Breaking News
Home / Esoterismo / Grafologia

Grafologia

 

Grafologia
Grafologia

Nós todos fomos ensinados a escrever de uma maneira específica quando éramos crianças na escola, mas é evidente que ninguém continua a escrever exatamente do jeito que fomos ensinados e com o passar do tempo cada caligrafia parece diferente.

Na verdade, logo que alguém começa a escrever, ele ou ela gradualmente alteram os formatos e tamanhos de letras de acordo com gostos e desgostos individuais.

Por que é isso?

A razão é que nossas personalidades afetam a maneira como nossa caligrafia desenvolve depois que fomos ensinados a escrever. Isso ocorre porque caligrafia é o padrão de nossa psicologia expressas em símbolos na página e estes símbolos são tão originais como o nosso próprio DNA.

A Grafologia é baseado no princípio de que a letra de cada indivíduo tem um caráter próprio e isso é inteiramente devido à singularidade da personalidade do escritor.

Como é que a grafologia funciona?

A Grafologia é uma mistura de arte e ciência. É uma ciência porque mede a estrutura eo movimento das formas de escrita - inclinações, ângulos e espaçamento são calculados com precisão e a pressão é observada em ampliação e com precisão.

E é uma arte porque o grafólogo tem constantemente para manter em mente o contexto geral em que a escrita está ocorrendo: o 'gestalt' da escrita como um todo.

A escrita consiste em três coisas: o movimento, espaçamento e do formulário.

Um grafólogo estuda essas variações à medida que ocorrem em cada um desses aspectos da escrita, e atribui interpretações psicológicas para eles. grafologia especialistas podem alcançar um alto grau de precisão.

Utilização

A verdade é que as aparências podem ser enganadoras, mas caligrafia nunca mente. Caligrafia revela como o autor pensa, sente e se comporta, e faz isso direta e imediatamente. Ele mostra a motivação que está por trás de ações, e descreve a propensão do autor a se comportar de maneiras que não podem ser esperados.

A Grafologia não só examina o comportamento, mas o subconsciente ou os porquês que estão por trás das ações, fornecendo informações que não pôde ser estabelecida de qualquer outra forma ou em um tempo tão rápido. Isso faz com que a grafologia uma ferramenta muito poderosa. análise de escrita manual é, portanto, altamente eficaz em uma ampla variedade de situações práticas.

Ele pode ser usado para avaliação da personalidade em qualquer área da atividade humana onde as pessoas interagem.

Estudo

A Grafologia é o estudo da personalidade de uma pessoa por meio de sua escrita.

O modo como alguém corta o 't', por exemplo, se alto ou baixo, se mais à esquerda, no centro ou à direita, se a letra é grande, média ou pequena, etc.; tem pouca importância para o perfil grafológico. Para isto é necessário compreender que a grafologia se divide em Gêneros (oito) e Espécies (em torno de 175 de acordo com Jamin e cerca de 200 segundo Gille- Maisani). A combinação das espécies resulta em infinitos tipos de escritas. Acrescenta-se a isto o estudo da Imagem do Movimento, Forma e Espaço feita por diversos autores alemães e franceses. (Gobineau - Klages - Heiss - Pophal etc.)

Alguns princípios básicos da grafologia:

A escrita é uma manifestação motriz e ao mesmo tempo intelectual: A mão escreve, o cérebro comanda.(isto só foi demonstrado cientificamente pelo médico alemão Dr. Preyer no final do século XIX.)

A avaliação da escrita fixa-se em duas funções essenciais: MOTRICIDADE e INTELIGÊNCIA A escrita é um gesto essencialmente humano; sem os critérios acima é impossível escrever. A criança com um ou dois anos não consegue escrever pois não desenvolveu motricidade para tal.

As alterações no estado de espírito influem na execução material da escrita. Assim depressão, delírios, excitação, etc, revelam sintomas que se traduzem em gesto gráfico. É óbvio que em algumas doenças necessita-se de mais pesquisas científicas visando uma validação confiável.

Grafólogos

A Grafologia é o estudo da escrita manual, especialmente quando empregado como método para análise da personalidade. Os verdadeiros peritos em escrita manual são conhecidos como grafotécnicos, ou periciadores de documentos, não como grafólogos.. Os periciadores de documentos levam em conta os laços, pingos nos "i" e cortes nos "t", espacejamentos das letras, inclinações, alturas, arremates, etc. Examinam a caligrafia para determinar autenticidade ou falsificação.

Os grafólogos examinam laços, pingos nos "i" e cortes nos "t", espacejamentos das letras, inclinações, alturas, arremates, etc., mas acreditam que essas minúcias da escrita sejam manifestações de processos mentais inconscientes. Acreditam que tais detalhes possam revelar tanto sobre uma pessoa como a astrologia, a quiromancia, a psicometria, ou o indicador Myers-Briggs de tipos de personalidade. No entanto, não há nenhuma prova de que a mente inconsciente seja um reservatório que guarda a verdade sobre uma pessoa, muito menos de que a grafologia ofereça um portal para esse reservatório.

Afirma-se que a grafologia serve para tudo, desde entender questões de saúde, moral e experiências passadas a talentos ocultos e problemas mentais.

Porém, "em estudos adequadamente controlados e cegos, em que as amostras de caligrafia não contêm nada que possa fornecer informações não grafológicas nas quais se possa basear uma predição (por exemplo, um trecho copiado de uma revista), os grafólogos não se saem melhor que o acaso na predição... de traços de personalidade...." ["The Use of Graphology as a Tool for Employee Hiring and Evaluation [Uso da Grafologia Como Ferramenta Para a Contratação e Avaliação de Empregados]," da Associação das Liberdades Civis de British Columbia] E mesmo os que não são experts são capazes de identificar o sexo da pessoa que escreveu em cerca de 70% das vezes (Furnham, 204).

Os métodos usados pelos grafólogos variam.

Mesmo assim, as técnicas desses "peritos" parecem se resumir a itens como a pressão exercida sobre a página, espacejamento de palavras e letras, cortes nos "t", pingos nos "i", tamanho, inclinação, velocidade e regularidade da escrita. Embora os grafólogos neguem, o conteúdo da escrita é um dos fatores mais importantes na avaliação grafológica da personalidade. O conteúdo de uma mensagem, naturalmente, independe da caligrafia e deveria ser irrelevante na avaliação.

Barry Beyerstein (1996) considera as idéias dos grafólogos nada mais que magia simpática. Por exemplo, a idéia de que deixar espaços em branco entre as letras indica tendência ao isolamento e solidão porque os grandes espaços indicam alguém que não se relaciona facilmente e que não se sente confortável com a proximidade. Um desses grafólogos afirfma que uma pessoa revela sua natureza sádica se cortar os 't' com linhas que se assemelham a chicotes.

Como não há nenhuma teoria útil de como a grafologia poderia funcionar, não é surpresa o fato de não existirem indícios científicos de que nenhuma característica grafológica tenha correlação significativa com qualquer traço de personalidade interessante.

HISTÓRIA

É dito que os chineses, desde tempos imemoriais, têm uma grafologia; possuíam-na, já no século XI e os japoneses também a praticam há muito tempo. Por outro lado, no segundo século AC, Demétrio, na Grécia, dizia estar seguro de que a escrita refletia a alma do indivíduo e, no segundo de nossa era, G. Suetonius

Tranquillus relacionava dados da escrita de Otávio Augusto com certo lado econômico desse imperador. Referir todas as pesquisas que se desenvolveram de alguns séculos para cá, e resultaram na grafologia do presente, seria demasiado longo; apresentaremos apenas um resumo delas, como introdução à análise da grafia, tal qual é geralmente praticada na atualidade.

Fase inicial

Editou-se em Capri, em 1622, o primeiro livro sobre a matéria. O autor, Camillo BALDI, médico de Bolonha, deu-lhe o título de Trattado come da una lettera missiva se conoscono la natura e qualitá dello scrittore (Tratado sobre como, através de uma carta, chega-se ao conhecimento da natureza e das qualidades do autor). Outro médico, na própria Itália, Marco Aurélio SEVERIANO (1580-1656), professor de anatomia e de cirurgia da Universidade de Nápoles, escreveu Adivinhador ou Tratado de adivinhação epistolar, livro em que procurava associar escrita e personalidade do indivíduo. Por volta de 1755, encontramos LAVATER, filósofo suíço, amigo de Goethe, que lhe estimulava as investigações. Preocupado com o conhecimento do caráter, estudou problemas das analogias entre expressões da linguagem e traços fisionômicos, de um lado, e entre essas expressões e a expressão da escrita, de outro. Dedicou extensos capítulos de sua obra a esses problemas. Também colecionou autógrafos procurando, assim dizia, preparar material de escrita para que mais tarde fosse utilizado.

