
Nome Oficial: República Socialista do Vietnã (Viêt
Nam / Công Hòa Xa Hôi Chu' Nghiã)
Capital do Vietnã: Hanói
Área: 331.689 km² (65º maior)
População: 85.238.000 (2005)
Idioma Oficial: Vietnamita
Moeda: Dongue novo
Nacionalidade: Vietnamita
Principais Cidades: Ho Chi Minh (ex-Saigon), Hanói

Fonte: www.webbusca.com.br
Nome oficial: República Socialista do Vietnã (Viêt
Nam / Công Hòa Xa Hôi Chu' Nghiã).
Nacionalidade: Vietnamita.
Data nacional: 1º e 2 de setembro (Independência).
Capital: Hanói.
Cidades principais: Ho Chi Minh (ex-Saigon) (3.600.000), Hanói
(1.300.000) (1996).
Idioma: vietnamita (oficial).
Religião: budismo 67%, cristianismo 8% (católicos),
outras 25% (1992).
Localização: sudeste da Ásia.
Hora local: + 10h.
Área: 329.566 km2.
Clima: tropical.
Área de floresta: 91 mil km2 (1995).
Total: 79,8 milhões (2000), sendo quines 87%, haos 2%, tais
2%, outros 9% (1996).
Densidade: 242,14 hab./km2.
População urbana: 20% (1998).
População rural: 80% (1998).
Crescimento demográfico: 1,6% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 2,6 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 65/70 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 38 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 6,7% (2000).
IDH (0-1): 0,671 (1998).
Forma de governo: Regime de partido único (PC) e um órgão
supremo (Assembléia Nacional).
Divisão administrativa: 7 regiões subdivididas em províncias.
Chefe de Estado: presidente Tran Duc Luong (PC) (desde 1997).
Chefe de governo: primeiro-ministro Phan Van Khai (desde 1997). Partido
político: Comunista do Vietnã (PC) (único legal).
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 450 membros
eleitos por voto direto para mandato de 5 anos.
Constituição em vigor: 1992
Moeda: dongue novo.
PIB: US$ 27,2 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 26% (1998).
PIB indústria: 33% (1998).
PIB serviços: 41% (1998).
Crescimento do PIB: 8,4% ao ano (1990-1998).
Renda per capita: US$ 350 (1998).
Força de trabalho: 39 milhões (1998).
Agricultura: arroz, cana-de-açúcar, café, látex,
chá, algodão em pluma, amendoim.
Pecuária: bovinos, búfalos, suínos, aves.
Pesca: 1,5 milhão de t (1997).
Mineração: carvão, estanho, zinco, petróleo.
Indústria: alimentícia, química, máquinas,
têxtil.
Exportações: US$ 9 bilhões (1998).
Importações: US$ 11 bilhões (1998).
Parceiros comerciais: Cingapura, Coréia do Sul, Taiwan (Formosa),
Japão.
Efetivo total: 484 mil (1998).
Gastos: US$ 907 milhões (1998).
Fonte: www.portalbrasil.net
Vietnã, república do sudeste asiático, limita ao norte com a China, a leste e ao sul com o Mar da China, e a oeste com o Camboja e o Laos. Oficialmente denominada de República Socialista do Vietnã, tem 331.114 km². A capital é Hanói. O moderno Vietnã abrange as regiões históricas de Tonquim, Annam e Cochinchina.
O Vietnã ocupa a parte mais oriental da Península da Indochina. Pode dividir-se em quatro regiões: ao noroeste, a prolongação montanhosa do maciço chinês de Yunnan; por outro lado o delta do rio Vermelho (Song Hong), que acha em volta do Golfo de Tonquim; a terceira região é ocupada pelos montes de Annam e a planície costeira associada a eles e que formam a espinha dorsal do Vietnã; e por último o delta do rio Mekong.
