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Tomate

Tomate

Aspectos Gerais

Olerícola muito difundida, 2a em produção no Brasil, originária dos Andes, domesticada por índios mexicanos (chamada tomati, jitomate).

Botânica/Descrição/Variedades

Dicotiledoneae, Solanaceae, Lycopersicon esculentum, Mill, planta herbácea, caule flexível ramificado, flores amareladas em cachos, frutos alongados ou achatados vermelhos e amarelos, rosados. Espécies rasteiras e espécies trepadeiras (2,5m.)

Variedades

Tipo Santa Cruz: fruto alongado, bilocular, c/70-110g., representado por Angela Hiper, Angela Gigante, Angela 5.100, Kada, Santa Clara; tipo Salada ou Caqui-fruto grande, plurilocular, com 200-250g., representado por Tropic, Floradel, Carmel. Cachoeiro de Itapemirim, prefeitura, tem roqueso que dispensa uso de agrotóxico.

Usos

Polpa do fruto consumida "in natura", na culinária domestica compondo temperos diversos, saladas, "tira-gosto"; na indústria é matéria-prima para sucos, para molhos, para massas em culinária e outros. Admite-se uso medicinal.

Necessidades da Planta

Clima

Tropical (de altitude), sub-tropical, fresco, seco, alta luminosidade, planta precisa de variação de temperatura 20-25ºC no dia e 11-18ºC à noite; acima de 35ºC há prejuízo na frutificação, temperaturas baixas retardam germinação e desenvolvimento produzindo frutos mal-formados, ocos, leves. Chuvas: excessivas também prejudicam desenvolvimento e frutificação; planta requer em torno de 1.000 mm/ano bem distribuídos e, de ordinário, é plantado sob irrigação.

Solos

Permeáveis, profundos, boa drenagem e fertilidade, com bom teor de Ca e Mg, pH 6-6,5, areno-argilosos. Evitar plantios em terrenos inclinados, expostos ao vento frio, gargantas, baixadas frias. Solos excessivamente compactados, sujeitos a encharcamento são evitados.

Propagação

Comercial via mudas; produzidas em sementeiras e em viveiros (por copinhos ou bandejas).

Sementes

Adquiridas em revendas ou na própria lavoura através plantas robustas, sadias, frutos sadios (s/cancro) da variedade cultivada, sem rachaduras, sem podridão apical; frutos são espremidos, sementes colhidas em vasilhas não metálicas, fermentados por 96 horas (a 21ºC) para eliminar mucilagem.

Canteiros

Locais ensolarados, água próxima, fumigados, 1m. de largura x 5m. de comprimento, sulcos transversais (c/10cm. entre si) com 1cm. de profundidade que recebem 3g. de sementes/m2 desbastando-se 7 dias pós germinação para 3cm. entre plantinhas.

Catação de ervas, irrigação 2x/dia (6 e 17 horas), abrigo com 1m. de altura em tempo quente.

Copos de papel

Tiras de 11cm. de largura, enrolados em lata ou garrafa (6-7cm. de diâmetro) formando copo de 7cm. x 6cm. 50Kg. de jornal dão para formar 20.000 copinhos, para plantar 1 hectare.

Substrato formado por 20l. de terra fértil, pouco arenosa, 150g. supersimples, 30g. de cloreto de potássio, peneirado, fumigado (300cc brometo/m³/72 horas).

Necessários 4m3 de substrato e 200-300g. de sementes (lançando-se 3-4 sementes/copo cobertas com 1cm. de terra fina) para 20.000 copos. Irriga-se com crivo fino 2x/dia, desbasta-se para 2 plantas/copo 8 dias pós emergência.

Via sementeira muda apta em 25-50 dias; via copo muda apta em 15-25 dias.

Plantio

Aração (15-20cm.), gradagem, adubação de cova de 1Kg esterco misturado à 100-200g. da formula NPK 4-16-8 (cova 0,2m x 0,2m.)

Em sulcos de 0,4m. de largura x 0,15m. de profundidade, aduba-se com 2Kg esterco/m. linear mais 100-200g. NPK 4-16-8.

Tomate rasteiro em camalhões de 15-29cm. (alt.). Espaçamentos: 1m.x0,5m. para sulcos ou covas com 1 planta ou 1m.x0,7m. (2 plantas/cova). A muda é enterrada até os cotilédones , mudas com 10-15cm. de altura ou 4-6 folhas. Industrial 1m.x0,2-0,4m.

Tratos Culturais

Cultura no limpo (3-5 capinas), amontoas (15-20 dias pós plantio) formando camalhões 1ª, adubação cobertura quando aplica-se 50g. de sulfato de amônia/cova, 20-25 dias pós emergência. Nas seguintes adicionar 30g. de sulfato de potássio ao sulfato de amônia.

Irrigação diária até pegamento e depois 2-3/semanas. Plantas com 25-30cm. de altura (25 dias) faz-se tutoramento e amarrio (varas 2,2m. cruzadas e apoiadas em fio de arame liso 18, esticado por estacas grossas distantes de 10m., a 1,8m. de altura. Desbrotas semanais paralelamente aos amarrios, cultura com 2 hastes por planta uma principal e outra do 1º cacho.

Pragas e Doenças

Rosca

Vaquinha

Pulgão

Brocas

Cancro

Viroses

Requeima

Vírus

Colheita/Rendimento

Ciclo 4-7 meses. Colheita a partir de 80-110 dias por 60 dias; ponto de colheita vermelho, avermelhado ou verde-escuro (depende da distância do mercado); grupo I – tomates alongados e grupo II – formato globular; graúdo com diâmetro transversal 52mm. (I) e 120mm.

(II) ; médio com 47-52 (I) e 80-120mm. (II); pequeno com 40-47mm. (I) e 50-80mm. (II) e miúdo com 33-40mm. (I). Quanto a qualidade há tipos I, II, etc.. Embalagem caixa tipo K para 23 a 28Kg. de tomates.

Colhido o tomate deve ser deixado em repouso por 24 horas antes de ser embalado.

Fonte: www.seagri.ba.gov.br

Tomate

Tomate

Cultivares recomendados

a) - tipo santa-cruz

Ângela LC, ângela-gigante (super e hiper), santa-cruz-kada, santa-cruz-yokota ou sakai, ozawa 2, sandra e miguel-pereira.

b) - tipo salada

Ogata-fukuju, floralou, floradel e oishi.

Época de plantio

Na região Centro-Sul ( São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, inclusive Espírito Santo) a época de plantio varia de uma microrregião para outra em função do cultivar e do fator sócio - econômico. De modo geral, os cultivares santa-cruz são recomendados para o inverno e, o ângela, para o verão.

Espaçamento

1 x 0,7m. Podem ser plantados dois pés por cova com espaçamento maior conduzindo-se uma rama principal por planta; 1 x 0,8m, quando a época é propícia à ocorrência de requeima.

Sementes necessárias: 200 a 250g/ha.

Adubação

Termofosfato 1t/ha, torta-de-mamona 50g , farinha de ossos 50g, sulfato de magnésio e bórax 1g cada e o adubo químico (4-12-8) 350g por cova.

Com adubo nitrogenado em cobertura, 30g de na primeira vez e 10 a 30g nas subsequentes até seis vezes com intervalo de 15 dias.

O excesso de adubo nitrogenado é prejudicial a planta, pois causa necrose-salpicada e podridão-apical ( especialmente no tomate tipo salada e alguns cultivares mais suscetíveis).
A deficiência de N, Mg, Ca ou B pode ser sanada com aplicação foliar.

Tratos culturais

Semeação em copinho de papel e cobertura do canteiro com bagaço de cana ou casca de arroz são práticas recomendadas.

O desbaste do fruto é necessário no tomateiro tipo salada. Lavar bem as mão para evitar a disseminação de doenças durante os tratos culturais.

Irrigação

É importante manter o solo em umidade constante. A variação brusca da umidade do solo pode causar rachaduras e podridão-aplical nos frutos.

Combate à moléstias e pragas

Murchadeira ou murcha-bacteriana:

a) rotação de cultura com gramíneas (milho e arroz, incorporando o resto da cultura )
b) não irrigar com água usada e suspeita
c) tratamento do solo com 560g/m3 de brometo de metila.

