que fluem pelo Núcleo Exterior.

As interações da ionosfera da Terra com o vento solar são responsáveis pelo Campo Magnético Externo. Variações na intensidade deste campo estão associadas à atividade solar.

O Campo da Crosta é a porção do campo magnético terrestre associado ao magnetismo das rochas da crosta. As rochas fundidas mantêm a intensidade e direção do campo ao se esfriarem. A partir do estudo delas sabemos que o campo magnético da Terra varia de direção e intensidade ao longo do tempo numa periodicidade média de 500.000 anos. A última inversão do campo ocorreu a 700.000 anos atrás.

Generalidades da Terra

Terra

À esquerda vemos como a Terra é vista do espaço. Esta foto foi tirada em 8 de maio de 2003 pela Mars Global Surveyor, uma nave espacial que se encontra atualmente em órbita de Marte. Nessa ocasião a espaçonave se encontrava a 139 milhões de km da Terra. À direita o contorno das Américas, bem como os meridianos e paralelos foram sobrepostos na foto para melhor compreensão. Vemos que a essa distância já é possível identificar os continentes. (MGS/NASA)

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol e o quinto em tamanho.

Em vários aspectos a Terra é muito semelhante a Vênus: se formaram quase na mesma época; o tipo de material utilizado foi praticamente o mesmo pois são planetas vizinhos; possuem quase a mesma massa, volume, densidade, gravidade e tamanho. No entanto a Terra é muito diferente de Vênus pois num dado instante de sua evolução conseguiu diminuir a quantidade de dióxido de carbono existente na sua atmosfera e, com isso, ficou mais leve e passou a exercer pouca pressão sobre a superfície do planeta. A Terra também desenvolveu oceanos, uma atmosfera que consegue filtrar a radiação solar nociva e algo sem igual até hoje no Sistema Solar - a vida.

Terra

Esta foto da Terra foi tirada por um conjunto de satélites do NOAA (Administração Nacional para o estudo do Oceano e da Atmosfera) a partir de órbitas de até 36.000 km da Terra. Vemos que a esta distância já podemos dizer que o nosso planeta possui continentes com áreas verdes e amareladas, oceanos, uma atmosfera transparente mas com nuvens e furacões, etc.. (NOAA/GSFC/NASA)

A forma da Terra não é de uma perfeita circunferência mas sim um geóide, com raio equatorial de 6.378,1 km e raio polar de 6.356,8 km.

Sua massa é de 5,9736 10^24 kg e a densidade é de 5,51g/cm3.

A distância média da Terra ao Sol é de 149.597.870 km (1,0 UA). A Terra executa uma órbita elíptica em torno do Sol cuja excentricidade é pequena, de apenas 0,0167. Isso faz com que no periélio, isto é, na sua maior aproximação do Sol esteja a 147,1 milhões de km e no afélio, no seu maior afastamento, diste 152,1 milhões de km. O periélio ocorre em princípios de janeiro enquanto o afélio no início de julho.

A órbita da Terra em torno do Sol não permanece inalterada ao longo do tempo. A excentricidade muda dos 1,67% atuais até 7,5%, num período médio de 95.000 anos. Isso faz com que o periélio e afélio hoje respectivamente de 147,1 e 152,1 milhões de km passem a 138,4 e 160,8 milhões de km. Esta mudança provoca uma alteração na quantidade de radiação solar incidente na Terra entre os dois extremos. Hoje recebemos 7% a mais de radiação em janeiro do que em julho. Quando essa distância for máxima receberemos 30% mais radiação em janeiro do que em julho, fazendo a época do periélio muito mais quente que a do afélio. A distância da Terra ao Sol, devido à contínua perda de massa por parte do Sol muda de tal forma que nos afastamos 1,5 cm por ano.

A inclinação do eixo da Terra atualmente é de 23,45°. Ela também varia. Num período de 41.000 anos o ângulo que o eixo da Terra faz com respeito ao plano de revolução muda de 21,80° para 24,36°. Uma inclinação menor da Terra significa menor diferença da temperatura das estações do ano; maior inclinação significa maior diferença, ou seja, inverno mais frio e verão mais quente. Esta inclinação, há milhões de anos atrás chegou a 54°.

