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Vitamina A

 

Sinónimos: Retinol; axeroftol

Principais fontes na natureza

A vitamina A, uma vitamina lipossolúvel, ocorre sob duas formas principais na natureza – o retinol, o qual se encontra apenas em fontes animais e certos carotenóides (provitaminas), as quais se encontram apenas em fontes vegetais. Os carotenóides são os compostos que dão a vários frutos e vegetais a sua cor amarela ou laranja. O carotenóide mais abundante e mais conhecido é o beta-caroteno. O beta-caroteno é um precursor da vitamina A ou “provitamina A”, porque a sua actividade como vitamina A ocorre apenas após a sua conversão para retinol no interior do corpo. Uma molécula de beta-caroteno pode ser clivada por uma enzima intestinal específica em duas moléculas de vitamina A.

Os alimentos ricos em beta-caroteno incluem as cenouras, os vegetais de folhas verde escuro e amarelas (p.e. espinafres e bróculos), abóboras, alperces e melões. A vitamina A pré-formada ou retinol, pode ser encontrada no fígado, gema de

Estabilidade

A vitamina A é sensível à oxidação pelo ar. A perda de actividade é acelerada pelo calor e pela exposição à luz. A oxidação das gorduras e dos óleos (p.ex. manteiga, margarina, óleos de cozinha) pode destruir as vitaminas lipossolúveis, incluindo a vitamina A. A presença de anti-oxidantes, tais como a vitamina E contribui para a protecção da vitamina A.

O beta-caroteno é uma das vitaminas mais estáveis em vegetais. Têm sido documentadas perdas pela cozedura de 25%, mas apenas após fervura por um período comparativamente longo.

Principais Interacções

O estado da vitamina A pode ser influenciado por vários factores, incluindo os seguintes:

Doenças e infecções, especialmente o sarampo, comprometem o estado da vitamina A e, reciprocamente, um estado de pobreza em vitamina A diminui a resistência às doenças.

A ingestão crónica e em excesso de álcool pode comprometer o armazenamento da vitamina A no fígado.
Uma deficiência aguda de proteínas interfere com o metabolismo da vitamina A e, ao mesmo tempo, baixas quantidades de gordura na dieta interferem com a absorção tanto de vitamina A como de caratenóides.

As alterações no metabolismo do ferro ocorrem associadas à deficiência em vitamina A, resultando, por vezes, em anemia.

A vitamina E protege a vitamina A da oxidação; deste modo um estado adequado de vitamina E protege o estado da vitamina A.

Funções

A vitamina A é essencial para a visão, para um crescimento adequado e para a diferenciação dos tecidos.

Visão

Os bastonetes, as células visuais receptoras de luz na retina do olho permitem-nos distinguir entre a luz e a escuridão. Estas células contém um pigmento sensível à luz chamado púrpura visual (rodopsina), o qual é um complexo da proteína opsina e da vitamina A. Quando um bastonete é exposto à luz, a púrpura visual desintegra-se, libertando cargas eléctricas para o cérebro. Estes estímulos são depois traduzidos numa imagem composta a qual nós “vemos”. Ao mesmo tempo, é formada nova rodopsina nas células visuais a partir da opsina e da vitamina A.

Crescimento

A vitamina A tem um papel importante no crescimento normal e no desenvolvimento, bem distinto do seu papel na manutenção da visão. Um dos primeiros sinais de deficiência de vitamina A nos animais é a perda de apetite, acompanhado por um retardarmento do crescimento.

Dose Diária Recomendada (DDR)

Os seres humanos baseiam-se na dieta alimentar para cobrir as suas necessidades de vitamina A. A Dose Diária Recomendada para os adultos nos EUA é 1000 RE (5000 IU) para os homens e 800 RE (4000 IU) para as mulheres. Durante a gravidez e a amamentação, são recomendadas 200 RE e 400 RE adicionais por dia, respectivamente. Os bebés e crianças, devido ao seu menor tamanho corporal, tem uma DDR inferior à dos adultos.

Deficiência

Um dos sintomas iniciais de deficiência em vitamina A é a cegueira nocturna, ou uma capacidade diminuída para ver na penumbra. A deficiência grave produz cegueira parcial ou total, uma doença chamada xeroftalmia. O surgimento de lesões na pele (hiperqueratose folicular) tem também sido utilizado como um indicador inicial de um estado inadequado de vitamina A.

