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Vitamina B6 - Piridoxina

(Piridoxina)

O termo vitamina B6 ou piridoxina é utilizado para cobrir um grupo de compostos que são metabolicamente intermutáveis, nomeadamente o piridoxol (o álcool), o piridoxal (o aldeído) e a piridoxamina (a amina).

Principais fontes na natureza

A vitamina B6 liga-se principalmente às proteínas nos alimentos. O piridoxol encontra-se especialmente nas plantas, enquanto que o piridoxal e a piridoxamina são principalmente encontradas nos tecidos animais. As galinhas e o fígado de vaca, porco e vitela são excelentes fontes de piridoxina. As boas fontes incluem o presunto e o peixe (atum, truta, halibute, arenque e salmão), nozes (amendoins, avelãs), pão, milho e cereais de grão integral. Geralmente os vegetais e as frutas são fontes pobres de vitamina B6, embora existam produtos nestas classes alimentares que contêm quantidades consideráveis de piridoxina, tais como os feijões e a couve-flor, as bananas e as passas.

Homem

E os outros primatas dependem de fontes externas para cobrir as suas necessidades de vitamina B6. Podem ser sintetizadas pelas bactérias intestinais quantidades negligenciáveis de vitamina.

Conservação

A vitamina B6 é relativamente estável ao calor mas decompõe-se por oxidação e luz ultra-violeta e por ambientes alcalinos. A congelação de vegetais causa uma redução de até 25%, a moagem de cereais, gera um desperdício tão elevado como 90%. As perdas por cozedura de alimentos processados podem alcançar os 40%.

Principais antagonistas

Existem mais de 40 medicamentos que interferem com a vitamina B6, os quais podem causar uma disponibilidade diminuída e mau estado da vitamina B6. Os principais antagonistas incluem:

Desoxipiridoxina, um anti-metabolito eficaz

Isoniaside, uma droga tuberculostática

Hidralazina, um anti-hipertensor

Ciclosserina, um antibiótico e

Penicilamina, utilizada no tratamento da doença de Wilson.

A vitamina B6, por outro lado, pode actuar em si mesma como um antagonista nos pacientes com doença de Parkinson e que estejam sob tratamento com L-dopa. Em tais casos, pode contrariar o efeito da L-dopa.

Principais sinergistas

Certas vitaminas do complexo B (niacina, riboflavina, biotina) podem actuar em sinergia com a piridoxina. A niacina e a riboflavina são necessárias para a interconversão das diferentes formas de vitamina B6.

Funções

A principal função metabólica da vitamina B6 é como coenzima. Tem um papel importante no metabolismo das proteínas, hidratos de carbono e lípidos; as suas principais funções são: a produção de epinefrina, serotonina e outros neurotransmissores; a formação do ácido nicotínico da vitamina; a decomposição do glicogénio; o metabolismo dos aminoácidos.

Deficiência Marginal

É raro o estado de deficiência dietária que mostre sintomas de deficiência clínica definidos, embora quase 50% das dietas avaliadas no Estudo de Consumo de Alimentos dos EUA de 1977-78, forneça menos de 70% da ingestão recomendada. De forma semelhante, um inquérito nutricional mostrou que três quartos de (...) produzem mais ácido xanturénico na urina. Se a administração de 100 mg de triptofano por quilo de peso, levar a uma excreção de ácido xanturénico em excesso de 30 mg em 24 horas, pode ser diagnosticada uma deficiência em piridoxina.

Grupos em risco de deficiência marginal

Entre as pessoas em risco de uma ingestão/estado insuficiente de piridoxina estão:

As mulheres grávidas e a amamentar. Isto deve-se aos requisitos adicionais feitos pelo feto ou pelo bebé.
As mulheres que tomam contraceptivos orais com elevado teor de estrogénio.

Os alcoólicos crónicos. A bebida em excesso pode debilitar gravemente a capacidade do fígado para sintetizar PLP.


Pessoas com uma elevada ingestão de proteínas, dado que o metabolismo da proteínas depende da presença da piridoxina.