A Terra, além de estar inclinada de 23,45°, gira como se fosse um pião, mudando lentamente o ponto no espaço para onde aponta seu eixo. Esse lento movimento recebe o nome de precessão e sua duração é de 26.000 anos. O efeito deste movimento na Terra é muito lento mas o resultado final é que dentro de 13.000 anos o verão no Brasil ocorrerá em junho e o inverno em dezembro. O eixo da Terra estará apontando para a estrela Vega e não mais para a Polaris.

O movimento de translação leva a Terra a completar uma órbita em torno do Sol, um ano, a cada 365,26 dias a uma velocidade média de 29,78 km/s. Devido ao fato de executar uma órbita elíptica esta velocidade varia de 29,29 a 30,29 km/s. Há 900 milhões de anos um ano durava 487 dias .

A rotação em torno de seu próprio eixo leva 24 horas a uma velocidade de 1.670 km/h no Equador. Há 900 de milhões de anos a Terra girava mais depressa e um dia durava cerca de 18 horas. Hoje, como a Lua se afasta da Terra à razão de 3,8 cm por ano, a velocidade de rotação da Terra diminui continuamente 2 milésimos de segundo por século.

A superfície da Terra passa por contínua renovação. Muito embora a idade da Terra seja de 4,5 bilhões de anos a rocha mais antiga encontrada até hoje não passa de 4 bilhões de anos.

A temperatura média atual do planeta é de 15° C, muito embora os extremos registrados foram de 57,8° C em Trípoli, na Líbia, África em 1922 e -89,2° C em Vostock II, Antártica em 1983.

Albedo é a quantidade de radiação solar incidente num planeta que é devolvida ao espaço. A média anual do albedo terrestre é aproximadamente 0,30 ou 30%.

O albedo da Terra varia de região para região e de uma época do ano para outra. Assim sendo os oceanos possuem um albedo pequeno e a neve um albedo muito alto. Muito embora exista mais terra no Hemisfério Norte do que água, o albedo médio ao longo do ano dos dois hemisférios é quase o mesmo devido à forte influência das nuvens.

Exemplificando, o albedo do gelo é 0,40; do deserto varia de 0,3 a 0,4; das estepes varia de 0,25 a 0,30; das savanas varia de 0,20 a 0,25, das florestas varia de 0,15 a 0,20 e dos oceanos menor que 0,10. Como o albedo da Lua é apenas 0,07 olhando da Lua para a Terra durante a Lua Nova a Terra se apresentará 80 vezes mais brilhante que a Lua vista da Terra em noite de Lua Cheia.

Fonte: www.todooceu.com

Terra

Interior da Terra

Como se pode conhecer as camadas geológicas abaixo de nossos pés e outras estruturas localizadas no interior e no centro da Terra, situado a cerca de 6370 km de profundidade?  Por meio de perfurações o homem tem acesso, direto, apenas, aos primeiros quilometros. Daí, para baixo, são as ondas sísmicas que revelam conhecimentos sobre o interior de nosso Planeta.

A propagação das ondas sísmicas produzidas pelos terremotos varia de velocidade e de trajetória em função das características do meio elástico em que trafegam. A correta interpretação do registro dessas ondas, através dos sismogramas, permite inferir valores de velocidade e densidade tanto em rochas no estado sólido, ou parcialmente fundidas, como naquelas situadas próximas da superfície ou em grandes profundidades. Dessa forma, é possível comprovar suposições sobre o estado dessas estruturas internas.

Terra
Esta é a imagem que se tem sobre o interior da Terra, baseada principalmente nos conhecimentos da sismologia, está sumarizada na figura ao lado.

A Terra possui três principais geosferas: a Crosta, o Manto e o Núcleo, descobertas pela análise da refração e da reflexão de ondas P e S.

