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Vitamina C - Ácido Ascórbico

ÁCIDO ASCÓRBICO

Principais fontes na natureza

Citrinos, groselhas pretas, pimentão doce, salsa, couve-flor, batatas, batatas doces, bróculos, couves de bruxelas, morangos, goiaba, manga. Dependendo da estação, um copo de tamanho médio de sumo de laranja fresco (i.e. 100g) rende cerca de 15 a 35 mg de vitamina C.

Homem

Os outros primatas e o porco-da-india dependem de fontes externas para cobrir as suas necessidades de vitamina C. A maioria dos outros animais sintetiza o ácido ascórbico no interior do corpo.

Conservação

A vitamina C é sensível ao calor, luz e oxigénio. Nos alimentos pode ser parcialmente ou completamente destruída por um armazenamento longo ou pela sobrecozedura. As batatas, por exemplo, quando armazenadas à temperatura ambiente perdem cerca de 15% do seu conteúdo em vitamina C todos os meses e a cozedura de batatas descascadas destrói outros 30-50% da sua vitamina C.

Principais antagonistas

Várias substâncias químicas às quais o homem está exposto, tais como a poluição aérea, as toxinas industriais, os metais pesados e o fumo do tabaco, bem como vários componentes farmacológicos activos, entre os quais alguns anti-depressivos e diuréticos, podem levar a necessidades acrescidas de vitamina C. Isto é também verdade para certos hábitos como, por exemplo, o consumo de álcool.

Principais sinergistas

A presença de outros anti-oxidantes, tais como a vitamina E e o b-caroteno, apoia a acção protectora anti-oxidante da vitamina C. Outras vitaminas, tais como as do complexo B (particularmente a B6, B12, ácido fólico e ácido pantoténico) e algumas substâncias farmacológicas activas, bem como os compostos que ocorrem na natureza, conhecidos como bioflavonóides, podem ter um efeito de poupança da vitamina C.

Funções

A vitamina C é necessária para a produção de colagénio, a substância do tipo "cimento" intercelular que dá estrutura aos músculos, tecidos vasculares, ossos e cartilagens. A vitamina C também contribui para a saúde dos dentes e gengivas e auxilia na absorção do ferro a partir da dieta. É também necessária para a síntese dos ácidos biliares.

Para além disso, a investigação mostrou o papel da vitamina C em:

síntese de várias hormonas e neuro-transmissores importantes

metabolismo do ácido fólico

função imunitária

função redox/anti-oxidante

nas reacções metabólicas de certos amino-ácidos, em particular na prevenção da formação de nitrosaminas potencialmente carcinogénicas no estômago (devido ao consumo de alimentos contendo nitrite, tais como a carne fumada ou os pickles).

Deficiência marginal

Os primeiros sintomas da deficiência inicial de vitamina C são a fadiga, a lassidão, a perda de apetite, a sonolência e insónia, o sentimento de exaustão, irritabilidade, baixa resistência às infecções e petéquia (pequeno sangramento capilar). Estes sintomas podem, no entanto, indicar outras doenças.

Grupos em risco de deficiência marginal

Entre os grupos de pessoas em risco de fornecer ao corpo quantidades insuficientes de vitamina C de forma a manter um nível óptimo no sangue estão os fumadores, os alcoólicos, os idosos em lares e os pacientes sujeitos a certos medicamentos. As necessidades de vitamina C para os fumadores nos EUA é superior em 40 mg às dos não fumadores.

Deficiência Franca

A deprivação de vitamina C durante um período suficiente de tempo leva ao escorbuto, o qual se caracteriza pelo enfraquecimento das estruturas de colagénio (tecido de ligação das células), resultando no sangramento capilar alargado. O escorbuto infantil causa

malformações ósseas. O sangramento das gengivas e a queda dos dentes são normalmente os primeiros sinais da deficiência clínica. As hemorragias sob a pele causam sensibilidade extrema das extremidades e dores durante o movimento. Se deixada sem tratamento pode seguir-se a gangrena e a morte. Hoje em dia, o escorbuto ocorre com relativa raridade. Para evitar o escorbuto, é considerada suficiente a ingestão diária de 10-15 mg de vitamina C, mas para um funcionamento fisiológico óptimo são necessárias quantidades muito superiores.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada de vitamina C varia de acordo com a idade, sexo, grupo de risco (ver "Grupos de risco") e com os critérios aplicados nos países individuais. Nos EUA, a DDR para os adultos é actualmente de 60 mg (Conselho Nacional de Investigação), mas esta recomendação varia desde 30 mg no Reino Unido a 100 mg na antiga União Soviética (200 mg para as grávidas). Provas recentes estabelecem a estimativa para as necessidades de manutenção de uma saúde óptima na região dos 100 mg diários.

