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Relevo

O que é

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Um Relevo em Geografia mostra mudanças na elevação sobre uma determinada área de terra.

Relevo é um componente central de mapas topográficos e físicos.

A tecnologia moderna permitiu que o Relevo deverá ser calculada para um grau ainda maior de precisão. É importante que os alunos sejam capazes de identificar e interpretar alívio em um mapa.

O que é um Relevo?

Relevo é a diferença na elevação (ou altura) entre as partes da superfície da Terra.

A altura do solo, em conjunto com informações sobre a inclinação e forma, é muito útil para muitas pessoas, incluindo topógrafos, geólogos, incorporadoras e trilheiros. Há uma série de técnicas que têm sido desenvolvidos ao longo do tempo para representar com precisão as características do relevo em um mapa.

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Hachuring

Os primeiros cartógrafos tentou mostrar as características da superfície em mapas utilizando a técnica de hachuring. Hachures usar linhas curtas de espessura variável para mostrar a forma e inclinação do terreno. De acordo com esta técnica, a mais acentuada a inclinação é, o grosso das linhas que são representá-lo.

Enquanto hachuring foi inicialmente inovador para a época, ele começou gradualmente a ser substituída desde a altura real da terra não foi descrito.

Colina sombreamento e alturas local

No início do século 18, hachuring foi substituída por uma forma científica de colina sombreamento e alturas pontuais. Colina sombreamento se assemelha a um efeito de luz e sombra. Vales e os lados das montanhas aparecem como se eles são lançados na sombra. Este é um método visualmente impressionante, o que é ideal para fornecer uma visão geral do relevo de uma área. Encosta proteção, no entanto, não mostra a altura, o que significa que não é mais preciso do que hachuring.

Alturas local são usados para mostrar a altura exata da terra em um determinado ponto. Cota são descritos usando um ponto (ou triângulo) e de um número correspondente, que representa a altura (altura acima do nível do mar) nesse ponto. Enquanto alturas pontuais fornecer uma precisão de altitude, eles não fornecem muita informação sobre a forma da terra. É por isso que eles são muitas vezes utilizados em conjunto com o monte de sombreamento, camada de tingimento e linhas de contorno.

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Camada de tingimento (coloração)

Enquanto alturas local mostram a altura da terra, fazê-lo apenas em determinados pontos. Para fornecer uma imagem global que transmitiu altura, uma técnica chamada camada de tingimento foi desenvolvido. Camada de tingimento usa diferentes cores (ou tons) para representar diferentes alturas. É uma convenção de mapeamento de cores mais escuras para significar maior altura. Ao utilizar camada de tingimento, o verde é usado frequentemente para baixo da terra, amarelo para terras mais altas e marrom para o mais alto da terra.

Camada de tingimento é mais comumente encontrado em mapas físicos. Enquanto a camada de tingimento é útil, ele não mostra a forma detalhada da terra.

Linhas de contorno

Curvas de nível são linhas que ligam pontos (alturas local) que estão à mesma altura acima do nível do mar. Mais comumente encontrados em mapas topográficos, linhas de contorno são particularmente úteis, uma vez que retratam com precisão a altura, forma e inclinação de uma paisagem. Os números que são apresentados em cada linha representam a altura exata da terra em pontos ao longo dessa linha. Os padrões criados pelas linhas mostram a forma do terreno.

Como uma pessoa se torna mais familiarizado com os padrões, ele ou ela é capaz de identificar imediatamente os diferentes tipos de formas de relevo. Um padrão que se assemelha a dois círculos com um espaço entre eles, por exemplo, pode ser reconhecido como sendo dois montes e um selim (um mergulho entre duas áreas de terras mais altas). A inclinação pode também ser identificado através de linhas de contorno. Quanto mais próximo das linhas de contorno, a mais acentuada a inclinação é.

A equidistância é a diferença de altura entre as linhas de contorno. Linhas de contorno sempre aumentar ou diminuir na mesma proporção. Isto significa que se uma linha de contorno representa pontos de 50 metros acima do nível do mar ea próxima linha de contorno mostra pontos a 100 metros acima do nível do mar, então a terceira linha de contorno será de 150 metros acima do nível do mar. Neste exemplo, o intervalo de contorno é de 50 metros.