Crosta

A camada mais externa e delgada da Terra é chamada Crosta, cuja espessura varia de 35 km a 10 km ao  longo de uma seção cortando áreas continental e oceânica, como mostrado na figura. Nas regiões montanhosas a crosta pode alcançar 65 km de espessura. A mesma figura sugere que a Crosta Continental flutua acima de material muito denso do manto, à semelhança dos icebergs sobre os oceanos. Esse é o Princípio da Isostasia que assegura que as “ leves “ áreas continentais flutuem sobre um Manto de material mais denso. Assim, a maior parte do volume das massas continentais posiciona-se abaixo do nível do mar pela mesma razão que a maior parte dos icebergs permanece mergulhada por debaixo do nível dos oceanos. Trabalhos sismológicos vêm corroborando informações quantitativas para o mecanismo da isostasia.

Princípio da Isostasia

Terra
O iceberg e o navio flutuam porque o volume submerso é mais leve 
que o volume de água deslocado

Terra
De igual forma, o volume relativamente leve da Crosta Continental, projetado no Manto,  
permite a“flutuação “ da montanha.

O limite entre a Crosta e o Manto foi descoberto por um sismólogo croata Andrija Mohorovicic, em 1909. É chamado de Descontinuidade de Mohorovicic, ou Moho, ou simplesmente M.

Apesar de bastante variada a Crosta pode ser subdividida em:

Crosta Continental:

Menos densa e geologicamente mais antiga e complexa. Normalmente apresenta uma camada superior formada por rochas graníticas e uma inferior de rochas basálticas.

Crosta Oceânica:

Comparativamente mais densa e mais jovem que a continental. Normalmente é formada por uma camada homogênea de rochas basálticas.

Terra
Seção da crosta continental e oceânica

Manto

A porção mais volumosa (80%) de todas as geosferas é o Manto. Divide-se em Manto Superior e Manto Inferior. Situa-se logo abaixo da Crosta e estende-se até quase a metade do raio da Terra.

A profundidade do contato Manto-Núcleo foi calculada pelo sismólogo Beno Gutenberg, em 1913. O Manto é grosseiramente homogêneo formado essencialmente por rochas ultrabásicas e oferece as melhores condições para a propagação de ondas sísmicas, recebendo a denominação de “janela telessísmica”.

No período de 1965 a 1970, os geólogos e geofísicos concentraram seus esforços para pesquisar as primeiras centenas de quilômetros abaixo da superfície terrestre como parte do Projeto Internacional do Manto Superior. Muitas descobertas importantes foram feitas entre elas a definição de “ litosfera” e “astenosfera” com base em modelos de velocidades das ondas S.

Litosfera:

É uma placa com cerca de 70 km de espessura que suporta os continentes e áreas oceânicas. A Crosta é a camada mais externa dessa porção da Terra. A litosfera é caracterizada por altas velocidades e eficiente propagação das ondas sísmicas, implicando condições naturais de solidez e de rigidez de material. A litosfera é a responsável pelos processos da Tectônica de Placas e pela ocorrência dos terremotos.

Astenosfera:

É também chamada de zona de fraqueza ou de baixa velocidade pela simples razão do decréscimo da velocidade de propagação das ondas S. Nessa região, em que se acredita que as rochas estão parcialmente fundidas, as ondas sísmicas são mais atenuadas do que em qualquer outra parte do Globo.

A astenosfera, que se extende até 700 km de profundidade, apresenta variações físicas e químicas. É importante assinalar que é o estado não sólido da astenosfera que possibilita o deslocamento, sobre ela, das placas rígidas da litosfera.

O Manto Inferior, que se estende de 700 km até 2900 km (limite do Núcleo), é uma região que apresenta pequenas mudanças na composição e fases mineralógicas. A densidade e a velocidade aumentam gradualmente com a profundidade da mesma forma que a pressão.

Núcleo

Apesar de sua grande distância da superfície terrestre, o Núcleo também não escapa das investigações sismológicas. Sua existência foi sugerida pela primeira vez, em 1906, por R.D. Oldham, sismólogo britânico.