Suplementos

A vitamina C está disponível em comprimidos convencionais, efervescentes e mastigáveis, comprimidos de libertação temporizada, xaropes, pós, granulados, cápsulas, gotas e ampolas, tanto isoladamente como em preparações de polivitaminicos e minerais.

Utilização terapêutica

Os médicos recomendam que as mulheres grávidas aumentem a sua ingestão de vitamina C em cerca de 30% e durante a lactação é aconselhado um aumento de até 60-70% de forma a garantir as necessidades da mãe, dado que um litro de leite materno contém cerca de 50 mg de vitamina C. Durante um período pós-operativo ou durante a cura de feridas superficiais, os suplementos de vitamina C contribuem para a prevenção de infecções e promove a reparação da pele.

Segurança

Embora tenha sido ingeridas regularmente por várias pessoas quantidades tão altas quanto 6-10g de vitamina C por dia (mais de 100 vezes a DDR), não existem evidências de efeitos colaterais. A suplementação prolongada com doses elevadas pode ter um certo efeito laxativo.

Estudos com porcos-da-índia (uma das espécies de animais apropriadas) e com seres humanos não confirmaram os relatos anedóticos de retorno do escorbuto após a paragem súbita de suplementação prolongada com doses elevadas de vitamina C.

História

O escorbuto é uma das mais antigas doenças conhecidas da humanidade. Existem evidências da sua existência no Antigo Testamento, nos papiros de Ebers e na escrita de Plínio. Durante a Idade Média, o escorbuto era endémico no norte da Europa e no final do sec. XVII tornou-se um problema grave entre os marinheiros nas longas viagens de exploração.

Cerca de 400 a.C. Hipócrates descreve os sintomas do escorbuto.

1747 O médico naval James Lind receita laranjas e limões como uma cura para o escorbuto.

1907 O escorbuto é produzido experimentalmente em porcos-da-india por Holst e Frohlich.

1917 Bioensaio desenvolvido por Chick e Hume para determinar as propriedades anti-escorbúticas dos alimentos.

1930 Dr. Albert Szent-Györgyi demonstra que o ácido hexurónico que ele isolou inicialmente das glândulas supra-renais dos porcos em 1928 é idêntico à vitamina C, a qual ele extrai em grandes quantidades de pimentões doces.

1932 Os esforços independentes de Sir Norman Haworth e do Dr. Glen King estabelecem a estrutura química da vitamina C.

1932 A relação entre a vitamina C e o factor anti-escorbútico é descoberta por Szent-Györgyi e ao mesmo tempo por King e Waugh.

1933 Em Basileia, o Dr.Tadeusz Reichstein sintetiza um ácido ascórbico idêntico à vitamina C natural. Este é o primeiro passo em direcção à produção industrial da vitamina em 1936.

1937 Haworth e Szent-Györgyi recebe o prémio Nobel para a sua investigação sobre a vitamina C.

1970 O Professor Linus Pauling chama a atenção mundial com o seu best-seller controverso "A vitamina C e a constipação".

1975-79 Estudos experimentais in vitro ilustram as propriedades antioxidantes e de extinção do oxigénio singleto da vitamina C.

1979 Packer e os seus colaboradores observam a interacção de radicais livres da vitamina E e da vitamina C.

1982 Niki demonstra a regeneração da vitamina E pela vitamina C.

1985 As necessidades mundiais de vitamina C estão estimadas em 30.000- 35.000 toneladas por ano.

1988 O Instituto Nacional do Cancro (EUA) reconhece a relação inversa entre a ingestão da vitamina C e as várias formas de cancro e emite indicações para o aumento da vitamina C na dieta.

Fonte: www.roche.pt

Vitamina C - Ácido Ascórbico

Histórico: o escorbuto é a doença causada pela falta da vitamina C, sendo conhecida desde o tempo das cruzadas e diagnosticada principalmente nos habitantes do norte da Europa, onde a alimentação era pobre em verduras e frutas frescas durante o inverno. No século 17, com a introdução da batata na alimentação dos europeus do norte o escorbuto tornou-se raro. Com as grandes navegações dos séculos 16 até 18, o escorbuto tornou-se a doença clássica dos marinheiros que passavam longos períodos em alto mar sem ingerirem frutas ou verduras frescas. Em 1535, os índios do Canadá ensinaram ao capitão marinheiro Jacques Cartier que um chá feito com brotos de pinheiros do Canadá curava o escorbuto. Somente em 1747, Lind, um médico da marinha inglesa, fez um estudo dando a diferentes grupos de marinheiros alimentos diferentes, visando tratar o escorbuto. Dos grupos, um recebia mostarda, outro cidra, outro vinagre, outro laranjas e limões, outro água do mar. No fim verificou que o grupo alimentado com limões e laranjas recuperava-se rapidamente da doença. Com isso a marinha inglesa introduziu na ração de seus marinheiros o suco de limão. Em 1870, só no Real Hospital Naval de Portsmouth, foram tratados 1.457 casos de escorbuto, em 1780, depois da introdução do suco de limão, só houve 2 casos da doença. Depois, descobriu-se que a maioria dos animais sintetiza a vitamina C. No entanto, o porco da Índia, os macacos não humanóides, os morcegos das frutas da Índia e os humanos não são capazes de formarem o ácido ascórbico. Só em 1936, o ácido ascórbico foi isolado e identificado. Hoje, é produzido industrialmente.