Deficiência Franca

Uma dieta com baixo teor de piridoxina pode levar a uma anemia hipocrómica (descida anormal do conteúdo de hemoglobina dos eritrócitos) e perda de capacidade de converter o triptofano em ácido nicotinico. A deficiência induzida por antagonistas ou certos erros genéticos do metabolismo dos aminoácidos pode, se não for convenientemente tratada, resultar em:

Fraco crescimento
Convulsões de origem cerebral, especialmente ataques convulsivos em bebés
Formação de anticorpos diminuída
Lesões na pele, p.ex. dermatite seborreica
Problemas abdominais, vómito
Pedras no rim
Anormalidades electroencefalográficas
Nevrite periférica, degeneração nervosa
Estes problemas podem também indicar outros problemas de saúde que não a deficiência em piridoxina e por isso o tratamento devee sempre ter lugar sob supervisão médica.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada da vitamina B6 varia de acordo com a idade, sexo, grupos de risco (ver "Grupos de risco") e com os critérios aplicados. Nos EUA, a DDR para os adultos do sexo masculino está actualmente fixada em 2,0 mg por dia e em 1,6 mg para as mulheres.

As necessidades de vitamina B6 aumentam quando são ingeridas dietas alimentares de elevado nível de proteínas, dado que o metabolismo das proteínas apenas pode funcionar convenientemente com a assistência de piridoxina. As mulheres grávidas e a amamentar precisam de uma dose adicional de 0,5 a 0,6 mg para compensar as necessidades aumentadas feitas pelo feto ou pelo bebé.

Suplementos

A forma da vitamina B6 mais frequentemente disponível é o hidrocloreto de piridoxina, o qual é utilizado na fortificação dos alimentos, suplementos nutricionais e produtos terapêuticos tais como cápsulas, comprimidos e ampolas.

Utilização terapêutica

Casos geneticamente condicionados de dependência de piridoxina incluem certos tipos de anemia e anormalidades no metabolismo dos aminoácidos. Em tais casos, são indicadas doses terapêuticas de aproximadamente 40-200 mg de vitamina B6 por dia.

A piridoxina é frequentemente administrada em doses de 40 mg/dia no tratamento de náuseas e vómitos (hiperemese da grávida) durante os meses iniciais da gravidez e durante o decurso da gravidez e da amamentação. É frequentemente utilizada para ajudar no alívio da depressão (nas mulheres que tomam contraceptivos orais) e no síndroma pré-menstrual. As pesquisas sugeriram ainda que:

Certos pacientes com diabetes mellitus ou diabetes de gravidez experimentam uma melhoria na tolerância à glucose quando recebem suplementos de vitamina B6.

Os pacientes com asma podem sentir menos ataques e com menor gravidade de sibilo, tosse e dificuldades de respiração com a vitamina B6.

Os pacientes com o síndroma de canal cárpico podem beneficiar de elevadas doses de vitamina B6.

Uma dose de 25-200 mg de piridoxina pode ter efeitos benéficos no tratamento de doenças da radiação.

Segurança

A vitamina B6 em todas as suas formas é bem tolerada. Têm sido administradas sem efeitos adversos doses orais diárias de piridoxina de até 50 vezes a Dose Diária Recomendada (cerca de 100 mg) por períodos de até 3-4 anos.

Doses diárias de 500 mg ou mais podem causar neuropatia sensorial após vários anos de ingestão, enquanto que a ingestão de quantidades em excesso de 1g por dia podem levar a uma neuropatia sensorial em poucos meses. Felizmente estes efeitos colaterais são reversíveis em larga escala, assim que se cessa a ingestão da vitamina B6. Hoje em dia, a ingestão prolongada de doses que excedem os 500 mg diários é considerada com tendo o risco de causar efeitos adversos em certas pessoas enquanto que doses de 200 mg ou inferiores são consideradas como seguras.

História

A vitamina B6 foi descoberta quase como um produto secundário dos estudos sobre a pelagra, uma doença de deficiência causada pela ausência no corpo da vitamina niacina. A vitamina B6 ganhou um significado imenso com a descoberta do seu papel importante na nutrição humana e animal na década de 40.

