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Verminoses

Vômito, diarréia, anemia, baixo desenvolvimento, cansaço, fraqueza, emagrecimento, inchaço e dor abdominal. Esses são alguns dos sintomas das verminoses, problemas que podem ser causados por vários tipos de parasitas.

Os mais freqüentes são: o Ascaris lumbricoides (conhecido como lombriga), o Ancylostoma duodenalis e o Necator americanus (ambos causadores da parasitose intestinal conhecida como amarelão ou doença do Jeca Tatu), o Strongyloides stercoralis, o Oxiurus, o Tricocéfalus, a Taenia saginata (popularmente chamada de solitária), o Xistosoma (causadora da esquitosomose), a Entamoeba histolytica (Ameba) e a Giárdia.

Muitas vezes a transmissão por verminose pode ser assintomática, como também apresentar sintomas mais graves, como tosses intensas, problemas motores ou neurológicos.

Causas

Em geral, hábitos alimentares e de higiene resumem as formas de contágio das principais verminoses: a ingestão de alimentos ou água contaminados; o costume de andar descalço, o que pode facilitar a penetração cutânea dos parasitas; o consumo de carne, especialmente a de porco, mal passada e alimentos crus mal lavados.

As verminoses estão normalmente relacionadas a condições socioeconômicas específicas da população. Apesar de acometerem igualmente homens e mulheres, são mais comuns entre as pessoas normalmente mais expostas a situações propícias para o contágio. São elas: falta de saneamento e água tratada, além da baixa escolaridade. O problema também é mais comum em crianças e trabalhadores de áreas rurais.

Sintomas

Além dos já citados, as verminoses podem causar, se não tratadas adequadamente, sintomas mais sérios, dependendo do parasita pelo qual o paciente foi infectado. Em pessoas que fazem uso de medicamentos imonussupressores, por exemplo, pode ocorrer a autoinfestação, ou seja, a infestação massiva de parasitas, o que pode levar a complicações do estado clínico do paciente.

Tratamento

Atualmente o tratamento é bem simples a partir do uso de medicamentos que não causam muitos efeitos colaterais e são eficientes no combate aos parasitas. Se houver complicações decorrentes do não tratamento das verminoses, um tratamento mais específico deve ser adotado de acordo com cada caso.

Rogério Luiz Pinheiro

Fonte: www.hc.ufmg.br

Verminoses

Verminoses são um tipo de infecção intestinal, provocada por agentes específico, denominados parasitos. Constitui-se uma doença freqüente, de difícil controle pelos órgãos públicos, que acomete o ser humano de forma irrestrita. É observada nas crianças e nos adultos, em ambos os sexos, em todas as classes sociais, tanto na zona rural como nas cidades.

As conseqüências decorrentes destas doenças podem representar grande danos à saúde do indivíduo, por vezes até fatais. A prevenção constitui-se a forma mais segura e eficaz contra uma destas infecções, portanto, as orientações encontradas neste texto são de importância para todos.

Tipos de Verminoses

As verminoses mais freqüentes são: ascaridíase (lombrigas), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase e ancilostomíase (amarelão). Outras menos freqüente também são importantes, principalmente devido ao quadro clínico de alto risco para o paciente, tais como: amebíase, strongiloidíase, giardíase e esquistossomose.

Principais Sintomas

Os principais sintomas relacionados com as verminoses são: cólicas abdominais, enjôo, mudança do apetite, falta de disposição, fraqueza, emagrecimento, tonturas, vômitos, diarréia com ou sem perda de sangue.

As consequências das verminoses

O mais comum é a desidratação causada pela diarréia e vômito, que ocorrem na fase aguda da doença. Outras condições também são descritas em conseqüência as verminoses: obstrução intestinal, retardo do desenvolvimento físico, comprometimento do comportamento na infância, e anemia cada vez mais grave.

Como se pega uma verminose

As verminoses são transmitidas por alimentos contaminados, frutas e verduras mal lavadas, água contaminada, carnes cruas ou mal cozidas, mãos sujas, objetos contaminados (chupetas, brinquedos, copos, pratos, talheres, etc...). Menos freqüente é a contaminação pela poeira (lombriga), e através da penetração direta pela pele - "sola dos pés" - como no caso do amarelão e da esquistossomose.

As responsabilidades dos órgãos públicos

Devido aos riscos de uma disseminação em grande escala, o governo mantém um sistema de controle sobre as verminoses, incluindo:

Tratamento e controle da qualidade da áqua do abastecimento público

Aumento da área coberta por abastecimento público de água e esgoto sanitário

Controle rigoroso das condições de saúde dos trabalhadores envolvidos com o manuseio de alimentos

Limpeza adequada e rotineira dos reservatórios de água

Campanhas de orientações sobre o tema, com programas voltados para a prevenção.

Prevenindo as verminoses

A prevenção corresponde a melhor forma de proteger a saúde contra as verminoses.

Algumas medidas simples são suficientes, tais como:

Lave bem as mãos sempre que usar o banheiro, ou antes das refeições

Conserve as mãos sempre limpas, unhas aparadas, e evite colocar a mão na boca

Beba somente água filtrada ou fervida

Lave bem os alimentos antes do preparo, principalmente se forem consumidos crus

Ande somente calçado

Coma apenas carne bem passada

Não deixe as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída

Mantenha limpa a casa e o terreno em volta, evitando a presença de moscas e outros insetos

Coma somente em lugares limpos e higiênicos

Caso apresente algum sintoma "suspeito", procure orientação médica imediatamente. Evite tomar medicamentos por conta própria.

Fonte: www.hospitalpitangueiras.com.br

Verminoses

As parasitoses intestinais são motivo comum de procura ao pediatra, podendo resultar em desnutrição, anemia e retardo do crescimento. A reinfecção é comum, portanto o tratamento consiste além do emprego de antiparasitários, em medidas de educação preventiva e de saneamento básico.

Introdução

As parasitoses intestinais são doenças causadas por vermes e protozoários. Representam um problema de saúde pública, apresentando alta prevalência na população pobre e em crianças devido às precárias condições de saneamento básico, habitação e educação.

A contaminação se faz de várias formas, sendo a principal a ingestão de alimentos ou água contaminada, podendo também ser por pequenos ferimentos na pele.

Raramente as crianças se infestam antes dos primeiros 6 meses de vida, período em que têm pouco contato com solo ou alimentos potencialmente contaminados.

A partir desta idade, a incidência de parasitoses se eleva, para cair novamente mais tarde, quando as crianças aprendem a andar e adquirem noções de higiene.

A contaminação se dá de várias formas, sendo que a principal é a ingestão de alimentos ou água contaminada e através da pele por ferimentos pequenos.

Seja pela ausência ou precariedade de saneamento básico, seja por questões que envolvam os cuidados com higiene individual ou de instalações (reservatórios para água e meios de preparo/ conservação dos alimentos), tudo aquilo que ingerimos pode estar contaminado por microorganismos e causar doenças. É importante destacar o fato de que o número de casos dessas doenças é sempre bem maior nas áreas de baixas condições sócio-econômicas e carência de saneamento básico, incluindo-se o tratamento da água, do esgoto, do lixo e o controle de vetores, particularmente moscas, ratos e baratas.