Cancro-bacteriano

a) tratamento do solo do modo acima indicado
b) rotação da cultura com gramíneas ou leguminosas
c) tratamento de tutor com CuSO4 a 0,05%
d) sementes certificadas ou fementação de sementes durante 72 horas seguida de tratamento com antibiótico
e) pulverização com Peprosan, Miltox, Dacobre etc., na fase inicial da cultura

Talo-oco

a) combate aos insetos subterrâneos
b) evitar o plantio no lugar anteriormente ocupado por crucíferas ou solanáceas
c) pulverizar com fungicidas cúpricos logo após a operação de desbrota

Requeima

a) plantio em local alto e arejado
b) espaçamento amplo
c) rotação de cultura
d) uso de sementes sadias
e) pulverização até três vezes por semana com Mancozeb, Captafol, Diclone etc.

Pinta-preta

a) tratamento de sementes com Triran, Captan etc.
b) rotação de cultura
c) escolher local alto e arejado para cultura
d) pulverizações semanais de Maneb, Captafol, cobres fixos etc.

Murcha-de-fusarium

a) rotação de cultura
b) elevar o pH do solo com calagem
c) variedade resistente, quando disponível

Vira-cabeça

a) evitar o plantio na época de maior incidência
b) isolamento do canteiro e do campo das possíveis fontes de inóculo e dos vetores (tripses)
c) aplicação de inseticidas sistêmicos desde a fase de canteiro e combinar com pulverização foliar para controle de tripses em campo

Risca ou mosaico Y

a) uso de sementes sadias
b) tratamento de sementes com fosfato trissódico a 10% durante uma hora, seguido de lavagem em água corrente por dez horas
c) evitar contaminação durante as operações como repicagem, desbrota, amarração etc.
d) uso de copinho de papel na semeação para dispersar a repicagem

Amarelo-baixeiro e topo-amarelo

a) isolamento do canteiro e do campo
b) rotação de cultura
c) proteção do canteiro com barreira e com pulverização

Podridão-aplical

a) irrigação controlada para evitar a flutuação híbrica do solo
b) adubação nitrogenada equilibrada, principalmente com a forma NO3
c) manter pH 6 do solo com calagem
d) sob condições de maior incidência, evitar o uso de cultivares mais suscetíveis

Tripses

a) barreira de Crotalária juncea em volta da área de plantio
b) inseticidas fosforados como dimetoato e monocrotofos.

Broca pequena e grande do fruto

a) pulverização com carbaril, triclorfon, clorpirifos, enquanto os frutos estiverem pequenos, principalmente nas sépalas.

Microácaro e ácaro-rajado

a) acaricidas específicos.

Época de colheita

A colheita dos cultivares precoces inicia-se aos 95 dias após a semeação e dura de dois a três meses, dependendo do estado fitossanitário da lavoura.

Produção normal

200 a 400 caixas de 23Kg por mil pés ou 50 a 100t/ha.

Melhor rotação

Milho, abobrinha, abóbora-seca, couve-flor, repolho, feijão-vagem e ervilha, esses ultimos dois aproveitando-se dos espaldares. Deve ser evitada a solanácea, especialmente o pimentão.

Observações

O tomateiro não suporta geadas. No verão, com temperatura mínima noturna acima de 20º C, pode ocorrer a queda de frutos. O solo deve ser leve, poroso, profundo, rico e com pH no mínimo 6.

Fonte: www.agrov.com

Tomate

Tomate

Aspectos Gerais

Olerícola muito difundida, 2a em produção no Brasil, originária dos Andes, domesticada por índios mexicanos (chamada tomati, jitomate).

Botânica/Descrição/Variedades

Dicotiledoneae, Solanaceae, Lycopersicon esculentum, Mill, planta herbácea, caule flexível ramificado, flores amareladas em cachos, frutos alongados ou achatados vermelhos e amarelos, rosados. Espécies rasteiras e espécies trepadeiras (2,5m.)

Variedades

Tipo Santa Cruz: fruto alongado, bilocular, c/70-110g., representado por Angela Hiper, Angela Gigante, Angela 5.100, Kada, Santa Clara; tipo Salada ou Caqui-fruto grande, plurilocular, com 200-250g., representado por Tropic, Floradel, Carmel. Cachoeiro de Itapemirim, prefeitura, tem roqueso que dispensa uso de agrotóxico.

Usos

Polpa do fruto consumida "in natura", na culinária domestica compondo temperos diversos, saladas, "tira-gosto"; na indústria é matéria-prima para sucos, para molhos, para massas em culinária e outros. Admite-se uso medicinal.

Necessidades da Planta

Clima

Tropical (de altitude), sub-tropical, fresco, seco, alta luminosidade, planta precisa de variação de temperatura 20-25ºC no dia e 11-18ºC à noite; acima de 35ºC há prejuízo na frutificação, temperaturas baixas retardam germinação e desenvolvimento produzindo frutos mal-formados, ocos, leves. Chuvas: excessivas também prejudicam desenvolvimento e frutificação; planta requer em torno de 1.000 mm/ano bem distribuídos e, de ordinário, é plantado sob irrigação.

Solos

Permeáveis, profundos, boa drenagem e fertilidade, com bom teor de Ca e Mg, pH 6-6,5, areno-argilosos. Evitar plantios em terrenos inclinados, expostos ao vento frio, gargantas, baixadas frias. Solos excessivamente compactados, sujeitos a encharcamento são evitados.

Propagação

Comercial via mudas; produzidas em sementeiras e em viveiros (por copinhos ou bandejas).

Sementes

Adquiridas em revendas ou na própria lavoura através plantas robustas, sadias, frutos sadios (s/cancro) da variedade cultivada, sem rachaduras, sem podridão apical; frutos são espremidos, sementes colhidas em vasilhas não metálicas, fermentados por 96 horas (a 21ºC) para eliminar mucilagem.

Canteiros

Locais ensolarados, água próxima, fumigados, 1m. de largura x 5m. de comprimento, sulcos transversais (c/10cm. entre si) com 1cm. de profundidade que recebem 3g. de sementes/m2 desbastando-se 7 dias pós germinação para 3cm. entre plantinhas.

Catação de ervas, irrigação 2x/dia (6 e 17 horas), abrigo com 1m. de altura em tempo quente.

Copos de papel

Tiras de 11cm. de largura, enrolados em lata ou garrafa (6-7cm. de diâmetro) formando copo de 7cm. x 6cm. 50Kg. de jornal dão para formar 20.000 copinhos, para plantar 1 hectare.

Substrato formado por 20l. de terra fértil, pouco arenosa, 150g. supersimples, 30g. de cloreto de potássio, peneirado, fumigado (300cc brometo/m³/72 horas).

Necessários 4m3 de substrato e 200-300g. de sementes (lançando-se 3-4 sementes/copo cobertas com 1cm. de terra fina) para 20.000 copos. Irriga-se com crivo fino 2x/dia, desbasta-se para 2 plantas/copo 8 dias pós emergência.

Via sementeira muda apta em 25-50 dias; via copo muda apta em 15-25 dias.

Plantio

Aração (15-20cm.), gradagem, adubação de cova de 1Kg esterco misturado à 100-200g. da formula NPK 4-16-8 (cova 0,2m x 0,2m.)

Em sulcos de 0,4m. de largura x 0,15m. de profundidade, aduba-se com 2Kg esterco/m. linear mais 100-200g. NPK 4-16-8.

Tomate rasteiro em camalhões de 15-29cm. (alt.). Espaçamentos: 1m.x0,5m. para sulcos ou covas com 1 planta ou 1m.x0,7m. (2 plantas/cova). A muda é enterrada até os cotilédones , mudas com 10-15cm. de altura ou 4-6 folhas. Industrial 1m.x0,2-0,4m.

Tratos Culturais

Cultura no limpo (3-5 capinas), amontoas (15-20 dias pós plantio) formando camalhões 1ª, adubação cobertura quando aplica-se 50g. de sulfato de amônia/cova, 20-25 dias pós emergência. Nas seguintes adicionar 30g. de sulfato de potássio ao sulfato de amônia.

Irrigação diária até pegamento e depois 2-3/semanas. Plantas com 25-30cm. de altura (25 dias) faz-se tutoramento e amarrio (varas 2,2m. cruzadas e apoiadas em fio de arame liso 18, esticado por estacas grossas distantes de 10m., a 1,8m. de altura. Desbrotas semanais paralelamente aos amarrios, cultura com 2 hastes por planta uma principal e outra do 1º cacho.