1926 Goldberger, Wheeler, Lillie e Rogers alimentam ratos com uma dieta deficiente no que é considerado como o factor de prevenção da pelagra; estes animais desenvolvem lesões de pele.

1934 György identifica pela primeira vez o factor como vitamina B6, ou adermina, uma substância capaz de curar uma doença de pele característica dos ratos (dermatite acrodinia). O factor é então chamado o factor anti-acrodinia dos ratos, a deficiência do qual causa a chamada "pelagra dos ratos".

1935 Birch e György conseguem diferenciar a riboflavina e a vitamina B6 do factor específico de prevenção da pelagra (P-P) de Goldberger e dos seus associados.

1938 Lepkovsky é o primeiro a relatar o isolamento da vitamina B6 cristalina pura. Independentemente, mas ligeiramente mais tarde, vários outros grupos de pesquisadores relataram também a isolação da vitamina B6 cristalizada a partir de arroz polido (Keresztesy e Stevens; György, Kuhn e Wendt; Ichiba e Michi).

1939 Harris e Folkers determinam a estrutura da piridoxina e são capazes de sintetizar a vitamina. György propõe o nome piridoxina.

1945 Snell é capaz de mostrar que existem duas outras formas naturais da vitamina, nomeadamente, o piridoxal e a piridoxamina.

1957 Snyderman estabelece as necessidades de vitamina B6 nos seres humanos.

Fonte: www.roche.pt

Vitamina B6 - Piridoxina

Histórico: em 1926, foi verificado que uma das conseqüências da falta de vitamina B2 era a dermatite. Em 1936 György separou da vitamina B2 um fator solúvel em água cuja falta era a real causa das dermatites. Denominou-a de vitamina B6. Diversos produtos têm a mesma propriedade biológica atribuída à B6 (vide sinônimos).

Sinônimos: Piridoxina, Piridoxol, Piridoxamina e Piridoxal.

Doses diárias recomendadas: a necessidade diária de Piridoxina é diretamente proporcional à ingestão de proteínas na dieta. Por exemplo, quem ingere 100 g/dia de proteínas necessita receber 1,5 mg/dia de piridoxina. Mulheres grávidas, fumantes e alcoólatras têm necessidade de doses maiores da vitamina B6.

Principais funções: a vitamina B6 é uma coenzima e interfere no metabolismo das proteínas, gorduras e triptofano. Atua na produção de hormônios e é estimulante das funções defensivas das células. Participa no crescimento dos jovens

Principais fontes: cereais, carnes, frutas e verduras. O cozimento reduz os teores de B6 dos alimentos.

Manifestações de carência: são muito raras, são lesões seborréicas em torno dos olhos, nariz e boca, acompanhadas de glossite e estomatite. Quanto ao sistema nervoso, a carência de vitamina B6 pode provocar convulsões e edema de nervos periféricos, havendo suspeitas de que possa provocar a síndrome do túnel carpiano. Distúrbios do crescimento e anemia são atribuídos à carência de vitamina B6.

Manifestações de excesso: a Piridoxina tem baixa toxicidade aguda, mas doses de 200 mg/dia, tanto por via oral como parenteral, podem provocar intoxicações neurológicas, surgindo sintomas como formigamentos nas mãos e diminuição da audição. Foram relatados casos de dependência da piridoxina.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina B6 - Piridoxina

Sinônimos

O termo vitamina B6 ou piridoxina é utilizado para cobrir um grupo de compostos que são metabolicamente intermutáveis, nomeadamente o piridoxol (o álcool), o piridoxal (o aldeído) e a piridoxamina (a amina).