Fonte: againwhatis.com

Relevo

Tipos de Relevo

Relevo é o conjunto de formas que moldam a superfície da crosta da Terra. Ele pode ser modificado pela ação de fatores internos, como terremotos e movimentos tectônicos (decorrente da pressão que vem do interior da Terra), os fatores externos, como a erosão devido a processos naturais, como a água da chuva e dos ventos, entre outros, e pela interferência humana com a paisagem.

Relevo também é diretamente afetada por outros aspectos ambientais, como o clima, tipos de rochas, solo e cobertura do solo.

No Brasil, o relevo é formado principalmente por planaltos, planícies e depressões, embora outros tipos, tais como montanhas, planaltos (o “chapadas”), planaltos e planícies também pode ser visto. Os planaltos são terrenos relativamente planos localizados em áreas de maior altitude. Eles são limitadas, pelo menos de um lado, pelas superfícies inferiores.

No Brasil você tem exemplos de planalto da Região Central (Planalto Central Brasileiro), no Sudeste (Centro-Sul do Planalto em Minas Gerais), os planaltos da Amazônia e as da bacia sedimentar do Paraná, no sul.

Relevo
Chapada e bandejas têm plano superior e são formados em rochas sedimentares

As planícies são áreas planas ou levemente onduladas formadas pelo depósito de sedimentos transportados pela água ou pelo vento, por exemplo. Eles são geralmente encontrados em altitudes mais baixas. Como eles são feitos pelo depósito de sedimentos não consolidados (partículas que não se estabelecem) provenientes de outros locais, esse alívio é mais recente do que outros. Entre as planícies do Brasil, podemos destacar o Pantanal (zonas húmidas) em Mato Grosso, a planície do rio Amazonas e seus principais afluentes, e as planícies na costa do país.

As depressões são um conjunto de relevos lisas ou onduladas que estão abaixo do nível de altitude das regiões vizinhas. Podemos encontrar exemplos de depressões no Brasil na Região Amazônica, como as depressões no Acre e Amapá. Eles também podem ser encontrados na região sudeste, onde sítios urbanos aproveitar as características favoráveis do relevo para a construção de grandes cidades, como São Paulo e Belo Horizonte.

As montanhas são relevos sulcadas, geralmente em uma forma crista (partes altas, seguidos por colisões) e cumes pontiagudos, ou nas bordas de planaltos elevados. “Serra do Mar” (Sea Mountain) e “Serra da Mantiqueira” são bons exemplos. O Planalto ou “chapadas” e as chapadas são relevos com topos planos, formados por rochas sedimentares e, geralmente, rodeado por bordas com inclinações variáveis.

As chapadas estão localizadas em meio a altas altitudes. No Brasil você tem o “Chapada Diamantina”, o “Chapada dos Guimarães” e “Chapada dos Parecis”, como exemplos dessas terras altas. Tabuleiros são encontrados em altitudes relativamente baixas, e podem ocorrer no litoral e no interior. No litoral, podem ser encontrados principalmente na região nordeste. No interior, você tem os planaltos da Amazônia.

Finalmente, as áreas planas são formas planas ou onduladas que formam as superfícies intermédias ou etapas entre os mais elevados e os mais baixos relevos. Estes podem ser encontrados na região nordeste, entre as depressões do campo e as montanhas da Borborema e na bacia sedimentar do Paraná, formando etapas entre os diferentes níveis de planalto.

Fonte: www.brasil.gov.br

Relevo

Topografia:

Plano …………………………………………………………………………………………. 10%
Ondulado …………………………………………………………………………………….. 70%
Montanhoso.……………………………………………………………………………………20%

Tipos de solos e montanhas:

Os solos são argilosos, de moderada resistência à erosão, de profundidade variável, de baixa e moderada fertilidade natural, com maior aproveitamento na pecuária. Formação aparecendo na maioria das vezes em associação ( podzóico e latossolo vermelho- amarelo ). As montanhas são rochosas, pré- cambrianas, intensamente dobrada, provocando a formação de colinas côncavas- conexas e cristas, com altitudes de 860 a 1200metros.

Serras arredondadas e de pressão relativa entre a Região do Campo Grande e São Bento, com vegetação de cerrado e nas encostas floresta tropical.