Um cirurgião inglês, de nome Crandon submeteu-se voluntariamente a uma dieta de 161 dias sem vitamina C. Após 41 dias, a vitamina C já não era mais detectável no seu plasma e dos glóbulos brancos desapareceu em 121 dias. Após 120 dias, surgiu hiperceratose perifolicular e, em 161 dias de dieta, manifestaram-se os sangramentos subcutâneos e percebeu-se que um ferimento parou de cicatrizar.

Sinônimos: ácido ascórbico.

Doses diárias recomendadas: 60 mg

Principais funções: participa na formação de catecolaminas; aumenta a absorção de ferro pelo intestino.

Principais fontes: frutas e verduras frescas.

Manifestações de carência: lesões do colágeno. O escorbuto, um mal clássico dos marinheiros de longo curso, é, hoje em dia, uma doença praticamente desconhecida. Uma manifestação observada nos cabelos que pode sugerir a carência de vitamina C é quando os pelos se tornam crespos nos locais onde antes eram lisos. Vide o histórico acima.

Manifestações de excesso: formação de cálculos de oxalato nos rins. Note-se que a dose diária recomendada é de 60 mg/dia. Alguns produtos comerciais contêm até 2000 mg por comprimido, o que significa a ingestão de 35 ou mais vezes o dose diária recomenda.

O efeito preventivo ou curador de doenças virais, como gripe, a prevenção de câncer, reduzir risco de doença cardíaca e catarata, o aumento das defesas orgânicas, tudo isso não está comprovado como sendo um efeito terapêutico útil da vitamina C.

As chances de obter um benefício para a saúde com o uso de altas doses de vitamina C são bem menores do que as de se conseguir uma doença a mais.

Alimentos ricos em vitamina C:
mamão papaia: 1 unidade de tamanho médio (188 mg vit. C)
brócolis: 1 copo (116 mg vit. C)
suco de laranja: 1 copo (97 mg vit. C)
morangos: 1 copo (84 mg vit. C)
laranja: 1 unidade de umbigo (75 mg)
kiwi: 1 unidade (74 mg)
melão: 1 copo (68 mg)
manga: 1 unidade (57 mg)

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina C - Ácido Ascórbico

(ÁCIDO ASCÓRBICO)

Sinônimos

Ácido ascórbico, vitamina anti-escorbútica.

Principais fontes na natureza

Citrinos, groselhas pretas, pimentão doce, salsa, couve-flor, batatas, batatas doces, bróculos, couves de bruxelas, morangos, goiaba, manga. Dependendo da estação, um copo de tamanho médio de sumo de laranja fresco (i.e. 100g) rende cerca de 15 a 35 mg de vitamina C.

Homem

Os outros primatas e o porco-da-india dependem de fontes externas para cobrir as suas necessidades de vitamina C. A maioria dos outros animais sintetiza o ácido ascórbico no interior do corpo.

Conservação

A vitamina C é sensível ao calor, luz e oxigénio. Nos alimentos pode ser parcialmente ou completamente destruída por um armazenamento longo ou pela sobrecozedura. As batatas, por exemplo, quando armazenadas à temperatura ambiente perdem cerca de 15% do seu conteúdo em vitamina C todos os meses e a cozedura de batatas descascadas destrói outros 30-50% da sua vitamina C.

Principais antagonistas

Várias substâncias químicas às quais o homem está exposto, tais como a poluição aérea, as toxinas industriais, os metais pesados e o fumo do tabaco, bem como vários componentes farmacológicos activos, entre os quais alguns anti-depressivos e diuréticos, podem levar a necessidades acrescidas de vitamina C. Isto é também verdade para certos hábitos como, por exemplo, o consumo de álcool.

