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Vitamina E

O termo vitamina E cobre oito compostos encontrados na natureza. Quatro deles são chamados tocoferóis e quatro são tocotrienóis, sendo identificados pelos prefixos a-, b-, g- e d. O alfa-tocoferol é o mais comum e o mais activo biologicamente destas formas de ocorrência natural de vitamina E.

O nome tocoferol deriva da palavra grega tocos, que significa nascimento, e pherein, que significa transportar. O nome foi dado para ressaltar o seu papel essencial na reprodução das várias espécies animais. O -ol final identifica a substância como sendo um álcool.

Principais fontes na natureza

O óleos vegetais (amendoim, soja, palma, milho, cártamo, girassol, etc.) e o gérmen de trigo são as fontes mais importante de vitamina E. Fontes secundárias são as nozes, a sementes, grãos inteiros, e os vegetais de folhas verdes. Alguns alimentos básicos, como o leite e os ovos, contêm pequenas quantidades de a-tocoferol.

Para além disso, as margarinas e outros alimentos são fortificados com vitamina E.

Estabilidade

A luz, o oxigénio e o calor, factores prejudiciais ocorrentes em longos períodos de armazenagem e processamento de alimentos, diminuem o conteúdo de vitamina E dos alimentos. Em alguns alimentos tal pode decrescer em até 50% apenas após 2 semanas de armazenamento à temperatura ambiente. A fritura destrói, em grande parte a vitamina E nos óleos de fritar.

Principais antagonistas

Quando ingeridos ao mesmo tempo, o ferro reduz a disponibilidade de vitamina E no organismo, sendo isto especialmente crítico no caso de recém-nascidos anémicos.

As necessidades de vitamina E estão relacionadas com a quantidade de ácidos gordos polinsaturados consumidos na dieta. Quanto mais elevada a quantidade de ácidos gordos polinsaturados, maior a quantidade de vitamina E necessária.

Principais sinergistas

A presença de outros anti-oxidantes, tais como a vitamina C e o beta-caroteno, apoiam a acção anti-oxidante e protectora da vitamina E, sendo o mesmo verdade relativamente ao mineral selénio.

Funções

O papel principal da vitamina E é a protecção dos tecidos do corpo de reações que os danifiquem (perioxidação) as quais surgem a partir de muitos processos metabólicos normais e agentes tóxicos exógenos. Especificamente, a vitamina E:

protege as membranas biológicas, tais como as encontradas nos nervos, músculos e sistema cardiovascular.
ajuda a prolongar a vida dos eritrócitos (glóbulos vermelhos) e
ajuda o organismo a utilizar a vitamina A de forma óptima
A vitamina E tem sido utilizada com sucesso na terapia de:

doenças neuromusculares progressivas nas crianças com disfunções hepáticas ou biliares e em várias de doenças que afectam os bebés prematuros, tais como:
anemia hemolítica
hemorragia intraventricular e
fibroplasia retrolenticular, a qual pode provocar a cegueira.
Existem evidências que indicam que a vitamina E pode ter um papel importante em:

na caludicação intermitente
doenças trombóticas
função imunitária
prevenção do cancro
prevenção de doenças cardiovasculares
protecção das lipoproteínas contra a oxidação
Em estudos em animais, a vitamina E mostrou também ajudar a proteger contra os danos provocados pela poluição ambiental e fumo de cigarros.

Deficiência marginal

Dado que a depleção das reservas tecidulares de vitamina E leva bastante tempo, não há registo de sintomas de deficiência clínica em adultos saudáveis. No entanto, estudos laboratoriais revelaram mudanças bioquímicas, incluindo um tempo de sobrevivência curto dos glóbulos vermelhos, perdas musculares e produção acrescida do pigmento ceroso (pigmento do envelhecimento) em certos tecidos.

Baixos níveis plasmáticos de vitamina E têm sido associados com diversos tipos de doenças sanguíneas genéticas, incluindo a anemia falciforme, talassemia e deficiência G6PD (uma enzima envolvida no desdobramento dos açúcares).

