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Tomie Ohtake

Tomie Ohtake, natural de Kyoto (Japão) chega ao Brasil em 1936 e fixa-se em São Paulo. Inicia seus estudos de pintura em 1952, com o artista plástico japonês Keisuke Sugano. Em 1953, integra o Grupo Seibi ao lado de Flávio-Shiró, Kaminagai, Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, entre outros.

Tomie Ohtake

Em 1969, começa a trabalhar com serigrafia e posteriormente executa litografias e gravuras em metal. Realiza diversas obras públicas, como o painel pintado no Edifício Santa Mônica, na Ladeira da Memória, em São Paulo; a escultura Estrela do Mar, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro; a escultura em homenagem aos oitenta anos da imigração japonesa no Brasil e painéis para o Memorial da América Latina. Em 2000, é lançado em São Paulo o Instituto Tomie Ohtake, idealizado e coordenado por Ricardo Ohtake e projetado por Ruy Ohtake.

Tomie Ohtake

A seu respeito escreveu Clarival do Prado Valladares: “De acordo com alguns críticos, a pintura de Tomie Ohtake corresponde a um dos pontos mais elevados do abstracionismo já produzido no Brasil. (...) Quando observamos as grandes manchas das telas de Tomie Ohtake percorrerem quase o imensurável das variações tonais de uma cor básica, ocupando uma superfície como se todo universo se resolvesse naquela experiência e naquele momento, sentimo-nos bem próximos de uma exegese da pintura.”

Tomie Ohtake

A seu respeito escreveu Clarival do Prado Valladares: “De acordo com alguns críticos, a pintura de Tomie Ohtake corresponde a um dos pontos mais elevados do abstracionismo já produzido no Brasil. (...) Quando observamos as grandes manchas das telas de Tomie Ohtake percorrerem quase o imensurável das variações tonais de uma cor básica, ocupando uma superfície como se todo universo se resolvesse naquela experiência e naquele momento, sentimo-nos bem próximos de uma exegese da pintura.”

CRONOLOGIA

1913

Nasce em Kyoto, no Japão, em 21 de novembro. Naturaliza-se brasileira em 1940.

1920/1935

Realiza estudos básicos.

1952

Inicia estudos de pintura com o artista plástico japonês Keisuke Sugano, São Paulo.

2º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

1953

2º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos - menção honrosa, São Paulo.

1954

3º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

1955

4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

1956

5º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

1957

Doze Pintores Abstratos, no MAM/SP.

6º Salão Nacional de Arte Moderna Rio de Janeiro.

6º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - medalha de bronze, São Paulo.

Individual, no MAM/SP.

1958

4ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM, São Paulo.

7º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

9 Pintores de São Paulo, na Galeria Antígona, Buenos Aires (Argentina).

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos - prêmio aquisição, São Paulo.

1959

Individual, na Galeria de Arte da Folha, São Paulo.

5ª Exposição do Grupo Guanabara, na ACM, São Paulo.

8ª Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - pequena medalha de ouro, São Paulo.

Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Arte da Folha - menção honrosa, São Paulo.

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

1960

Individual, no MAM/SP.

9º Salão Nacional de Arte Moderna, no MAM/RJ - certificado de isenção de júri

9º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia, São Paulo.

Contribuição da Mulher às Artes Plásticas no Brasil, no MAM/SP

Mostra Probel, no MAM/SP - 1º prêmio

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos - pequena medalha de ouro

1961

16º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP, Belo Horizonte.

2º Salão de Arte Moderna do Paraná - grande prêmio, Curitiba.

6ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP.

1º O Rosto e a Obra, na Galeria Ibeu Copacabana, Rio de Janeiro.

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

1962 - 11º Salão Paulista de Arte Moderna - grande medalha de ouro, São Paulo.

11º Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

3º Salão do Paraná, na Biblioteca Pública do Paraná – aquisição, Curitiba.

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

1963

7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.

Brazilian Art Today, no Royal College of Art e no Angewandt Kunst, Londres (Inglaterra), Viena (Áustria) e Bruxelas (Bélgica).

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

1964

13º Salão Paulista de Arte Moderna, São Paulo.

2ª Bienal Americana de Arte, Córdoba (Argentina).

Coletiva, na Galeria NT, São Paulo.

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

Individual, na Galeria São Luís, São Paulo.

1965

1º Salão Pan Americano de Pintura, Cali (Colômbia).

