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Testosterona

 

Testosterona - O que é ?

Os hormônios masculinos são produzidos, na sua maior parte, nos testículos, pelas células de Leydig e pequena porção nas glândulas supra-renais. A regulação da produção desses hormônios depende da integridade do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, um sistema que integra o hipotálamo no cérebro, a glândula hipófise, também no cérebro e as gônadas.

A testosterona facilita e promove o crescimento e a virilização do homem, estando associada às mudanças na composição corporal, como a distribuição de pêlos na face, tórax e na região púbica, aumento da massa muscular e funções sexuais. Existem grandes variações individuais na produção hormonal e variações com a idade. No sangue, a testosterona está circulando geralmente ligada às proteínas (globulinas). Para verificar a chegada da andropausa, podem ser feitos testes de sangue, que medem o índice de testosterona, espermograma, que quantifica a produção de espermatozóides, além de exame urológico (mais conhecido como toque), densitometria óssea, para verificar osteoporose, e ecografia da próstata e abdome.

A produção de testosterona pode ser alterada por várias condições clínicas, tais como uso de alguns medicamentos, obesidade, doenças hepáticas, doenças renais e doenças de algumas glândulas, principalmente da tireóide, diabetes, por doenças coronarianas, depressão e até pelo tabagismo. Além disso, existe também a variação normal que ocorre durante o dia, sendo à noite os menores níveis.

Testosterona - Quais as formas de utilização ?

Medicamento Os princípios de reposição da testosterona baseiam-se nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde feitas em 1992:

usar testosterona natural.

manter níveis séricos na faixa fisiológica.

segurança.

possibilidade de término rápido de ação.

eficiência na melhora dos sintomas.

preços acessíveis.

liberação adequada.

flexibilidade de dose.

Os tratamentos atualmente disponíveis incluem comprimidos, injeções intra musculares, implantes, adesivos transdérmicos escrotais e não escrotais e gel.

Testosterona oral: o undecanoato de testosterona é o tratamento oral mais efetivo e seguro pela baixa toxicidade hepática, pois é absorvido pelo sistema linfático.

Transdérmicos: a reposição neste caso é a mais fisiológica pois refletem melhor o ciclo circadiano da testosterona. Utilizados sob forma de adesivos escrotais e não escrotais e também gel. Os adesivos são de fácil utilização e proporcionam níveis adequados de testosterona. Devem ser usados uma vez ao dia no período noturno. Apresenta como inconveniente irritação na pele local em alguns casos. O gel provoca menos irritação na pele e é de fácil uso. São indicados como uso diário e atingem níveis séricos adequados de testosterona.

Subcutâneos: não estão indicados em idosos pelo aumento de ocorrência de infecção local. Quando usados são aplicados a cada 4 ou 6 meses. Dose de 6X 100mg.

Injetáveis: os mais utilizados são de aplicação intra muscular. São baratos e utilizados mais amplamente(pode ser citado os enantatos e cipionatos de testosterona).

Testosterona - Quais os benefícios da reposição ?

Tratamento Clinicamente o tratamento deve objetivar:

melhorar a densidade óssea, o que pode ser acompanhado através de densitometria óssea.

aumentar a massa muscular com conseqüente aumento de sua força e tônus, graças a seu efeito anabólico protéico.

melhora da libido e da ereção (neste último caso a reposição de testosterona aumenta o fluxo sanguíneo arterial peniano).

estabilização do humor e das funções cognitivas.

Testosterona - O idoso dee receber ?

Controvérsias Nas últimas décadas têm se observado que nos idosos ocorre uma diminuição do hormônio masculino, afetando a virilidade, a iniciativa, a libido e a massa muscular. Com a reposição destes hormônios (testosterona), o idoso tem se beneficiado, melhorando a sua qualidade de vida, ficando mais alegre, animado, disposto e com recuperação da sua massa muscular. A ressalva é que se deve pesquisar as condições da próstata, sendo contra-indicado nos casos de câncer, tanto na próstata com em outro órgão.

A QUEM CONSULTA – Antes de iniciar-se a reposição da testosterona, o idoso deve consultar um urologista para avaliação da próstata e acompanhamento do tratamento, que pode ser feito concomitantemente com médico geriatra.

Referência

BORGES D. R.,ROTHSCHILD H.A.,Atualização Terapêutica 2005:manual prático de diagnóstico e tratamento. 22 ed. São Paulo:Ed Artes Médicas Ltda, 2005.p.443-446.

Fonte: www.medicinapratica.com.br

Testosterona

Testosterona – Entenda como ela funciona

 

A testosterona é um hormônio produzido naturalmente pelo nosso organismo e é o principal hormônio ligado ao ganho de massa muscular e a diminuição da gordura corporal.

Ela ainda estimula o metabolismo que faz com que o corpo use a gordura acumulada como fonte de energia. De forma contrária, a deficiência desse hormônio está associado à perda de massa muscular, perda de força, acúmulo de gordura corporal, sintomas de cansaço, indisposição e perda do desejo sexual.

A quantidade de testosterona no corpo é um fator limitante para o ganho de massa muscular porque não é possível ganhar mais músculos se os níveis de testosterona não estão equilibrados. A testosterona apesar de ser um “hormônio masculino” é encontrado também em mulheres, mas quantidade no corpo das mulheres é muito menor.

Em homens o comportamento sexual é muito dependente da testosterona. Estudos indicam que ela é a responsável pelo aumento no desejo sexual. Foi descrito que o aumento dos níveis de testosterona nos homens heterossexuais fez com que o seu interesse pelo sexo oposto aumentasse, e o aumento dos níveis de testosterona para homossexuais intensificou o seu desejo homossexual – ela não converteu um homossexual em um heterossexual, como se acreditou no início.

Homens que perderam seu interesse sexual e a capacidade de ter ereção reverteram esse quadro com tratamentos de reposição de testosterona.

A testosterona é segregada nos testículos dos homens e nos ovários da mulher. Pequenas quantidades são também formadas mas glândulas supra-renais. A testosterona é derivada do colesterol. Os níveis de testosterona num homem variam entre 350 e 1000 nanogramas por decilitro (ng/dl). Depois dos 40 anos esses valores descem cerca de 1% por ano.

Na circulação sanguínea a testosterona circula em grande percentagem em direcção ás chamadas proteínas de ligação. SHBG (Sex Hormone Binding Globulin) é aquela que nos fornece o melhor. Porquê? Porque esta é a principal razão porque a testosterona pode não estar disponível para chegar ao receptor da célula.

Quando a testosterona se liga ao SHBG, já não é possível utilizar as suas funções anabólicas.

O que eleva o SHBG: Anorexia nervosa, Hipertiroidismo, Hipogonadismo (homens), Insensibilidade ou Deficiência Androgénica, Cirrose hepática (homens), Cirrose Biliar (mulheres).

O que suprime o SHBG: Obesidade, Hipotiroidismo, Hirsutismo (mulheres), Acne, Ovários Poliquísticos, acromegalia, tumores nos segregadores androgénicos dos ovários.

Menos de 1% da testosterona circulante está numa forma livre nos homens ( menos de 3% nas mulheres). Apenas quando está numa forma livre esta hormona pode usufruir as suas propriedades ligando-se aos receptores androgénicos nas paredes celulares. Baseado num estudo 14 a 50 por cento da testosterona está ligada ao SHBG nos homens e 37 a 75 nas mulheres. O SHGB tem uma grande afinidade para se ligar a testosterona. Por isso, qualquer mudança nos níveis do SHGB influencia notavelmente os níveis de testosterona disponíveis.

Vamos falar agora um pouco sobre o que é a disponibilidade da testosterona. Excepto o SHGB existem duas proteínas ligantes de testosterona, também chamados transportadores. Uma delas é a albumina. É uma proteína ligante com baixa afinidade, deste modo a testosterona ligada a ela é considerada disponível.

A albumina liga-se á testosterona num intervalo entre 45 a 85% nos homens (25 – 65 nas mulheres). O terceiro transportador é a globulina ligante do cortisol, que liga também com pouca afinidade com menos de 1% da testosterona em circulação.

O índice de androgéneos livres (IAL) indicam a quantidade de testosterona livre. O IAL é o somatório da testosterona livre, albumina e globulina ligante do cortisol. Ou é o Total de testosterona menos a testosterona ligada ao SHGB.

Agora está óbvio que devemos ter atenção ás propriedades do SHGB. Os níveis desta proteína ligante aumentam quando existe excesso de estrogéneo presente. Inversamente, os níveis de SHGB descem quando a testosterona está elevada. Aqui devo mencionar que o SHGB tem maior afinidade com testosterona do que com estrogéneos. Agora prestem atenção…

É bem conhecido que a testosterona é um precursor de estrogéneos – vai ser convertida em estrogéneos através da influência da enzima aromatizante. Nada que não soubéssemos já. Aqui é que se torna interessante, suponham que temos testosterona em níveis normais e não soframos de nenhum problema de saúde que influencia o SHGB. Isto significa que os valores de SHGB estão normais também.

Pensemos agora. Se mais desta testosterona for convertida para estrogéneo devido a valores anormais dos níveis de aromatização, o SHGB também vai aumentar. O SHGB, estando mais ligado a testosterona, vai nos deixar com excessos de estrogéneo no sistema, que vai estimular a produção de SHGB pelo fígado. Este processo amplifica a quantidade de estrogéneos. O estrogéneo depressa se liga aos receptores androgénicos das células limitando a capacidade para se ligarem a testosterona livre. Ainda mais importante, o estrogéneo é o mensageiro que avisa o cérebro para diminuir a produção de testosterona.

Bem, esta história toda leva-nos a uma conclusão que a nossa tentativa deve ser de manter a testosterona bastante disponível.

Assim um atleta natural deve:

Prevenir os níveis de testosterona estarem baixo Tentar aumentar a testosterona total Bloquear os efeitos de ligação da testosterona ao SHGB Diminuir os níveis da enzima aromatizante – menor conversão de testosterona para estrogéneo.

Fonte: ffgonzaga.com

Testosterona

Testosterona, o hormônio do homem

Testosterona, o hormônio que fez e faz o homem que você é

A testosterona tem uma fama ruim por causa dos inúmeros casos de doping de atletas, nas olimpíadas por exemplo. Mas se não fosse por ela, todos os meninos nasceriam com genitais femininos ao invés de uma bolsa escrotal. A testosterona é um hormônio chave para muitas funções benéficas no organismo. Nos homens, ela é importante para o desenvolvimento e tônus muscular, produção de espermatozóides, redução de gorduras, bom humor…

No meu trabalho, eu trato muitos homens com diversas queixas como: cansaço crônico, perda de libido (falta de desejo sexual), diminuição da potência sexual, depressão, ansiedade, perda de força muscular, osteoporose e que apresentam testosterona baixa quando testada. A reposição hormonal, nestes homens, pode melhorar estes sintomas, restabelece a motivação, a função sexual…

No sexo masculino, a testosterona é majoritariamente produzida nos testículos, entretanto, uma pequena quantidade é secretada também pelas glândulas supra-renais (órgão localizado acima dos rins, dentro do abdômen).  Tanto nos homens quanto nas mulheres, a testosterona tem um papel de destaque na diferenciação sexual, na saúde reprodutiva e no bem estar geral (basicamente, os homens produzem cerca de 6x mais testosterona que as mulheres).

A trapaça

A testosterona promove um anabolismo (metabolismo de crescimento), favorecendo a produção de proteínas, ganho de massa muscular, de células vermelhas do sangue, aumentando a capacidade de transportar oxigênio e a performance atlética… Todos efeitos benéficos em níveis normais. Entretanto, as manchetes do uso não médico da testosterona e de outros anabolizantes (inclusive os de uso veterinário) fizeram a testosterona ter uma má fama.