Principais fontes na natureza

A vitamina B6 liga-se principalmente às proteínas nos alimentos. O piridoxol encontra-se especialmente nas plantas, enquanto que o piridoxal e a piridoxamina são principalmente encontradas nos tecidos animais. As galinhas e o fígado de vaca, porco e vitela são excelentes fontes de piridoxina. As boas fontes incluem o presunto e o peixe (atum, truta, halibute, arenque e salmão), nozes (amendoins, avelãs), pão, milho e cereais de grão integral. Geralmente os vegetais e as frutas são fontes pobres de vitamina B6, embora existam produtos nestas classes alimentares que contêm quantidades consideráveis de piridoxina, tais como os feijões e a couve-flor, as bananas e as passas.

Homem

E os outros primatas dependem de fontes externas para cobrir as suas necessidades de vitamina B6. Podem ser sintetizadas pelas bactérias intestinais quantidades negligenciáveis de vitamina.

Conservação

A vitamina B6 é relativamente estável ao calor mas decompõe-se por oxidação e luz ultra-violeta e por ambientes alcalinos. A congelação de vegetais causa uma redução de até 25%, a moagem de cereais, gera um desperdício tão elevado como 90%. As perdas por cozedura de alimentos processados podem alcançar os 40%.

Principais antagonistas

Existem mais de 40 medicamentos que interferem com a vitamina B6, os quais podem causar uma disponibilidade diminuída e mau estado da vitamina B6. Os principais antagonistas incluem:

Desoxipiridoxina, um anti-metabolito eficaz
Isoniaside, uma droga tuberculostática
Hidralazina, um anti-hipertensor
Ciclosserina, um antibiótico e
Penicilamina, utilizada no tratamento da doença de Wilson.
A vitamina B6, por outro lado, pode actuar em si mesma como um antagonista nos pacientes com doença de Parkinson e que estejam sob tratamento com L-dopa. Em tais casos, pode contrariar o efeito da L-dopa.

Principais sinergistas

Certas vitaminas do complexo B (niacina, riboflavina, biotina) podem actuar em sinergia com a piridoxina. A niacina e a riboflavina são necessárias para a interconversão das diferentes formas de vitamina B6.

Funções

A principal função metabólica da vitamina B6 é como coenzima. Tem um papel importante no metabolismo das proteínas, hidratos de carbono e lípidos; as suas principais funções são: a produção de epinefrina, serotonina e outros neurotransmissores; a formação do ácido nicotínico da vitamina; a decomposição do glicogénio; o metabolismo dos aminoácidos.

Deficiência Marginal

É raro o estado de deficiência dietária que mostre sintomas de deficiência clínica definidos, embora quase 50% das dietas avaliadas no Estudo de Consumo de Alimentos dos EUA de 1977-78, forneça menos de 70% da ingestão recomendada. De forma semelhante, um inquérito nutricional mostrou que três quartos de (...) produzem mais ácido xanturénico na urina. Se a administração de 100 mg de triptofano por quilo de peso, levar a uma excreção de ácido xanturénico em excesso de 30 mg em 24 horas, pode ser diagnosticada uma deficiência em piridoxina.

Grupos em risco de deficiência marginal

Entre as pessoas em risco de uma ingestão/estado insuficiente de piridoxina estão:

As mulheres grávidas e a amamentar. Isto deve-se aos requisitos adicionais feitos pelo feto ou pelo bebé.
As mulheres que tomam contraceptivos orais com elevado teor de estrogénio.

Os alcoólicos crónicos. A bebida em excesso pode debilitar gravemente a capacidade do fígado para sintetizar PLP.

Pessoas com uma elevada ingestão de proteínas, dado que o metabolismo da proteínas depende da presença da piridoxina.

Deficiência Franca

Uma dieta com baixo teor de piridoxina pode levar a uma anemia hipocrómica (descida anormal do conteúdo de hemoglobina dos eritrócitos) e perda de capacidade de converter o triptofano em ácido nicotinico. A deficiência induzida por antagonistas ou certos erros genéticos do metabolismo dos aminoácidos pode, se não for convenientemente tratada, resultar em:

Fraco crescimento

Convulsões de origem cerebral, especialmente ataques convulsivos em bebés
Formação de anticorpos diminuída
Lesões na pele, p.ex. dermatite seborreica
Problemas abdominais, vómito
Pedras no rim
Anormalidades electroencefalográficas
Nevrite periférica, degeneração nervosa
Estes problemas podem também indicar outros problemas de saúde que não a deficiência em piridoxina e por isso o tratamento devee sempre ter lugar sob supervisão médica.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada da vitamina B6 varia de acordo com a idade, sexo, grupos de risco (ver “Grupos de risco”) e com os critérios aplicados. Nos EUA, a DDR para os adultos do sexo masculino está actualmente fixada em 2,0 mg por dia e em 1,6 mg para as mulheres.