Principais Sintomas

De modo geral, as pessoas contaminadas apresentam-se com quadro de dor abdominal, cólicas, náuseas, vômitos, diarréias, perda de peso, anemia, febre e sintomas respiratórios. Pode ocorrer prejuízo do desenvolvimento pôndero-estatural da criança, assim como obstrução intestinal e do trato biliar por migração dos parasitas, como no caso da ascaridíase.

Algumas parasitoses apresentam características próprias, como caso da oxiuríase, que apresenta intenso prurido retal noturno, além de provocar vulvovaginite secundária nas mulheres não-tratadas. Outras parasitoses mostram-se assintomática, não sendo necessário tratamento medicamentoso. De qualquer forma, cabe ao médico o diagnóstico para a instituição do melhor tratamento.

Diagnóstico

A apresentação dos sintomas e os exames de fezes normalmente dão a identificação do parasita. Exames de sangue podem ser necessários se houver acometimento sistêmico.

Tratamento

Mais importante que tratar é ensinar como evitar nova contaminação.

Medicamentos antiparasitários específicos deverão ser utilizados após a identificação do agente causador.

Prevenção

Para prevenção das parasitoses, medidas simples devem ser adotadas:

Higiene corporal: lavagem de mãos antes de manipular os alimentos, antes de se alimentar e antes dos cuidados com as crianças; lavagem de mãos após o uso do sanitário ou trocar as fraldas

Lavagem adequada dos alimentos com água potável e, se possível, os alimentos que serão consumidos crus, deixá-los de molho por 30 minutos em água com hipoclorito de sódio a 2,5%

Uso de água filtrada ou fervida

Andar sempre com os pés calçados

Evitar contato com solo contaminado, esgoto e fezes

Manter limpa a casa (instalações sanitárias, roupas de cama, toalhas e roupas íntimas) e o terreno ao redor

Conservar as mãos sempre limpas, as unhas aparadas, evitar colocar a mão na boca

Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída

Do ponto de vista da comunidade, a prevenção se faz através de:

Educação para saúde

Proibição do uso de fezes humanas para adubo

Saneamento urbano: disponibilidade de água tratada e encanada; instalações sanitárias ligadas a esgoto ou fossa séptica fechada; coleta de lixo e controle sanitário dos alimentos

Condições de moradia compatível com uma vida saudável

Conclusão

A maioria dos parasitas intestinais é transmitida aos seres humanos através da ingestão de ovos ou cistos presentes em alimentos contaminados ou água, ou por contaminação das mãos com fezes ou solo contaminado por resíduos fecais. Dessa forma, mais que utilizar ferramentas diagnósticas e terapêuticas, deve-se buscar continuamente a melhoria das condições sanitárias, de higiene e da qualidade de água das populações afetadas.

Fonte: www.2apoliclinica.cbmerj.rj.gov.br

Verminoses

As doenças parasitárias causadas por helmintos e protozoários são uma das manifestações mais comuns em pediatria e responsáveis por um significativo número de internações. A maioria das infestações resulta da ingestão de ovos de parasitas, devido a isto, é mais freqüente em crianças maiores. Ascaridíase, estrongiloidíase, giardíase, ancilostomíase, oxiuríase, tricuríase, larvas mígrans visceral, são algumas das infestações mais freqüentes.

Diarréia, náuseas, vômitos, são alguns sinais que o portador de verminoses pode apresentar, variando de grau de acordo com o agente etiológico (parasita causador da doença). Destacam-se:

Ascaridíase (Ascaris lumbricoides)

Verminoses

Em infecções leves, manifesta-se assintomaticamente; caso haja infecção profusa pode ocorrer anorexia, irritabilidade, abdome aumentado, febre, cólica intestinal; casos mais graves podem levar à obstrução intestinal, apendicite, perfuração do intestino com peritonite, pneumonite, icterícia obstrutiva.

Estrongiloidíase (Stronggiloides stercoralis)

Verminoses

Em infecções leves, manifesta-se assintomaticamente; nos casos mais graves seus sinais e sintomas são respiratórios e também dor e distenção abdominais, náuseas, vômitos, diarréia.

Giardíase (Giardia lamblia)

Verminoses

Pode ser assintomática, mas geralmente manifestam sintomas em qualquer estágio, tais como: diarréia, vomito, anorexia, retardo no crescimento, cólicas abdominais, etc.

Ancilostomíase (Necator americanus)

Verminoses

Em individuos bem nutridos evolui sem problemas, mais intensamente manifesta-se por anemia, desnutrição, prurido e queimação.

Oxiuríase (Enterobius vermicularis)

Verminoses

A principal manifestação é o prurido perianal intenso, podendo ocorrer dermatite e escoriações perianais secundarias ao prurido; caso os parasitas migrem há possibilidade de infecção do órgão reprodutor feminino e uretral.

Tricuríase ( Trichuris trichiura)

Verminoses

As infecções leves apresentam caráter assintomático e infecções graves apresentam dor, distenção abdominal e diarréia.

Simples hábitos como lavar bem os alimentos antes de consumi-los, lavar bem as mãos após utilizar o sanitário, trocar as roupas de cama com freqüência, não andar descalço, manter as unhas curtas e limpas, devem ser adquiridos pela família para permitir que principalmente as crianças fiquem livres desses parasitas que tanto prejudicam sua saúde. Higiene é fundamental.

Monitora Suellen Gomes Barbosa

REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

BIEHL, Jane Isabel. Manual de Enfermagem em Pediatria. São Paulo: Editora Médica Científica, 1992.

Fonte: www.uff.br

Verminoses

Parasitoses intestinais

As parasitoses intestinais afetam geralmente várias pessoas do mesmo agregado familiar ou comunidade. As crianças são o principal grupo de risco.

O que é

A parasitose intestinal é uma doença que pode ser provocada por um ou, simultaneamente, vários tipos de parasitas que se instalam no intestino dos seres humanos.

Quais as causas

Os parasitas intestinais mais frequentes em Portugal são os nemátodos, como as "lombrigas" (Ascaris lumbricoides), os oxiúros (Enterobius vermiculares), os tricocéfalos (Trichiuris trichiura), os ancilostomas (Ancylostoma duodenale) e os estrongiloides (Strangyloides stercoralis), os céstodos, como as ténias (Taenia solium, Taenia saginata), e os protozoários, como a ameba (Entamoeba histolytica), e a giardia (Giardia lamblia).

A Giardia lamblia é um protozoário que se tornou um dos mais frequentes e importantes parasitas intestinais. A infecção por giardia pode ser adquirida por ingestão de água e de alimentos contaminados ou através de contágio pessoa a pessoa, por via fecal-oral, possível no ambiente familiar, numa creche ou instituição ou também no contexto de uma relação homossexual masculina. A forma ativa da giardia vive na parte superior do intestino delgado, sendo eliminados quistos através das fezes, que têm a capacidade de infectar a pessoa que os ingerir. Os quistos resistem aos níveis de cloro habitualmente existentes nas águas das redes municipais, mas são destruídos pela fervura.

Os oxiúros (Enterobius vermiculares) são muito frequentes, e têm o aspecto de linhas brancas com cerca de 1 cm de comprimento. Vivem no cólon e no reto e durante a noite os parasitas fêmeas deslocam-se para a região perianal para aí colocarem os seus ovos.

