CAPITAL: Ashkhabad.
NACIONALIDADE: turcomana.
DATA NACIONAL: 27 e 28 de outubro (Independência).
LOCALIZAÇÃO: centro-oeste da Ásia.
ÁREA: 488.100 Km2.
CLIMA: árido frio.
PRINCIPAIS CIDADES: Ashkhabad, Chärjew, Dashhowuz, Mari, Nebitdag.
POPULAÇÃO: 4,9 milhões (em 2004).
IDIOMA: turcomano.
MOEDA: manat turcomano.
Fonte: www.culturatura.com.br
Continente: Ásia
Nome Completo: República do Turcomenistão
Localização: Ásia Central
Coordenadas: 40 00 N, 60 00 E
Limites: Países limítrofes:Afeganistão, Cazaquistão,
Irã, Uzbequistão
Capital: Ashgabat
Governo: República Ditatorial de Orientação Comunista
Moeda: Manat Turcomano
Área: 488.100 km2
Nacionalidade: Turcomana
População: 4.668.963 (julho/2002)
Mortalidade: 73,21 mortes a cada 1.000 nascidos vivos (2002)
Vida: 61,1 anos
Ponto Culminante: Monte Kopet-Dag, 2.942m
Religiões: Islamismo 89%, Catolicismo 9%, Outras 2%
Idiomas: Turcomano (oficial), Russo, Uzbeque
Analfabetismo: 2%
Renda: US$ 670 (2001)
Fonte: www.libreria.com.br
Capital: Ashgabat
Idioma: turcomeno e russo
Moeda: manat
Clima: árido e estepes
Fuso horário (UTC): +5
Foi o coração do islã, por um curto período no século XIII, até ser destruída pelos exércitos de Gengis Khan. Ganhou novamente glória no século XIV, mas foi novamente arrasada por Timur. Possui construções antigas, sendo os melhores exemplares, o Mausoléu Najm-ed-din Kubra, o Mausoléu Torebeg Khanym e o Minarete Kutlug Temir, com 67m de altura.
Segundo a lenda, a cidade foi criada pelo próprio Zorastro. No entanto o assentamento se tornou definitivo como entreposto da Rota da Seda. Possui um sítio arqueológico com cinco cidades muradas, o Mausoléu do Sultão Sanjar e muitos camelos ao redor.
Fonte: www.geomade.com.br
O Turcomenistão é o lar da antiga civilização.
Esta terra presenciou as invasões de Alexandre, o Grande e das hordas de Mongóis.
A Região de Merve conta com uma história de mais de 2000 anos.
Há também a descoberta arqueológica de Nisa, capital do Império Partian cujos artefatos estão expostos no Museu de História de Ashgabat.
O auge do tour é a “Tolkuchka” o bazar de domingo onde váris tribos regionais oferecem tapetes, rendas, prataria, utensílios, etc...
Fonte: www.contemplarturismo.com.br

Bandeira do Turcomenistão
O Turcomenistão situa-se na Ásia Central, às margens do Mar Cáspio e entre o Irã e o Casaquistão. Desertos planos dominam quase todo o território turcomano, mas há a presença de montanhas ao sul do país.
Há pouco mais de 4 milhões de habitantes no Turcomenistão, dos quais um terço possui idade inferior a 15 anos e quase a metade vive em centros urbanos. Cerca de 75% da população é de etnia turcomana, mas há importantes minorias de russos e uzbeques, assim como de outros grupos étnicos. A capital, Ashkhabad, é a maior cidade, com 400 mil habitantes.
O Turcomenistão obteve a sua independência em 1991, promulgando uma constituição no ano seguinte. A forma de governo adotada no país é a república presidencialista. A estabilidade política ainda não se consolidou completamente no país e a liberdade política ainda não é universal.
O Turcomenistão é basicamente um país desértico cujas atividades econômicas dependem da pecuária nômade, da agricultura intensiva nos oásis irrigados e dos enormes recursos de petróleo e gás natural. O país é o décimo maior produtor mundial de algodão e possui a quinta maior reserva de gás natural do mundo, bem como significativas reservas petrolíferas. A maioria da população, portanto, se dedica à agricultura ou à extração de petróleo. A taxa de desemprego é muito baixa e a economia tem crescido a cada ano.
Praticamente todos os turcomanos são alfabetizados e instruídos. Serviços básicos, como assistência médica e habitação, são bem administrados, ainda que o acesso a tecnologias de ponta seja bastante limitado. Do total de habitantes, 75% professam o islamismo e a maioria dos demais segue antigas tradições ou se declara não religiosa.
