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Quarto de Milha

 

Nome em inglês: Quarter Horse
Origem: Séculos XVIII – XIX – Estados Unidos
Temperamento: Linfático (warnblood)
Pelagem: As básicas.
Uso: Sela, lida, corridas e hipismo rural
Influências: Produto de cruza do Mustang com o PSI, descende do Andaluz também, ou seja, possui sangue Berbere e Árabe em todas as suas origens.
Altura: entre 1,50 e 1,60 m

Quarto de Milha

O quarto de milha é o primeiro de todos os cavalos americanos de raça, é tido como “o mais popular do mundo”.

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Mais de três milhões estão registrados na American Quarter Horse Association, fundada em Fort Worth em 1941.

Usualmente é harmoniosoamente troncudo, emsmo quando especializado em corridas. A cabeçaé ampla com orelhas pequenas e focinho estreito, após ganachas bastante largas. Não é recomendável que tenha a cernelha proeminente.

Sua grande característica é a potência dos quartos traseiros, como glúteos fortemente desenvolvidos sobre a garupa. Esta raça foi desenvolvida pelos norte-americanos para a lida nos tempos da colonização e que se tornou excelente carreirista para distâncias curtas além da inteligência e destreza para provas funcionais.

A origem do seu nome – Quarto de Milha – vem do fato dos vaqueiros, no término do seu trabalho, iam divertir-se sempre nas pequenas cidades e organizavam corridas de cavalo pelas ruas principais, que, naquele tempo, tinham em média dois quarteirões, isto é, uns 400 m de comprimento…

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Na realidade, a musculatura do animal é própria para uma violenta explosão de velocidade, mas por pouca duração,sendo adequada ou para as corridas curtas ou para a agilidade e equilíbrio demonstrados em provas de balizas e tambores.

Fonte: www.saudeanimal.com.br

Quarto de Milha

A raça Quarto de Milha foi a primeira a ser desenvolvida na América, por volta do ano de 1600. Os primeiros animais que a originaram foram trazidos da Arábia e Turquia à América do Norte pelos exploradores e comerciantes espanhóis.

Os garanhões escolhidos eram cruzados com éguas que vieram da Inglaterra, em 1611. O cruzamento produziu cavalos compactos, com músculos fortes, podendo correr distâncias curtas mais rapidamente do que nenhuma outra raça.

Com a lida no campo, na desbravação do Oeste Norte-americano, o cavalo foi se especializando no trabalho com o gado, puxando carroças, levando crianças à escola.

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Nos finais de semana, os colonizadores divertiam-se, promovendo corridas nas ruas das vilas e pelas estradas dos campos, perto das plantações, com distâncias de um quarto de milha (402 metros), originando o nome do cavalo.

Com o passar do tempo, essa mania virou parte integrante na vida dos criadores.

Preocupados com a preservação da raça, registros e dados dos cavalos, um grupo de criadores norte-americanos e da República Mexicana resolveram fundar, em 15 de março de 1940, a American Quarter Horse Association (AQHA), em College Station, Texas.

No ano seguinte, foi registrado o primeiro eqüino pela associação norte-americana: Wimpy (Solis x Panda), nascido na King Ranch (Kingsville, Texas) em 1937, morrendo em agosto de 1959

A Origem da Raça

Wimpy, precursor da raça

No ano de 1946, a AQHA se transferiu para Amarillo, Texas, onde se encontra até hoje, tornando-se a maior associação de criadores do mundo, com cerca de 305 mil sócios e mais de 2,96 milhões de cavalos registrados

Quarto de Milha no Brasil

Tudo começou em 1955, quando a Swift-King Ranch (SKR) importou seis animais dos Estados Unidos para o Brasil. Entre eles, veio Saltilo Jr, com a finalidade de melhorar os animais das fazendas que a empresa possuía no Estado de São Paulo.

Posteriormente, a SKR importou mais seis animais, com a mesma finalidade, sempre de sua matriz norte-americana, a famosa King Ranch, no Texas, a maior fazenda dos EUA.

À medida que vários pecuaristas, banqueiros e homens de negócios tiveram a oportunidade de conhecer os animais Quarto de Milha, começaram a pressionar a SKR para que lhes vendessem alguns exemplares.

A companhia atendeu a poucos criadores, vendendo um número reduzido de potros. Entre os primeiros compradores, estavam Washington Junqueira Franco, Carlos Eduardo Quartim Barbosa, José Oswaldo Junqueira e Francisco Carlos Furquim Correia, de Araçatuba (SP), o grande divulgador inicial da raça.