A composição do Núcleo foi estabelecida comparando-se experimentos laboratoriais com dados sismológicos. Assim, foi possível determinar uma incompleta mas razoável aproximação sobre a constituição do interior do Globo. Ele corresponde, aproximadamente, a 1/3 da massa da Terra e contém principalmente elementos metálicos (ferro e níquel).

Em 1936, Inge Lehman, sismóloga dinamarquesa, descobriu o contato entre o Núcleo Interno e o Núcleo Externo. Esse último possui propriedades semelhantes aos líquidos o que impede a propagação das ondas S. O Núcleo Interno é sólido e nele se propagam tanto as ondas P como as S.

Fonte: vsites.unb.br

Terra

Alguns Dados sobre o Planeta Terra

Diâmetro equatorial: 12.756,28 km. Valor adotado em 1976 pela União Astronômica Internacional (UAI) e pela União de Geodésia e Geofísica Internacional (UGGI) após medições com equipamentos modernos.

Diâmetro polar: 12.713,5 km

Densidade: 5,52

Satélites: 1 (Lua)

Distância ao Sol: 1 Unidade Astronômica (Em torno de 150 milhões de quilômetros)

Área total do planeta: 510,3 milhões km2

Área das terras emersas: 149,67 milhões km2 ( 29,31% )

Área dos mares e oceanos: 360,63 milhões km2 ( 70,69% )

Área do Oceano Pacífico: 179,25 milhões km2, incluindo Mar da China Meridional, Mar de Ojtsk, Mar de Bering, Mar do Japão, Mar da China Oriental e Mar Amarelo ( 49,7% das águas )

Área do Oceano Atlântico: 106,46 milhões km2, incluindo Oceano Ártico, Mar do Caribe, Mar do Norte, Mar Mediterrâneo, Mar da Noruega, Golfo do México, Baia de Hudson, Mar da Groenlândia, Mar Negro e Mar Báltico ( 29,5% das águas )

Área do Oceano Índico: 74,92 milhões km2, incluindo Mar da Arábia, Golfo de Bengala e Mar Vermelho ( 20,8% das águas )

Profundidade média dos oceanos: 3.795 m

Volume total das águas do planeta: 1,59 bilhões km³

Circunferência da Terra no equador: 40.075 km

Circunferência da Terra nos trópicos: 36.784 km

Circunferência da Terra nos círculos polares: 15.992 km

Circunferência da Terra nos meridianos: 40.003 km

Diferença entre as circunferências equatorial e meridional: 72 km

Velocidade orbital média: 29,79 km/segundo

Idade da Terra: Em 1654, um arcebispo irlandês calculou, com base em textos bíblicos, que a Terra teria se formado às 9 horas do dia 26 de outubro de 4.004 a.C. Hoje, sabemos que a Terra tem em torno de 4,5 bilhões de anos. O Big bang teria ocorrido há 15 bilhões de anos atrás; as Galáxias teriam se formado há 13 bilhões de anos; as Primeiras estrelas teriam surgido há 10 bilhões de anos; o Sol teria se formado há 5 bilhões de anos; e a Terra há 4,5 bilhões de anos.

Estrutura da Terra

Atmosfera: camada gasosa que vai até cerca de 1.000 km de altura

Hidrosfera: conjunto das massas d'água, ocupando em torno de 70% da superfície

Litosfera: camada superificial sólida, cuja espessura varia de 5 a 10 km sob os oceanos e de 25 a 90km nos continentes

Manto: camada pastosa abaixo da litosfera ou crosta. Tem 2.900 km de espessura. Os elementos predominantes são: silício, alumínio, ferro, magnésio. A temperatura varia de 870°C junto à crosta até 2.200°C junto ao núcleo

Núcleo: região interior da Terra, composta de ferro e níquel derretidos. A temperatura varia de 2.200°C a 5.000°C no interior. A parte central é formada de níquel e ferro em estado sólido devido às grandes pressões

Atmosfera: Formada basicamente de Nitrogênio 78,084%, Oxigênio 20,946%, Argônio 0,934%, Outros gases 0,036%