O Trichiuris trichiura vive fixado à parede do intestino grosso. Os seus ovos são eliminados com as fezes do paciente e permanecem no solo, sendo necessárias duas a quatro semanas para se tornarem infecciosos.

Os Ascaris lumbricoides, ou lombrigas, como são vulgarmente conhecidas, podem chegar a medir mais de 30 cm. O Ascaris vive na parte superior do intestino delgado. Cada parasita fêmea pode produzir cerca de 200.000 ovos por dia, que são eliminados pelas fezes do portador. Os ovos permanecem no solo, sendo muito resistentes a diferentes condições climáticas, podendo manter a capacidade de infectar durante meses. Os ovos do parasita são ingeridos, quer pelas mãos sujas da criança que brinca, quer por ingestão de alimentos crus (frutos ou vegetais) contaminados com produtos de fezes.

Após os ovos terem sido ingeridos, desenvolvem-se larvas no intestino, que atravessam a parede deste, entram em circulação, dirigem-se aos pulmões, de onde se deslocam dos alvéolos à traqueia, para serem deglutidos e se desenvolverem no intestino como parasitas adultos.

Quais os sintomas

Os parasitas intestinais podem provocar sintomas gerais, como falta de apetite, vontade de vomitar (náusea), vómitos, cansaço, diarreia ou cólicas intestinais, podendo alguns dos parasitas provocar problemas específicos.

O sintomas mais comum da infecção por Giardia é a diarreia, que pode ser aguda ou intermitente. As fezes são habitualmente muito mal cheirosas. As crianças atingidas podem manifestar também falta de apetite, cólicas abdominais, flatulência e perda de peso. Por vezes a criança apresenta sinais mais graves de doença, como distensão abdominal, má absorção de gorduras e lactose, e atraso de crescimento. No entanto, cerca de 76% das pessoas afetadas não apresenta qualquer sintoma.

A principal manifestação da infecção por oxiúros é o prurido retal, provocada por uma reação alérgica às proteínas do parasita. O ato de coçar podem provocar escoriações. Nas raparigas pode surgir prurido e desconforto no órgão reprodutor feminino. Ao coçar-se, o doente pode voltar a infectar-se por via oral, com as mãos sujas, ou provocar a doença em outras pessoas. A maioria dos portadores de oxiúros não apresenta, no entanto, qualquer sintoma.

Nalgumas crianças com Trichiuris trichiura, a infecção manifesta-se por dor umbilical e diarreia, que pode por vezes ser intensa e chegar a produzir prolapso retal.

A criança pode manifestar também anemia e má nutrição, sobretudo quando está infectada por vários tipos de parasitas intestinais.

A maioria das pessoas infectadas com Ascaris pode não ter sintomas ou ter apenas algumas dores abdominais. Por vezes, tem conhecimento da sua infecção, quando uma lombriga é observada nas fezes ou então é expelida pela boca ou pelo nariz. Nalguns doentes pode desenvolver-se má nutrição e por vezes acumulam-se muitas lombrigas no intestino, provocando um quadro de obstrução, com vómitos, dor abdominal e distensão abdominal. Em alguns doentes pode desenvolver-se um quadro de dificuldade respiratória, semelhante a uma pneumonia.

Como se diagnostica

O diagnóstico da infecção por Giardia pode ser feito de várias formas. A análise no laboratório de 3 amostras de fezes, revela quistos de Giardia em 50 a 90% dos doentes. Por vezes é necessário recorrer a endoscopia intestinal e biopsia do intestino delgado para estabelecer um diagnóstico definitivo.

O diagnóstico de oxiúros é feito pela observação de parasitas na criança ou nas suas roupas, podendo realizar-se um teste com fita adesiva na região perianal que se examina ao microscópio para detectar a presença de ovos.

As análises de amostras de fezes no laboratório raramente mostram a presença de oxiúros.

O diagnóstico de Trichiuris trichiura e de Ascaris é feito por análise no laboratório de amostras de fezes.

Como se desenvolve

A parasitose intestinal pode ser detectada e tratada com bons resultados, sobretudo nos doentes que apresentam sintomas.

Quando a infecção não manifesta sintomas, pode evoluir de forma crónica durante muito tempo até provocar problemas como, por exemplo, a dor abdominal ou a má nutrição.

A evolução da doença depende do parasita em causa, da quantidade de parasitas presentes, do estado geral de saúde do doente e das suas capacidades de defesa, sendo o tratamento na maior parte dos casos eficaz, desde que se cumpram as normas de prescrição e os cuidados gerais de higiene e de tratamento das pessoas (e animais domésticos, quando indicado), que contactam com o doente.

Formas de tratamento

O tratamento é feito com medicamentos, devendo ser respeitados os cuidados habituais de higiene.

Formas de prevenção

A melhor forma de prevenir as parasitoses é respeitar e cumprir as normas de higiene comuns, como: manter os alimentos e os depósitos de água bem cobertos; beber apenas água potável, ou ferver a água por 10 minutos; lavar bem os alimentos como verduras, frutas e hortaliças; manipular os alimentos sempre com as mãos limpas; cozinhar bem as carnes, antes de consumi-las; não deixar as crianças brincarem em águas de enchentes, lagos e fontes; lavar com frequência as roupas interiores e de cama; manter sempre os sanitários limpos; lavar as mãos antes de comer, antes e depois de ir aos sanitários; manter sempre limpas e cortadas as unhas dos pés e das mãos; e tomar banho com frequência.

Doenças comuns como diferenciar

Existem outras doenças que podem provocar dores abdominais, perda de peso e períodos de diarreia, cuja possibilidade o médico assistente avalia através da história clínica, da observação e de exames complementares apropriados.

Outras designações

Helmintíase

Quando consultar o médico especialista

Sempre que se suspeita da existência de parasitose intestinal, deve ser consultado o médico assistente para orientar o tratamento.

Pessoas mais predispostas

As crianças, pelas suas atividades, estão mais predispostas ao contágio através das suas mãos, que facilmente sujam e colocam na boca.

Outros Aspectos

As crianças, pelas suas atividades, estão mais predispostas ao contágio através das suas mãos, que facilmente sujam e colocam na boca.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Verminoses

As verminoses são um tipo de infecção intestinal, provocada por agentes específicos, denominados parasitas. Constitui-se uma i doença freqüente, de difícil controle pêlos órgãos públicos, que acomete o ser humano de forma irrestrita. Ocorre em crianças e adultos, de ambos os sexos, em todas as classes sociais, tanto na zona rural como nas cidades.

A doença é transmitida por alimentos contaminados, frutas e verduras mal lavadas, água contaminada, carnes cruas ou mal cozidas, mãos sujas, objetos contaminados (chupetas, brinquedos, copos, pratos, talheres, etc.). A contaminação pela poeira (lombriga) é menos freqüente e se dá através da penetração direta pela pele - "sola dos pés" - como no caso do amarelão e da esquistossomose.

De modo geral, a maioria das pessoas infectadas se apresenta com quadro de dor abdominal, cólicas, náuseas, vômitos, diarréias, perda de peso, anemia, febre e quadros respiratórios. A apresentação dos sintomas e os exames de fezes normalmente dão a identificação do parasita. Exames de sangue podem ser necessários se houver acometimento sistêmico.