A pressão dos interessados aumentou muito junto à SKR. Até que, em maio de 1968,em Presidente Prudente, a Companhia realizou seu primeiro leilão, levando a remate, sob o martelo de Trajano Silva, quatro potros puros e sete mestiços.

Os puros leiloados foram: Clarim Brasil, Barravento, Comandante Brasil e Cacareco Brasil, adquiridos respectivamente por Francisco C. Furquim Correia, José Macário Perez Pria, Roberto Reichert e Heraldo Pessoa.

O remate foi um sucesso e o marco inicial da disseminação da raça no Brasil.

Em 15 de agosto de 1969, foi fundada a Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), no Parque da Água Branca, em São Paulo, mas a sede foi transferida para Bauru, no escritório de Heraldo Pessoa, sendo o primeiro presidente José Eugenio Resende Barbosa.

O primeiro animal registrado na ABQM foi Caracolito, nascido em 10 de março de 1957, no Texas (EUA), filho de Caracol, por Wimpy.

Importado pela Swift King Ranch, serviu 9 éguas na temporada e 139 em toda a sua vida reprodutiva, gerando produtos puros e mestiços, morrendo em 17 de setembro de 1974.

Fonte: www.acrimat.com.br

Quarto de Milha

Quarto de Milha
Wimpy, o cavalo americano
precursor da raça

Os garanhões escolhidos eram cruzados com éguas que vieram da Inglaterra, em 1611. Os cruzamentos produziram cavalos compactos, com músculos fortes, podendo correr distâncias curtas mais rapidamente do que nenhuma outra raça.

Com a lida no campo, no desbravamento do Oeste Norte-Americano, o cavalo foi se especializando no trabalho com o gado. Nos finais de semana, os colonizadores divertiam-se, promovendo corridas nas ruas das vilas e pelas estradas dos campos, perto das plantações, com distância de um Quarto de Milha (402 metros), originando o nome do cavalo.

Foi fundada em 15 de março de 1940, a American Quarter Horse Association (AQHA), em College Station, Texas.

Em 1946, a AQHA se transferiu para Amarillo, Texas, onde se encontra até hoje, tornando-se a maior associação de criadores do mundo, com cerca de 338 mil sócios e mais de 4,2 milhões de cavalos registrados, divididos em 43 países, representando 52% dos eqüinos em todo o mundo.

Padrão Racial Quarto de Milha

Quarto de Milha

APARÊNCIA – de força e tranquilidade. Quando não trabalhando, deve conservar-se calmo, mantendo a própria força sob controle. Na posição parado, mantém-se reunido, com os posteriores sob a massa, apoiando nos quatro pés, podendo partir rapidamente em qualquer direção.

PELAGEM – admite-se que a pelagem do Quarto de Milha possa ser alazã, alazã tostada, baia, baia amarilha ou palomina, castanha, rosilha, tordilha, lobuna, preta e zaina. Não serão admitidos, para registro, animais pampas, pintados e brancos, em todas as suas variedades.

ANDAMENTO – harmonioso, em reta, natural, baixo. O pé é levantado livremente e recolocado de uma só vez no solo, constituindo-se no trote de campo.

ALTURA – são cavalos cuja altura é, em média, de 1,50 m. São robustos e muito musculados.

PESO – 500 quilogramas, em média.

CABEÇA – pequena e leve. Em posição normal, deve-se ligar ao pescoço em ângulo de 45º. Perfill anterior reto.

FACES – cheias, grandes, muito musculosas, redondas e chatas, vistas de lado; discretamente convexas e abertas de dentro para fora, vista de frente, o que proporciona ganachas bem mais largas que a garganta. Desta forma, a flexão da cabeça é muito acentuada, permitindo grande obediência às rédeas.

FRONTE – ampla.

ORELHAS – pequenas, alertas, bem distanciadas entre si.

OLHOS – grandes e, devido ao fato de a testa ser larga, bem afastados entre si permitindo um amplo campo visual, tanto para a frente como para trás, ao mesmo tempo, com o mesmo olho.

NARINAS – grandes.

BOCA – pouco profunda, permitindo grande sensibilidade às embocaduras.

FOCINHO – pequeno.

PESCOÇO – comprimento médio. Deve inserir-se no tronco em ângulo de 45º porém, bem destacado do mesmo. Somente a JUNÇÃO entre o pescoço e a cernelha deve ser gradual.

O BORDO INFERIOR – do pescoço é comparativamente reto e deve destacar-se nitidamente do tronco assegurando flexibilidade.

O BORDO SUPERIOR – é reto, quando o cavalo está com a cabeça na posição normal.

GARGANTA – estreita, permitindo grande obediência às rédeas.