Existe um ciclo que controla e estimula a produção da testosterona. Neste ciclo, basicamente, duas áreas no cérebro exercem este controle sobre os testículos(regulando a produção de vários hormônios). Aqui, vale destacar que quando um “atleta” (ou falso atleta) se injeta esteróides anabolizantes, ele descontrola todo este mecanismo. Estes hormônios sintéticos fazem uma ação de inibição no cérebro, resultando na parada de estímulo para a produção de testosterona pelos testículos. Além disso, também diminuem ou até fazem cessar completamente a  produção de espermatozóides (não é a toa que a testosterona em altas doses é a medicação encontrada na chamada pílula anticoncepcional masculina). Finalmente, o uso indiscriminado de esteróides anabolizantes resulta em atrofia dos testículos (diminuição da função e do volume testicular, eles ficam pequenos mesmo, os próprios pacientes usuários comentam). Dependendo de pessoa para pessoa, este efeito de atrofia pode perdurar por tempo indeterminado.

Realmente, os testículos não são órgãos essenciais para a vida de um indivíduo, o homem até consegue sobreviver sem eles, e pelo jeito, existe muito jovem desinformado, que freqüentam academias, e parece que concordam que os testículos não são tão importantes assim. Prioridades? Ou desinformação.

Lamentável, é o fato, que só depois das seqüelas, muitos destes homens me procuram no ambulatório de andrologia para investigar e tratar infertilidade. Este assunto e os seus riscos serão abordados, mais detalhadamente, em futuros posts.

O que é um esteróide? Todos os esteróides são uma ameaça à saúde?

A testosterona, o estrogênio, o cortisol e até mesmo o colesterol são esteróides naturalmente presentes em nossos corpos. Os andrógenos (hormônios esteróides masculinos) são produzidos a partir do colesterol (é isso aí o colesterol é essencial para o bem-estar, porém na medida certa).

A testosterona afeta direta ou indiretamente todos os sistemas do corpo humano, seja no período fetal na gestação, no início da puberdade, na vida adulta ou na velhice.

Para um bebê virar menino, não adianta só possuir o cromossomo Y masculino (carga genética). Para formar os órgãos masculinos, os testículos têm que funcionar desde cedo (é isso aí, até a sexta semana de vida, todos nós, homens e mulheres, somos iguais, nossos órgãos têm o potencial de se diferenciarem em órgãos masculinos ou femininos). Durante a infância, a testosterona baixa e na puberdade, um novo aumento precede a adolescência e determina o aparecimento das características masculinas secundárias (distribuição de pêlos, crescimento do órgão genital masculino…).

Novas evidências demonstram:

1 - que homens com níveis normais de testosterona vivem mais e apresentam menor risco de diabetes e doenças cardiovasculares.
2 –
ao contrário do que se acreditava até recentemente, a testosterona não causa câncer de próstata e aparentemente, homens com baixa testosterona tem maior risco de apresentar câncer de próstata mais agressivo.
3 -
 também ao contrário do que se falava, a testosterona não causa um comportamento mais agressivo, mesmo em homens tratados com doses elevadas de testosterona. De fato, estudos demonstram que homens com baixa Testosterona são mais facilmente irritáveis e/ou deprimidos, sintomas que podem ser melhorados com reposição de testosterona.
4 –
que, na média, homens calvos têm a mesma quantidade de testosterona que os demais homens. Como já apresentamos semana passada, a calvície é hereditária e não tem a ver com níveis altos de testosterona.

Fonte: www.clicrbs.com.br

Testosterona

A testosterona é um hormônio esteróide predominantemente masculino, porém também importante para a saúde da mulher.

No sexo masculino ele é produzido nos testículos, e no sexo feminino ele é produzido nos ovários. O organismo de um adulto do sexo masculino produz muito mais testosterona que o organismo do sexo feminino; por isso, a testosterona tem um papel determinante na diferenciação dos sexos.

A síntese da testosterona é estimulada pela ação do LH (hormônio luteinizante), que por sua vez é produzida pela hipófise.

Na mulher grávida, quando o feto for do sexo masculino, a testosterona auxilia este feto a desenvolver seus órgãos sexuais e características masculinas secundárias no início do desenvolvimento no útero.

No homem, a testosterona faz com que os testículos cresçam. Este hormônio deve estar presente também com o folículo estimulante antes que a espermatogênese se complete. Além de ser responsável pelo desenvolvimento e manutenção das características masculinas, a testosterona é importante para a função sexual normal.

Esse hormônio, em quantidades mais elevadas, pode causar agressividade e estimular a libido. Ele afeta também as funções neurológicas e comportamentais como o interesse sexual e a intensidade das emoções.

Com o passar do tempo, a produção de testosterona diminui. Existem algumas evidências da relação entre a queda dos níveis hormonais e o surgimento de depressão.

Essas informações são derivadas de dois tipos de estudos: observação do comportamento dos homens com níveis baixos de testosterona; e do tratamento dos sintomas depressivos com reposição hormonal complementar.

Talvez alguns homens deprimidos com baixos níveis de testosterona só se recuperem depois de os níveis de hormônios masculinos sejam normalizados. Porém, mais estudos ainda são necessários para se que isso seja confirmado. Enquanto isso, os psiquiatras devem trabalhar conjuntamente com os endocrinologistas quando existirem casos de depressão associados a baixos níveis de testosterona.

Fonte: belezaesaude.dae.com.br

Testosterona

O QUE É?

A testosterona é um hormônio normalmente produzido pelo organismo tanto em homens como em mulheres e possui diversas funções no organismo. Os estimulantes de testosterona são compostos que estimulam uma maior produção endógena deste hormônio.

PARA QUE SERVEM?

Com o estímulo à produção de testosterona que esses suplementos promovem, há um aumento da massa muscular, pelo estímulo da síntese proteica e pelo aumento de força. Estes efeitos são mais perceptíveis em indivíduos com menor produção de testosterona, como homens acima dos 32 anos e mulheres.

QUAIS SÃO OS TIPOS?

Existem 2 suplementos principais para o estímulo da testosterona: ZMA (Zinco Monometionina Aspartato) e Tribulus terrestris. Ambos podem se apresentar na forma de cápsulas e o Tribulus ainda pode aparecer como spray sublingual.

COMO USAR?

Aconselha-se administração ao acordar, pois é o momento em que normalmente há uma maior liberação do hormônio testosterona. Antes do treino também é um momento interessante por causa da maior liberação de testosterona em exercícios de força.

EXISTEM EFEITOS COLATERAIS?

Os estudos não indicam possíveis efeitos colaterais do uso dos precursores de testosterona. A dose tóxica de zinco seria de 100 a 300mg/dia, sendo raramente alcançada via alimentação. Já o magnésio não teria possibilidade de ser ingerido numa dose tóxica pela alimentação e suplementação. O uso do Tribulus terrestris é feito pelos chineses e indianos há bastante tempo e não há relatos de efeitos colaterais. Pessoas com alterações na pressão arterial o ou problemas cardíacos não devem consumir o Tribulus terrestris, pois ele causa hipotensão.

Salvador Bruno Dias da Costa

Clarice Silva Ribeiro

Evelyn van der Broocke Mello Pompeu

Fernanda Rodrigues Valverde de Morais

Mariana Brandão de Andrade

Thaissa Pinto Seixas Lopes

Fonte: www.sncsalvador.com.br

Testosterona

O QUE É?

A testosterona é um hormônio essencialmente anabólico que participa de vários processos metabólicos, aumentando a síntese de massa magra e a deposição de glicogênio nos músculos. Uma vez que a utilização do hormônio é proibida e pode acarretar muitos problemas ao organismo, os laboratórios de suplementação com o intuito de comercializar os benefícios deste hormônio têm procurado alternativas para aumentar a liberação endógena de testosterona em atletas, para tanto lançaram os pró-testosteronas que são à base de tribulus terrestris e zinco com magnésio na forma de Aspartato de Monometionina de Zinco.

PARA QUE SERVE?

Na medicina tradicional da China e Índia a erva tribulus terrestris é muito utilizada para tratamento de infertilidade, disfunção erétil e baixa libido, e na última década tem sido utilizada como suplemento esportivo, pois se acredita que aumenta o hormônio luteinizante e assim atua na liberação da testosterona, DHEA e estrogênio. O ZMA influencia de diversas formas na produção de testosterona.

As principais são: como componente estrutural de metaloproteases constituintes deste hormônio, como sinalizador de transcrição dos cromossomos que codificam a produção de testosterona e como sinalizador da expressão e liberação do LH que por sua vez estimula a produção de testosterona.

QUAL A FORMA DE USAR?

Cada produto possui concentrações e apresentações diferenciadas, portanto devem-se observar as orientações de uso dos fabricantes e seguir as orientações de nutricionistas.

Suplementos para estímulo da produção de testosterona são usados, geralmente, pela manhã e antes de dormir.

QUAIS OS TIPOS?

Os suplementos estimuladores de Testosterona apresentam-se na forma de tabletes ou na forma líquida, em spray, para uso sublingual.

EXISTEM EFEITOS COLATERAIS?

O uso do hormônio em doses farmacológicas não exerce efeitos tóxicos, porém em quantidades suprafisiológicas (no caso de hormônios injetáveis) pode ocorrer em mulheres a virilização, e outros problemas como acne, agravamento da voz, hirsutismo, hipertrofia do clitóride e irregularidades menstruais. Em homens pode ocorrer calvície, hirsutismo, alterações da voz, diminuição do tamanho dos testículos e queda na contagem de espermatozóides.

Fonte: www.sncacre.com.br

Testosterona

1. O que é a testosterona?

A testosterona é um hormônio produzido principalmente nos testículos.

Para os homens, a testosterona ajuda a manter:

A densidade óssea
distribuição de gordura
A força muscular e massa
Vermelho sangue produção de células
Movimentação de sexo
A produção de espermatozóides

Se você tiver um nível anormalmente baixos de testosterona (hipogonadismo), o médico pode prescrever uma versão sintética de testosterona. Você pode ser capaz de escolher a partir de injeções de testosterona, patches ou géis.

O que acontece com nível de testosterona com a idade?

Picos de testosterona durante a adolescência e início da idade adulta. Conforme você envelhece, o seu nível de testosterona diminui gradualmente - normalmente cerca de 1 por cento ao ano após os 30 anos.

2. Será que um nível de testosterona naturalmente em declínio causam os sinais e sintomas do envelhecimento?

Alguns homens têm um nível de testosterona abaixo do normal, sem sinais ou sintomas.

Para outros, baixos níveis de testosterona pode causar:

Alterações na função sexual. Isso pode incluir a redução do desejo sexual, menos ereções espontâneas - como durante o sono - e infertilidade
Mudanças nos padrões de sono.
Às vezes, baixos níveis de testosterona provoca distúrbios do sono insônia ou outros.
Mudanças físicas.
Várias mudanças físicas são possíveis, incluindo aumento da gordura corporal, massa muscular reduzida e força, e diminuição da densidade óssea. Seios inchados ou concurso (ginecomastia) e perda de cabelo são possíveis. Você pode experimentar ondas de calor e têm menos energia do que costumava fazer.
Alterações emocionais
. Baixos níveis de testosterona podem contribuir para uma diminuição na motivação ou auto-confiança. Você pode sentir-se triste ou deprimido, ou que tenham dificuldade de concentração ou de lembrar das coisas.

É importante notar que alguns desses sinais e sintomas são uma parte normal do envelhecimento. Outros podem ser causadas por diversos fatores subjacentes, incluindo efeitos colaterais do medicamento, problemas de tireóide, depressão e uso excessivo de álcool. Um exame de sangue é a única maneira de diagnosticar um baixo nível de testosterona.

A testosterona é um hormônio esteróide androgênico do grupo e é encontrada em mamíferos, répteis, pássaros e outros vertebrados. Nos mamíferos, a testosterona é secretada primariamente nos testículos dos homens e os ovários das fêmeas, embora pequenas quantidades também são secretadas pelas glândulas supra-renais. É o principal hormônio do sexo masculino e um anabolizante.