A deficiência em vitamina A é de longe a mais generalizada e a mais grave nas crianças, especialmente nos países pobres. É a principal causa de cegueira na infância e, combinada com outros factores, tais como uma malnutrição proteico-calórica e a crescente ocorrência de infecções, é associada a elevadas taxas de mortalidade infantil. Nas crianças com xeroftalmia são comuns os problemas associados, tais como crescimento sub-desenvolvido, doenças respiratórias, doenças parasitárias e infecciosas.

As doenças podem elas próprias induzir a deficiência de vitamina A, mais especificamente as doenças hepáticas e gastro-intestinais, as quais interferem com a absorção e utilização da vitamina A.

Acredita-se actualmente que um estado carênciado de vitamina A pode estar também associado ao desenvolvimento do cancro, embora não sejam ainda conhecidos os mecanismos exactos.

Utilização Terapêutica

São distribuídas doses terapêuticas de vitamina A em zonas mundiais específicas, de modo a prevenir a xeroftalmia e tratar aqueles nos quais já tenham surgido os estagios iniciais de cegueira. Dado que a vitamina A pode ser armazenada no fígado, é possível construir uma reserva nas crianças através da administração de doses de elevada potência. A dose terapêutica standard utilizada actualmente para as crianças é de 200.000 IU administradas oralmente em líquido ou em cápsulas, duas a três vezes por ano. A cápsula contém também 40 IU de vitamina E, para facilitar a absorção de vitamina A.

A administração de 400.000 IU de vitamina A a crianças com complicações decorrentes do sarampo, mas sem sinais claros de deficiência em vitamina A, diminuiu a mortalidade em cerca de 50% e reduziu significativamente a morbilidade.

O intervalo de idades da população alvo para os programas de intervenção de vitamina A é normalmente entre o nascimento e os sete anos de idade. A xeroftalmia é habitualmente uma doença infantil de crianças entre os seis meses e os três anos.

Em programas de distribuição periódica regulares, é dada uma semi-dose (100.000 IU) a crianças entre os seis meses e um ano de idade. Descobriu-se que uma única dose de 200.000 IU dada às mães imediatamente após o parto aumenta o conteúdo de vitamina A no leite materno. Quando consideramos a terapia de vitamina A em mulheres a amamentar, é necessária precaução dado que pode ser colocada em risco uma gravidez co-existente. Durante a gravidez não deve ser excedida uma dose diária de 10.000 IU de vitamina A.

Segurança

Dado que a vitamina A (enquanto retinol) é armazenada no fígado, quantidades elevada tomadas durante um longo período de tempo podem eventualmente exceder a capacidade de armazenamento do fígado, passar para o sangue e provocar efeitos adversos. Existe assim uma preocupação relativa à segurança de ingestão de elevadas doses de vitamina A pré-formada (retinol), especialmente em bebés, crianças e em mulheres em idade fértil.

A experiência de campo no que se refere aos programas de intervenção em nutrição em países onde a deficiência de vitamina A é prevalente, indica que doses únicas orais de 200.000 IU em crianças e 400.000 – 500.000 IU em adultos são seguras. No entanto, deve ser recordado que estas são doses profilácticas, dadas em níveis bastante elevados de modo a preencher reservas físicas diminuídas durante pelo menos seis meses.

Em pessoas bem nutridas, a toxicidade da vitamina A pode ocorrer de forma aguda no seguimento de doses muito elevadas (superiores a 500.000 IU) tomadas durante um período de alguns dias, ou como estado crónico no seguimento de doses elevadas (50.000 IU) tomadas durante um longo período de tempo. Geralmente tomas de até 10 vezes a DDR são consideradas seguras. Os níveis actuais de vitamina A em alimentos fortificados são baseados nos níveis da DDR, assegurando que não existe possibilidade razoável de sobredosagem de vitamina A na população. Na esmagadora maioria dos casos, os sinais e os sintomas de toxicidade são reversíveis após a cessação da ingestão de vitamina A.

O beta-caroteno é considerada uma forma segura de vitamina A, dado que é convertida pelo corpo apenas à medida que é necessária. O beta-caroteno apresenta um absorção pobre a partir do tracto gastro-intestinal e a sua conversão em retinol torna-se progressivamente menos eficiente à medida que o estado da vitamina A melhora. Ingestões elevadas (superiores a 30mg/dia) de beta-caroteno, podem no entanto resultar numa coloração amarelo-alaranjada da pele (hipercarotenemia), a qual é reversível após a cessação da ingestão do beta-caroteno.