MUSCULATURA – bem pronunciada, tanto vista de lado, como de cima. As fêmeas têm pescoço proporcionalmente mais longo, garganta mais estreita e desenvolvimento muscular menor. O Quarto de Milha, quando em trabalho, mantém a cabeça baixa, podendo, assim, usá-la melhor e permitindo ao cavaleiro uma perfeita visão sobre ela.

TRONCO – da cernelha ao lombo deve ser curto e bem musculado: Não “selado” especialmente nos animais de lida. Isto permite mudanças rápidas de direção e grande resistência ao peso do cavaleiro e arreamentos. De perfil, é aceitável o declive gradual de 5º a 8º da garupa à base da cernelha. O vértice da cernelha e a junção do lombo com a garupa devem estar aproximadamente no mesmo nível.

CERNELHA – bem definida, de altura e espessura médias.

DORSO – bem musculado ao lado das vértebras e, visto de perfil, com muita discreta inclinação de trás para frente. Tendo aparência semi-chata, o arreamento comum deve cobrir toda essa área.

LOMBO – curto, com musculatura acentuadamente forte.

GARUPA – longa, discretamente inclinada, para permitir ao animal manter os posteriores normalmente embaixo da massa (engajamento natural).

PEITO – profundo e amplo. O peito visto de perfil, deve ultrapassar nitidamente a linha dos antebraços, estreitando-se porém, no ponto superior da curvatura, de forma a diferenciar-se nitidamente do pescoço. Vista de frente, a interaxila tem forma de “V” invertido, devido à desenvolvida musculatura dos braços e antebraços.

TÓRAX – amplo, com costelas largas, próximas, inclinadas, elásticas. O cilhadouro deve ser bem mais baixo que o codilho.

Membros Anteriores

ESPÁDUA – deve ter ângulo de aproximadamente 45º , denotado, equilíbrio e permitindo a absorção dos choques transmitidos pelos membros.

BRAÇOS – musculosos, interna e externamente.

ANTEBRAÇOS – o prolongamento da musculatura interna dos braços proporciona ao bordo inferior do peito, quando visto de frente, a forma de “V” invertido, dando ao cavalo a aparência atlética e saudável. Externamente, a musculatura do antebraço também é pronunciada. O comprimento do antebraço é um terço a um quarto maior que a canela.

JOELHOS – vistos de frente são cheios, grandes e redondos; vistos de perfil, retos e sem desvios.

CANELAS – não muito curtas. Vistas de lado, são chatas, seguindo o prumo do joelho ao boleto; vista de frente, igualmente sem desvios.

QUARTELAS – de comprimento médio, limpas, em ângulo de 45º, idêntico a da espádua, e continuam pelos cascos com a mesma inclinação.

CASCOS – de tamanho médio, formato aproximadamente semi-circular, com talões bem afastados, sem desvios.

Membros Posteriores

COXAS – longas, largas, planas, poderosas, bem conformadas, fortemente musculadas, mais largas que a garupa.

SOLDRA – recoberta por musculatura bem destacada, poderosa.

PERNAS – muito musculosas. Essencialmente importante é o desenvolvimento muscular homogêneo, tanto interna, quanto externamente.

JARRETES – baixos. Por trás, são largos, limpos, aprumados; de perfil, largos, poderosos, estendendo-se em retaaté os boletos.

CANELAS – mais largas, discretamente mais longas e mais grossas que as anteriores. De lado, são chatas. São convenientes canelas mais curtas, tornando o jarrete mais próximo do solo, permitindo voltas rápidas e paradas curtas.

Fonte: www.abqm.com.br

Quarto de Milha

Quarto de Milha

O MAIS VERSÁTIL

Primeira raça desenvolvida nas Américas, o Quarto de Milha é típico do oeste americano. Surgiu no início de 1600, resultado do cruzamento de animais da Arábia e Turquia. Destaque para sua habilidade em lidar com o gado.

Características

Bem definido, compacto e musculoso, é um animal ágil e veloz para atividades em pequenas distâncias. Nenhum outro animal o supera em ¼ de milha. Apesar de sua força e habilidade, é muito dócil e confiável.

Utilização

Muito usado no campo, se destaca em provas funcionais que exigem agilidade e/ou velocidade, tais como: tambor e baliza, vaquejada, laço, rédeas, apartação, corridas, working cow horse, team penning, entre outras.

No Brasil

O primeiro cavalo a chegar foi importado da famosa King Ranch do Texas, maior fazenda dos EUA. No Brasil são mais de 285 mil cavalos registrados e divididos entre 39 mil criadores e proprietários.

Fonte: www.mercadodecavalos.com.br

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