Pragas e Doenças

Rosca

Vaquinha

Pulgão

Brocas

Cancro

Viroses

Requeima

Vírus

Colheita/Rendimento

Ciclo 4-7 meses. Colheita a partir de 80-110 dias por 60 dias; ponto de colheita vermelho, avermelhado ou verde-escuro (depende da distância do mercado); grupo I – tomates alongados e grupo II – formato globular; graúdo com diâmetro transversal 52mm. (I) e 120mm.

(II) ; médio com 47-52 (I) e 80-120mm. (II); pequeno com 40-47mm. (I) e 50-80mm. (II) e miúdo com 33-40mm. (I). Quanto a qualidade há tipos I, II, etc.. Embalagem caixa tipo K para 23 a 28Kg. de tomates.

Colhido o tomate deve ser deixado em repouso por 24 horas antes de ser embalado.

Fonte: www.seagri.ba.gov.br

Tomate

Tomate

Cultivares recomendados

a) - tipo santa-cruz

Ângela LC, ângela-gigante (super e hiper), santa-cruz-kada, santa-cruz-yokota ou sakai, ozawa 2, sandra e miguel-pereira.

b) - tipo salada

Ogata-fukuju, floralou, floradel e oishi.

Época de plantio

Na região Centro-Sul ( São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, inclusive Espírito Santo) a época de plantio varia de uma microrregião para outra em função do cultivar e do fator sócio - econômico. De modo geral, os cultivares santa-cruz são recomendados para o inverno e, o ângela, para o verão.

Espaçamento

1 x 0,7m. Podem ser plantados dois pés por cova com espaçamento maior conduzindo-se uma rama principal por planta; 1 x 0,8m, quando a época é propícia à ocorrência de requeima.

Sementes necessárias: 200 a 250g/ha.

Adubação

Termofosfato 1t/ha, torta-de-mamona 50g , farinha de ossos 50g, sulfato de magnésio e bórax 1g cada e o adubo químico (4-12-8) 350g por cova.

Com adubo nitrogenado em cobertura, 30g de na primeira vez e 10 a 30g nas subsequentes até seis vezes com intervalo de 15 dias.

O excesso de adubo nitrogenado é prejudicial a planta, pois causa necrose-salpicada e podridão-apical ( especialmente no tomate tipo salada e alguns cultivares mais suscetíveis).
A deficiência de N, Mg, Ca ou B pode ser sanada com aplicação foliar.

Tratos culturais

Semeação em copinho de papel e cobertura do canteiro com bagaço de cana ou casca de arroz são práticas recomendadas.

O desbaste do fruto é necessário no tomateiro tipo salada. Lavar bem as mão para evitar a disseminação de doenças durante os tratos culturais.

Irrigação

É importante manter o solo em umidade constante. A variação brusca da umidade do solo pode causar rachaduras e podridão-aplical nos frutos.

Combate à moléstias e pragas

Murchadeira ou murcha-bacteriana:

a) rotação de cultura com gramíneas (milho e arroz, incorporando o resto da cultura )
b) não irrigar com água usada e suspeita
c) tratamento do solo com 560g/m3 de brometo de metila.

Cancro-bacteriano

a) tratamento do solo do modo acima indicado
b) rotação da cultura com gramíneas ou leguminosas
c) tratamento de tutor com CuSO4 a 0,05%
d) sementes certificadas ou fementação de sementes durante 72 horas seguida de tratamento com antibiótico
e) pulverização com Peprosan, Miltox, Dacobre etc., na fase inicial da cultura

Talo-oco

a) combate aos insetos subterrâneos
b) evitar o plantio no lugar anteriormente ocupado por crucíferas ou solanáceas
c) pulverizar com fungicidas cúpricos logo após a operação de desbrota

Requeima

a) plantio em local alto e arejado
b) espaçamento amplo
c) rotação de cultura
d) uso de sementes sadias
e) pulverização até três vezes por semana com Mancozeb, Captafol, Diclone etc.

Pinta-preta

a) tratamento de sementes com Triran, Captan etc.
b) rotação de cultura
c) escolher local alto e arejado para cultura
d) pulverizações semanais de Maneb, Captafol, cobres fixos etc.

Murcha-de-fusarium

a) rotação de cultura
b) elevar o pH do solo com calagem
c) variedade resistente, quando disponível

Vira-cabeça

a) evitar o plantio na época de maior incidência
b) isolamento do canteiro e do campo das possíveis fontes de inóculo e dos vetores (tripses)
c) aplicação de inseticidas sistêmicos desde a fase de canteiro e combinar com pulverização foliar para controle de tripses em campo

Risca ou mosaico Y

a) uso de sementes sadias
b) tratamento de sementes com fosfato trissódico a 10% durante uma hora, seguido de lavagem em água corrente por dez horas
c) evitar contaminação durante as operações como repicagem, desbrota, amarração etc.
d) uso de copinho de papel na semeação para dispersar a repicagem

Amarelo-baixeiro e topo-amarelo

a) isolamento do canteiro e do campo
b) rotação de cultura
c) proteção do canteiro com barreira e com pulverização

Podridão-aplical

a) irrigação controlada para evitar a flutuação híbrica do solo
b) adubação nitrogenada equilibrada, principalmente com a forma NO3
c) manter pH 6 do solo com calagem
d) sob condições de maior incidência, evitar o uso de cultivares mais suscetíveis

Tripses

a) barreira de Crotalária juncea em volta da área de plantio
b) inseticidas fosforados como dimetoato e monocrotofos.

Broca pequena e grande do fruto

a) pulverização com carbaril, triclorfon, clorpirifos, enquanto os frutos estiverem pequenos, principalmente nas sépalas.

Microácaro e ácaro-rajado

a) acaricidas específicos.

Época de colheita

A colheita dos cultivares precoces inicia-se aos 95 dias após a semeação e dura de dois a três meses, dependendo do estado fitossanitário da lavoura.

Produção normal

200 a 400 caixas de 23Kg por mil pés ou 50 a 100t/ha.

Melhor rotação

Milho, abobrinha, abóbora-seca, couve-flor, repolho, feijão-vagem e ervilha, esses ultimos dois aproveitando-se dos espaldares. Deve ser evitada a solanácea, especialmente o pimentão.

Observações

O tomateiro não suporta geadas. No verão, com temperatura mínima noturna acima de 20º C, pode ocorrer a queda de frutos. O solo deve ser leve, poroso, profundo, rico e com pH no mínimo 6.

Fonte: www.agrov.com

Tomate

Tomate

Grupos de Tomate

Tomate
Caqui

Tomate
Saladete


Tomate
Santa
Cruz

Tomate
Italiano

Tomate
Cereja

Cores dos Tomates

Tomate
Verde

Tomate
Salada

Tomate
Colorido

Tomate
Vermelho

Tomate
Molho

CALIBRES

CALIBRES - OBLONGO

<?php echo $alt; ?>
40 < 50 pequeno

<?php echo $alt; ?>
50 < 60 médio

<?php echo $alt; ?>
60 < 70 grande

<?php echo $alt; ?>
70 < 80 grande

<?php echo $alt; ?>
>= 80 grande

CALIBRES - REDONDO

<?php echo $alt; ?>
50 < 60 pequeno

<?php echo $alt; ?>
60 < 65 pequeno

<?php echo $alt; ?>
65 < 70 médio

<?php echo $alt; ?>
70 < 80 médio

<?php echo $alt; ?>
80 < 90 grande

<?php echo $alt; ?>
90< 100 grande

<?php echo $alt; ?>
> 100 gigante

DEFEITOS GRAVES


Podridão

Tomate
Dano patológico e/ou fisiológico que implique em qualquer grau de decomposição, desintegração ou fermentação dos tecidos.

Passado

Tomate
Fruto que apresenta um avançado estágio de maturação e senescência, caracterizados principalmente pela perda de firmeza.

Dano por geada

Tomate
Fruto que apresenta perda de consistência e zonas necrosadas provocadas pela ação da geada.

Podridão apical


Tomate
Dano fisiológico caracterizado por necrose seca na região apical do fruto

Tomate

Queimado

Tomate
Fruto que apresenta zona de cor marrom , provocada pela ação do sol atingindo a polpa.

Dano Profundo

Tomate
Lesão de origem mecânica, fisiológica ou causada por pragas com profundidade maior que 1,5 mm .