Albrecht ERLENMEYER, médico e diretor de hospital psiquiátrico, em 1879 publicou A escrita: caracteres principais de sua psicologia e de sua patologia e T. Wilhelm PREYER, pediatra e fisiologista da Universidade de Iena, em 1895, Contribuição à psicologia da escrita. E esses títulos aludem ao fato de que, na Alemanha, a Grafologia procurava apoiar-se na psicologia científica. Quanto ao tipo de grafologia, chineses, Lavater e, como este Goethe, Poe, Madame de Stael, Leibiniz e outros poetas, literatos, filósofos e artistas, nos séculos XVIII e XIX, consideravam a grafia segundo a impressão que esta, em seu todo, neles produzia.

Não relacionavam essa impressão com elementos da escrita: faziam o que se diz uma grafologia intuitiva. BALDI, entretanto, iniciara a prática da análise da escrita, procurando conhecer o indivíduo com base nos elementos da mesma. Seu trabalho influenciaria, no fim do século passado, o de Michon e o de Crépieux-Jamin, que fundariam a escola francesa. Foi nesta que a escola alemã se baseou. Ainda a escola francesa foi o ponto de partida da grafologia científica, no dizer de Pulver.

Escola Francesa

Jean Hyppolyte MICHON, abade, estudioso de teologia, desenvolveu tão amplo trabalho sobre análise de escrita que se lhe atribui unanimemente o título de precursor da grafologia atual. Publicou Les mystères de l'écriture. Art de juger les hommes sur leurs autographes (Os mistérios da escrita. Arte de julgar os homens com base em seus autógrafos), com pequena colaboração de A. Desbarolles, o Système da grafologie (Sistema de grafologia), em 1875, primeiro estudo sistemático da matéria e outras obras mais. Fundou, na França, em 1871, a revista La Graphologie (A Grafologia), ainda hoje editada. A MICHON devemos o termo grafologia. Quem trabalhava no campo naquele tempo era grafologista e não, ainda, grafólogo. Dentre as obras de J. CRÉPIEUX-JAMIN (1858-1940), médico, destacam-se L'écriture et le caractère (A escrita e o caráter), Traité pratique de graphologie (Tratado prático de grafologia), Les éléments de l'écriture des canailles (Os elementos da escrita dos canalhas) e ABC de la graphologie (ABC da grafologia), que teve duas edições em português, uma em 1943. Ao autor se considera como fundador da escola francesa de grafologia. Com MICHON começou a existir, na França, a chamada escola dos sinais isolados. O autor, partindo de idéias de Baldi, procurou relacionar elementos específicos da escrita a elementos psíquicos também específicos e a traços de personalidade.

Quanto à contribuição destes dois estudiosos, referiremos ainda que MICHON valorizou o gesto gráfico, o que deu à grafia "status" de linguagem expressiva. O sinal isolado, então seguiria os movimentos e as mudanças da alma, sendo móvel como ela. Segundo P. Foix, MICHON dizia que toda escrita, como toda linguagem, é a imediata manifestação do ser íntimo intelectual e moral e essa afirmação constitui o enunciado primeiro da ciência grafológica. Na área prática, o autor apontou a necessidade de se obter, para a análise, amostra de escrita espontânea e, se possível, de escrita de diferentes épocas.

CRÉPIEUX-JAMIN fez modificações nas teorias de Michon, ultrapassando-o. Crépieux-Jamin definiu sinal como uma manifestação gráfica, um traço grafológico, consequência de um movimento fisiológico. Deu-o, pois, como relacionado, constantemente com a energia de um movimento psicológico, que lhe seria correspondente. O traço não corresponde sempre a um único traço de caráter.

O autor estabeleceu que o movimento gráfico e, por conseguinte, toda a escrita, apresentava as seguintes características "essenciais e fundamentais":direção, dimensão, forma, ordem, (clareza ou confuso, fato de ser ordenada ou não, cuidada ou negligenciada, etc.), continuidade, pressão e velocidade. Segundo o autor, pelo estudo de tais elementos se chegava às várias características da personalidade de quem escrevera, e estas eram enunciadas isolada e secamente.

O autor, contudo, formulou a teoria das resultantes, produtos de vários sinais e assim expressa: "Todo sinal gráfico sofre nuanças por influência de um outro sinal".

Isto faz justiça ao fato de os traços de caráter não apenas se modificarem segundo a inteligência dos indivíduos, mas também exercerem influência uns sobre os outros, podendo, assim, acentuarem-se ou tornarem-se menos intensos. O autor considerou ainda, o conjunto da escrita sob o ponto de vista da harmonia. Esta consideração, porém, não constitui algo básico para suas concepções e suas teorias. Estas, em consequência, permaneceram voltadas para detalhes, num corpo mais ou menos esquemático. Hoje, os grafólogos em geral, não seguem fielmente a Crépieux-Jamin, não fazem mais a análise toda a partir dos sinais, lembrados embora da teoria das resultantes; ao contrário, estudam os sinais explícita e basicamente em correspondência ao todo da grafia, à qualidade deste. Mais ou menos paralelamente à implantação da escola dos sinais isolados, apareceram os trabalhos de BINET. O Psicólogo investigou, com seus colaboradores, aspectos científicos da grafologia.

Grafologia Atual

Voltando aos tipos de grafologia, temos que, portanto, coexistiam a intuitiva e a dos sinais isolados. No fim do século passado, no entanto, o estudo se voltou, essencialmente, não mais para o traço que o indivíduo deixa no papel, resultado do gesto gráfico, mas sim para o ato mesmo de ele executar esse traço, esse gesto. O gesto passou a ser considerado em si, enquanto nasce e enquanto se faz. Através desse enfoque chegou-se a uma possibilidade de unificação da grafologia. Ao mesmo tempo, a grafia entrou francamente para o campo dos nossos movimentos expressivos. O movimento gráfico avaliou-se como devido a fatores internos do indivíduo e como consistindo, exatamente, numa expressão destes. Essa consideração do movimento gráfico, do gesto gráfico em si, aparece e firma-se com Ludwig Klages – e aqui nos encontramos já na grafologia de nossos dias, da qual esse autor é tido como pai. Desde então, ainda quando se fala em traço gráfico, com referência a sua forma, sempre o que se tem em mente é o gesto brotando e se desenvolvendo.

L. Klages (1872-1952), filósofo e caracterologista principalmente, mas também psicólogo, viveu em Munique e, de 1919 em diante, na Suíça. Quando seus trabalhos apareceram, depois de 1910, a grafologia alemã se havia desenvolvido bastante, ao contanto da psicologia vigente. Klages não só deu atenção ao gesto gráfico, na sua própria formação, gesto a que atribuiu o valor de elemento expressivo do íntimo do indivíduo que escreve. Estabeleceu, também, de um lado, o conceito de nível de forma da escrita, nível que está em função do aspecto do conjunto da grafia e, de outro, a noção dos sentidos positivo e negativo dos diversos tipos de movimento gráfico. Estes sentidos estão, por sua vez, relacionados ao nível de forma. Com L. Klages, portanto, estudo de sinais e estudo do todo se unem. Tanto no último quanto no primeiro, Klages esforçou-se no sentido da objetividade, sempre se baseando na apreciação de diferentes dados, que ia demonstrando. Temos ainda, com esse autor e inovador, à luz de sua filosofia que tanto repercutiu em meios psicológicos, a consideração objetiva e aprofundada de todos os elementos básicos da grafia, estes se devendo analisar, sempre, em relação ao todo. Dado relevante nessa filosofia é o da antinomia alma-espírito.