Deficiência franca

Uma deficiência de vitamina E na dieta alimentar é rara. Os sintomas de deficiência são revelados em pacientes com má absorção de gorduras e em recém-nascidos, particularmente em prematuros.

Investigações recentes mostraram que a deficiência em vitamina E, causada por uma variedade de síndromas de má absorção de gorduras, resulta num tipo raro de doença neuromuscular progressiva em crianças e adultos. Os sintomas incluem uma perda de coordenação e equilíbrio e, em casos graves, a perda da capacidade de andar.

Em bebés prematuros, a deficiência em vitamina E está associada com a anemia hemolítica, hemorragia intraventricular e fibroplasia retrolenticular.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada de vitamina E, varia de acordo com a idade e o sexo e com os critérios aplicados em diferentes países. Nos EUA, a DDR para adultos do sexo masculino é actualmente de 20 mg TE (15 IU), de acordo com o Conselho Nacional de Investigação (1989), mas esta recomendação varia desde os 7,5 IU no Brasil, aos 18 IU na Alemanha Ocidental, por exemplo. As recomendações para as grávidas são tão elevadas como 30 IU em certos países.

Suplementos

A vitamina E está disponível em cápsulas de gelatina mole, comprimidos mastigáveis ou efervescentes ou em ampolas e encontra-se em muitos suplementos multivitamínicos.

Utilização terapêutica e profilática

Existem evidências que a vitamina E é eficaz no tratamento da caludicação intermitente e nos sintomas causados pelos síndromas de má absorção das gorduras.

Os investigadores estão a investigar o papel profiláctico da vitamina E na prevenção de doenças cardiovasculares, na protecção contra agentes de poluição exógenos, bem como no fortalecimento da imunidade dos idosos, e na diminuição do risco de cancro e de cataratas.

Segurança

Ensaios clínicos, que utilizaram até 200 vezes a dose de ingestão recomendada pelos EUA para adultos, não mostraram provas consistentes de efeitos adversos da vitamina E. Quando presentes ocasionalmente, os efeitos colaterais desaparecem quando é descontinuada a dose elevada do suplemento. A ingestão elevada de vitamina E pode aumentar o risco de perdas de sangue em pacientes tratados com terapia anticoagulante. Os pacientes tratados com terapia anticoagulante ou naqueles pacientes em espera para cirurgias devem evitar níveis elevados de vitamina E.

Utilização na dermatologia e cosmética

A vitamina E tem sido utilizada topicamente como um agente anti-inflamatório, para realçar a hidratação da pele e para prevenir os danos celulares causados pela luz UV.

Utilização na tecnologia farmacêutica

O tocoferol é utilizado nos produtos farmacêuticos para estabilizar, por exemplo, os componentes aromáticos e os componentes de vitamina A ou provitamina A.

História

A importância da vitamina E nos seres humanos só foi aceite recentemente. Dado que a sua deficiência não se manifesta numa doença de deficiência vitamínica generalizada e bem reconhecida, tal como o escorbuto ou o raquitismo, a ciência apenas começou a reconhecer a importância da vitamina E relativamente tarde.

1911 Hart e os seus colaboradores publicam o primeiro relatório relativo a um "factor de anti-esterilidade" nos animais.

1920 Matthill e Conklin observam anomalias reprodutoras em ratos alimentados com dietas de leite especiais.

1922 A vitamina E é descoberta por Evans e Bishop.

1936 Evans, Emerson, e Emerson, isolam o que vem a ser o alfa-tocoferol na sua forma pura, a partir do óleo de gérmen de trigo.

1938 Fernholz apresenta a formula estrutural da vitamina E, o vencedor de um prémio Nobel, Karrer, sintetiza o dl-alfa-tocoferol.

1945 Dam e os seus colaboradores descobrem peróxidos no tecido gordo de animais, alimentados com dietas pobres em vitamina E. É proposta a primeira teoria da actividade da vitamina E como anti-oxidante.
1962 Tappel propõe que a vitamina E actua como um anti-oxidante in vivo protegendo as células lipídicas dos radicais livres.

1968 O Comité de Alimentação e Nutrição do Conslho Nacional Americano para a Investigação reconhece a vitamina E como um nutriente essencial para os seres humanos.

