Breaking News
210-060 vce 70-412 vceMicrosoft Real Exam Questions - 100% Free VCE Files 700-501 vce 70-417 vce 200-125 exam Cisco CCENT/CCNA ICND1 100-105 exam Training 210-260 exam 300-075 exam 300-070 exam 200-105 exam 300-101 exam Pass CISCO 300-115 exam - test questions 200-310 exam SY0-401 exam 400-101 exam EX200 exam Cisco CCNP Security 300-207 exam SITCS EX300 exam 400-051 exam 200-355 exam 300-320 exam Download 3I0-012 exam PDF Questions Answers 070-463 exam 300-206 exam 640-916 exam Exam Ref 70-697 exam Configuring Windows 210-451 exam 1Y0-201 exam 070-346 exam 100% Pass Guarantee of Your 640-911 exam
Home / Arte / Dança de Salão

Dança de Salão

 

 

É uma das formas mais tradicionais de se dançar. Tem sua origem nas gafieiras e ganhou bastante divulgação no final da década de 80 quando começou a ser mais divulgada pela televisão em tramas de novelas e programas de auditório.

A Dança de Salão, no seu formato original é composta por três ritmos principais:

O Samba que mantém algumas características do samba de gafieira e incorporou novos estilos e figuras podendo ser dançado em pagodes, bossa nova ou samba rock.

O Bolero que é mais tranqüilo, também recebeu um novo formato com mais giros e pode ser dançado também em músicas atuais como MPB e baladas.

O Soltinho que é um gênero muito divertido e é a mistura de alguns ritmos como swing, fox e outros, também pode ser praticado em uma grande variedade de estilos musicais.

É uma ótima combinação para quem deseja começar a dançar

Fonte: www.dancemais.com.br

Dança de Salão

História e Características

dança de salão se refere a um conjunto de danças entre parceiros, que são apreciados tanto como recreação social como em competições em todo o mundo. Devido ao seu desempenho e os aspectos de entretenimento, a dança de salão também é amplamente apreciada no palco, cinema e televisão.

A dança de salão pode referir-se para quase qualquer tipo de dança entre parceiros. No entanto, nos tempos modernos, o termo passou a ser de âmbito mais restrito. Ela normalmente se refere a um padrão internacional de estilo de danças.

Estes estilos foram desenvolvidos na Inglaterra, e são regulados pelo Conselho Mundial da Dança (WDC). Há também uma série de danças históricas, e as danças locais ou nacionais, que podem ser dançadas nos salões.

Definições e História

Em tempos passados, a dança de salão estava mais para os privilegiados, deixando as danças folclóricas para as classes mais baixas. Esses limites, desde então, se confundem, e devem ser observados mesmo em tempos idos, quando vários bailes eram compostos exclusivamente por danças folclóricas.

A definição de dança de salão também depende da época: minueto, quadrilha, Polonaise, Pas de Gras, Mazurka, e outras danças populares são agora consideradas danças históricas.

Elementos de competição

Em competições, os dançarinos são julgados por diversos critérios, tais como equilíbrio, o domínio do quadro a apresentar, postura, musicalidade e expressão, o tempo, o alinhamento do corpo e forma e apresentação. Julgar desempenho em um esporte orientado é, inevitavelmente, de natureza subjetiva, polêmica e reclamações por parte dos concorrentes aos julgadores não são incomuns.

Danças

Nos Estados Unidos e Canadá, o estilo americano, também existe. A técnica de dança utilizada para ambos os estilos internacionais e norte-americanos é similar, mas a norma internacional só permite algumas posições de dança, enquanto a americana permite mais movimentos de dança sejam juntos ou separados. Além disso, diferentes conjuntos de padrões de dança são geralmente ensinados para os dois estilos.

Outras danças por vezes, colocadas sob a alçada da dança de salão são as danças disco como Lindy Hop, West Coast Swing, Two Step Nightclub, Hustle e Salsa e Merengue. A categorização das danças como “danças de salão” foi sempre alterada, com novas danças ou danças folclóricas sendo adicionadas e removidas do repertório, de tempos em tempos.

André L. M. Lemes

Fonte: www.fontedosaber.com

Dança de Salão

A dança de salão nasceu na Europa e concretizou-se na corte do Rei Luiz XIV na França.

É possível que o abraço lateral venha por causa dos soldados que carregavam a espada no lado esquerdo. Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo como no balé que tem a mesma origem.