Suplementos

A vitamina A está disponível em cápsulas de gelatina mole, comprimidos mastigáveis ou efervescentes ou em ampolas. Está também incluída na maioria dos multivitamínicos.

História

Embora se saiba, desde os tempos do antigo Egipto que certos alimentos curavam a cegueira nocturna, a vitamina A em si mesma só foi identificada em 1913. A sua estrutura química foi definida por Paul Karrer em 1931. O professor Karrer recebeu um Prémio Nobel pelo seu trabalho, dado que esta foi a primeira vez que era determinada a estrutura de uma vitamina.

1831 Wackenroder isola o corante amarelo-laranja das cenouras e dá-lhe o nome de “caroteno”.

1876 Snell consegue demonstrar que a cegueira nocturna e a xeroftalmia podem ser curadas dando ao paciente óleo de fígado de bacalhau.

1880 W. N. Lunin descobre que para além de necessitar de hidratos de carbono, gorduras e proteínas, os animais sob experiência apenas podem sobreviver se lhes forem dadas pequenas de quantidades de leite em pó.

1887 Arnaud descreve a presença generalizada de carotenos nas plantas.

1909 W. Stepp consegue extrair a substância lipossolúvel vital a partir do leite.

1915 McCollum diferencia entre “lipossolúvel A” e “hidrossolúvel B”.

1929 A actividade do beta-caroteno como vitamina A é demonstrada em experiências com animais.

1931 Paul Karrer isola retinol praticamente puro do óleo de fígado de uma espécie de sarda. Paul Karrer e R. Kuhn isolam carotenos activos.

1946 Isler inicia a primeira síntese industrial em larga escala da vitamina A.

1984 Alfred Sommer demonstra na Indonésia que a deficiência em vitamina A é a maior causa de mortalidade infantil.

Fonte: www.vitaminas.bayer.pt

Vitamina A

Dados históricos: a cegueira noturna, a principal manifestação da carência de vitamina A, já era conhecida dos egípcios há mais de 3 mil anos. Eles desconheciam a razão dessa manifestação, mas a tratavam empiricamente com compressas de fígado frito ou cozido sobre os olhos. Hipócrates há dois mil anos já recomendava comer fígado para tratar a cegueira noturna. Em 1865, no Brasil, foi descrita a Oftalmia brasiliana, uma doença que atingia escravos mal-alimentados. Só em 1913, num estudo experimental, foi descrito que animais atingidos pela xeroftalmia (secura dos olhos) tinham essa manifestação curada pela ingestão de gema de ovos, leite, manteiga e óleo de fígado de bacalhau. Durante a guerra mundial de 1914 a 1918, foi observado que a xeroftalmia em humanos era decorrente da carência de manteiga na dieta.

Sinônimos: os retinóides são substâncias como o Retinol e seus derivados, que têm as propriedades biológicas da vitamina A. Os retinóides ocorrem na natureza ou são produzidos sinteticamente.

Dose diária recomendada: 1 mg ou 5.000 UI

Principais funções: importante para as funções da retina, principalmente para a visão noturna. Exerce ainda função na cornificação da pele e das mucosas, no reforço do sistema imunológico, na formação dos ossos, da pele, cabelos e unhas. É importante no desenvolvimento embrionário. Tem influência nas reações imunológicas e teria efeitos na prevenção de certos tumores.

A vitamina A tem função antioxidante, ela fixa-se aos chamados radicais-livres que se originam da oxidação de diversos elementos. Esses radicais-livres teriam um efeito nocivo para as células e são tidos como causadores de arterioesclerose, catarata, tumores, doenças da pele e doenças reumáticas.

Principais fontes de vitamina A, conteúdo em cada 100 gramas de alimento:
Fígado - 25 mg
Fígado de galinha - 11 mg
Fígado de gado - 8 mg
Patê de fígado - 2 mg
Cenouras -1 mg.

Nota - em 1 grama de fígado do urso polar encontram-se 12 mg (40.000 UI) de retinol.

Manifestações de carência

Olhos a ceratomalácia (amolecimento da córnea), olhos secos, com ulcerações e xerose da conjuntiva e córnea são as manifestações mais precoces. A cegueira noturna, a mais conhecida, é uma das primeiras manifestações de carência da Vitamina A. A dificuldade extrema de visão, inclusive a cegueira total são as manifestações mais graves da sua carência.

