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O Vaticano é o menor Estado independente do mundo, encravado na zona norte de Roma.
Deve a sua existência ao fato de ser a sede da Igreja Católica, por ser a residência oficial do Papa, e também da Igreja Católica Apostólica Romana, a maior e a mais conhecida e numerosa das Igrejas.
Grande parte do Vaticano está envolvida pela cidade de Roma. É tipicamente confundido como sendo apenas a Praça de São Pedro e a área por detrás. Porém, o Vaticano detém patrimônio espalhado por toda a cidade, com estatuto de propriedade do Vaticano, funcionando, assim, como pequenos enclaves dentro da cidade de Roma.
Um bom giro pelo Vaticano dificilmente dura menos do que um dia, e é comum querer voltar depois, por menor que seja o seu fervor religioso. Evite os finais de semana, quando tudo fica abarrotado, garanta um mapa e rume logo para a Capela Sistina -o ideal é fazer reserva antecipada, já marcando o dia e o horário.
O Vaticano foi dado pelo Tratado de Latrão, assinado por Benito Mussolini e o Papa Pio XI em 11 de Fevereiro de 1929. As terras tinham sido doadas em 756 por Pepino, o Breve, rei dos francos.
Durante um período de quase mil anos, que teve início no império de Carlos Magno no século IX, os papas reinavam sobre a maioria dos Estados temporais do centro da península itálica, incluindo a cidade de Roma, e partes do sul da França. Durante o processo de unificação da península, a Itália gradativamente absorveu os Estados Pontifícios. Em 1870, as tropas do rei Vítor Emanuel II entram em Roma e incorporam a cidade ao novo Estado.
Em 13 de março de 1871, Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao Papa Pio IX uma indenização e o compromisso de mantê-lo como chefe do Estado do Vaticano, um bairro de Roma onde ficava a sede da Igreja (as leis de garantia).
O papa, consciente de sua influência sobre os católicos italianos e desejando conservar o poder da Igreja, recusa-se a reconhecer a nova situação e considera-se “prisioneiro” do poder laico. Além disso, proibiu os católicos italianos de votar nas eleições do novo reino.
Essa incómoda questão de disputas entre o Estado e a Igreja, chamada Questão Romana só terminou em Fevereiro de 1929, quando o ditador fascista Benito Mussolini e o Papa Pio XI assinam o Tratado de Latrão, pelo qual a Itália reconhece a soberania da Santa Sé sobre o Vaticano, declarado Estado soberano, neutro e inviolável.
Fonte: www.souturista.com.br
O Vaticano é o menor Estado independente do mundo. Um país cercado por muros onde residem o Papa e os chefes da Igreja Católica Romana. Seu território se resume a um enorme quarteirão encravado no meio da capital italiana, Roma. O país tem autonomia, possui seu próprio jornal, moeda, selos, estação de rádio e ferrovia. Diariamente, milhares de turistas lotam o pequeno Estado - habitado apenas por membros da Igreja e da seleta guarda suíça - para apreciar suas obras de artes: museu, biblioteca e as pinturas renascentistas. O ponto alto da visita são os afrescos com cena do Velho Testamento, pintados por Michelângelo no teto da Capela Sistina. O Vaticano mantém-se com donativos, investimento de capital e renda com o turismo.
Área total: 0,44 km²
Localidade: fica no meio da cidade de Roma
Línguas Oficiais: Italiano e latim
População: 900 (dado de 2002)
Taxa de crescimento populacional: 1,18% (2002)
Clima: Mediterrâneo
Hora local: +4h (de Brasília)
Nome oficial: Estado da Cidade do Vaticano
Capital: Vaticano
Sigla: VT
Divisão administrativa: Santa Sé (órgão supremo da Igreja Católica)
Tipo de governo: Estado monárquico sacerdotal (Papado vitalício)
Leis: Constituição do Vaticano de 2001
Voto: cardeais de menos de 80 anos
Religião: 100% Cristianismo (98% católicos e 2% sem filiação)
Chefe de Estado: Papa João Paulo II (desde 1978)
Chefe de governo: Cardeal Angelo Sodano - Secretário de Estado (desde 1990)
Gabinete: Comissão Pontifícia - escolhida pelo Papa
Legislativo: Não há
Judiciário: Não há
Partidos: Não há
Receita: US$185,5 milhões (1999)
Despesas: US$175 milhões (1999)
Moeda: Euro (substitui a lira italiana, que deixa de circular em 2002)
Fonte de renda: Fundo de São Pedro (donativos); Instituto per le Opere di Religione (Banco do Vaticano); e a administração do Patrimônio de Santa Sé (juros de investimentos)
Ferrovias: total 862 metros
Sistema telefônico: 2 mil telefones
Rádio: Estações - AM 3 e FM 4
A defesa do Vaticano é de responsabilidade da Itália.
A Guarda do Papa é feita por guardas suíços.
Fonte: www.correioweb.com.br