Dança de Salão

A forma de dança em casal foi levada pelos colonizadores a América, aonde deu origem às muitas variedades a medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, o maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos como a salsa, o bolero, a rumba.

Nos EUA o swing surgiu de grupos negros dançando ao som de jazz no início dos anos vinte.

Aqui no Brasil, 7 ritmos são os mais praticados, tanto nos bailes quanto nas escolas especializadas, sendo eles: Bolero, Soltinho, Samba, Forró, Lambada/Zouk, Salsa e Tango.

Competições

A dança de salão de competição e conhecida como “Dancesport” ou “Ballroom Dance”.

Essas danças seguem passos restritos divididos em três níveis de aprendizado (bronze, prata, e ouro). Existem dez danças com estilo internacional e nove danças com estilo americano.

Danças Internacionais

Latinas

– Rumba;
– Jive;
– Paso-doble;
– Cha-cha;
– Samba internacional;

Clássicas

– Valsa vienense;
– Valsa inglesa ou valsa lenta;
– Slow foxtrot;
– Quickstep;
– Tango;

Fonte: www.sempretops.com

Dança de Salão

As primeiras danças aconteceram em rituais de misticismo. Com a movimentação ritmada do corpo e com o acompanhamento de instrumentos, um estado de transe era procurado. Estado que permitia vivenciar momentos místicos.

Dança de Salão

Quando o homem chegou a outro estilo de vida, o de viver em sociedade, a sobrevivência comum exigiu que tarefas como a caça, a trituração de raízes, sementes, folhas etc. fossem organizadas e muitas delas eram realizadas e reguladas por marcações rítmicas, como pancadas e gritos.

Um dos grandes filósofos gregos, Sócrates, acreditava que a dança poderia formar um cidadão inteiramente, uma vez que apresentava as proporções corretas ao corpo, ensinava uma fonte para ter boa saúde e era vista como uma ótima maneira de reflexão estética e filosófica.

O pensamento de Sócrates ganhou espaço na educação grega e foi reforçado por essa civilização, que não separava o corpo do espírito e acreditava no equilíbrio entre ambos como caminho para o conhecimento e a sabedoria.

Por muitos anos, a dança foi objeto de adoração, mas os tempos não foram só glória para essa arte: houve adversidades e tentativas de destruí-la.

Na primeira parte da Idade Média, a dança foi considerada pagã pelo clero. Perdeu força no século IV e foi banida no século XII. Apenas no renascimento voltou a aparecer e a ocupar lugar de destaque.

Na segunda parte da Idade Média surgiram os mestres de danças, que acompanhavam os nobres e, muitas vezes, tinham cargos de confiança. Aos poucos, eles se converteram em professores de boas maneiras e a dança passou a fazer parte da educação dos cavalheiros.

Depois que a dança foi inserida na educação da nobreza, por vários períodos, dançar foi privilégio apenas do sexo masculino. Só muito mais tarde as mulheres foram iniciadas.

Com a participação das mulheres, vieram as danças lúdicas, que eram expressas em festas e comemorações. Assim, a dança começou a fazer parte dos encontros da nobreza em seus salões, dando origem à dança de salão.

Genericamente conhecida como dança social, a dança de salão é caracterizada pelo agrupamento em pares com papel masculino e feminino bem definido. O termo “de salão” veio pela necessidade de salas grandes, os salões, para que fosse possível realizar as evoluções das danças.

A dança de salão apareceu pela primeira vez nas cortes italianas e depressa chegou até a França e a Inglaterra. Como uma prática de excelência e uma atividade de prestígio, foi estabelecida como parte da aristocracia da época, que a diferenciava das classes mais pobres, praticantes somente das danças folclóricas.

Os ritmos mais dançados eram os estilos mais clássicos e elegantes, como a dança medieval básica, com passos pequenos e deslizantes.

Nos séculos XV e XVI surgiram os ritmos mais rápidos, como a Sarabande, na qual os casais passavam entre filas de bailarinos. Em seguida, o Galliard e a rodopiante Volta.

Ainda na Europa, era possível apreciar o delicado Minueto. A Valsa, originária de uma versão simplificada da dança austríaca denominada Lãnder, deu ao ano de 1776 o título de marco fundamental para a história das danças de salão.

Nesse período, houve a primeira exibição de Valsa em Viena e foi também a primeira vez que os bailarinos se tocaram de maneira mais íntima ao dançar. O contato físico, necessário ao dançar, escandalizou muita gente.