Sistema respiratório: o epitélio das vias aéreas sofre alterações, a queratinização, o que propicia um aumento de infeções. Pode haver uma diminuição da elasticidade pulmonar dificultando a respiração.

Pele: a queratinização e a secura da pele levam à erupção de pápulas que envolvem os folículos sebáceos principalmente nas extremidades dos membros.

Sistema gênito-urinário: a deficiência de vitamina A leva a formação de cálculos renais. O epitélio das vias urinárias torna-se rugoso o que facilita o depósito de cristais e a formação dos cálculos. Ocorrem ainda alterações na formação de espermatozóides, degeneração de testículos, abortos, anomalias e mortes fetais.

Sistema digestivo: ocorrem alterações no epitélio intestinal, metaplasias no epitélio dos dutos pancreáticos, que seriam responsáveis pelas diarréias atribuídas à falta de vitamina A.

Glândulas sudoríparas: podem atrofiar e sofrer queratinização. As alterações do suor podem alterar os cheiros do corpo, para pior.

Ossos: nos animais, experimentalmente, a falta de vitamina A provoca alterações como o aumento da porosidade e espessamento dos ossos.

Sistema nervoso: alterações do olfato, do paladar e da audição podem ocorrer. Lesões de nervos e aumento na produção de líquor com hidrocefalia têm sido relatados.

Sangue: pode haver diminuição na formação de glóbulos vermelhos.

Manifestações de excesso: O excesso de vitamina A, uma situação freqüente em pessoas que ingerem vitaminas deliberadamente, pode causar manifestações clinicas desagradáveis e até perigosas.

A intoxicação por vitamina A poder ser aguda ou crônica. A ingestão prolongada de 30 mg/dia de retinol, durante 6 meses ou mais, provoca intoxicações. Algumas pessoas mesmo com 10 mg/dia já apresentam sintomas. Em crianças, 7,5 a 15 mg/dia durante um mês já produz manifestações de toxicidade. Para acontecer uma intoxicação aguda são necessários, para um adulto, 500 mg; para um jovem, 100 mg; e para uma criança, 30 mg.

Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãibras, lesões hepáticas e paradas do crescimento além de dores ósseas. Podem surgir também falta de apetite, edema, cansaço, irritabilidade e sangramentos. Aumentos do baço e fígado, alterações de provas de função hepática, redução dos níveis de colesterol e HDL colesterol também podem ocorrer. Já foram observados casos de envenenamento fatais pela ingestão de fígado de urso polar. Grande cuidado deve ser dado a produtos que contenham o ácido retinóico usado no tratamento do acne.

Doses recomendadas - 1 mg por dia para pessoas normais. Para mulheres grávidas, pessoas com distúrbios de digestão das gorduras, diabete, idosos e alcoólatras são recomendas doses 25 a 50% maiores.

ALERTAS

Existem estudos realizados com voluntários em que se observou que a ingestão exagerada e prolongada de vitamina A aumentou incidência de câncer, principalmente o de mama e intestino grosso. Isso ainda não está plenamente confirmado.

A ingestão em excesso de pode levar a um aumento na incidência de fraturas de colo de fêmur.

A ingestão do dobro das necessidades diárias em mulheres grávidas está associada a uma maior incidência de defeitos congênitos específicos das crianças. Essa também é uma assertiva que necessita ser confirmada.

Sugestão final - se você é uma pessoa normal, com alimentação normal, evite a suplementação de vitamina A. Se apresentar alguma manifestação sugestiva de carência dessa vitamina, consulte o seu médico e peça orientação.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina A

A vitamina A é essencial para o crescimento e desenvolvimento das células, para uma boa visão nocturna e para a função imunitária. Existe nos produtos de origem animal sob a forma de vitamina A (retinol) e nos produtos vegetais sob a forma de provitamina A (betacaroteno).