Dano superficial

Tomate
Lesão de origem mecânica, fisiológica ou causada por pragas com profundidade menor que 1,5 mm.

Deformado

Tomate
Alteração da forma característica da variedade ou cultivar

Manchado

Tomate
Alteração na coloração normal do fruto, qualquer que seja sua origem. Considera-se defeito quando a parte afetada superar 10% (dez por cento) da superfície do fruto.

Imaturo

Tomate
Fruto que não alcançou o estágio de maturação ideal ou comercial, ou seja, quando ainda não é visível o início de amarelecimento na região apical do fruto.

Ocado

Tomate
Fruto que apresenta vazios, em função do mal desenvolvimento do conteúdo locular.

Fonte: www.hortibrasil.org.br

Tomate

Tomate

O tomate, esse legume tão usado na cozinha, é na verdade o fruto de uma planta da família das Solanáceas, a mesma da batata.

O tamanho e a cor dos tomates mudam conforme a variedade a que pertencem.

Além do tomate comum, são três as variantes mais conhecidas: o "tomatede-árvore" (também chamado tomate da serra), cujo formato lembra uma pêra e que tem sabor levemente azedo; o "tomate caqui, valenciano ou japonês, que chega a medir 10 cm de diâmetro e que tem polpa grossa e um pouco ácida; e o "tomate do mato", cuja planta cresce nos campos e é erva daninha.

0 emprego do tomate na culinária é enorme. Pode ser usado em saladas, como tempero ou, até mesmo como aperitivo, em forma de suco.

Além de ser uma boa fonte de vitamina C, o tomate é ideal para quem quer perder peso, pois contém poucas calorias.

0 tomate funciona como antitóxico e laxante e ajuda o organismo a combater infecções. Além disso, é um excelente depurador do sangue. Também é rico em sais minerais, tais como: potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro.

Nunca compre tomates com manchas escuras, partes podres ou emboloradas. Nem compre os verdes, que amadurecem fora do pé, pois eles têm menos vitaminas que os maduros. Escolha sempre os bem vermelhos, firmes e com a casca lisa. Além disso, leve em conta, na hora de comprar, o modo como você pretende prepará-los: eles precisam ser bem maduros e vermelhos para dar cor e consistência a molhos, sopas, cremes e sucos, mas não há necessidade de que sejam grandes e bonitos.

Para isso, você pode aproveitar os tomates menores.

Mas, se for usá-los em saladas, escolha tomates grandes, que não estejam machucados, de cor uniforme, lisos e brilhantes.

Lave e enxugue os tomates antes de guardá-los na gaveta da geladeira própria para legumes.

Assim, eles não correm o risco de mofar e podem ser conservados em boas condições durante 1 semana.

0 tomate inteiro não deve ser congelado.

Apenas o molho de tomate pode ir ao congelador.

Fonte: www.horti.com.br

Tomate

Tomate

O tomate é boa fonte das vitaminas A, B e C, e de sais minerais como Fósforo, Ferro, Potássio e Magnésio. Contém baixo teor de calorias.

A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, mucosas e pele, auxilia o crescimento e evita infecções.

As vitaminas do Complexo B ajudam na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, tonificam o músculo cardíaco, colaboram para a pele e para o crescimento. Já a vitamina C, principal componente do tomate, dá resistência aos vasos sanguíneos, vitalidade às gengivas, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, contribuindo no combate a infecções e cicatrização de ferimentos.

O tomate é excelente vigorizador do organismo, purificador do sangue, combate doenças do fígado, o desgaste mental, perturbações digestivas e pulmonares, sendo contra-indicado para pessoas que sofram de fermentações gástricas e acidez no estômago.

O suco de tomate puro servido com salsa ajuda a dissolver cálculos renais e, na luta contra infecções em geral, exerce efeito antisséptico no corpo, neutralizando resíduos ácidos.

Na hora de comprar, é preciso levar em conta a forma como vão ser preparados. Para molhos, sopas ou cremes, eles precisam ser bem maduros, vermelhos, sem sinais de machucadura ou manchas. Para saladas, precisam ter cor uniforme e serem firmes e lisos. Os de aparência irregular precisam ser cozidos ou empregados em sucos.

O tomate maduro pode ser conservado em geladeira por uma semana e o verde por até 3 semanas.

Seu período de safra vai de maio a julho.

Cem gramas de tomate fornecem 21 calorias.

Fonte: www.vitaminasecia.hpg.ig.com.br

Tomate

Tomate

Popular no mundo todo

O tomate está entre as hortaliças mais consumidas no mundo, sendo uma fonte de vitaminas A e C e de sais minerais como potássio e magnésio. É um fruto originário dos países andinos, desde o norte do Chile até a Colômbia. Pertence à família das Solanáceas, como o pimentão, o jiló, a berinjela e a batata.

COMO COMPRAR

A maior oferta de tomate, e os menores preços, ocorrem no período de julho a outubro. No mercado são encontrados vários tipos de tomate: Santa Cruz , Caqui, Cereja e Saladinha.

O tomate denominado longa vida tem maior conservação pós-colheita. No mercado, tem a mesma aparência dos outros, mas quando bem maduro e vermelho ele se mantém firme por mais tempo. Em alguns mercados também se encontra tomate Cereja e do grupo Santa Cruz de cor amarela. A cor, a firmeza e a sanidade são as características mais importantes na hora da compra. Os frutos devem estar ‘‘de vez’’ (mudando de verde para maduro) quando se pretende conservá-los em casa por mais tempo. Quando totalmente vermelhos servem para consumo imediato ou para molho. Evite comprar os frutos totalmente verdes (eles podem não amadurecer), com furos, com manchas ou ferimentos. Ao escolher os frutos deve-se evitar apertá-los ou jogá-los na banca para não estragá-los.

COMO CONSERVAR

Os tomates se conservam bem fora da geladeira por poucos dias.

Tomates vermelhos se estragam rapidamente por isso, se não forem consumidos logo, devem ser colocados na geladeira, na parte inferior, dentro de sacos de plástico perfurados.

Tomates ‘‘de vez’’ devem ser mantidos em ambiente natural até o completo amadurecimento. O tomate cru (inteiro ou picado) não deve ser congelado. Somente o molho de tomate pode receber este tratamento.

COMO CONSUMIR

O tomate pode ser consumido em saladas, purês, molhos, doces, geléias ou sucos.

Prefira tomates maduros ou de vez, pois o tomate verde não tem valor nutritivo adequado.

Os tomates tipo Caqui são mais indicados para salada. Para preparo de molho, purê e geléia prefira os tomates Santa Cruz ou Saladinha que apresentam maior rendimento.

O tomate Cereja pode ser usado inteiro como aperitivo ou em saladas.

Quando o tomate é consumido cru, principalmente com casca, é fundamental higienizá-lo bem antes do consumo. Após lavagem em água corrente os frutos são deixados de molho em água filtrada com água sanitária (1 colher de sopa de água sanitária para 1 litro de água por 30 minutos).

Em seguida, devem ser enxaguados com água filtrada. Deixar os tomates de molho na água com água sanitária ou com vinagre não elimina os resíduos de pesticidas ou agrotóxicos mas elimina microorganismos que possam estar na casca e causar doenças.

DICAS

Para facilitar a retirada da pele ou casca do tomate, espete-o com um garfo e leve-o ao fogo. Mantenha-o a certa distância para não queimá-lo e vá virando o fruto lentamente até começar a soltar a casca.

Se o tomate estiver mole, deixe-o de molho em água fria ou gelada por 15 minutos. Ele ficará mais firme e mais fácil de ser cortado.

Fonte: www.cnph.embrapa.br

Tomate

Tomate

Existe nos talos e folhas de todos os tipos de tomates, uma substância antifúngica (tomatina), que impede doenças vegetais e também atua no fungo filamentoso que produz no homem a doença da pele "Pitryasis versicolor". Útil também em produtos hormonais.

Composição: corantes, vitamina A, B, C e E, solanina, saponinas. Rádio, ferro, cobre, boro, níquel e cobalto.

Indicações: no tratamento vitamínico, perturbações do crescimento, doenças da dentição, pobreza de sangue e falta de resistência contra as infecções, renovador do sangue, tratamento da gota, doenças dos rins e vias respiratórias. Antiescorbútica.