Serra do Sumaré na Região de Boa Vista onde localiza-se ao fundo o ponto mais alto no município Pico dos Paivas com altitude máxima de 1.230 metros no Córrego Olho d’ água, com vegetação de floresta tropical e cerrado.

Fonte: www.itaguara.mg.gov.br

Relevo

O RELEVO TERRESTRE

A superfície terrestre não é uniforme, mas sim composta por irregularidades, apresentando formas altas ou baixas, planas ou onduladas. O relevo pode ser definido como o conjunto das formas assumidas pela superfície terrestre. A Geomorfologia é o ramo da ciência que estuda as formas de relevo e os processos responsáveis por sua formação e transformação.

Complementares: os agentes internos e os agentes A grande variedade de formas do relevo terrestre se deve à atuação de duas forças contrárias, porém externos.

Os agentes internos, também chamados de agentes endógenos, são as forças que atuam a partir do interior do planeta. Entre os exemplos desses agentes estão o movimento das placas tectônicas (tectonismo), os terremotos (abalos sísmicos) e os vulcões (vulcanismo). Esses agentes podem ser considerados estruturadores do relevo, já que são responsáveis pela criação de grandes estruturas, que são posteriormente modificadas pelos agentes externos.

Já os agentes externos ou exógenos são as forças que atuam sobre a superfície terrestre a partir da ação do calor do sol, da água, dos seres vivos, do vento e de outros fenômenos atmosféricos. Tais agentes são considerados modeladores do relevo, já que, ao longo de milhares ou milhões de anos, modificam as grandes estruturas criadas pelos agentes internos.

Exemplos de atuação dos agentes internos na superfície terrestre

Algumas formas de relevo estão diretamente relacionadas à atuação dos agentes internos. O choque entre placas tectônicas, por exemplo, resulta na formação das grandes cadeias montanhosas ou cordilheiras. A atividade vulcânica, por sua vez, altera a fisionomia da paisagem, já que, a cada erupção, uma nova camada de rocha é depositada sobre a superfície. Vulcões submarinos ativos podem, por sua vez, formar ilhas vulcânicas.

Relevo
Orogênese (formação de montanhas): o choque entre placas tectônicas forma as cordilheiras

Relevo
Vulcanismo: a cada erupção, uma nova camada de rocha é depositada sobre a superfície

Os processos relacionados aos agentes externos

A atuação dos agentes externos ocorre por meio de três processos complementares: o intemperismo, a erosão e a sedimentação.

Intemperismo: é o processo responsável pela destruição ou decomposição das rochas e a desagregação dos seus minerais. Ele pode ser físico (quando não há transformações químicas na rocha e a destruição da rocha é causada pela ação do calor e do vento, sem a presença de água) e químico (quando a água participa do processo, permitindo reações e transformações químicas na rocha).

Erosão: muitas vezes chamada apenas de desgaste da rocha ou do solo, é o processo por meio do qual ocorre a retirada e o transporte de materiais de áreas altas para as de menor altitude.

Sedimentação: corresponde ao depósito dos materiais (solo, areia ou fragmentos de rochas) oriundos da erosão.

A atuação dos agentes externos na transformação do relevo

Muitas formas de relevo encontradas no território brasileiro foram formadas devido à atuação dos agentes externos. As planícies litorâneas, por exemplo, onde se encontram as praias, resultam de um longo processo de sedimentação. As serras, por sua vez, possuem morros bastantes arredondados por causa da ação erosiva da água da chuva ao longo de milhares de anos.

Relevo
Aspectos de uma falésia marinha

Falésia: exemplo de alteração no relevo terrestre provocada pela água do mar

Relevo
Relevo ruiniforme: formas produzidas pela ação do vento

Os tipos de erosão

A erosão pode ser definida de acordo com o agente responsável pelo desgaste e transporte do material.

Pode-se definir os seguintes tipos de erosão:

Erosão eólica: provocada pela ação do vento.

Erosão solar:provocada pelo calor do sol.

Erosão pluvial:provocada pela ação da água da chuva.

Erosão fluvial:provocada pela ação da água dos rios.

Erosão marinha ou abrasão marinha:provocada pela ação da água dos oceanos e mares.

Erosão glacial: provocada pela ação da neve ou gelo.

