
Urucum (Bixa orellana L.) é uma planta produtora do corante natural bixina, podendo alcançar de 2 a 9 m de altura. É ornamental, pela beleza e colorido de suas flores e utilíssima como fornecedora de sementes condimentares, estomáticas, laxativas, cardiotônico, hipotensor expectorante e antibiótico, agindo como antiinflamatório para as contusões e feridas, apresentando, ainda, emprego interno na cura das bronquites e externo nas queimaduras. Dela se extrai também o óleo industrial.
A infusão das folhas tem ação contra as bronquites, faringite e inflamação dos olhos. A polpa que envolve a semente é reputada refrigerante e febrífuga, obtendo-se valiosas matérias tintoriais amarela (orelina) e vermelha (bixina), esta última, constituindo um princípio cristalizável (Corrêa, 1978).
As aludidas matérias corantes são fixas, inalteráveis pelos ácidos e pelo alume, inofensivas e têm largo emprego na arte-culinária como condimento e na indústria têxtil para colorir tecidos. Na indústria de alimentos são utilizadas para dar cor em manteiga, margarina, maionese, molhos, mostarda, salsichas, sopa, sucos, sorvetes, produtos de panificação, macarrão e queijo, comumente chamado "do reino", procedente da Holanda.
Também é bastante empregado na indústria da impressão e na tintura. Muitos aborígines serviam-se do corante, naturalmente obtido em mistura, para colorir os objetos de cerâmica e outros vasos de uso doméstico. A maioria dos índios coloriam a sua pele para embelezarem-se durante os rituais religiosos e, principalmente, por uma necessidade de protegerem-se dos raios ultravioletas do sol e das picadas dos pernilongos que infestavam as matas (Cânova, 2000).
Tratando-se de uma planta tipicamente tropical, o seu cultivo pode ser realizado em diferentes regimes climáticos, porém, tanto a temperatura como a precipitação pluviométrica, poderão tornar-se fatores limitantes ao bom desenvolvimento da cultura.
A planta desenvolve-se bem numa amplitude térmica entre 22 e 27 °C, sendo 25 ºC considerada como ideal. Algumas cultivares suportam temperaturas abaixo de 22 ºC, desde que não ocorra geada.
O urucuzeiro tolera baixas precipitações pluviais, desde que bem distribuídas. No entanto, precipitações anuais bem distribuídas e superiores a 1.200 mm são ideais para o seu bom desenvolvimento. Por ser uma planta que apresenta os processos fisiológicos de vegetar, florescer e frutificar, praticamente, durante todo o ano, a ausência de chuvas, num período superior a três meses, poderá ser prejudicial a sua produtividade.
A umidade relativa do ar ideal está em torno de 80%. Pode o urucuzeiro ser cultivado desde o nível do mar até altitude de 1.200 m, sendo a ideal entre 100 a 800 m. Nessa amplitude, têm-se obtido os teores mais elevados de bixina. Os ventos, quando frios e fortes, podem causar prejuízos, notadamente, na fase de formação da cultura, chegando a rasgar as folhas e, conseqüentemente, diminuir a eficiência fotossintética e retardar o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da planta.
O urucuzeiro se adapta a diferentes tipos de solos, compreendendo desde a faixa litorânea, estendendo-se ao agreste, desde o Luvissolos Crômicos até Nitossolos Vermelhos Eutróficos, Neossolos Regolíticos Eutróficos Típicos e Latosol Vermelho Amarelo Eutróficos (Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, 1999). No entanto, sua preferência recai sobre os solos mais férteis onde predomina relativa umidade, aliada a um clima ameno.
Em solos compactados, o desenvolvimento vegetativo ocorre de forma lenta e os pantanosos são impróprios ao seu cultivo. É recomendável solos com boa drenagem, fertilidade variando de média a alta, pH entre 5,5 e 7,0, bons níveis de cálcio e magnésio e ausência de alumínio.
