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Guerra do Golfo

Em 1990, o presidente iraquiano Saddam Hussein acusa o Kuwait de provocar a baixa no preço do petróleo ao produzir e vender mais do que a cota estabelecida pela Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) prejudicando a economia iraquiana. Exigia, ainda, que o Kuwait perdoasse uma dívida de US$ 10 bilhões contraída durante a guerra contra o Irã e o pagamento de uma indenização de mais de US$ 2 bilhões, com a alegação de que os kuwaitianos retiraram petróleo iraquiano na região fronteiriça de Rumaila.
Outras causas mais remotas estava um antigo litígio sobre a determinação de fronteiras. O Iraque reivindicava os portos de Bubián e Uarba, que lhe dariam novos acessos ao golfo Pérsico.
Em 02 de agosto de 1990, o Iraque invade o Kuwait e forças coligadas de 28 países sob a liderança dos Estados Unidos bombardeiam Bagdá, iniciando a Guerra do Golfo. O Iraque se rende em 27 de fevereiro 1991.
A ONU decidiu impor uma série de embargos, com o objetivo de assegurar-se do desarmamento do Iraque; os Estados Unidos, estabeleceu, uma zona de exclusão dentro do Iraque, para proteção das minorias curdas. Nesta zona de exclusão, o Iraque deixa de ter soberania e, ainda mais, alguns outros embargos, econômicos e políticos.

A força aérea iraquiana, tem violado, esporadicamente este espaço aéreo fazendo com que os norte-americanos e ingleses promovam bombardeios sobre o país.
O conflito ainda não terminou, apesar dos dez anos já passados. A imposições políticos e econômicos dos vencedores estão destruindo o país. A miséria é crescente. Os Estados Unidos através de sabotagens, bombardeios e apoio a oposição iraquiana, tem tentado enfraquecer Saddam Hussein mas o ditador permanece no poder.

Fonte: www.eduquenet.net

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