Esteróides

Nos homens, a testosterona tem um papel fundamental no desenvolvimento de tecidos reprodutivos do sexo masculino, como os testículos e próstata, bem como promover as características sexuais secundárias, como muscular, massa óssea, eo crescimento de pêlos no corpo. Além disso, a testosterona é essencial para a saúde e bem-estar, bem como a prevenção da osteoporose.

Em média, um corpo humano adulto do sexo masculino testosterona produz cerca de dez vezes mais do que um corpo humano adulto do sexo feminino, mas as fêmeas são mais sensíveis ao hormônio

A testosterona é observado na maioria dos vertebrados. Peixe tornar uma forma ligeiramente diferente, chamado 11-Ketotestosterone. Sua contraparte em insetos é ecdisona. Estes esteróides onipresente sugerem que os hormônios sexuais têm uma história antiga evolutiva.

3. Testosterona e efeitos fisiológicos?

Em geral, os andrógenos promovem a síntese de proteínas eo crescimento dos tecidos com receptores androgênicos. Efeitos da testosterona pode ser classificado como virilizantes e anabolizantes, embora a distinção é um pouco artificial, como muitos dos efeitos podem ser considerados tanto. A testosterona é anabolizantes, o que significa que se acumula óssea e massa muscular.

Efeitos anabólicos incluem o crescimento da massa e força muscular, aumento da densidade óssea e força, e estimulação do crescimento linear e maturação óssea.

Efeitos androgênicos incluem a maturação dos órgãos sexuais, especialmente o orgão genital masculino e a formação do escroto no feto, e depois do nascimento (geralmente na puberdade) um aprofundamento da voz, crescimento da barba e pêlos axilares. Muitos destes se enquadram na categoria de características sexuais secundárias masculinas.

Efeitos da testosterona também podem ser classificados pela idade de ocorrência usual. Para efeitos pós-natal em ambos os machos e fêmeas, estes são na sua maioria dependem da intensidade e duração da circulação de testosterona livre.

4. Testosterona e pré-natal?

os efeitos andrógenos pré-natais ocorrem durante duas fases distintas. Entre 4 e 6 semanas de gestação.

Genitais virilização (mediana de fusão, a uretra fálica, escrotal desbaste e rugation alargamento, fálica), embora o papel da testosterona é muito menor do que a de Dihydrotestosterone. Desenvolvimento da próstata e vesículas seminais

Durante o segundo trimestre nível de andrógenos está associada a identidade de gênero Este período os efeitos da feminilização ou masculinização do feto e é um melhor preditor de feminilidade de um adulto ou a masculinidade do que os níveis próprios de um adulto. Em outras palavras, o nível de um adulto própria testosterona influencia o comportamento menos do que o da mãe durante a gravidez.

5. Testosterona e primeira infância?

Primeira infância efeitos andrógenos são os menos entendidos. Nas primeiras semanas de vida para crianças do sexo masculino, aumento dos níveis de testosterona. Os níveis se mantêm em uma faixa da puberdade por alguns meses, mas normalmente atingem os níveis quase indetectáveis da infância por 4-6 meses de idade. A função deste aumento em humanos é desconhecida. Especula-se que "masculinização do cérebro" está ocorrendo uma vez que não mudanças significativas foram identificadas em outras partes do corpo. [14]. Surpreendentemente, o cérebro masculino é masculinizada pela testosterona em estrogênio ser aromatizada, que atravessa o sangue do cérebro barreira e entra no cérebro masculino, ao passo que fetos do sexo feminino têm alfa-fetoproteína, que liga o estrogênio de forma que o cérebro feminino não são afetados.

6. Testosterona e Adultos?

Efeitos da testosterona adultos são mais claramente demonstráveis ??em homens que em mulheres, mas é provável importante para ambos os sexos.

Alguns desses efeitos podem diminuir conforme os níveis de testosterona diminuem nas últimas décadas da vida adulta:

Testosterona é necessário para o desenvolvimento do esperma normal. Ela ativa genes em células de Sertoli, que promovem a diferenciação das espermatogônias.
Regulamenta aguda HPA resposta (hipotálamo-pituitária-adrenal), sob desafiar o domínio.
Energia mental e física
Manutenção do trofismo muscular
Testosterona • regula a população de receptores de tromboxano A2 em megacariócitos e plaquetas e, consequentemente, a agregação plaquetária em humanos.
A testosterona não causa ou produzir efeitos deletérios sobre o câncer de próstata. Em pessoas que passaram por terapia de privação de testosterona, aumenta a testosterona além do nível castrar foram mostrados para aumentar a taxa de propagação de um câncer de próstata já existente.
Estudos recentes têm mostrado resultados conflitantes sobre a importância da testosterona na manutenção da saúde cardiovascular. No entanto, a manutenção de níveis normais de testosterona em homens idosos tem sido mostrado para melhorar muitos parâmetros que são pensados ??para reduzir o risco de doença cardiovascular, tais como aumento da massa corporal magra, diminuição da massa de gordura visceral, diminuição do colesterol total, e controle glicêmico.
Sob desafiar o domínio, pode desempenhar um papel na regulação da resposta de luta ou fuga.
Queda no amor diminui os níveis de testosterona dos homens enquanto aumenta os níveis de testosterona das mulheres. Especula-se que essas mudanças no resultado de testosterona na redução temporária de diferenças de comportamento entre os sexos. Verificou-se que quando a testosterona e endorfinas no sêmen ejaculado atender a parede cervical após a relação sexual, as mulheres recebem um aumento de testosterona, endorfina, e os níveis de oxitocina, e os machos após o orgasmo durante a experiência cópula um aumento na endorfinas e um aumento acentuado nos níveis de oxitocina. Isto adiciona ao ambiente hospitaleiro fisiológicas no trato reprodutivo feminino interna para conceber e, posteriormente, para nutrir o concepto nas fases pré-embrionárias, e estimula os sentimentos de amor, desejo e cuidado paterno no homem (este é o único momento do sexo masculino os níveis de oxitocina é um rival do sexo feminino).
Estudos recentes sugerem que os níveis de testosterona têm um papel importante na tomada de riscos durante a decisões financeiras.
A administração de testosterona faz homens egoístas e mais propensos a punir os outros por ser egoísta para com eles.
A paternidade também diminui os níveis de testosterona nos homens, sugerindo que as mudanças emocionais e comportamentais resultantes promover o cuidado paternal.
Em animais (perdizes e lagartos de areia), os níveis mais elevados de testosterona têm sido associados a uma atividade reduzida do sistema imunológico. A testosterona parece ter se tornado parte do sistema honesto de sinalização entre parceiros em potencial no curso da evolução.

7. Testosterona e Cérebro?

Como a testosterona afeta o corpo todo (muitas vezes através da ampliação, os homens têm corações maiores, pulmões, fígado, etc), o cérebro também é afetado por essa diferenciação "sexual", a enzima aromatase converte a testosterona em estradiol, que é responsável pela masculinização do cerebrais em ratinhos macho. Nos seres humanos, masculinização do cérebro fetal aparece, pela observação da preferência por sexo em pacientes com doenças congênitas da formação de andrógenos ou função do receptor de andrógeno, a ser associada com os receptores androgênicos funcionais.

Existem algumas diferenças entre um cérebro masculino e feminino (possivelmente o resultado de diferentes níveis de testosterona), sendo um deles o tamanho: o cérebro humano do sexo masculino é, em média, maiores. Em um estudo dinamarquês de 2003, os homens foram encontrados para ter um comprimento total de fibras mielinizadas de 176,000 km em 20 anos de idade, enquanto nas mulheres o comprimento total foi de 149,000 km.

Um estudo realizado em 1996 não encontraram efeitos imediatos a curto prazo sobre o humor ou o comportamento da administração de doses suprafisiológicas de testosterona durante 10 semanas em 43 homens saudáveis. Outro estudo encontrou uma correlação entre testosterona e tolerância ao risco na escolha de carreira entre as mulheres.

8. Testosterona e Metabolismo?

Aproximadamente 7% da testosterona é reduzida a 5a-diidrotestosterona (DHT) pela enzima citocromo P450 5a-reductase, uma enzima altamente expressa em órgãos acessórios sexuais masculinos e folículos pilosos. Aproximadamente 0,3% da testosterona é convertida em estradiol pela aromatase (CYP19A1) uma enzima expressa no cérebro, fígado e tecidos adiposos.

DHT é uma forma mais potente de testosterona enquanto estradiol tem atividades completamente diferente (feminização) em comparação com testosterona (masculinização). Finalmente testosterona e DHT pode ser desativado ou eliminado por enzimas que hidroxilar nas posições 6, 7, 15 ou 16 anos. [89]

Referências

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Fonte: www.testosterone-natural.net

Testosterona

O QUE É UM ANABOLIZANTE ?

O termo anabolizante significa substância que faz anabolismo, isto é, crescimento. No organismo humano, a testosterona (hormônio masculino), o hormônio de crescimento e a insulina, são os anabolizantes mais potentes .

O QUE É TESTOSTERONA ?

Testosterona é o hormônio masculino fabricado pelos testículos do homem e em menor quantidade pelos ovários e glândulas supra-renais da mulher.

QUAIS AS FUNÇÕES DA TESTOSTERONA ?

Ela tem basicamente duas funções: uma chamada anabólica e outra androgênica. Pela função anabólica ela atua, principalmente, sobre as zonas de crescimento dos ossos .Além disso, ela influencia o desenvolvimento de praticamente todos os órgãos do corpo humano. Pelo lado androgênico, ela é respons ável pelo desenvolvimento das características sexuais masculinas (órgãos sexuais , produção de espermatozóides , pelos , barba, voz, etc).

E mais: a testosterona age também na distribuição da gordura corporal, dando a nítida diferença entre a silhueta masculina e feminina.

O QUE SÃO ESTERÓIDES ANABÓLICOS ?

são derivados sintéticos da testosterona, que conservam propriedades anabólicas e esteróides (androgênicas ). Na dependência do tipo de molécula sintetizada, alguns derivados aumentam ou diminuem as propriedades anabólicas ou as propriedades androgênicas .

Por isso, recebem títulos que os diferenciam, como:

Esteróide anabólico
Esteróide androgênico
Anabolizante esteróide
Esteróide anabolizante androgênico
Esteróide androgênico anabolizante

QUANTOS ESTERÓIDES ANABÓLICOS EXISTEM ?

Aproximadamente 50. Além da testosterona, os mais conhecidos são a nandrolona, o cipionato de testosterona, o enantato de testosterona, o propionato de testosterona, a bolasterona, a oxandrolona, a metenelona, a metiltestosterona, o isocaproato de testosterona, o decanoato de testosterona, o estanozolol, dentre outros .

QUAL A PRODUÇÃO DIÁRIA DE TESTOSTERONA ?

No homem são produzidos 10 mg/dia e na mulher de 0,25 a 1mg/dia. Sua excreção é feita pelas fezes e pela urina. No fígado ela sofre uma s érie de reações químicas e no final de sua ação formam-se produtos chamados metabólitos que estão sempre em alta concentração na bile e nos intestinos . Após os 50 anos de idade, essa produção vai sendo diminuída. o decréscimo de produção é mais acentuado em pessoas portadoras de determinadas doenças , principalmente a DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

QUAIS AS INDICAÇÕES CLÍNICAS DOS ESTERÓIDES ANABÓLICOS ?

Várias patologias respondem bem ao uso de esteróides anabólicos .

As principais são:

Deficiência hormonal da testosterona
Desnutrição
Câncer de mama
Anemia aplástica
Osteoporose
Impotência sexual(por insuficiência testicular)
Retardo pubertário masculino
Eunuquismo (castração)
Climatério masculino

Suas contra-indicações absolutas são:

Carcinoma de próstata
Gravidez
Câncer mamário masculino

QUAIS As VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DOS ESTERÓIDES ANABÓLICOS ?

A mais comum é a injetável. Existem produtos orais , cujos efeitos colaterais são piores na superdosagem, principalmente os efeitos hepáticos , porque a droga passa pelo fígado duas vezes , uma na digestão e outra na metabolização.