O rio Vermelho, no norte, e o rio Mekong, no sul, são os recursos fluviais mais importantes, ambos canalizados para evitar os danos provocados pelas cheias. Pode se encontrar três tipos de clima: no norte, e sobretudo no interior, as temperaturas correspondem a um clima subtropical; a área central e sudeste têm um clima tropical monçônico e no sudoeste há um período úmido e outro seco. Todo o país é coberto por uma frondosa vegetação e existem densos manguezais bordejando os deltas. Na selva chuvosa vivem grandes mamíferos, como elefantes, cervos, onças, tigres e leopardos. Por todo o país podem ver-se micos e lontras, répteis como crocodilos, serpentes e lagartos, e uma grande variedade de pássaros.
Os vietnamitas constituem o maior grupo étnico (88% da população); existem aproximadamente 53 minorias étnicas que se encontram sobretudo nas regiões montanhosas. Em 1993, a população chegava a 70.982.500 habitantes, com uma densidade de 214 hab/km2. Hanói, a capital, tem (1993) 2.154.900 habitantes. Outras cidades importantes (1993) são Ho Chi Minh, antiga Saigón (4.322.300 habitantes), e Haiphong (1.583.900 habitantes na área metropolitana). O país é predominantemente budista. O confuncionismo, o taoísmo e a religião chinesa também são importantes. O vietnamita é a língua oficial. No interior é onde mais se falam o khmer, cham e montagnard. Devido ao êxodo da população chinesa, a utilização desta língua tem decrescido. A Constituição de 1992 confere ao Partido Comunista do Vietnã um papel preponderante no governo e na sociedade. O partido atua através da Frente Patriótica do Vietnã.
Após a separação, em 1954, em Vietnã do Norte e Vietnã do Sul cada estado desenvolveu sua própria estrutura econômica; o Norte funcionava com uma economia planificada, enquanto que o Sul desenvolveu uma economia de livre mercado. Com a reunificação em 1976, impôs-se um sistema planificado. A reforma econômica se iniciou em 1986, com o nome de doi moi (Renovação Vietnamita); estimulou a concorrência, a abertura de mercado e os investimentos estrangeiros.
Entre 1991 e 1993, o produto interior bruto estimado foi de 19 bilhões de dólares. A agricultura é o setor mais importante da economia; os principais cultivos são o arroz (do qual o Vietnã é o terceiro exportador mundial), cana-de-açúcar, produtos hortofrutíferos, mandioca e batata. Em 1992 se proibiu a exportação de madeira devido ao intenso desmatamento.
Extrai-se andracita, carbono, fosfatos, cobre, estanho, zinco, antimônio e cromo. Perto da costa foram descobertos importantes campos de petróleo e gás natural. Entre as indústrias mais importantes, estão as de elaboração de papel e a de derivados de produtos alimentícios, como também a de produtos químicos e adubos. Após a reunificação do Vietnã, aboliu-se o piastre, a moeda do sul. A unidade monetária é o novo dông, que equivale a 100 xu.
Os vietnamitas eram um dos povos que viviam, antes de começo da era cristã, no sul da China e no norte do Vietnã. Em 221 a.C. a dinastia Qin da China completou a conquista dos estados vizinhos; sem dúvida, sobreviveu pouco tempo à morte de seu fundador Qin Shi Huangdi. Um chefe chinês no sul construiu o reino de Nam Viet (Viet do Sul). Em 111 a.C. o exército chinês conquistou o reino e o integrou ao império da dinastia Han.
Os governantes enviaram administradores chineses para substituir a nobreza local, as instituições políticas seguiam o modelo chinês, e o confuncionismo se converteu na ideologia nacional e se introduziu a língua chinesa. Uma série de levantamentos se sucederam durante os mil anos de dominação chinesa. Em 939, as forças vietnamitas constituíram um estado independente. A inícios do século XI, fundou-se a dinastia Ly, que governou desde 1010 até 1225. Sob as dinastias Ly e Tran (1225-1400), o Vietnã se converteu numa força ativa do sudeste asiático.