Quando a prática da dança social começou a ser levada a sério, teve início a organização da dança de salão. Além das pessoas que dançavam socialmente também existiam as que dançavam com finalidade competitiva.

A dança se dividiu entre social e de competição. Foram os ingleses os primeiros que percorreram vários países para encontrar a síntese de cada ritmo, codificando a forma de dançá-los para criarem as primeiras competições.

[…] surge o profissionalismo […] até então, a dança era uma expressão livre; a partir deste momento, toma-se consciência das possibilidades de expressão estética do corpo humano e da utilidade das regras para explorá-los.

Além disso, o profissionalismo caminha, sem dúvida, no sentido de uma elevação do nível técnico. (BOUCIER, 1987)

No Brasil, a dança de salão chegou no século XIX, com os professores de etiqueta e dança social da corte portuguesa, que vieram com dom João VI.

O primeiro anúncio de aulas de dança foi publicado em 13 de julho de 1811 na Gazeta do Rio de Janeiro. O anunciante foi Luís Lacombe, mestre de danças da casa real portuguesa e professor de dança de dom Pedro I.

Com o passar o tempo, a dança de salão evoluiu e chegou ao século XXI com diversidade rítmica e variação de andamentos. A origem de cada dança, a postura, a forma de locomoção e a utilização de espaço são características específicas e passaram a definir a divisão da dança de salão entre danças clássicas e latinas.

A Internacional DanceSport Federation (IDSF), órgão responsável pelas danças de competição, assume que dez ritmos fazem parte de duas modalidades de dança, sendo eles:

Danças Clássicas: Valsa Inglesa, Valsa Vienense, Tango, Slowfox e Quickstep.

Danças Latinas: Samba, Cha-Cha-Cha, Rumba, Paso Doble e Jive.

Esses ritmos estabelecem um padrão considerado integralmente apenas em competições. No âmbito social, também existem as mesmas modalidades de dança, clássicas e latinas, mas nelas não aparecem todos os dez ritmos estabelecidos pela IDSF.

Em uma escola de dança de salão, por exemplo, a grade pode variar. Há a constância de alguns ritmos, a ausência de outros e a inserção de muitos que, por terem surgido mais recentemente, ainda não entraram na classificação oficial de competição.

Dançar, em uma escola, é uma atividade social e permite flexibilidade para determinar quais ritmos irão compor a grade do curso de dança de salão de acordo com a cultura, preferência e procura do público.

Keice Granzotto Casarri

Fonte: todocomposto.wordpress.com

Dança de Salão

Um pouco sobre a história da dança de salão no Brasil

A dança é uma das manifestações artísticas mais antigas da humanidade. Teve origem nos gestos e movimentos naturais do corpo humano para expressar emoções e sentimentos, a partir da necessidade de comunicação entre os homens

A dança é uma das manifestações artísticas mais antigas da humanidade. Teve origem nos gestos e movimentos naturais do corpo humano para expressar emoções e sentimentos, a partir da necessidade de comunicação entre os homens.

Inicialmente, a dança integrava rituais dedicados aos deuses, objetivando pedir auxílio para a realização de boas caçadas e pescarias, para que as colheitas fossem abundantes, para que fizesse sol ou chovesse. A dança fazia parte, também, de manifestações de júbilo e congraçamento pela vitória sobre inimigos e por outros eventos felizes.

Com o passar do tempo, cada povo desenvolveu suas próprias formas e estilos de dançar, caracterizando suas diferentes culturas, da mesma forma que a música, o vestuário, a alimentação, eetc, marcam o jeito de ser próprio de cada sociedade.

Dependendo de seus objetivos, surgiram diversos tipos de dança: a guerreira, a teatral, a ritual ou religiosa, a popular ou folclórica (geralmente dançada em festas populares, em grupos e ao ar livre), o balé clássico e a dança moderna (artísticos e mais voltados para espetáculos), a dança social ou de salão, a dança esportiva, o balé no gelo ou patinação artística e outros tipos.

A dança esportiva e a patinação artística são modalidades de caráter competitivo e estão em processo de inclusão entre os eesportes olímpicos.

A dança social ou dança de salão é praticada por casais, em reuniões sociais e surgiu na Europa, na época do Renascimento.

Pelo menos desde os séculos XV e XVI, tornou-se uma forma de lazer muito apreciada, tanto nos salões dos palácios da nobreza, como entre o povo em geral.

