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Audição

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O ouvido humano nos permite perceber uma variedade enorme de sons.

A audição é muito importante na comunicação.

O pavilhão  auricular localiza e capta o som que será levado  ao canal auditivo externo até o tímpano, vibrando, movimentando  toda a cadeia ossicular.

A vibração dos ossículos é transmitida a cóclea que possui a função da realização da transdução eletroquímica, logo será enviada  pelas fibras do nervo auditivo ao cérebro que será analisada e interpretada.

Por Colégio São Francisco

O ouvido, órgão responsável pela audição, está dividido em três partes: ouvido externo, ouvido médio e ouvido interno.

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Ouvido Externo

Audição

O ouvido externo é formado pela orelha e pelo canal auditivo externo. Toda a orelha (exceto o lobo) é constituída por tecido cartilaginoso recoberto por pele.

O canal auditivo externo tem cerca de três centímetros de comprimento e está escavado em nosso osso temporal. É revestido internamente por pêlos e glândulas, que fabricam uma substância gordurosa e amarelada, denominada cerume. Tanto os pêlos como o cerume retêm poeira e micróbios que normalmente existem no ar e eventualmente entram nos ouvidos. O canal auditivo externo termina numa delicada membrana, o tímpano.

Ouvido Médio

Audição

O ouvido médio é uma pequena cavidade situada no osso temporal, atrás do tímpano.

Dentro dela estão três ossículos articulados entre si, cujos nomes descrevem sua forma: martelo, bigorna e estribo.

O martelo está encostado no tímpano; o estribo apóia-se na janela oval, um dos orifícios dotados de membrana que estabelecem comunicação com o ouvido interno. O outro orifício é a janela redonda.

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O ouvido médio comunica-se também com a faringe, através de uma canal denominado trompa de Eustáquilo. Esse canal permite que o ar penetre no ouvido médio. Dessa forma, de um lado e de outro do tímpano, a pressão do ar atmosférico é igual. Quando essas pressões ficam diferentes, não ouvimos bem, até que o equilíbrio seja restabelecido.

O ouvido interno é formado por escavações no osso temporal, revestidas por uma membrana e preenchidas por um líquido. É constituído pelo vestíbulo, pelos canais semicirculares e pela cóclea.

No interior do vestíbulo existem células nervosas relacionadas com o nervo auditivo. A cóclea é uma estrutura em espiral. Dentro dela estão as principais terminações nervosas da audição. Os canais semicirculares, três tubos em forma de semicírculo, não tem função auditiva, mas são importantes na manutenção do equilíbrio do corpo.

O Mecanismo da Audição

As ondas sonoras que se propagam no ar são recebidas pela orelha. Daí passam para o ar que preenche o canal auditivo externo, até encontrar o tímpano, que entra em vibração. Essa vibração é transmitida aos ossículos e ao ar que existe no ouvido médio. Atinge, então, as membranas da janela oval e da redonda. Dessa forma, o movimento vibratório propaga-se pelo líquido do ouvido interno. As vibrações, captadas pelas terminações das células nervosas da cóclea, são transformadas em impulsos até o cérebro, que os transforma em sensações sonoras.

Além da audição, o ouvido interno também participa do controle do equilíbrio do corpo.

Os movimentos da cabeça fazem com que o líquido no interior do ouvido se agite e estimule as células nervosas dos canais semicirculares. Ao receber esse impulsos nervosos, o cérebro identifica a posição de nosso corpo no espaço. Então, envia ordens para que os músculos ajam, mantendo o corpo em equilíbrio. O cerebelo, órgão que controla os movimentos musculares, também participa dessa ação.

PROBLEMAS AUDITIVOS

Os problemas auditivos mais comuns são as infecções, a surdez e a labirintite.

As infecções de ouvido podem ser conseqüência de gripes e resfriados. Causam muita dor, supuração e deficiência auditiva.

A surdez pode ser temporária ou permanente. A surdez temporária tem várias causas.

As mais comuns são: catarro nas trompas de Eustáquio, perfuração, endurecimento ou inflamação do tímpano ou excesso de cerume no canal auditivo externo.