Principais sinergistas

A presença de outros anti-oxidantes, tais como a vitamina E e o b-caroteno, apoia a acção protectora anti-oxidante da vitamina C. Outras vitaminas, tais como as do complexo B (particularmente a B6, B12, ácido fólico e ácido pantoténico) e algumas substâncias farmacológicas activas, bem como os compostos que ocorrem na natureza, conhecidos como bioflavonóides, podem ter um efeito de poupança da vitamina C.

Funções

A vitamina C é necessária para a produção de colagénio, a substância do tipo “cimento” intercelular que dá estrutura aos músculos, tecidos vasculares, ossos e cartilagens. A vitamina C também contribui para a saúde dos dentes e gengivas e auxilia na absorção do ferro a partir da dieta. É também necessária para a síntese dos ácidos biliares.

Para além disso, a investigação mostrou o papel da vitamina C em:

síntese de várias hormonas e neuro-transmissores importantes
metabolismo do ácido fólico
função imunitária
função redox/anti-oxidante
nas reacções metabólicas de certos amino-ácidos, em particular na prevenção da formação de nitrosaminas potencialmente carcinogénicas no estômago (devido ao consumo de alimentos contendo nitrite, tais como a carne fumada ou os pickles).

Deficiência marginal

Os primeiros sintomas da deficiência inicial de vitamina C são a fadiga, a lassidão, a perda de apetite, a sonolência e insónia, o sentimento de exaustão, irritabilidade, baixa resistência às infecções e petéquia (pequeno sangramento capilar). Estes sintomas podem, no entanto, indicar outras doenças.

Grupos em risco de deficiência marginal

Entre os grupos de pessoas em risco de fornecer ao corpo quantidades insuficientes de vitamina C de forma a manter um nível óptimo no sangue estão os fumadores, os alcoólicos, os idosos em lares e os pacientes sujeitos a certos medicamentos. As necessidades de vitamina C para os fumadores nos EUA é superior em 40 mg às dos não fumadores.

Deficiência Franca

A deprivação de vitamina C durante um período suficiente de tempo leva ao escorbuto, o qual se caracteriza pelo enfraquecimento das estruturas de colagénio (tecido de ligação das células), resultando no sangramento capilar alargado. O escorbuto infantil causa

malformações ósseas. O sangramento das gengivas e a queda dos dentes são normalmente os primeiros sinais da deficiência clínica. As hemorragias sob a pele causam sensibilidade extrema das extremidades e dores durante o movimento. Se deixada sem tratamento pode seguir-se a gangrena e a morte. Hoje em dia, o escorbuto ocorre com relativa raridade. Para evitar o escorbuto, é considerada suficiente a ingestão diária de 10-15 mg de vitamina C, mas para um funcionamento fisiológico óptimo são necessárias quantidades muito superiores.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada de vitamina C varia de acordo com a idade, sexo, grupo de risco (ver “Grupos de risco”) e com os critérios aplicados nos países individuais. Nos EUA, a DDR para os adultos é actualmente de 60 mg (Conselho Nacional de Investigação), mas esta recomendação varia desde 30 mg no Reino Unido a 100 mg na antiga União Soviética (200 mg para as grávidas). Provas recentes estabelecem a estimativa para as necessidades de manutenção de uma saúde óptima na região dos 100 mg diários.

Suplementos

A vitamina C está disponível em comprimidos convencionais, efervescentes e mastigáveis, comprimidos de libertação temporizada, xaropes, pós, granulados, cápsulas, gotas e ampolas, tanto isoladamente como em preparações de polivitaminicos e minerais.

Utilização terapêutica

Os médicos recomendam que as mulheres grávidas aumentem a sua ingestão de vitamina C em cerca de 30% e durante a lactação é aconselhado um aumento de até 60-70% de forma a garantir as necessidades da mãe, dado que um litro de leite materno contém cerca de 50 mg de vitamina C. Durante um período pós-operativo ou durante a cura de feridas superficiais, os suplementos de vitamina C contribuem para a prevenção de infecções e promove a reparação da pele.

Segurança

Embora tenha sido ingeridas regularmente por várias pessoas quantidades tão altas quanto 6-10g de vitamina C por dia (mais de 100 vezes a DDR), não existem evidências de efeitos colaterais. A suplementação prolongada com doses elevadas pode ter um certo efeito laxativo.

Estudos com porcos-da-índia (uma das espécies de animais apropriadas) e com seres humanos não confirmaram os relatos anedóticos de retorno do escorbuto após a paragem súbita de suplementação prolongada com doses elevadas de vitamina C.

História

O escorbuto é uma das mais antigas doenças conhecidas da humanidade. Existem evidências da sua existência no Antigo Testamento, nos papiros de Ebers e na escrita de Plínio. Durante a Idade Média, o escorbuto era endémico no norte da Europa e no final do sec. XVII tornou-se um problema grave entre os marinheiros nas longas viagens de exploração.