QUANTO TEMPO DURA A AÇÃO DE UM ESTERÓIDE ANABÓLICO ?

A ação inicia-se nas primeiras 24 horas e em alguns produtos encontra seu pico máximo em 14 dias . Sua atuação dura de 2 a 4 semanas . Sempre na dependência da droga usada e de sua dose.

QUAL MÉDICO DEVE SER CONSULTADO PARA UM TRATAMENTO COM ESTERÓIDES ?

Teoricamente, os endocrinologistas têm mais conhecimento do assunto, principalmente aqueles mais dedicados aos distúrbios do crescimento corporal e do desenvolvimento genital. Muitos clínicos gerais estão atualizados na indicação desses produtos . Os ginecologistas atuam mais nos casos de osteoporose e os mastologistas e oncologistas nos casos de câncer de mama. Ultimamente, os geriatras fazem muitas indicações de anabolizantes para os casos de climatério masculino. Por causa da dopagem esportiva, muitos especialistas em medicina esportiva, conhecem bem o uso dessas substâncias .

OS ANABOLIZANTES DEVEM SEMPRE SER USADOS COM ACOMPANHAMENTO MÉDICO?

Sempre. Cabe ao médico a perfeita indicação do uso da testosterona e seus derivados , bem como o acompanhamento clínico e laboratorial durante todo o tempo de uso. s ó o médico pode fazer adaptações das doses e surpreender qualquer efeito indesejável ou de superdosagem.

QUANDO SURGEM OS EFEITOS COLATERAIs DO USO ABUSIVO DOS ESTERÓIDES ?

Depende de vários fatores:

Do poder androgênico da droga utilizada.
Da dosagem
Do período de uso
Do ciclo utilizado (crescente, decrescente, em pirâmide, etc).

O uso abusivo quase sempre é observado em atletas de competição e em esportistas de academias que fazem uso dos anabolizantes para aumentar a massa muscular.

O QUE É DOPPING?

Dopping, ou mais propriamente dopagem é o uso de qualquer substância proibida pela regulamentação esportiva, usada com a finalidade de aumentar artificialmente o desempenho físico e/ou mental. Incluem-se na definição, alguns métodos proibidos , como a dopagem sanguínea (autohemotransfus ão) e a manipulação enganosa das amostras do material coletado.

POR QUE OS ATLETAS USAM ESTERÓIDES ANABÓLICOS EM ALTAS DOSES ?

Principalmente para o desenvolvimento de massa muscular, força e potência. Com isso, a melhoria acentuada do desempenho atlético chega mais fácil às vitórias e aos recordes . Mas , infelizmente eles exageram nas doses e costumam usar esteróides anabólicos muito potentes aumentando consideravelmente o risco do surgimento dos efeitos colaterais que vão desde a simples acne até a morte.

COMO UM ANABOLIZANTE AUMENTA A MASSA MUSCULAR?

Ele aumenta a fabricação de proteínas musculares , principalmente actina e miosina que são respons áveis pela contração dos músculos ; além disso ela bloqueia o efeito destruidor de músculos após o exercício de determinadas substâncias . Como os anabolizantes em altas doses costumam desenvolver um certo grau de agressividade, isso permite mais disposição para aumento de cargas e repetições nos treinamentos .

A AUTOMEDICAÇÃO COM ANABOLIZANTES É PERIGOSA ?

A automedicação é sempre perigosa e irrespons ável. Principalmente em se tratando de anabolizantes . Os próprios médicos reconhecem a dificuldade das prescrições de esteróides anabólicos , pelos diagnósticos difíceis , pela variação das opções de receita, pela multiplicidade de ação dos inúmeros anabolizantes e principalmente, pelo controle clínico e laboratorial do paciente durante o tratamento. Imagine-se então, quando existe a automedicação os graves riscos que se corre.

A VENDA DE ANABOLIZANTES EM FARMÁCIA É CONTROLADA ?

A legislação obriga que o médico faça a receita desses produtos em duas vias (uma via em papel carbono) carimbadas com o nome e o CRM do emitente. A segunda-via fica retida na farmácia.

JÁ OCORRERAM MORTES EM ATLETAS POR USO EXAGERADO DE ANABOLIZANTES ?

Sim. As primeiras relatadas ocorreram em 1984, num total de sete. A primeira descrita foi por câncer hepático, em Daniel Barouchi, fisiculturista de competição, americano. Desde então, vários casos têm acontecido, a maioria deles por complicações cardíacas induzidas por superdosagem.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE TESTOSTERONA E NANDROLONA ?

A nandrolona é um derivado sintético da testosterona, que é mais anabólica, menos androgênica, sem hepatotoxidade e com mínimos efeitos colaterais em doses abusivas . Com essas características , a nandrolona atua muito no aumento da massa muscular e é preferida pelos atletas que abusam das doses porque ela é pouco androgênica, isto é, não atua muito na esfera sexual o que reduz os efeitos colaterais mais indesejáveis pelos esportistas . A prescrição médica nos casos indicados , também privilegia a nandrolona, por esses mesmos motivos .

EXISTE RISCO DE CÂNCER HEPÁTICO COM A TESTOSTERONA ? E COM A NANDROLONA ?

A hepatotoxicidade da testosterona é alta daí poder surgir (geralmente na superdosagem) o câncer hepático. Com a nandrolona, mesmo em doses maiores , o risco dessa patologia é drasticamente reduzido.

QUAIs As VARIÁVEIS PARA OS EFEITOS ANABÓLICOS DO USO DE ANABOLIZANTES EM ATLETAS ?

Nem todos os esportistas que usam anabolizantes (geralmente por automedicação) apresentam o mesmo resultado no desenvolvimento e aumento da massa muscular. O organismo apresenta receptores específicos para a testosterona e seus derivados , como aliás acontece com qualquer substância endógena ou exógena. Se os receptores de uma pessoa têm pouca afinidade pelos anabolizantes , mesmo em altas doses , o efeito esperado na massa muscular é pequeno.

Além disso, existem outros fatores:

Tipo de esteróide usado
Duração do ciclo (uso)
Estado emocional antes e durante o ciclo
Intensidade do treinamento
Dieta alimentar, principalmente hiperproteica
Uso concomitante de outros hormônios
Uso concomitante de suplementos proteicos
Volume de líquido ingerido durante o ciclo.

DURANTE A SUPERDOSAGEM, CONTINUA A PRODUÇÃO NATURAL DE TESTOSTERONA ?

Quando os receptores proteicos reconhecem a presença no sangue do esteróide artificial, a produção endógena, natural, da testosterona cai muito e pode chegar a zero, principalmente com uso de derivados de altos efeitos androgênicos . Quando o ciclo é interrompido, a produção se retoma, Mas é variável o tempo em que isso ocorre e nem sempre a intensidade dessa retomada chega aos 100%.

OS EFEITOS DOS ANABOLIZANTES SÃO IGUAIS NOS HOMENS E NAS MULHERES ?

Teoricamente, não. Os efeitos são maiores nas mulheres e nas crianças porque têm níveis de andrógenos mais baixos que o homem.

O QUE É USO ABUSIVO DE ANABOLIZANTE ?

O receituário médico e as dosagens corretas de qualquer esteróide anabólico obedece parâmetros bem definidos pela experiência clínica baseada em pesquisas científicas . Além disso, os médicos vão alterando as doses no decorrer do tratamento com base na resposta clínica e no controle laboratorial.

Qualquer dosagem acima disso já deve ser considerada um abuso aumentando os riscos de efeitos colaterais . Por dosagem, deve-se entender não s ó a concentração da substância em cada ampola, mas principalmente o intervalo entre as tomadas e o tempo de uso.

QUAIS OS ACONSELHAMENTOS MÉDICOS PARA OS PACIENTES EM TRATAMENTO COM ANABOLIZANTES ?

O mais importante é seguir corretamente o que está prescrito na receita. Depois , informar ao médico qualquer sintoma ou sinal que o paciente perceba durante o tratamento. Por fim, visitar o médico com a periodicidade que ele indicar para reavaliação do caso e realização dos exames laboratoriais de controle.

QUAIS OS EXAMES LABORATORIAIS QUE OS MÉDICOS SOLICITAM ?

A "bateria"de exames varia muito de caso a caso, principalmente em função do diagnóstico que motivou a receita.

Mas existe um grupo de exames que os médicos solicitam de rotina, principalmente para surpreender o início de efeitos colaterais: determinação da densidade óssea, dosagem de hemoglobina, albumina, creatina, fosfatase alcalina, dosagem de cálcio e fósforo no sangue, colesterol (principalmente o HDL, o bom colesterol), transaminases (enzimas hepáticas ) e glicemia (principalmente nos diabéticos ).

POR QUE ALGUNS ATLETAS TOMAM DOIS ANABOLIZANTES ?

Os receptores químicos que aceitam a presença de anabolizantes podem ter grande afinidade por um derivado de testosterona e pouca afinidade por um outro derivado. Mas , isto não se pode saber antecipadamente. Como esses atletas não querem correr riscos de usar um anabolizante que faça pouco efeito, acabam usando mais que um anabolizante e com isso aumentam os riscos de efeitos colaterais .

O RISCO DO USO ABUSIVO É MAIOR EM ALGUNS ATLETAS DO QUE EM OUTROS ?

Sim. O risco é maior naqueles que têm antecedentes familiares de press ão alta, câncer e problemas cardíacos .

OS EFEITOS COLATERAIS SURGEM LOGO NAS PRIMEIRAS APLICAÇÕES ?

Esse surgimento é muito variável. Alguns efeitos podem surgir durante o ciclo de uso do anabolizante e outros podem surgir após o uso, às vezes , até bem mais tarde.

A HIPERTROFIA MUSCULAR TEM UM LIMITE ?

Tem. Mesmo que os receptores químicos aceitem bem a molécula de um anabolizante e faça aumento da massa muscular, há um ponto em que esses receptores ficam saturados e aí não aceitam mais o anabolizante. O efeito de aumento da massa muscular estaciona nesse momento.

EXISTE ALGUM ESTERÓIDE ANABÓLICO QUE SÓ AUMENTA A MASSA MUSCULAR ?

Não. Os atletas estão sempre buscando essa mágica, porque querem ficar fortes e não correr riscos na esfera sexual. Por mais que se tente produzir um derivado de testosterona que seja s ó anabólico, isso tem sido imposs ível. Existem anabolizantes , como é o caso da nandrolona, em que os efeitos androgênicos estão muito atenuados , mas ainda não existe um esteróide que seja 100% anabólico.

QUAIS OS EFEITOS COLATERAIS DA SUPERDOSAGEM, COMUNS NO HOMEM E NA MULHER ?

A relação de efeitos colaterais indesejáveis é muito extensa. É imposs ível que todos esses efeitos aconteçam numa mesma pessoa. Tudo fica na dependência do anabolizante usado, do tempo de uso, da dosagem utilizada e principalmente, da suscetibilidade individual.

Os mais comuns são:

Acne
Aumento dos níveis do LDL colesterol (o colesterol ruim)
Diminuição dos níveis do HDL colesterol (o bom colesterol)
Edema (retenção de água nos tecidos )
Arritmia cardíaca
Aumento do risco de doença coronariana
Hepatite peleiótica (cistos de sangue no fígado)
Tumores hepáticos
Calvície
Aumento da sudorese (principalmente nos pés )
Amarelecimento da pele
Dores no estômago
Dores ósseas
Sensação de fadiga
Cefaléia intensa
Aumento da press ão arterial
Maior probabilidade de cálculos renais
Maior incidência de les ões nos ligamentos e tendões
Ins ônia
Câimbras
Náuseas e vômitos
Língua muito sens ível
Hálito insuportável
Agressividade

QUAIS OS EFEITOS COLATERAIS PRÓPRIOS DOS HOMENS ?

