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Toyota Bandeirante Sport



Toyota Bandeirante Sport
Toyota Bandeirante Sport

O Bandeirante Sport é uma versão mais sofisticada que o capota de lona de linha, com adesivos laterais, rodas metálicas cromadas (16x7), pneus 215/80R16 e freios traseiros com válvula proporcional à pressão. Uma boa solução, que deixou o carro até mais bonito, são as portas em fibra de vidro, inclusive com forração plástica por dentro, que facilita até a limpeza freqüente.

Certeza de chegar

Criticado pela idade do projeto (é o mais antigo utilitário em fabricação no país) e falta de luxos (bancos em courvin, alavanca de tração e reduzida no assoalho e roda livre com acionamento manual) o modelo é reconhecido como muito eficiente. Na hora de enfrentar as dificuldades do fora-de-estrada o Toyota Bandeirante até socorre outros modelos "menos experientes" sobre a terra, como aconteceu durante o Juquiá 2000.

Para quem já parte com o espírito de aventura, pensando em chegar apesar das dificuldades, este Bandeirante é uma certeza. Seu motor diesel de 3,6 litros e 4 cilindros obtém 96 cavalos de potencia, o que pode levar seus ocupantes a 140km/h de velocidade máxima. Há um bom espaço para três pessoas no banco de trás, com boa vedação da capota de lona se você não combinar chuvas fortes com alta velocidade. Nas estradas de terra ou nas trilhas dividindo espaço com outros carros de apoio das equipes de competição das corridas de aventura, o Bandeirante Sport chama atenção e impõe respeito.

Toyota Bandeirante Sport Capota de Lona BJ50L

- Tipo: Utilitário, cinco lugares, capota basculante e removível em lona, portas em fibra de vidro, ventilação forçada. Opcionais: quebra-mato, guincho elétrico e ar-condicionado

- Motor: 4 cilindros em linha, modelo Toyota 14B, aspirado, diesel, dianteiro longitudinal

- Cilindrada: 3.661 cm³

- Potência: 96 cavalos a 3.400 rpm

- Torque: 24,4 kgf.m a 2.200 rpm

- Transmissão: manual de 5 velocidades

- Tração: 4x2, 4x4 e reduzida 4x4 com alavanca no assoalho e acionamento da roda livre manual

- Suspensão: eixo rígido com molas semi-elípticas, amortecedores hidráulicos de dupla ação na dianteira (mais barra estabilizadora) e traseira

- Direção: hidráulica com esferas circulantes

- Freios: discos ventilados na dianteira, tambor com válvula proporcional à pressão na traseira

- Rodas: aço cromado 16x7

- Pneus: 215/80R16

- Comprimento: 3.930mm

- Largura: 1.665mm

- Altura: 1.982mm

- Distância entre eixos: 2.285mm

- Distância mínima do solo: 210mm

- Peso em ordem de marcha: 1.730kg

- Capacidade de carga: 420kg

- Tanque de combustível: 63 litros

Fonte: aventure-se.ig.com.br

Toyota Bandeirante
Toyota Bandeirante
Toyota Bandeirante do IBGE
Bandeirante modelo 1995 utilizado pelo
IBGE em sua agência de Sinop, Mato Grosso
Nome(s)
alternativo(s):
Toyota Land Cruiser; Série J4; BJ (gíria em quase toda Europa)
Construtor: Toyota do Brasil
Produção: Maio de 1962 — Novembro de 2001
Tipo de Carroçaria: Jipe off-road
Motor: dianteiro, 4 cilindros em linha, diesel

Toyota Bandeirante ou Bandeirante é um modelo de automóvel de da montadora japonesa Toyota, sendo encontrado como jitração nas quatro rodaspe curto ou longo, picape e caminhão pequeno.

Em outros países também é conhecido como série J4 da linha Land Cruiser. Foi montado no Brasil, inicialmente ainda sob o nome Land Cruiser FJ-251 (Série J5), a partir de 23 de janeiro de 1958.

Assim, o Land Cruiser brasileiro passou a ser a série J5, em contraste à série J4 japonesa. Mas a série J5 que designa o Land Cruiser brasileiro não pode ser confundida com a série J5 do Land Cruiser japonês, um Station Wagon (perua longa com quatro portas que nos anos 60 foi produzida principalmente para o mercado norte-americano, onde obteve um considerável sucesso).

A fabricação do Bandeirante no Brasil foi nacionalizada a partir de maio Maio de 1962. A produção só se encerrou em Novembro de 2001. Nesse período, o mais longo que um mesmo modelo de automóvel já teve de produção no Brasil, foram montadas 103.750 unidades.

É conhecido pela sua robustez e capacidade de se deslocar em terrenos desfavoráveis aos automóveis de passeio. De 1958 a 1962, foi equipado com o motor 2F da Toyota, um 4.0 de baixa rotação a gasolina, com 6 cilindros e que desenvolvia 110 cv a 2.000 rpm. Logo se viu, porém, que a gula por gasolina desse motor diminuia o alcance do veículo excessivamente, tornando-o inviável para o interior brasileiro daqueles anos. Assim, com a nacionalização da fabricação em 1962, o modelo foi renomeado Toyota Bandeirante e equipado com o motor OM-324 (algumas fontes afirmam o motor ter sido um OM-326) da Mercedes-Benz, um 3.8 a diesel com quatro cilindros que desenvolvia 78 cv a 3.000 rpm e que rendeu o apelido de "Britadeira" ao veículo. Em 1973, o OM-324 foi seguido pelo OM-314, também da Mercedes-Benz. O OM-314 é um 4.0 de quatro cilindros a diesel que desenvolve 85 cv a 2.800 rpm. Esse motor ficaria até 1990, ano em que foi substituído por outro motor Mercedes-Benz, o OM-364. O OM-364 é outro 4.0 a diesel, mas cuja potência é de 90 cv a 2.800 rpm. Foi por causa dos motores OM da Mercedes-Benz que a linha Bandeirante de 1962 a 1994 seria chamada de série OJ5. Mas o ano de 1994 marcaria o fim dos motores da Mercedes-Benz. Naquele ano, o Bandeirante passou a ser equipado com o propulsor Toyota 14B, um 3.7 com quatro cilindros, sempre a diesel, que chega a 96 cv a 3.400 rpm.

Quanto às versões do Bandeirante, eis a relação:

1958: FJ-251 (jipe aberto)

1961: FJ-151L (jipe com lona; "conversível")

1962:OJ-50L (jipe com lona; "conversível")

1963: OJ-50LV (jipe fechado)

1962: OJ-50LVB (perua fechada)

1963: OJ-55LP (caminhonete curta)

OJ-55LP (pequeno caminhão curto)

OJ-55LP-B (caminhonete longa)

OJ-55LP-2B (pequeno caminhão longo)

OJ-55LP-2BL (caminhonete de cabine dupla, duas portas)

1999: OJ-55LP-2BL (caminhonete de cabine dupla, quatro portas)

De modo geral, o Bandeirante sofreu poucas mudanças ao longo de sua fabricação. Muito ultrapassado em termos de design quando da época do Plano Real, a onda de importações abalou suas vendas em especial por causa do Land Rover Defender.

Como o veículo não atenderia às normas brasileiras de emissão de poluentes que entrariam em vigor a partir de 2002, sua montagem foi encerrada pela Toyota do Brasil.A cerimônia de encerramento da produção do Bandeirante ocorreu na montadora instalada em São Bernardo do Campo no dia 28 de Novembro de 2001 e contou com a participação de cerca de 500 funcionários da empresa.

Fonte: pt.wikipedia.org

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