Cerca de 400 a.C. Hipócrates descreve os sintomas do escorbuto.

1747 O médico naval James Lind receita laranjas e limões como uma cura para o escorbuto.

1907 O escorbuto é produzido experimentalmente em porcos-da-india por Holst e Frohlich.

1917 Bioensaio desenvolvido por Chick e Hume para determinar as propriedades anti-escorbúticas dos alimentos.

1930 Dr. Albert Szent-Györgyi demonstra que o ácido hexurónico que ele isolou inicialmente das glândulas supra-renais dos porcos em 1928 é idêntico à vitamina C, a qual ele extrai em grandes quantidades de pimentões doces.

1932 Os esforços independentes de Sir Norman Haworth e do Dr. Glen King estabelecem a estrutura química da vitamina C.

1932 A relação entre a vitamina C e o factor anti-escorbútico é descoberta por Szent-Györgyi e ao mesmo tempo por King e Waugh.

1933 Em Basileia, o Dr.Tadeusz Reichstein sintetiza um ácido ascórbico idêntico à vitamina C natural. Este é o primeiro passo em direcção à produção industrial da vitamina em 1936.

1937 Haworth e Szent-Györgyi recebe o prémio Nobel para a sua investigação sobre a vitamina C.

1970 O Professor Linus Pauling chama a atenção mundial com o seu best-seller controverso “A vitamina C e a constipação”.

1975-79 Estudos experimentais in vitro ilustram as propriedades antioxidantes e de extinção do oxigénio singleto da vitamina C.

1979 Packer e os seus colaboradores observam a interacção de radicais livres da vitamina E e da vitamina C.

1982 Niki demonstra a regeneração da vitamina E pela vitamina C.

1985 As necessidades mundiais de vitamina C estão estimadas em 30.000- 35.000 toneladas por ano.

1988 O Instituto Nacional do Cancro (EUA) reconhece a relação inversa entre a ingestão da vitamina C e as várias formas de cancro e emite indicações para o aumento da vitamina C na dieta.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina C - Ácido Ascórbico

À vitamina C são atribuídas virtudes na luta contra as constipações, apesar deste facto não ser comprovado cientificamente. Com propriedades antioxidantes, é fundamental para a formação de colagénio e aumenta a absorção de ferro.

O que é A vitamina C ou ácido ascórbico é uma vitamina hidrossolúvel, logo, o seu excesso é eliminado pela urina, não se acumula no organismo.Para que se utiliza A vitamina C é vital para a formação de colagénio (proteína necessária para a pele, ossos, cartilagens, dentes e gengivas, e importante na cicatrização de feridas e queimaduras).À vitamina C são atribuídas virtudes na luta contra as constipações, apesar deste facto não ser comprovado cientificamente.

As suas propriedades antioxidantes conferem-lhe poder para reduzir, ou impedir, as lesões que levam a certos cancros e ao próprio envelhecimento.

A vitamina C aumenta a absorção de ferro, em especial dos produtos vegetais.

É necessária para a formação de neurotransmissores: noradrenalina e serotonina.Em que situações deve ser utilizado A vitamina C é vital para a formação de colagénio (proteína necessária para a pele, ossos, cartilagens, dentes e gengivas, e importante na cicatrização de feridas e queimaduras).À vitamina C são atribuídas virtudes na luta contra as constipações, apesar deste facto não ser comprovado cientificamente.

As suas propriedades antioxidantes conferem-lhe poder para reduzir, ou impedir, as lesões que levam a certos cancros e ao próprio envelhecimento.

A vitamina C aumenta a absorção de ferro, em especial dos produtos vegetais.

É necessária para a formação de neurotransmissores: noradrenalina e serotonina.Como se utiliza A vitamina C encontra-se sobretudo nos frutos e legumes frescos. Os mais ricos são: laranja, tangera, tangerina, limão, ananás, goiaba, morango, kiwi, salsa, couves, brócolos, castanha, agrião, grelos, tomate e batata.Que precauções deve ter A vitamina C encontra-se sobretudo nos frutos e legumes frescos. Os mais ricos são: laranja, tangera, tangerina, limão, ananás, goiaba, morango, kiwi, salsa, couves, brócolos, castanha, agrião, grelos, tomate e batata.Quando não deve ser utilizado A vitamina C encontra-se sobretudo nos frutos e legumes frescos. Os mais ricos são: laranja, tangera, tangerina, limão, ananás, goiaba, morango, kiwi, salsa, couves, brócolos, castanha, agrião, grelos, tomate e batata.Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excessoO excesso de vitamina C é expelido na urina sem causar lesões. A longo prazo, megadoses de cerca de 10 g, podem causar diarreia, náuseas, problemas de estômago e formação de pedras nos rins.