Como na maior parte do continente asiático, o cristianismo difundiu-se no Turcomenistão por meio da Igreja Apostólica do Oriente, mas foi praticamente erradicado pelos exércitos de Tamerlan, que conquistaram a região e fizeram do islamismo a religião dominante. Atualmente, apenas 2,2% da população turcomana é cristã. Embora novas conversões estejam ocorrendo nas igrejas católicas, protestantes e independentes, a igreja ortodoxa tem sofrido perdas significativas, pois muitos de seus membros estão retornando para a Rússia. A grande maioria dos cristãos turcomanos mantém sua identidade religiosa em sigilo.
A história da igreja no Turcomenistão foi marcada por mártires no passado, mas atualmente há certa liberdade para a evangelização. Ainda assim, é comum que os cristãos sejam hostilizados pelos muçulmanos e enfrentem algumas restrições por parte do governo. Rahim Tashov, por exemplo, pastoreia uma igreja batista em Turkmenabad. Já há alguns meses, ele tem tentado registrar sua igreja, mas foi informado verbalmente que as autoridades jamais permitirão que uma igreja protestante obtenha o registro no país. A pressão tem sido constante. Sua igreja já foi invadida e ele permaneceu detido por uma noite. Três meses mais tarde, duas professoras que freqüentavam sua igreja perderam seus empregos e uma delas foi proibida de visitar a casa do pastor. Ao longo dos últimos meses, as crianças que freqüentam a escola dominical têm sofrido discriminações em suas escolas regulares e têm sido proibidas de visitar as famílias cristãs.
Na mais recente investida, as autoridades turcomanas prenderam novamente o pastor Rahim e o submeteram a interrogatório. Ele recebeu uma "advertência final" para não promover reuniões com atividades cristãs, caso contrário os participantes seriam presos.
Shagildy Atakov também sofreu por sua fé. No dia 19 de março de 1999, ele foi sentenciado a dois anos de trabalhos forçados sob acusação de irregularidades em seu negócio de comércio de carros. No entanto, ele era inocente. Um ativista pelos direitos humanos de nacionalidade russa explicou: "Esta é uma prática comum adotada pelas autoridades turcomanas. Elas procuram não utilizar acusações políticas contra os prisioneiros de consciência, mas as mandam para a prisão por crimes comuns."
A verdade é que Shagildy, um turcomano convertido ao cristianismo, era um ativo pregador em sua igreja. Antes de sua prisão, ele foi procurado e ameaçado diversas vezes por várias autoridades, incluindo um oficial da polícia secreta, um representante do comitê de assuntos religiosos e o líder muçulmano local.
No dia 3 de agosto daquele ano, Shagildy foi julgado novamente, pois as autoridades consideraram a sentença inicial de dois anos muito branda. Desta vez, ele foi condenado a quatro anos em um campo de trabalhos forçados. Sua família também revelou que ele tem sido vítima de severas punições na prisão. Quando eles o visitaram, Shagildy mal podia abraçá-los porque seu corpo estava muito ferido.
Em fevereiro de 2000, Artygul, sua esposa, e seus cinco filhos foram expulsos de sua casa e levados para a casa dos pais de Shagildy, localizada a 200 quilômetros de onde residiam. No mais recente episódio, o governo turcomano tentou convencer seu prisioneiro cristão mais conhecido internacionalmente a deixar o país e aceitar asilo no exterior. No dia 12 de maio de 2001, Shagildy foi retirado de sua cela em Turkmenbashi para encontrar sua esposa em um quartel da polícia em Turkmen. Ali, autoridades policiais tentaram persuadi-los a imigrar aos EUA. Se eles não aceitassem, Shagildy teria que terminar sua sentença na prisão, ficando preso até dezembro de 2002. O casal se recusou a deixar o país.
Outras vítimas da perseguição incluem Chariyar Akatov, irmão de Shagildy, e Anatoly Belayev, um líder da igreja batista. No dia 17 de abril de 1999, eles foram parados em uma barreira policial e um carregamento de Bíblias foi descoberto no interior do carro em que viajavam. Os dois homens foram interrogados e trancafiados em uma cela fria durante a noite. Chariyar ainda foi severamente espancado. No dia seguinte eles foram abandonados nos arredores da cidade.