Quanto à topografia, recomenda-se o plantio em áreas planas ou ligeiramente onduladas. Em solos declivosos, o plantio deve ser procedido recorrendo-se ao emprego de métodos conservacionistas como terraceamento, contorno e curva de nível, visando prevenir a erosão do solo e, conseqüentemente, maior retenção de umidade.
O preparo do solo para o cultivo do urucuzeiro consiste, basicamente, no roço, encoivaramento, queima, destoca, seguido de uma aração a aproximadamente 30 cm de profundidade, com duas gradagens leves e cruzadas. A calagem deve ser procedida conforme os resultados da análise do solo, de 60 a 90 dias antes do plantio, para maior eficiência.
Vários são os espaçamentos utilizados no cultivo do urucuzeiro, no entanto, a escolha do espaçamento ideal está relacionado com os fatores: cultivar, do tipo de solo e do sistema de cultivo sequeiro ou irrigado. Para um bom nível tecnológico, recomendam-se 6,0 m x 4,0 m (417 plantas/ha) e 6,0 m x 5,0 m (333 plantas/ha).
O plantio deve coincidir com o início do período chuvoso. Em regiões litorâneas, este período corresponde aos meses entre abril e julho. Em sistema de cultivo irrigado, recomenda-se o plantio durante todo o ano. Em área declivosa, orienta-se efetuar o plantio em curva de nível. Para solos arenosos, covas com dimensões de 0,40 x 0,40 x 0,40 m; solos pesados ou compactados, covas com dimensões de 0,50 x 0,50 x 0,50 m são os recomendados.
Apesar do grande potencial que a cultura do urucuzeiro apresenta, muito pouco se sabe sobre o efeito da adubação, pois poucos são os trabalhos científicos que tratam desse assunto no país. São José & Rebouças (1991) relatam que até o momento, a literatura disponível recomenda o uso de fórmulas NPK, como 04-14-08, 03-20-20, 10-10-20, 20-20-00, dentre outros. Evidenciaram um desbalanceamento das fórmulas, especialmente a 20-20-00 onde o elemento exportado em maior quantidade pelo urucuzeiro é o potássio e pela fórmula em referência; este elemento não é adicionado ao solo e o nitrogênio aplicado em demasia poderá promover o crescimento vegetativo excessivo, em detrimento da produção.
O urucuzeiro é uma planta que também responde muito bem a adubações orgânicas, devendo-se aplicar anualmente 10 a 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha por planta.
Nas culturas de urucuzeiros tecnificadas, as adubações têm sido realizadas em duas a quatro vezes ao ano, sempre coincidindo com as chuvas para melhor aproveitamento dos nutrientes. No caso de realizar quatro adubações, deve-se procurar coincidir duas delas com o início do florescimento e as demais, durante o crescimento dos frutos e após a poda. Para solos fracos em fósforo, potássio e matéria orgânica, como ocorre na maioria dos solos brasileiros, tem sido utilizado de 300 a 1000 g por planta/ano de uma das fórmulas (NPK) 04-14-08, 11-30-17 ou 04-30-10 que são geralmente empregadas na adubação do urucuzeiro.
As plantas daninhas concorrem com o urucuzeiro, notadamente, até os primeiros doze meses de implantado. Nesse período as capinas devem ser realizadas eliminando-se as ervas daninhas. Posteriormente, manter a projeção da copa livre de ervas daninhas e nas linhas e entrelinhas realizar roços periódicos. A poda é executada, visando facilitar a colheita futura. A poda drástica é realizada cortando os ramos até a altura de 0,80 m e 1,20 m. Os ramos laterais são reduzidos também a distância entre 0,50 m e 1,00 m em relação ao tronco principal do urucuzeiro, enquanto que, a poda branda elimina somente os ramos do terço superior da planta (1,20 m a 1,50 m de altura).
Embora o urucuzeiro seja considerado uma planta rústica, observam-se certas restrições quanto ao seu desenvolvimento vegetativo em regiões com estiagens prolongadas.
