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Manual de Vacinação

Observação

Como a vacina BCG-ID é fechada a vácuo, quando o ar entra de forma brusca no interior da ampola, o pó vacinal pode ser expulso sob a forma de aerossol.

Injetar, lentamente, parte do diluente (0,5 a 1,0 ml), pelas paredes da ampola que contém o pó vacinal, umedecendo-o (figura III-6);

Vacinação
Figura III - 6

Fazer um movimento rotativo com a ampola até obter uma suspensão homogênea;

Injetar o restante do diluente e voltar a fazer o movimento rotativo com a ampola para que a suspensão fique homogênea;

Observações

O frasco multidoses da vacina BCG-ID, uma vez aberto, desde que mantido sob temperatura adequada (+2ºC a +8ºC) e adotados os cuidados que evitem sua contaminação, pode ser usado por seis horas:

Para verificar o prazo, registrar no frasco a data e a hora da abertura do mesmo;

Vencido o prazo, desprezar o resto da vacina, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2.

Apoiar em um recipiente (copo plástico, por exemplo) a ampola com a vacina reconstituída;

Observações

O recipiente que sustenta a ampola deve estar resfriado; para isto, colocá-lo, com antecedência, no refrigerador ou na caixa térmica.

Ao apoiar a vacina no recipiente, protegê-la contra poeira e gotas d’água, utilizando o saco plástico da embalagem.

Aspirar o volume a ser administrado, verificando na graduação da seringa se a dosagem está correta

Observação

Antes de aspirar o volume correspondente à dose, fazer um movimento rotativo com a ampola da vacina para que ocorra a homogeneização.

Recolocar a vacina no recipiente, dentro da caixa térmica ou no refrigerador, até a aspiração de nova dose;

Preparar o cliente, colocando-o em posição segura e confortável, fazendo a limpeza do local da administração, se necessário.

O vacinador, para administrar a vacina, deve introduzir a agulha nas camadas superficiais da pele, na inserção inferior do deltóide, na face externa do braço direito, até que o bisel desapareça.

Observações

A técnica a ser utilizada, para administrar a vacina BCG-ID, é a da injeção intradérmica, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.4.2.

O braço direito da pessoa (principalmente criança) deve estar imobilizado. Para isso, colocar uma das mãos por baixo do braço e distender a pele da região do deltóide, com os dedos polegar e indicador.

Para prevenir complicações:

Introduzir a agulha formando um ângulo de 15º;

Injetar a dose exata, ou seja, 0,1 ml.

O vacinador, após administrar a vacina, deve:

Desprezar a seringa e a agulha, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2;

Estar atento às reações imediatas;

Observação

Os eventos adversos decorrentes da vacinação com a BCG-ID são, em geral, locais e pouco freqüentes, e são, na maioria dos casos, decorrentes de falhas na administração da vacina, devidas à:

Aplicação profunda (subcutânea);

Dose com maior volume; ou

Contaminação.

Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre a evolução e os cuidados com a lesão que surge no local da administração da vacina;

Observações

Alguns dias depois da vacinação, surge, no local, um nódulo que evolui para pústula e em seguida para crosta e úlcera.

Esta lesão regride, espontaneamente, em média entre a quinta e a 12ª semana, podendo se prolongar até a 24ª, deixando pequena cicatriz.

A lesão em pessoas previamente infectadas tem, geralmente, evolução mais acelerada, podendo ser maior e cicatrizar mais rapidamente.

A evolução normal é o enfartamento ganglionar não supurado axilar, supra ou infraclavicular.

O enfartamento aparece, geralmente, de três a seis semanas após a vacinação, podendo permanecer estacionário de um a três meses, desaparecendo espontaneamente, sem tratamento.

A úlcera, que resulta da evolução normal da lesão, não deve ser coberta.

O local deve estar sempre limpo, não sendo necessário colocar qualquer medicamento ou adotar qualquer cuidado especial, nem realizar curativo.

Lavar as mãos, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.1

Registrar o número do lote e a validade da vacina administrada, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 6

Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre o retorno, quando for o caso, para complementação do esquema básico de vacinação.

2.9. Vacinação de contatos intradomiciliares de pacientes de hanseníase (todas as formas)

A vacina BCG-ID é administrada nos contatos intradomiciliares dos pacientes de hanseníase, com a finalidade de aumentar a proteção deste grupo de risco, de acordo com os seguintes procedimentos:

A vacina BCG-ID é administrada, conforme orientado anteriormente nos itens 2.6, 2.7 e 2.8, ressaltando-se:

Que não é necessária a prova tuberculínica prévia;

Que a dose é de 0,1 ml;

Que deve ser utilizada a via intradérmica;

Que deve ser administrada no braço direito, na altura da inserção inferior do músculo deltóide;

O esquema básico para a administração da vacina BCG-ID nesse grupo é de duas doses, com intervalo entre as doses de seis meses, no mínimo, a um ano.