2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal - Prêmio Nacional de Pintura, Brasília.

8ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio aquisição do Itamaraty, São Paulo.

Exposição do Grupo Seibi, no Pan American Union, Washington e Oakland (Estados Unidos) e Tóquio (Japão).

Resumo de Arte JB, no MAM/RJ.

Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, São Paulo.

21º Salão de Belas Artes da Cidade de Belo Horizonte, no MAP, Belo Horizonte.

1966

Brazilian Art Today, no Beethonvenhalle, Bonn (Alemanha).

1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas - prêmio aquisição, Salvador.

21º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte - primeiro prêmio, Belo Horizonte.

3º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal - sala especial, Brasília.

Exposição Comemorativa ao Centenário de Ruben Dario, Manágua (Nicarágua).

10º Salão do Grupo Seibi de Artistas Plásticos, na Sociedade Paulista de Cultura Japonesa, São Paulo.

Três Premissas, no MAB/Faap, São Paulo.

1967

9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - Prêmio Itamaraty, São Paulo.

1968

Individual, na Galeria Cosme Velho, São Paulo.

Individual, na Pan American Union, Washington (Estados Unidos).

Individual, no Brazilian Government Trade Bureau, Nova York (Estados Unidos).

América Latina - Aspectos da Pintura Brasileira - organizada pelo Itamaraty

Salão do Grupo Seibi de Aristas Plásticos - grande medalha de ouro, São Paulo.

1969

Individual, na Associação de Amigos do MAM/SP.

Individual, na Petite Galerie, Rio de Janeiro.

10º Salão de Arte Moderna do Paraná - 2º prêmio de gravura, Curitiba.

19 Artistas Nipo-Brasileiros, no MAC/USP.

1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

Dinamarca, Suécia e Finlândia - Art Latin American

Salão de Arte de Jundiaí - 1º prêmio de gravura, Jundiaí.

1970

Individual, na Galeria Aki, São Paulo.

2º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

2ª Bienal de Arte de Medellín, no Museu de Antioquia.

Antonio Henrique Amaral, Odetto Guersoni, Tomie Ohtake, Pedro Tort, Gerda Brentani, na Galeria Alberto Bonfiglioli, São Paulo.

Arte Braziliana Contemporânea, no Consulado do Brasil, Milão (Itália).

Arte Contemporânea Brasileira, no Banco de Boston - 1º prêmio, Rio de Janeiro.

Pinacoteca do Estado de São Paulo: 1970, na Pesp.

8º Resumo de Arte JB, no MAM/RJ.

1971

Individual, na Universidade Federal de Porto Rico, Mayaguëz (Porto Rico).

Japan Art Festival, no MAM/RJ.

28º Salão Paranaense, na Biblioteca Pública do Paraná.

1972

Individual, na Galeria Cosme Velho, São Paulo.

36ª Bienal de Veneza - Sala Gráfica D´Oggi

Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio, São Paulo.

1973

5º Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte, no MAP, Belo Horizonte.

Art Gallery of the Brazilian, no Brazilian American Cultural Institute, Washington (Estados Unidos).

Japanese Artists in America, no The Tokyo Museum e National Museum of Kyoto, Tóquio e Kyoto (Japão).

5º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

1974

Pintura de Tomie Ohtake, na Galeria Arte Global.

Acervo de Arte Brasileira do Museu de Ontário-Canadá, no MAM/SP e MAM/RJ

Bienal de Tóquio, no Museu de Arte Moderna, Tóquio e Kyoto (Japão).

Festival Internacional de Pintura, Cannes (França).

1975

Individual, na Galeria de Arte da Embaixada do Brasil, Roma (Itália).

13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

2ª Bienal do Uruguai

Exposição da Pintura Brasileira, no Birmingham Museum of Art, Birmingham (Estados Unidos).

1976

Individual, na Graffiti Galeria de Arte, Rio de Janeiro.

Individual, no Brazilian American Cultural Institute, Washington (Estados Unidos).

Individual, no Centro Cultural Ítalo-Brasileiro, Milão (Itália).

10º Salão de Arte Contemporânea de Campinas, no Museu de Arte Contemporânea José Pancetti

20 Artistas Brasileños, no CAYC e no Museu de Belas Artes de Bahia Blanca, Buenos Aires e Bahia Blanca (Argentina).

8º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

1977

Arte Actual Iberoamericana, no Instituto de Cultura Hispânica, Madri (Espanha).