Nesta ocasião, quando o Império Mongol alcançou o poder na China no século XIII, os exércitos de Kublai Kan atacaram o Vietnã. Os vietnamitas conseguiram derrotar os invasores. As tensões entre o Vietnã e o reino de Champa, um estado marítimo situado ao largo da costa central, não cessaram até que, no século XV, as forças vietnamitas praticamente destruíram o reino. Durante as gerações seguintes, o Vietnã enfrentou o reino de Khmer, situado no atual Camboja. Em finais do século XVII o Vietnã havia ocupado o baixo delta do Mekong e começou a avançar até o oeste.
Em 1407 o Vietnã foi invadido novamente pelo exército chinês da dinastia Ming; em 1428, as forças comandadas por Le Loi restauraram a independência do Vietnã e foi o primeiro imperador da dinastia Le. No século XVI se iniciou sua decadência. Em 1620, o clã dos Trinh chegou ao poder e concedeu aos Nguyen, o clã rival, um feudo no sul, e isso dividiu o Vietnã em duas zonas. No final do século XVIII os camponeses descontentes e dirigidos pelos irmãos Tay Son assassinaram os Nguyens, derrubaram os Trinh e rechaçaram uma invasão da dinastia Tsing da China. Nguyen Anh derrotou os exércitos de Tay Son, ajudado pelos franceses; proclamou-se imperador em 1802 com o nome de Gia Long e estabeleceu uma nova dinastia.
Na década de 1880, as ofensivas francesas culminaram com a aceitação do protetorado francês sobre o território do Vietnã. No início do século XX se criaram partidos nacionalistas e em 1930 Ho Chi Minh formou o Partido Comunista Indochinês. Durante a II Guerra Mundial, o Japão ocupou o Vietnã. Os comunistas organizaram uma ampla Frente Vietminh (Liga para a Independência do Vietnã) com a ajuda dos Estados Unidos.
Em 1945, o exército vietminh declarou a independência da república em Hanói. Barcos de guerra franceses, em 1946, bombardearam Haiphong e eclodiu a guerra que durou quase oito anos. Os franceses formaram um governo com o imperador Bao-Dai. Após a batalha de Dien Bien Phu o governo francês iniciou negociações para finalizar a guerra. Foi feito um acordo no qual o país foi dividido na altura do paralelo 17 com os vietminh ao norte e os franceses ao sul. Os vietminh criaram um regime de orientação comunista. Bao-Dai foi destituído e se criou um governo dirigido por Ngo Dinh Diem.
Em 1959, sua intolerância e o fracasso de sua política deram lugar a revolta, que contou com o apoio dos comunistas do Norte. Em 1963, Diêm foi assassinado num golpe de estado. Face a deterioração da situação no Vietnã do Sul, os Estados Unidos se envolveram na Guerra do Vietnã. Em 1973 a guerra terminou temporariamente com a assinatura de um tratado de paz que estabelecia a retirada das tropas norte-americanas do Vietnã e Hanói acordou aceitar o regime de Nguyen Van Thieu. Contudo, em 1975 uma ofensiva comunista ocupou Saigón.
Em 1976, se instalou a unificada República Socialista do Vietnã e Saigón se chamou Ho Chi Minh. Três anos mais tarde, os vietnamitas invadiram o Camboja apoiando os opositores dos kmeres vermelhos; a China atacou o Vietnã, porém não pode invadir o país. Em 1989, o Vietnã retirou praticamente todas as tropas do Camboja.
Em 1986, os reformistas da economia alcançaram o poder e proclamaram uma nova política de doi moi (renovação). No fim da ajuda da antiga União Soviética em 1991, acelerou-se a reforma econômica.
Fonte: www.coladaweb.com
O Vitenã localiza-se no sudeste asiático. Seu território caracteriza-se pelas planícies alagadas nos deltas do Rio Vermelho ao norte e do Rio Mekong ao sul, e por montanhas nas regiões norte e central.
O país possui quase 80 milhões de habitantes, um terço dos quais tem idade inferior a 15 anos. Apenas 19% da população vive em centros urbanos, enquanto o restante habita pequenos vilarejos rurais. Quase todos os vietnamitas pertencem à etnia quine, mas há alguns grupos étnicos minoritários, como os chineses e os haos.