Dentre as distintas técnicas agronômicas que proporcionam o aumento da produtividade e antecipação da floração, a irrigação desempenha papel importante, especialmente nas regiões áridas e semi-áridas (Silva & Duarte, 1980).
A irrigação localizada, aplicada diretamente sobre a região radicular, em pequenas quantidades, com alta freqüência, mantém a umidade do solo na zona radicular, próxima à capacidade de campo. Dentre outras vantagens, esse sistema de irrigação apresenta bons resultados da adubação, maior eficiência no controle fitossanitário, não interferência nas práticas culturais, adaptação a diferentes tipos de solo e topografia (Bernardo, 1984).
A utilização da irrigação, principalmente, em regiões com déficit hídrico, poderá proporcionar aumentos significativos na produtividade. Considerando as condições edafoclimáticas, a lâmina de água de irrigação indicada para o cultivo do urucuzeiro é 100 mm mensais.
O controle de pragas e doenças deve ser feito logo após o seu aparecimento. Não sendo possível o controle biológico e/ou integrado e, considerando ainda não existir inseticidas registrados nos órgãos competentes para a cultura, realizar o combate após consultar um Engenheiro Agrônomo.
EMBRAPA-1 - Cultivar de porte intermediário entre mediano e alto, medindo em média, 2,00 m de altura. Diâmetros médios do tronco e da copa com 7,81 cm e 3,19 m respectivamente. Suas flores apresentam coloração rósea-clara com cápsulas pilosas de cor vermelha. Possui arquitetura esgalhada e os frutos são deiscentes. Apresenta expressivo teor de bixina, 3,61%.
Nas condições do Nordeste e do Centro Sul do Brasil, a colheita do urucuzeiro é realizada aproximadamente aos 130 dias após a abertura da flor, quando se verifica ¾ das cápsulas secas. No Norte, esse período é reduzido para 60 a 80 dias. A maturação das cápsulas é dada pela mudança de cor quando passa do verde, amarelo ou vermelho para castanho ou marrom. Para a região Nordeste, a primeira colheita, a mais significativa, ocorre nos meses de junho e julho, enquanto que a segunda, conhecida como safrinha, realiza-se no período novembro a dezembro.
A exceção do material vegetal Bico de Pato, que tem apresentado uma boa uniformidade na maturação de suas cápsulas, colhendo-se, praticamente, de uma única vez reduzindo, significativamente, os custos operacionais. Os demais acessos mais utilizados, Peruana paulista, Embrapa 1, Embrapa 2, Casca verde, Casca vermelha e Piave devem-se efetuar entre duas a três colheitas por safra. É de suma importância colher apenas as cápsulas que apresentem-se maduras e secas, uma vez que o porcentual elevado de umidade nas sementes contribuirá negativamente para a perda da qualidade das mesmas, assim como, o aparecimento de mofos. A tesoura de poda é imprescindível e na sua impossibilidade, o canivete ou faca, poderá substituí-la, tendo sempre o cuidado de cortar o pedúnculo mais próximo da cápsula. A operação posterior consistirá na secagem das cápsulas ao sol, tendo o cuidado para que as sementes não fiquem expostas ao calor, o que trará prejuízos na qualidade e quantidade de pigmentos.
ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL. Rio de Janeiro: IBGE, 1989.
AYRES, D.M.J.; SOARES, J.R.; GOMES, J.J.A.G.; ALBUQUERQUE, N.V.de. Germinação de sementes de urucum (Bixa orellana, L.). 1986. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 31).
BALIANE, A. A cultura do urucueiro. Niterói: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro. 1982. 16p.
BALIANE, A. A cultura do urucueiro. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2, e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE URUCUM,1.Campinas, 1991. Anais... Campinas, ITAL, 1991. p. 127-132.
BRANDÃO, A. L. S., BOARETTO, M. A. C. Pragas do urucueiro. In: SÃO JOSÉ, A. R., REBOUÇAS, T. N. H. A. A cultura do Urucum no Brasil: Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p. 50-57.