As necessidades de vitamina B6 aumentam quando são ingeridas dietas alimentares de elevado nível de proteínas, dado que o metabolismo das proteínas apenas pode funcionar convenientemente com a assistência de piridoxina. As mulheres grávidas e a amamentar precisam de uma dose adicional de 0,5 a 0,6 mg para compensar as necessidades aumentadas feitas pelo feto ou pelo bebé.

Suplementos

A forma da vitamina B6 mais frequentemente disponível é o hidrocloreto de piridoxina, o qual é utilizado na fortificação dos alimentos, suplementos nutricionais e produtos terapêuticos tais como cápsulas, comprimidos e ampolas.

Utilização terapêutica

Casos geneticamente condicionados de dependência de piridoxina incluem certos tipos de anemia e anormalidades no metabolismo dos aminoácidos. Em tais casos, são indicadas doses terapêuticas de aproximadamente 40-200 mg de vitamina B6 por dia.

A piridoxina é frequentemente administrada em doses de 40 mg/dia no tratamento de náuseas e vómitos (hiperemese da grávida) durante os meses iniciais da gravidez e durante o decurso da gravidez e da amamentação. É frequentemente utilizada para ajudar no alívio da depressão (nas mulheres que tomam contraceptivos orais) e no síndroma pré-menstrual. As pesquisas sugeriram ainda que:

Certos pacientes com diabetes mellitus ou diabetes de gravidez experimentam uma melhoria na tolerância à glucose quando recebem suplementos de vitamina B6.

Os pacientes com asma podem sentir menos ataques e com menor gravidade de sibilo, tosse e dificuldades de respiração com a vitamina B6.

Os pacientes com o síndroma de canal cárpico podem beneficiar de elevadas doses de vitamina B6.

Uma dose de 25-200 mg de piridoxina pode ter efeitos benéficos no tratamento de doenças da radiação.
Segurança

A vitamina B6 em todas as suas formas é bem tolerada. Têm sido administradas sem efeitos adversos doses orais diárias de piridoxina de até 50 vezes a Dose Diária Recomendada (cerca de 100 mg) por períodos de até 3-4 anos.

Doses diárias de 500 mg ou mais podem causar neuropatia sensorial após vários anos de ingestão, enquanto que a ingestão de quantidades em excesso de 1g por dia podem levar a uma neuropatia sensorial em poucos meses. Felizmente estes efeitos colaterais são reversíveis em larga escala, assim que se cessa a ingestão da vitamina B6. Hoje em dia, a ingestão prolongada de doses que excedem os 500 mg diários é considerada com tendo o risco de causar efeitos adversos em certas pessoas enquanto que doses de 200 mg ou inferiores são consideradas como seguras.

História

A vitamina B6 foi descoberta quase como um produto secundário dos estudos sobre a pelagra, uma doença de deficiência causada pela ausência no corpo da vitamina niacina. A vitamina B6 ganhou um significado imenso com a descoberta do seu papel importante na nutrição humana e animal na década de 40.

1926 Goldberger, Wheeler, Lillie e Rogers alimentam ratos com uma dieta deficiente no que é considerado como o factor de prevenção da pelagra; estes animais desenvolvem lesões de pele.

1934 György identifica pela primeira vez o factor como vitamina B6, ou adermina, uma substância capaz de curar uma doença de pele característica dos ratos (dermatite acrodinia). O factor é então chamado o factor anti-acrodinia dos ratos, a deficiência do qual causa a chamada “pelagra dos ratos”.