Nesses casos, corrigida a causa da surdez, a audição volta a ser normal. A surdez permanente decorre, em geral, de lesões no nervo auditivo ou na área cerebral responsável pela audição.

Algumas deficiências são resolvidas pelo uso de aparelhos adaptados ao ouvido.

A labirintite é uma infecção dos canais semicirculares, que pode alterar bastante o equilíbrio do corpo. Isso acontece porque as células nervosas presentes nesses canais não podem ser convenientemente estimuladas pela agitação do líquido.

Para ter boa audição, devemos conservar os ouvidos limpos e evitar ambientes muito barulhentos. O excesso de barulho danifica os órgãos auditivos.

A criança que já nasce surda, e muitas vezes também muda, é porque não ouvindo não aprende a falar.

Audição

O primeiro passo da audição é a entrada das ondas de pressão no canal auditivo. Elas reverberam dos lados e na extremidade do canal auditivo, enchendo-o com vibrações de ondas sonoras. Distendida na extremidade interna do canal auditivo está a membrana timpânica (tímpano), que se arqueja para o interior do ouvido devido à ação da pressão produzida numa zona de compressão da onda sonora. A distância que essa membrana se move está relacionada com a intensidade do som.

A membrana timpânica é extremamente sensível, respondendo a qualquer variação de pressão nas ondas sonoras. Ela vibra lentamente em sons de baixa frequência e rapidamente em sons de frequência mais elevada.

A membrana timpânica separa o canal auditivo da cavidade do ouvido médio. A trompa de Eustáquio põe em conexão o ouvido médio com a faringe, através de uma extremidade que está normalmente fechada. Ela se abre com movimentos bruscos dos músculos da faringe (bocejar, deglutir e espirrar). Durante esta abertura a pressão no ouvido médio se equilibra com a atmosférica.

A altitude modifica a pressão externa do ouvido enquanto a interna permanece constante; isso causa deformação dolorosa do tímpano.

O segundo passo na audição é a passagem da energia sonora através do ouvido médio e daí para câmaras que contêm o líquido do ouvido interno. Uma cadeia móvel de pequenos ossos do ouvido médio que se juntam ao tímpano aumentam a pressão a ser transmitida para as câmaras do ouvido interno. Existem ainda dois pequenos músculos no ouvido médio que alteram a tensão do tímpano, além de protegerem o delicado aparelho receptor dos estímulos sonoros intensos.

É no ouvido interno que se localizam os receptores sonoros. O ouvido interno, ou cóclea, é uma passagem espiralada no osso temporal, quase inteiramente dividida pelo ducto coclear, cuja base é a membrana basilar. A onda de pressão empurra o tímpano e faz abaular a escala vestibular, parte da cóclea que origina uma onda de pressão. Da escala vestibular as ondas de pressão são transmitidas ao ducto coclear e daí a membrana basilar, chegando a escala timpânica, de onde retorna ao ouvido médio.

Ao retornar ao ouvido médio a energia sonora é transformada em PA ao nível do órgão espiral de Corti, que possuem células receptoras sensíveis. A membrana basilar é mais estreita próximo ao ouvido médio e mais larga e elástica a medida que se aprofunda.

A extremidade estreita vibra com qualquer alteração de pressão transmitida para a escala vestibular e transmite a vibração para as partes mais largas.

A vibração da membrana basilar estimula as células receptoras do órgão de Corti. A maior estimulação ocorre toda a vez que o deslocamento da membrana basilar é máximo. Existem cílios nas células receptoras que estão em contato com a membrana tectorial.

O deslocamento da membrana basilar move as células ciliadas que agitam o fluido circundante desta área, havendo deslocamento dos cílios.

As células ciliadas geram um potencial receptor que causa a liberação de um mediador químico que ativa os sítios receptores no neurônio aferente que está embaixo das células ciliadas e este é despolarizado.

Na audição normal, as despolarizações do neurônio aferente deflagram PAs que são levados ao SNC.

Audição

As estruturas responsáveis pela audição são o ouvido externo, o ouvido médio e a cóclea. Os canais semicirculares, o sáculo e o utrículo são responsáveis pelo equilíbrio.