Observações

A vacinação nos contatos intradomiciliares de pacientes de hanseníase é realizada na mesma sala do serviço de saúde e no mesmo dia em que outros grupos são vacinados com a BCG-ID.

Como a vacina BCG-ID apenas aumenta a proteção contra as formas multibacilares da hanseníase, o contato intradomiciliar deve
comparecer ao serviço de saúde, anualmente (durante dois anos), para o exame dermatoneurológico.

A presença da cicatriz vacinal é considerada como primeira dose para efeito de registro, independente do tempo transcorrido desde a vacinação que provocou o aparecimento da cicatriz.

A vacinação com a BCG-ID na gestante, contato de paciente de hanseníase, deve ser transferida para depois do parto.

O registro da dose administrada é feito no Cartão da Criança, no Cartão do Adulto e no prontuário do caso índice de hanseníase.

Estudos têm demonstrado que nas administrações subseqüentes da vacina BCG-ID (pessoas já reatoras à prova tuberculínica) a evolução vacinal é mais acelerada e a cicatrização precoce.

3. Vacina oral contra poliomielite

3.1. Indicação

A vacina é indicada para prevenir a poliomielite, sendo recomendada a partir dos dois meses de idade. Situações epidemiológicas especiais podem indicar a vacinação a partir do nascimento.

Observações

Nas campanhas maciças, realizadas no Brasil desde 1980, a vacina contra a poliomielite tem sido administrada no grupo de zero a quatro anos, independente do estado vacinal prévio.

As campanhas visam, sobretudo, estabelecer proteção coletiva nas comunidades, mediante a substituição do vírus selvagem circulante pelo vírus vacinal.

3.2. Contra-indicação

A vacina contra a poliomielite é contra-indicada apenas nas situações gerais referidas na introdução desta Parte do Manual.

Observações

É recomendável adiar a administração da vacina no caso da pessoa estar com diarréia severa ou vômitos intensos. Em outra oportunidade, com condição clínica satisfatória, a dose será melhor aproveitada pelo organismo.

Essa e outras contra-indicações não devem ser consideradas nas campanhas ou em bloqueios.

3.3. Composição

A vacina é constituída por três tipos de poliovírus atenuados, cultivados em células de rim de macaco.

A vacina usada no Brasil tem, atualmente, a seguinte concentração de partículas virais:

Poliovírus tipo I – 1.000.000 DICT 50 (DICT - dose infectante em cultura de tecido);
Poliovírus tipo II - 100.000 DICT 50;
Poliovírus tipo III - 600.000 DICT 50.

Outras substâncias também estão presentes na vacina, como o cloreto de magnésio, a sacarose, a neomicina, a estreptomicina ou a eritromicina (estabilizantes) e o vermelho de amarante ou roxo de fenol (corante-indicador de pH).

3.4. Apresentação

A vacina contra a poliomielite é apresentada sob a forma líquida, em frasco multidoses. A enfrascagem depende do laboratório produtor, sendo apresentada, geralmente, em bisnaga de plástico.

3.5. Conservação

A vacina contra a poliomielite, na instância local, é conservada entre +2ºC e +8ºC, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 4.

3.6. Dose e volume

O esquema básico da vacina contra a poliomielite corresponde a três doses, com intervalo de 60 dias entre as mesmas. O intervalo mínimo é de 30 dias. Um reforço é administrado um ano após a terceira dose. Em situações especiais o intervalo para o reforço pode ser reduzido para até seis meses.

Cada dose, em geral, corresponde a duas gotas, podendo variar conforme especificações do laboratório produtor.

3.7. Via de administração

A vacina contra a poliomielite é administrada por via oral.

3.8. Administração

O vacinador, antes de administrar a vacina, deve:

Lavar as mãos e organizar todo o material, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópicos 2 e 5;

Retirar a vacina do refrigerador ou da caixa térmica, verificando o nome da mesma, bem como o prazo de validade;

Observações

Tanto na rotina como nas atividades extramuros (campanha, intensificação e bloqueio), a bisnaga da vacina contra a poliomielite, uma vez aberta, pode ser usada durante cinco dias úteis, desde que mantida sob temperatura adequada (+2ºC a +8ºC) e adotados os cuidados que evitem a contaminação da bisnaga:

Para verificar o prazo, registrar a data e a hora da abertura da bisnaga;

Vencido o prazo, desprezar o resto da vacina, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2.