Medicamentos antiparasitários específicos são utilizados por orientação médica, após a identificação do agente causador. O tratamento das populações afetadas reduz bastante o índice de infecções numa comunidade.

A prevenção constitui-se a forma mais segura e eficaz contra estas infecções.

As verminoses mais freqüentes são: ascaridíase (lombrigas), teníase (solitária), oxiuríase, tricuríase e ancilostomíase (amarelão). Outras, menos freqüentes, também são importantes, principalmente devido ao quadro clínico de alto risco para o paciente, tais como: amebiase, strongiloidiase. giardíase e esquistossomose.

Verminose NÃO É SOMENTE UM PROBLEMA QUE AFETA CRIANÇAS DE BAIXA RENDA, mas acomete todo nosso Brasil. Para mudarmos este quadro há que conscientizarmos e mudarmos nossas condutas de higiene, além de exigirmos medidas sanitárias mais sérias tanto no saneamento básico, mas também treinamento e controle sanitário de restaurantes, bares, lanchonetes, agricultura, escolas, produtores de água mineral, filtros de água e tudo que se relacione à veiculação de água e alimentos.

A prevenção corresponde a melhor forma de proteger a saúde contra as verminoses.

Algumas medidas simples são suficientes, tais como:

Lavar bem as mãos sempre que usar o banheiro ou antes das refeições

Conservar as mãos sempre limpas, unhas aparadas, e evite colocara mão na boca

Beber somente água filtrada ou fervida

Lavar bem os alimentos antes do preparo, principalmente se for consumirem;

Andar somente calçado

Comer apenas carne bem passada

Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída

Manter limpa a casa e o terreno em volta, evitando a presença de moscas e outros insetos

Comer somente em lugares limpos e higiênicos

Caso apresentar algum sintoma "suspeito", procurar orientação médica, imediatamente

Evite tomar medicamentos por conta própria, procure sempre a orientação de um médico.

Fonte: Espaço Saúde HAC

Verminoses

Para entendermos melhor o que são as verminoses, é bom que comecemos por explicar que todas elas têm uma característica comum: um parasita (o verme causador de cada doença) que vive às custas de um hospedeiro (no caso, o homem) e lhe prejudica a saúde.

Amarelão

A ancilostomíase ou amarelão atinge milhões de pessoas em todo o mundo, principalmente nos países de clima quente. Os vermes causadores dessa doença são muito pequenos e seu ciclo de vida relaciona-se com a temperatura quente e a contaminação do solo por fezes, característica dos países tropicais. Encontrando tais condições, os ovos do parasita, eliminados junto com as fezes das pessoas contaminadas, dividem-se rapidamente e, em 24 horas, as larvas eclodem.

Em pouco mais de uma semana tornam-se muito móveis e adquirem grande capacidade de infectar. Suas principais vias de transmissão são a boca (que é a porta de entrada para alimentos contaminados) e a pele, principalmente pela penetração ativa das larvas através dos pés descalços – algumas chegam, inclusive, a atingir o coração e os pulmões. Do pulmão, as larvas, já maiores, e sempre usando o sangue e o sistema circulatório como "estradas", migram para o aparelho respiratório, atingem o esôfago e chegam ao intestino, onde os vermes, já adultos, iniciam nova postura de ovos.

O diagnóstico pode ser feito a partir das manifestações que ocorrem em cada um dos trechos do trajeto do parasita dentro do corpo humano. Manchas vermelhas na pele, com coceiras acentuadas no local da penetração; tosse por irritação do pulmão e dores de barriga são os principais sintomas da fase aguda da doença. Na fase crônica, o paciente sente-se cansado, tem tonteiras e sua pele se torna amarela, por causa da anemia; apresenta, ainda, vômitos e diarréia, pela irritação da mucosa intestinal. Quando atingidas, as crianças costumam apresentar atraso no crescimento.

O simples exame de fezes confirma o diagnóstico e o tratamento é feito com o vermífugo apropriado para eliminar o verme. Essa verminose pode ser controlada ou até erradicada na medida em que melhorem as condições de saneamento básico e de higiene pessoal, bem como feitas a limpeza dos alimentos e habitações.

Lombriga

Causada pelo verme denominado áscaris lumbricóides ou lombriga, a ascaridíase também é encontrada em quase todo o globo terrestre, estimando-se que 30% da população mundial esteja parasitada. Em conseqüência de sua elevada ocorrência e capacidade de provocar infecções respiratórias e crônicas em crianças, é considerada uma das doenças características de países subdesenvolvidos.

O parasita tem o seguinte ciclo: os ovos férteis da lombriga permanecem no solo por vários meses até serem ingeridos pelo homem. Passam então pelo sistema digestivo humano e vão eclodir no intestino. As larvas liberadas amadurecem, caem no sistema circulatório e invadem o fígado, um dia após a infecção. Em 2 ou 3 dias migram para o pulmão e sobem para o sistema respiratório. Daí podem ser expelidos pela tosse ou descer novamente até o intestino. Em dois meses, os vermes tornam-se maduros e seus ovos podem ser encontrados nas fezes humanas. As lombrigas podem viver no organismo por mais de um ano.

Assim, a transmissão mais comum da doença ocorre pela ingestão dos ovos do verme em alimentos contaminados. Recentes estudos feitos em material retirado das unhas de estudantes mostraram índices alarmantes: mais da metade estava contaminada por ovos de áscaris ou lombrigas, e também por outros vermes. Isso justifica plenamente os ensinamentos do Programa Viva Legal a respeito da necessidade de limpeza diária e freqüente das mãos e unhas.

Os sintomas que permitem diagnosticar a verminose por lombriga relacionam-se com o número e o estágio dos vermes - larvas ou adultos - presentes no organismo. Se nas infecções brandas por larvas geralmente não há sintomas, nas infecções maciças são encontradas lesões no fígado e pulmão. Nas infecções médias ou maciças, os sintomas podem ser graves, pois os vermes consomem grande quantidade de proteínas, açúcar, gorduras e vitaminas A e C, levando o paciente, principalmente as crianças, à subnutrição e abatimento físico e mental. Pode também ocorrer a formação de um "bolo de áscaris", causando obstrução intestinal. Entre crianças, é muito comum o aparecimento de manchas claras e circulares no rosto, denominadas "panos".

Os exames clínico e parasitológico de fezes são conclusivos a respeito do diagnóstico e o tratamento requer, além do medicamento específico, cuidados especiais com a alimentação, que deve ser mais rica e de fácil absorção porque a mucosa intestinal está lesada e com dificuldade de absorver os nutrientes.

Como os ovos desse parasita são muito resistentes aos desinfetantes usuais, e como a casa funciona como foco de ovos, as medidas de prevenção dessa doença são:

A educação em saúde

A construção de fossas sépticas nas casas sem rede de esgoto

O tratamento periódico em massa da população afetada, após fazer exame de fezes, por 2 anos consecutivos

A proteção dos alimentos contra a poeira e insetos

A limpeza cuidadosa e até a fervura dos alimentos, antes de consumi-los.