O ouvido externo é um canal que se abre para um meio exterior na orelha, que é uma projeção da pele de tecido cartilaginoso. O epitélio que reveste o canal auditivo externo é rico em células secretadoras de cera, que retém partículas de poeira e microorganismos. O ouvido médio, separado do ouvido externo pelo tímpano, é um canal estreito e cheio de ar. Em seu interior, existem três pequenos ossos (martelo, bigorna e estribo), alinhados do tímpano ao ouvido interno.

O ouvido médio possui uma comunicação com a garganta através de um canal flexível (a Trompa de Eustáquio), que equilibra as pressões do ouvido e do meio externo. A cóclea é a parte do ouvido interno responsável pela audição. É um longo tubo cônico, enrolado como a concha de um caracol. No interior da cóclea há uma estrutura complexa (órgão de Corti), responsável pela captação dos estímulos produzidos pelas ondas sonoras, localizada na parede externa da cóclea (membrana basiliar)..

Como ouvimos os sons

A orelha capta os sons e os direciona para o canal auditivo, que faz vibrar e é transmitida ao tímpano. A membrana timpânica vibra, movendo o osso martelo, que faz vibrar o osso bigorna que, por sua vez, faz vibrar o osso estribo, onde sua base se conecta a uma região da membrana da cóclea (a janela oval), que faz vibrar, comunicando a vibração ao líquido coclear.

O movimento desse líquido faz vibrar a membrana basiliar e as células sensoriais. Os pêlos dessas células, ao encostar na membrana tectórica, geram impulsos nervosos que são transmitidos pelo nervo auditivo ao centro de audição do córtex cerebral.

Função do Ouvido

O ouvido é um órgão bem complexo formado por três partes: o ouvido externo, o ouvido médio e o ouvido interno. A partir do ouvido interno, o nervo auditivo transmite informações ao cérebro para processamento.

a) Ouvido Externo

Audição

O ouvido externo é formado pela orelha (pavilhão auricular), canal auditivo e tímpano. Afunila os sons do ambiente à nossa volta para dentro do aparelho auditivo humano. A orelha ajuda a captar as ondas sonoras e o canal auditivo as direciona então para o tímpano.

b) Ouvido Médio

Audição

O ouvido médio é uma cavidade cheia de ar que contém os menores ossos do corpo humano: martelo, bigorna e estribo.

De um lado, estão conectados ao tímpano e, do outro, a um estreito orifício revestido de membrana na parede do ouvido interno. O ouvido médio está, ainda, ligado à garganta através do Tudo de Eustáquio, que mantém a pressão do ar no ouvido médio igual à do ambiente externo.

c) Ouvido Interno

Audição

No ouvido interno, a entrada auditiva é processada pela cóclea enquanto que as informações que afetam o equilíbrio são processadas pelos canais semicirculares.

Em toda a extensão da cóclea, que é cheia de fluido, há células capilares superfinas. Essas células capilares se curvam quando o fluido é deslocado pelas ondas sonoras transmitidas pelos ossos do ouvido médio. Isso dispara uma reação química que aciona as correspondentes terminações nervosas, que, então, transmitem a mensagem à área do cérebro encarregada da interpretação das entradas auditivas.

Mecanismo da Audição

1) Os sons alcançam o OUVIDO EXTERNO…

2) Passam pelo CONDUTO AUDITIVO EXTERNO (canal do ouvido)…

3) E atingem o TÍMPANO, que vibra.

4) As vibrações do TÍMPANO chegam até três pequenos ossos do OUVIDO MÉDIO (martelo, bigorna e estribo), que vibram e amplificam o som como um sistema de alavancas…

5) As vibrações aplificadas são conduzidas aos líquidos do OUVIDO INTERNO (cóclea)…

6) Em seguida, atingem as CÉLULAS RECEPTORAS, que transformam as vibrações em impulsos elétricos.

7) Estes impulsos caminham através do NERVO AUDITIVO até o cérebro, que os percebe como sons.

Fonte: www.corpohumano.hpg.ig.com.br/www.geocities.com/www.sbscidade.com/www.phonakbrasil.com.br/www.ouvidobionico.org.br

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