1978

As Bienais e a Abstração: a década de 50, no Museu Lasar Segall, São Paulo.

1979

Individual, na Grifo Galeria de Arte, São Paulo.

11º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP - 1º prêmio de pintura

1ª Trienal Latinoamericana del Grabado, nas Salas Nacionales de Exposición e no Museo de Arte Moderno, Buenos Aires e Mendonza (Argentina).

Escultores Brasileiros, na Galeria Aktuel, Rio de Janeiro.

1980

Individual, na Galeria 9, Lima (Peru).

Destaque Hilton de Pintura, no MAM/RJ.

Homenagem a Mário Pedrosa, na Galeria Jean Boghici, Rio de Janeiro.

Mestres do Abstracionismo Lírico no Brasil, na Galeria Eugénie Villien, São Paulo.

1981

3ª Bienal de La Paz.

Arte Transcendente, no MAM/SP.

4ª Bienal de Medellín, no Museo de Antioquia

Osaka (Japão) - Exposição Latino-Americana de Arte Contemporânea Brasil/Japão, no Museu Nacional de Arte de Osaka

1982

Women Artists of the America, no Center for Inter American Relations, Nova York (Estados Unidos).

1983

Retrospectiva, no Masp, São Paulo.

14º Panorama de Arte Atual Brasileira: Pinturas, no MAM/SP.

4 Escultores Pintores, 4 Pintores Escultores, na Galeria Aktuel.

6ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada São Paulo SP, Rio de Janeiro RJ, Tóquio, Kyoto e Atami (Japão).

Arte na Rua, São Paulo.

1984

Tomie Ohtake: pinturas, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, Brasília.

1ª Bienal de Havana

Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato na arte brasileira, no MAM/SP.

Mestres do Abstracionismo Brasileiro, Buenos Aires (Argentina), Paris (França), Londres (Inglaterra), Roma e Milão (Itália), Haia.

Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobrás, Rio de Janeiro.

Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal.

1985

Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

100 Obras Itaú, no Masp.

18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.

7ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas, São Paulo, Rio de Janeiro, Tóquio, Kyoto e Atami (Japão).

8º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MAM/RJ.

Artistas Japoneses na Coleção do MAC, no MAC/USP.

Destaques da Arte Contemporânea Brasileira, no MAM/SP.

Encontros, na Petite Galerie.

Quatro Mestres: quatro, na Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba.

Seis Décadas de Arte Moderna. Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial, Rio de Janeiro.

Sete Artistas, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

1986

17º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

2ª Bienal de Havana.

Trienal Latino Americana de Arte sobre Papel, no CAYC Buenos Aires (Argentina).

1987

Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.

Tapetes Orientais, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte, São Paulo.

Abstracionismo Geométrico e Informal: aspectos da vanguarda brasileira dos anos 50, na Funarte, Rio de Janeiro.

Algumas Mulheres, na Galeria de Arte Ipanema, Rio de Janeiro.

Ao Colecionador: homenagem a Gilberto Chateaubriand , no MAM/RJ.

Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée dArt Moderne de la Ville de Paris

O Ofício da Arte: pintura, no Sesc, São Paulo.

1988

Retrospectiva, no Hara Museum of Contemporary Art, Tóquio (Japão).

80 Anos da Imigração Japonesa no Brasil, no Masp.

Arte Brasileira Contemporânea, no Museu Charlottenburg, Copenhague (Dinamarca).

Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, na Fundação Cultural do Distrito Federal, na Pinacoteca do Estado, na Fundação Rômulo Maiorana, na Fundação Joaquim Nabuco, no MAB/Faap, no MAC/PR e no Margs, Brasília, Manaus, Belém, Recife, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP.

Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc.

Vida e Arte dos Japoneses no Brasil, no Masp, São Paulo.

1989

20ª Bienal Internacional de São Paulo - Pintura Abstrata - Efeito Bienal 1954-1963, na Fundação Bienal.

20º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.

Acervo, na Galeria de Arte São Paulo.

Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX nas Coleções Cearenses: pinturas e desenhos, no Espaço Cultural da Unifor, Fortaleza.

Herança do Japão: aspectos das artes visuais nipo-brasileiras, no MNBA, Rio de Janeiro.

Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Museu Charlottenborg, Copenhague (Dinamarca).

Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, na Fundação Calouste Gulbenkian/Centro de Arte Moderna, Lisboa (Portugal).