A nação vietnamita possui muitas cicatrizes deixadas pelas diversas formas de tormentos e agressões que já sofreu. Desde 1941, o país tem passado por guerras e dificuldades, em parte como conseqüência da instauração do governo comunista em 1945. Em 1975, o Vietnã do Norte, de orientação comunista, conquista o Vietnã do Sul depois de três décadas de conflito. O país é reunificado no ano seguinte. Em 1978, o Vietnã invade o Camboja e inicia um conflito que duraria até 1989, quando as tropas vietnamitas se retiram do território cambojano.
O Vietnã é controlado por um governo de orientação comunista e o sistema legal baseia-se em uma mescla do código civil francês e da doutrina comunista. Embora ainda persistam algumas restrições às liberdades individuais, a nação tem aumentado gradualmente suas relações com o resto do mundo.
A economia vietnamita é pobre tanto devido aos estragos causados pelas guerras como devido à perda da ajuda financeira soviética. Em função disso, há inúmeras oportunidades para os ministérios de desenvolvimento e de ajuda humanitária. Doenças como a cólera, por exemplo, ainda são um sério problema no país.
Cerca de metade da população vietnamita professa o budismo, enquanto uma pequena parcela segue novas religiões asiáticas ou antigas crenças animistas.
A igreja vietnamita ocupa uma posição minoritária, abrangendo cerca de 6,5 milhões de pessoas ou 8% da população do país. Desse total, seis milhões são católicos, enquanto a maior parte dos protestantes pertence às minorias étnicas tribais, metade das quais já foram alcançadas pelo Evangelho. O governo permite o trabalho de organizações cristãs no país, especialmente daquelas que procuram atuar nas áreas de desenvolvimento e ajuda humanitária.
Teoricamente, há liberdade religiosa no Vietnã. Na prática, porém, apesar de a vida religiosa nas congregações ser geralmente tranqüila, a igreja vietnamita enfrenta restrições e dificuldades nas esferas distritais e nacionais. Em 1999, um decreto estabeleceu a liberdade religiosa, dando aos cidadãos o direito de escolher e mudar sua opção religiosa. No entanto, o próprio decreto de 1999 adverte sobre as punições para quem utilizar a religião com o intuito de prejudicar o Estado. Em abril de 2001, o governo vietnamita reconheceu oficialmente algumas igrejas evangélicas pertencentes à Hoi Thanh Tin Lanh Viet Nam (Igreja Evangélica do Sul do Vietnã), denominação que corresponde ao maior grupo protestante do país. Foi a primeira vez que a organização obteve um status de legalidade desde o fim da Guerra do Vietnã, em 1975. Diplomatas e protestantes viram o processo de legitimização como uma modesta concessão depois de anos de repressão, mas observaram que muitos cristãos evangélicos não foram beneficiados, pois apenas cerca de 300 igrejas foram reconhecidas. Entre os excluídos encontram-se a maioria dos protestantes pertencentes às etnias minoritárias que são os mais atingidos pela perseguição. Um obreiro cristão afirmou: "O líder do partido local detém total controle sobre o destino de uma igreja; isto é, ele pode decidir se ela deve continuar ou ser incendiada. Além disso, ele pode arbitrariamente sentenciar pastores a curtos períodos de trabalhos forçados nos campos." Pastores também têm sido mantidos sob prisão domiciliar e muitas vezes seus materiais e equipamentos são confiscados.
Cristãos das comunidades de etnia Hre e Hmong têm sido testemunhas, quando não as próprias vítimas, de inúmeros sofrimentos e perseguições. Segundo relatos de uma fonte da igreja vietnamita, há uma comunidade cristã de aproximadamente 500 convertidos em um povoado da província de Liam Dong. As atividades da comunidade são de conhecimento da polícia local e, por isso, os cristãos daquela área sofrem nas mãos das autoridades. Vários líderes e membros da igreja já foram presos e muitos já foram multados. Esta mesma fonte relatou os seguintes fatos: "Certa vez, quatro policiais entraram na vila com uma foto de Ho Chi Minh* e reuniram todos os cristãos conhecidos em um local a céu aberto para falar sobre os malefícios do cristianismo e as boas coisas que o antigo líder havia feito pelo povo. Os policiais insistiram para que todos abandonassem a fé cristã e abraçassem os ensinamentos de Ho Chi Minh. Depois, eles penduraram a foto do grande líder e ordenaram a todos que se curvassem em adoração, demonstrando sua lealdade para com Ho Chi Minh."