Klages mostra como o nível de forma está intimamente unido ao ritmo da escrita. Para o autor, o indivíduo sadio sempre se exprime ritmicamente nos movimentos expressivos que executa e, assim, também ao produzir seus movimentos gráficos. Klages escreveu, além de outras obras, Os fundamentos da caracterologia e escrita e carácter, em que apresenta os elementos básicos da grafologia na teoria e na prática.

O filósofo suíço Max PULVER, também grafólogo, baseia-se em Klages. Estabelece muito bem a teoria da simbologia do espaço gráfico. Traz à grafologia noções da fenomenologia. Acima de tudo, estabelece ligações entre elementos grafológicos e dados da psicanálise. São suas principais obras O simbolismo da escrita, publicado em 1931 e em que aparecem os seus conceitos “Impulso” e “crime na escrita”, em que amplia, mediante a grafologia, o estudo do comportamento humano nesse âmbito especial. A seu lado cabe lembrarmos Teillard. Ania Teillard, já falecida, trouxe para a grafologia uma análise fundamentada na psicologia de Jung. De suas obras, no campo que nos ocupa citaremos “L'âme et l'écriture” (A alma e a escrita), a mais conhecida.

Contribuíram ou vêm contribuindo significativamente para o desenvolvimento da grafologia, além dos autores citados, outros mais que nos fariam estender muito mais o resumo histórico.

GRAFOLOGIA

Pequenos atos, comportamentos, tom de voz, maneira de encarar os fatos e até mesmo a maneira como dispõe as ideias no papel podem expressar a personalidade de qualquer pessoa. Não há como disfarçar, pois até o disfarce é revelador.

Em qualquer teste de selecção o indivíduo é já solicitado a expressar suas ideias sobre um determinado assunto ou a escrever uma carta de próprio punho – a folha de papel em branco fica gigante e nesse momento passa a ser o seu mundo. O raciocínio lógico cuida do conteúdo da mensagem escrita e o inconsciente deixa sua marca em cada linha, cada curva e letra desenhada no papel.

Para a grafologia não existe escrita bonita ou feia, mas sim o nível de forma positivo ou negativo que expressa o equilíbrio e a harmonia do ser humano. Usada como forma de auto conhecimento, em tratamentos psicoterapeuticos e na área criminalista (embora não possa apontar um criminoso), a grafologia acusa tendências agressivas, traços de falta de sinceridade ou possíveis distúrbios emocionais.

Para uma análise grafológica geralmente é solicitado um texto de 20 linhas no mínimo, em papel branco não pautado. Nesse pequeno texto é possível estudar aproximadamente 200 sinais e o cruzamento dessas informações é que reflete a personalidade do autor, não importando se é um poema, uma carta ou um simples recado manuscrito.

Como as pessoas estão em constante mudança e o estado de espírito sofre alterações, o mesmo acontece com a forma de colocar as ideias no papel – os traços de escrita podem variar durante a vida, o ano, um dia ou até mesmo em uma mesma carta.

A TEORIA

A fundação da grafologia é que uma estrutura gráfica que define um comportamento ou um traço particular da personalidade. Cada estrutura gráfica é gerada pelos elementos gráficos preliminares.

Os quatro elementos expressivos são a linha de base, a delimitação, a pressão e o curso.

A linha de base:

A linha de base é uma linha imaginária na qual as letras assentam. Esta é caracterizada por áreas superiores e inferiores. É usada para dividir a colocação vertical com a direcção do movimento. Girando a página cem e oito graus é uma das maneira conveniente de observar a linha de base.

A linha de base representa a realidade, o ponto inicial da consciência, a fundação para o movimento e a vida. Os padrões da linha de base representam as atitudes para experiências e atividades. A colocação vertical, acima e abaixo da linha de base, representa a divisão entre seus valores intangíveis e tangíveis, entre conceitos abstratos e concretos, entre ideias filosóficas e físicas, entre a opinião pessoal e relacionamentos pessoais.

Movimento horizontal ao longo da linha de base representa reação individual à experiência, aos valores vivos, a exigência do tempo, a aprendizagem (o movimento direito significa o avançar, expandir, e o progredir enquanto o movimento esquerdo o reverter, o contrair, e a retroceder).

A Delimitação

Uma delimitação é formada quando uma linha ou linhas limitam uma área. Uma delimitação representa a imaginação, a ampliação do conceito, e a expansão da ideia.

Há três formulários básicos das delimitações o laço, o círculo, e a haste:

1.Um laço representa self gerador de conceitos. Há laços verticais, superiores e mais baixos. Um laço superior é dado forma por uma linha que inclui uma área começando para a frente e para cima, movendo-se para trás, e retornando para a frente e para baixo com os cursos do cruzamento na linha de base. As letras “e” e “l” são exemplos de laços superiores. Um laço mais baixo é dado forma por uma linha que inclui uma área começando para a frente e para baixo, movendo-se para trás, e retornando para a frente e para cima com os cursos do cruzamento na linha de base. A segunda parte mais baixa das letras “g” e “y” que são exemplos de laços mais baixos. Um laço invertido é uma delimitação na qual o curso se cruza verticalmente afastado da linha de base. Um laço superior invertido parece como se o laço mais baixo e deslocado acima da linha de base.

2.Um círculo representa outros pontos de vista ou conceitos gerados externamente. É formado pela linha ou pelas linhas que incluem uma área começando para trás e para baixo, movendo-se para a frente, e retornando a reunião inversa e ascendente ou tocando no topo. O pico, de união, aponta verticalmente para cima. A letra “o” e a letra “a” são exemplos de círculos superiores. A segunda parte mais baixa da letra “f” e da letra “q” são exemplos de uns círculos mais baixos. Um círculo invertido é uma delimitação onde os cursos da reunião são unidos no fundo, e que apontam para baixo. A letra “s” e a curvatura na letra “k” são exemplos de círculos invertidos. Uma delimitação proporcional contém o contrapeso e a simetria esquerda-direita horizontais. Uma delimitação oscilante não cruza a linha de base. As estruturas escritas impostas controlam a ordem convencional.

3.A haste é uma estrutura imposta e representa padrões instruídos relativos do comportamento. Uma haste é formada por um delimitação, que é ensinado para ser restritiva. Outros padrões impostos na escrita representam padrões relativos do grupo. Um período seguido por uma letra importante é uma interrupção imposta com uma estrutura ensinada expandida. Isto é, começar na esquerda superior, movendo-se para a direita, depois terminar para baixo à direita é um sentido imposto para encher uma página escrita. Os espaços distribuídos às margens são impostos. Sua assinatura é imposta.

A pressão e o curso

O curso descreve a força da vida, fluxo da energia. A pressão do curso representa a vitalidade intelectual, a energia psicológica, a paixão sexual, e a intensidade emocional. A pressão é definida por quanto força aplicada à superfície da escrita com o instrumento da escrita e não a pressão do aperto da mão. A pressão indica a capacidade para atividades vigorosas. A espessura do curso representa a capacidade de descriminação sensorial. O contraste da cor do curso, relativo à superfície da escrita, representa a discriminação sensorial. A direitura do curso representa uma aproximação firme, enquanto curvilínea representa uma aproximação macia. A transição do curso é definida como o ponto de inflexão. Este é o ponto na qual as linhas mudam seu sentido e sua inclinação. A transição da linha representa o grau de consciência e de flexibilidade cognitiva. Um baixo curso e um alto curso à linha de base representam a resposta subconsciente e consciente da manutenção do movimento da vida, respectivamente. A colocação vertical destes cursos está acima da linha de base. Os sentidos do curso numa página são definidos como para cima para o topo, para baixo para o fundo, para diante para a direita e para trás para a esquerda.

A velocidade da escrita é controlada pelo tempo de reação psicológica do indivíduo. Parece que o escritor mantém subconscientemente uma velocidade máxima do curso com uma imposição de um perfil variável e oscilante. O escritor está ajustando constantemente a função da velocidade com mudanças no comprimento, no sentido, na duração, na pressão, e na aceleração do curso. Definir uma unidade ou unidades de medida é extremamente difícil mesmo com o DAE (dispositivo automático de entrada) do receptor de escrita de um computador, para capturar todo processo. A unidade de medida básica não é a letra pois é difícil para o computador a interpretação da escrita manual. Os efeitos secundários da velocidade são a pressão do aperto, distância da preensão da caneta ao ponto de escrita, inclinação da caneta ao papel, rotação do ponto da caneta, e a pressão do ponto de escrita ao papel.

