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Tucumã

Sobre o Tucumã

É o fruto da Palmeira do Tucumã (Astrocaryum tucumã Martius), sempre verde, é uma palmeira presente também na Amazônia central. Tem um sabor especial para a UCE nata, geléias, doces e vinho.

É explorada ou cultivada por causa de seu palmito e frutos comestíveis e madeira utilizada para a arte artesanal.

Propriedades cosméticas

A manteiga de Tucumã é um excelente emoliente e apresenta alto poder de espalhabilidade, proporciona toque suave à pele. Cupuaçu é muito rico em vitaminas A, B1, B2, C e pectina, uma fibra natural importante.

É rico em Ômega-3, Ômega-6 e Ômega-9, comportando-se como um excelente hidratante e com alto conteúdo de ácidos graxos. Aplicação de produtos hidratantes para o corpo e cabelos.

Denominação Química

Astrocaryum tucuma Butter.

Obtenção

A Manteiga de Tucumã é obtida das sementes e polpa da fruta, utilizando um processo natural de extração de pressão à frio sem solventes ou substâncias químicas.

Este tem uma vantagem sobre técnica do solvente, na medida em que produz manteigas que são superiores em termos de estabilidade.

Tucumã

Composição de Ácidos Graxos:

Capoico - 0,40
Caprílico - 2,22
Cáprico - 2,11
Láurico - 51,42
Mirístico - 21,99
Palmítico - 5,76
Esteárico - 2,93
Oléico - 8,75
Linoléico - 4,17
Lignocérico máx - 0,25
Araquidônico - 0,14
Behénico - 1,4-1,9

Características Físico-Químicas

Aspecto: Graxa vegetal sólida.

Cor: Ligeiramente amarelada

Odor: Característico.

Índice Saponificação: 187,50

Índice Refração: 1,459 (40ºC)

Índice de Iodo: 43,40

Ponto de Solidificação: 18,24

Ponto de Fusão: 30ºC

Fonte: www.distrion.com.br

Tucumã

Astrocaryum aculeatum

Família: Arecaceae (Palmae)

Nomes comuns: Tucumã

Parte utilizada: polpa do fruto

Descrição e habitat: A palmeira tucumã tem um tronco espinhoso característico e pode atingir 20 metros de altura e é comumente encontrada nas muitas zonas de terras baixas na Amazónia.

Tucumã

Ela cresce igualmente tanto em zonas secas como húmidas, desde as áreas que nunca são inundadas durante a estação das chuvas, assim como ao longo dos rios. Ela tem entre seis e quinze folhas retas, que podem atingir seis metros de comprimento.

Os frutos, globulosos, têm 4-5 centímetros de diâmetro. Eles são amarelo-alaranjado ou verde amarelado e fornecem um óleo comestível.

Utilizações tradicionais

O caroço do fruto é envolvido por uma polpa muito fina que é muito apreciada para a preparação de certas especialidades culinárias. As fibras são extraídas das folhas e são utilizadas para a fabricação de redes, cestos, chapéus e outros utensílios úteis na Amazónia.

Utilizações atuais e princípios ativos

Um total de 25 óleos gordos foram identificados no óleo extraído da polpa. Ele contém quase 25,6% de ácidos gordos saturados e 74,4% de ácidos gordos insaturados, entre os quais os ácidos gordos steáricos, oleicos e linoleicos são os principais.

O teor de vitamina A chega às 50.000 u.i. por 100g de polpa, três vezes mais que a cenoura. Este teor elevado em provitamina A, principalmente dos carotenoides, confere-lhe uma capacidade antioxidante elevada.

O óleo de tucumã tem aplicações no tratamento da saúde da pele por conta da sua composição em ácidos gordos (nível elevado de ácidos gordos essenciais).

Ele entra em composições tais como cremes, loções, bálsamos, bases de maquilhagem, sabonetes. Ele confere brilho aos cabelos secos e estragados e age como um creme hidratante para a pele deixando-a muito macia.

O óleo tende a solidificar à temperatura ambiente, mas funde-se imediatamente em contato com a pele.

Fonte: www.emnomedaterra.com

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