É chamada de social por ser praticada por pessoas comuns, em festas de confraternização, propiciando o estreitamento de relações sociais de amizade, de romance, de parentesco e outras.

De salão, porque requer salas amplas para os dançarinos fazerem livremente suas evoluções e porque foi através da sua prática nos salões das cortes reais européias que este tipo de dança foi valorizado e levado para as colônias da América, Ásia e África, sendo divulgado pelo mundo todo e transformando-se num ddivertimento muito popular entre diversos povos.

A dança de salão chegou ao Brasil trazida pelos colonizadores portugueses, ainda no século XVI, e mais tarde, pelos imigrantes de outros países da Europa que para cá vieram. Num país como o Brasil, com tão fortes e diferentes influências culturais, não tardaram a se mesclar contribuições dos povos indígenas e africanos, num processo de inovação e modificação de algumas das danças eeuropéias importadas, bem como de surgimento de novas danças, bem brasileiras.

O Rio de Janeiro, na medida em que foi capital do Brasil desde o período colonial até 1960, sempre foi o pólo irradiador de cultura, modismos e inovações em geral para o resto do país.

Em 1808, a corte portuguesa transferiu-se para cá e trouxe consigo muitos dos gostos e hábitos sociais europeus daquela época, inclusive as danças que estavam na moda e o costume dos bailes freqüentes.

Durante todo o século passado, qualquer evento era motivo para um baile: aniversários, noivados, casamentos, formaturas, datas cívicas, visitas de parentes e amigos, etc..

Professores de dança europeus, especialmente os franceses, eram contratados para manter os membros da nobreza brasileira em dia com as danças que estavam na moda nas mais importantes capitais européias.

Após a proclamação da república, o gosto pelos bailes continuou forte, entre os cariocas, tornandose cada vez mais populares e freqüentes, a ponto do consagrado poeta Olavo Bilac comentar, num artigo de 1906, para a revista Kosmos: “…no Rio de Janeiro, a dança é mais do que um costume e um divertimento; é uma paixão, uma mania, uma febre. Nós somos um povo que vive dançando”.

Na passagem do século XIX para o XX, as danças da moda eram a valsa, a polca, a contradança, a mazurca, o xote e a quadrilha. Sim, a quadrilha que, naquela época, era uma dança refinada, apropriada aos salões aristocráticos.

O próprio Imperador D. Pedro II foi um grande apreciador das quadrilhas, dançando todas que eram tocadas nos bailes a que comparecia. Só mais tarde, muito modificada, esta dança virou a quadrilha caipira das festas juninas, como a conhecemos hoje.

Até a década de 1960, os bailes eram um dos eventos sociais mais importantes e populares para os cariocas de todas as idades e camadas sociais. Nos bailes, as pessoas se divertiam, faziam negócios e novos amigos, muitos namoros começavam, enquanto outros casais faziam as pazes, depois de brigas e desentendimentos.

Muitas vezes, até problemas de ordem política e econômica, que afetavam o país, eram discutidos em bailes diplomáticos e outros, aos quais compareciam dirigentes dda nação.

O aparecimento e o período áureo das discotecas – em que os casais passaram a dançar sem se tocar, de uma forma mais livre e solta e até sem necessidade de parceiro(a) – levaram a dança de salão a cair num semi-esquecimento, pelo menos nas grandes cidades, por um período de vinte anos, mais ou menos.

Foi a vez das luzes e ritmos das discotecas assumirem um papel de destaque na vida ssocial, substituindo os bailes tradicionais, onde os casais dançavam juntinhos.

A dança de salão não desapareceu, mas passou a ser vista como uma manifestação fora de moda, praticada por pessoas mais velhas e conservadoras ou por membros de camadas sociais menos favorecidas, no interior do país e nas periferias das grandes metrópoles.

Desde meados dos anos ’80, porém, a dança de pares enlaçados vem retornando com toda a força, retomando o lugar de destaque que sempre ocupou na vida social urbana. Multiplicam-se seus adeptos e os lugares para dançar a ddois, num movimento forte e abrangente, que parece ter vindo para ficar.

Os professores de dança de hoje se organizam em academias e escolas, onde também são realizados bailes para seus alunos poderem praticar. Essas academias estão formando um número cada vez maior de dançarinos.