Um curso rápido e fino apresenta-se a quarenta e cinco graus e move-se para a direita no qual o dedo-polegar controla os movimentos verticais e o pulso os movimentos horizontais. A escrita rápida é um catalizador à energia interna que realça o movimento, o pensar, e as reações rápidos.

O tamanho da escrita representa a diferença entre o controle interno e exterior da atenção. A intensidade do traço é determinada pela qualidade do teste padrão gráfico do curso/estrutura e sua ocorrência é frequente. Cada carácter do traço é explicado pela definição gráfica da estrutura. Cada sinal gráfico tem um valor distinto e específico. Não pode representar um significado diferente ou oposto. Cada comportamento definido é representado graficamente e deve aderir aos princípios gráficos descritos.

DEFINIÇÕES GRÁFICAS

As definições gráficas de exemplos, aquela descrevem traços do comportamento, podem ser agrupadas por sua similaridade gráfica.

Uma aproximação de treinamento sistemática pode ser agrupada como:

1. Laços e círculos médios de área
2.
Laços e círculos inferiores de área
3.
Laços e círculos superiores de área
4.
Hastes
5.
Testes padrões médios da área
6.
Sentido da linha de base e afastamento de linha
7.
Qualidade da linha ou do curso
8.
Inclinação de cursos grande da linha de base
9.
Tamanho e espaço
10.
Finais do curso
11.
Cursos iniciais
12.
Barras do “T” e pontos de “i”
13.
Os testes padrões originais tais como capitais, correcções, integraram combinações, assinaturas, curso sobrecarregado

1. Laços e círculos médios de área

Liberal, compreensão limitada, mente aberta, mente fechada Comunicativo, incomunicável, reservado, evasivo Sincero, auto-enganador, extremo do auto-enganador, extremo reservado, reservado, enganador intencional Rendoso, inclinado, plácido, mundano

2. Laços e círculos inferiores de área

Determinação, pressionador de determinação, determinação contida, mudança Os valores harmoniosos tangíveis da linha, desejo para a variedade, seletividade, exclusivo, exclusivo de exclusividade, fantasia concreta, retribuir, ideias distorcidas regimentais, concretas Vive para o self, ação de isolamento, colocação para trás Previdência, déspota, cínico

3. Laços e círculos superiores de área

Intangíveis valores harmoniosos da linha, opinião diversificada, abstração de ideias distorcidas, fantasia abstrata, idealismo, crenças Desejo para a responsabilidade, ciumento, rebelde, audacioso, persistente

4. Hastes

Orgulho, vaidade, independência, dignidade, sensibilidade ao criticismo, formalidade, deliberado, obstinado Desejo do psicadélico para, hábil, controlado, vigoroso, estruturado, ofensivo, calmo, argumentativo

5. Testes padrões médios da área

Pensador, investigador, analítico, cumulativo, detalhado Pensar superficial, pensante, construtivo, atenção engenhosa Mentalmente flexível, diplomata, auto-consciencioso. Tempo, relação, intuitivo

6. Sentido da linha de base e afastamento de linha

Optimismo, depressivo, euforia, pessimismo, auto-afirmação Rotina, natureza calidoscópica, versatilidade, atitude despreocupada, tendência suicida Claridade do pensamento, confusão do interesse

7. Qualidade da linha ou do curso

Intensidade emocional muito disponível, pouco disponível, muito ativo, ligeiramente ativo, armazenado Discriminação sensorial forte, fraco Sensual, abstémio, sensual, gracioso, adaptabilidade ao stress Hesitação, hesitação involuntária, deterioração psicológica, exaustão degenerativa, inescrupuloso

8. Inclinação de cursos grande da linha de base

Respostas emocionais impulsivas, objetivo, histeria, retirada, estável, mudando, personalidade Supressão, repressão, inibido, autoritário, restritivo

9. Tamanho e espaço

Tamanho = concentração, desejo pela notícia Espaço horizontal = exposição emocional, confinamento emocional, extravagancia, ultra conservadorismo, destacado, intruso, desanimado

Espaço = ostentoso, auto-participação, frenesi, auto-ciente, auto-ligação, perda da espontaneidade

10. Finais do curso

Indeciso, decisor, positivo, empático, tenacidade Generosidade, crônico cauteloso, cauteloso, auto-reprovação, auto-punitivo Agressivo

11. Cursos iniciais

Simplicidade, direto Humor, engraçado, temperamento, culpa, ressentimento, antagônico

12. Barras do “T” e pontos de “i”

Barra-T = vontade, propósito Barra-T vertical colocada na base-T = objetivos baixos, objetivos práticos, objetivos distantes, objetivos de visionário Barra-T horizontal colocada na base-T = precisão, procrastinação, impaciência, temperamento explosiva Direcção barra-T = seriedade da finalidade, auto-controlo, superficialidade da finalidade, finalidade lânguida, esquecido sarcasmo, mandão, dominar, ditatorial, auto-repreensão Pontos-i = atenção aos detalhes, procrastinação, impaciente, esquecido Lealdade, irritabilidade, idiossincrasia

13. Os testes padrões originais tais como maiúsculas, correcções, integraram combinações, assinaturas, curso sobrecarregado

Maiúsculas = Egoísmo, egotismo, humildade

Gosto estético, refinamento cultural, chefe nominal, independência, autônoma artística Correcções = perfeccionismo Organização = habilidade de organização, fluidez, imaginação, sentido de proporção Assinatura = imagem proeminente, confidencial, dinâmico, status Auto-confiança, arriscado Reação formal interna = objetivos inadequados, esperançoso, impossível, interesse pela ação, incoerente Reação formal externa = interesse liberal, interesse original por informação ou céptico, compulsivo

EM QUE ÁREAS É UTILIZADA A GRAFOLOGIA?

Recursos Humanos:

Selecção (comparamos o perfil psicológico esperado para o cargo com o perfil psicológico apresentado pelo candidato); Identificação e desenvolvimento dos potenciais; Promoção (movimentação interna); Avaliação de clima organizacional (instrumento adicional no diagnóstico);

Administração de conflito (levantamento do perfil pessoal das partes envolvidas).

Auto conhecimento:

Conhecer os próprios aspectos pessoais através de um instrumento científico e isento de valores pessoais do observador; Descobrir os aspectos "fortes" e "fracos" da sua personalidade; Conhecer os principais potenciais que você já tem e que podem ser melhores desenvolvidos; Compreender-se melhor através do conhecimento das suas principais tendências.

Orientação Vocacional (adolescentes ou adultos):

Identificação dos principais potenciais; Conhecimento das características de personalidade e com que tipo de atividade profissional isso "combina"; Identificação dos limites e aspectos que precisam ser mais bem desenvolvidos.

Orientação matrimonial e pré-matrimonial

Diagnósticos médicos:

Auxilia o médico a definir com precisão casos de hipocondria, paranóia, embriaguez, esquizofrenia etc; A grafologia médica está muito avançada na Alemanha, Holanda e Suíça. Têm trabalhado muito neste tema os italianos e espanhóis. É de grande utilidade, não apenas para o estudo dos pacientes, como também para prever enfermidades e para acompanhar a reação do paciente durante o tratamento, especialmente depois de intervenções cirúrgicas comprovando as mudanças na evolução da cura.

Falsificações:

As Polícias Civis, Forças Armadas, Bancos e o Poder Judiciário possuem especialistas em Grafotecnia. Este ramo é o mais avançado em nosso país; A Universidade de Campinas possui um dos melhores laboratórios do país.

Grafoterapia:

A Grafoterapia é um método de ginástica psico-motora, que permite, mediante a percepção, conscientização sugestiva, transmissão e armazenamento no cérebro de novos estímulos, assim como mudar alguns modos de reação habitual inadaptada, geralmente produtores de transtornos no comportamento; O tratamento que consiste em exercícios escritos, metodicamente dirigidos, tem alcançado resultados surpreendentes; O avanço da Grafoterapia e da Grafologia, nos últimos anos e a sua entrada nas grandes universidades americanas e europeias, principalmente na Alemanha e na Espanha, colocou este tipo de estudo na primeira linha de interesse; A Sociedade Internacional de Grafologia, na França e Estados Unidos, têm como finalidade a correcção dos defeitos do carácter e a reabilitação dos pacientes, já completou cem anos e foi declarada de utilidade pública para o governo francês.

