Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Vitamina B5 - Ácido Pantotênico  Voltar

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

(ÁCIDO PANTOTÊNICO)

A cirurgia abdominal coloca sempre os doentes numa situação de stress. Assim, no pós-operatório, uma atonia intestinal aguda pode transformar-se numa urgência clínica. No íleo paralítico, o estancamento de líquidos e gases provoca um sobreesforço da musculatura abdominal e a subsequente compressão dos vasos arteriais, venosos e linfáticos, dando, desta forma, origem a uma absorção intestinal incorrecta, que pode conduzir a uma malnutrição.

Não obstante as práticas modernas existentes - correcção das deficiências electrolíticas, profilaxia antibiótica intestinal, deambulação precoce, etc. - para o restabelecimento de uma nutrição e volume sanguíneo correctos após uma intervenção cirúrgica, continua a ser necessário existir um agente como o ácido pantoténico que encurte o período de atonia intestinal pós-operatória.

Em 1959, Haycock et al. levaram a cabo um estudo em dupla ocultação, com 100 doentes que tinham sido sujeitos a uma cirurgia abdominal, com o propósito de determinar se o ácido pantoténico tinha uma acção relevante sobre a redução da distensão, náuseas e vómitos no pós-operatório e, por outro lado, sobre o aumento da peristaltase. A dose administrada foi de 500 mg, por via intramuscular, no dia da intervenção, seguida por 250 mg por via intramuscular, duas vezes ao dia durante 5 dias. Ora, a avaliação estatística mostrou que os 50 doentes que receberam dexpantenol passaram por um pós-operatório mais benigno do que aqueles que receberam o placebo. De facto, o dexpantenol teve um efeito significativo sobre a redução das náuseas e distensão pós-operatórias e sobre o restabelecimento de uma peristaltase normal. O efeito rápido e eficaz do dexpantenol, que implica a resolução da atonia intestinal e a ausência de efeitos secundários, foi documentado em várias publicações.

Assim, a sua utilização profiláctica em doentes que vão ser sujeitos a intervenções cirúrgicas, com a consequente redução do risco na operação e a diminuição das complicações durante o pós-operatório, é indicada de forma específica nas publicações referidas.

Uma dose de 500-1000 mg de dexpantenol, administrada uma ou várias vezes ao dia, demonstrou ser eficaz na clínica médica.

No uso externo, é igualmente utilizada no caso de perturbações da nutrição das unhas, cãibras da gravidez, vermelhidão nas nádegas dos lactantes, seborreia, queda do cabelo e calvície, sendo frequentemente administrada em associação com a vitamina B 2 ,com efeito anti-seborreico, sob a forma de injecções ou de comprimidos, ou então localmente sob a forma de fricções. Esta vitamina pode ser igualmente administrada como aerossol no caso de determinadas afecções respiratórias crónicas (rinite, rinofaringite, sinusite). É também útil nas afecções estomatológicas. Adicionalmente, o seu uso é recomendado na luta contra a acção tóxica de determinados antibióticos.

Aparentemente, os ácidos salicílico, mandélico e omega-metil-pantoténico têm uma acção anti-vitamina B 5 . Não se pode, pois, tomar aspirina ou derivados (salicilatos) quando se segue um tratamento com vitamina B 5.

Fonte: www.roche.pt

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

ÁCIDO PANTOTÊNICO

Histórico: O ácido pantotênico foi descoberto por Williams em 1933 como sendo uma substância essencial para o crescimento de leveduras. O seu nome vem do grego, em que Panthos significa de todos os lugares. Isso porque o ácido pantotênico é encontrado em toda a parte. O seu primeiro papel foi verificado que uma doença denominada pelagra dos pintos, curada com extratos de fígado, mas não com o ácido nicotínico. Foi demonstrado por Wooley e Jokes que o fator que curava a dermatite das aves era o ácido pantotênico. Em 1947, Lipmann mostrou que a acetilação da sulfanilamida necessitava de um cofator que continha ácido pantotênico.

Sinônimos: Coenzima A.

Doses diárias recomendadas: estimada em até 10 ug. É difícil determinar a dose mínima diária necessária por serem os estados carenciais praticamente desconhecidos. Principais funções: atua no metabolismo da maioria das células, na produção de hidratos de carbono, proteínas e lipídios. Interfere na produção de energia dentro das células e na produção de hormônios.

Principais fontes: carnes, ovos, frutas, cereais e verduras, sendo encontrada, praticamente, em todos os alimentos.