O que é A vitamina A é uma vitamina lipossolúvel que existe na natureza sob duas formas: vitamina A (ou retinol) e provitamina A (ou betacaroteno). O betacaroteno é convertido no fígado em vitamina A. Uma molécula de betacaroteno dá origem a duas moléculas de vitamina A.Para que se utiliza A vitamina A é essencial para os mecanismos da visão e aumenta a resistência estrutural dos epitélios às infecções e inflamações. Mantém assim a saúde da pele e das mucosas (em especial dos aparelhos respiratório e urinário). O betacaroteno é um dos maiores antioxidantes da natureza (protege contra os radicais livres de oxigénio, implicados no desenvolvimento de cancro).Em que situações deve ser utilizado A vitamina A é essencial para os mecanismos da visão e aumenta a resistência estrutural dos epitélios às infecções e inflamações. Mantém assim a saúde da pele e das mucosas (em especial dos aparelhos respiratório e urinário). O betacaroteno é um dos maiores antioxidantes da natureza (protege contra os radicais livres de oxigénio, implicados no desenvolvimento de cancro).Como se utiliza A vitamina A (retinol) encontra-se sobretudo no fígado e rins, gema do ovo, peixes gordos, manteiga, queijo e leite gordo. A provitamina A (betacaroteno) é o pigmento que dá cor a muitos frutos e legumes (alaranjados, amarelos e verdes): cenoura, abóbora, tomate, batata-doce, legumes de folha verde (espinafre, agrião, brócolos, couves), salsa, hortelã, pêssego, alperce, damasco, meloa, laranja, etc.Que precauções deve ter A vitamina A (retinol) encontra-se sobretudo no fígado e rins, gema do ovo, peixes gordos, manteiga, queijo e leite gordo. A provitamina A (betacaroteno) é o pigmento que dá cor a muitos frutos e legumes (alaranjados, amarelos e verdes): cenoura, abóbora, tomate, batata-doce, legumes de folha verde (espinafre, agrião, brócolos, couves), salsa, hortelã, pêssego, alperce, damasco, meloa, laranja, etc.Quando não deve ser utilizado A vitamina A (retinol) encontra-se sobretudo no fígado e rins, gema do ovo, peixes gordos, manteiga, queijo e leite gordo. A provitamina A (betacaroteno) é o pigmento que dá cor a muitos frutos e legumes (alaranjados, amarelos e verdes): cenoura, abóbora, tomate, batata-doce, legumes de folha verde (espinafre, agrião, brócolos, couves), salsa, hortelã, pêssego, alperce, damasco, meloa, laranja, etc.Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excessoO excesso de vitamina A é acumulado no fígado. Doses elevadas (25000 a 100000 UI) diárias, por mais de 6 meses, podem ser tóxicas.

Os sintomas incluem:

dores de cabeça;
náuseas;
vómitos;
diarreia;
queda de cabelo;
sonolência;
lesões hepáticas e ósseas;
fadiga;
descamação da pele;
visão prejudicada.
O excesso de betacaroteno pode provocar coloração amarela-alaranjada nas palmas das mãos e nas solas dos pés. Esta situação não é nociva e tende a desaparecer quando a ingestão de betacaroteno diminui.

Manifestações de carência

Os sintomas de carência de vitamina A são:

deficiente visão nocturna;
lesões nos olhos que podem levar à cegueira;
problemas respiratórios;
risco aumentado de infecções.
Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina A, é:

Crianças: 700 µg RE
Homens: 1000 µg RE
Mulheres: 800 µg RE
Grávidas: 800 µg RE
Lactantes: 1300 µg RE

1 RE (retinol equivalente) = 1 µg retinol = 6 µg betacaroteno

1 UI (unidade internacional) = 0,3 µg retinol = 0,6 µg betacarotenoO que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina A, é:

Crianças: 700 µg RE
Homens: 1000 µg RE
Mulheres: 800 µg RE
Grávidas: 800 µg RE
Lactantes: 1300 µg RE

1 RE (retinol equivalente) = 1 µg retinol = 6 µg betacaroteno

1 UI (unidade internacional) = 0,3 µg retinol = 0,6 µg betacarotenoA quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina A, é:

Crianças: 700 µg RE
Homens: 1000 µg RE
Mulheres: 800 µg RE
Grávidas: 800 µg RE
Lactantes: 1300 µg RE

1 RE (retinol equivalente) = 1 µg retinol = 6 µg betacaroteno

1 UI (unidade internacional) = 0,3 µg retinol = 0,6 µg betacarotenoPerigos durante a gravidez e a amamentação O excesso de vitamina A mostrou estar associado a lesões do feto no início da gravidez. Verificou-se um risco acrescido de aborto espontâneo e malformações congénitas no feto, pelo que se recomenda que a dose diária de vitamina A ingerida por mulheres grávidas não ultrapasse 800 RE.Como se conserva A vitamina A é destruída pelo contacto com o ar (oxidação), mas não é destruída pelo calor. Só no vácuo é preservada.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina A