Nos postos de grande demanda ou durante as campanhas, evitar o contato prolongado da bisnaga com o calor da mão, utilizando duas bisnagas da vacina, alternando a cada cinco pessoas vacinadas.

Preparar a pessoa, colocando-a em posição segura e confortável; quando for criança, pedir para o responsável deitá-la no colo.

O vacinador, para administrar a vacina, deve:

Inclinar a cabeça da pessoa ligeiramente para trás e fazer pressão nas bochechas;

Abrir a bisnaga e manter a tampa da mesma na mão, adotando cuidados para não contaminá-la;

Pingar as gotas da vacina sobre a língua da pessoa a ser vacinada.

Observações

Evitar encostar o bico do frasco na boca da pessoa para não contaminá-lo.

Caso isso aconteça desprezar o restante das doses, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2.

Esperar a pessoa engolir a vacina; se a mesma cuspir, regurgitar ou vomitar (até uma hora depois da administração) repetir a dose.

Não é necessário fazer intervalo entre a alimentação (inclusive leite materno) e a administração da vacina.

O vacinador, após administrar a vacina oral contra a poliomielite, deve:

Lavar as mãos, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.1;

Registrar o número do lote e a validade da vacina administrada, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 6;

Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre o retorno, quando for o caso, para a complementação do esquema básico de vacinação.

4. Vacina contra a difteria, o tétano e a coqueluche: tríplice bacteriana (DTP)

4.1. Indicação

A vacina tríplice bacteriana (DTP) é indicada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche (ou pertussis).

A vacina é administrada a partir dos dois meses de idade até os seis anos, 11 meses e 29 dias.

Observação

Ao indicar a vacinação com a tríplice bacteriana (DTP), considerar as doses administradas anteriormente e não reiniciar o esquema.

4.2. Contra-indicação

A vacina DTP está contra-indicada nas situações gerais referidas na introdução desta Parte do Manual.

No que se refere às contra-indicações específicas, a vacina tríplice bacteriana não deve ser administrada em crianças com quadro neurológico em atividade e naquelas que tenham apresentado, após dose anterior, qualquer das seguintes manifestações:

Convulsões até 72 horas após a administração da vacina;

Colapso circulatório, com estado tipo choque ou com episódio hipotônico-hiporresponsivo (EHH), até 48 horas após a administração da vacina;

Encefalopatia nos primeiros sete dias após a administração da vacina.

Observações:

Quando a vacina tríplice bacteriana é contra-indicada, devido à ocorrência de convulsões ou colapso circulatório (ver observação no item 4.8 a seguir), administrar a vacina tríplice bacteriana acelular (DTP acelular) ou, quando não disponível, a dupla tipo infantil (DT), conforme orientado no tópico 5 a seguir.

Para os casos de encefalopatia está contra-indicada qualquer dose subseqüente, seja com a tríplice bacteriana ou acelular.

4.3. Composição

A vacina DTP é uma associação dos toxóides diftérico e tetânico com a Bordetella pertussis inativada, tendo o hidróxido ou o fosfato de alumínio como adjuvante e o timerosal como preservativo.

4.4. Apresentação

A vacina DTP é apresentada sob a forma líquida, em ampola ou frasco de dose única, contendo 1,0 ml ou 0,5 ml, ou em frasco multidoses.

4.5. Conservação

A vacina DTP é conservada numa temperatura entre +2ºC e +8ºC, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 4.

Observações

A vacina DTP não pode ser congelada; caso atinja uma temperatura de 0ºC proceder conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 4, item 4.5.

O congelamento provoca a desnaturação protéica e a desagregação do adjuvante (com formação de grumos), com conseqüente perda de potência e aumento dos eventos adversos locais (dor, rubor e calor).

4.6. Dose e volume

O esquema básico da DTP corresponde a três doses no primeiro ano de vida, com intervalo de 60 dias entre as 12.

O intervalo mínimo é de 30 dias. O reforço é administrado 6 a 12 meses depois da terceira dose, de preferência aos 15 meses de idade, simultaneamente com a vacina tríplice viral (contra o sarampo, a rubéola e a caxumba) e com a vacina contra a poliomielite.

Observação

Quando a criança estiver com o esquema vacinal incompleto, faltando uma ou duas doses, dar continuidade ao mesmo considerando as doses administradas anteriormente.

Atualmente, o volume correspondente a uma dose é de 0,5 ml, podendo variar de acordo com o laboratório produtor.

4.7. Via de administração

A vacina tríplice bacteriana (DTP) deve ser administrada por via intramuscular profunda, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.4.4.