Alargamento do orgão genital masculino
Depois, atrofia do orgão genital masculino
Atrofia de testículos
Ginecomastia
Necessidade freqüente de urinar
Diminuição da produção de espermatozóides
Perda dos pelos
Afinamento da voz

QUAIS OS EFEITOS COLATERAIS PRÓPRIOS DAS MULHERES ?

Alargamento do clitóride
Diminuição da produção de estrógenos e progesterona
Inibição da ovulação
Alterações do ciclo menstrual
Amenorréia (suspens ão temporária da menstruação)
Aumento inicial da libido
Pele oleosa
Crescimento dos pelos
Surgimento de pelos em locais não comuns
Rouquidão
Engrossamento da voz
Comportamento masculinizado
Danos irrevers íveis ao feto

Osmar de Oliveira

Fonte: www.brasilmedicina.com

Testosterona

Terapia com Testosterona

A falta de satisfação sexual ou uma atividade sexual de má qualidade acarreta inúmeros distúrbios emocionais que se refletem na auto – estima. Interfere de maneira negativa na vida conjugal e sentimental, e muitas vezes prejudicando os relacionamentos.

Deficiência do hormônio testosterona é a principal causa de dificuldade sexual em mulheres após os 40 anos.

1- Qual é o principal hormônio que age na atividade sexual?

Entre os hormônios que interferem na atividade sexual o principal é a Testosterona que é considerado o Hormônio do Prazer Sexual .

Embora ela seja encontrada em níveis maiores nos homens ela também é encontrada em mulheres e tem um papel crucial.

2- Como age o hormônio Testosterona?

A Testosterona é um hormônio que controla a função sexual em homens e mulheres e é considerado o Hormônio do Prazer.

A testosterona tem várias funções no organismo. As funçoes principais estão ligadas ‘a atividade sexual porem ela tem também uma importante função no cérebro humano interferindo nas emoções e no humor. A testosterona faz com que a pessoa tenha mais determinação e disposição frente aos problemas do dia a dia e mais resistência a situações de stress. Ela traz sensação de bom humor e bem estar. Melhora a memória e concentração.

Além disso reduz a gordura abdominal, o “culote”, e a obesidade. Mantem a massa muscular e óssea. Melhora também alguns casos de hipertensão arterial e o colesterol.

Aumento da pressão arterial, e alterações emocionais tais como mau humor, irritabilidade, cansaço físico e mental, falta de memória e concentração são também algumas das conseqüências da diminuição desse hormonio.

3- Qual é a principal causa das dificuldades sexuais nas mulheres após o 40 anos ?

A queda hormonal é a principal causa de dificuldades sexuais em homens e mulheres após os 40 anos.

A partir dos 35 anos começa a ocorrer uma queda dos hormonios tanto em homens como em mulheres .

Entre os 45 e 55 anos o nível hormonal se reduz a quase metade dos níveis do adulto jovem.

4-O que causa a diminuição de Testosterona no organismo?

A partir dos 35 anos a Testosterona começa a diminuir normalmente tanto em homens como em mulheres e entre os 45 e 55 anos se reduz a quase metade dos níveis do adulto jovem.

Além disso o stress que passamos no dia - dia também faz com que a testosterona diminua acarretando problemas também em pessoas jovens, estudantes, e naquelas que trabalham excessivamente e ou que dormem ou e alimentam de forma irregular......

5-É comum ocorrer falta de Testosterona?

Uma pesquisa realizada com as pacientes do Projeto Afrodite, do Setor de Sexualidade Feminina da UNIFESP, apontou que as 47% das mulheres após os 40 anos tem diminuição do desejo sexual .

A falta de prazer e da libido chega a ser total após a menopausa em quase 100% dos casos.

Entre os homens 43% apresentam algum tipo de disfunção sexual após essa idade.

6-A deficiência de Testosterona pode acontecer também em pessoas jovens?

O stress está cada vez mais presente na vida dos jovens de hoje. A cobrança cada vez maior nos estudo principalmente na época do vestibular, o início de carreira levam os jovens a sofrerem de stress que diminui a produção de Testosterona mesmo em idade bem jovem acarretando todos os sintomas da falta desse hormônio.

7- Quais os sintomas da deficiência de Testosterona?

Na mulher:

Diminuição da libido e do prazer sexual,
Diminui a quantidade e freqüência de relações sexuais .
Provoca dificuldade de atingir o orgasmo,
Aumento da gordura abdominal ,
Culote,
Rugas e flacidez muscular ,
Mau humor,
Depressão,
Fadiga intensa.
E até mesmo alguns casos de celulite

No homem:

Impotência,
Dificuldade de ereção e menor intensidade de ejaculação,
Impede a atividade sexual satisfatória
Perda de massa muscular, que chega a ser de 2% ao ano,
Aumento da gordura abdominal ,
Falta de memória e concentração,
Irritabilidade, mau humor
Hipertensão arterial entre outros.

8- A partir de que idade a testosterona começa a cair?

A testosterona começa a cair a partir dos 35 anos de idade mas essa queda pode ocorrer bem antes em pessoas que estão passando por uma situação de stress, noites mal dormidas, excesso de trabalho etc.

9- Como o Stress do dia-dia pode levar a problemas sexuais?

O stress tem sido um outro responsável pelas disfuncões sexuais em homens e mulheres porque diminui drasticamente a produção normal de testosterona e isso ocorre pode ocorrer também em pessoas bem jovens, estudantes,pessoas que trabalham excessivamente, passam por noites mal dormidas ou com falta de alimentação saudável ou vida sedetária etc...

10-Quando é necessário se repor testosterona?

A testosterona, bem como qualquer outro hormônio, deve ser reposta sempre que seus níveis estejam abaixo do normal evitando-se assim os problemas e os sintomas que a falta do hormônio provoca.

11-Em que outras situações a testosterona diminui?

Algumas doenças genéticas ou não que atingem o sistema endócrino, desnutrição, hipotireoidismo, stress, envelhecimento precoce, sedentarismo, depressão e uso de anti depressivos , uso de drogas , podem fazer com que os níveis de testosterona se tornem insuficientes.

12- Como é feito o diagnóstico da deficiência de Testosterona?

O diagnóstico do Deficiência de Testosterona , que atinge 43% dos homens e mais de 50% das mulheres acima dos 40 anos, demanda exames clínicos e laboratoriais específicos, sendo que o principal é o exame de sangue que mede o nível de testosterona e suas frações no organismo

13- O que é a Terapia com Testosterona?

A Terapia com Testosterona é uma terapia de reposição hormonal que faz com que os níveis de testosterona voltem ao normal. Deve ser feita utilizando-se a testosterona bioidentica que é uma substância cuja molécula é idêntica a da testosterona produzida pelo corpo humano e com isso consegue-se ótimos resultados com mínimos ou nulos efeitos colaterais, pois o corpo a reconhece como se tivesse sendo produzida por ele mesmo..

14-Quais os benefícios da Terapia com Testosteorna?

A Terapia com Testosterona em mulheres recupera a auto –estima ,o desejo sexual, aumenta a freqüência e o prazer sexual , melhora a quantidade e qualidade de orgasmos.

Alem disso diminui a gordura abdominal , aumentar massa muscular ,melhorar a hipertensão arterial e o humor.

Deixa a mulher mais confiante, segura e mais bonita.

A Terapia com Testosterona apresentou uma melhora de 75% na atividade sexual, nas mulheres após 5 semanas de uso do hormonio, incluindo aumento do desejo sexual , aumento da freqüência e da qualidade de relações, maior numero de orgasmos alem de melhora do humor, do bem estar, disposição física.

Houve tambem uma diminuição significante da gordura.

Segundo uma pesquisa realizada em 2000 na Universidade de Utrecht na Holanda houve uma significante melhora da resposta sexual com aumento da excitação sexual e da libido 15 minutos após a administração de testosterona atingindo um pico de excitação no tempo de 4 hs e meia.

15-Qual a importância da Terapia com Testosterona na qualidade de vida?

A reposição com Testosterona melhora também o bem estar , e o humor da pessoa, além de ter um efeito emagrecedor, pois diminui a gordura abdominal , aumenta massa muscular ,melhora a disposição, diminui a hipertensão arterial melhorando em muito a qualidade de vida.

16-Existe algum risco na Terapia com Testosterona?

A terapia com Testosterona na mulher, ao contrario dos outros hormônios utilizados em reposição hormonal é praticamente isenta de riscos de Câncer de mama ou de outros tipos de cancer.

Um artigo publicado pelo Journal of Sex Medicine em 2007 , mostrou , segurança e eficácia no uso de testosterona. em uma pesquisa realizada nos USA, Canadá e Austrália, envolvendo 532 mulheres na menopausa e com disfunções sexuais.

Substâncias nutricionais e atividade física podem elevar aa produção endógena de testosterona mas a Terapia com Testosterona se mostra imprescindivel , nos casos onde a deficiência do hormonio está laboratorialmente confirmada.

Ao contrario de outros hormônios a Terapia com Testosterona em mulheres é relativamente isenta de riscos.

Márcia Kablukow

Fonte: doutoramarciak.no.comunidades.net

Testosterona

Testosterona e Depressão nos Homens

Nos homens a secreção de testosterona afeta as funções neurológicas e comportamentais como o interesse sexual, agressividade, grau de emoções.

A partir dos 50 anos de idade aproximadamente começa a diminuir lentamente a secreção de testosterona.

Aproximadamente 20% dos homens com mais de 60 anos de idade têm os níveis desse hormônio abaixo do "normal".

As seqüelas psiquiátricas disso ainda não foram satisfatoriamente compreendidas. Existem algumas evidências da relação entre a queda dos níveis hormonais e o surgimento de depressão.

Essas informações são derivadas de dois tipos de estudos: observação do comportamento dos homens com níveis baixos de testosterona circulante, e do tratamento dos sintomas depressivos com reposição hormonal complementar.

A testosterona é um hormônio de interação social; é secretado em resposta a estímulos sociais como situações que despertam o interesse sexual, a hostilidade ou o humor, pois age diretamente no cérebro.

Não se tem certeza ainda se os sintomas depressivos são causa, efeito ou se não têm relação alguma com os níveis de testosterona no homem.

Muitos casos de depressão resistente nos homens podem ter na deficiência de testosterona (a exemplo do que acontece com o estrogênio com a mulher) sua explicação.

Talvez alguns homens deprimidos com baixos níveis de testosterona só se recuperem adequadamente depois de se normalizar os níveis dos hormônios masculinos.

Mais estudos são necessários para se confirmar esta necessidade; enquanto isso os psiquiatras devem trabalhar conjuntamente com os endocrinologistas quando houver algum caso de depressão resistente com baixos níveis de testosterona

Fonte: www.psicosite.com.br

Testosterona

Hormônios masculinos em mulheres

Um dos temas do último Congresso Internacional de Endocrinologia, realizado em novembro de 2008, no Rio de Janeiro, foi um debate com a seguinte pergunta:

A terapia com hormônio masculino deve ser usada na mulher na menopausa quando ela se queixar de redução da libido ou desejo sexual? No evento o debate foi conduzido por dois especialistas com posições diferentes. Daí, podemos imaginar como o assunto é polêmico. Não foi uma conferência ou uma aula. Foi um debate acalorado, onde ambos traziam evidências sobre a eficácia ou a ineficácia, os benefícios ou os riscos da prescrição de hormônios masculinos (andrógenos) às mulheres.

A idéia do debate seria que ao final, os ouvintes, cerca de 5 mil médicos, principalmente endocrinologistas, se manifestassem em votação erguendo a mão, "votando sim" ou "votando não" para o questionamento que motivou o debate. O resultado do debate foi que a maioria dos ouvintes votaram "pelo sim", pelo uso dos hormônios masculinos em mulheres que estavam na menopausa e tinham queixas de redução da libido.

Hormônios masculinos também são produzidos pelas mulheres

Na mulher, os hormônios masculinos são produzidos pelos ovários e pelas glândulas supra-renais. Da mesma forma que os hormônios femininos, eles passam a ser produzidos nos ovários, de maneira mais intensa, na puberdade.