Erosão acelerada ou antrópica:provocada pelas atividades humanas.

As principais formas de relevo

Planaltos: superfícies irregulares, em geral superiores aos 300 metros de altitude, nas quais predominam os processos de erosão.

Planícies: superfícies muito planas e baixas, geralmente com menos de 200 metros de altitude, nas quais predominam os processos de sedimentação.

Depressões: superfícies rebaixadas em relação ao seu entorno, geralmente com poucas irregularidades e predomínio de processos erosivos.

Podem ser classificadas em:

a) depressões absolutas, situadas abaixo do nível do mar (muito raras) e

b) depressões absolutas, situadas entre dois ou mais planaltos.

As formas de relevo abaixo são muito comuns no território brasileiro e, em geral, estão associadas aos planaltos:

Morro:elevação da superfície de forma arredondada, com declives suaves. Muitas vezes, também é chamado de montanha.

Colina:morro ou pequeno morro.

Serra:superfície que apresenta um conjunto (uma sucessão ou sequência) de morros e, em determinadas porções, apresenta um terreno muito escarpado.

Chapada:também chamada de planalto tabular, é uma superfície elevada, bastante aplainada na parte superior, com limites muito escarpados, ou seja, com paredes abruptas (verticais) na sua borda (elevado declive).

Há ainda outras formas de relevo que podem ser citadas, entre as quais destacam-se:

Vale: Depressão, compreendida entre duas áreas de maior altitude, geralmente atravessada por um rio ou ribeirão, podendo ser largo ou estreito.

Montanha: grande elevação da superfície terrestre que apresenta forte declive e, em geral, pico pontiagudo e rochoso. Associa-se, normalmente, às forças internas (tectônicas), responsáveis pelos dobramentos.

Cordilheira: conjunto (sequência) de montanhas.

Glossário

Altitude: altura da superfície terrestre em relação ao nível médio do mar.

Declive: inclinação do relevo (do terreno).

Encosta: superfície inclinada, ou seja, com forte declive, que delimita as áreas elevadas do relevo (o termo pode ser utilizado como sinônimo de vertente).

Escarpa: Paredes abruptas das bordas dos planaltos e serras, com declives bastante acentuados, podendo até mesmo ser verticais, como no caso das chapadas.

Em outras palavras, queda muito acentuada no relevo.

Vertente: porção do relevo com um declive (inclinação) que permite o escoamento da água da chuva (o termo pode ser utilizado como sinônimo de encosta).

Relevo

Relevo

Relevo

Relevo do Estado de São Paulo

De forma simplificada, considerando-se as formas de relevo predominantes, é possível identificar quatro compartimentos no Estado de São Paulo.

O Estado conta com dois planaltos: o Planalto Ocidental (I), que abrange a porção oeste do território, e o Planalto Atlântico, que abrange a porção leste, estende-se ao longo do litoral e possui a presença de serras (Serra do Mar, Serra da Mantiqueira). Entre os dois planaltos, situa-se a Depressão Periférica (III), na qual encontra-se Pirassununga e os municípios vizinhos. Por fim, ocupando uma estreita faixa no litoral, encontra-se a Planície Litorânea (IV).

Na classificação do relevo brasileiro, proposta pelo geógrafo Jurandyr Ross, em 1989, os compartimentos citados recebem as seguintes denominações:

I. Planalto Ocidental: Planaltos e Chapadas da Bacia do Paraná.

II. Planalto Atlântico: Planaltos e Serras do Atlântico Leste e Sudeste.

III. Depressão Periférica: Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná.

Fonte: www.etecgeo.xpg.com.br

Relevo

FORMAÇÃO DA TERRA

TEORIA MAIS ACEITA = ACRESCÊNCIA

Afirma que a Terra se formou a aproximadamente 4,6 bilhões de anos, a partir de matéria já resfriada, existente no espaço em que hoje orbitamos. Essa matéria, por força centrípeta foi agregando e dando origem ao planeta terra.

CAMADAS INTERNAS DA TERRA:

O planeta Terra, em toda sua dimensão esférica, possui várias camadas que variam quanto à sua composição química e física.

Essas camadas estão divididas em:

Crosta: é a parte mais superficial, a primeira camada. Basicamente é formada por composição de granito nos continentes e basalto nos oceanos. Essa camada é onde a vida se desenvolve, e sua espessura é de 5 a 70 km.