Nas crianças menores de dois anos a injeção é feita no vastolateral da coxa e nos maiores pode ser utilizada a região do deltóide, na face externa superior do braço.

4.8. Administração

O vacinador, antes de administrar a vacina, deve:

Lavar as mãos e organizar todo o material: seringa, agulha e outros, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópicos 2 e 5

Retirar a vacina do refrigerador ou da caixa térmica, verificando o nome da mesma, bem como o prazo de validade;

Observações

O frasco multidoses da vacina DTP, uma vez aberto, pode ser usado até o vencimento do prazo de validade, desde que mantido sob temperatura adequada (+2ºC a +8ºC) e adotados os cuidados que evitem sua contaminação.

Vencido o prazo, desprezar o resto da vacina, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2.

Preparar a vacina, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.3;
• aspirar o volume a ser administrado, verificando na graduação da seringa se a dosagem está correta;

Observações

Quando utilizar o frasco multidoses, ao aspirar cada dose, perfurar a borracha em locais diferentes, evitando a parte central da tampa.

Antes de aspirar cada dose, limpar a tampa de borracha com algodão seco.

Antes de aspirar cada dose, fazer um movimento rotativo com o frasco da vacina para homogeneização, evitando, assim, reações locais mais intensas.

Utilizar na administração da vacina a mesma agulha que aspira a dose.

Recolocar o frasco na caixa térmica ou no refrigerador até a aspiração de outra dose.

Atenção

Não é mais orientada a manutenção de uma agulha no frasco; a borracha utilizada atualmente apresenta melhor resistência às múltiplas perfurações, em conseqüência do constante aperfeiçoamento dos materiais.

Preparar a pessoa, colocando-a em posição segura e confortável, fazendo a limpeza do local da administração, se necessário.

O vacinador, para administrar a vacina, deve injetar o líquido lentamente.

Observação

A técnica utilizada para administrar a vacina DTP é a da injeção intramuscular, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.4.4.

O vacinador, após administrar a vacina, deve:

Estar atento às reações imediatas;

Observações:

Os eventos adversos à administração da vacina DTP apresentam-se, em geral, sob a forma de dor local com vermelhidão, edema e enduração, febrícula e sensação de mal-estar com intensidade variável e duração passageira.

Na ocorrência de febre a partir de 38,5º, após a administração de dose anterior, é recomendado o uso de antitérmico profilático.

As manifestações sistêmicas graves são raras, podendo apresentar-se como: convulsão (até 72 horas), episódio hipotônico hiporresponsivo – EHH (até 48 horas) e encefalopatia (dentro de sete dias), após o recebimento de qualquer uma das doses da DTP, devido ao componente pertussis.

Também pode ocorrer reação imediata de natureza anafilática em razão de qualquer dos componentes da vacina DTP.

Quando isso ocorrer deve ser fornecido um comprovante do médico ou outro profissional de saúde que atendeu ao caso, a fim de que a criança, no futuro, por ocasião da outra dose, receba a vacina indicada.

Observações:

Os casos de eventos adversos devem ser notificados e investigados criteriosamente para definição da conduta quanto à continuidade do uso da vacina tríplice bacteriana, conforme orientado no Manual de Vigilância Epidemiológica dos Eventos Adversos pós Vacinação, ou seja:

No caso da presença de convulsão nas primeiras 72 horas ou de EHH, nas primeiras 48 horas, utilizar para as doses subseqüentes, preferencialmente, a vacina DTP acelular (vacina tríplice bacteriana acelular);

Caso a DTP acelular não esteja disponível, a vacina DTP pode ser administrada com precauções em ambiente hospitalar ou administrar a dupla infantil (DT);

Para os casos de encefalopatia até sete dias após a administração da vacina, está contra- indicada qualquer dose subseqüente, seja com a vacina DTP ou com a DTP acelular; nestes casos administrar somente a dupla infantil (DT);

Para os casos de reação de natureza anafilática após a administração da DTP, está contra- indicada qualquer dose das vacinas DTP, DTP acelular, DT, dT e TT.

Desprezar a seringa e a agulha, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 3, item 3.2;

Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante para usar compressa fria no caso de dor ou vermelhidão no local da administração;

Observação

Não usar compressa quente no local em que a vacina foi administrada.

Llavar as mãos, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 5, item 5.1;

Registrar o número do lote e a validade da vacina administrada, conforme orientado neste Manual, na Parte II, tópico 6;

Orientar a pessoa vacinada ou seu acompanhante sobre o retorno, quando for o caso, para complementar o esquema básico de vacinação.

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