A grafoterapia pode ser aconselhada nos seguintes casos:

Correcção da auto-imagem negativa ou do fracasso Correcção de estados de angústia, depressão ou ansiedade Correcção dos defeitos de atenção e memória Correcção da vontade (instável, indecisa...) Correcção de certos defeitos de conduta moral Correcção de tendências hipocondríacas

VANTAGENS

Grafologia é um teste prático e económico da personalidade pelas seguintes razões:

Com esforço mínimo e somente alguns minutos para que um assunto prepare um espécime escrito. A escrita visual é um formulário que é claramente identificável num movimento, expressivo e provavelmente o mais acessível. Condições de teste simples e ferramentas que requerem somente uma posição se sentando confortável, alto de tabela, escolha do escritor da caneta ou instrumento da escrita, e papel desenrugado. Teste universal que pode ser usado com respeito as necessidades ou as situações tais como à colocação vocacional, à avaliação de compatibilidade especial, à identificação forense, e à descrição detalhada da personalidade. Adaptável aos estudos experimentais e é especialmente útil para medir a influencia de antes, durante, e após de condições controladas administradas, tais como drogas ou o hipnose. Nenhum treinamento é requerido pelo verificador. Mínimo requerido pelo assunto, à excepção de saber como escrever, é gerar um espécime escrito. Normalmente pelos dez anos de idade, uma criança domina a habilidade de escrever e é familiar com um modelo do alfabeto. Teste simplificado da avaliação de personalidade nos termos do tempo, dos meios, da posição, da disponibilidade, do treinamento, da instrução, de disciplinas transversais, e de informação de fundo. O espécime escrito é um registro permanente. O espécime escrito é um registro simplificado dos movimentos expressivos comparados à da maioria de gestos. Por exemplo para capturar permanentemente um discurso, a voz, a mão, ou o gesto facial é requisitado uma câmara de filme e tempo para examinar.

Os dados de teste e os resultados analisados convenientemente são armazenados, catalogados, e copiados eletronicamente ou com papel. Fácil de obter a historia precedente dos espécimes passados para a avaliação atual. Por exemplo – o início de uma doença, de drogas, de certa idade, de fadiga, de uma experiência traumática, e de uma ansiedade da situação. As mudanças da personalidade podem ser observadas em figuras históricas. Nenhum contato direto requerido entre o teste, o verificador, e o examinador. Os estudos longitudinais podem ser executados retroativamente. Podem utilizar somente definições operacionais. O estabelecimento de normas do grupo através das medidas gráficas do curso/estrutura é facilmente realizado. A situação de teste não é limitada de duração. Um espécime pode ser coletado em toda a hora conveniente. Os mesmos dados, inalterados, que testam o espécime ou os resultados de teste podem ser analisados por uma equipa dos peritos. Analisado e reanalisando em qualquer altura. Se o teste for aplicado durante um distúrbio (interrupção externa), é fácil repetir o teste sem perda da informação. Pode executar estudos de continuação usando o mesmo método do teste. Adaptável à utilização de padrão de análise estatística e do computador. Um prolongador-régua e um ampliador 20X são as ferramentas do examinador sugerido. Um scanner de alta resolução e uma tabuleta eletrônica da escrita com umas 0,2 definições/milímetro, uma sensibilidade da pressão do grama, e uma velocidade da amostra de 100 hertz podem ser úteis para avaliações especiais. Método eficiente de um auto-avaliação objetivo para a auto-melhoria. Ninguém mais necessita ser envolvido. Pode analisar o indivíduo nos vários estágios de desenvolvimento. O conhecimento intimo de outro é perigoso, mas pode conduzir à compreensão e então à aceitação e/ou ao ajuste. Um método simples para mudar a personalidade praticando formações gráficas para modificar seus traços comportamentais associados. Flexível para a comparação a outros testes psicológicos.

Adaptável aos modelos diferentes da personalidade.

LIMITAÇÕES

O espécime escrito abarcar descrições do comportamento e predições da personalidade. O espécime não pode explicar o "porque", nem o passado, a raiz-causa para uma ação particular ou circunstância. Destruir um espécime escrito onde o escritor expressou porções emocionalmente carregadas e interesses tem o valor terapêutico. O índice do texto é irrelevante à análise do carácter e não é utilizado pelo analista da caligrafia. A escrita controlada é um ato repetitivo que pode ser usado para modificar a personalidade sugerindo traços comportamentais, mas deve ser executada com grande cuidado. Desde a escrita degradada até à agrafia tal sucede como um resultado de causas psicológicas.

Sua escrita é independente do seu conhecimento como da sua aparência física. O escritor não dá a informação no género, religião, raça, cor, credo, idade, político, influências cultural, força física, origem natural, beleza física, fundo económico-social, qualificações educacionais, status do grupo, e status financeiro. Sua escrita é, entretanto, dependente e influenciada pelas drogas, doença, ansiedade da situação, de experiências traumáticas, de maturidade, de hipnoses, e de fadiga. Estas circunstâncias modificam a personalidade e estados de humor que influencia diretamente a escrita, que num espécime escrito se observa rapidamente. Praticar um teste padrão escrito particular por vinte minutos cada dia por trinta dias para alterar o comportamento deve com cuidadosamente monitorizado. Como uma nota, a escrita de um adolescente tende a ser inconsistente de momento a momento.

AS IMPLICAÇÕES LEGAIS

Legalmente nos Estados Unidos a escrita manual é considerada um comportamento, como indicado pela decisão do Tribunal Supremo dos Estados Unidos v. Marat (1973). Consequentemente, a análise da escrita manual é protegida das condições de privacidade do indivíduo da quarta emenda como indicado pela decisão da corte suprema dos E. U., Estados Unidos v. Dionisio (1973).

Comentar um comportamento publicamente observado não é uma invasão da privacidade como indicado pela decisão da corte suprema dos E. U., Estados Unidos v. Rosinsky (1977).

Eticamente, a habilidade de analisar a escrita de uma pessoa sem seu conhecimento viola o seu direito à privacidade. Na prática da grafologia e como uma precaução legal o analisador grafológico deve obter sempre a permissão do escritor. Deve ainda indicar sempre que a análise é uma opinião. A avaliação de personalidade que utiliza a grafologia é inadmissível nos tribunais como indicador pela decisão do Tribunal Supremo de New York, Cameron v. Knapp (1987).

Mas, um perfil do comportamento obtido usando a habilidade técnica de um grafologista é admissível nos tribunais como indicado pelo tribunal (criminal) do distrito dos E. U., Docket no. 93- 10291(1995). A avaliação de personalidade por outros métodos é legalmente admissível obtendo o consenso psicológico geral para a validez do teste.

Presentemente, a grafologia não define legalmente o consenso entre psicólogos e entre grafologistas. Entretanto, muitos críticos acreditam de que nenhum teste da personalidade tem adequadamente exatidão ou validade científica provada para predizer o comportamento humano ou as ações, especialmente os traços complexos, a desonestidade e a integridade. O conhecimento detalhado de traços disponíveis do carácter não pode com uma certeza de 100 por cento predizer sua aplicação. O comportamento é determinado por combinações do traço, os indicadores gráficos, e é específico da situação; uma situação particular pode alterar a resposta. Para exemplo, os traços ou a situação subjacente que caracterizam o sucesso financeiro não podem ser claramente definidos exatamente.

Grafologistas não demonstram a validez correlacionada aceitável através de estudos combinados, classificação de estudos, avaliação de estudo e/ou através de estudos experimentais. Os estudos que contêm uma quantidade grande de variáveis inter-relativas e aleatórias e não contêm características fortemente contrastando produziram uma correlação estatisticamente insignificante.

Uma validade significativa deve ser aproximada da unidade (tendo como nota que esta medida é construída por correlações e a sua aproximação à unidade é proporcional à sua autenticidade).