BATISTA, F.A.S. Aspectos fenológicos e biométricos de tipos de urucueiro: EMEPA-PB/EMATER-PB, 1985. 3p. (EMEPA-PB.Pesquisa em Andamento, 29).
BATISTA, F.A.S. Comportamento produtivo de cultivares de urucueiro no lit0,oral paraibano: João Pessoa: 1987. 6p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 31).
BATISTA, F.A.S. Urucueiro: instruções práticas para implantação e condução de um plantio. João Pessoa: EMEPA-PB/EMATER-PB, 1988. 26p. (EMEPA-PB/EMATER-PB.Circular Técnica, 3).
BATISTA, F.A.S.; BARBOSA, M.M. Utilização de mudas selecionadas: uma alternativa para a melhoria da produtividade da cultura do urucueiro. João Pessoa: 1986. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 27).
BATISTA, F.A.S.; DANTAS, E.C. da S.; BARBOSA, M.M.; SANTOS, E.S. A cultura do urucueiro. João Pessoa: EMEPA-PB, 1988. 25 p. (EMEPA-PB.Documentos, 10).
BATISTA, F.A.S.; LAMEIDA,A.M.de; SSOARES, R.T. SANTOS, E.S. dos; BARBOSA, M.M.; CALDAS, A.S. Produção de mudas de bananeira cultivar Pacavan em regime de viveiro comercial, no Estado da Paraíba. João Pessoa: 1985. 4p. (EMEPA-PB.Comunicado Técnico, 11).
BOREM, A. Sistemas reprodutivos das espécies cultivadas. In: Borém, A. Melhoramento de Plantas. Viçosa, UFV, 1997. p. 31-39.
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 3ª ed., Viçosa, MG: Imprensa Universitária da UFV, 1984, 483p.
CÂNOVA, R. Urucum. http://alemdojardim.terra.com.br/alem/mai. 2000. Consultado em 5 de maio. 2000.
CARVALHO, P. R. N. Extração e utilização do coranye de urucum, In: SÃO JOSÉ, A. R., REBOUÇAS, T. N. H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p. 69-76.
COMISSÃO ESTADUAL DE PLANEJAMENTO AGRÍCOLA (João Pessoa, PB). Zoneamento agropecuário da Paraíba. João Pessoa: FUNAPE/CCT/CCA/ELC, 1978. p.57.
CORRÊA, M.P. Dicionário das plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. Rio de Janeiro: MA/IBDF, 1978. v.4, p.358-359.
CUNHA, L. G. C., FREIRE, J. M., FARIAS, E. Diagnóstico da cultura do urucum Bixa orellanna L. na Ibiapaba. Fortaleza-CE: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Ceará, 1973, 37 p.
EMATER-PB. Dados pluviométricos das microrregiões de Guarabira e Brejo Paraibano. João Pessoa: EMATER-PB, 2001.
FALESI, I. C.; KATO, O. R. A cultura do urucum no Norte do Brasil. Belém: EMBRAPA-UEPAE de Belém, n.3, 1992, p. 47.
FALESI, I. C.. URUCUZEIRO: Recomendações básicas para o seu cultivo Belém: 1987. 27 p.
FARIA, L. J. G. de.; COSTA, C. M. L. (coord.) Tópicos Especiais em Tecnologia de Produtos Naturais. In: KATO, O. R.; OLIVEIRA, V. P.; FARIA, L. J. G. de. Plantas corantes da Amazônia. Belém: UFPA/NUMA/POEMA, 1998. P. 41-55 (Série Poema, 7).
FERREIRA, W. A.; FALESI, I. Teores de nutrientes e matéria seca na parte aérea e na raiz e percentagens de bixina de três tipos de urucueiros. In: REUNIÃO TÉCNICO CIENTÍFICA SOBRE MELHORAMENTO GENÉTICO DO URUCUZEIRO, 1, Belém, 1991. Anais... EMBRAPA-CPATU, 1992. p. 44-68.
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Anuário estatístico do Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 1989.