Oxiúros

É uma verminose muito comum no Brasil, atingindo principalmente as crianças e os jovens de ambos os sexos. Os vermes desse tipo são brancos, finos e compridos, parecendo fios de linha, e vivem no intestino humano. As fêmeas repletas de ovos são encontradas na região em torno do orifício retal. Nas mulheres, às vezes pode-se encontrar esse parasita na genitália, útero e bexiga.

O verme tem o seguinte ciclo: após copularem, os machos dessa espécie são eliminados junto com as fezes e morrem. As fêmeas, cheias de ovos, se desprendem do intestino e dirigem-se para a região orifício retal, principalmente à noite, onde põem seus ovos. Estes ou se rompem ou são eliminados para o ambiente. Se não houver reinfecção, o parasitismo se extingue aí.

A infecção ocorre, portanto, pela boca, seja pela poeira que infecta os alimentos, seja porque os ovos da região perianal são novamente levados à boca (as pessoas coçam o orifício retal e, posteriormente, colocam a mão na boca). A retroinfecção também pode ocorrer, com as larvas fazendo o trajeto de volta para o interior do intestino. A doença, na maioria dos casos, passa despercebida. O sintoma mais freqüente, e que pode indicar o diagnóstico, é a coceira intensa em redor do orifício retal, principalmente à noite. Devido à proximidade com os órgãos genitais femininos, os oxiúros podem provocar infecções com corrimento.

Nem sempre o exame de fezes acusa a doença.

O tratamento dos oxiúros inclui o uso de vermífugo, a fervura das roupas de uso e de cama, o tratamento de todas as pessoas da família, repetido de 2 a 3 vezes, com intervalos de 20 dias, o corte rente das unhas e a limpeza doméstica rigorosa, usando aspirador de pó, quando for possível, ou passando pano com desinfetante ao redor da cama.

A solitária

A solitária ou teníase é uma verminose causada por parasitas, cujos hospedeiros intermediários são os porcos e que têm no homem seu hospedeiro definitivo.

Os vermes adultos ou tênias geralmente causam poucos danos. Porém, suas larvas - os chamados cisticercos - são responsáveis por diversos sintomas, dependendo de sua localização, número, tamanho e forma. Portanto, uma mesma espécie de verme é capaz de causar sintomas diferentes, caso esteja presente no homem em fase de larva ou em fase adulta.

A teníase é um conjunto de alterações provocadas pela presença da forma adulta das tênias (vulgarmente chamadas de solitárias) no intestino do homem. A cisticercose, por sua vez, é um conjunto de alterações provocadas pela presença de larvas (vulgarmente chamada canjiquinha) nos tecidos do porco, podendo também ser encontrada no homem.

Na fase adulta ou reprodutiva, as tênias vivem no intestino do homem. Já o cisticerco é encontrado principalmente sob a pele, nos músculos, coração, cérebro e no olho humano.

O verme tem o seguinte ciclo: o homem portador da tênia adulta elimina partes grávidas de seu corpo nas fezes. Os ovos ficam no exterior, contaminando o ambiente. Porcos ingerem essas fezes, formando então larvas ou cisticercos em seus músculos. Ao ingerir a carne de porco crua contaminada o homem contamina-se com cisticercos, os quais, ao atingirem seu intestino, transformam-se em vermes adultos e todo o ciclo recomeça. Portanto, as tênias são adquiridas pela ingestão de carne crua suína, infectada com o cisticerco. A cisticercose humana, por sua vez, é adquirida pela ingestão de ovos de Taenia solium, geralmente através da autoinfecção por mãos sujas.

No caso das teníases, o acelerado crescimento dos parasitas provoca sintomas como tonturas, cansaço, desânimo, náuseas, vômitos, inchação do abdome, dores em diferentes regiões do abdome e perda de peso. A cisticercose provoca graves lesões no homem e suas manifestações clínicas dependem da localização dos cisticercos, do número e do estágio de desenvolvimento dos parasitas. Se alojados no cérebro, podem provocar dores de cabeça com vômitos, dormências localizadas, desordem mental e ataques epilépticos, e até mesmo levar ao coma. Se no coração, podem causar palpitações, ruídos anormais e cansaço. Se alojados no olho, podem provocar descolamento da retina e perda da visão. O exame de fezes permite a identificação dos parasitas. O diagnóstico da cisticercose é praticamente impossível sem a ajuda de exames complementares, que são indicados em decorrência dos sintomas. O tratamento é feito com medicamentos específicos e, dependendo das localizações do cisticerco, pode haver a necessidade de realizar-se um tratamento cirúrgico.

As medidas de prevenção mais importantes dessa doença são: impedir o acesso dos porcos às fezes humanas; melhorar os serviços de água, esgoto e fossa sanitária; tratar os casos de teníase ou cisticercose; orientar a população para que não coma carne mal cozida ou mal passada; estimular a melhoria do sistema de criação de animais; adotar os cuidados diários de higiene.

A xistose

No Brasil, a esquistosomose, popularmente conhecida como xistose, barriga d’água ou mal do caramujo, atinge milhões de pessoas. O verme causador dessa doença pode ser encontrado em várias fases do seu ciclo evolutivo: como verme adulto (macho e fêmea), ovo, miracídio, esporocisto e cercária.

A transmissão ocorre pela penetração ativa das cercárias na pele e mucosa humanas, principalmente através da pele dos pés e pernas.

Os vermes adultos vivem no sistema circulatório do homem, onde vão parar após atingir o fígado. Sofrem aí sua maturação sexual e, em seguida, iniciam a deposição de ovos. Os ovos são expelidos pelas fezes humanas e alcançam a água; aí eclodem e saem os vermes, na forma de miracídios, que nadam para o caramujo e nele penetram, transformando-se em esporocistos. Evoluem então para a fase de cercárias, que saem do caramujo e nadam até alcançar, mais uma vez, o homem.

Os sintomas dependem de vários fatores, como o tipo e a quantidade de parasitas adquiridos, a idade, o estado nutricional e a capacidade de defesa da pessoa.

Antes da postura de ovos, o doente pode sentir apenas mal-estar, com ou sem febre, tosse e dores nos músculos. Iniciada a fase aguda, mais ou menos 2 meses após a infecção, a disseminação dos ovos, principalmente no intestino e fígado, provoca uma reação e o paciente apresenta mal-estar, emagrecimento, alergias, tosse, diarréia, fígado e baço aumentados. Na fase crônica, os sintomas variam dependendo de qual órgão do corpo foi mais atingido. Caso tenha sido o intestino, a pessoa tem dores de barriga e diarréia; se fígado, este cresce de tamanho, fica doloroso à palpação e, com o passar do tempo e o aumento das reações, tende a encolher e a endurecer suas fibras, causando dificuldades para a passagem do sangue. O sistema circulatório ficará prejudicado, causando comprometimento até do coração. Com a evolução da doença, todo o organismo se ressente. O doente apresenta barriga d’água e, às vezes, varizes no esôfago, que provoca vômitos de sangue vivo.

Os exames clínico e de fezes fecham o diagnóstico e o tratamento é feito com medicamentos apropriados. O tratamento da população afetada pela doença, a melhoria do saneamento básico, o combate aos caramujos transmissores e a educação em saúde constituem as medidas de controle dessa doença.