* N. do E.: Ho Chi Minh foi o principal líder comunista do Vietnã do Norte e faleceu em 1969.
Dos 480 cristãos reunidos naquele local, somente dez se curvaram, os quais se arrependeram mais tarde do que haviam feito. Antes de irem embora, os policiais deixaram um último aviso, advertindo aqueles cristãos para nunca mais cultuarem a Deus ou organizarem cultos, pois seus sofrimentos seriam ainda maiores se continuassem com estas atividades. Mas isto não foi tudo. Após a ameaça, os policiais começaram a agredir as pessoas que não haviam se curvado perante a foto de Ho Chi Minh. Cerca de 20 homens sofreram espancamentos, alguns dos quais ficaram bastante feridos. Três dias depois, aquela comunidade cristã foi surpreendida pela atitude do chefe da polícia local, que se desculpou pelos atos cometidos por seus oficiais. Infelizmente, no entanto, ele distorceu a história ao relatá-la a terceiros, explicando que os homens haviam sido espancados por se recusarem a pagar impostos.
Segundo a fonte que relatou este episódio, aqueles cristãos demonstraram fé e humildade notáveis quando questionados sobre como a perseguição afetava a vida cristã que eles procuravam levar. Eles responderam que deviam lealdade não a homens ou a qualquer outra autoridade, mas somente ao grande e verdadeiro Deus, o Senhor Jesus Cristo.
As tendências atuais apontam para uma gradual melhora nas relações entre Igreja e Estado no Vietnã, o que não significa que o governo abrirá mão de seu esforço constante para exercer o controle. Apesar das restrições, a atual taxa de crescimento da igreja vietnamita é maior que a taxa de crescimento demográfico do país, e o número de cristãos no Vietnã deverá triplicar até 2050. Na metade do século, também é possível que a igreja vietnamita usufrua de maiores liberdades, especialmente se os cristãos locais conseguirem cultivar um bom relacionamento com o governo.
1. Os cristãos vietnamitas foram intensamente perseguidos no passado. Agradeça a Deus pela crescente abertura. Ore para que o governo vietnamita permita que mais ministérios cristãos forneçam ajuda humanitária, educação e apoio aos orfanatos no país.
2. A igreja vietnamita é atingida pelas leis que restringem suas atividades. Louve a Deus pelo decreto de 1999 que permitiu maior liberdade religiosa. Ore pelo contínuo abrandamento das restrições e, especialmente, pelo fim das hostilidades contra os cristãos de etnias tribais.
3. O Vietnã sofre as conseqüências dos muitos anos de guerra. Ore para que os ministérios cristãos no país sejam bem-sucedidos em seus programas de reconciliação e de desenvolvimento econômico, ajudando na cura das inúmeras cicatrizes deixadas pelos conflitos armados.
4. A igreja vietnamita está encarando as dores do crescimento. Louve a Deus pelo enorme crescimento da igreja. Ore para que cristãos sejam mobilizados em todo o mundo, permitindo que recursos sejam levantados para apoiar e treinar os líderes da igreja no Vietnã..
Fonte: ww
O Vietname ou Vietnã, cujo o nome oficial é República Socialista do Vietnã é um país asiático, localizado na Indochina, e limitado a norte pela China, a leste e a sul pelo Mar da China Meridional, e a oeste pelo Golfo da Tailândia, pelo Camboja e pelo Laos.
Capital: Hanói.
A história do Vietname está documentada há mais de 2500 anos. Durante mil anos, esta região foi dominada por sucessivas dinastias do império chinês, mas obteve a independência em 938 e estabeleceu a dinastia Ngô. O periodo dinástico terminou no século XIX, quando país foi colonizado pela França.