Manifestações de carência: são muito raras. As carências podem ser produzidas experimentalmente com alimentos artificiais, pelo uso de alguns antibióticos, nesses casos surgem cansaço, distúrbios do equilíbrio e do sono, cãibras e distúrbios digestivos, como flatulência e cólicas abdominais. Pessoas com dietas normais não têm carência de ácido pantotênico.

Manifestações de excesso: o excesso de ingestão (mais de 10 a 20 mg/dia) pode provocar diarréia. Como acontece com as demais vitaminas hidrossolúveis, os excessos são eliminados pelos rins, na urina.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

Ácido Pantoténico

Sinônimos

O ácido pantoténico pertence ao grupo das vitaminas do complexo B. O nome vem do grego e significa “de toda a parte”. Os nomes anteriores foram vitamina B5, vitamina antidermatose, factor de antidermatite dos frangos e factor antipelagra dos frangos. A forma que ocorre naturalmente é o ácido D-pantoténico.

Principais fontes na natureza

O ácido pantoténico tem distribuição alargada nos alimentos, na maior parte incorporado no coenzima A (coenzima de acetilação). É particularmente abundante na levedura e nas carnes de orgãos (fígado, rins, coração e cérebro), mas os ovos, leite, vegetais, legumes e cereais de grão inteiro são provavelmente as fontes mais comuns. Os alimentos processados contêm pequenas quantidades, excepto quando aquelas perdidas durante o processamento são recolocadas depois. O ácido pantoténico é sintetizado pelos microrganismos intestinais, mas a quantidade produzida e o seu papel na nutrição humana são desconhecidas.

Estabilidade

O ácido pantoténico é estável em condições neutrais, mas é facilmente destruído pelo calor em soluções alcalinas ou ácidas. Podem ser perdido até 50% durante a cozedura (devido a lixiviação) e até 80% como resultado do processamento e refinamento dos alimentos (enlatamento, congelação, moagem, etc.). A pasteurização do leite causa apenas pequenas perdas.

Principais antagonistas

O etanol causa um decréscimo na quantidade de ácido pantoténico nos tecidos, o que resulta num aumento nos níveis séricos. Tem sido por isso sugerido que a utilização do ácido pantoténico é diminuída nos alcoólicos.

O antagonista mais comum do ácido pantoténico que é utilizado experimentalmente para acelerar o surgimento dos sintomas de deficiência é o ácido pantoténico omega-metilo. O ácido L-pantoténico tem também sido demonstrado como tendo um efeito antagonista nos estudos em animais.

O brometo de metilo, um fumigante utilizado para controlar os parasitas em locais onde os alimentos são armazenados, destrói o ácido pantoténico nos alimentos a ele expostos.

Principais sinergistas

Vários estudos indicaram que a vitamina B12 pode ajudar na conversão do ácido pantoténico livre no coenzima A. Na ausência da B12, a produção do coenzima A é diminuída e o metabolismo das gorduras comprometido. Nas experiências animais, o ácido ascórbico (vitamina C) tem sido demonstrado como diminuindo a severidade dos sintomas da deficiência em ácido pantoténico; a vitamina A, a vitamina B6, o ácido fólico e a biotina também são necessários para a utilização correcta do ácido pantoténico.

Funções

O ácido pantoténico, como um constituinte do coenzima A, tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos. Está envolvido nas reacções que fornecem energia, na síntese de compostos tão vitais como os esteróis (p.ex. colesterol), hormonas (p.ex. crescimento, stress e sexuais), neurotransmissores (p.ex. acetilcolina), fosfolípidos (componentes das membranas celulares), porfirina (componente da hemoglobina, o pigmento transportador de oxigénio dos glóbulos vermelhos) e anticorpos e no metabolismo dos medicamentos (p.ex. sulfonamidas). Outro papel essencial do ácido pantoténico é a sua participação na proteína transportadora de acil, uma enzima envolvida na síntese dos ácidos gordos.

Deficiência marginal

Dado que o ácido pantoténico ocorre largamente em todos os alimentos, é geralmente assumido que a deficiência dietária desta vitamina é extremamente rara. No entanto, a deficiência de ácido pantoténico nos humanos não está bem documentada e provavelmente não ocorre isolada, mas em conjunto com deficiências de outras vitaminas do complexo B.