Este texto apresentou as principais verminoses que atingem milhões de pessoas - principalmente as crianças - dos países do mundo de clima quente e nos quais a pobreza e as precárias condições de vida são uma característica social importante. Vimos que todas as verminoses são causadas por parasitas que têm no homem seu hospedeiro. Afetando a saúde e prejudicando em graus diferentes a capacidade e disposição para a vida, para o estudo e para o trabalho, as pessoas acometidas dificilmente se livram dos vermes em definitivo, pois mesmo que sejam tratadas voltam a se reinfectar e a adoecer novamente, caso permaneçam inalteradas as situações de vida que originaram a fácil transmissão dessas doenças

Fonte: www.fozdoiguacu.pr.gov.br

Verminoses

As verminoses são doenças causadas por vermes parasitas pertencentes aos grupos dos platelmintos e nematelmintos. A maioria pode ser evitada através da adoção de medidas de saneamento básico e de higiene pessoal.

Esquistossomose (Barriga d'água)

A) Agente etiológico

Schistossoma mansoni, platelminto pertencente à classe Trematoda.

B) Contágio

Penetração da larva cercária através da pele.

C) Ciclo de vida

O esquistossoma tem o homem como hospedeiro definitivo e caramujos (Biomphalaria sp.) de água doce como hospedeiros intermediários. Quando as fezes humanas contaminadas com ovos atingem a água, um estágio larval, chamado miracídio, se desenvolve. O miracídio penetra no caramujo, onde ocorre a reprodução assexuada e a formação de esporocistos. Os esporocistos dão origem a outro tipo de larva, a cercária, que abandona o caramujo atingindo a água. O homem se contamina com a cercária ao andar descalço na beira de lagos ou áreas de solo úmido contaminado. As larvas perfuram a pele e penetram na corrente sanguínea, atingindo o intestino e o fígado, no interior dos quais se desenvolvem e se reproduzem sexuadamente, originando novos ovos e fechando o ciclo.

D) Sintomas

Na fase aguda pode ocorrer febre, dores de cabeça e abdominais, diarreia, vômitos, entre outros. Na fase crônica, diversos órgãos podem ser atingidos, tendo seu funcionamento prejudicado. O rompimento de células e tecidos provoca a liberação de fluídos na cavidade abdominal, provocando o inchaço dessa região, vindo daí o nome barriga d'água.

E) Profilaxia

Medidas de saneamento básico, medidas de higiene pessoal e controle da população de caramujos.

Amarelão (Ancilostomose)

A) Agente etiológico

Ancylostoma duodenale e Necator americanus, vermes pertencentes ao grupo dos nematelmintos.

B) Contágio

Penetração da larva através da pele e mucosas ou através da ingestão de água ou alimentos contaminados.

C) Ciclo de vida

Após penetrar no corpo humano, as larvas caem na corrente sanguínea e sofrem diversas transformações até chegar ao sistema digestivo. No interior do intestino, atingem o estágio adulto e se reproduzem, liberando ovos que serão eliminados através das fezes. Os vermes adultos se fixam na parede do intestino, provocando pequenas lesões e se alimentando do sangue do hospedeiro.

D) Sintomas

A penetração da larva pode provocar coceira, ardência e edemas. A instalação do verme no intestino pode causar dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreias e anemia.

E) Profilaxia

Medidas de saneamento básico e higiene pessoal, evitar contato com solos úmidos apropriados ao desenvolvimento da larva, através, por exemplo, do uso de calçados.

Ascaridíase (Lombriga)

A) Agente etiológico

Ascaris lumbricóides (lombriga).

B) Contágio

Ingestão dos ovos do verme através das mãos, água ou alimentos contaminados.

C) Ciclo de vida

Os ovos ingeridos atingem o intestino, originando larvas que migram para a corrente sanguínea. Através da circulação, as larvas atingem diversos órgãos, nos quais podem provocar lesões. Ao chegar aos pulmões, as larvas migram pelo sistema respiratório até atingir a faringe. Da faringe elas podem ser expelidas para a boca e, em seguida deglutidas. Desta forma, atingem novamente o sistema digestivo. No interior do intestino, as larvas se desenvolvem em adultos e se reproduzem. Seus ovos são liberados com as fezes, fechando o ciclo.

D) Sintomas

Lesões nos órgãos afetados. Ao atingir os pulmões, as larvas podem causar bronquite, febre e pneumonia. A presença dos vermes no aparelho digestivo pode causar dores abdominais, diarreias, vômitos e náuseas. No caso de um grande número de vermes, pode ocorrer a obstrução ou perfuração intestinal.

E) Profilaxia

Medidas de saneamento básico e de higiene pessoal, consumo, de água tratada e alimentos bem lavados.

Fonte: www.vestibular.uol.com.br

Verminoses

Parasitoses Intestinais

Doenças causadas por vermes e protozoários, localizadas no intestino humano, extraindo daí as substâncias necessárias à sua sobrevivência.

Quais as parasitoses mais freqüentes na Amazônia?

Ascaridíase: causada pelo verme Ascarís lumbrigóides

Amebíase: causada pelo protozoário Entamoeba histolytica

Giardíase: causada pelo protozoário Giardia lamella

Como são transmitidas?

Ascaridíase: por ingestão de alimentos (legumes e verduras cruas) ou água contendo ovos do parasita.

Amebíase e Giardíase: através da ingestão de alimentos contaminados por moscas e baratas (Giardíase) ou pela água contendo cisto do parasita.

Quais os principais sintomas?

Ascaridíase: dor abdominal (cólica), falta ou excesso de apetite, diarréia e até obstrução intestinal(casos graves).

Amebíase: diarréia com muco e sangue, cólicas abdominais, náuseas e vômitos.

Giardíase: Diarréia ou constipação, ardência no estômago, dor abdominal e perda de peso.

O que fazer para evitar as Parasitoses Intestinais?

Beber somente água fervida ou tratada com hipoclorito

Lavar e cozinhar bem as verduras

Evitar comer carne mal passada

Andar sempre calçado

Dar destino adequado às fezes

Fonte: www.exercito.gov.br

Verminoses

A verminose é um tipo de parasitose, intestinal provocada pelos vermes. A verminose é muito comum, atingindo todas as pessoas adultas e crianças, de todas as idades, tanto na cidade como no campo. As consequências representam graves danos à saúde de todos, às vezes até fatais.

A seguir, alguns tipos de verminoses mais frequentes, os vermes causadores, os sintomas que elas provocam e os cuidados para evitá-las.

Ascaridíase

Definição

É uma infecção produzida pelo Ascaris lumbricóides, vulgarmente denominado lombriga. Possuem um corpo longo e cilíndrico com o comprimento entre 10 e 40 centímetros. As fêmeas são maiores que os machos. O verme possui uma coloração amarelada ou rósea, e seu corpo é revestido por uma cutícula dura e elástica.

A fêmea põe aproximadamente 200 mil ovos por dia. Dentro do hospedeiro, o número de Ascaris lumbricóides presentes no intestino delgado pode variar de quatro a seiscentos exemplares. O verme vive entre seis à dezoito meses e se distribui amplamente através dos trópicos e se estende pelas regiões temperadas.