1974 Fahrenholtz propõe as propriedades de extinção do oxigénio singleto do alfa-tocoferol.


1977 São descritos os síndromas de deficiência em vitamina E nos seres humanos.

1980 Walton e Packer propõem que a vitamina E pode prevenir a geração produtos oxidativos potencialmente carcinogénicos dos ácidos gordos insaturados.

1980 McKay e King sugerem que a vitamina E actua como um anti-oxidante localizado primariamente na membrana celular.

1980s Demonstra-se que a vitamina E é o maior anti-oxidante lipossolúvel que protege as membranas celulares da perioxidação. É demonstrado que a vitamina E estabiliza os radicais livres superóxido e hidróxilo.

1990 É mostrada a eficácia da vitamina E na inibição da oxidação dos LDL.

1990 Kaiser e os seus colaboradores elucidam as propriedades de extinção do oxigénio singleto da vitamina E.

Fonte: www.roche.pt

Vitamina E

Histórico : em 1922, Evans e Bischop observaram que ratas grávidas não conseguiam manter a prenhez na falta de um fator desconhecido. Engravidavam, mas abortavam posteriormente. Também foram observadas alterações nos testículos dos ratos carentes dessa substância, considerada como sendo antiesterilidade, daí vitamina E. Evans isolou a vitamina e em 1936, verificou que se tratava de tocoferóis, num total de oito, sendo o alfatocoferol o mais importante.

Sinônimos: tocoferol. Em verdade são oito substâncias semelhantes reunidas sob o nome de tocoferóis.

Dose diária recomendada: 10 a 30 UI.

Principais funções: inicialmente, era tida como a vitamina da fertilidade sendo indicada para tratar a impotência sexual. Para desilusão de alguns, isso nunca foi comprovado.

Em animais (ratos) a falta de vitamina E provoca alterações neurológicas degenerativas da medula. Em humanos a falta de vitamina E provoca alterações neurológicas como diminuição dos reflexos, diminuição da sensibilidade vibratória, da propriocepção e oftalmoplegia. As dificuldades visuais podem ser agravadas pela retinopatia pigmentar também provocada pela falta de vitamina E.

Não existem provas que demonstrem ser a vitamina E de utilidade no tratamento de distúrbios menstruais, vaginites, alterações de menopausa, toxemia gravídica e dificuldades reprodutivas.

A vitamina E ajuda no tratamento de miopatias necrosantes, mas não é útil no tratamento da distrofia muscular.

Os tocoferóis agem como antioxidantes, protegendo as células dos efeitos nocivos das substâncias tóxicas, principalmente dos radicais ácidos. Atualmente, admite-se que protegem do câncer, da arteriosclerose, das inflamações articulares e das complicações do diabete, por bloquearem as modificações oxidativas das lipoproteínas de baixa densidade. É discutível se doses altas de Vitamina E exerçam algum benefício na prevenção de doenças cardiovasculares. Existem observações em que foram administrados 400 UI/dia de Vitamina E em pacientes portadores de doença isquêmica do coração. Nesse grupo, a incidência de um infarto do miocárdio foi reduzida para a metade, mas a vida média essas pessoas não foi prolongada. Um outro estudo mostrou que, em pacientes submetidos à diálise renal, por serem portadores de insuficiência renal crônica, a incidência de mortes por doença do coração caiu para a metade do esperado quando lhes foi administrada a Vitamina E. Já num estudo realizado na Itália, na mesma situação clínica, não se verificou uma mudança significativa da incidência de doenças cardiovasculares ao lhe administrarem altas doses de Vitamina E. No entanto, o número de mortes por causas cardíacas foi significativamente menor.

Devemos salientar ainda que o efeito dos anti-radicais-livres é obtido principalmente na presença dos flavonóides.

CONCLUSÕES

A curto prazo, em cardiopatas, não existem evidências de benefícios óbvios com a suplementação de Vitamina E. Um benefício, a longo prazo, ainda não está definido.