Manto: segunda camada da Terra, formada por minerais, como o silício, ferro e magnésio, sua temperatura varia de 100° Celsius a 3500°Celsius, e a profundidade pode variar conforme a localização: oceano ou continente (30 km a 2900 km).

Núcleo: o núcleo corresponde a 1/3 da massa da Terra e contém basicamente elementos metálicos (ferro e níquel). É dividido em núcleo interno e externo, sendo que os dois possuem um raio de 3480 km, e as temperaturas são altíssimas (5000°C).

AGENTES FORMADORES DO RELEVO

FORÇAS ENDÓGENAS

As forças endógenas são forças geradas pelas correntes de convecção no interior do manto terrestre. São elas as responsáveis pela movimentação das placas tectônicas.

O intenso calor existente no núcleo da Terra faz o magma presente no manto fluir em grandes correntes denominadas correntes de convecção. As forças endógenas causam a movimentação das placas tectônicas, dobramentos, falhamentos, vulcanismo e abalos sísmicos como terremotos e maremotos.

Placas Tectônicas

As placas tectônicas são pedaços da crosta terrestre que flutuam sobre o magma do manto na astenosfera. Esses movimentos são extremamente lentos, a uma velocidade média de 2 a 3 cm por ano.Esses movimentos podem ser convergentes quando as placas se encontram e uma delas “mergulha” no manto,sendo fundida novamente no magma por causa das altas temperaturas

A força horizontal resultante do movimento das placas é denominada OROGÊNESE = ORIGEM DAS MONTANHAS.

EPIROGÊNESE = ORIGEM DOS CONTINENTES. A denominação teve como objetivo principal designar o fenômeno geológico que resulta em movimentos tectônicos no sentido vertical. Caso esse movimento seja para cima, recebe o nome de soerguimento e para baixo, subsidência.

Relevo

Nas zonas de divergência as placas estão se afastando uma da outra, o que provoca uma camada de crosta mais fina que propicia a subida do magma à superfície terrestre.

Relevo

Obducção – em certas zonas de tensão, as placas são pressionadas umas contra outras, deslizando horizontalmente em direções opostas.

Relevo

Os dobramentos são cadeias de montanhas formadas pela pressão da movimentação das placas tectônicas sobre a crosta, fazendo com que ela se dobrasse, por causa de certa elasticidade.

Dobramentos Modernos são aqueles ocorridos recentemente, no terciário do cenozóico. São altos e pontiagudos por não terem sofrido ainda um intenso desgaste. Citamos como exemplos os Alpes, o Himalaia, os Andes e as Rochosas.

Quando essa elasticidade é menor, a crosta “quebra“ formando as falhas (falhamento).

VULCANISMO NO BRASIL:

Hoje o Brasil encontra-se no meio da placa tectônica Sul-Americana, em uma região estável, e a maior incidência de vulcões ocorre nas regiões geológicas instáveis, ou seja, nas bordas das placas. No Brasil não há vulcões ativos, pois o relevo brasileiro formou-se em períodos geológicos antigos, há milhões de anos.

Dessa forma, os vulcões que aqui existiram nesse período se tornaram extintos (não ativos) e hoje em dia não causam nenhum tipo de transtorno como em outras áreas do mundo, onde as erupções vulcânicas geram vários prejuízos.

Os vulcões extintos do Brasil são hoje pontos turísticos marcados pela beleza. Esses antigos e bem velhos vulcões foram moldados pela ação do tempo.

Ocorreram no Brasil formações geológicas vulcânicas na Era Mesozóica, localizadas onde hoje estão os estados da região Sudeste e Sul. O derramamento vulcânico originou terras muito férteis nesses estados, como o caso da “terra roxa”, de origem basáltica.

ABALOS SÍSMICOS NO BRASIL:

O Brasil está situado no centro da placa Sul-Americana, no qual ela atinge até 200 quilômetros de espessura, e os sismos nessa localidade, raramente possuem magnitude e intensidade elevadas. No entanto, existe a ocorrência de terremotos no território brasileiro, causados por desgastes na placa tectônica, promovendo possíveis falhas geológicas. Essas falhas, causadoras de abalos sísmicos, estão presentes em todo o território nacional proporcionando terremotos de pequena magnitude; alguns deles são considerados imperceptíveis na superfície terrestre.