Hoi An, Vietnã
Durante a Segunda Guerra Mundial,com a derrota da França na primeira fase da Guerra, o Vietname foi ocupado pelo Japão e estabeleceram no trono o Imperador Bao Dai.
Quando a guerra terminou, a França tentou restabelecer o controle, mas não conseguiu. Os franceses foram derrotados na Batalha de Dien Bien Phu, após oito anos de luta armada, comandada por Giap em 1954 na primeira guerra da Indochina, mesmo com ajuda dos EUA, mas na Conferência de Genebra o Vietname foi dividido em dois países separados, conhecidos como Vietname do Norte e Vietname do Sul. Durante a Guerra Fria, o norte tinha o apoio da China e da União Soviética, enquanto o sul era “apoiado” pelos EUA, o que deu lugar à Guerra do Vietname, em que os americanos foram obrigados a abandonar em Março de 1973; a cidade de Saigão que foi tomada pelo Vietcong - frente de libertação do sul em Abril de 1975.
Em Julho de 1976, a República do Vietname do Sul e a República Democrática do Vietname (Vietname do Norte) uniram-se na República Socialista do Vietname.
O Vietname é um país longo e estreito que ocupa a costa oriental da península da Indochina, sobre o Golfo de Tonkin e o Mar da China e tem uma área de cerca de 331.688 quilômetros quadrados.
O clima de monções é quente e chuvoso. Predominam as florestas tropicais e a rede hidrográfica é muito rica. A parte norte é mais elevada. Há dois deltas importantes, o do Rio Song Koi, ao norte e do Rio Mekong, ao sul. A agricultura ocupa a maioria da população, sendo o arroz o principal produto. O norte do país é rico em antracito, linhito, carvão, minério de ferro, manganês, bauxita e titânio.
Entre os países do Sudeste Asiático, foi o Vietnã quem seguramente atingiu a independência política com maiores dificuldades e com altos custos sociais e ambientais.
A região a norte do paralelo 17 obteve a independência da França em 1954 e organizou-se como República Democrática. O novo regime exerceu imediatamente um controlo directo sobre a economia, nacionalizando as empresas industriais estrangeiras e implantando outras, especialmente nos sectores de base; nos campos, depois das expropriações dos latifúndios e das grandes propriedades, formaram-se primeiro cooperativas e, depois, empresas agrícolas estatais.
A seguir, a República empreendeu, graças às ajudas soviéticas, uma guerra para alcançarr a reunificação das províncias do Sul, ainda colónia francesa. Depois da derrota da França, os EUA, determinados a impedir o avanço do comunismo, envolveram-se cada vez mais no conflito e, a partir de 1965, intensificaram a sua presença no país (fala-se de cerca de meio milhão de soldados no pico máximo da presença bélica, entre homens do exército governamental e forças norte-americanas).
A guerra terminou com a vitória do Norte e com a reunificação dos dois territórios, em 1976. Completado o processo de reunificação, nasceu a República Socialista do Vietname com posições pró-soviéticas. Todavia, as consequências do conflito foram gravíssimas: os intensos bombardeamentos norte-americanos tinham destruído cerca de 70% das instalações industriais do Norte, tornado impraticáveis quase todas as vias de comunicação e queimado com bombas químicas vastas extensões de floresta (recordar em particular, sobre as devastadoras consequências do uso do napalm, uma mistura de sais alumínicos e ácidos orgânicos, usada na indústria bélica para a fabricação de bombas, precisamente pelo seu alto poder incendiário).
De uma maneira geral, as operações militares tinham tirado mão-de-obra às actividades industriais, causando assim a interrupção de todos os investimentos profundos do Norte; haviam impedido as actividades agrícolas no Sul; limitado fortemente em todo o país a pesca do mar alto que, pela enorme extensão das costas vietnamitas e pela densidade demográfica ao longo da faixa litoral, se reveste de cada vez de maior importância na economia vietnamita (lembremo-nos que é da da fermentação do pescado que se extrai o nuocman, o famoso condimento da cozinha local).