Quanto aos benefícios na prevenção do câncer os resultados são controversos. Para evitar o câncer de seio não existem evidências que o confirmem. Quanto ao câncer de intestino grosso os resultados são conflitantes. Um grupo que avaliou a associação de Alfa-tocoferol mais Beta caroteno notou uma significativa redução do câncer de próstata e nenhum benefício na prevenção de outras doenças cancerosas. Esse mesmo grupo de investigadores observou que dentre os fumantes houve um aumento significativo de acidentes vasculares cerebrais quando recebiam altas doses de Vitamina A e E.

Existem evidências discretas de que altas doses de Vitamina E associadas ao Ginko biloba tornariam a progressão da doença de Alzheimer mais lenta.

Principais fontes: azeites vegetais, cereais e verduras frescas. O leite de mulher contém vitamina E suficiente para o filho em aleitamento ao peito, ao contrário do leite de vaca.

Manifestações de carência: vide as principais funções descritas acima.

Manifestações de excesso: a vitamina E mesmo em altas doses não é tida como tóxica, mas, se ingerida em excesso, pode, eventualmente, competir na absorção e reduzir a disponibilidade das outras vitaminas lipossolúveis, além do ferro dos alimentos, e, assim, colaborar para o desencadeamento de anemias. Observou-se ainda que altas doses de Vitamina E aceleram a progressão de retinite pigmentosa.

Fonte: www.fisioquality.com.br

Vitamina E

Sinônimos

O termo vitamina E cobre oito compostos encontrados na natureza. Quatro deles são chamados tocoferóis e quatro são tocotrienóis, sendo identificados pelos prefixos a-, b-, g- e d. O alfa-tocoferol é o mais comum e o mais activo biologicamente destas formas de ocorrência natural de vitamina E.

O nome tocoferol deriva da palavra grega tocos, que significa nascimento, e pherein, que significa transportar. O nome foi dado para ressaltar o seu papel essencial na reprodução das várias espécies animais. O –ol final identifica a substância como sendo um álcool.

Principais fontes na natureza

O óleos vegetais (amendoim, soja, palma, milho, cártamo, girassol, etc.) e o gérmen de trigo são as fontes mais importante de vitamina E. Fontes secundárias são as nozes, a sementes, grãos inteiros, e os vegetais de folhas verdes. Alguns alimentos básicos, como o leite e os ovos, contêm pequenas quantidades de a-tocoferol.

Para além disso, as margarinas e outros alimentos são fortificados com vitamina E.

Estabilidade

A luz, o oxigénio e o calor, factores prejudiciais ocorrentes em longos períodos de armazenagem e processamento de alimentos, diminuem o conteúdo de vitamina E dos alimentos. Em alguns alimentos tal pode decrescer em até 50% apenas após 2 semanas de armazenamento à temperatura ambiente. A fritura destrói, em grande parte a vitamina E nos óleos de fritar.

Principais antagonistas

Quando ingeridos ao mesmo tempo, o ferro reduz a disponibilidade de vitamina E no organismo, sendo isto especialmente crítico no caso de recém-nascidos anémicos.

As necessidades de vitamina E estão relacionadas com a quantidade de ácidos gordos polinsaturados consumidos na dieta. Quanto mais elevada a quantidade de ácidos gordos polinsaturados, maior a quantidade de vitamina E necessária.

Principais sinergistas

A presença de outros anti-oxidantes, tais como a vitamina C e o beta-caroteno, apoiam a acção anti-oxidante e protectora da vitamina E, sendo o mesmo verdade relativamente ao mineral selénio.

Funções

O papel principal da vitamina E é a protecção dos tecidos do corpo de reações que os danifiquem (perioxidação) as quais surgem a partir de muitos processos metabólicos normais e agentes tóxicos exógenos. Especificamente, a vitamina E:

protege as membranas biológicas, tais como as encontradas nos nervos, músculos e sistema cardiovascular.

ajuda a prolongar a vida dos eritrócitos (glóbulos vermelhos) e
ajuda o organismo a utilizar a vitamina A de forma óptima
A vitamina E tem sido utilizada com sucesso na terapia de:

doenças neuromusculares progressivas nas crianças com disfunções hepáticas ou biliares e em várias de doenças que afectam os bebés prematuros, tais como:

anemia hemolítica
hemorragia intraventricular e
fibroplasia retrolenticular, a qual pode provocar a cegueira.
Existem evidências que indicam que a vitamina E pode ter um papel importante em:

na caludicação intermitente
doenças trombóticas
função imunitária
prevenção do cancro
prevenção de doenças cardiovasculares
protecção das lipoproteínas contra a oxidação
Em estudos em animais, a vitamina E mostrou também ajudar a proteger contra os danos provocados pela poluição ambiental e fumo de cigarros.

