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Geografia Cultural

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A geografia cultural é caracterizada pelo estudo dos manifestos culturais como religião, crenças, rituais, artes, formas de trabalho, ou seja, idéias de um grupo social de um povo.

Para Paul Claval o principal objetivo da geografia cultural e o de entender os homens a sociedade e tentar incorporar seus significados e conhecimentos em nossas vidas, nosso dia a dia.

Geografia Cultural

Já os geógrafos Wagner e Mikesell abordam vários temas da geografia cultural dentre eles se destacam:

A cultura representa as atividades de um grupo seus conhecimentos. Área cultural, ou seja, uma região um território que tem determinada cultura. Paisagem cultural, e o resultado concreto de um grupo social e o conteúdo geográfico produzido pelo mesmo. Historia cultural, e a evolução do modo de vida com o decorrer dos tempos. A ecologia cultural, e a sociedade em si, e a união desses pontos vistos até agora e o entendimento de uma cultura. Geógrafo cultural é a pessoa que estuda qualquer sinal de ação humana em uma paisagem que possa implica cultura.

O desenvolvimento cultural ou a noção de gênero de vida é marcado por um forte pensamento o possibilismo cuja qual reforça a relação da natureza e suas influencias sobre o homem, e que o mesmo apresenta possibilidades tanto de modificá-la como de transformá-la.

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Mas este mesmo desenvolvimento também é marcado pela globalização que derruba fronteiras e aproxima os povos, porem boa parte no processo relacionado à globalização é negativo como pro exemplo o modelo de consumo e adaptação tecnológicos que trazem certas padronizações culturais prejudicando a diversidade cultural do planeta.

A cultura é fruto do homem vivendo em sociedade e transformando o meio para satisfazer suas necessidades.

Fonte: ucbweb2.castelobranco.br

Geografia Cultural

“Os geógrafos podem engajar-se em uma ampla gama de carreiras, que se servem do seus conhecimentos sobre as relações homem/ambiente. Os princípios geográficos são utilizados em atividades que vão desde a análise de relações internacionais, até a seleção de locais apropriados para restaurantes fast food; desde o planejamento do uso do solo para pequenas comunidades, até o planejamento regional de projetos de desenvolvimento que afetam grandes áreas; desde o ensino na escola fundamental, até a compreensão e a minimização de danos causados por desastres naturais. O preparo do geógrafo, enfatizando conhecimentos tanto culturais como ambientais, deve fornecer os ingredientes essenciais para a elaboração de decisões acertadas.

O geógrafo envolvido em funções relacionadas ao comércio e aos negócios (business), pode trabalhar para uma grande empresa, ajudando-a a encontrar a melhor localização para suas lojas ou fábricas. Os geógrafos também podem estar engajados na determinação dos melhores mercados para um produto específico. Geógrafos delimitam regiões demonstrativas das áreas de mercado, localizam os melhores sítios para as fábricas ou as vendas no varejo, e analisam os lucros ou prejuízos potenciais, apontando as diferenças ou especificidades dos locais e das regiões. O cargo, o emprego ocupado pelo geógrafo, formalmente, pode não incluir o termo geografia (grifo do tradutor). Com efeito, o geógrafo que trabalha no ramo dos negócios pode ser denominado um planejador de oportunidades, um pesquisador de mercado, um analista de pesquisa, um gerente de tráfego especialista em localização, um cartógrafo (mapmaker) ou um processador de geo-informações. Embora os títulos variem, cada função reflete a necessidade de um indivíduo preparado para lidar com problemas do mundo real, cotidiano, que envolvem tanto a cultura como o ambiente.

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Outra grande área de emprego para os geógrafos, consiste nas atividades governamentais. Em nível local, os geógrafos engajam-se no planejamento do uso do solo e no planejamento urbano, no planejamento dos transportes, dos bens imóveis e da habitação (moradias), no desenvolvimento econômico e na cartografia. O seu trabalho envolve uma ampla gama de atividades, incluindo a pesquisa, a formulação de políticas, programas de desenvolvimento e de administração, e a coleta e análise de dados relativos à população e ao uso que a mesma faz do ambiente. Os geógrafos envolvidos no planejamento urbano fornecem diretrizes para decisões diárias, planos de efeito imediato e localizado, aprovando ações concernentes às zonas de ocupação (subdivision plats) e amparando códigos de zoneamento para prevenir usos inapropriados do solo. Eles também se engajam no planejamento de grande amplitude, para assegurar que o futuro desenvolvimento da cidade resulte em um ambiente desejável para se viver. Os geógrafos ajudam a planejar as rotas, as vias e os fluxos do tráfego e fornecem diretrizes para a instalação de áreas residenciais ou comerciais, em comunidades específicas e regiões. Os geógrafos também fornecem técnicas de auxílio às agências locais, estatais ou federais encarregadas da minimização dos danos causados pelas catástrofes naturais. O conhecimento sobre a percepção da população a respeito dos desastres naturais, apoia os programas federais, na orientação dos locais destinados à moradia, aos negócios e à indústria, no sentido de minimizar os danos causados por enchentes, terremotos ou furacões. Os geógrafos estão intensamente envolvidos em tais atividades, sob uma variedade de títulos, como, por exemplo, especialista em redução de efeitos desastrosos, previsão de desastres naturais, e cartógrafo.

Os geógrafos têm um papel importante no ensino, em todos os níveis da educação, desde a escola fundamental até a universidade. Os professores têm a oportunidade de orientar pesquisas sobre o uso que as populações fazem da terra, e ensinam ou assistem outros na compreensão dos processos relativos à ocupação humana da terra.

O tema principal do trabalho do geógrafo consiste em compreender, explicar e ajudar a canalizar adequadamente as interações entre a população e o seu ambiente físico. O geógrafo cultural está engajado em minimizar a miséria da humanidade, assegurando que o uso que os homens fazem da terra seja antes construtivo, do que destrutivo.

CONCLUSÃO

Os temas da geografia cultural fornecem uma moldura para a compreensão dos elementos culturais da geografia mundial. A explicação do presente, porém, só é possível através do entendimento de algo do passado. A geografia do mundo está mudando continuamente, e a moderna geografia cultural inclui elementos da geografia do passado, bem como elementos das forças de mudança que criaram o mundo atual. O estudo das origens culturais e da difusão (de inovações) fornece chaves de identificação de relações entre a geografia do presente e a geografia do passado.

A geografia cultural de hoje é tão diferente do que a mesma será dentro de um século, como é diversa da geografia dos séculos passados. A geografia cultural atual representa apenas um ponto em um continuum de mudanças que começaram com as mais antigas modificações humanas sobre o ambiente. O conhecimento sobre eventos e processos que auxiliaram a modelar o mundo de hoje, indicam algo da natureza, da extensão e do ritmo de mudança que está constantemente remodelando o mundo. A ecologia cultural, o estudo do processo através do qual as paisagens culturais são criadas, fornece importantes entendimentos de como o processo de mudança irá impactar o mundo do futuro.

Os detalhes sobre as primeiras mudanças, nos ambientes do passado, associadas aos primitivos habitantes do mundo, são apenas parcialmente compreendidos, devido à sua grande antiguidade. Certas mudanças críticas que permitiram a ampla difusão de impactos geográficos, podem ser reconhecidas, nos registros de informações geográficas. (…).”

Fonte: www.dge.uem.br

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