Tomate

"A maçã erótica"; que o autor se refere na bibliografia, é devido ao elevado teor em vitamina E. Realmente a energia tanto ao que se refere à força como ao apetite sexual pode ser sentido ao se consumir o suco de tomates.

Obviamente eu uso também o guaraná cerebral, associado a exercícios físicos e outros alimentos saudáveis; mas o tomate quando entra na dieta faz-se sentir um maior apetite sexual e energia. Avaliação: Jacques A. Serafini.

Importante consumir

Tomates sem agrotóxico; principalmente as crianças que estão em desenvolvimento celular e também pessoas debilitadas, idosas e as sensíveis aos agentes agressores (agrotóxico). Evitar o acumulo de agrotóxico no organismo livra-nos de muitas doenças e de câncer. Produzir alimentos com o uso de agrotóxicos ainda é um erro habitual no país.

"Com agrotóxico o que era para curar acabou por contaminar"

Outros

Além de ser uma boa fonte de vitamina C, o tomate é ideal para quem quer perder peso, pois contém poucas calorias.

O tomate funciona como antitóxico e laxante e ajuda o organismo a combater infecções. Além disso, é um excelente depurador do sangue. Também é rico em sais minerais, tais como: potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro.

Tomate

De baixíssimas calorias (19 a cada 100 gramas), o tomate é riquíssimo em vitaminas e sais minerais, particularmente sódio, potássio, cálcio, fósforo e ferro, vitamina A (um agente da defesa orgânica contra as infecções) e vitamina C (ou ácido ascórbico, protetor do sistema vascular e importante na cicatrização de machucaduras).

Tomate

Opostamente ao que se imagina, o tomate é um produto ácido somente na lenda.

Melhor, como sugere o seu próprio nome italiano, o tomate adora absorver as energias do Sol. Consegue conservá-las até o amadurecimento e as desprende, saudavelmente, num simples contato com os lábios, a língua e as papilas gustativas. E não se devem retirar a sua pele e suas sementes a não ser em casos extremos de dificuldade digestivas e estomacais.

As sementes, principalmente, são recobertas por uma substância mucilaginosa, viscosa, que lubrifica as paredes intestinais e facilita o desprendimento dos dejetos.

Tomate

A pele por sua vez, contém celulose que dá consistência aos alimentos. Muita gente acredita que o tomate estimula a diarréia. Errado Esse risco só existe quando se ingere o fruto sem casca. De ação desintoxicante e regeneradora dos tecidos, o seu suco fresco e natural, ingerido imediatamente depois de preparado, para que as vitaminas não se enfraqueçam, auxilia na terapia das inflamações e de certos distúrbios cardíacos produzidos pelo espessamento do sangue.

Na gastronomia, deve-se escolher, invariavelmente, aqueles bem firmes, homogeneamente vermelhos, que os feirantes costumam vender para saladas. E fugir dos que os mesmos feirantes, picaretas, oferecem para o molho. Esses infelizmente, não passam de frutos passados e amassados nos fundos das caixas.

Na ciência apelidado de Solanum lycopersicum em seu estado selvagem, e de Solanum esculentum na sua versão cultivada, o tomate se originou na costa latino-americana do Pacífico, desde o Peru até o México.

Tomate

O tomate é boa fonte das vitaminas A, B e C, e de sais minerais como Fósforo, Ferro, Potássio e Magnésio. Contém baixo teor de calorias.

A vitamina A é indispensável para a normalidade da vista, mucosas e pele, auxilia o crescimento e evita infecções.

As vitaminas do Complexo B ajudam na regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo, tonificam o músculo cardíaco, colaboram para a pele e para o crescimento. A vitamina C dá resistência aos vasos sanguíneos, vitalidade às gengivas, evita a fragilidade dos ossos e má formação dos dentes, contribuindo no combate a infecções e cicatrização de ferimentos.

Tomate

O tomate é excelente revigorante do organismo, purificador do sangue, combate doenças do fígado, o desgaste mental, perturbações digestivas e pulmonares, sendo contra-indicado para pessoas que sofram de fermentações gástricas e acidez no estômago.

O suco de tomate puro servido com salsa ajuda a dissolver cálculos renais e, na luta contra infecções em geral, exerce efeito anti-séptico no corpo, neutralizando resíduos ácidos.

Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br

Tomate

Tomate

Originária da América Central. Na verdade, o tomate é um fruto, sendo consumido em todo o mundo. No Brasil, um dos maiores produtores de tomate é o estado de São Paulo.

As variedades mais conhecidas são:

Tomate comum

Tomate árvore

Tomate caqui

Tomate do mato

O tamanho e cor do tomate variam conforme a sua variedade. É consumido de diversas formas, como "in natura", salada, molho, enfim, tem grande aplicação na cozinha internacional. Na área nutricional, o tomate é pouco calórico, contem alto teor de caroteno evitamina C.

INFORMAÇÃO NUTRICIONAL
Porção: 100 gramas
Quantidade por porção
  %VD (*)
Valor Calórico
31 kcal
1%
Carboidrato
7.14 g
2%
Proteína
1.85 g
4%
Gorduras Totais
0.14 g
0%
Gorduras Saturadas
0 g
0%
Colesterol
0 mg
0%
Fibra Alimentar
3.43 g
11%
Cálcio
37 mg
5%
Ferro
1 mg
7%
Sódio
6 mg
0%
* Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2500 calorias

Fonte: www.demarchi.com.br

Tomate

Tomate

Considerações Gerais

O tomateiro já existia na Bolívia e no Peru. Os Incas e os Maias já o conhecia como tomate.

Desses países, as sementes seguiram para o sul do México, onde o tomateiro foi encontrado pelos espanhóis, em poder dos aztecas. Eles melhoram suas qualidades: gosto, aspecto etc.

Desse país, os espanhóis levaram as sementes para a Espanha e, de lá para a Itália e, para outros países da Europa. Na Itália, o tomate ficou conhecido como POMO D’ORO (FRUTA DE OURO), tanta era sua utilidade. Da Europa, o tomateiro foi introduzido pelos colonizadores portugueses, no Brasil, depois do descobrimento, (a partir de 1.500)

Do Brasil, as sementes foram levadas para os Estados Unidos, pelos ingleses, sabendo das suas virtudes, desde o século XVII. A Itália foi causadora da cultura de tomate em todo o país, e no restante da Europa, porque conseguiu industrializar o fruto, além de apreciá-lo como salada. A exportação de macarrão, de massas de pizzas, obrigou os importadores ao uso obrigatório do molho de tomate.

Variedades

Para consumo de mesa os mais plantados são Santa Cruz, Caqui, Agela, Cereja e Italiano. No Espirito Santo planta-se a variedade Roqueso, que dispensa agrotóxicos.

Plantio

Mudas produzidas em sementeiras e em viveiros (por copinhos ou bandejas). Sementes: adquiridas em revendas ou na própria lavoura através plantas robustas, sadias, frutos sadios (s/cancro) da variedade cultivada, sem rachaduras, sem podridão apical; frutos são espremidos, sementes colhidas em vasilhas não metálicas, fermentados por 96 horas (a 21ºC) para eliminar mucilagem.

Canteiros: locais ensolarados, água próxima, fumigados, 1m. de largura x 5m. de comprimento, sulcos transversais (c/10cm. entre si) com 1cm. de profundidade que recebem 3g. de sementes/m2 desbastando-se 7 dias pós germinação para 3cm. entre plantinhas. Catação de ervas, irrigação 2x/dia (6 e 17 horas), abrigo com 1m. de altura em tempo quente.

Copos de papel: tiras de 11cm. de largura, enrolados em lata ou garrafa (6-7cm. de diâmetro) formando copo de 7cm. x 6cm. 50Kg. de jornal dão para formar 20.000 copinhos, para plantar 1 hectare. Substrato formado por 20l. de terra fértil, pouco arenosa, 150g. super-simples, 30g. de cloreto de potássio, peneirado, fumigado (300cc brometo/m³/72 horas). Necessários 4m3 de substrato e 200-300g. de sementes (lançando-se 3-4 sementes/copo cobertas com 1cm. de terra fina) para 20.000 copos. Irriga-se com crivo fino 2x/dia, desbasta-se para 2 plantas/copo 8 dias pós emergência. Via sementeira muda apta em 25-50 dias; via copo muda apta em 15-25 dias.