1935 Birch e György conseguem diferenciar a riboflavina e a vitamina B6 do factor específico de prevenção da pelagra (P-P) de Goldberger e dos seus associados.

1938 Lepkovsky é o primeiro a relatar o isolamento da vitamina B6 cristalina pura. Independentemente, mas ligeiramente mais tarde, vários outros grupos de pesquisadores relataram também a isolação da vitamina B6 cristalizada a partir de arroz polido (Keresztesy e Stevens; György, Kuhn e Wendt; Ichiba e Michi).

1939 Harris e Folkers determinam a estrutura da piridoxina e são capazes de sintetizar a vitamina. György propõe o nome piridoxina.

1945 Snell é capaz de mostrar que existem duas outras formas naturais da vitamina, nomeadamente, o piridoxal e a piridoxamina.

1957 Snyderman estabelece as necessidades de vitamina B6 nos seres humanos.

Fonte: www.vitaminas.bayer.pt

Vitamina B6 - Piridoxina

A vitamina B6 é essencial no metabolismo das proteínas, na formação de glóbulos vermelhos, na actividade da hormona do crescimento e da insulina e funcionamento dos sistemas nervoso e imunitário.

O que é A vitamina B6 ou piridoxina é uma das vitaminas do chamado complexo B. Este grupo de vitaminas tem em comum (excepto a vitamina B12 e o ácido fólico), o facto de a sua função estar relacionada com a libertação de energia contida nos alimentos. Também, à excepção da vitamina B12, têm a característica de serem solúveis em água, o que impede o seu armazenamento no corpo.

A expressão vitamina B6 descreve um conjunto de três compostos activos, relacionados entre si: a piridoxina, o piridoxal e a piridoxamina.

Para que se utiliza A vitamina B6 é necessária para decompor e libertar a energia contida nas proteínas; é essencial na formação de glóbulos vermelhos, na actividade da hormona do crescimento e da insulina; importante para o funcionamento dos sistemas nervoso e imunitário.Em que situações deve ser utilizado A vitamina B6 é necessária para decompor e libertar a energia contida nas proteínas; é essencial na formação de glóbulos vermelhos, na actividade da hormona do crescimento e da insulina; importante para o funcionamento dos sistemas nervoso e imunitário.Como se utiliza A vitamina B6 encontra-se em vários alimentos como a levedura de cerveja, o fígado e outras vísceras, a carne magra (de galinha, frango, porco ou vaca), os cereais integrais, peixe, ovos, frutos secos, bananas, sementes de soja.Que precauções deve ter A vitamina B6 encontra-se em vários alimentos como a levedura de cerveja, o fígado e outras vísceras, a carne magra (de galinha, frango, porco ou vaca), os cereais integrais, peixe, ovos, frutos secos, bananas, sementes de soja.Quando não deve ser utilizado A vitamina B6 encontra-se em vários alimentos como a levedura de cerveja, o fígado e outras vísceras, a carne magra (de galinha, frango, porco ou vaca), os cereais integrais, peixe, ovos, frutos secos, bananas, sementes de soja.Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excessoO excesso de vitamina B6 pode provocar lesões nos nervos, manifestadas por fraqueza ou dormência das extremidades (mãos e pés).

Manifestações de carência

A deficiência de vitamina B6 é rara, mas pode ocorrer durante a lactação, em alcoólicos ou como resultado de medicação antituberculosa prolongada .

A sua deficiência dá origem a uma síndroma conhecido como «Acrodinia», caracterizado por dermite das extremidades:

edema;
vermelhidão;
descamação da pele do nariz, orelhas e dedos das mãos e dos pés.

Para além disso, causa astenia, depressão, irritabilidade, insónia, dificuldades de marcha e língua dolorosa.

Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B6, é:

Crianças: 1,4 mg.
Homens: 2,0 mg.
Mulheres: 1,6 mg.
Grávidas: 2,2 mg.
Lactantes: 2,1 mg.