Essas problemáticas tiveram de ser imediatamente enfrentadas já na primeira fase da reconstrução, procurando uma resposta para ela, através de política de plano, em linha com os princípios ideológicos do socialismo e com o modelo de desenvolvimento já adoptado nos países comunistas. Contudo, passados quase trinta anos, a República ainda tem de resolver problemas importantes, entre os quais - e não é certamente o último - se encontra o da integração de duas estruturas económicas , hoje profundamente diferentes uma da outra; trata-se de um problema que evoca o outro, ainda mais complexo, da reunificação social e cultural de populações que continuamente divididas durante muito tempo, portanto com expressões de modos de vida opostos.
Na realidade, as duas estruturas económicas antes da forçada divisão política apresentavam uma undidade de fundo relacionada, por um lado, com a matriz rural comum de toda a região vietnamita e não só e, por outro, com a própria história colonial do país, porque a presença francesa teve muito mais influência no Sul; aliás, na então Saigão,sede administrativa, foi-se formando uma classe dirigente corrupta e abertamente subordinada aos interesses estrangeiros _ primeiro franceses, depois, americanos -, cujo comportamento económico teve importantes reflexos territoriais. As diferenças regionais condiconaram claramente as orientações da política empreendida pelo Governo, no momento da formação da nova República. Além de uma série de procedimentos organizacionais, como a modificação do aparelho administrativo do país - reestruturado e readaptado muitas vezes após a reunificação, de modo que, das 40 províncias existentes em 1957, se chegou às 60 actuais -, as políticas adoptadas previam no campo económico uma certa margem de liberdade à iniciativa privada nas regiões meridionais, onde se reconhecia o direito de propriedade sobre pequenas superfícies cultivadas, quando no resto do país prevaleciam já há algum tempo formas de gestão cooperativa.
Pelo contrário, o Estado controlava em todo o território os serviços fundamentais e as actividades financeiras e comerciais. Também se pôs em marcha, como veremos, um processo de abertura gradual aos capitais estrangeiros para estimular o desenvolvimento industrial em todo o país, com o qual se preparou, aliás, uma ulterior potenciação da indústria pesada; mais recentemente, para favorecer o incremento da produtividade, introduziram-se incentivos para a superação das quotas de produção, que já tinham sido previstas pelo plano económico.

Hue,Vietnã
Pelo menos até finais da segunda metade dos anos oitenta, o desenvolvimento económico aconteceu nesta base, fazendo registar um crescimento constante, mas sem acelerações especiais. Nos campos, disponibilizaram-se globalmente 500 000 hectares de terras abandonadas ou danificadas pela guerra; arrotearam-se mais de um milhão de novas terras; introduziram-se maquinarias e fertilizantes.
A agricultura, já amplamente colectivizada, conseguiu superar as dificuldades subsequentes à guerra e alcançar resultados bastante positivos; a produção de arroz, distribuída por cerca de 90% das terras cultivadas, mostrou um crescimento notabilíssimo, a ponto que, pela primeira vez, o Vietname - um país eminentemente agrícola tal como outros estados da península da Indochina - se ter tornado auto-suficiente quanto ao consumo interno de arroz, de que é também exportador (5º produtor mundial).
Deve-se, na verdade, realçar que os produtores agrícolas independentes são excluídos dos benefícios directos do crescimento das exportações, porque a rede de comercialização interna e internacional ainda é controlada pelas empresas agrícolas públicas, que compram a um preço mais baixo que o mercado internacional os produtos destinados ao consumo externo. Além da orizicultura, estão em expansão as culturas do milho, batata-doce, mandioca, hortaliças, fruta (ananás e citrinos), cana-de-açúcar, borracha, chá, café (de que é o 2º produtor mundial depois do Brasil).
Apesar disto, as produções nacionais, sobretudo relativamente às carnes, ainda não cobrem as necessidades nacionais. É bastante mais visível a repartição das produções à escala regional: no Norte, além do arroz - de que no Tonquim se obtêm duas colheitas por ano.
Fonte: pt.wikipedia.org
12