Para a produção de mudas pode-se fazer a semeadura em canteiros, com sementes a cada 10cm. Pode-se usar copinhos de papel ou plástico ou bandejas, com regas diárias, até o plantio definitivo. Quando forem eliminar as mudas fracas use tesoura para cortá-las rente a terra. Após 30 dias leve-as para o canteiro definitivo.

Para grandes plantios (com semeadura direta-definitiva) aplique 6 sementes por cova, raleando-se e deixando-se 2 ou 3 plantas sadias/cova, use o espaço de 1,20m entre sulcos e 40cm entre grupo de plantas.

Para a variedade Santa Cruz, espace-as com 60x80cm; Caqui – 1m x 50cm;

Em rotação, aproveitando as estacas, pode-se plantar a vagem, o pepino, a ervilha torta, abóbora, abobrinha italiana ou couve.

Em consorciação use ervas aromáticas, companhia desejada pelo tomateiro.

Clima e Solo

Prefere climas amenos para quentes, tolerando uma variação de temperatura entre 15 e 30ºC. O calor e a umidade do ar excessiva favorece o aparecimento de doenças.

O solo deve ser profundo, bem drenado, com acidez fraca – pH de 6/7, consistência areno-argiloso.

Tratos Culturais

Evite vento sul, Terra roxa ou terra arenosa. Corrigir o pH com aplicação de calcário. Fazer tutoramento com varas de bambú aos 25cm de altura, em “X” e esticando arame 16 em linha para fixar os tutores.

Antes do plantio definitivo, adubação deve ser reforçada com 3 a 5litros de esterco ou composto orgânico em cada cova, além de fosfato de rocha e cinzas.

Após o plantio fazer (4) quatro adubações de cobertura com esterco líquido a cada 20 dias.

Eliminar todos os brotos que nascerão nas axilas das folhas. Use Calda Boradaleza para pulverizações sistemáticas.

Calcareando todos os anos, na base de 3 ton. por hectare, num prazo de 10 anos, o pH que era 5,5 passa ser 6. Continuamente nessa mesma dosagem, de mais 10 anos essa terra será neutra, isto é pH =7. A calagem do solo é feita, esparramando esse material, antes da aração cl feita, esparramando esse material, antes da aração do solo, na base de 3 ton./ha. Com a aração, o calcáreo é incorporado ao solo.

Nunca usar um terreno em rotação, onde já foi plantado pimentão, beringela, batatinha. Que são da mesma família do tomateiro (solanacea). Nesse solo há uma abundância de pragas e moléstias, que atacarão o tomateiro. .

Os canteiros de semeadura tem uma largura padrão de 1,20 m, com comprimento variável: 2,3,5,10 metros.

Um metro linear de canteiro leva uma lata de 18 litros de esterco bem curtido, 200 gramas de superfosfato simples. As sementes são lançadas o mais ralo possível, bem espaçadas em cima dos canteiros e depois cobertas com próprio esterco peneirado. Pode-se semear em sulcos, com distancia de 10 cms. As 1 cm uma da outra. Depois de cobertas com esterco peneirado. Os canteiros semeados, são molhados constantemente até depois de germinarem, que ocorrerá em 10 dias.

Cuidados com tomateiro plantado

Em um hectare cabem 20 mil mudas (0,40X0,80). Com 15 ou 20 dias é feita a primeira adubação em cobertura, com uma mistura de adubo 4-14-8 ou 10-10-10, numa proporção de 20 ou 30 gramas por pé. Entre duas plantas se faz um pequeno buraco onde é colocado o adubo, depois de coberta com terra. Com 35 dias de idade, faz-se o estaqueamento.

Estaqueamento

Com 30 a 35 centímetros de altura, o tomateiro é estaqueado.

Na cabeceira do talhão no meio de duas fileiras de tomateiro, finca-se um mourão forte e, no fim outro do mesmo porte. Na altura de 1,80 m. Passa-se um arame no. 15/16 ou 17, esticando.

As estacas de bambu, roliço ou rachado ao meio são fincadas junto ao pé de tomateiro e as pontas encostadas no arame, a 1,80 m de altura e amarradas com arame, barbante, plástico etc. Nesta haste o tomateiro já com dois ramos, é amarrado com barbante, ráfia, tabôa, a 40 cms. do chão. Depois, com 40 cms de altura o tomateiro é amarrado de novo.

A primeira penca de tomate aparece na altura de 20 a 30 cms. do solo.

Um tomateiro como 6 pencas, é ótimo tomateiro.

Colheita e Embalagem

Após 100 dias as primeiras pencas começam a avermelhar e é hora de começar a colheita.

Os tomates, depois de colhidos, continuam o processo de amadurecimento, senão forem para a geladeira. A colheita pode se prolongar por dois meses.

Pragas e Moléstias

Por não ser bem adaptado à nossas condições climáticas, sofrem ataques de várias pragas, mas as principais são: pulgões, ácaros, mosca branca, traça-do-tiro, brocas, tripes, etc. Ja as moléstias causadas por fungos e bactérias mais comuns são: requeima, pinta-preta, septoriose, mancha-de-estenfilium, murcha fusariana, murcha bacteriana, cancro bacteriano e talo oco; Ja as moléstias causadas por vírus, são: vira-cabeça, mosaico comum, mosaico Y e topo amarelo. Podem ocorrer ainda distúrbios fisiológicos com a podridão apical, frutos rachados ou ocos.

O melhor fungicida ainda é a Calda Bordaleza Neutra (Em 100 litros d’água coloca-se 1 quilo de sulfato de cobre (pedra azul) e um quilo de cal virgem ou 1,5 kg de cal hidratada, todos derretidos. Bem mexidos, a calda é testada: mergulha-se nela um papel anil detomassol, encontrado em drogarias. Se o azul não se modificar, a solução é neutra. Se o papel azul avermelhar, a calda está ácida. É preciso colocar mais cal, até o azul permanecer azul. A calda, assim neutra, tem que ser usada no mesmo dia, pulverizando a parte de cima e de baixo das folhas do tomateiro.

Plantas doentes

É preciso inspeção diária à cultura. Encontrando-as, arranque-as e coloque em um saco e enterre-as num buraco ou queime-as. Mantenha as mãos bem lavadas para prosseguir as vistorias.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Tomate

Tomate

Consumido cru ou cozido, os tomates contêm poucas calorias e são boa fonte de vitamina A e C, folato e potássio.

Um tomate cru de tamanho médio contém somente 25 calorias com mais ou menos 20 mg de vitamina C que geralmente está concentrada na substância gelatinosa que reveste as sementes.

Em média, 1/2 xícara de molho de tomate industrializado contém 85 calorias, que podem aumentar com a adição de óleo. Meia xícara de tomate em lata contém aproximadamente 25 calorias.

O extrato de tomate é uma fonte concetrada de nutrientes - uma lata possui cerca de 80 calorias.

O suco de tomate industrializado, assim como os tomates frescos, é uma boa fonte de vitamina A. Parte da vitamina C se perde no processamento, mas algumas marcas são enriquecidas para aumentar o conteúdo de vitamina C.

Os tomates maduros devem ser armazenados em temperatura ambiente, pois em temperaturas abaixo de 10ºC a pele se desmancha.

Os tomates verdes deixados no pé até o final da estação podem ser colhidos e cozidos, congelados ou transformados em picles.

Importante

Os tomates contêm licopeno, um antioxidante que protege contra alguns tipos de câncer. Comer tomates regularmente diminui o risco de câncer da próstata nos homens, segundo pesquisadores da Universidade de Harvard. Mas, tanto crus quanto cozidos, podem causar azia e má digestão, e são uma causa comum de alergias.

Fonte: culinaria.terra.com.br

Tomate

Tomate

Valores Nutricionais
Porção 100 g
Kcal 24
HC 4.6
PTN 0.8
LIP 0.3
Colesterol 0
Fibras 0.6

Este legume, é na verdade o fruto de uma plante da família das Solanáceas, a mesma da batata. O tamanho e a cor dos tomates mudam conforme a variedade a que pertencem.

Além do tomate comum são três os variantes mais conhecidas: tomate de árvore, cujo formato lembra uma pêra e sabor levemente azedo; tomate caqui, também chamado de francês, que chega a medir 10cm de diâmetro com polpa grossa e um pouco ácida; e o tomate do mato, cuja planta cresce nos campos e jardins.