Grafologistas, os “scriptologistas”, os grafo-analistas, e os analistas da escrita manual oferecem geralmente a desculpas não fundamentadas para os resultados experimentais negativos dessa validade legal dos danos. Infelizmente, a correlação estatística que suporta validações não são suficientes por se provar a causalidade sem verificação adicional. A velocidade da escrita, a simplicidade, espaço da linha, colocação da caneta, e figura oito para a letra “g” correlacionada experimentalmente à inteligência não é suficiente para predizer a inteligência. O uso da grafologia para predizer o desempenho da personalidade como no emprego e a união é legalmente arriscado e insustentável nos tribunais.

Tu és o que escreves

A escrita é o espelho do teu interior, do teu carácter, da tua personalidade e das tuas atitudes.

Conhecer-te a ti próprio e as tuas necessidades pessoais ajuda-te a fazer melhores decisões quanto à tua carreira, aos teus objetivos e às tuas relações pessoais.

A grafologia é a análise da escrita para interpretar pistas da personalidade.

É uma ferramenta psicológica não intrusiva.

Independentemente de como se pega na caneta, a tua escrita é desenhada de acordo com impulsos do cérebro através do sistema nervoso e dos músculos do teu braço e da tua mão.

Tal como a agulha de um sismógrafo, a caneta detecta e transmite "tremores" invisíveis e cria um estilo de escrita único.

Tão único como as tuas impressões digitais.

Mas nem tudo na personalidade é fixo. Ela vai-se desenvolvendo e alterando. É o resultado de relacionamentos e de experiências físicas, espirituais e emocionais.

A vantagem de uma análise à personalidade é que dá uma "informação atual" de "onde" estamos neste momento.

Dá uma visão das nossas forças e potenciais além de revelar bloqueios interiores ao crescimento individual e à realização pessoal.

Um conceito antigo

A grafologia é tão antiga como a própria escrita.

Agora é tida um ramo da psicologia e as análises dos profissionais são consideradas como fiáveis e precisas.

Nós expressamos a nossa personalidade nas palavras, atitudes e gestos.

A escrita, mais que outra forma de comunicação, dá-nos indicadores permanentes da nossa personalidade; uma amostra de escrita é tão complexa como a pessoa que a escreveu.

Aplicações modernas

A escrita é o reflexo do interior de uma pessoa, por isso não se pode manipular.

Assim, podemos aplicar a grafologia em áreas tão distintas como:

Recrutamento de pessoal
Criminologia
Pedagogia
Psiquiatria
etc

Empresas como a Siemens, a Peugeot e Pão de Açúcar, ao recrutar pessoal, querendo saber mais sobre esse interior, recorrem à grafologia.

Se te pedirem para escrever numa folha branca, sem linhas, um texto de cerca de 100 palavras e assinar, aí está!

Motivações
Honestidade
Espírito de iniciativa
Trabalho em equipa
etc

Avaliação Geral

Antes de se olhar para as características particulares das letras em si, há características mais globais que se podem analisar:

Ordenação do texto: O espaço deixado entre o texto e as margens dizem muito quanto à posição de um indivíduo face ao mundo

Pressão da escrita: O esforço que se faz ao escrever denuncia características sobre a força física e espiritual, o instinto sexual, etc...

Dimensão da letra:

A ideia que o indivíduo tem de si (ambicioso, vaidoso, tímido, perfeccionista...)
Inclinação e coesão das letras - emotividade, entusiasmo, poder de observação... fica tudo exposto!

Velocidade e continuidade

Tipo de inteligência, espírito de preserverança

Pontuação, falta de acentos, maiúsculas e minúsculas, enganos... - dificuldades em lidar com a rotina, objetividade

A assinatura

Enquanto que o texto reflete a maneira de ser que se aparenta, a assinatura revela a personalidade real.

A rubrica ainda vai mais longe por ser feita com mais espontaneidade e liberdade...

Por exemplo, uma assinatura onde se consiga ler o nome facilmente, indica simplicidade e transparência...

Finalizar com um ponto final revela autoritarismo e realçar o apelido anuncia vaidade e orgulho.

Auto-estima

A auto-estima é o valor que achas que tens.

Para ter sucesso, 20% é uma questão de aptidão e 80% de atitude.

Muitos de nós sub-estimamos as nossas forças e focamo-nos nas nossas fraquezas, limitando o nosso sucesso.

A chave para uma boa auto-estima é aceitar a responsabilidade pelos nossos pensamentos, sentimentos e desejos pessoais e ter força de vontade para agir de modo a consegui-los.

Os diferentes tipos de personalidade

Há traços de personalidade visíveis na escrita de uma pessoa, que me preocupam bastante quando os vejo no papel.

É que, se ela revela traços destes, é porque está com alguns problemas complicados.

Claro que o grau de "complicações" depende da intensidade e da frequência com que aparecem na escrita.

Convém sempre verificar e re-vrerificar, antes de "rotular" uma pessoa (infelizmente, pode acontecer encontrá-los na nossa própria escrita!).

Um grafologista, uma vez definiu estes traços como "químicos letais":consegues lidar com eles em pequenas quantidades, mas em grandes doses não sobrevives...

A seguir vou tentar descrever alguns desses traços de modo a se compreender a complexidade do assunto.

A grafologia para mim é um hobby, por isso o que aqui está exposto é o que tenho aprendido e pode necessitar de ser corrigido.

Se detectares alguma falha, se quiseres fazer alguma crítica ou comentário, diz logo, ok?

Mentira

Grafologia

Infelizmente, a honestidade (ou a falta dela) é resultado de muitas variáveis. As mais relevantes acabam por ser a integridade da pessoa e a situação específica.

Algumas pessosa estão tão confusas que mentem quando a verdade soa melhor. O pior caso é o da letra o, mostrada acima.

Este é o mentiroso compulsivo. Inventa histórias e não se pode confiar. Provavelmente nem ele mesmo sabe qual é a verdadeira "verdade". Felizmente não vejo isto muitas vezes e espero que não o vejas também!

A letra o é uma "letra de comunicação". É normal encontrar, nesta letra, mais traços que indicam capacidade de guardar segredos, extroversão e franqueza. Este loop é a combinação de dois loops. Um, o chamado "loop do segredo" e outro o "loop do auto-engano".

Ao mesmo tempo, o autor deste "o" está a enganar os outros e a si mesmo. Ele simplesmente esquece-se de qual é a verdade!

Se vires este traço uma vez em dez, não assumas que é um mentiroso compulsivo. Esta pessoa mente, mas não tão severamente como a palavra sugere. Muitas pessoas basicamente honestas mentem nalguma ocasião.

A ética, a integridade e a oportunidade também são fatores de honestidade. Tem de se tomar em consideração a escrita num todo.

Se encontrares dois pequenos loops internos na letra "o", essa pessoa mente ocasionalmente; se uma secretária está ao telefone com o patrão ao lado e é obrigada a dizer "O chefe não está, quer que tome nota do recado?", esse recado tem, frequentemente, loops nos "o".

Existem 3 zonas na escrita: a superior (onde caem as partes superiores dos "l", dos "t", dos "d", etc), a média (onde ficam os "a", os "r", etc) e a inferior (onde ficam as zonas inferiores dos "f", do "q".

Qualquer loop (falo agora das "barrigas" das próprias letras) revela algo sobre a imaginação.

No entanto, os loops na zona superior revelam que a pessoa imagina coisas associadas à filosofia, à religião ou à ética.

Os loops da zona média revelam a imaginação que pode ser física ou sexual.

Se o loop se encontra na zona média, como a letra "o", a pessoa imagina coisas relacionadas com o dia-a-dia.

Como esta letra é uma letra de comunicação, imaginam-se coisas sobre o que se conversa. Quanto maiores os loops, mais são as mentiras e mais segredos estão escondidos.

Baixa Estima

Grafologia

Este traço vai senda cada vez mais comum.

Na escrita, a baixa auto-estima é revelada por uma trave horizontal do "t" abaixo do meio da zona média.

As letras maiúsculas no início das frases indicam a força do próprio ego, logo, servem de informação complementar.

Outro aspecto a verificar é a altura da letra "t".

A pessoa em questão tem medo de falhar, medo de mudanças que possam trazer frustrações.

Consequentemente, não estabelece objetivos difíceis ou a longo prazo

Uma pessoa assim quase que te idolatriza por teres tantas coisas que ela não tem e faz coisas para te agradar.

No entanto, uma pessoa com baixa-estima que age assim vai querer retorno...