GHIRALDINI, E. Corantes naturais mais comumente usados na indústria de alimentos. Revista Brasileira de Corantes Naturais. Vitória da Conquista, v.2, n.2, p.93-96. 1996.
GOMES, P. A cultura do urucu. Sítios e Fazenda, São Paulo-SP, v.33, n.11, p.27-28, 1967.
GOMES.F.P.A. Urucu multiplica-se por estacas e dá em qualquer solo. Agricultura e Pecuária, Rio de Janeiro, n.534, p.41, dez. 1968.
GUIMARÃES, I. S. S.; FERREIRA, L.M.J.; WILBERG, V.C. Avaliação do teor de bixina durante a maturação dos frutos de urucum. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2., 1991. Campinas. Resumo. Campinas: SBCN, 1991. p. 143-144.
HAAG, H. P., DECHEN, A. R., ROSALEN, D. L. Carência de macronutrientes e de boro em plantas de urucu. Anais da E.S.A.Luiz de Queiroz. Piracicaba-SP, v. 45, n.2, p. 423-431, 1988.
HARTMAN, H.; KESTER, D. E. Propagación asexual. In: Hartman, H. & Kester, D. E. Propagación de Plantas. Mexico, CECSA, 1989. p. 219-546.
HAYNES, J.L. Uso agrícola dos tabuleiros costeiros do Nordeste do Brasil: Um exame das pesquisas. Recife: SUDENE, 1970.133p.
LIJERÓN, E.C.Recuperação de pigmentos para uso alimentício a partir do subproduto da Bixa orellanna L (Urucum).João Pessoa-PB, 1997. 86 p. Dissertação (Mestrado em Ciência de Alimentos). Universidade Federal da Paraíba.
LIMA, L.C.F. Conceitos conjunturais sistematizados da botânica do urucuzeiro. In: SÃO JOSÉ, A. R.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucu no Brasil. Vitória da Conquista-BA, UESB, 1990. p.25-28.
LIMA, L.C.F.; Conceito conjunturais sistematizados da botânica do urucuzeiro. In: SÃO JOSE, A.R.; REBOUÇAS T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista: UESB, 1990. p.25-28.
LINGERFELT, C.W. O urucu como alternativa. Informativo Rural, Rio de Janeiro, v. 163, p.20-4, 1984.
MASCARENHAS, J.M.O.Corante em alimentos: perspectivas, uso e restrições.Viçosa-MG, 1995. Dissertação (Mestrado em Agronomia). Universidade Federal de Viçosa.
MASCARENHAS, J.M.O.; STRINGHETA, P.C.; LARA, J.E.; REIS, F.P.O perfil das indústrias produtoras de corantes. Revista Brasileira de Corantes Naturais. Vitória da Conquista, v.3., n.1., p.1-9. 1999.
MELO, A.M.L. Mercado de colorífico. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.33.
MORAIS, O.M.; SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H.; ATAIDE, E.M. Mejoramento Genético Del Achiote en Brasil. Revista Brasileira de Corante Naturais. Vitória da Conquista, v. 3. n.1., p.109-111. 1999.
MUNUERA, M. Aplicação de corantes naturais em alimentos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.32.
OCAMPO, R.A.S.; OROZCO, R.A. Aspectos agronomicos sobre el cultivo del achiote (Bixa orellana L.) In: Aspectos sobre el achiote y perspectivas para Costa Rica. Turrialba, CATIE, 1983. p.31-42. (Informe Técnico, 47).
OLITTA, A.F.L. Elaboração do projeto de irrigação. Brasília, ABEAS, 1988 53p.
OLIVEIRA, V. P. Tratos culturais do Urucum. In: SÃO JOSÉ, A. R. , REBOUÇAS, T. N. H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-Ba, UESB, 1990. p.46-49.
OLIVEIRA, R.C. de. Aplicação de corantes naturais na indústria papeleira. In.: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTE NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.21.