1990

1ª Bienal Brasileira de Design, Curitiba.

9ª Exposição Brasil-Japão de Arte Contemporânea, na Fundação Brasil-Japão de Artes Plásticas - São Paulo, Tóquio, Atami e Sapporo (Japão).

1991

Individual, na Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro.

Individual, na Galeria GB, Rio de Janeiro.

Individual, no Gabinete de Arte Raquel Arnaud, São Paulo.

Tomie Ohtake, no Palácio Itamaraty, Brasília.

3ª Bienal Nacional de Santos, no Centro Cultural Patrícia Galvão.

1992

2º Salão Paraense de Arte Contemporânea, na Secretaria de Estado da Cultura, Belém.

7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada, São Paulo.

Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa de Cultural de Poços de Caldas

Branco Dominante, Galeria de Arte São Paulo.

Rio de Janeiro RJ - Eco Art, no MAM/RJ.

1993

Individual, na Croqui Galeria de Arte, Campinas.

Tomie Ohtake: novas pinturas, no MAM/RJ.

Tomie Ohtake: novas gravuras, na Mônica Filgueiras Galeria de Arte, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Croqui Galeria de Arte, Galeria Tina Presser, Simões Assis Galeria de Arte, Gesto Gráfico Galeria de Arte, Pinacoteca Galeria de Arte, Caesar Park Hotel, Artespaço, Escritório de Arte da Bahia e no Senado Federal São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Goiânia, Fortaleza, Recife, Salvador e Brasília.

Athos Bulcão, Rubem Valentim, Tomie Ohtake, no Centro Cultural 508, Brasília.

Brasil, 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA..

Eram Brasileiros os que Ficaram, na Pesp, São Paulo.

Paixão do Olhar, no MAM/RJ.

23º Panorama da Arte Atual Brasileira: Pintura, no MAM/SP.

Portugal-Japão: mares navegados, no MAB/Faap.

1994

Individual, no Bass Museum of Art, Miami (Estados Unidos).

Tomie Ohtake: new paintings, na Councourse Gallery Barbican Center, Londres (Inglaterra).

Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp.

Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal.

Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi.

1995

Individual, no American Society, Nova York (Estados Unidos).

Individual, no Art Museum of the Americas - Organization of American States, Washington (Estados Unidos).

Projeto Contato, na Galeria Sesc/Paulista

Rio: mistérios e fronteiras, no Musée de Pully, Lausanne (Suíça).

United Artists I, na Casa das Rosas.

1996

23ª Bienal Internacional de São Paulo - sala especial, na Fundação Bienal.

5ª Bienal Internacional de Cuenca - sala especial – pintura, Cuenca (Equador).

Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920-1970, no MAC/USP.

Ex Libris/Home Page, no Paço das Artes, São Paulo.

Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, no Masp.

Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP.

Rio: mistérios e fronteiras , no MAM/RJ.

Individual, na Fundação Guayasamin, Quito (Equador).

Individual, no Museu Antropológico do Banco do Pacífico, Guayaqui (Equador).

1997

Arte Suporte Computador, na Casa das Rosas, São Paulo.

Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, São Paulo e Porto Alegre.

Exposição dos Pintores Nipo-Brasileiros Contemporâneos, na Oficina de Artes Santa Helena Jacareí e Japão.

1998

24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.

Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa, Curitiba e Rio de Janeiro.

Grupo Seibi, na Jo Slaviero Galeria de Arte, São Paulo.

Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista, São Paulo.

Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: matrizes e gravuras, na Galeria de Arte do Sesi, São Paulo.

São Paulo: visão dos nipo-brasileiros, no Museu Lasar Segall.

Traços e Formas, na Jo Slaviero Galeria de Arte, São Paulo.

1999

Gravuras de Tomie Ohtake, no Instituto Cultural Villa Maurina, Rio de Janeiro.

Traços e Formas, na Jo Slaviero Galeria de Arte, São Paulo.

2000

Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Arte Moderna, na Fundação Bienal.

O Bardi dos Artistas, no Memorial da América Latina e no Espaço Cultural dos Correios, São Paulo e Rio de Janeiro.

O Lápis e o Papel, na Galeria Nara Roesler, São Paulo.

Século 20: arte do Brasil, na Fundação Calouste Gulbenkian. Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Lisboa (Portugal).

Tomie Ohtake: retrospectiva, no CCBB, Rio de Janeiro.