No dia 17 de dezembro de 1999, pouco antes do amanhecer, a polícia veio novamente em busca de Anatoly, que foi liberado após ficar detido por seis horas. No mês de fevereiro do ano seguinte, Anatoly foi preso mais uma vez.
A participação percentual da igreja na população turcomana está diminuindo rapidamente. Por volta de 2050, é provável que o número de cristãos caia para menos de 80 mil pessoas, o que corresponderia a menos de 1% da população e manteria a igreja à margem da sociedade.
1. A igreja turcomana precisa de bases mais sólidas. Ore pelo firme estabelecimento da igreja no país e para que ela seja capaz de divulgar o Evangelho por todo o Turcomenistão, atraindo um grande número de convertidos.
2. A igreja desfruta de certa liberdade. Ore para que esta oportunidade seja aproveitada e para que ela cresça ainda mais.
3. A igreja turcomana precisa trabalhar continuamente para melhorar a sua imagem e conquistar o respeito do povo. Ore e peça novas oportunidades para que os cristãos turcomanos possam criar boas relações entre a igreja e o governo, talvez por meio de programas de desenvolvimento e de ajuda humanitária.
4. Há um grande interesse global pela igreja turcomana. Louve a Deus pelas parcerias criadas com o objetivo de evangelizar o povo turcomano. Peça que os missionários estrangeiros encontrem boas oportunidades de associação com os cristãos locais para que o Evangelho seja pregado. Ore para que a igreja em todo o mundo aproveite a oportunidade que existe no país e abasteça a igreja local com recursos para a evangelização, assim como financie mais atividades evangelísticas, incluindo programas de rádio e de televisão.
Ashkhabad
4,4 milhões (45% urbana)
488.100 km2
Ásia Central
Turcomano, russo e uzbeque
Islamismo 75%, cristianismo 2,2%
98 mil, em rápido declínio
Atos de hostilidade, estável
Há uma liberdade limitada para a evangelização.
O número de cristãos turcomanos provavelmente continuará muito pequeno, enquanto o tamanho da igreja no país tende a acompanhar o tamanho da comunidade estrangeira.
Fonte: www.portasabertas.org.br
Nome oficial: República do Turcomenistão
(Türkmenistan Jumhuryati).
Nacionalidade: turcomana.
Data nacional: 27 e 28 de outubro (Independência).
Capital: Ashkhabad.
Cidades principais: Ashkhabad (517.200) (1993); Chärjew
(166.400), Dashhowuz (117.000), Mary (94.900), Nebitdag (89.100) (1991).
Idioma: turcomano (oficial), russo.
Religião: islamismo (maioria sunita).
Localização: centro-oeste da Ásia.
Hora local: +8h.
Área: 488.100 km2.
Clima: árido frio.
Área de floresta: 38 mil km2 (1995).
Total: 4,5 milhões (2000), sendo turcomanos 73%,
russos 10%, uzbeques 9%, cazaques 2%, outros 6% (1996).
Densidade: 9,22 hab./km2.
População urbana: 45% (1998).
População rural: 55% (1998).
Crescimento demográfico: 1,8% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 3,6 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 62/69 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 55 por mil nascimentos (1995-2000).
IDH (0-1): 0,704 (1998).
Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 5 regiões subdivididas em 50 distritos.
Partido político: Democrático do Turcomenistão (único legal).
Assembléia, com 50 membros eleitos por voto direto para mandatos de
5 anos; Conselho do Povo, com 50 membros eleitos por voto direto, 50 membros
da Assembléia e altos funcionários do governo.
Constituição em vigor: 1992.
Moeda: manat turcomano.
PIB: US$ 2,4 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 25% (1998).
PIB indústria: 42% (1998).
PIB serviços: 34% (1998).
Crescimento do PIB: -8,7% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 760 ou menos.
Força de trabalho: 2 milhões (1998).
Agricultura: algodão em pluma, legumes e verduras,
uva.
Pecuária: camelos, bovinos, ovinos, aves.
Pesca: 8,8 mil t (1997).
Mineração: petróleo, gás natural.
Indústria: refino de petróleo, têxtil, beneficiamento
de algodão.
Exportações: US$ 250 milhões (1998).
Importações: US$ 830 milhões (1998).
Principais parceiros comerciais: Federação Russa, Turquia, Irã,
Ucrânia.
Efetivo total: 19 mil (1998).