PEDROSA, J.P.;CIRNE, L.E. da M.R.; NETO, J. M. de M. Teores de bixina e proteína em sementes de urucum em função do tipo e do período de armazenagem. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, v.3, n.1, p.121-123. 1999.
PIERIK, R. L. M. In vitro Culture of Higher Plant. Dordrecht. Martinus Nijhoff Pub., 1987. p. 344.
RAMALHO, R. S.; PINHEIRO, A. L.; DINIZ, S. D. Informações básicas sobre a cultura e utilização do urucum Bixa orellanna L. Viçosa, UFV 1987. 22 p. (Boletim Técnico, 59).
REBOUÇAS, T.N.H.; SÃO JOSÉ, A.R. A cultura do urucum: práticas de cultivo e comercialização. Vitória da Conquista, 1996. 42p.
ROSALEN, D.L.; HAAG, H. P.; SIMÃO, S. Requerimento nutricional da cultura do urucum. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2 e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DO URUCUM, 1. Campinas, 1991. Resumos... Campinas, 1991, p. 305.
SANTOS, E. O urucu. Ministério da Agricultura. Serviço de Informação agrícola, 818, 1958, 14 p.
SANTOS, A.; SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H. Doenças do Urucum. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Vitória da Conquista, v.4, n.1 e 2, p.97-102. 2000.
SÃO JOSÉ, A.R.; REBOUÇAS, T.N.H.; Aspectos técnicos da cultura do urucueiro. In: SEMINÁRIO DE CORANTES NATURAIS PARA ALIMENTOS, 2 e SIMPÓSIO INTERNACIONAL DO URUCUM, 1. Campinas, 1991. Anais... ITAL, 1991, p. 135-140.
SÃO JOSÉ, A.R.; MASCARENHAS, J.M.; STRINGHETA, P.C.; REBOUÇAS, T.N.H.; OLIVEIRA, V.P. Cultivo del achiote (Bixa orellana L.) em Brasil. Revista Brasileira de Corantes Naturais, Vitória da Conquista, v.3 n.1, p. 113-119. 1999.
SÃO JOSÉ, A.R.; MASCARENHAS, J.M.O.; STRINGHETA, P.C.; REBOUÇAS, T.N.H.; OLIVEIRA , V.P. Cultivo del achiote (Bixa orellana L.) en Brasil. Revista Brasileira de Corante Naturais, Vitória da Conquista, v.3., n.1., p. 113-119. 1999.
SÃO JOSÉ, A.R. A situação da cultura do urucum na região Sudoeste da Bahia. In: SÃO JOSÉ, A.R.A.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-BA. UESB. 1990. p.20-24.
SÃO JOSÉ, A.R. Exigências edafo-climáticas da cultura do urucum. In: SÃO JOSÉ, A.R.A.; REBOUÇAS, T.N.H. A cultura do urucum no Brasil. Vitória da Conquista-BA. UESB. 1990. p.20-24.
SILVA, A.T.; DUARTE, E.F. Irrigação: fundamentos e métodos. Rio de Janeiro, Imprensa Universitária da UFRRJ, 1980 180p.
SILVA, F.C.P.; FRANCO, C.F.O. Urucuzeiro uma alternativa de agronegócio. João Pessoa: EMEPA-PB, Banco do Nordeste, 2000. 64p.
SILVA. F. de C.P. da; FRANCO, C.F. de O. Avaliação de cultivares de urucum na Paraíba. João Pessoa: EMEPA-PB, 2000.
SILVA. F.C.P. da.; FRANCO, C.F.O. Avaliação de cultivares de urucum na Paraíba. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumos. João Pessoa: SBCN. 2000. p.76.
STRINGHETA, P.C. Corantes naturais uma opção inteligente. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CORANTES NATURAIS, 4., 2000. João Pessoa. Resumo. João Pessoa: SBCN, 2000. p.27.
TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. Cultura de Tecidos e Transformação Genética de Plantas. v. 1. Brasília: Embrapa-SPI/Embrapa-CNPH, 1998.
Fonte: www.emepa.org.br