Na década que precede a menopausa, já podemos notar uma queda no pico dos hormônios masculinos, notadamente da testosterona, que ocorre normalmente no meio do ciclo menstrual de mulheres jovens. No caso das mulheres com menopausa precoce ou naquelas que foram submetidas à cirurgia para a retirada dos ovários, a queda dos níveis de testosterona parece ser mais evidente e com sintomas de enorme desconforto.

"O envelhecimento é a maior causa de redução dos hormônios masculinos nas mulheres, a ponto das concentrações de testosterona - o mais potente hormônio masculino - caírem pela metade na mulher de 40 anos, em relação à mulher de 20 anos. Parece que a queda desse hormônio é insignificante na transição da menopausa natural, sendo mais evidente uma queda progressiva durante o envelhecimento", explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.

Como diagnosticar a deficiência de hormônio masculino na mulher?

A menopausa pode ser facilmente definida como a última menstruação de uma mulher. A dosagem hormonal nessa fase da vida feminina é contundente no anúncio do climatério. A dosagem dos hormônios masculinos ou andrógenos na mulher sofre muitas interferências. Há uma metodologia desenvolvida para a dosagem desses hormônios no homem, onde os níveis hormonais são muito mais elevados. "Mas na mulher, devido às variações naturais do organismo, fica difícil a identificação precisa destas reduções dos níveis séricos dos andrógenos, tanto antes, quanto após a menopausa", diz a endocrinologista.

Os sintomas mais característicos dessa fase da vida feminina, muitas vezes, são intensos e motivo de reiteradas queixas, principalmente, junto aos ginecologistas.

A maioria deles, entretanto, são relativos à deficiência do estrogênio, o hormônio feminino e se manifestam como ondas de calor, redução da lubrificação do orgão genital femininol e com ela a maior ocorrência de infecções no orgão genital feminino, infecção urinária e dor durante o ato sexual. "Quando há queixas de redução do desejo sexual ou da libido após a menopausa, pouco adianta a reposição do hormônio feminino, pois esse sintoma está muito mais relacionado à deficiência de hormônios masculinos", diz a médica.

Aqui, mais um impasse, a redução da libido pode ocorrer e realmente ocorre muito mais freqüentemente por outras causas que não a deficiência dos hormônios masculinos. São fatores complexos como influências psicossociais, educacionais, culturais, comportamentais, experiências passadas e relação com o parceiro, até aqueles inerentes à simples rotina dos casais.

"Assim, o diagnóstico depende de uma avaliação criteriosa de cada paciente e se baseia no conjunto dos sintomas de redução da libido, fadiga crônica e falta de motivação, afastadas as várias outras possíveis causas desses sintomas, associados aos sinais de deficiência androgênica, incluindo a perda de massa óssea e a redução da massa muscular", destaca Ellen Paiva. Dada às dificuldades metodológicas na dosagem dos hormônios masculinos na mulher, essa avaliação laboratorial geralmente não ajuda no diagnóstico.

Outras possíveis causas de deficiência de hormônios masculinos na mulher devem ser afastadas como depressão, síndrome da fadiga crônica, estresse, doenças tireoidianas, elevação da prolactina e deficiência de ferro ou vitamina D. "Nesses casos é importante que se diga que o tratamento deve ser dirigido à doença de base e não à administração de hormônios masculinos à mulher", ressalta a diretora do Citen.

Um diagnóstico diferencial muito difícil nessas pacientes é saber o que veio primeiro: se a redução da libido ou a depressão. Isso porque sabemos que a depressão é um dos mais importantes fatores causais da redução da libido; perde-se o interesse pela vida e pelo sexo. Por outro lado, a redução da libido é descrita por essas pacientes como um fator de grande angústia e melancolia, que em graus intensos, pode levar a reações depressivas.

Finalmente a menopausa cirúrgica ou a retirada dos ovários por qualquer patologia ginecológica, principalmente em mulheres em idade anterior à menopausa está fortemente associada à redução do desejo sexual, chegando a cifras de mais de 50%. "São muitos os estudos científicos que têm revelado que a reposição hormonal associada à testosterona tem sido muito mais eficaz em restaurar uma atividade sexual satisfatória às mulheres, após menopausa cirúrgica, quando comparadas aquelas que receberam apenas a reposição hormonal com hormônio feminino", informa a endocrinologista.

O uso da testosterona na mulher

A ação farmacológica da testosterona na mulher ainda não está bem esclarecida. Parece que esse hormônio, administrado em comprimidos ou adesivos, melhora o humor e o bem-estar, a massa óssea e muscular e estimula a libido. Na maioria dos estudos científicos, a testosterona é administrada em associação com os esquemas de reposição hormonal em mulheres na menopausa. Há ainda poucos estudos científicos que possam servir como base para se usar testosterona em mulheres antes da menopausa.

Uma vez que a terapia de reposição hormonal com hormônios femininos já divide os especialistas, o que dirá do uso de hormônio masculino na mulher, após a menopausa. "Começamos a rever tal posição ao observar que muitos sintomas comuns do climatério não melhoram com a reposição de estrogênio. Muitas mulheres persistem com queixas de fadiga crônica, falta de motivação e redução da libido. Muitas têm sinais de perda de massa óssea e redução da massa muscular. São estas as candidatas ao uso do hormônio masculino. A tarefa em identificá-las é muito importante para a obtenção dos benefícios definidos como secundários ao uso dessa reposição hormonal", destaca Ellen Paiva.

De acordo com vários trabalhos científicos, parece que administração de testosterona exógena pode melhorar o humor, a fadiga crônica e a libido nessas mulheres. A maioria dos estudos científicos utiliza a testosterona apenas nas mulheres após a menopausa, combinada ao estrogênio (após a retirada dos ovários) ou a estrogênio + progesterona (após a menopausa natural).

Nos Estados Unidos, a administração de testosterona na menopausa foi aprovada sempre em associação com estrogênios em mulheres na menopausa com sintomas de moderada a elevada intensidade, sempre que a terapia com hormônio feminino tenha se mostrado ineficaz.

Efeitos colaterais da administração de testosterona na mulher

A maioria dos trabalhos científicos que avaliam o efeito da testosterona administrada a mulheres na menopausa é de curta duração, sendo os mais longos de apenas 24 semanas. Os efeitos colaterais mais comuns são o aumento de pêlos e acne, que geralmente tem reversão com a suspensão da medicação. É preocupante o risco de abuso de hormônios masculinos, uma vez conhecido o potencial de toxicidade hepática dessas drogas. Além disso, doses mais elevadas desses hormônios em mulheres podem causar alterações no timbre da voz, queda de cabelos e virilização, como o aumento do clitóride.

Por não contarmos com estudos de longo prazo, ainda restam várias dúvidas a cerca do risco cardiovascular e de câncer de mama relacionados ao uso de andrógenos."Mulheres em menopausa natural ou cirúrgica podem se beneficiar com o uso da testosterona, principalmente se elas têm redução da libido, sem outras causas identificadas. Nesses casos, os esquemas terapêuticos devem respeitar os limites de normalidade dos hormônios masculinos em mulheres e elas devem ser esclarecidas quanto aos possíveis efeitos colaterais desse tratamento", diz a endocrinologista Ellen Simone Paiva.

Fonte: www.citen.com.br

Testosterona

ANDROPAUSA

Tanto o termo Andropausa quanto CLIMATÉRIO MASCULINO, podem ser ambos clinicamente inadequados. Na menopausa, de onde se faz a analogia com Andropausa, ocorre invariavelmente a falência dos ovários e o fim do ciclo reprodutivo da mulher. No homem, com o avançar da idade, diminui a produção de vários hormônios, principalmente dos chamados esteróides sexuais. O que realmente existe é uma síndrome caracterizada por deficiência. Mas, como o termo já adquiriu status de verdade creio podermos usá-lo sem maiores prejuízos da ciência.

No homem, a chegada do envelhecimento físico pode vir junto com a falta desejo sexual, esta última muito ligada ao fator psicológico e, em alguns casos, à diminuição da produção de testosterona, o hormônio sexual masculino. Essa fase pode ser chamada de Andropausa.

A Andropausa não é igual para todos os homens, mas todos experimentam alguma diferença no modo de sentir a vida a medida em que a velhice vai chegando.

Embora a idade seja a causa da Andropausa, os homens mais emotivos, menos autoconfiantes e seguros de si estão mais predispostos aos efeitos da apatia.

A produção do hormônio testosterona costuma diminuir, de forma discreta, quando os homens ultrapassam os 50 anos. Isso é fisiológico e natural. Depois dos 40 anos, a testosterona começa a diminuir cerca de 1% ao ano, entretanto, quando essa queda é mais acentuada, o fenômeno leva o nome de Andropausa e alguns homens podem apresentar problemas.

Portanto, a Andropausa seria o resultado das disfunções sexuais e os problemas físicos provocados pela diminuição do nível de testosterona que atinge homens com mais de 50 anos.

O “climatério masculino”, ou Andropausa, foi descrito pela primeira vez em 1939, onde se caracterizou como o declínio da testosterona plasmática em homens acima de 50 anos. A partir dos anos sessenta, inúmeros trabalhos científicos confirmaram estas descobertas e identificaram uma redução da perfusão sanguínea (fluxo) nos testículos, com redução significativa da síntese de testosterona.

A Andropausa é a versão masculina da menopausa na mulher e, neste período do envelhecimento, o homem é marcado por mudanças fisiológicas e psicológicas.

Mas, por maior que seja a queda da testosterona no homem, ela não se compara à queda dos hormônios femininos na mulher na menopausa. No homem os sintomas se instalam lenta e progressivamente, diferentemente da menopausa na mulher.

Nessa fase, em 15% dos casos surgem sintomas como perda de interesse sexual, problemas de ereção, falta de concentração, queda de pêlos, aumento de peso, irritabilidade e insônia, entre outros. O medo de enfrentar desafios, seja na vida particular ou profissional, é um dos sintomas mais comum.

Quando é a insônia que mais importuna o paciente, deve ser tratada, quando são os distúrbios de ereção, é isso que deve receber tratamento, ou a depressão, o ganho de peso e assim por diante.

A Testosterona, o Hormônio Masculino

Os hormônios masculinos são produzidos, na sua maior parte, nos testículos e pequena porção nas glândulas supra-renais. A regulação da produção desses hormônios depende da integridade do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, um sistema que integra o hipotálamo no cérebro, a glândula hipófise, também no cérebro e as gônadas.

A testosterona é o mais importante hormônio masculino e o homem adulto produz aproximadamente 7mg de testosterona todos os dias. No exame de sangue essa produção é constatada normal quando o nível de testosterona está entre 300 e 1.000 ng/dL (nanograma por decilitro). Entre o período da manhã e noturno existem variações na produção de testosterona, sendo à noite os menores níveis.

A produção de testosterona pode ainda ser alterada por várias condições clínicas, tais como uso de alguns medicamentos, obesidade, doenças hepáticas, doenças renais e doenças de algumas glândulas, principalmente da tireóide, diabetes, por doenças coronarianas, depressão e até pelo tabagismo.

A testosterona facilita e promove o crescimento e a virilização do homem, estando associada às mudanças na composição corporal, como a distribuição de pêlos na face, tórax e na região púbica, aumento da massa muscular e funções sexuais. Existem grandes variações individuais na produção hormonal e variações com a idade. No sangue, a testosterona está circulando geralmente ligada às proteínas (globulinas).

Na adolescência a testosterona é responsável pelas características sexuais, como o desenvolvimento do órgão genital masculino, o aumento dos pelos, as mudanças da voz e o aumento da massa muscular. Com a diminuição ou falta da testosterona surgem os sintomas da Andropausa (abaixo).