Divisão pelo critério térmico

Troposfera: vai até 12km de altura. Temperatura de 20°C a -60°C. Gradiente térmico negativo. Aviões a jato e balões andam por esta região

Estratosfera: vai de 12 a 50 km de altura. Temperatura de -60°C a -5°C. Gradiente térmico positivo. É onde fica a Camada de Ozônio. Nela também chegam os Balões Meteorológicos, Aviões Supersônicos, Nuvens geradas por explosões atômicas e Matéria de erupções de vulcões

Mesosfera: vai de 50 a 80 km. Temperatura de -5°C a -95°C. Gradiente térmico negativo. Nela ocorrem as reflexões das ondas de rádio

Termosfera: vai de 80 a 500 km. Temperaturas de -95°C a 1000°C. Gradiente térmico positivo. Auroras polares, Nuvens noctilucentes. Reflexão das ondas de rádio

Exosfera: vai de 500 a 800 km. É a região que antecede o espaço sideral e onde ficam muitos dos satélites artificiais. As moléculas gasosas começam a libertar-se da gravidade terrestre.

Divisão pelo critério das condições químicas

Homosfera: até 100 km. Composição constante e regular. Predominam nitrogênio e oxigênio

Heterosfera: de 100 a 500 km. Distribuição irregular dos gases. Predominam hélio e hidrogênio

Exosfera: Acima de 500 km. Os gases começam a escapar da atração terrestre

Deriva dos continentes

Há 400 milhões de anos havia o Pangea, que reunia todas as terras num único continente

Há 225 milhões de anos o Pangea se parte no sentido leste-oeste, formando a Laurasia ao norte e Gondwana ao sul.

Há 60 milhões de anos a Terra assume a atual conformação e posição dos continentes.

Atualmente, a África e a América do Sul se afastam 7 cm por ano, ampliando a área ocupada pelo oceano Atlântico. O mar Vermelho está se alargando. A África migra na direção da Europa. A região nordeste da África está se partindo.

Placas tectônicas: são os vários blocos em que a crosta está dividida. São separadas por grandes fendas vulcânicas em permanente atividade no fundo do mar, por onde o magma sobe para a superfície adicionando novos materiais à crosta, o que expande o fundo do mar e movimenta os blocos que formam a superfície em diferentes direções. Ao se movimentar, as placas se chocam entre si e provocam alterações no relevo. Em cada choque, a placa que apresenta menor viscosidade (mais aquecida) afunda sob a mais viscosa (menos aquecida). A parte que penetra tem o nome de Zona de Subducção.

Formação do relevo: o relevo da Terra é influenciado pela ação de vários agentes que são responsáveis pela sua formação, desgaste e modelagem. Alguns agentes são internos e outros externos.

Os principais são:

Agentes internos: vulcanismo, tectonismo, abalos sísmicos.

Agentes externos: ventos, chuvas, insolação, marés, animais, vegetação, ação do homem.

Pontos mais altos do planeta

Na Ásia: Everest, no Nepal/China (8848 m ); K2, no Paquistão/China (8611 m ); Kanchenjunga, no Nepal/India (8597 m)

Na América do Sul: Aconcágua (6959 m Argentina/Chile), Ojos del Salado (6880 m Argentina/Chile)

Na América do Norte: McKinley (6194 m Alasca), Logan (5959 m Canadá)

Na África: Kilimanjaro (5895 m Tanzânia)

Na Europa: Monte Elbrus (5642 m Rússia), Mont Blanc (4807 m França/Itália)

Extremos geográficos

Local mais chuvoso: monte Waialeale (Hawai, EUA) 11.680 mm anuais (Média de 974mm por mês). Chega a chover 350 dias por ano.