Destaque Nutricional: Antitóxico e laxante e ajuda o organismo a combater infecções. Diminui os índices de câncer de pâncreas e cervical. Rico em potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro. Fonte de vitamina C.

É uma fruta consumida cru ou cozida, contém poucas calorias e são ricos em vitaminas A, complexo B, C , potássio e substâncias como o licopeno intimamente relacionado com o beta caroteno, os agentes anticancerígenos do tomate. A maior parte da vitamina C está concentrada na substância gelatinosa que reveste as sementes.

Uma opção de consumo é na forma de sucos tanto natural quanto industrializados, lembrando que a vitamina C é perdida no processo de industrialização, sendo algumas marcas enriquecidas para aumentar o conteúdo dessa vitamina.

Fonte: www.rgnutri.com.br

Tomate

Tomate
Tomate, fruto originário da América do Sul
e uma das mais ricas fontes de vitaminas.

Fruto do tomateiro

É usado principalmente como alimento. De início, o fruto é verde, mas torna-se vermelho ou amarelado quando maduro.

O tomateiro novo é um arbusto baixo e largo, mas, à medida que os frutos crescem, a planta se espalha no chão.

Importância

O tomate é uma das melhores fontes de vitaminas A, C, B1 e B2. É rico em fósforo, cálcio e ferro. Muito já foi feito para melhorar a qualidade do tomate. Seu rendimento dobrou, as variedades aumentaram de tamanho, tornaram-se mais macias, de formas mais regulares e com polpa mais carnuda. Diversas variedades foram aperfeiçoadas para resistir à murcha do tomateiro, uma doença muito séria e freqüente.

Cultura

Nas regiões onde não cai neve, cultiva-se o tomateiro durante o ano todo; nas regiões temperadas, é semeado em viveiro no mês de março e transplantado em maio. As plantas de seis a oito semanas de idade são retiradas das estufas ou dos viveiros e transplantadas para as hortas ou plantações.

Os tomates para salada são colhidos enquanto o fruto ainda está verde. Os frutos despachados para locais distantes são colhidos quando começam a ficar rosados. Os tomates para a indústria só são colhidos quando os frutos estão inteiramente maduros.

História

Originário da região do Peru, do Equador e da Bolívia, o tomate chegou ao México, onde era cultivado pelos astecas. Foi levado para a Europa logo depois do Descobrimento da América (1492), sendo usado, no início, como planta ornamental. Seu uso culinário difundiu-se durante o séc. XIX.

Fonte: www.clickeducacao.com.br

Tomate

Tomate

Origem

A maioria dos botânicos atribui a origem do cultivo e consumo (e mesmo a seleção genética) do tomate como alimento, à civilização inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir naquela região, uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) apenas ali conhecidas.

Estes acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, que parece ser o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que este foi encontrado amplamente cultivado no México.

Outros estudiosos acreditam que o tomate seja originário da região do atual México, não apenas pelo nome pertencer tipicamente à maioria das línguas locais (Náuatles), mas porque as cerâmicas incas não registraram o uso do tomate nos utensílios domésticos, como era costume.

Os primeiros redarguem a esta objeção, pelo fato de que muitas outras frutas e alimentos dos incas também não foram representadas nas cerâmicas.

Características

O tomateiro é uma planta fanerógama, angiosperma e monocotiledônea. Apesar da crença generalizada de que seja um legume, é um fruto uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação.

O tomate é rico em betacaroteno e contém vitamina C

Gastronomia

Tomate
Tomate, por fora e em corte

Apesar de constantemente associado à Itália e sua cozinha, dado seu largo uso na sua culinária, o tomate já era consumido nas civilizações incas, maias e asteca, antes de ser levado ao outro lado do mundo. Pertence a um extenso rol de alimentos da América pré-colombiana desconhecidos do Velho Mundo antes das grandes navegações, do qual fazem parte o milho, vários tipos de feijões, batatas, frutas como abacate e o cacau (de cujas sementes se faz o chocolate), afora artigos de uso nativo que se difundiram, como o chicle (seiva de Sapota (ou sapoti)) e o tabaco.

Inicialmente o tomate era tido como venenoso pelos europeus e cultivado apenas para efeitos ornamentais, supostamente por causa de sua conexão com as mandrágoras, variedades de Solanáceas usadas em feitiçaria.

Sómente no século XIX é que o tomate passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior, inicialmente na Itália, depois na França e na Espanha. Durante este século, os europeus que retornavam da América após as viagens ao novo mundo, levaram ao velho mundo a fruta vermelha, que imaginavam ser venenosa.

A época em que eles passaram a consumir o tomate não é clara, mas o que se sabe é que o tomate ganhou popularidade quando os povos do sul da Europa declinaram sobre esta suspeita. A partir deste momento, o tomate passou a ser um dos principais ingredientes da culinária mediterrânica.

Os primeiros registros apontam para a sua chegada em Sevilha, na Espanha, no século XVI. O local era um dos principais centros de comercialização, onde se realizavam atividades comerciais, principalmente com a Itália e Países Baixos.

Os tomates podem ser divididos em diversos grupos, de acordo com seu formato e sua finalidade de uso:

Santa Cruz, tradicional na culinária, utilizado em saladas e molhos e de formato oblongo

Caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo

Saladete, utilizado em saladas, de formato redondo

Italiano, utilizado principalmente para molhos, podendo ainda fazer parte de saladas. Seu formato é oblongo, tipicamente alongado

Cereja, utilizado como aperitivo, ou ainda em saladas. É um "mini-tomate", com tamanho pequeno, redondo ou oblongo.

Além de diferirem em seu formato, os tomates também podem ter variações em sua coloração. Apesar de ser bem mais comum encontra-lo na coloração vermelha, atualmente, novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. Os dois últimos são mais dificeis de serem encontrados no Brasil.

As primeiras espécies exportadas da América foram logo batizadas de pomodoro pelos italianos pois eram amarelas, parecendo "maçãs douradas". Os primeiros registros da espécie vermelha deste fruto na Europa tem como data o ano de 1554, trinta e um anos depois de sua chegada de Puebla e Vera Cruz, no México. Se iniciamente havia a supeita de serem venenosos, tão logo foram descobertos pela gastronomia e passaram a ser indispensáveis na maioria das civilisações e preparações de alimentos. Alla bolognesa, à espanhola, à mexicana, à la marselhesa, alla napolitana, alla parmigiana, à la orientale, à la niçoise, à portuguesa e à la provençale são apenas algumas das infinitas receitas que adotaram o fruto como ingrediente, uma lista que não para de se renovar.

A literatura culinária espanhola antiga (1599 - 1611) não registra o uso do tomate. Na Itália, Antonio Latine escreveu entre 1692 e 1694 o livro de cozinha napolitana Lo Scalco alla Moderna, em que uma das suas receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele ou sementes, temperando com salsinha, cebola e alho picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, para obter um molho de tomate "de estilo espanhol".

Em 1745, o livro do espanhol Juan Altamiras descrevia duzentas receitas, dentre as quais treze tinham tomate em seus ingredientes. Já na Inglaterra, a partir de 1750 se tem evidências de seu uso pelas famílias judias, que já o consumiam, muito embora permanecesse suspeito ao restante dos cidadãos até o século XIX.

Valor nutricional

Uma salada de tomate
Uma salada de tomate

O consumo do tomate é recomendado pelos nutricionistas por se constituir em um alimento rico em licopeno (média de 3,31 mg em 100 gr), vitaminas do complexo A e complexo B e minerais importantes, como o fósforo e o potássio, além de ácido fólico, cálcio e frutose. Quanto mais maduro, maior a concentração desses nutrientes.

O tomate é composto principalmente com água, possuindo aproximadamente 14 calorias em 100 gramas, somente. Alguns estudos comprovam sua influência positiva no tratamento de cancer, pois o licopeno, pigmento que dá cor ao tomate, é considerado eficiente na prevenção do câncer de próstata e no fortalecimento do sistema imunológico.

De 1986 à 1998 a Universidade de Harvard (EUA) analisou os hábitos de cinquenta mil homens. Segundo os resultados da pesquia, os homens que consumiam molho de tomate duas vezes por semana tiveram 23% menos incidência de cancer do que outros. A pesquisa concluiu ainda que os benefícios podem ser maiores caso o tomate seja cozido, acompanhado um pouco de azeite.