Deficiência franca

As manifestações clínicas que podem ser claramente identificadas como deficiência dietária do ácido pantoténico não foram identificadas, embora tenha estado implicada no síndroma de “pés ardentes”, uma situação observada entre os prisioneiros de guerra mal-nutridos da década de 40. Os sintomas de deficiência têm sido produzidos experimentalmente pela administração do antagonista ácido pantoténico omega-metilo. Estes incluem fadiga, dores de cabeça, perturbações de sono, náusea, dores abdominais, vómitos e flatulência. Os pacientes queixam-se de sensações de latejar nos braços e pernas, cãimbras musculares e coordenação diminuída. Ocorreram também instabilidade cardiovascular e respostas dificultadas à insulina, histamina e ACTH (uma hormona de stress).

Quando homens jovens saudáveis foram alimentados com uma dieta virtualmente livre de ácido pantoténico durante 9 meses, os únicos sintomas observados foram apatia e fadiga.

A deficiência dietária de ácido pantoténico em animais resulta numa variedade alargada de anormalidades, tais como crescimento retardado, fertilidade diminuída, lesões gastro-intestinais, problemas neuromusculares, problemas dermatológicos, necrose da glândula supra-renal e morte súbita.

Grupos em risco de deficiência

Dado que o álcool interfere com a utilização do ácido pantoténico, as pessoas que ingerem álcool em excesso tem necessidades aumentadas. Têm sido encontrados baixos níveis de ácido pantoténico no sangue de mulheres que tomam contraceptivos orais e cuja ingestão seria considerada adequada. A excreção urinária do ácido pantoténico é aumentada pela diabetes e a absorção pode ser dificultada em pessoas com problemas do tracto digestivo. Os estudos populacionais mostraram que os idosos tem normalmente baixa ingestão e níveis sanguíneos sub-óptimos. A partir das experiências animais pode-se considerar que as necessidades de ácido pantoténico sejam aumentadas durante o crescimento, gravidez e amamentação. Também foi sugerido que várias complicações pós-cirúrgicas possam ser devidas a deficiência em ácido pantoténico.

Dose Diária Recomendada (DDR)

É geralmente acordado que existe informação disponível insuficiente na qual basear uma DDR para o ácido pantoténico. Assim, a maioria dos países que estabelece recomendações dá apenas uma estimativa dos níveis seguros e adequados para uma ingestão diária. Estes variam entre os 2 e os 14 mg para os adultos. As recomendações dietárias do Comité de Alimentação e Nutrição de 1989 do Conselho Nacional de Investigação americano sugerem uma ingestão dos 4 aos 7 mg diários, baseada na ingestão média estimada dos habitantes bem alimentados dos EUA e na correspondente excressão na urina. A dose temporária para as crianças é de 2-3 mg diários, aumentando gradualmente para os níveis dos adultos até aos 11 anos. Não é proposta qualquer dose adicional para as mulheres grávidas ou que amamentam.

Suplementos

O ácido pantoténico puro é um óleo higroscópico viscoso que não é muito estável quimicamente. Os suplementos contêm assim normalmente sais de cálcio ou o álcool, pantenol. Ambos são bastante hidrossolúveis e convertem-se rapidamente em ácido livre no corpo. O pantotenato de cálcio é incluido frequentemente em preparações de multivitamínicos; o pantenol é a forma mais comum utilizada em monopreparações, as quais estão disponíveis numa varidade de formas farmacêuticas (p.ex. soluções para injecções e aplicação local, aerossóis, comprimidos, unguentos e cremes).

Utilização terapêutica

Embora sejam raramento observados estados de deficiência isolados, vários investigadores notaram variações nos níveis de ácido pantoténico em várias doenças e quantidades farmacológicas da vitamina são utilizadas no tratamento de numerosas doenças. No entanto em muitos casos as respostas terapêuticas publicitadas não foram confirmadas por estudos controlados em seres humanos.

Para o tratamento da deficiência devido à absorção diminuída, são recomendadas injecções intravenais ou intramusculares de 500 mg, várias vezes por semana. O íleo pós-operativo (paralisia do intestino), requer doses de até 1000 mg a cada seis horas. O pantenol é aplicado topicamente na pele e mucosas para acelerar o processo de cura de feridas, úlceras e inflamações, bem como em cortes e raspões, queimaduras, queimaduras solares, assadura das fraldas, escaras, laringite e bronquite.