Sinonímia: aneroftol ou retinol

FUNÇÃO

A vitamina A exerce numerosas funções importantes no organismo, como ação protetora na pele e mucosas e papel essencial na função da retina da capacidade funcional dos órgãos de reprodução. Confere elementos de defesa contra as infecções, preside ao crescimento alimentar dos tecidos dando-lhes resistência às enfermidades, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial. Contribui para o desenvolvimento normal dos dentes e a conservação do esmalte e bom estado dos cabelos. Protege a área respiratória, é essencial na gravidez e lactação, importante para assimilação das gorduras, para a glândula tireóide, fígado e supra-renais, protege a vitamina C contra oxidações, favorecendo a sua assimilação pelo organismo. Trabalha em conjunto com as vitaminas B, D e E, cálcio, fósforo e zinco. Ajuda no funcionamento adequado do sistema imunológico. Ajuda eliminar as manchas senis. Colabora no tratamento de muitos problemas visuais, é antixeroftálmica, ajuda no desenvolvimento ósseo, anticancerígeno.

CLASSIFICAÇÃO

Termoestável (resiste ao calor até 100ºC), lipossolúvel (solúvel nas gorduras), hidroinssolúvel (não solúvel na água).

METABOLISMO

A absorção da vitamina A diz respeito à vitamina preformada, do ácido retinóico e do beta caroteno ou outros carotenóides. Após administração, a absorção é realizada similarmente a das gorduras, e na presença de anormalidades da absorção das gorduras, a absorção do retinol sofre redução. A absorção é quase integral é quase integral em condições de normalidade do aparelho gastrintestinal, sendo a absorção do retinol e de seu ésteres mais completa em jejum, se forem administrados sob forma de soluções aquosas. O retinol é formado pela hidrólise dos ésteres do retinil no intestino, sofre rápida absorção, sendo que no caso de sua ingestão em alto teor, certa quantidade é eliminada pelas fezes.

Os ésteres de retinil sofrem hidrólise no lúmen intestinal por enzimas pancreáticas dentro da borda de escova da célula intestinal antes da absorção, seguindo por reesterificação, principalmente para o palmitato. Quantidades apreciáveis de retinol também são absorvidas diretamente na circulação.

O armazenamento da vitamina A é feito em forma de ésteres de retinil, e após divisão hidrolítica dos ésteres o fígado libera continuamente retinol livre na circulação sangüínea deste modo mantendo uma constante concentração de sua forma ativa na circulação. O transporte do retinol no sangue é realizado em grande parte por um veículo, o RBP 9 (retinol ligado a uma proteína, alfaglobulina).

Metabolicamente o retinol sofre conjugação com ácido glicurônico, entrando assim na circulação êntero-hepática, sofrendo oxidação em retinol e ácido retinóico.

A administração de pequenas quantidades de vitamina, aumenta o armazenamento do retinol nos tecidos. A concentração sangüínea não é um guia recomendável para um estudo individual da vitamina A, mas valores baixos de retinol sangüíneo significam que o armazenamento hepático da vitamina pode ser esgotado. A concentração do RBP no plasma é decisiva para a regulação do retinol no plasma e seu transporte para os tecidos.

A excreção de produtos identificados até o momento inclui o ácido retinóico livre e glucoronatado, ambos como ácido oxorretinóico. O retinol não é fixado na urina e sob forma inalterada é excretado somente em casos de nefrite crônica. Quando altas doses de vitamina A são administradas é que certa proporção sofre excreção sob forma inalterada nas fezes.

DEFICIÊNCIA

Hemeralopia (cegueira noturna), distúrbios oftálmicos (xeroftalmia, querotomalácia, dificuldade de adaptação visual, fotofobia), distúrbios na visão crepuscular, pele seca e escamosa, distúrbios cutâneos (ictiose, doença de Darier, frinoderma), cabelos duros, sem brilho e ásperos, enfraquecimento dos dentes e inflamação das gengivas, falta de resistência às infecções das vias respiratórias e aos cálculos renais, perturbações no crescimento do individuo. Perda de peso.

EXCESSO

Quantidades grandes de vitamina A são tóxicas. Os sintomas da intoxicação por vitamina A incluem dor e fragilidade óssea, dermatite escamativa, hepatoesplenomegalia, diarréia e função hepática anormal. Hidrocefalia e vômitos em crianças, unhas frágeis, perda de cabelo, gengivite, anorexia, irritabilidade, fadiga, oscite e hipertensão.