Deficiência marginal

Dado que a depleção das reservas tecidulares de vitamina E leva bastante tempo, não há registo de sintomas de deficiência clínica em adultos saudáveis. No entanto, estudos laboratoriais revelaram mudanças bioquímicas, incluindo um tempo de sobrevivência curto dos glóbulos vermelhos, perdas musculares e produção acrescida do pigmento ceroso (pigmento do envelhecimento) em certos tecidos.

Baixos níveis plasmáticos de vitamina E têm sido associados com diversos tipos de doenças sanguíneas genéticas, incluindo a anemia falciforme, talassemia e deficiência G6PD (uma enzima envolvida no desdobramento dos açúcares).

Deficiência franca

Uma deficiência de vitamina E na dieta alimentar é rara. Os sintomas de deficiência são revelados em pacientes com má absorção de gorduras e em recém-nascidos, particularmente em prematuros.

Investigações recentes mostraram que a deficiência em vitamina E, causada por uma variedade de síndromas de má absorção de gorduras, resulta num tipo raro de doença neuromuscular progressiva em crianças e adultos. Os sintomas incluem uma perda de coordenação e equilíbrio e, em casos graves, a perda da capacidade de andar.

Em bebés prematuros, a deficiência em vitamina E está associada com a anemia hemolítica, hemorragia intraventricular e fibroplasia retrolenticular.

Dose Diária Recomendada (DDR)

A ingestão diária recomendada de vitamina E, varia de acordo com a idade e o sexo e com os critérios aplicados em diferentes países. Nos EUA, a DDR para adultos do sexo masculino é actualmente de 20 mg TE (15 IU), de acordo com o Conselho Nacional de Investigação (1989), mas esta recomendação varia desde os 7,5 IU no Brasil, aos 18 IU na Alemanha Ocidental, por exemplo. As recomendações para as grávidas são tão elevadas como 30 IU em certos países.

Suplementos

A vitamina E está disponível em cápsulas de gelatina mole, comprimidos mastigáveis ou efervescentes ou em ampolas e encontra-se em muitos suplementos multivitamínicos.

Utilização terapêutica e profilática

Existem evidências que a vitamina E é eficaz no tratamento da caludicação intermitente e nos sintomas causados pelos síndromas de má absorção das gorduras.

Os investigadores estão a investigar o papel profiláctico da vitamina E na prevenção de doenças cardiovasculares, na protecção contra agentes de poluição exógenos, bem como no fortalecimento da imunidade dos idosos, e na diminuição do risco de cancro e de cataratas.

Segurança

Ensaios clínicos, que utilizaram até 200 vezes a dose de ingestão recomendada pelos EUA para adultos, não mostraram provas consistentes de efeitos adversos da vitamina E. Quando presentes ocasionalmente, os efeitos colaterais desaparecem quando é descontinuada a dose elevada do suplemento. A ingestão elevada de vitamina E pode aumentar o risco de perdas de sangue em pacientes tratados com terapia anticoagulante. Os pacientes tratados com terapia anticoagulante ou naqueles pacientes em espera para cirurgias devem evitar níveis elevados de vitamina E.

Utilização na dermatologia e cosmética

A vitamina E tem sido utilizada topicamente como um agente anti-inflamatório, para realçar a hidratação da pele e para prevenir os danos celulares causados pela luz UV.

Utilização na tecnologia farmacêutica
O tocoferol é utilizado nos produtos farmacêuticos para estabilizar, por exemplo, os componentes aromáticos e os componentes de vitamina A ou provitamina A.