Como as crianças se expõem com maior facilidade, mantendo maior contato com o solo, onde evacuam comumente e desrespeitando as normas de higiene, constituem o grupo mais acometido por esta parasitose. Calcula-se que 14% da população mundial está contaminado com a parasitose. Os maiores índices de parasitismo no Brasil são observados nos estados de Alagoas, Sergipe e litoral de São Paulo.

Sintomas

Quando as larvas migram para os pulmões, o indivíduo infectado apresenta tosse, febre de pequena intensidade e insuficiência respiratória. Já no intestino o verme causa dores abdominais em cólica, diarréia, náuseas e vômito, anorexia, palidez e perda de peso. Isso ocorre porque os vermes adultos localizados no intestino consomem as proteínas ingeridas pelo hospedeiro, o que pode causar desnutrição.

Infecção

Se dá através da ingestão dos ovos infectantes do parasita, procedentes do solo, água ou alimentos contaminados com ovo embrionado ou fezes humanas. O período de transmissibilidade dura o tempo em que o indivíduo portar o verme e estiver eliminando ovos pelas fezes.

No interior do intestino delgado(duodeno) ocorre eclosão do ovo com liberação de uma larva ( Rabiditóide). Essa larva passa para a corrente sanguínea, para o fígado, coração e pulmão. No interior dos pulmões as larvas Rabiditóide perfuram os alvéolos pulmonares sofrendo mudas, se tornando resistentes e maiores, provocando irritação. Dos pulmões as larvas passam para o intestino delgado, irritam o sistema respiratório e digestivo, transformando-se em vermes adultos. No interior do intestino delgado ocorre reprodução sexuada com liberação de milhares de ovos que serão eliminados através das fezes.

Para prevenir a parasitose, todas as infecções devem ser tratadas, a higiene pessoal deve ser reforçada e deve-se providenciar recursos sanitários adequados. É fundamental lavar as mãos antes das refeições e lavar bem os alimentos antes de consumí-los.

Ancilostomíase ( amarelão)

É causada por vermes (Ancylostoma, nematelminte) que atacam o intestino delgado, quando adultos, causando inúmeras feridas, que através destas o indivíduo parasitado perde sangue, tornando-o anêmico.

O veículo de transmissão do agente infeccioso é o próprio verme que está na terra e penetra na pele das pessoas quando há contato direto. O habitat natural do verme é água doce/salgada e o solo.

A reprodução se dá no intestino do indivíduo parasitado. O verme adulto põe ovos e estes saem com as fezes, e por falta de saneamento, se espalham pela terra.

Essa doença é atuante, pois o maior meio de infecção é pelo fato de pisar descalço na terra, onde foi depositada as fezes de um indivíduo parasitado.

Sintomas

Fraqueza, palidez, tontura, febre alta e cólicas intestinais

O verme só é combatido depois da infecção por vermifugos. Como o meio de transmissão dessa doença é através das fezes, sendo deixada em local desapropriado, a melhor maneira que se tem de combatê-la é saneando adequadamente sobretudo a periferia de cidades grandes e o campo e sempre andar calçado e usar luvas para manipular a terra.

Tricuríase

É um parasita do aparelho digestivo. A infecção se dá pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos do parasita.

As manifestações clínicas podem variar desde casos assintomáticos até casos graves com diarréia crônica, disenteria, anemia.

As verminoses podem ser evitadas: Lavando bem as mãos sempre que usar o banheiro e antes das refeições; Manter limpa a casa e o terreno ao redor, evitando presença de moscas e outros insetos; beber somente água filtrada ou fervida; conservar as mãos sempre limpas, as unhas aparadas, e evitar colocar as mãos na boca; Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios com lixo ou água poluída; andar sempre com os pés calçados.

Em regiões onde há muitos casos de verminose, recomenda-se o uso do Mebendazol 500mg em dose única, Pantelmin 500mg dose única 3 vezes ao ano.

Giardíase

Infecção por protozoários que atinge, principalmente, a porção superior do intestino delgado. A infecção sintomática pode apresentar-se através de diarréia, acompanhada de dor abdominal. Esse quadro pode ser de natureza crônica, caracterizado por dejeções amolecidas, com aspecto gorduroso, acompanhadas de fadiga, anorexia, flatulência e distensão abdominal. Anorexia, associada com má absorção, pode ocasionar perda de peso e anemia. Não há invasão intestinal.

É causada pela Giárdia lamblia, o único protozoário flagelado conhecido como responsável por doença intestinal humana. A doença tem distribuição mundial e ocorre frequentemente nas pessoas que consomem água não tratada e alimentos lavados ou preparados com água contaminada. Os cistos infecciosos do protozoário são normalmente transmitidos por água contaminada com fezes e atinge, principalmente, a porção superior do intestino delgado..

Características epidemiológica

É doença de distribuição universal. Epidemias podem ocorrer, principalmente, em instituições fechadas que atendam crianças, sendo os grupos etários mais acometidos menores de 5 anos e adultos entre 25 e 39 anos.

A prevenção da doença está baseada na boa higiene pessoal e na eliminação dos cistos da água de abastecimento. A cloração pode destruir os cistos, mas não é sempre confiável porque vários fatores podem diminuir a sua eficiência. Por essa razão a água de abastecimento deve também ser tratada para a remoção de matéria em suspensão (filtração).

Medidas de controle

A) Específicas

Em creches ou orfanatos deverão ser construídas adequadas instalações sanitárias e enfatizada a necessidade de medidas de higiene pessoal. Educação sanitária , em particular desenvolvimento de hábitos de higiene – lavar as mãos após o uso do banheiro;

B) Gerais

Filtração de água potável. Saneamento básico;

C) Isolamento:

Pessoas com giardíase devem ser afastadas do cuidado de crianças. Com pacientes internados, devem ser adotadas precauções entéricas através de medidas de desinfecção concorrente para material contaminado e controle de cura, que é feito com exame parasitológico de fezes até 21 dias após o término do tratamento.

Tratamento

Secnidazol

Tinidazol

Metronidazol

Amebíase: (Entamoeba histolytica- protozoário que causa a amebíase)

Infecção causada por um protozoário que se apresenta em duas formas: cisto e trofozoíto. Esse parasito pode atuar como comensal ou provocar invasão de tecidos, originando, assim, as formas intestinal e extra-intestinal da doença. O quadro clínico varia de uma diarréia aguda e fulminante, de caráter sanguinolento ou mucóide, acompanhada de febre e calafrios, até uma forma branda, caracterizada por desconforto abdominal leve ou moderado, com sangue ou muco nas dejeções. Pode ou não ocorrer períodos de remissão. Em casos graves, as formas trofozoíticas se disseminam através da corrente sangüínea, provocando abcesso no fígado (com maior freqüência), nos pulmões ou no cérebro. Quando não diagnosticadas a tempo, podem levar o paciente ao óbito.

A transmissão se faz pela ingestão de água ou alimentos contaminados com cistos da E.histolytica (parasita do intestino grosso). Em outras ocasiões apresenta-se sob a forma da chamada disenteria amebiana aguda, com acometimento do estado geral, febre, às vezes desidratação e fezes mucopiossanguinolentas.