Manifestações de carência

Os sintomas de carência de vitamina C são fadiga, perda de apetite, dores nas articulações, gengivas doridas, pele descamada. A cicatrização torna-se mais lenta e verifica-se uma maior propensão para infecções. Nos casos mais graves de deficiência ocorre o escorbuto, hemorragias internas e anemia.Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina C, é:

Crianças: 45 mg.
Homens: 60 mg.
Mulheres: 60 mg.
Grávidas: 70 mg.
Lactantes: 95 mg.

Nota: Os fumantes têm maior necessidade de vitamina C, pelo menos o dobro da dos não fumadores. Precisam de pelo menos 120 mg de vitamina C.O que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina C, é:

Crianças: 45 mg.
Homens: 60 mg.
Mulheres: 60 mg.
Grávidas: 70 mg.
Lactantes: 95 mg.

Nota: Os fumantes têm maior necessidade de vitamina C, pelo menos o dobro da dos não fumadores. Precisam de pelo menos 120 mg de vitamina C.A quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina C, é:

Crianças: 45 mg.
Homens: 60 mg.
Mulheres: 60 mg.
Grávidas: 70 mg.
Lactantes: 95 mg.

Nota: Os fumantes têm maior necessidade de vitamina C, pelo menos o dobro da dos não fumadores. Precisam de pelo menos 120 mg de vitamina C.Perigos durante a gravidez e a amamentação Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council-National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina C, é:

Crianças: 45 mg.
Homens: 60 mg.
Mulheres: 60 mg.
Grávidas: 70 mg.
Lactantes: 95 mg.

Nota: Os fumantes têm maior necessidade de vitamina C, pelo menos o dobro da dos não fumadores. Precisam de pelo menos 120 mg de vitamina C.Como se conserva A vitamina C é muito sensível ao calor, à solubilidade em água, à oxidação e ao armazenamento. Deve, portanto, evitar grandes quantidades de água para cozer os alimentos (o ideal é comê-los crus) e quando o fizer, coza-os no mais curto espaço de tempo possível; evitar a oxidação (tempo de conservação mais reduzido, reduzir o tempo de exposição à luz solar, e fraccionar pouco os alimentos).

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina C - Ácido Ascórbico

Sinonímia: Ascorbato, Ácido ascórbico

Função

Antiescorbútica, previne o escorbuto, facilita a circulação sangüínea, favorece a boa dentição, forma tecido osteóide, auxilia na defesa contra infecções, aumenta a resistência a infecções, protege o sistema vascular, principalmente os capilares, colabora com o ferro na formação da hemoglobina, ajuda na absorção do ferro, auxilia a função glandular, sobretudo na supra-renal, contribui para o desenvolvimento dos ossos, tem papel significativo no tecido conjuntivo, favorece a cicatrização das feridas, queimaduras e gengivas que sangram, proteção e manutenção do colágeno (integridade celular). Antioxidante e anticâncer, fortalece o sistema imunológico.

CLASSIFICAÇÃO

Hidrossolúvel e termolábil.

METABOLISMO

O ácido ascórbico administrado oralmente em altas doses é absorvido na parte superior do intestino delgado, passando para a corrente circulatória e distribuindo-se pelos tecidos em quantidades variáveis, em certas condições, como na diarréia, sua absorção pode ser limitada assim como na esteatorréia, úlcera péptica ou na resserção gátrica.

No sangue, o ácido ascórbico acha-se em maior proporção nos leucócitos, e em muitos casos a sua concentração média pode atingir cerca de 50% de seu valor normal.

No que respeita a sua absorção, o ácido ascórbico é absorvido em quantidades apreciáveis somente no intestino delgado e que o nível de absorção na parte distal é de apenas a metade da secção proximal. Aventa-se que a possível causa dessa diferença resida em uma menor densidade dos elementos de absorção na secção distal assim com uma redução do lúmen intestinal, o que proporcionaria uma redução da área da superfície de absorção devida a uma redução do líquido contido na porção distal do intestino delgado.

As mais altas concentrações encontram-se no córtex supra renal e na hipófise e em menor teor nos músculos e tecido adiposo.

Os principais metabólitos de ácido ascórbico excretados na urina, além do ácido ascórbico inalterado, são o ácido diidroascórbico, o ácido oxálico é o ácido 2,3-dicetogulônico, sendo que seus teores na urina acham-se relacionados com as espécies animais e também com o teor de ácido ascórbico administrado.