Local mais seco: Deserto de Atacama, no Chile. Sem chuva durante 1571 anos (de 400 a 1971)

Local mais quente: El Azizia, na Libia, com 58°C em 13/set/1922

Local mais frio: Estação Vostok, na Antártica, com -89,2°C em 21/jul/1983

Principais movimentos da Terra

1- Rotação: em torno do próprio eixo em 23h 56min 4s. De Oeste para Leste. Velocidade de 1670 km/h no equador ou 0,47 km/s

2- Revolução: em torno do Sol em 365d 5h 48min 45,97s (365d 6h). Velocidade de 107.000 km/h ou 29,79 km/s. Com o eixo de rotação inclinado 23°27’ em relação ao eixo da eclíptica

3- Precessão: O eixo da Terra faz um círculo em torno do eixo da eclíptica no período aproximado de 26 mil anos, fazendo com que mude a posição dos polos celestes. Há 4 mil anos, o polo norte estava próximo da estrela alfa Draconis. Hoje está a 1 grau da Estrela Polar ou alfa da Ursa Maior. Dentro de 12 mil anos estará próximo à estrela Vega ou alfa de Lira. Este movimento faz mudar também a posição do Ponto Gama por entre as constelações zodiacais. Hoje, o Ponto Gama está na constelação de Peixes (Era de Peixes), entrando em Aquário mais ou menos no ano 2.600

4- Excentricidade da órbita: o movimento de revolução da Terra às vezes é mais achatado e outras vezes mais circular. Há 108 mil anos, era 3 vezes mais achatado do que hoje. Dentro de 24 mil anos, a excentricidade atingirá o seu mínimo, quando a órbita da Terra será quase um círculo.

5- Deslocamento do Periélio: faz-se em 21 mil anos. 
Motivo: influências gerais dos planetas. O eixo maior da órbita da Terra (linha dos apsides) se desloca, fazendo com que o periélio e o afélio se mova também. A passagem de um periélio retornará à mesma data a cada 21 mil anos. Atualmente ocorre a 2 de janeiro. Daqui a 6.400 anos ocorrerá no equinócio de outono; daqui a 11.500 anos, no solstício de inverno; e dentro de 21 mil anos, novamente a 2 de janeiro, no solstício de verão.

6- Variação da Obliqüidade: movimento de balanço que o eixo da Terra faz, chegando a um máximo de 24°30' e mínimo de 22° . Hoje, o eixo da Terra está inclinado 23° 27’ em relação ao Eixo da Eclíptica, decrescendo 47" por século. É um movimento que ocorre por causa de perturbações provenientes da ação conjunta dos planetas e do Sol ao longo da órbita anual de nosso planeta.

7- Nutação: parecido com a precessão dos equinócios, só que em escala bem menor, fazendo o eixo da Terra descrever uma pequena elipse em cerca de 18 anos e 7 meses.

8- Perturbações planetárias: movimentos irregulares e pouco previsíveis que podem ser provocados pela força gravitacional de outros planetas, principalmente Vênus e Júpiter.

9- Movimento do Centro de Massa Terra-Lua: trata-se do giro que faz o centro de massa do sistema Terra-Lua em torno do Sol.

10-. Movimento em torno do Centro de Massa do sistema solar: movimento de revolução ou translação que a Terra faz em torno do centro de massa do sistema solar (centro de massa que existe entre o Sol e todos os seus planetas).

11- Movimento de marés: trata-se da contração e descontração do globo terrestre em razão da força gravitacional da Lua e do Sol.

12- Rotação da nossa galáxia: a Via-Láctea gira em torno de seu centro, fazendo uma volta completa em torno de 250 milhões de anos. Assim, o Sol e todos os planetas (inclusive a Terra) giram também em volta do centro da galáxia.

13- Translação da nossa galáxia: como todo o universo está em expansão, nossa galáxia também viaja no espaço. Assim, a Terra e todos os demais planetas, inclusive Lua e Sol, estão se deslocando junto com a Via-Láctea.

14- Variação dos Pólos: seria uma variação da posição dos pólos da Terra em razão de algumas causas, como o deslocamento das placas tectônicas. (?) Apesar de que conste em algumas obras, não concordo que este seja um movimento propriamente dito de nosso planeta, pois trata-se de deslocamento dos seus pólos geográficos por algumas causas, como a movimentação das placas tectônicas e do núcleo de nosso planeta. Então, não se trata de um movimento do planeta e sim variações da posição do eixo magnético que não são causadas por balanço do planeta. Creio que este movimento não deveria ser considerado.