A amebíase pode apresentar localização extra intestinal, como: hepática, pleural, pulmonar, pericárdica, cerebral, esplênica e cutânea. As formas extra-intestinais são extremamente raras na infância.

Características epidemiológicas

Estima-se que mais de 10% da população mundial está infectada por E. dispar e E. histolytica, que são espécies morfologicamente idênticas, mas só a última é patogênica, sendo a ocorrência estimada em 50 milhões de casos invasivos/ano. Em países em desenvolvimento, a prevalência da infecção é alta, sendo que 90% dos infectados podem eliminar o parasito durante 12 meses. Infecções são transmitidas por cistos através da via fecal-oral. Os cistos, no interior do hospedeiro humano, se transformam em trofozoítos. A transmissão é mantida pela eliminação de cistos no ambiente, que podem contaminar a água e alimentos. Sua ocorrência está associada com condições inadequadas de saneamento básico e determinadas práticas sexuais.

Medidas de Controle

A) Gerais

Impedir a contaminação fecal da água e alimentos através de medidas de saneamento básico e do controle dos indivíduos que manipulam alimentos.

B) Específicas

Lavar as mãos após uso do sanitário, lavagem cuidadosa dos vegetais com água potável e deixá-los em imersão em ácido acético ou vinagre, durante 15 minutos para eliminar os cistos. Evitar práticas sexuais que favoreçam o contato fecal-oral. Investigação dos contatos e da fonte de infecção, ou seja, exame coproscópico dos membros do grupo familiar e de outros contatos. O diagnóstico de um caso em quartéis, creches, orfanatos e outras instituições indica a realização de inquérito coproscópico para tratamento dos portadores de cistos. Fiscalização dos prestadores de serviços na área de alimentos, pela vigilância sanitária.

C) Isolamento

Em pacientes internados precauções do tipo entérico devem ser adotadas. Pessoas infectadas devem ser afastadas de atividades de manipulação dos alimentos.

D) Desinfecção

Concorrente, com eliminação sanitária das fezes.

Para ser consumida, a água precisa estar limpa, sem bactérias e protozoários, pois ela pode nos transmitir muitas doenças. No Brasil 80% do esgoto é jogado nos rios, lagos e outros lugares de onde a água poderia ser usada para consumo, fazendo com que a pouca água que resta seja poluída.Este recurso está cada vez mais escasso, além do desperdício humano, a água que foi usada muitas vezes não tem como ser reaproveitada, pois está poluída demais ou acaba de perdendo no meio das águas dos oceanos.

Fonte: www.simae.com.br

Verminoses

Verminoses são doenças causadas por “bichinhos” parecidos com minhocas e chamados vermes. Tanto as pessoas como os animais podem ser atacados pelas verminoses. Assim o boi, o cavalo, o cabrito e até mesmo seu cachorrinho ou seu gatinho de estimação podem sofrer de verminose.

Os vermes, todos inimigos de nossa saúde, se desenvolvem no interior de nosso corpo, especialmente nos intestinos (mas podem se instalar em outros órgãos – fígado, pulmões, cérebro). Caso não sejam combatidos, podem causar sérios problemas de saúde, e, às vezes, até a morte.

Como são esses vermes?

Este que parece com espaguete (arredondado), é a lombriga!

Este outro (achatado), lembra o talharim – é a solitária. Que macarronada indigesta, não?

Como se adquire verminose?

Esses vermes indesejáveis, entram no organismo, na grande maioria das vezes, pela boca. Mas é bom lembrar que também podem penetrar pela pele. Então não é difícil imaginar que, entrando pela boca, sejam a água e os alimentos contaminados os principais veículos das verminoses.

Como se desenvolvem os vermes no interior do organismo?

Água e alimentos contaminados carregam ovos dos vermes. Uma vez engolidos, esses ovos vão para os intestinos das pessoas e ali dão origem aos vermes adultos, que crescem e se multiplicam. Curioso é que alguns vermes não necessitam “casar” – são hermafroditas, ou seja, são macho e fêmea ao mesmo tempo.

Evitam muitos conflitos do casamento, não brigam nunca! Bichos espertos, heim?

O que os vermes produzem quando no interior dos intestinos?

Para que cresçam e se tornem adultos, os vermes, como nós, precisam se alimentar. Só que o alimento dos vermes é roubado de nós. Eles são competidores pelos nossos alimentos! Não é por outro motivo que são também chamados de parasitas – vivem às custas de outros seres. Verdadeiros ladrões de comida!

Fica fácil entender, pois qualquer pessoa que é roubada, perde alguma coisa, verdade? E é isso que acontece com pessoas com verminose. O alimento que deveria ser utilizado para nutrir nosso organismo é sugado pelos vermes invasores.

O que sentem e quais as conseqüências para as pessoas com verminose?

Infelizmente são as crianças e os jovens os mais atacados pelas verminoses. Se lembrarmos que a “casa” predileta dos vermes é o intestino, as queixas predominantes são relacionadas com o aparelho digestivo tais como – falta de apetite, enjoo, dores na barriga e diarréia. Às vezes, os vermes (lombrigas em especial) são eliminados juntos com as fezes, ou mesmo pela boca, facilitando o diagnóstico.

Não se assuste caso uma criança com verminose, manifeste desejo de comer terra, barro ou roer um tijolo – esta perversão do apetite leva, em medicina, o nome de pica (feio, não?). Nos casos mais graves, acompanhados de grande quantidade de vermes (mais uma vez as lombrigas), eles formam verdadeiros novelos no interior do intestino, chegando a obstruí-lo, com graves conseqüências. Se você está sendo “roubado” de seus alimentos, é como estivesse mal alimentado. Sendo assim, as decorrências mais comuns desse fato são: deficiência de crescimento, dificuldade de concentração e de aprendizado, sonolência e cansaço.

Chama a atenção, nos quadros mais graves, a palidez da pele, dos lábios, da língua e do interior das pálpebras dos olhos - são os sinais da anemia! Quando esta é muito acentuada, a pele adquire uma tonalidade amarelada; nasceu daí o termo popular “amarelão” para designar certa forma de verminose.

Como se adquire verminose?

Esta a parte mais importante dessa exposição. As verminoses que infestam dezenas de milhões de pessoas no Brasil (e no mundo), estão relacionadas, estreitamente, com duas grandes áreas de desenvolvimento humano – educação para a saúde e saneamento básico.

Em relação à educação, é fácil concluir que as correlações são duas: hábitos de alimentação e de higiene, impedindo que ovos e larvas contaminem as pessoas. Para tanto, lavar bem os alimentos consumidos crus e não fazer ‘cocô’ na terra nem andar descalço, são fundamentais na prevenção das verminoses.

Pode-se perceber que educação para a saúde começa em casa, nas cozinhas e nos banheiros, se estendendo para ações dos governos, propiciando água de boa qualidade nas torneiras e construção de esgotos sanitários. Famílias e governos de mãos dadas! “Macarronada”, afinal, só de massas de pacote, de acordo?

São os países pobres, com indivíduos vivendo em condições de falta de higiene e desprovidos de conceitos de educação para a saúde, os campeões de verminoses!

Você, individualmente, pode se transformar num soldado na guerra contra as verminoses. Melhor preveni-las do que tratá-las.

Fonte: www.smartkids.com.br

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