FONTES

Manteiga, leite, gema de ovo, fígado, espinafre, chicória, tomate, mamão, batata, cará, abóbora, cenoura, salsa, pimentão vermelho, tangerina, manga, goiaba vermelha, brócolos, alface, pêssego, nabo, caqui, couve-manteiga, dente-de-leão, nirá, mostarda, vagem, milho, abobrinha, alcachofra, alho, repolho, pepino, ervilha seca e fresca, fava, cebola, cebolinha, aspargo, amendoim, beterraba, broto de bambu, batata-doce branca, roxa e amarela, lentilha, melão, melancia, maçã, morango, banana, caranguejo, ova de peixe, carne de frango. óleo de fígado de peixe, rim, óleo de dendê, couve.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

vitamina A

Estudos mais recentes vêm mostrando que a vitamina A age como antioxidante (combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento e estão associados a algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, mediante o uso de megadoses por exemplo, uma vez que, em excesso, ela também é prejudicial ao organismo.

Conseqüências da deficiência

A avitaminose que está relacionada com a carência de vitamina A é a xeroftalmia. Um dos epitélios severamente afetado é o do revestimento ocular, levando à xeroftalmia. A xeroftalmia é o nome genérico dado aos diversos sinais e sintomas oculares da hipovitaminose A. A forma clínica mais precoce da xeroftalmia é a cegueira noturna onde a criança não consegue boa adaptação visual em ambientes pouco iluminados; manifestações mais acentuadas da xeroftalmia são a mancha de Bitot, normalmente localizada na parte exposta da conjuntiva, e a xerose; nos estágios mais avançados a córnea também está afetada constituindo a xerose corneal, caracterizada pela perda do brilho assumindo aspecto granular, e ulceração da córnea; a ulceração progressiva pode levar à necrose e destruição do globo ocular provocando a cegueira irreversível, o que é chamado de ceratomalácia.

Outras complicações ligadas a deficiência de vitamina A incluem visão deficiente à noite (hemeralopia), sensibilidade a luz (fotofobia), redução do olfato e do paladar, ressecamento e infecção na pele e nas mucosas (xerodermia), stress, espessamento da córnea, lesões na pele e câncer nos olhos. A xeroftalmia é diferente de hemeralopia, esta sendo a chamada 'cegueira noturna' e aquela, secura nos olhos que promove o aumento do atrito entre as pálpebras e o olho, ocasionando ulcerações no epitélio ocular.

A deficiência de vitamina A também ocasiona hiperplasias (multiplicação descontrolada das células) e metaplasias (perda da forma celular), além do aparecimento de doenças oportunistas.

Infecções frequentes podem indicar carência, pois a falta de vitamina A reduz a capacidade do organismo de se defender das doenças.

Causas da deficiência

Falta de amamentação ou desmame precoce: o leite materno é rico em vitamina A e é o alimento ideal para crianças até dois anos de idade.

Consumo insuficiente de alimentos ricos em vitamina A.

Consumo insuficiente de alimentos que contêm gordura: o organismo humano necessita de uma quantidade de gordura proveniente dos alimentos para manter diversas funções essenciais ao seu bom funcionamento. Uma delas é permitir a absorção de algumas vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K).

Infecções frequentes: as infecções que acometem as crianças levam a uma diminuição do apetite: a criança passa a ingerir menos alimentos podendo surgir uma deficiência de Vitamina A. Além disso, a infecção faz com que as necessidades orgânicas de vitamina A sejam mais altas, levando a redução dos estoques no organismo e desencadeando ou agravando o estado nutricional.

Consumo exagerado

Pela ingestão exagerada podem surgir manifestações como pele seca, áspera e descamativa, fissuras nos lábios, ceratose folicular, dores ósseas e articulares, dores de cabeça, tonturas e náuseas, queda de cabelos, cãimbras, lesões hepáticas e paradas do crescimento. Podem surgir também falta de apetite, edema, cansaço, irritabilidade e sangramentos. Aumento do baço e fígado, alterações de provas de função hepática, redução dos níveis de colesterol e HDL colesterol também podem ocorrer. Já foram observados casos de envenenamentos fatais pela ingestão de fígado de urso polar. Grande cuidado deve ser dado a produtos que contenham o ácido retinóico usado no tratamento da acne.