Segundo o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), no século XX foram registradas mais de uma centena de terremotos no país, com magnitudes que atingiram até 6,6 graus na escala Richter. Porém, a maior parte desses abalos não ultrapassou 4 graus.

FORÇAS EXÓGENAS

As forças exógenas são as forças atuantes na superfície terrestre, influenciando na modelagem do relevo. Esse processo é chamado erosão. Erosão é o desgaste, desagregação ou decomposição de rochas e solos, transporte e deposição ou sedimentação de detritos. Seus principais agentes erosivos são água, vento, gelo, Homem.

CHUVA:

A chuva é um dos agentes erosivos mais ativos. Pode tanto abrir um buraco no solo como também uma verdadeira voçoroca.É chamada erosão pluvial

E seus tipos de erosão são:

Erosão superficial – quando a chuva retira pequenas partículas do solo, principalmente quando esse solo não tem cobertura vegetal.

Erosão laminar – quando a chuva consegue tirar partículas maiores do que na erosão superficial.

Erosão em sulcos – quando a chuva forma sulcos, ou caminhos pela superfície terrestre.

Erosão de revinamento – quando a enxurrada abre verdadeiras crateras que tendem a aumentar.

Rios – Os rios e enxurradas são uma verdadeira “lixa líquida”, capaz de corroer a superfície.

Os rios fazem o trabalho de retirada, transporte e deposição conforme sua etapa. Sua erosão é chamada fluvial.

Na juventude do rio, por causa da declividade da encosta e da força das águas, o rio consegue retirar pedaços de rocha ou sedimentos. Na sua maturidade, com um pouco menos de energia, ele consegue transportar os sedimentos, mas sem fazer o trabalho de desagregação. Na velhice, já em áreas mais planas, e com menos energia ele vai depositando em seu leito os sedimentos trazidos de outras áreas.

O GELO: Nas regiões frias, a passagem da água do líquido para o sólido, causa aumento de volume e intemperismo das rochas próximas ao leito de rios, lagos, e encostas onde os glaciares produzem as morainas.

VENTO: Erosão Eólica. O vento, principalmente em regiões desérticas ou de clima seco, são capazes de executar enorme intemperismo no relevo, produzindo resíduos com formatos exóticos. Exemplos podem ser encontrados em várias áreas do Brasil e do mundo. Vila Velha no Paraná.

ONDAS MARINHAS: O trabalho constante das ondas marinhas e da areia que transportam, sobre as rochas existentes nos litorais, produzem intemperismo sobre essas costas, resultando em paredões abruptos denominados Falésias (costões ou barreiras).

VARIAÇÃO DE TEMPERATURA: Durante o dia as rochas se dilatam e a noite retraem. Com o passar de milhões de anos esse movimento provoca a fadiga da rocha e a sua conseqüente escamação e fraturamento. Isso resulta em um desgaste que deixa blocos arredondados. São exemplos os matacões e os pães de açúcar.

Fonte: www.educacional.com.br

Relevo

O relevo corresponde ao conjunto de formação apresentadas pela litosfera. Essas formas são definidas pela estrutura geológica combinada com as ações da dinâmica interna e externa da Terra. A estrutura geológica diz respeito ao tipo de rocha — magmática, sedimentar ou metamórfica –, bem como à idade que elas apresentam — mais antigas ou mais recentes. As características tais rochas condicionam a ação dos fatores modificadores do relevo os chamados agentes de erosão.

Fatores do relevo

Os fatores internos são responsáveis pela elevação ou rebaixamento da superfície da crosta terrestre os fatores externos, por sua vez, causam modificações nessa superfície.

Internos: tectonismo, vulcanismo e abalos sísmicos

Externos: intemperismos, águas correntes, vento, mar, gelo, seres vivos, entre outros.

Fatores internos: as pressões do magma

Os fatores internos do relevo têm sua origem nas pressões que o magma exerce sobre a crosta terrestre. Essas pressões podem provocar vulcanismo e outros fenômenos chamados tectônicos, como a formação de dobras e fraturas e a criação montanhas.