Assim, num relacionamento, vais ter de ter a coragem, a tal auto-estima e força de vontade para ti e para a outra pessoa.

Se és do sexo masculino, não caias no erro de pensar que todas as mulheres com baixa auto-estima são "lixadas": muitas das meninas mais doces do mundo têm baixa auto-estima.

A questão é que são assim porque precisam da aprovação dos outros. E se ela falha, o mundo vai abaixo. Quando isso acontece, reage violentamente, mesmo contra ti.

É comum os seus companheiros tratarem-nas mal e elas ainda acharem que o merecem!

Lembra-te: se alguém permite ser tratada mal, não tem problemas em tratar mal os outros.

Normalmente as pessoas que sofrem abusos têm baixa auto-estima. O difícil é definir se o que causou a baixa auto-estima foram os abusos ou o contrário...

Quando um casal não gosta só do outro, mas também de si prórprios, o relacionamento é muito mais divertido e estável!

Dupla personalidade

Grafologia

A dupla personalidade revela-se numa óbvia variação da inclinação da escrita, para a esquerda e para a direita, na mesma frase.

Esta pessoa tem dificuldade em tomar decisões no campo emocional por causa das diversas influências emocionais. Sob stress, recolhe-se em si mesma, mas a resposta à situação é imprevisível dada a uma dualidade biológica no cérebro.

Há que esclarecer o conceito de dupla personalidade: uma pessoa não "encarna" dois papéis. Se assim fosse encontraríamos dois tipos de escrita diferentes.

Tão diferentes que acharíamos serem de duas pessoas diferentes. O "chavão" dupla personalidade significa que a pessoa tem acesso aos dois extremos no espectro das possíveis respostas emocionais (segundo percebi das minhas pesquisas). Normalmente a personalidade boa é doce, boa, generosa, divertida, isso tudo... Essa é a personalidade que vemos nos dias "sim"...

A outra é desagradável e não tem contemplações. Ignora que for preciso quando for preciso. É uma pessoa com conflitos internos sobre o que ela quer.

Hiper-susceptibilidade, Paranóia

Grafologia

Este é um dos mais importantes a evitar. A hiper-susceptibilidade é uma deturpação das percepções dos outros sobre nós.

É o medo de reprovação, mostrado num loop nas hastes verticais das minúsculas "d" e "t".

A hiper-sensibilidade relacionada com o ego é mostrada na haste da minúscula do "d".

A relacionada com ideias e filosofias está patente na hasta da minúscula do "t".

A paranóia é uma certeza quando o loop no "d" está "insuflado" ou com o topo achatado. Um "d" com um loop grande desenvolveu poderosos mecanismos de defesa. Criticar esta pessoa é catalizá-los. Quando estas pessosa se sentem traídas, cuidado! Frequentemente revelam sarcasmo, ressentimentos e comportamento agressivo. Se o loop no "d" é achatado no topo e não volta à linha de base, o medo dificlmente volta à realidade.

Lidar com esta pessoa requer alguma atenção SINCERA, sem paternalismos.

Uma pessoa verdadeiramente paranóica, desenvolve tantas defesas que é frequente ouvi-las dizer: "Não quero saber o que os outros pensam." e realmente não se magoarem com as críticas. Estes dois dados juntos, mostram MESMO grandes problemas!

Inconformista

Grafologia

O inconformismo é comum aos homens e às mulheres.

Este traço tem sido descrito como o da manipulação, revolta quanto ao sexo oposto, ou necessidade de desafios.

É tão comum que é difícil de o evitar. Aparece nas letras "c", "a", e "d".

É um gancho que se forma no círculo do topo destas letras. Chama-se um Stinger por causa da semelhança com um ferrão de abelha, (que magoa a sério, por acaso!) As pessoas com "stingers" na escrita têm um medo terrível de magoar os outros.

Dependendo de outros traços, pode até ser um jogo, um comportamento malicioso...

O ponto é que quem tem o "stinger" precisa de ser motivado e captado o seu interesse constantemente. Estas pessoas frequentemente procuram "pessoal" tumultuoso para umas voltas com adrenalina. São os que fazem "o jogo". É o tipo de pessoas que diz "Detesto joguinhos" e depois quase despreza as pessoas.

Raramente estão satisfeitas com os bem-comportadinhos... São atraídas pelo rebelde, pelo indomável. É a emoção da corrida e não o prémio as mantém interessadas.

Se se conhecer a pessoa primeiro pela escrita, quando isso acontecer pessoalmente a pior coisa que se lhe pode fazer é atirar-se a ele(a). Por precisarem de desafios, Só vai querer uma pessoa se a "caçar".

É uma atitude predatória: quanto maior o pedido de misericórdia maior a sensação de conquista.

Agir de modo indiferente, é a melhor estratégia.

Os relacionamentos tornam-se um jogo. Amores ficam tumultuosos e imprevisíveis.

Todo o filme "Ligações Perigosas" era acerca de um homem com gigantescos "stingers". Manipulava as mulheres num jogo perigoso, para as levar para a cama...

Se quiseres ver como os "stingers" sobressaem num filme, vê-o.

Como se ganha? Não se ganha. Ao deparar com uma pessoa assim, nunca se pode prescindir do controlo total...

Sarcástico

Grafologia

A ponta do "t" é pontiaguda.

O sarcasmo é uma defesa verbal do ego.

Esta pessoa dá um significado duplo a tudo o que diz e mistura algum humor.

Não é um traço horrível de todo, mas este é o mecanismo hostil de defesa que pode magoar se usado para esconder algum tipo de "raiva"ou de insegurança.

Dominador

Grafologia

A barra horizontal do "t" desce para a direita.

Esta pessoa tende a estar no controlo e gosta disso.

Uma barra desenhada com o fim bem definido (a caneta parou ali e só depois levantou do papel) revela que o consegue sem contrariar as pessoas que o circundam.

Se a caneta voa de ou para o papel, vai deixar um rasto, um traço pontiagudo - SARCASMO!

Aqui está a pessoa que espezinha, a "melga".

É cáustica e dominadora ao ponto da crueldade quando não consegue as coisas à sua maneira.

Na verdade, é mais um MEDO de NÃO ESTAR no controlo.

E o medo motiva as pessoas de um modo muito forte...

Teimoso

Grafologia

As hastes verticais do "t" e do "v" são abertas, como um "V" invertido.

Esta pessoa tem as suas ideias (algumas bem fixas) e não querem ficar confusos com novas ideis ou fatos.

É o medo de estar errado. A incapacidade de mudar rapidamente ou de admitir que se está errado.

Mais uma vez, um mecanismo de defesa para um ego inseguro ou a auto-estima danificada.

Anti-social

Grafologia

Os "y", os "g" e às vezes os "j" são descem e sobem pelo mesmo caminho.

Um grande medo de confiar nos outros e de se magoar emocionalmente.

Evita a intimidade o mais possível e não é capaz de dar e receber amor facilmente.

O medo de ser magoado, mais uma vez... (comum depois de um divórcio).

Desafiador

Grafologia

Nos EUA e em Inglaterra chamam-lhe o "go to hell K".

Não é muito comum, porque a nossa língua não usa muito o "K" e só é mesmo um mau sinal se combinado com um grande conjunto de outros traços "infernais".

Também pode indicar medo de compromissos. Alguém que valoriza a sua liberdade na sua lista de valores...

Outros traços de personalidade não necessariamente infernais ...

Seguem-se algumas características habituais, que tenho encontrado e estudado.

Argumentativo

Grafologia

Sabes aquelas pessoas que acham que tudo é discutível?

Aquelas que estão sempre preparadas com fatos e números para suportar as suas teorias?

(Já estás a sorrir, a pensar "olha quem fala", certo? Pois, o que é que se há-de fazer, eh, eh!...)

Olha para a escrita de uma pessoa com tendência natural para argumentar, para provar a sua teoria, ou justificar-se a si próprio e provavelmente vais encontrar uma zona média do "p" baixa e uma haste superior muito elevada:

Grafologia

Usada positivamente, a predisposição para argumentar pode fazer sobressair a personalidade de uma pessoa.

As pessoas que argumentam entusiasticamente, são interessantes, informativas e proporcionam entretenimento.

