Em março de 1992, Boris Yeltsin, juntamente com 18 das 20 repúblicas
soviéticas, assinam um tratado criando a Federação Russa
em novos moldes. Esse novo tratado, no lugar de soluções, acirrou
os conflitos e produziu novos, principalmente dentro da Rússia. Minorias
étnicas e religiosas assanham reivindicações e ameaçam
o sucesso e equilíbrio dessa federação.
A Tartária e a Tchetchênia exigem soberania; a comunidade russo-alemã
deseja a restauração da antiga República Autônoma
do Volgf, eliminada por Stalin em 1941; a proposta de unificação
da lakutia e da Buriatia, na região de Niénetz e das repúblicas
de Komi e Tuva, aos Estados Unidos do Norte da Ásia.
Em qualquer situação, a separação seria economicamente
desastrosa para Moscou, que perderia o controle sobre o petróleo tártaro,
as jazidas de ouro buriatas e de gás natural nenétsio, o cobalto
tuvânio, os diamantes iakútios, e assim por diante.
Fonte: www.eduquenet.net