O movimento do magma ocorre no manto, a parte do interior da Terra que fica entre a crosta e o núcleo, com aproximadamente 2 800 km de espessura. O magma age no manto superior, que vai até 670 km de profundidade.

A diferença entre a temperatura do magma, uma substância quentíssima e por isso fluida, a temperatura da crosta, que é mais baixa, pode resultar em dois fenômenos: em algumas regiões o magma extravasa para a superfície, pelos vulcões, sob a forma delavas; em outras, é a crosta que se transforma novamente em magma. “sugada” para o interior do manto. Essa troca de calor, como vimos, é denominada movimento de convecção.

Tais fenômenos ocorrem com maior intensidade nas zonas de contato das placas tectônicas, que formam a crosta terrestre. Essa placas que compõem a litosfera, são encontradas tanto nos continentes quanto sobre o mar. E a partir de rachaduras abertas na crosta terrestre pela força sua pressão que o magma se movimenta realiza seu trabalho de construção e destruição, ou seja, pratica a sua ação dinâmica.

As áreas de construção são representadas principalmente pelas chamadas dorsais meso-oceânicas, grandes cadeias de montanhas submersas formadas por vazamento de depósitos de magma. Ao atravessar a crosta e entrar em contato com a água, o magma se consolida, formando aquelas que constituem as mais recentes rochas magmáticas da crosta. O maior exemplo é a zona da dorsal atlântica (número 1 no mapa), através da qual continuam surgindo novas rochas no solo oceânico.

A expansão que ocorre no fundo do mar tensiona a crosta em cadeia, de tal forma que em outras áreas ela é pressionada e destruída. É o que ocorre na região do Pacífico Sul, em que a fina crosta oceânica está sendo lentamente empurrada contra o continente, retomando ao manto e voltando a fundir-se (número 2 no mapa), constituindo uma área de destruição. Em contrapartida, o continente, pressionado, sofre uma grande elevação. Esse lento soerguimento é responsável pela contínua elevação da cordilheira dos Andes.

Em geral, as chamadas montanhas recentes apresentam intensa atividade sísmica e vulcanismos, justamente porque estão nolimite de destruição das placas tectônicas.

A cordilheira do Himalaia é uma formação moderna, ainda em processo de soerguimento (número 3 no mapa). No entanto, podemos observar, pelo esquema, que sua origem está associada à colisão de duas placas continentais, e não ao choque entre uma placa continental e outra oceânica, como ao caso da cordilheira dos Andes.

Tanto nas zonas de construção como nas zonas de destruição, além da ocorrência de terremotos e vulcanismos é comum o aparecimento de dobras ou fraturas.

As dobras ocorrem em rochas frágeis e mais ou menos plásticas, enquanto as fraturas se formam em rochas mais resistentes ou rijas. Se os blocos fraturados não se deslocarem uns em relação aos outros, dizemos que se formam juntas. Quando, ao contrário, os blocos se afastam uns dos outros, terão ocorrido falhas.

A grande ocorrência de dobras e falhas explica a formação de várias cadeias de montanhas sobre a crosta — antigas e recentes. Dizemos que as dobras e falhas são movimentos orogenéticos, ou seja, criadores de montanhas.

Fatores externos: a erosão da superfície

Os fatores externo são as chuvas, a água corrente, o vento, o gelo, o calor, além da própria gravidade, que desgastam e modificam o relevo terrestre, tendendo a uniformizá-lo. Isso só não ocorre por causa da endodinâmica, isto é, a atuação dos fatores internos. Além disso, o desgaste das formas de relevo está associado à maior ou menor resistência da rocha à erosão. As rochas sedimentares, por exemplo, formadas por sedimentos originários de outras rochas, geralmente dispostos em camadas, são menos resistentes à erosão que as rochas magmáticas, originárias da solidificação do magma, e as metamórficas, que são rochas transformadas por variações de pressão e temperatura.

O aplainamento da superfície terrestre principia com os processos intempéricos, que podem ser físicos ou químicos. Entre os agentes físicos destaca-se o calor, ou melhor, as variações de calor, que provocam desagregação da rocha por sucessiva dilatação e contração. Essa forma de intemperismo é típica das regiões áridas e semi-áridas, em que há grandes variações de temperatura entre o dia e a noite. Entre os agentes químicos, o principal é a água, que, dependendo da rocha, pode dissolver alguns de seus minerais. Sua ação pode ser mais sentida nos climas úmidos.