O que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B6, é:

Crianças: 1,4 mg.
Homens: 2,0 mg.
Mulheres: 1,6 mg.
Grávidas: 2,2 mg.
Lactantes: 2,1 mg.

A quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B6, é:

Crianças: 1,4 mg.
Homens: 2,0 mg.
Mulheres: 1,6 mg.
Grávidas: 2,2 mg.
Lactantes: 2,1 mg.

Perigos durante a gravidez e a amamentação Segundo o «Food and Nutrition Board», (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina B6, é:

Crianças: 1,4 mg.
Homens: 2,0 mg.
Mulheres: 1,6 mg.
Grávidas: 2,2 mg.
Lactantes: 2,1 mg.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina B6 - Piridoxina

Qual a função da vitamina B6?

Vitamina B6 é necessária para o metabolismo de certas proteínas
O sistema nervoso também necessita de vitamina B6 para funcionar bem
Ajuda o sistema de imunização do corpo
Ajuda no controle dos níveis de glicose no sangue

Quais são os riscos do excesso de vitamina B6?

O excesso de vitamina B6 pode causar danos nos nervos dos braços e pernas. O excesso de ingestão de vitamina B6 ocorre geralmente quando a pessoa faz uso de suplementos de vitamina B6. O quadro é reversível, parando o consumo desses suplementos.

Quais são as conseqüências da carência de vitamina B6?

Deficiência de vitamina B6 está relacionada com pessoas que tem uma dieta de qualidade baixa. Os sintomas da deficiência de vitamina B6 somente aparecem depois de longos períodos de dieta pobre em vitamina B6. Os sintomas mais comum são inflamação da pele, depressão, tontura e convulsões. Pode também causar anemia. Esses sintomas também podem estar relacionados a outros quadros clínicos, então faz-se necessário consultar um médico a fim de determinar se esses sintomas são realmente devido à carência de vitamina B6.

Alimentos ricos em vitamina B6

Batata
Banana
Peito de frango
Semente de girassol
Salmão, Atum
Abacate

Fonte: www.brazuka.info

Vitamina B6 - Piridoxina

Faz parte do complexo B

FUNÇÃO

A vitamina B6 é constituída de três derivados da piridina relacionados: piridoxina, piridoxamina e piridoxal. Permite a assimilação das proteínas e das gorduras. Imunidade celular, liberação de glicogênio hepático e muscular, diurético. Intervém nos processos de crescimento dos tecidos. Antiacrodínica. Reduz os espasmos musculares noturnos, cãibras nas pernas e dormência nas mãos. Ajuda na formação de anticorpos. Promove o equilíbrio do potássio e sódio no organismo.

CLASSIFICAÇÃO

Hidrossolúvel, estável aos álcalis e aos ácidos.

METABOLISMO

As três formas de piridoxina são rapidamente absorvidas pelo intestino, sendo o piridoxol oxidado ou aminado em piridoxamina no organismo, essa transformação é procedida por fosforilação realizada pela enzima piridoxal-alfa-fosfoquinase em piridoxal-5-fosfato (PALP) e aparentemente também em fosfato de piridoxamina, em que o fosfato é esterificado com o álcool em posição 5, do núcleo piridina. O fostato de piridoxamina parece ser, juntamente com o piridoxal, uma forma de armazenamento da piridoxina, pelo fato de ela poder sofrer conversão em PALP por desaminação, através de processo ainda não elucidado, pois na formação do PALP, o piridoxol-5-fosfato é também formado como um produto intermediário, podendo a fosforilação preceder a oxidação na forma de aldeído.

Assinala-se que a absorção do piridoxol normalmente ingerido é muito rápida no intestino, sendo a excreção urinária também rápida. O principal produto de excreção é o ácido-4-piridóxido, que é formado pela ação da aldeído-oxidase hepática em piridoxal livre.

A administração do piridoxol e piridoxamina também resulta em um aumento na excreção do piridoxal no homem, o que indica que ambas substâncias podem ser inicialmente transformadas por via direta ou indireta em piridoxal, que vai ser oxidado em 4-ácido-piridóxido. A concentração sangüínea é de cerca de 6mcg/dl. A medida da excreção urinária do ácido xanturênico depois da carga com L-triptofano tem sido de há muito critério mais antigo e o método simples para o reconhecimento da deficiência piroxínica.