História

A importância da vitamina E nos seres humanos só foi aceite recentemente. Dado que a sua deficiência não se manifesta numa doença de deficiência vitamínica generalizada e bem reconhecida, tal como o escorbuto ou o raquitismo, a ciência apenas começou a reconhecer a importância da vitamina E relativamente tarde.

1911 Hart e os seus colaboradores publicam o primeiro relatório relativo a um “factor de anti-esterilidade” nos animais.

1920 Matthill e Conklin observam anomalias reprodutoras em ratos alimentados com dietas de leite especiais.

1922 A vitamina E é descoberta por Evans e Bishop.

1936 Evans, Emerson, e Emerson, isolam o que vem a ser o alfa-tocoferol na sua forma pura, a partir do óleo de gérmen de trigo.

1938 Fernholz apresenta a formula estrutural da vitamina E, o vencedor de um prémio Nobel, Karrer, sintetiza o dl-alfa-tocoferol.

1945 Dam e os seus colaboradores descobrem peróxidos no tecido gordo de animais, alimentados com dietas pobres em vitamina E. É proposta a primeira teoria da actividade da vitamina E como anti-oxidante.
1962 Tappel propõe que a vitamina E actua como um anti-oxidante in vivo protegendo as células lipídicas dos radicais livres.

1968 O Comité de Alimentação e Nutrição do Conslho Nacional Americano para a Investigação reconhece a vitamina E como um nutriente essencial para os seres humanos.

1974 Fahrenholtz propõe as propriedades de extinção do oxigénio singleto do alfa-tocoferol.

1977 São descritos os síndromas de deficiência em vitamina E nos seres humanos.

1980 Walton e Packer propõem que a vitamina E pode prevenir a geração produtos oxidativos potencialmente carcinogénicos dos ácidos gordos insaturados.

1980 McKay e King sugerem que a vitamina E actua como um anti-oxidante localizado primariamente na membrana celular.

1980s Demonstra-se que a vitamina E é o maior anti-oxidante lipossolúvel que protege as membranas celulares da perioxidação. É demonstrado que a vitamina E estabiliza os radicais livres superóxido e hidróxilo.

1990 É mostrada a eficácia da vitamina E na inibição da oxidação dos LDL.

1990 Kaiser e os seus colaboradores elucidam as propriedades de extinção do oxigénio singleto da vitamina E.

Fonte: www.vitaminas.bayer.pt

Vitamina E

A vitamina E tem uma poderosa acção antioxidante na luta contra os radicais livres. Pensa-se que pode prevenir certas formas de cancros. Tem uma comprovada acção preventiva da aterosclerose.

O que é A vitamina E (ou tocoferol) é uma vitamina lipossolúvel, que se armazena no tecido adiposo.Para que se utiliza A vitamina E evita a oxidação dos ácidos gordos poliinsaturados presentes nas membranas celulares. Actua como antioxidante, ao quebrar a cadeia de reacções dos radicais livres. Tem um papel importante na prevenção de aterosclerose, acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas e em certas formas de cancro. A vitamina E actua sinergicamente com o selénio.Em que situações deve ser utilizado A vitamina E evita a oxidação dos ácidos gordos poliinsaturados presentes nas membranas celulares. Actua como antioxidante, ao quebrar a cadeia de reacções dos radicais livres. Tem um papel importante na prevenção de aterosclerose, acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas e em certas formas de cancro. A vitamina E actua sinergicamente com o selénio.Como se utiliza A vitamina E encontra-se nos óleos de milho, de semente de algodão, de soja, no azeite, gérmen de trigo, sementes de girassol, soja, frutos secos (amêndoa, caju, nozes, etc.), fígado de vaca e gema de ovo.Que precauções deve ter A vitamina E encontra-se nos óleos de milho, de semente de algodão, de soja, no azeite, gérmen de trigo, sementes de girassol, soja, frutos secos (amêndoa, caju, nozes, etc.), fígado de vaca e gema de ovo.Quando não deve ser utilizado A vitamina E encontra-se nos óleos de milho, de semente de algodão, de soja, no azeite, gérmen de trigo, sementes de girassol, soja, frutos secos (amêndoa, caju, nozes, etc.), fígado de vaca e gema de ovo.Que problemas podem surgir com a sua utilização Manifestações de excesso A vitamina E tem uma baixa toxicidade. Começa a provocar intolerância digestiva com doses superiores a 1500 mg.