O ácido pantoténico foi experimentado, com resultados variáveis, em várias doenças hepáticas e na artrite, para tratar constipações nos idosos, para prevenir a retenção urinária após cirurgia ou parto e (juntamente com a biotina) contra a calvície. Tem sido também relatado como tendo um efeito protector contra as náuseas devido a radiação.

Segurança

O ácido pantoténico é geralmente considerado como sendo não-tóxico e nunca foram relatados quaisquer casos de hipervitaminose. Quantidades tão elevadas como 10 g em seres humanos apenas produziram pequenas perturbações gastro-intestinais.

Outras aplicações

O pantenol é utilizado frequentemente em produtos cosméticos. Nos produtos para o cuidado da pele, ajuda a manter a pele hidratada e suave, estimula o crescimento das células e a reparação dos tecidos e inibe a inflamação e a vermelhidão. Como hidrantante e amaciador em produtos para o cabelo, protege contra e repara os danos devido a procedimentos químicos e mecânicos (secador, escovagem, champô, permanente, coloração, etc.) dando brilho.

História

1931 Williams e Truesdail separam uma fracção de ácido de “bios”, o factor de crescimento para a levedura descoberto em 1901 por Wildiers.

1933 Williams et al mostram que esta fracção é uma substância ácida única essencial ao crescimento da levedura. Dado que se encontra numa variedade alargada de materiais biológicos, sugerem chamar-lhe “ácido pantoténico”.

1938 Williams et al estabelecem a estrutura do ácido pantoténico.

1939 Jukes e Woolley et al mostram independentemente a semelhança entre o ácido pantoténico e o factor anti-dermatite dos frangos.

1940 A síntese total da vitamina é alcançada independentemente por Williams e Major, Stiller e associados, Reichstein e Grüssner, Kuhn e Wieland.

1947 Lipmann e os seus associados identificam o ácido pantoténico como um dos componentes do coenzima que descobriram no fígado dois anos antes.

1953 A estrutura completa do coenzima A é elucidada por Baddiley et al. Lipmann recebe o prémio Nobel juntamente com Krebs pelo seu trabalho com o coenzima A e o seu papel no metabolismo.

1954 Bean e Hodges relatam que o ácido pantoténico é essencial para a nutrição humana. Subsequentemente, eles e os seus colegas conduzem vários estudos de forma a produzir sintomas de deficiência em seres humanos saudáveis, utilizando o antagonista ácido pantoténico omega-metilo.

1965 Pugh e Wakil identificam a proteína transportadora de acil, como mais uma forma activa do ácido pantoténico.

1976 Fry e os seus associados medem a resposta metabólica dos humanos a uma deprivação do ácido pantoténico sem envolvimento de um antagonista.

Fonte: www.vitaminas.bayer.pt

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

A vitamina B5 ou ácido pantoténico faz parte de uma coenzima que permite ao organismo obter a energia dos alimentos.

O que é A vitamina B5 ou ácido pantoténico é uma das vitaminas do chamado complexo B. Este grupo de vitaminas tem em comum (excepto a vitamina B12 e o ácido fólico), o facto de a sua função estar relacionada com a libertação de energia contida nos alimentos. Também, à excepção da vitamina B12, têm a característica de serem solúveis em água, o que impede o seu armazenamento no corpo.Para que se utiliza A vitamina B5 faz parte de uma coenzima que permite ao organismo obter a energia dos alimentos. Torna-se então indispensável ao crescimento e desenvolvimento normais.Em que situações deve ser utilizado A vitamina B5 faz parte de uma coenzima que permite ao organismo obter a energia dos alimentos. Torna-se então indispensável ao crescimento e desenvolvimento normais.Como se utiliza A vitamina B5 encontra-se espalhada por todos os alimentos de origem animal e vegetal. Os mais ricos são: fígado e rins, gema de ovo, carne e peixe em geral, leite, pão integral, frutos secos, cenouras e outros legumes.Que precauções deve ter A vitamina B5 encontra-se espalhada por todos os alimentos de origem animal e vegetal. Os mais ricos são: fígado e rins, gema de ovo, carne e peixe em geral, leite, pão integral, frutos secos, cenouras e outros legumes.Quando não deve ser utilizado A vitamina B5 encontra-se espalhada por todos os alimentos de origem animal e vegetal. Os mais ricos são: fígado e rins, gema de ovo, carne e peixe em geral, leite, pão integral, frutos secos, cenouras e outros legumes.Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excessoDesconhece-se a existência de problemas relacionados com o excesso de vitamina B5.