Um método adequado para investigação em série é o da determinação da atividade de glutamato-oxolacetase-transaminase eritrocítica (EGOT) pela técnica da ativação in vitro com PALP, porque em distúrbios do metabolismo da piridoxina a atividade EGOT cai a um estágio relativamente cedo.

DEFICIÊNCIA

Pode causar diarréia, alterações da pele, depressão, dormência e também pelagra, anormalidades no sistema nervoso central, retardo mental, convulsões, anemia hipocrônica. Dermatite, inflamação da pele e das mucosas. Distúrbios cutâneos e neurológicos.

EXCESSO

Insônia.

FONTES

Levedo de cerveja, os cereais integrais, legumes, vegetais verdes, leite, carne de boi, de porco e frango, fígado, batata, banana, gema de ovo, pães integrais, abacate.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

Vitamina B6 - Piridoxina

Piridoxina

A vitamina B6 (Piridoxina) é, na realidade, um grupo de substâncias: piridoxina, piridoxal e piridoxamina. Essas substâncias estão intimamente associadas e funcionam juntas.É excretada cerca de oito horas após a ingestão e, como as outras vitaminas B, precisa ser reposta através de alimentos integrais, ou de suplementos. Sua necessidade aumenta nas dietas com alto teor protéico. Responsável pela produção de anticorpos e de células vermelhas do sangue, assim como para a produção de ácido clorídrico e magnésio.

Benefícios

Assimila adequadamente a proteína e a gordura.
Ajuda na conversão do trip-tofano, que é um aminoácido essencial, em niacina.
Contribui para evitar diversas perturbações nervosas e da pele.
Alivia a náusea.
Promove a síntese de ácidos nucléicos antienvelhecimento.
Ajuda a reduzir a secura na boca e problemas para urinar causados por antidepressivos tricíclicos.
Reduz espasmos musculares noturnos, cãibras nas pernas, dormência nas mãos e algumas formas de neurite nas extremidades.
Funciona como um diurético natural.

Doenças causadas pela deficiência

Anemia - Dermatite seborréica - Glossite.

Fontes Naturais

Lêvedo de cerveja, farelo de trigo, germe de trigo, fígado, rim, coração, melão, repolho, melado, leite, ovo, carne.

Recomendação Pessoal

Se você toma pílulas anticoncepcionais, é muito provável que necessite de doses maiores de vitamina B6.

Quem costuma comer grandes quantidades de proteína precisa de doses maiores de vitamina B6.

Pessoas que sofrem de artrite e estão se tratando com medicamento que tenha penicilina, deve tomar suplementos com vitamina B6.

Esta vitamina é mais eficiente quando tomada com as vitaminas B1, B2, o ácido pantotênico, a vitamina C e magnésio.

Suplementos desta vitamina não devem ser tomados por pessoas que estejam sob tratamento com levodopa para o mal de Parkinson - consulte seu médico.

Fonte: www.saudenarede.com.br

Vitamina B6 - Piridoxina

Piridoxina

Indicada para mulheres com Tensão Pré Menstrual (TPM). A piridoxina alivia o edema associado à segunda metade do ciclo menstrual, bem como os sintomas de irritabilidade, dores de cabeça, depressão, inchaço das mamas, gases abdominais e constipação. Contribui ainda para o tratamento de problemas neurológicos, como a síndrome do túnel de carpo e da depressão.

A recomendação diária desta vitamina é entre 2 e 2,2 mg. Doses muito elevadas entre 2 e 10 g/dia podem causar distúrbios neurológicos.

As fontes naturais da Vitamina B6 são: cereal integral, levedo de cerveja, farelo e germe de trigo, melão, banana, abacate, suco de tomate, salmão, carne branca de galinha, peru, bife de fígado e truta.

Fonte: www.nutrimais.com

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