Excesso de vitamina E provoca deficiência de vitamina K, o que se traduz por uma exacerbação do defeito de coagulação.

Manifestações de carência

Os casos de carência de vitamina

E são raros e manifestam-se sobretudo em bebés prematuros e em pessoas incapazes de absorver gordura. Os sintomas são anemia hemolítica e lesão dos nervos.

Modo e quantidade de administração Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina E, é:

Crianças: 7 mg.
Homens: 10 mg.
Mulheres: 8 mg.
Grávidas: 10 mg.
Lactantes: 12 mg.

As necessidades de vitamina

E crescem com o aumento do consumo de gorduras poliinsaturadas.

O que fazer em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina E, é:

Crianças: 7 mg.
Homens: 10 mg.
Mulheres: 8 mg.
Grávidas: 10 mg.
Lactantes: 12 mg.

As necessidades de vitamina E crescem com o aumento do consumo de gorduras poliinsaturadas.

A quem se dirigir em caso de utilização excessiva Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina E, é:

Crianças: 7 mg.
Homens: 10 mg.
Mulheres: 8 mg.
Grávidas: 10 mg.
Lactantes: 12 mg.

As necessidades de vitamina E crescem com o aumento do consumo de gorduras poliinsaturadas.

Perigos durante a gravidez e a amamentação Segundo o «Food and Nutrition Board» (National Research Council- National Academy of Sciences, 1989), a quantidade diária recomendada de vitamina E, é:

Crianças: 7 mg.
Homens: 10 mg.
Mulheres: 8 mg.
Grávidas: 10 mg.
Lactantes: 12 mg.

As necessidades de vitamina E crescem com o aumento do consumo de gorduras poliinsaturadas.

Fonte: www.millenniumbcp.pt

Vitamina E

Sinonímia: tocoferol, “ vitamina da fertilidade”

Função

Antiesterilidade, garantir o bom funcionamento dos órgãos genitais do homem e da mulher, auxilia a fertilidade, garantir melhor aproveitamento dos alimentos. Antioxidante, favorece o metabolismo muscular, previne danos à membrana celular, ao inibir a peroxidação lipídica e sua deficiência afeta os processos de recuperação. A vitamina E evita a peroxidação de ácidos graxos poliinsaturados que ocorrem em membranas por todo o corpo. Regenera tecidos. Sua ação antioxidante ajuda a combater os radicais livres. Ajuda na circulação e aumenta os glóbulos vermelhos. Importante para a pele, órgãos reprodutores e músculos. Previne doenças cardiovasculares.

CLASSIFICAÇÃO

Lipossolúvel.

METABOLISMO

O tocoferol administrado oralmente é absorvido pelo trato intestinal por um mecanismo provavelmente semelhante ao das outras vitaminas lipossolúveis no teor de 50% a 85%, sendo a bile essencial à sua absorção. É transportado no plasma como tocoferol livre unido à beta e lipoproteínas, sendo rapidamente distribuído nos tecidos. Armazena-se no tecido adiposo, sendo mobilizado com a gordura administrado em teores elevados é lentamente excretado pela bile e o restante é eliminado pela urina como glicorunídeos do ácido tocoferônico, sendo que outros metabólicos são também eliminados pelas fezes o alfa-tocoferol é considerado como forma de vitamina E genuína, mas o acetato e o succinado são usados face a grande estabilidade à oxidação, ambos os ésteres sofrem hidrólise no tubo gastrintestinal para liberar a forma ativa, quando dada pela via oral. Após administração de grandes doses de tocoferol, a urina humana elimina diversos metabólitos.