Em torno dos 55 anos, às vezes até mesmo antes, começa a perda de libido e o interesse sexual diminui ou desaparece. Apesar do homem ainda ter ereção peniana sua vontade de sexo está prejudicada. Mais tarde surge também a dificuldade em ter ou manter a ereção, juntamente com alterações de humor, irritabilidade, sintomas depressivos e alterações da memória, entre outros.

Tal como acontece nas mulheres, por volta dos 35-40 anos o homem também passa a ter maior propensão para engordar e, com a Andropausa, essa tendência se agrava. Mas o aumento de peso na Andropausa se deve ao aumento da gordura corporal, havendo simultaneamente uma maior perda de massa muscular.

Essa perda muscular se agrava ainda mais pela falta de atividade física.

Além da diminuição do desejo sexual também sofre diminuição a disposição mental e disposição para o trabalho. O déficit de Testosterona no cérebro leva também a constantes episódios depressivos, dando a sensação de que a vitalidade se reduz a cada dia que passa.

SINTOMAS DA ANDROPAUSA

Aumento da proporção de gordura corporal
Diminuição da massa muscular
Tendência à anemia
Tendência à osteoporose
Perda de interesse sexual
Dificuldade de ereção
Dificuldade de concentração
Problemas de memória
Apatia e depressão
Queda de pêlos
Aumento de peso
Irritabilidade
Insônia

A influência da Testosterona se faz sentir uma muitos órgãos e funções do organismo.

Vejamos algumas delas:

Próstata

Estudos epidemiológicos têm relacionado os andrógenos (principalmente a testosterona) com o desenvolvimento do câncer da próstata. Alguns desses estudos constatam que jovens negros do sexo masculino têm níveis séricos de testosterona maiores do que os jovens de raça branca. As diferenças raciais detectadas entre esses grupos de homens americanos em relação ao metabolismo da testosterona, paralelamente às diferenças raciais detectadas quanto à mortalidade e maior incidência de câncer da próstata, sugerem, que ao menos uma parte dessas diferenças se deva à magnitude da testosterona endógena.

Os andrógenos (principalmente a testosterona) promovem o desenvolvimento e o crescimento prostático através dos níveis hormonais crescentes durante a puberdade. Sabe-se que os andrógenos estão envolvidos no desenvolvimento dos tumores prostáticos benignos (hipertrofia prostática benigna), sendo também constatado, estatisticamente em autópsias, que há correlação positiva entre o volume prostático e a idade.

Por outro lado, a privação de andrógenos causa a morte de células tumorais na maioria dos tumores da próstata, principalmente dos tumores derivados do epitélio glandular e que crescem por estimulação da testosterona. Também existem fortes evidências de que os andrógenos estimulam o crescimento de câncer pré-existente da próstata, mas é fato desconhecido e inconsistente se a concentração da testosterona no tecido prostático inicia realmente o desenvolvimento do câncer da próstata.

Também já se sabe que níveis aumentados de andrógenos não aumentam o PSA, que é a enzima que aumenta quando existe câncer de próstata. A literatura evidencia o desenvolvimento do câncer da próstata em atletas e pessoas que estão realizando fisiocultura corporal (aumento da massa muscular) após a utilização de esteróides anabolizantes.

Mas, como se não bastasse essa confusão, também se sabe que muitos homens com testosterona baixa, PSA normal e toque prostático normal, podem ser portadores de câncer oculto e latente da próstata, o qual poderá se desenvolver com o uso abusivo e sem orientação médica de testosterona.

Os níveis de andrógenos podem influenciar no desejo e na fantasia sexual durante o desenvolvimento e a vida adulta. Libido, humor e funções do conhecimento e da percepção (fatores cognitivos)

Comportamento

Estudos demonstram que a testosterona exerce uma significativa influência na libido e da função sexual. Em homens com deficiências de testosterona demonstradas laboratorialmente, a reposição da mesma tem aumentado a ousadia, o interesse e a melhoria do comportamento e do desempenho sexual.

Por outro lado, a correlação entre os níveis de testosterona e o comportamento agressivo permanece controvertida com as informações atuais da literatura. Mas, os pacientes com distúrbios psiquiátricos e deficiência de andrógenos, quando os mesmos são administrados (reposição), apresentam de melhoria da disposição, performance energética, melhoria da memória, da auto-imagem corporal e do bem estar social.

Desempenho sexual

Ainda há muita controvérsia sobre a ação hormonal no desempenho erétil. Homens castrados ou hipofunção das gônadas apresentam grandes períodos de desinteresse, queda da libido e impossibilidade de apresentar uma ereção peniana normal.

Vários estudos demonstram que os andrógenos não são absolutamente essenciais para o desempenho sexual e função erétil. Isto está evidenciado em homens com baixos níveis de testosterona e bom desempenho sexual e erétil. Entretanto, homens com baixos níveis de testosterona plasmática e baixa performance sexual podem melhorar a função e o desempenho quando são tratados com terapia de reposição hormonal.

A maioria dos homens normais apresenta ereção peniana noturna. Isso acontece numa freqüência de três a cinco ereções no período noturno, com duração de 25 a 35 minutos cada uma. Em pessoas com decréscimo da ereção peniana noturna, estudos monitorados têm evidenciado uma significante melhora dessa função erétil durante as terapias com a reposição hormonal.

Estudos e investigações recentes têm demonstrado que a ereção peniana noturna e a estimulação visual erótica são testosterona dependente, melhorando com esse hormônio a habilidade de iniciar as ereções, a rigidez e a duração.

Reprodução

Os andrógenos estimulam a diferenciação pré-natal e o desenvolvimento puberal dos testículos, epidídimo, órgão genital masculino, vesícula seminal e próstata. A testosterona é um fator regulador do crescimento e desenvolvimento das células testiculares, interferindo no fluxo sanguíneo e na produção do fluido seminal.

A espermatogênese (produção de espermatozóides), é dependente dos níveis testiculares de testosterona. Entretanto, a terapia com altas doses de testosterona pode inibir, na hipófise, fatores de liberações da gonodotrofina endógena e causar, nas gônadas, diminuição do número ou mesmo ausência de espermatozóides.

Reposição Hormonal Masculina  

Os estudos sobre o Tratamento de Reposição Hormonal para a mulheres menopáusicas ou pré-menopáusicas tem sido estudado há mais tempo que seu correspondente masculino. Esse privilégio deveu-se, sobretudo, a forma clássica e abrupta com que os sintomas da menopausa se apresentam.

Na falta de hormônios, a mulher pára de menstruar, começa o ressecamento da pele e das mucosas, o cabelo fica sem vida e, muitas vezes com aumento da queda, há mudanças repentinas de humor, depressão, ondas de calor, obesidade, flacidez na pele e músculos, passa a ter dificuldade nas relações sexuais devido ao ressecamento do órgão genital feminino, enfim, uma série de sintomas e sinais clínicos que vão surgindo muito visivelmente.

Essas alterações, que na mulher culmina com a Menopausa, a qual pode ter início por volta dos 45 anos de idade. Já no homem, a Andropausa apresenta sintomas mais vagos e variados, desde a perda do tônus muscular, sintomas depressivos e desinteresse sexual. Esses sintomas ocorrem mais tardiamente, em relação às mulheres. Ela começa a surgir por volta dos 50-55 anos. Felizmente, com os avanços da Medicina e a descoberta da Terapia de Reposição Hormonal Masculina é, ao menos, possível retardar essa evolução incômoda.

A Andropausa, ao contrário da Menopausa, não traz o fim da fertilidade para o homem, apenas uma redução dela devido à menor produção de espermatozóides, mas também tem sintomas incômodos, apesar de mais sutis que os da mulher.

Tanto para os homens que ainda já apresentam os sintomas quanto para aqueles que desejam fazer a prevenção da Andropausa, existe a Terapia de Reposição Hormonal Masculina. Esta tem sido mais segura com a forma de aplicação transdérmica, através de gel, cremes ou adesivos cutâneos. .

Além da a Terapia de Reposição Hormonal é necessário fazer uma suplementação de vitaminas, sais minerais e oligoelementos, para melhorar a atividade mental, de antioxidantes e aminoácidos que ajudarão a liberar neurotransmissores cerebrais, melhorando o interesse sexual e o prazer em geral pela vida.

Através da Terapia de Reposição Hormonal Masculina os níveis hormonais podem ser restabelecidos, melhorando a irritabilidade, a depressão e proporcionando a vontade de ser novamente produtivo. O homem que faz o tratamento volta a ter mais energia, força física e mental e vida sexual mais satisfatória.

Tanto para a mulher como para o homem, a Terapia Ortomolecular tem que ser valorizada, individualizada e só deve ser prescrita por Médico Especialista. Este, avaliar o estado psicoemocional do paciente e fazer um estudo pormenorizado de exames laboratoriais, incluindo exames ortomoleculares..

As contra indicações para Terapia Hormonal Masculina seriam a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou de mama, níveis de testosterona normais e insuficiência hepática.

A Polêmica dos Hormônios  

A reposição hormonal masculina e a abordagem da Andropausa tem sido um tema polêmico e controverso nos últimos anos. Vários parâmetros têm sido analisados para definir a necessidade de reposição hormonal e os reais benefícios da terapia.

A tendência em melhorar as condições de vida do idoso, o apelo social para atividade sexual e o interesse em realizar a reposição hormonal têm contribuído muito para melhor entendimento do sistema endócrino e da inteiração fisiológica dos sistemas hormonais do homem.

O interesse pelas terapêuticas do homem idoso com alterações da libido, portador de disfunção erétil, alterações da massa óssea e muscular, alterações da memória e funções cognitivas (conhecimento e percepção) estão revolucionando a pesquisa, a discussão e o entendimento da Andropausa.

A reposição hormonal estimula a produção de hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) mas, por outro lado, aumenta a agregação plaquetária, facilitando a formação de coágulos.

Os andrógenos costumam exercer importante ação nas gorduras das pessoas. Assim, após a puberdade eles provocam o decréscimo do colesterol HDL, que é a fração boa do colesterol e, ao mesmo tempo, aumentam triglicérides e colesterol LDL, que é a fração ruim. É por isso que alguns investigadores têm referido que a supressão de testosterona aumenta a concentração de HDL, melhorando assim o perfil das gorduras, já que o DHL é a fração boa.

Todo paciente com suspeitas de alterações hormonais e interessados na administração de reposições deverá ser rigorosamente investigados por clínicos, endocrinologistas e urologistas. Segundo Gilvan Neiva Fonseca, pacientes com perda da libido, persistente disfunção erétil, queda no desempenho físico e intelectual deverão se submeter a uma completa análise urológica, pois apenas 1 a 2% da disfunção erétil é atribuída a problemas hormonais.

A reposição hormonal está corretamente indicada para homens com hipogonadismo (baixa função hormonal testicular) ou com evidências clínicas e laboratoriais de alterações hormonais. Esses pacientes devem ser amplamente esclarecidos sobre os riscos e benefícios da terapia, para uma melhor qualidade de vida.

Fonte: gballone.sites.uol.com.br

Testosterona

HORMÔNIOS MASCULINOS

ESPERMATOGÊNESE

A espermatogênese ocorre devido a estimulação dos hormônios gonadotrópicos da hipófise anterior durante a puberdade masculina e prolonga-se por toda a vida.

Etapas da Espermatogênese

As espermatogônias são células epiteliais germinativas que se localizam ao longo da estrutura tubular. Elas se proliferam continuamente para manter seu número constante.

Na primeira etapa da espermatogênese estas espermatogônias se dividem 4 vezes para formar 16 células ligeiramente diferenciadas. Neste estágio, as espermatogônias migram centralmente entre as células de Sertori.

As células de Sertori unem-se umas as outras formando uma barreira que impede a penetração de grandes moléculas de proteínas que poderiam interferir o desenvolvimento adicional das espermatogônias a espermatozóides. No entanto, as espermatogônias, penetram através da barreira e são envolvidas pelos prolongamentos citoplasmáticos das células de Sertori.