DEFICIÊNCIA

Escorbuto, problemas nas gengivas e na pele, muitos dos sintomas da deficiência podem ser explicados por uma deficiência da hidroxilação do colágeno, resultando em tecido conjuntivo defeituoso, fragilidade capilar, hemorragia.

EXCESSO

Nenhuma toxicidade aguda foi observada entretanto, sabe-se que a forma oxidada do ácido ascórbico, o ácido desidroascórbico, é tóxico. Assim doses elevadas de vitamina C poderiam favorecer o acúmulo de ácido desidroascóbico, especialmente em indivíduos que podem Ter uma deficiência no sistema enzimático que reoxida o ácido desidroascórbico. Formação de cálculos de urato, cistina e oxalato (+9g/dia).

Obs.: fumantes, pessoas sob stress, consumidores de álcool e idosos precisam de doses maiores.

FONTES

Couve-flor, fruta-do-conde, limão, laranja, mamão, pimentão, salsa, tangerina, manga, couve, manteiga, caju, tomate, batata, hortaliças de folhas verdes, abacaxi, goiaba, cenoura, nabo, acerola.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

Vitamina C - Ácido Ascórbico

A vitamina C tornou-se popular em virtude do seu papel como antioxidante, com potencial de oferecer proteção contra algumas doenças e contra os aspectos degenerativos do envelhecimento. Mas nem tudo são boas notícias. O excesso de vitamina C pode causar efeitos colaterais, como náuseas e diarréia

O QUE É VITAMINA C?

A vitamina C (também conhecida como ácido ascórbico) é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas complexas necessárias para o funcionamento adequado do organismo. É uma das vitaminas hidrossolúveis, o que significa que seu organismo usa o que necessita e elimina o excesso.

QUAL A QUANTIDADE SUFICIENTE?

Essa é uma pergunta difícil de responder. O Conselho de Alimentos e Nutrição da Academia Nacional de Ciências (The Food and Nutrition Board of the National Academy of Sciences) está revendo as atuais recomendações de ingestão de vitamina C. No número de 21 de abril de 1999 do JAMA (Journal of the American Medical Association), especialistas dos Institutos Nacionais de Saúde (National Institutes of Health) sugerem o aumento das atuais necessidades diárias recomendadas de vitamina C de 60mg para 100-200mg por dia. Eles enfatizam que, sempre que possível, a vitamina C deve ser obtida de frutas e vegetais, e que as pessoas podem ingerir a quantidade recomendada comendo cinco porções de frutas e vegetais por dia.

A vitamina C é encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentão-doce e brócolis. A melhor maneira de se obter a quantidade necessária é por meio de uma alimentação saudável e rica em vitamina C. Uma dieta rica em frutas e vegetais também pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer.

O QUE FAZ A VITAMINA C?

A vitamina C ajuda as células do organismo, incluindo os ossos, os dentes, as gengivas os ligamentos e os vasos sangüíneos, a crescer e permanecer sadias. Também ajuda o organismo a responder à infecção e ao estresse, além de auxiliar a utilização eficiente de ferro. Se o seu organismo não receber quantidades diárias suficientes de vitamina C, você ficará mais propenso a apresentar esquimoses na pele, sangramento nas gengivas, má cicatrização das feridas, perda de dentes, dores nas articulações e infecções.

QUAIS AS SUAS NECESSIDADES?

As NDRs (necessidades diárias recomendadas) de vitamina C para a maioria das pessoas com idade igual ou superior a 15 anos são 60mg por dia. Entre as pessoas que necessitam de maiores quantidades de vitamina C estão as mulheres grávidas (70mg), as lactantes (90 a 95mg) e os fumantes (pelo menos 100mg). Como a vitamina C não pode ser armazenada no organismo, é importante fazer a sua reposição, ingerindo as quantidades diárias recomendadas.

QUANTO MAIS, MELHOR?

Algumas pessoas tomam grandes quantidades de suplementos vitamínicos porque acreditam que podem evitar algumas doenças, como resfriados. Entretanto, essas suposições não foram comprovadas. Ingerir quantidades excessivas de vitamina C (mais do que 100mg por dia, aproximadamente) pode causar náuseas, cólicas estomacais, diarréia e, possivelmente, cálculos renais. Discuta o uso de suplementos vitamínicos com seu médico.

QUAIS OS ALIMENTOS QUE CONTÊM VITAMINA C?