Há concursos e espetáculos, que incentivam os dançarinos a se aprimorarem e que estimulam a profissionalização de muitos deles. Desta maneira, estão surgindo cada vez mais profissionais da dança de salão, vários deles formando companhias de dança para mostrar sua beleza e divulgá-la através de espetáculos cada vez mais sofisticados tecnicamente.

O sucesso internacional da lambada, nos anos ’80, facilitou o caminho de redescoberta da dança a dois pelos mais jovens, nascidos e criados ao som dos ritmos de discoteca. E voltando a cair no gosto do público jovem, a dança de salão vem passando pelo processo de renovação e expansão a qque todos nós estamos testemunhando, no momento.

Os ritmos dançados nos bailes cariocas, atualmente, são: o samba e o chorinho, bem cariocas; o bolero (e outros ritmos relativamente lentos, que podem ser dançados como o bolero); ritmos mais rápidos, como o rock e outros, que são dançados de uma forma genericamente chamada de “soltinho”; a salsa e o merengue; assim como, em bailes especiais, para seus apreciadores, a lambada e o zouk, bem como o tango, a milonga e a valsa (dançada à maneira dos argentinos).

A dança de salão é uma das mais tradicionais e fortes características culturais brasileiras. É uma expressão alegre e espontânea de seu povo, com seus ritmos e formas de dançar próprios, que despertam a atenção e a admiração dos turistas estrangeiros.

Seu potencial cultural, educativo e turístico é enorme e, mais uma vez demonstrando sua vocação de metrópole formadora de opinião para o resto do país, o atual jeito carioca de dançar vem sendo rapidamente divulgado entre os outros estados brasileiros, o que não quer dizer que os outros estados não tenham, também, seus ritmos preferidos e suas formas próprias de dançar.

A riqueza e a diversidade da dança de salão em território brasileiro é grande e é isto que a torna tão atraente para nós mesmos e para os estrangeiros: o brasileiro é um dançarino nato, extremamente criativo e musical.

No entanto, a história e as muitas facetas e características deste lazer popular ainda são pouco estudadas e conhecidas, entre nós. Assim sendo, o intuito deste artigo é contribuir para o conhecimento e a divulgação deste patrimônio cultural do povo brasileiro, especialmente entre aqueles mais interessados no assunto, isto é, os próprios dançarinos e profissionais da dança de salão.

Jussara Vieira Gomes

Fonte: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br

Dança de Salão

dança de salão originou-se na Idade Média como dança da corte. Seu caráter é social, pedagógico e salutar podendo ser utilizada por prazer, parceria, integração corpo/mente, socialização, profilaxia e tratamento. Praticada em bailes, reuniões, academias, spas e clínicas médicas.

O objetivo desse estudo é promover a compreensão dos aspectos histórico-sociais como percepção individual e do parceiro, desenvolvimento dos fundamentos da dança de salão ao estímulo musical e ao silêncio a si e ao outro, respeito individual e coletivo, percepção dos limites corporais na vivência dos movimentos, predisposição à superação dos próprios limites, compreensão do contexto da manifestação e vivência da dança de salão no contexto escolar; educar o cidadão pela dança de salão.

Incluem os seguintes ritmos de dança:

– Forró Universitário e nordestino,
– Rock Soltinho,
– Samba de Gafieira,
– Sertanejo Universitário,
– Salsa,
– Merengue,
– Rumba,
– Cha – chá – chá,
– Bachata,
– Tango,
– Bolero e
– Zouk

Fonte: dancadesalaomerciaconceicao.webnode.com.br

Check Also

Correspondência de Machado de Assis

Machado de Assis [1] A QUINTINO BOCAIÚVA [RJ 1862,163.] Meu amigo. / Vou publicar as …

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

cinco × 4 =

1z0-574 dumps 700-039 exam 1Y0-401 examCitrix Real Exam Questions - 100% Free VCE Files 1Y0-201 pdf 200-355 pdf 1z0-047 pdf 70-496 exam Axis AX0-100 Practice Questions Provider 70-533 exam 810-403 exam 300-206 exam 70-461 exam hp0-s41 dumps 640-916 exam Professor Messer's CompTIA N10-006 exam Network+ 200-105 pdf 400-051 exam 300-370 70-646 exam 1z0-574 dumps 700-039 exam 1Y0-401 exam 200-105 dumps 100-105 dumps 300-135 dumps 210-060 pdf 400-251 dumps 200-105 dumps 200-105 dumps 100-105 dumps 300-135 dumps 210-060 pdf 400-251 dumps