Fonte: www.pinturabrasileira.com

Tomie Ohtake

Tomie Ohtake, natural de Kyoto (Japão). Pintora, gravadora e escultora. Chega ao Brasil em 1936 e fixa-se em São Paulo. Inicia seus estudos de pintura em 1952, com o artista plástico japonês Keisuke Sugano. Em 1953, integra o Grupo Seibi ao lado de Flávio-Shiró, Kaminagai, Manabu Mabe, Tikashi Fukushima, entre outros. Sua primeira exposição individual ocorre em 1957, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Em 1969, começa a trabalhar com serigrafia e posteriormente executa litografias e gravuras em metal. Realiza diversas obras públicas, como o painel pintado no Edifício Santa Mônica, na Ladeira da Memória, em São Paulo; a escultura Estrela do Mar, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro; a escultura em homenagem aos oitenta anos da imigração japonesa no Brasil, painéis para o Memorial da América Latina e para a estação Consolação do Metrô, em São Paulo. Recebe o prêmio melhor pintor do ano, em 1974 e 1979, e, em 1983, o prêmio personalidade artística do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Em 1995 recebe o Prêmio Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura. Em 2000, é lançado em São Paulo o Instituto Tomie Ohtake, idealizado e coordenado por Ricardo Ohtake e projetado por Ruy Ohtake.

COMENTÁRIO CRÍTICO

Nascida em Kyoto, no Japão, Tomie Ohtake vem para o Brasil em 1936, fixando-se em São Paulo. Inicia-se em pintura em 1952, tendo aulas com o artista Keisuke Sugano. No ano seguinte, participa do Grupo Seibi, tendo como colegas Flávio Shiró (1929-), Manabu Mabe (1924-1997) e Tikashi Fukushima (1920-2001), entre outros.

Após uma breve passagem pela pintura figurativa, define-se pelo abstracionismo. No início da década de 1960, emprega uma gama cromática reduzida, com predominância de duas ou três cores. Leva o olhar do espectador a percorrer as superfícies, em telas que muitas vezes lembram nebulosas. Utiliza, em algumas obras, pinceladas "rarefeitas" e tintas muito diluídas, explorando as transparências. Posteriormente, surgem em seus quadros formas coloridas, grandes retângulos, que parecem flutuar no espaço. Ao longo da década de 1960, passa a empregar mais freqüentemente tons contrastantes. Ohtake revela afinidades com a obra do pintor Mark Rothko (1903-1970), na pulsação obtida em suas telas pelo uso da cor e nos refinados jogos de equilíbrio. A artista explora a expressividade da matéria pictórica, mais densa, em texturas rugosas, ou mais diluída e transparente.

Inicia-se em gravura, trabalhando com serigrafia e litogravura, a partir dos anos 1970. Para a maioria dos críticos, esse aprendizado revitaliza sua obra pictórica. Surgem em suas telas a linha curva e as formas orgânicas. Embora de caráter abstrato, ocorre em alguns quadros a sugestão de paisagens: montanhas ou curvas de rios. Intensifica em seus trabalhos o dinamismo e a sugestão de movimento. Em obras realizadas a partir da década de 1980, emprega uma escala de cores mais quentes e contrastes cromáticos mais intensos.

Dedica-se também à escultura, realizando, por exemplo, a Estrela do Mar (1985), colocada na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro. Propõe intervenções em espaços urbanos, produzindo esculturas de grandes dimensões, como as "ondas" em homenagem aos oitenta anos da imigração japonesa, instaladas na Avenida 23 de Maio, em São Paulo. Em esculturas mais recentes, trabalha com tubos delgados, que estabelecem sinuosos percursos no espaço.

A artista enfatiza, em entrevistas, a importância da arte oriental, em especial a japonesa, em sua pintura, afirmando que "Essa influência se verifica na procura da síntese: poucos elementos devem dizer muita coisa"1 . Da tradição japonesa, Ohtake diz inspirar-se na noção de tempo do ukiyo-e [imagens do mundo que passa], arte que revela cenas de uma beleza fugaz. Tomie Ohtake pesquisa constantemente as possibilidades expressivas da pintura: as transparências, as texturas e a vibração da luz. Declara fazer uma pintura silenciosa, como a cidade em que nasceu. Em suas obras, revela um intenso diálogo entre a tradição e a contemporaneidade.

Fonte: www.tarsiladoamaral.com.br

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