Colheita

Plantação de tomates
Plantação de tomates

No Brasil, a colheita do tomate é feita predominantemente de maneira manual. Os frutos, retirados das plantas são colocados em cestas de bambu ou sacolas plásticas, semelhantes às utilizadas para a colheita de laranjas. Logo após, os frutos são transportados para galpões, em caixas plásticas, onde são classificados. Já na etapa de colheita, toma-se cuidado para que os frutos não sejam danificados, dando-se especial atenção para evitar que batam uns sobre os outros. Outros danos podem ser provenientes das estacas de bambu, ou dos sistemas de amarrio utilizados.

As sacolas plásticas também costumam causar mais danos ao fruto, na hora da colheita. Durante o transporte, os tomates novamente são submetidos a estragos e possíveis perdas, mesmo que transportados de forma protegida. Estima-se que o mercado brasileiro perde anualmente 30% de sua produção do tomate para mesa.

DADOS ECONÔMICOS

A produção agrícola de tomate no Brasil é bastante desenvolvida, tendo maior importância na economia do Sudeste e Centro-Oeste. Nesta região estão localizadas as maiores empresas de processamento do fruto.

A partir de 1995 a produção industrial de tomate saltou 29%, com o desenvolvimento de novos derivados como sopas, sucos, tomates dos mais diversos tipos, molhos e o desenvolvimento das redes de fast-food, com crescimento baseado na busca de maior qualidade, o que trouxe boas oportunidades ao setor.

Estima-se que a produção anual brasileira do tomate seja de três milhões de toneladas, dos quais dois milhões de toneladas, ou cerca de 77% da produção no Brasil seja para seu consumo in natura, sendo o restante utilizado para o processamento de sua polpa, normalmente feito a partir de tomates rasteiros (SEADE, 2003). Os principais estados brasileiros, responsáveis por esta produção são Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

A taxa de produção em São Paulo tem característica semelhante a do mercado brasileiro como um todo. No estado, a maior parte da produção (68%) é destinada ao consumo in natura (CAMARGO FILHO, 2001). Em 2002, o tomate de mesa ocupava a décima terceira posição entre os produtos que compunham o ranking da produção agrícola paulista, em valor (VP). O total correspondia a R$ 325 milhões (1,56 porcento do total).

Tomatina de Buñol

Uma guerra de tomates costuma acontecer na Espanha, toda última quarta feira de agosto.

Desde 1940, durante a festa, os moradores da cidade de Buñol atiram tomates uns sobre os outros, pintando uns aos outros e as fachadas das casas da cidade com o vermelho da polpa do tomate. Durante a festa, a população desta pequena vila mediterânea quadriplica e participam da Tomatina em torno de 38 000 pessoas, dentre moradores da cidade e turistas de todas as regiões do mundo. A origem do festival vem de uma bricadeira de crianças, quando algumas crianças usaram seus almoços para guerrar na praça da cidade.

Fonte: pt.wikipedia.com.br

Tomate

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O Tomate tem ação antioxidante

O licopenodo no tomate. Este carotenóide encontrado no tomate tem sido extensivamente estudado pelas suas propriedades antioxidantes e propriedades de prevenção do cancro.

A função antioxidante do licopeno tem a capacidade para ajudar a proteger as células e outras estruturas do corpo dos danos do oxigênio.

Prevenção de doenças do coração é um outro papel desempenhado pelo antioxidante licopeno.

Em contraste com muitos fitonutrientes noutros alimentos, cujos efeitos só foram estudadas em animais, o licopeno do tomate tem sido repetidamente estudado em seres humanos e os têm sido encontrados inúmeros fatores de proteção contra uma lista crescente de cancros.

Estes cancros agora incluem-retal, próstata, mama, endométrio, pulmão e câncer de pâncreas.

O Tomate é útil no controle do colesterol

Fonte muito baixa em calorias e gorduras, mas rica em fibras alimentares, minerais, vitaminas, recomendado no controle de colesterol e os programas de redução de peso.

O Tomate é rico em vitamina C

O Tomate é uma boa fonte de vitamina C; o consumo de alimentos ricos em vitamina C ajuda o corpo a desenvolver resistência contra agentes infecciosos e varrer os radicais livres prejudiciais.

O Tomate é rico em Licopeno

O licopeno ajuda a proteger não só contra o cancro da próstata, mas também de mama, do pâncreas e do intestino, principalmente quando consumido com alimentos ricos em gordura, como abacate, azeite de oliva ou castanhas. (Isto é porque os carotenóides são lipossolúveis, ou seja, eles são absorvidos pelo organismo junto com as gorduras).

O Tomate promove a saúde da próstata

Uma dieta saudável de alimentos ricos em tomate ajuda na prevenção do cancro de próstata.

Isso deve-se ao fato de que o tomate contém não apenas licopeno, mas uma variedade de fitonutrientes de protecção e sugerem que o licopeno encontrado no tecido da próstata humana e do sangue de animais e seres humanos, que permanecem livres de cancro de próstata, pode indicar exposição a montantes superiores de compostos não apenas de licopeno, mas que trabalham em sinergia com ele.

O Tomate promove a saúde do pâncreas


Os dados mostraram que os homens consomem mais licopeno tiveram uma redução no risco de cancro no pâncreas.

Entre as pessoas que nunca fumaram, aqueles cujas dietas eram ricas em beta caroteno e carotenóides totais reduziram seu risco de cancro de pâncreas.

O Tomate tem ação de protecção contra o cancro

Desde há bastante tempo, existem evidências epidemiológicas que indicam que o licopeno age sinergicamente com outros fitonutrientes do tomates para dar os seus efeitos de protecção. Estudos recentes têm mostrado que os produtos de tomate previnem o cancro de forma mais eficaz do que tomar o licopeno sozinho, os investigadores concluíram que outros carotenóides estimulam as enzimas da fase II através de diferentes vias daquele usadas pelo licopeno.

O Tomate reduz o risco de doenças cardíacas

Mais uma boa notícia para aqueles em situação de risco de aterosclerose, ou apenas tentando evitá-lo, é que os tomates são uma boa fonte de potássio e uma boa fonte de niacina, vitamina B6 e ácido fólico.

A niacina tem sido usada há anos como uma forma segura de diminuir os níveis elevados de colesterol. Dietas ricas em potássio foram mostrados para baixar a pressão arterial e reduzir o risco de doença cardíaca.

A vitamina B6 e ácido fólico são ambos necessários pelo organismo para converter um produto químico potencialmente perigoso chamado homocisteína em outras moléculas benignas.

O Tomate ajuda a reduzir a coagulação do sangue

O Sumo de tomate pode reduzir a tendência de coagulação do sangue.

O Tomate é um anti-inflamatório natural

Um copo diário de sumo de tomate pode reduzir um dos principais marcadores de inflamação-TNF-alfa.

O stress oxidativo (produção de quantidades excessivas de radicais livres nas células) e a contratação resultante de compostos inflamatórios, como TNF-alfa tem sido associada a praticamente todas as doenças crônicas degenerativas, incluindo a aterosclerose (endurecimento das paredes das artérias), doenças cardiovasculares, o cancro, a osteoporose e doença de Alzheimer.

O sumo de tomate contém uma mistura de potentes antioxidantes, incluindo 5,7 mg de licopeno, 1 mg de beta-caroteno, 3,7 mg de phytoene, fitoflueno de 2,7 mg e 1,8 mg de alfa-tocoferol fração de vitamina E.

O Tomate promove a saúde óssea

Os tomates são uma boa fonte de vitamina K. 17,8% do valor diário de vitamina K, é encontrada numa xícara de tomate cru, o que é importante para a manutenção da saúde óssea.

A Vitamina K1 ativa a osteocalcina, protéina do colágeno ósseo. Portanto, sem a vitamina K1, os níveis de osteocalcina são insuficientes, e a mineralização ssea é prejudicada.

O Tomate ajudam contra a enxaqueca e os diabetes

O folato nos tomates também podem ajudar a reduzir o risco de cancro de cólon. Além disso, o tomate é uma boa fonte de riboflavina, que tem se mostrado útil para reduzir a frequência das crises de enxaqueca.

Uma boa ingestão de cromo, um mineral que o tomate é uma boa fonte, ajuda os pacientes diabéticos a manter os seus níveis de açúcar no sangue sob controle.

Fonte: www.i-legumes.com

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