Os precursores da vitamina A têm uma influência significativa sobre a quantidade de vitamina A que deve ser ingerida. Existem compostos relacionados com as vitaminas que podem ser convertidos dentro do organismo na vitamina ativa (próvitaminas). Alguns carotenóides são pró-vitamínicos A, sendo o mais importante o beta-caroteno, seguido do alfa-caroteno). Como o excesso de vitamina A é armazenado no organismo chegando a provocar níveis tóxicos, pode-se recorrer aos carotenóides que podem ser consumidos em doses consideravelmente elevadas sem um acúmulo prejudicial ao organismo.

Consumo de beta-caroteno de cerca de 30mg/day aumenta a probabilidade cancêr de pulmão e de prostáta. Fumantes e pessoas que sofreram exposição a amianto não devem consumir suplementos de beta-caroteno.

Alimentos ricos em Vitamina A

São alimentos ricos em vitamina A alimentos de origem animal:

Fígado
Manteiga
Leite
Gema de ovos
Sardinha
Queijos gordurosos

Existem diversos vegetais que possuem carotenóides (beta-carotenos) que são convertidos em vitamina A pelo organismo. São os vegetais folhosos verde-escuros e vegetais amarelo-alaranjados, citamos:

Cenoura
Folha de Brocólis
Batata-doce
Couve
Espinafre
Abóbora

Os beta-carotenos (pró-vitamina A) são liposolúveis, portanto a absorção de vitamina A é melhorada se estes alimentos forem ingeridos juntamente com gorduras (como óleos vegetais). O cozimento por alguns minutos, até que as paredes das células se rompam e liberem cor também aumentam a absorção.

Fonte: www.biomania.com

Vitamina A

Retinol

Existem 5 formas da vitamina A, sendo que a primeira e mais importante é a na forma de Retinol, forma alcoólica, onde se apresenta de forma TRANS que participa em todas as funções da vitamina A, e a forma CIS, que é a forma que participa apenas no ciclo da visão (ciclo visual). A Vitamina A2 é muito importante e é apenas 40% menos ativa que a citada acima.

Os Ésteres de Retinol é a vitamina A ligada à um ácido graxo ou seja é a forma em que a vitamina A é ingerida através dos alimentos de origem animal. A forma oxidada desta vitamina é chamada de Retinal ou Retinaldeído. E o Ácido Retinóico, é o ácido da vitamina A, quando ela se oxida.

A última forma e muito importante, é chamada de pró-vitamina A ou Carotenóides, onde o de mais atividade é o beta-caroteno. Esta forma é encontrada nos alimentos de origem vegetal e é um precursor da Vitamina A.

Suas funções são:

Reprodução, porém seu mecanismo não é muito esclarecido;

Crescimento, onde sintetiza o ácido condroitin sulfúrico que é o responsável pelos osteoblastos que depositam íons Cálcio nos ossos, formando-os;

Participa no ciclo da visão;

Formação dos dentes;

Manutenção da funcionalidade e estruturalidade dos epitélios, sintetizando muco, mantendo a pele íntegra e umidificada.

A vitamina A quando é ingerida na forma de Ésteres de Retinil, são hidrolisados (quebrados) em Retinol livre. A partir da sua entrada, ou seja absorção, esse retinol é reesterificado formando o Retinil novamente. Estes são transportados via Quilo Mícron pela circulação linfática até a circulação sanguinea onde pequena parte desta vitamina será armazenada nos rins, tecido adiposo, pulmões e músculo, e 80-90% será armazenada no fígado. Quando precisam exercer alguma função, o Retinil é mobilizado, hidrolisado por enzimas tranformando-se em Retinol livre e só assim atinge os tecidos alvo. A vitamina A é excretada pelas fezes.

As fontes da Vitamina A de origem animal são: fígado de peixe como óleo de fígado de bacalhau, fígado bovino, carnes, ovos, leite integral e seus produtos gordurosos (creme de leite, manteiga), etc.

As fontes da pró-Vitamina A são de origem vegetal: hortaliças de folhas verde-escura como agrião, almeirão; frutas e legumes de cor amarelo alaranjadas como a cenoura, a manga, o mamão, tomate, milho, etc.

A hipovitaminose A, ou seja, a falta desta vitamina, causa a xerose da pele e aumento da queratinização, pele seca e escamada. Já quando sua ingestão está além do necessário ocorre perda de peso e pelos e vômitos.

Suia recomendação diária segundo a FAO/OMS variam de 65 mcg (195UI) por Kg de peso em crianças de 4 meses; e para adultos a recomendação é de 12mcg/kg de peso.

Fonte: www.nutrimais.com

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