Gastos: US$ 114 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
O Turcomenistão (também chamado de Turcomenistão, Turcomanistão, ou Turcoménia, e no Brasil também como Turquimenistão, Turquimênia, Turquemênia, ou Turcomênia) é uma república ex-soviética da Ásia Central, limitada a norte pelo Cazaquistão, a norte e a leste pelo Uzbequistão, a sul pelo Afeganistão e pelo Irão e a oeste pelo Mar Cáspio, do outro lado do qual se estendem as costas do Azerbaijão. Sua capital é a cidade de Asgabat.
Os primeiros habitantes do Turcomenistão foram as tribos nômades turcas provenientes da região do atual Cazaquistão desde o século X até o início do século XX. A partir do século XI, essas tribos passaram por um processo de islamização. Entre os séculos XV ao XVII, o território turcomano foi controlado a partir do século XVI pela tribo chaudor, ao norte, e pela tribo salor, ao sul. Os chaudor tornaram-se vassalos do canatos uzbeques de Khiva e Bukhara, enquanto os salor ficavam sob o domínio do Império Persa. No século XVIII, o domínio passou para os teques e os iomudes, tribos rivais com base respectivamente no óasis de Khorezm e às margens dos rios Atrek, Tedjen e Murgab. A partir dessa época, os russos gradualmente reduzem os canatos à condição de protetorados. Os turcomanos, no entanto, resistem à dominação. Na segunda metade do século XIX, os russos fundaram o porto de Krasnovodisk, a leste do mar Cáspio, que logo se transformou em área militar russa. Na batalha de Gok Tepe, em 1881, cerca de 150 mil turcomanos foram mortos pelo Exército Imperial Russo. Como resultado dessa batalha, o território passou a constituir a província Transcaspiana dos russos, e oito anos depois recebeu um governo-geral. Em 1895, a Rússia e o Reino Unido dividiram entre si o Turcomenistão.
A revolta contra o czar russo Nicolau II, aconteceu em 1916, em Tedjen. Em 1918, os bolcheviques invadiram o território com o apoio de 1.200 militares britânicos. Aproveitando-se da debilidade do poder bolchevique instalado na Rússia e contando com a proteção de uma guarnição britânica, os turcomanos estabeleceram um governo independente. No ano seguinte, os britânicos se retiraram, e o Exército Vermelho capturou Krasnovodisk e Asgabat e, em 1925, o Turcomenistão começou a fazer parte da União Soviética. Sua capital, Asgabat passou a se chamar Lênin. De 1920 até 1923, os ocupantes dividiram o vasto território do então chamado Turquestão em cinco repúblicas socialistas: Turcomenistão, Cazaquistão, Uzbequistão, Tajiquistão e Quirguistão. Essas cinco repúblicas formavam a União Soviética até a extinção do maior país do mundo, no início da década de 1990.
Em maio de 1990, o turcomeno substituiu o russo como língua oficial. Em 22 de agosto de 1990, o Soviete Supremo (Parlamento) declarou a independência do país, fato que só demorou dois meses para se concretizar, com a eleição do primeiro presidente do novo país.
A independência do Turcomenistão foi proclamada em 27 de outubro de 1991, sob a liderança do único candidato à presidência, Saparmurat Niyazov e, no ano seguinte, tornou-se o primeiro país da Ásia Central a aprovar uma nova constituição, que institui o Halk Maslahat (Conselho do Povo) como o órgão supremo do governo. No mesmo ano, o Partido Comunista do Turcomenistão mudou seu nome para Partido Democrático do Turcomenistão. O país aderiu-se então à Comunidade de Estados Independentes (CEI). Em 1993, o Turcomenistão adotou o manat como moeda nacional para sair da área de influência do rublo, procurou ampliar a indústria petrolífera. Em julho de 1995, mil pessoas protestaram contra o governo e a situação econômica. Vários manifestantes foram presos. Em dezembro, em resposta a críticas internacionais, Niyazov anunciou que criará um instituto de direitos humanos no país. Este passou a funcionar em outubro de 1996. Em junho de 1997, o Parlamento aprovou novo código criminal, que mantém a pena de morte para assassinato premeditado, crimes contra o governo, atentado contra o presidente ou porte de drogas. Em reunião com o presidente da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), em abril de 1998, Niyazov concordou em libertar oito prisioneiros detidos nos protestos de 1995. Dias depois, Abdy Kuliyev, retornou ao país e foi posto em prisão domiciliar. Kuliyev foi solto dias depois, mediante intervenção do governo russo.
Fonte: pt.wikipedia.org
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