SINAIS DE DEFICIÊNCIA

A deficiência de vitamina E resulta na degeneração das colunas posteriores da medula e de células nervosas das raízes dos gânglios dorsais (degeneração neural seletiva). A vitamina E é a menos tóxica das vitaminas lipossolúveis. Perturbações nos órgão genitais do homem e da mulher (atrofia testicular), reabsorção fetal, anormalidade embrionária. Mau aproveitamento dos alimentos no organismo. Atrasos de crescimento, anemia, lentidão mental, destruição das células vermelhas do sangue, músculos lassos, fragilidade muscular, deposição ceróide no músculo liso, distrofia muscular, creatinúria, hemólise, sintomas de envelhecimento, desordens da probrombina do sangue. Encefalomalácia e necrose hepática. Interrupção da espermatogênese, abortamento.

Anticoncepcionais, óleos minerais, álcool, poluição do ar e água clorada podem causar deficiência de vitamina E no organismo.

EXCESSO

Está em estudo se superdoses de vitamina E podem prevenir doenças do coração, câncer, mal de Parkinson, cataratas e se ajudam na recuperação pós-infarto. Efeito coagulante e prolongamento do tempo de coagulação sangüínea.

FONTES

Verduras de folhas (alface), espinafre, agrião, óleos vegetais (de algodão, milho, azeite de dendê), ovos, germe de trigo, semente de girassol, algodão e soja, óleo de semente de açafrão, óleo de soja, azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim, óleo de coco, gergelim e linhaça. Óleo de fígado e peja possuem quantidade insignificante de vitamina E. Azeite de oliva, banana, couve, manteiga, nozes, carnes, amendoim. Óleo de coco, amendoim, gergelim e linhaça.

Fonte: vitaminas.netsaber.com.br

Vitamina E

Tocoferol

A vitamina E é dividida em 8 compostos sendo que o mais importante é o alfa-tocoferol. Ela é lipossolúvel e chamada também de antiesterilidade por sua principal função estar relacionada à reprodução.

Sua absorção acontece no intestino delgado e necessita de ácido biliar e lipoproteínas, ou seja um transportador para as gorduras e vitaminas lipossolúveis chamado de Quilo Mícron (QM). A partir do QM atravessam o sistema linfático e caem na circulação sangüínea onde, a partir deste momento, a vitamina E será levada para seus tecidos de armazenamento: fígado, tecido adiposo e músculo esquelético, principalmente nas glândulas adrenais e pituitária, ovários, células vermelhas e placenta. A sua excreção se dá pelas fezes assim como todas as vitaminas lipossolúveis.

Suas principais funções são:

É essencial à implantação e desenvolvimento da placenta;

Ser antioxidante, ou seja, se liga aos radicais livres produzidos pela peroxidação dos ácidos graxos poliinsturados ou saturados e converte estes compostos em compostos inofensivos ao organismo, impedindo o envelhecimento e aparecimento de tumores. Tudo isto tem o efeito de diminuir o colesterol depositado nas artérias;

Também é antioxidante da vitamina A, e também tem efeito sinergista na presença de outro antioxidante como a vitamina C e o beta caroteno;

Previne necrose do fígado originada através dos alimentos;

Diminui risco de doenças cardiovasculares, catarata, Alzheimer, Parkinson e outras;

Anti-agregante plaquetário, isto é, inibe adesão de coágulos nas paredes das artérias;

Reforça sistema imunológico;

Ajuda a prolongar a vida das células sanguíneas;

Potencializa ação do metal selênio, porém diminui biodisponibilidade do ferro em crianças.

Esta vitamina pode ser encontrada nos óleos vegetais, leguminosas (feijões, soja), nas nozes, amêndoas e nos grãos integrais, está presente nos vegetais folhosos e tomate.

Sua carência pode causar distrofia muscular no sistema vascular, no Sistema Nervoso Central e esterilidade nos ratos. Nas fêmeas pode ocorrer anormalidades na gestação, provocando morte fetal.

Necessidades diárias: 10-30mg/dia em períodos da vida fetal, lactação e recém-nascidos. Para as outras idades, a quantidade recomendada de vitamina E é muito relacionada aos ácidos graxos poliinsaturados consumidos por dia.

Fonte: www.nutrimais.com

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