Morangos (uma xícara, cortados) 95mg
Mamão (uma xícara, cubos) 85
Kiwi (um, médio) 75
Laranja (uma, média) 70
Suco de laranja (1/2 xícara) 50
Cantalupo (1/4, médio) 60
Manga (uma xícara, cortada) 45
Grapefruit (1/2 de um médio) 40
Suco de Grapefruit (1/2 xícara) 35
Pimentão vermelho ou verde (1/2 xícara) Cru Cozido 65 50
Brócolis (1/2 xícara, cozido) 60
Couve (uma xícara, cozida) 55
Couve-de-bruxelas (1/2 xícara, cozida) 50
Ervilhas (1/2 xícara, cozidas) Frescas Congeladas 40 20
Batata (uma média, assada) 25

Fonte: www.santalucia.com.br

Vitamina C - Ácido Ascórbico

Amplamente presente nas frutas e hortaliças, a vitamina C é um dos nutrientes mais populares, podendo ser encontrada em produtos industrializados enriquecidos tais como, sucos de frutas, pastilhas, balas e cereais matinais.

Essa fama deve-se aos inúmeros benefícios que esse nutriente proporciona ao organismo, como:

- Estimulação do sistema imunológico, promovendo uma maior resistência às infecções;

- Aumento da absorção de “ferro não-heme” (ferro proveniente de alimentos de origem vegetal como, por exemplo, feijão, espinafre e lentilha);

- Auxílio no processo de cicatrização de feridas, sangramentos de gengivas e pequenos cortes;

- Atuação como antioxidante, neutralizando a ação dos radicais livres que desencadeiam o processo de envelhecimento precoce, além de aumentarem o risco para desenvolvimento de câncer e doenças do coração.

Com tantas vantagens, podemos imaginar que quanto maior o seu consumo, melhor será para o nosso corpo, certo? Errado! Por ser uma substância hidrossolúvel (solúvel em água), o excesso é excretado através da urina.

A vitamina C está presente em grande quantidade nos mais variados alimentos podendo ser facilmente atingida a sua recomendação. Assim, não é indicado o uso de suplementos que, em geral, contém mais de 10 vezes a recomendação diária da vitamina, ou seja, cerca de 1.000 mg ou 1 g em cada pastilha ou tablete.

Recomendações Nutricionais

A quantidade média necessária de vitamina C para homens e mulheres, a partir dos 15 anos, é de 60 miligramas (mg) diárias. No entanto, especialistas do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos (National Research Council) estão revisando essa quantia com objetivo de aumentá-la: o novo valor, em estudo, poderá variar de 100mg até, no máximo, 200 mg por dia para pessoas na faixa etária citada.

Se a nova recomendação for aprovada, essa cota poderá ser facilmente atingida consumindo-se, em média, 1 goiaba ou 2 laranjas-pêra por dia. No caso dos fumantes, recomenda-se que o consumo seja de, no mínimo, 100 miligramas, diariamente.

Fontes de vitamina C

Por ser muito sensível, ela é facilmente destruída tanto pelo calor (durante o cozimento dos alimentos), quanto pelo oxigênio (ar) e luz. As suas melhores fontes são as frutas, as verduras e os legumes crus. Dessa maneira, quando for cozinhar esses alimentos, prepare-os no menor tempo possível, utilizando pouca água e servidos logo após o preparo.

Não se deve cortar ou picar esses alimentos se eles não forem consumidos imediatamente pois, o oxigênio presente no ar tem o poder de oxidar a vitamina C, destruindo-a.

Portanto, guardar suco de laranja ou limonada por muito tempo na geladeira não preserva a quantidade inicial da vitamina. Algumas pessoas têm o hábito de adicionar ao cozimento de vegetais uma pitada de bicarbonato de sódio com a finalidade de melhorar sua coloração.

Essa atitude não é indicada, pois, o bicarbonato colabora para a perda de vitamina C. Seguir uma alimentação balanceada e rica em frutas e hortaliças é a melhor (e mais barata) forma de obtermos os benefícios não só da “famosa” vitamina, mas também, de outros nutrientes tão importantes quanto ela para a manutenção de nossa saúde.

Fonte: www.sitemedico.com.br

Vitamina C - Ácido Ascórbico

Ácido Ascórbico

A vitamina C também chamada de ácido ascórbico melhora a cicatrização de feridas e atua sobre os estados alérgicos, beneficiando o sistema imunológico. Segundo alguns estudos, contribui para prevenir o risco aumentado de displasia e de câncer do colo do útero assim como de câncer de mama, por essas funções é conhecido como um potente antioxidante.

Em altas doses (mais de 6 g) a vitamina C pode causar diarréia e desencadear crises de gota.

As recomendações diárias para uma mulher adulta é de 60 mg/dia.

As principais fontes desta vitamina são as frutas como acerola, laranja e goiaba, pimenta vermelha e verde, suco de grapefruit, melão, papaia, kiwi e couve de bruxela.

Fonte: www.nutrimais.com

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