Meiose: após cruzar a barreira para dentro das células de Sertori, a espermatogônia se modifica até formar um espermatócito primário. No final de 24 dias cada espermatócito primário se divide para formar dois espermatócitos secundários, cada um com 23 cromossomos. Dentro de dois a três dias, uma Segunda divisão meiótica ocorre, na qual novamente cada espermatozóide fica com 23 cromossomos.

Desenvolvimento do espermatozóide: após poucas semanas ocorrido a meiose, cada espermátide é nutrido e fisicamente remodelado pela célula de Sertori, transformando-o lentamente num espermatozóide.

Fatores hormonais que estimulam a espermatogênese:

Testosterona: é secretada pelas células de Leydig, é essencial ao crescimento e a divisão das células germinativas na formação dos espermatozóides.
Hormônio Luteinizante: estimula a célula de Leydig.
Hormônio Folículo Estimulante: estimula as células de Sertori.
Estrogênios: são formados a partir das testosteronas pelas células de Sertori. Fica disponível para o amadurecimento do espermatozóide.
Hormônio do crescimento: é necessário para controlar as funções metabólicas de fundo dos testículos. Promove a divisão inicial das próprias espermatogônias.

HIPÓFISE

A Glândula Hipófise, também chamada de pituitária, é uma pequena glândula de cerca de 1 centímetro de diâmetro e 0,5 a 1 grama de peso. Situada na base do cérebro, conectada ao hipotálamo.

A Glândula Hipófise é divisível em duas porções distintas: anterior e posterior.

A hipófise anterior origina-se da bolsa de Rathke, que é uma invaginação embrionário do epitélio da faringe; e a hipófise posterior, de uma proliferação do hipotálamo.

Os Hormônios da Hipófise anterior desempenham um papel fundamental no controle das funções metabólicas por todo o corpo:

O Hormônio do Crescimento afeta a formação das proteínas, na multiplicação das células e na diferenciação celular.
A Adrenocorticotropina afeta o metabolismo da glicose, das proteínas e das gorduras.
O Hormônio Tíreo-estimulante controla a taxa de secreção da tiroxina e da triodotironina pela glândula tireóide.
A Prolactina promove o desenvolvimento da glândula mamaria e a produção de leite.
O Hormônio Folículo Estimulante e o Luteinizante controlam o crescimento das gônadas bem como suas atividades hormonais e reprodutoras.

Os Hormônios da Hipófise posterior desempenham outros papéis:

O Hormônio Antidiurético, controla a excreção de água na urina.
A Ocitocina ajuda a levar o leite das glândulas da mama para os mamilos durante a amamentação.

OUTROS HORMÔNIOS SEXUAIS MASCULINOS

Androgênios

Os testículos secretam hormônios sexuais masculinos que são coletivamente chamados de androgênios.

O termo androgênio significa qualquer hormônio esteróide que tenha efeitos masculinizantes, inclusive a própria testosterona; também inclui hormônios sexuais masculinos produzidos em outras partes do corpo além dos testículos.

Todos os androgênios são compostos esteróides da testosterona e da diidrotestosterona. Tanto nos testículos quanto nas adrenais, os androgênios podem ser sintetizados a partir do colesterol ou diretamente a partir da acetilcoenzima A.

Estrogênios

Pequenas quantidades de estrogênios são formadas no sexo masculino (cerca de um quinto da quantidade da mulher não grávida), e uma quantidade razoável destes pode ser recuperada da urina do homem.

São conhecidas as seguintes fontes de estrogênios nos homens:

A concentração de estrogênios no líquido dos tubos seminíferos é bastante alta e provavelmente desempenha um papel importante na espermiogênese.
Os estrogênios são formados a partir da testosterona e do androstenadiol em outros tecidos do corpo, especialmente no fígado.

FUNÇÕES DA TESTOSTERONA

A testosterona é responsável pelas características distintas do corpo masculino. É produzida pelos testículos durante o período fetal e logo após o nascimento, não sendo mais produzidas até os 13 anos, quando sua produção aumenta.

Além de fazer com que os órgãos sexuais masculinos (características sexuais primárias), aumentem de tamanho até os 20 anos, a testosterona também faz com que se desenvolvam as “características sexuais secundárias”, como:

Distribuição de pêlos sobre o corpo: a testosterona causa o crescimento de pêlos na região pubiana, na face, no peito e em outras porções do corpo.
Calvície:
a testosterona diminui o crescimento do cabelo no topo da cabeça.
Efeito sobre a voz:
a testosterona causa hipertrofia da mucosa da laringe e aumento das mesma.
Efeito sobre a pele e desenvolvimento de acne:
a testosterona aumenta a espessura da pele e a taxa de secreção das glândulas sebáceas.
Efeito sobre a formação de proteínas e desenvolvimento muscular:
a musculatura aumenta após a puberdade, estando associada com o aumento de proteínas.
Efeito sobre o crescimento ósseo e retenção de cálcio:
os ossos crescem em espessura e depositam quantidades adicionais de sais de cálcio, aumentando a quantidade da matriz óssea e causando retenção de cálcio.
Efeito sobre o metabolismo basal:
aumenta a taxa do metabolismo basal em até 15 %.
Efeito sobre as hemácias:
aumenta o número de hemácias por milímetro cúbico de 15% a 20%.
Efeito sobre o equilíbrio hídrico e eletrolítico:
a testosterona faz com que os volumes de sangue e de líquidos extracelular em relação ao peso corporal aumente em pequena extensão.

CONTROLE DAS FUNÇÕES SEXUAIS MASCULINAS PELOS HORMÔNIOS LH E FSH

Uma parte fundamental do controle das funções sexuais tanto masculinos quanto femininos começa com a secreção do hormônio de liberação da gonadotropina (GnRH) pelo hipotálamo.

Este hormônio, por sua vez, estimula a glândula hipófise anterior a secretar dois outros hormônios chamados de hormônios gonadotrópicos: o hormônio luteinizante (LH)e o hormônio folículo-estimulante (FSH). Por sua vez, o LH é o estímulo primário para a secreção de testosterona pelos testículos, e oi FSH estimula sobretudo a espermatogênese.

O GnRH e seu Efeito Aumentando a Secreção de LH e FSH

O GNRH é transportado para a glândula hipófise anterior no sangue porta e estimula a liberação das duas gonadotropinas, LH e FSH.

A secreção do LH pela glândula hipófise anterior também é cíclica (assim como o GnRH), com o LH seguindo bastante fielmente a liberação pulsátil do GnRH flutuante. Devido à relação mais íntima entre a secreção de GnRH e a secreção de LH, o GnRH também é conhecido como hormônio de liberação do LH.

Hormônios Gonadotrópicos: LH e FSH

Ambos os hormônios gonadotrópicos, LH e FSH, são secretados pelas mesmas células, chamadas de gonadótropos, na glândula hipófise anterior. Na ausência de GnRH do hipotálamo, os gonadótropos da glândula hipofisária quase não secretam LH ou FSH.

O LH e o FSH são glicoproteínas ; no entanto, a quantidade de carboidrato ligada à proteína nas moléculas varia consideravelmente em diferentes condições, o que pode alterar a potência da atividade.

Tanto o LH quanto o FSH exercem seus efeitos sobre os tecidos-alvo sobretudo ativando o sistema do segundo-mensageiro do monofosfato cíclico de adenosina, que, por sua vez, ativa sistemas enzimáticos específicos nas respectivas células-alvo.

Testosterona – Regulação de sua produção pelo LH. A testosterona é secretada pelas células intersticiais de Leydig nos testículos, mas apenas quando são estimuladas pelo LH da glândula hipofisária. Além disso, a quantidade de testosterona secretada aumenta aproximadamente em proporção direta à quantidade de LH disponível.

Inibição Recíproca da Secreção Hipofisária Anterior de LH e FSH pela Testosterona – controle de feedback negativo da secreção de testosterona.

A testosterona secretada pelos testículos em resposta ao LH tem efeito recíproco de desligar a secreção hipofisária anterior de LH. Isto é feito de duas maneiras:

1. Certamente, a maior parte da inibição resulta do efeito direto da testosterona sobre o hipotálamo diminuindo a secreção de GnRH. Isto, por sua vez, causa uma diminuição correspondente da secreção de LH e FSH pela hipófise anterior, e o decréscimo do LH diminui a secreção de testosterona pelos testículos.
2.
A testosterona provavelmente também tem um fraco efeito de feedback negativo, agindo diretamente sobre a glândula hipófise anterior além de seu efeito de feedback sobre o hipotálamo. Acredita-se que este feedback hipofisário diminua especificamente a secreção do LH.

Regulação da Espermatogênese pelo FSH e pela Testosterona

O FSH se fixa a receptores específicos para o FSH presos às células de Sertori nos túbulos seminíferos. Isto faz com que estas células cresçam e secretem várias substâncias espermatogênicas. Simultaneamente, a testosterona, ao se difundir para dentro dos túbulos a partir das células de Leydig nos espaços intersticiais, também tem um forte efeito trópico sobre a espermatogênese. Para iniciar a espermatogênese, tanto o FSH quanto a testosterona são necessários.

Controle por Feedback Negativo da atividade dos túbulos seminíferos – papel do Hormônio Inibina. Quando os túbulos seminíferos não produzem espermatozóides, a secreção de FSH pela glândula hipófise anterior aumenta acentuadamente. Ao contrário, quando a espermatogênese é excessivamente rápida, a secreção de FSH diminui. Acredita-se que a causa deste efeito de feedback negativo sobre a hipófise anterior seja a secreção pelas células de Sertori de um outro hormônio chamado inibina. Este hormônio tem um forte efeito direto sobre a glândula hipófise anterior, inibindo a secreção de FSH, e possivelmente um pequeno efeito sobre o hipotálamo, inibindo a secreção de GnRH. A inibina é uma glicoproteína, como o LH e o FSH.

Puberdade e Regulação de sua Instalação

Sabe-se agora, a partir de experimentos nos quais os tecidos testiculares quando hipofisários foram transplantados de animais infantis para animais adultos, que ambos os tecidos, do testículo e da hipófise infantis, são capazes de desempenhar funções adultas se forem apropriadamente estimulados. Portanto, acredita-se agora que, durante a infância, o hipotálamo não secreta quantidades significativas de GnRH. Uma das razões para isto é que, durante a infância, por menor que seja a secreção dos hormônios esteróides sexuais, ela exerce um forte efeito inibidor sobre a secreção hipotalâmica de GnRH.

ANORMALIDADES DA FUNÇÃO SEXUAL MASCULINA

Glândula Prostática e suas anormalidades: A próstata cresce na puberdade sob o estímulo da testosterona. Com aproximadamente 50 anos, em alguns homens, começa a involuir, juntamente com a produção de testosterona. Quando ocorre câncer da próstata, as células cancerosas são usualmente estimuladas a um crescimento mais rápido pela testosterona e são inibidas com sua não formação.

Hipogonadismo Masculino: Quando não há formação dos órgãos sexuais masculinos, formam-se órgãos femininos normais. Isto se deve porque não há presença de testosterona para induzir órgãos sexuais masculinos. Quando há perda dos testículos antes da puberdade, ocorre o eunuconismo, no qual as características infantis continuam por toda a vida. Quando um homem é castrado após a puberdade, algumas características secundárias regridem às de uma criança. No macho adulto castrado, os desejos sexuais são diminuídos, mas não perdidos. Algumas instâncias do hipogonadismo, freqüentemente associado a uma anormalidade de comer excessivamente, causa o obesidade juntamente com eunuconismo, também chamada de síndrome adiposogenital.

Tumores Testiculares e Hipergonadismo Masculino: Quando desenvolve-se tumores das células intersticiais de Leydig em crianças pequenas, ocorre excessivamente desenvolvimento dos órgãos sexuais, de todos os músculos e de outros caracteres sexuais secundários masculinos.

Andiara Onizzolo Marques
Isadora Schmachtenberg
Manoela Zaccani
Maristela Ullrich Paul
Potira Zambiasi Trindade
Wilson Junior Weschenfelder

Fonte: UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL

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