Manifestações de carência

A deficiência de vitamina B5 é rara, sendo verificada apenas em casos graves de malnutrição. Os sintomas dessa deficiência são dormência e formigueiro nos dedos dos pés.

Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B5 ou ácido pantoténico, é:

Crianças: 3 mg.
Homens: 4-7 mg.
Mulheres: 4-7 mg.
Grávidas: 4-7 mg.
Lactantes: 4-7 mg.

O que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B5 ou ácido pantoténico, é:

Crianças: 3 mg.
Homens: 4-7 mg.
Mulheres: 4-7 mg.
Grávidas: 4-7 mg.
Lactantes: 4-7 mg.

A quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B5 ou ácido pantoténico, é:

Crianças: 3 mg.
Homens: 4-7 mg.
Mulheres: 4-7 mg.
Grávidas: 4-7 mg.
Lactantes: 4-7 mg.

Perigos durante a gravidez e a amamentação Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B5 ou ácido pantoténico, é:

Crianças: 3 mg.
Homens: 4-7 mg.
Mulheres: 4-7 mg.
Grávidas: 4-7 mg.
Lactantes: 4-7 mg.

Como se conserva

A vitamina B5 não é sensível ao calor, e perde-se pouco na água de cozedura.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

Faz parte do complexo B

Sinonímia: Pantotenato, ácido pantotênico.

FUNÇÃO

Auxilia o metabolismo em geral. O Pantenol, forma alcoólica ativa do ácido pantotênico do grupo da coenzima A, e uma substância que apresenta papel dos mais importantes na regulação dos processos de suprimento de energia. Ele acha-se fixado em cada célula viva e, por conseguinte, promovendo o desenvolvimento, função e reprodução dos tecidos endoteliais e epiteliais. Combate as infecções produzindo anticorpos. Evita a fadiga, reduz os efeitos adversos e tóxicos de muitos antibióticos. A glândula supra renal e o sistema nervoso dependem dele. Auxilia na construção da célula e manutenção normal do crescimento. Útil no controle do stress físico e mental.

A coenzima A apresenta também importância no metabolismo pela liberação de energia dos glicídios, lipídios e proteínas e também na síntese de aminoácidos, ácidos graxos, esteróis e hormônios esteróides, assim como elemento essencial para a formação da porfirina, porção pigmentar da molécula da hemoglobina.

CLASSIFICAÇÃO

Hidrossolúvel

METABOLISMO

O ácido pantogênico administrado pela via oral é completamente absorvido no intestino delgado, e em pequena extensão aparentemente também no estômago, sendo inicialmente convertido em forma livre por subdivisão enzimática. O próprio processo de absorção á aparentemente baseado na difusão passiva, sendo o mesmo processo para a absorção do pantenol que é oxidado em óxido pantogênico no organismo.

Considerando a entrada e a excreção iguais, pode-se assinalar que o ácido pantotênico não é degradado no organismo, atingindo a excreção urinária cerca de 60 a 70% da quantidade administrada oralmente, sendo o restante excretado pelas fezes.

O ácido pantogênico é sintetizado no intestino grosso pela flora intestinal.desde que o ácido pantotênico acha-se fixado em todas as células, as necessidades são fornecidas pelas quantidades normais de todos os alimentos.

DEFICIÊNCIA

Manifesta-se por degeneração muscular, deficiência adrenocortical e hemorragia, dermatite, queratite, parada do crescimento e morte nos animais. No homem, a sua deficiência não tem sido reconhecida com uma dieta comum, presumivelmente por causa da grande ocorrência da vitamina nos alimentos comuns. No homem, apenas a denominada síndrome “ardor nos pés”, caracterizada por formigamento nos pés e parestesias, hiperestesias, e distúrbios circulatórios nas pernas, supõe-se estar ligados à deficiência de ácido pantotênico. Causa fadiga, fraqueza muscular, perturbações nervosas, anorexia, diminuição da pressão sangüínea. Distúrbios cutâneos.

EXCESSO

Quando ingeridas em excesso, são facilmente excretadas pela urina e, assim devem ser continuamente supridas na dieta.

FONTES

Fígado, rim, coração, leveduras, ovos, leite, língua de boi, trigo, centeio, farinha de soja, brócolos, batata, cogumelos.

Fonte: www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

A Vitamina B5, também é conhecida como ácido pantotênico, ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress e ajuda no metabolismo das protéinas, gorduras e açúcares.