Eras Geológicas

ERA PERÍODO ÉPOCA TEMPO
  Quaternário Holoceno 25 mil anos atrás
    Pleistoceno 1 milhão
Cenozóica = = =
  Terciário Plioceno 12 milhões
    Mioceno 23 milhões
    Oligoceno 35 milhões
    Eoceno 55 milhões
    Paleoceno 70 milhões
       
  Cretáceo   135 milhões
Mesozóica Jurássico   180 milhões
  Triássico   220 milhões
       
  Permiano   270 milhões
  Carbonífero   350 milhões
Paleozóica Devoniano   400 milhões
  Siluriano   430 milhões
  Ordoviciano   490 milhões
  Cambriano   600 milhões
       
Pré-Cambriana ou Arqueozóica     Anterior a 600 milhões de 
anos

Glaciações: a Terra já passou, pelo menos, por 3 grandes períodos glaciais.

No período Pré-Cambriano, anterior a 600 milhões de anos;

No Paleozóico Superior, entre 600 e 225 milhões de anos atrás;

No Pleistoceno, entre 1,8 milhões de anos até 11 mil antes do presente. Este período ficou conhecido por "idade das glaciações";

Contudo, sabe-se também que a Terra deve ter passado por períodos glaciais de curta duração, como foi o caso da chamada "Pequena Era Glacial" que ocorreu entre os anos de 1645 e 1715 de nossa era.

Estações do ano no hemisfério sul

Verão (21/dez a 21/mar)

Outono (21/mar a 21/jun)

Inverno (21/jun a 23/set)

Primavera (23/set a 21/dez)

Alguns aspectos humanos

População mundial: 6 bilhões em 2000

Taxa de crescimento demográfico: 1,6% ao ano. A população mundial cresce na proporção de 1 bilhão a cada 11 anos

Expectativa média de vida: 65 anos. A mais baixa está nos países do sul do Saara, que é de 52 anos.

Mortalidade infantil média no mundo: 13,5% entre as nascidas vivas. Nos países desenvolvidos é 1,1%. Na África Central é de 17,5%.

Concentração urbana: 45% da população mundial vive em cidades. Nos países desenvolvidos, 73% vivem em cidades. Nos países pobres temos 35% da população vivendo em cidades.
A Organização das Nações Unidas (ONU) diz que 1/5 da população de países em desenvolvimento passa fome, enquanto que 1/4 da população não tem acesso a facilidades básicas, como água potável, e 1/3 vive em absoluta pobreza.

Número de nascimentos no mundo

Por ano: 86.000.000 (projeção da ONU para o período de 1996 a 2015)

Por mês: 7.166.667

Por semana: 1.791.667

Por dia: 255.953

Por hora: 10.665

Por minuto: 178

Por segundo: 3

Paulo Araújo Duarte

Bibliografia

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ALMANAQUE ABRIL multimídia. 4. edição. São Paulo, Editora Abril, 1997 
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AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. São Paulo, Difel, 1986 
LEINZ, Viktor, MENDES, J. C.. Vocabulário Geológico. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1963 
LEINZ, Viktor, AMARAL, S. E. do. Geologia Geral. São Paulo, Cia Editora Nacional, 1966 
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MOURÃO, Ronaldo R. de F. Da Terra às Galáxias. Petrópolis, Vozes, 1984 
PERSPECTIVES ON AN OCEAN PLANET. Califórnia, Topex/Poseidon, 1995. Multimídia 
POPP, José Henrique. Geologia Geral. São Paulo, LTC, 1987 
TUBELIS, A., NASCIMENTO, F. J. Lino do. Meteorologia descritiva. São Paulo, Nobel, 1986 
VIANELLO, Rubens Leite, ALVES, Adil R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa, UFV, 1991

Fonte: www.cfh.ufsc.br

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