A opinião - a favor ou contra - nunca é curta na variedade de tópicos. Gostam de fazer de "advogado do diabo", de se colocarem no lado oposto da questão.

No entanto, as pessoas que são problemáticas e agressivas, podem-se tornar chatas e cansativas.

Habitualmente a argumentação é uma resposta inconsciente a sentimentos de insegurança.

São inúmeras as variações deste "p" e é necessária uma avaliação cuidadosa para determinar se este traço é positivo ou negativo.

Por exemplo, uma pessoa com um uma haste no "p" em forma triangular (ilustrado abaixo, na palavra "happy") vai estar interessada é em obter fatos que suportem os seus pontos de vista.

Já uma pessoa com a haste superior em "loop" (como no exemplo acima) vai introduzir argumentos imaginativos.

Grafologia
Embora todos os sinais na escrita sejam significativos, nenhum pode ser tomado fora do contexto e considerado isoladamente!

Sexualmente desinibido

Grafologia

Este é o traço de que toda a gente gosta de falar! Quanto maior o "loop" nas zonas inferiores das letras, maior é a imaginação sexual.

Essa imaginação inclui energia, confiança, experiências e até novas posições. Alguém com esta característica farta-se depressa da mesma coisa.

É preciso recordar que este "loop" também significa exagero.

Assim, a pessoa tem tendência a embelezar e exagerar tudo em todas as áreas da sua vida.

São óptimos contadores de histórias e amantes dos melhores, eh, eh!

Sexualmente solitário

Grafologia

Esta pessoa precisa do seu espaço.

Uma parte dessa pessoa até gostas de outras e, na realidade, precisa de estar com outras.

No entanto, quando vires uma haste inferior a direito para baixo, já sabes que essa pessoa precisa de se concretizar por ela mesma emocionalmente.

Em relacionamentos, precisa do seu espaço e de não ser inter-dependente.

Aliás, independência é a palavra chave.

Pode ser um traço muito saudável.. É que há alturas em que é preciso estar sozinho e gozar de liberdade.

Sexualmente frustrado

Grafologia

Algumas pessoas não estão totalmente satisfeitas, no plano físico, com elas mesmas.

Um "loop" inferior incompleto significa uma vida sexual incompleta.

Por vezes a pessoa pode estar a passar por desafios físicos, como doença ou dor física.

No entanto, na maior parte das vezes, revela uma falta de satisfação sexual ou emocional no seu relacionamento.

Orgulho e dignidade

Grafologia

As hastes verticais dos "t" e dos "d" são muito estreitas ou mesmo retraçados. Estas pessoas orgulham-se do que são e exigem ser tratadas com respeito e dignidade.

Atenção aos detalhes

Grafologia

Os pontos nos "i" e nos "j" também. Quanto mais perto da letra estiverem, maior é a atenção que a pessoa dá aos detalhes.

Contribui para uma boa memória. Repara em tudo!

Casos prácticos

Um pedaço de papel com um texto escrito por alguém NÃO É uma bola de cristal!

É preciso estudar bastante, conhecer os rudimentos da psicologia humana mas nunca deixar de lado a intuição.

No entanto, qualquer pessoa possui a intuição básica necessária para ver reflexos da personalidade nas marcas que outros deixam.

Vamos observar alguns exemplos.

A seguir estão dois excertos.

Um deles foi escrito por um vendedor espalhafatoso e o outro escrito por um contabilista introvertido, envergonhado.

Qual deles foi escrito pelo vendedor?

Grafologia

Aposto que disseste que foi o segundo. E não foi ao acaso pois não?

Qual dos seguintes reprime os seus sentimentos, A ou B?

Grafologia

Não é difícil pensar que será o A, pois não?

Uma vez que escrevemos da esquerda para a direita, a inclinação para a direita mostra que "se vai com a corrente". A inclinação para a esquerda indica uma repressão, um controlo da exteriorização dos sentimentos.

Quem é mais orgulhoso, A ou B?

Grafologia

A resposta é A. Como é que acertaste? Tenta imaginar a linguagem corporal de alguém orgulhoso de si mesmo. Tendem a andar erectos, cabeça levantada, embros para trás, peito para a frente... Tal como o exemplo A.

Quem está a mentir, a Sra A ou a Sra B?

Grafologia

A resposta é a Sra B.

Mas afinal o que é que há na escrita da Sra B que não "bate" bem? O espaço largo que existe antes do 36, certo?

Que princípio psicológico usámos aqui?

À medida que a Sra B ia preenchendo o seu formulário, ela escreveu, "I am..." mas por qualquer razão ela parou.

Talvez pensasse, "Eu não quero que se saiba a minha idade!", então parou para pensar no que iria dizer, perdeu espontaneidade, mas o subconsciente manteve o movimento da mão para a direita.

Qual destas senhoras de apelido Smith está prestes a pedir o divórcio?

Grafologia

Espero que tenha sido óbvio: A Sra B quer o divórcio. Repara como ela risca o sobrenome "Smith." Não é dos casamentos mais felizes!

São pistas sobre sentimentos inconscientes quanto ao pai ou ao marido - ou à pessoa de quem tiver vindo o nome.

Cenário: assédio sexual?

Vamos analisar estes dois excertos de texto:

Grafologia
Tony, Gestor Financeiro

Grafologia
Judy, Diretora de Serviços

Cenário

O Tony é Gestor Financeiro há seis anos. É respeitado pelos colegas e tido como trabalhador sério e "renhido". Não é casado e vive sozinho.

A Judy chegou ao departamento há 3 meses. Gosta de atividades sociais e não tem medo de as organizar. Fala constantemente sobre o namorado que tem na Escócia.

Todos ficaram surpreendidos e chocados na semana passada quando a Judy foi ter com o Diretor de Recursos Humanos, lavada em lágrimas, a acusar o Tony de assédio sexual.

O Tony negou veementemente as alegações, mas o Diretor de R.H. resolveu investigar o assunto: entrevistou o resto do pessoal para apurar os fatos e pede-te para analisar a escrita dos dois intervenientes.

Quem está a dizer a verdade?

Embora as análises grafológicas sejam importante, devem ser confrontadas e complementadas com a investigação das circunstâncias, oportunidades, motivações..

Tony: A letra aberta e legível do Tony sugere que é razoavelmente honesto e transparente. Vai direto aos assuntos, sem esconder as coisas importantes. No entanto é um excerto muito pequeno para avaliação.

Judy: Este também pequeno excerto, mostra que a Judy é menos direta e honesta que o Tony. Tende a manipular as pessoas e situações para dar cobertura aos seus "atalhos" e conseguir os seus objetivos.

Conclusões

Análise grafológica

Vamos fazer uma breve análise grafológica a um texto de uma menina chamada Joyce.

Grafologia

Uma das coisas que salta à vista neste texto é a inclinação descendente das linhas. Parece um sinal de fadiga ou fraqueza temporária que desaparecerá quando recuperar as energias

No entanto, alguém que escreve sempre assim é facilmente desencorajado e tende a estagnar nas facetas negativas de uma situação.

As barras dos "t" são firmemente desenhadas, e as ligações em arcada sugerem que é uma "self-made woman". Muitos dos seus objetivos são exclusivamente pessoais e nada convencionais. A família e os amigos nem acham que valham a pena persegui-los.

Ela faz planos par a frente e tenta organizar o tempo de maneira eficaz.

Embora lhe interessem os valores tradicionais é altamente criativa e inovadora no modo de pensar. Tem uma mente inquieta, que questiona tudo e adora aprender por si própria.

Prefere pensar por ela mesma e detesta ter de confiar nos outros.

Pode ser bastante impaciente. Abomina o desperdício de qualquer tipo e é muito mais feliz quando consegue resultados rápidos.

Não que desista com facilidade se "meteu na cabeça" conseguir alguma coisa...

Um conflito interno fá-la sentir, por vezes, sem descanso e sem "poiso".

No entanto, depois de se assegurar que está no "trilho" certo, o entusiasmo cresce e as ansiedades iniciais são esquecidas.

Fonte: www.britishgraphology.org/www.grafologia-sp.com.br/www.psicologia.pt

Check Also

Sistema Monetário Brasileiro

Um sistema monetário é qualquer coisa que é aceite como uma medida padrão de valor …

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

5 − três =