O intemperismo é seguido nela erosão, transporte e sedimentação, ou seja, deposição dos sedimentos nas áreas mais baixas do terreno. Isso é feito pelos agentes externos, que podem ser a água das chuvas, dos mares ou dos rios, o gelo, o vento, além da própria gravidade, por meio de desmoronamentos.

As regiões que há muito tempo não sofrem a influência dos fatores internos apresentam de relevo consideradas antigas, geralmente suaves, pois já foram muito desgastadas pela erosão.

As formas de relevo

Dependendo da atuação de agentes internos e externos, o relevo pode apresentar diversas formas.

As principais são: montanhas, planaltos, planícies e depressões.

Montanhas são aquelas regiões em que ainda hoje os processos internos superam os externos, ou seja, o soerguimento é mais forte que a erosão. Os Andes, as Rochosas, os Alpes, o Himalaia ainda apresentam falhamentos, terremotos e vulcanismos, demonstrando a forte atuação dos agentes internos. É comum, no entanto, considerar montanhas aquelas áreas que, mesmo antigas, apresentam altitudes superiores a 300 metros.

Planaltos são superfícies elevadas, com ondulações suaves, delimitadas por escarpas que constituem declives e nos quais os processos de destruição superam os de construção. Entre os fatores externos, predominam os agentes de desgaste, e não os de sedimentação. Os planaltos típicos são de estrutura sedimentar, mas podem ser formados pelo soerguimento de blocos magmáticos.

Planícies são superfícies que apresentaram pequenos movimentos na crosta, sendo quase completamente aplainadas. São delimitadas por aclives, e os processos de deposição superam os de desgaste.

Podem ser classificadas em planícies costeiras, quando o agente de sedimentação é o mar; fluviais, quando um rio é responsável por sua formação: e planícies de origem lacustre, ou seja, formadas pela ação de um lago.

Nas depressões a altitude da superfície é mais baixa que as formas de relevo que as circundam. Classificam-se em depressões absolutas, quando estão abaixo do nível do mar, e relativas, quando estão acima. Em geral, as depressões relativas decorrem de intensos processos erosivos ocorridos nas bordas de planaltos.

A região em que se encontra o mar Morto é um exemplo de depressão absoluta. Um vale em um planalto ou entre montanhas constitui uma depressão relativa de forma alongada.

Cada uma das formas de relevo pode receber denominações diferentes, conforme suas dimensões e particularidades morfológicas. Assim, por exemplo, uma pequena montanha é chamada, em geral, de morro; um alinhamento de montanhas de serra. Do mesmo modo, a depressão alongada, denominada vale, em geraI contém um leito de um curso de água (provavelmente responsável pela erosão do terreno).

Fonte: netopedia.tripod.com

Relevo

O relevo é definido como a forma da superfície terrestre, podendo ser classificado de acordo com a variação de nível. Entre os fatores responsáveis por dar forma (modelar) ao relevo estão os vulcões, terremotos, clima, chuvas, geleiras, ventos, a ação do homem, entre outros.

Esse aspecto físico é de fundamental importância para a realização das atividades humanas, sendo determinante na construção de fábricas, rodovias, residências, etc.

É possível encontrar diferentes formas de relevo pelo mundo. Sendo assim, podemos destacar quatro tipos de relevo: planície, montanha, depressão e planalto.

Planícies – são terrenos relativamente planos, formados principalmente a partir de rochas sedimentares. Há também a planície litorânea, que consiste nas regiões próximas ao litoral.

Montanhas – são grandes elevações da superfície terrestre, sendo consequência de fenômenos como atividade vulcânica, terremotos, etc. Esse tipo de relevo apresenta terreno bastante acidentado.

Depressões – é um tipo de relevo caracterizado por apresentar altitude inferior à do relevo em sua volta. A depressão pode ser classificada como absoluta, desde que esteja abaixo do nível do mar.

Planaltos – são relevos marcados pela variação de altitude, apresentando formas distintas, como serras, morros e chapadas. Normalmente essas áreas são extensas e possuem forma ondulada.

Fonte: www.escolakids.com

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