Funções

* Ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress
* Atua na produção dos hormônios supra-renais
* Na formação de anticorpos
* Ajuda no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares
* Auxilia a conversão de lipídeos, carboidratos e proteínas em energia
* É necessária para produzir esteróides vitais e cortisona na glândula supra-renal
* É um elemento essencial da coenzima A.

Onde é encontrada

A Vitamina B5 é encontrada no fígado, cogumelos cozidos, milho, abacate e carne de galinha, ovos, leite, vegetais, legumes e cereais de grão. Os vegetarianos, apesar de não ingerirem alimentos de origem animal, têm suas necessidades supridas, em caso de praticarem dieta balanceada, orientada por um profissional da Nutrição.

Sinais de falta

Fadiga, má produção de anticorpos, cãibras musculares, dores e cólicas abdominais, insônia e mal-estar geral.

Fonte: www.dieta-certa.com

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

Faz parte do complexo B

Sinonímia: Pantotenato, ácido pantotênico.

FUNÇÃO

Auxilia o metabolismo em geral. O Pantenol, forma alcoólica ativa do ácido pantotênico do grupo da coenzima A, e uma substância que apresenta papel dos mais importantes na regulação dos processos de suprimento de energia. Ele acha-se fixado em cada célula viva e, por conseguinte, promovendo o desenvolvimento, função e reprodução dos tecidos endoteliais e epiteliais. Combate as infecções produzindo anticorpos. Evita a fadiga, reduz os efeitos adversos e tóxicos de muitos antibióticos. A glândula supra renal e o sistema nervoso dependem dele. Auxilia na construção da célula e manutenção normal do crescimento. Útil no controle do stress físico e mental.

A coenzima A apresenta também importância no metabolismo pela liberação de energia dos glicídios, lipídios e proteínas e também na síntese de aminoácidos, ácidos graxos, esteróis e hormônios esteróides, assim como elemento essencial para a formação da porfirina, porção pigmentar da molécula da hemoglobina.

CLASSIFICAÇÃO

Hidrossolúvel

METABOLISMO

O ácido pantogênico administrado pela via oral é completamente absorvido no intestino delgado, e em pequena extensão aparentemente também no estômago, sendo inicialmente convertido em forma livre por subdivisão enzimática. O próprio processo de absorção á aparentemente baseado na difusão passiva, sendo o mesmo processo para a absorção do pantenol que é oxidado em óxido pantogênico no organismo.

Considerando a entrada e a excreção iguais, pode-se assinalar que o ácido pantotênico não é degradado no organismo, atingindo a excreção urinária cerca de 60 a 70% da quantidade administrada oralmente, sendo o restante excretado pelas fezes.

O ácido pantogênico é sintetizado no intestino grosso pela flora intestinal.desde que o ácido pantotênico acha-se fixado em todas as células, as necessidades são fornecidas pelas quantidades normais de todos os alimentos.

DEFICIÊNCIA

Manifesta-se por degeneração muscular, deficiência adrenocortical e hemorragia, dermatite, queratite, parada do crescimento e morte nos animais. No homem, a sua deficiência não tem sido reconhecida com uma dieta comum, presumivelmente por causa da grande ocorrência da vitamina nos alimentos comuns. No homem, apenas a denominada síndrome “ardor nos pés”, caracterizada por formigamento nos pés e parestesias, hiperestesias, e distúrbios circulatórios nas pernas, supõe-se estar ligados à deficiência de ácido pantotênico. Causa fadiga, fraqueza muscular, perturbações nervosas, anorexia, diminuição da pressão sangüínea. Distúrbios cutâneos.

EXCESSO

Quando ingeridas em excesso, são facilmente excretadas pela urina e, assim devem ser continuamente supridas na dieta.

FONTES

Fígado, rim, coração, leveduras, ovos, leite, língua de boi, trigo, centeio, farinha de soja, brócolos, batata, cogumelos.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

Vitamina B5 - Ácido Pantotênico

Ácido Pantotênico

A vitamina B5 é indicada para problemas como osteoartrites, artrite reumatóide, anemia, estresse, eczema e ateroesclerose.

Altas doses dela podem causar diarréia. Porém não há relatos de toxidade.

A recomendação para mulheres adultas é de 2.0 mcg/dia

As fontes da B5 são: bife de fígado, presunto, salmão, caranguejo, lagosta, atum, queijo e ovos.

Fonte: www.nutrimais.com

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal