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Willy-Willy

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Willy Willy é um pequeno vendaval que ocorre principalmente em áreas secas, interior.

O termo willy willy é de origem aborígene.

Willy Willy normalmente são ciclones tropicais que ocorrem perto da Austrália, e às vezes eles têm a força de um furacão.

Willy Willy é um termo de gíria australiana usado para um tornado. Os tornados em referência a este termo não são aqueles que estamos acostumados, mas mais de uma tempestade de areia rodopiante.

Definição

Willy Willy refere-se a um ciclone tropical feito de pó. Eles ocorrem na Austrália e são semelhantes a tornados americanos, mas não criam tantos danos.

Willy-Willy
Willy-Willy

O que são ventos?

São deslocamentos de ar das zonas de alta pressão para zonas de baixa pressão.

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Os ventos desempenham um papel muito importante na vida dos seres vivos, pois são eles que levam para longe o ar viciado que nós respiramos e trazem até nós o ar puro, com bastante oxigênio, tão importante para o nosso organismo.

Os ventos podem ser constantes, ou regulares, periódicos, variáveis, ou irregulares, e locais.

Vamos conhecer os principais tipos de ventos:

Ventos constantes

Alísio: São ventos que sopram constantemente dos trópicos para o Equador e que por serem muitos úmidos, provocam chuvas nesses arredores onde ocorre o encontro desses ventos. Por isso, a zona equatorial é a região das calmarias equatoriais chuvosas.

Contra-alísios: São ventos secos, responsáveis pelas calmarias tropicais secas. Sopram do Equador para os trópicos, em altitudes elevadas.

Ventos Periódicos

Monções: São os ventos que, durante o verão, sopram do Índico para a Ásia Meridional e durante o inverno, sopram da Ásia Meridional Para o oceano Índico.

As monções são classificadas da seguinte forma:

Monções Marítimas: Sopram do oceano Índico para o continente e provocam fortes chuvas na Ásia Meridional, causando enchentes e inundações.

Monções Continentais: Sopram do continente para o oceano Índico provocando secas no sul da Ásia.

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Brisas: São ventos repetitivos que sopram do mar para o continente durante o dia e do continente para o mar durante a noite.

Ventos locais e variáveis

O vento local se desloca numa certa região em determinadas épocas. No Brasil, um bom exemplo de vento local é o noroeste, massa de ar que, saindo do Amazonas, alcança o Estado de São Paulo entre agosto e outubro. No deserto do Saara, ocorre um vento extremamente forte conhecido como simum, que provoca enormes tempestades de areia. Já os ventos variáveis, são massas de ar irregulares que varrem uma determinada área de maneira inesperada.

As diferenças das zonas anticiclonal e ciclonal determinam a velocidade do vento.

A velocidade do vento é medida em metros por segundo, por um aparelho chamado anemômetro. Para indicar a direção e o sentido do vento utiliza-se a biruta, ou anemoscópio.

O tipo de vento mais perigoso é o ciclone, que consiste numa combinação de ventos e nuvens formadas nos oceanos das regiões tropicais.

Ventos Perigosos

Ciclone: É o nome genérico para ventos circulares, como tufão, furacão, tornado e willy-willy. Caracteriza-se por uma tempestade violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes massas de ar em alta velocidade de rotação. Os ventos os superam 50 km/h.

Furacão: Vento circular forte, com velocidade igual ou superior a 108 km/h. Os furacões são os ciclones que surgem no mar do Caribe (oceano Atlântico) ou nos EUA. Os ventos precisam ter mais de 119 km/h para uma tempestade ser considerada um furacão. Giram no sentido horário (no hemisfério Sul) ou anti-horário (no hemisfério Norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua curva se assemelha a uma parabólica.

Tufão: É o nome que se dá aos ciclones formados no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões surgem no mar da China e atingem o leste asiático.

Tornado: É o mais forte dos fenômenos meteorológicos, menor e mais intenso que os demais tipos de ciclone. Com alto poder de destruição, atinge até 490 km/h de velocidade no centro do cone. Produz fortes redemoinhos e eleva poeira. Forma-se entre 10 e 30 minutos e tem, no máximo, 10 km de diâmetro. O tornado é menor e em geral mais breve do que o furacão, e ocorre em zonas temperadas do Hemisfério Norte.

Vendaval: Vento forte com um grande poder de destruição, que chega a atingir até 150 km/h. Ocorre geralmente de madrugada e sua duração pode ser de até cinco horas.

Willy-willy: Nome que os ciclones recebem na Austrália e demais países do sul da Oceania. É um vendaval ou uma tempestade de poeira.

Willy-Willy
Willy-willy

Fonte: www.fiocruz.br

Willy-Willy

Furacões são classificados em cinco categorias, dentro de uma escala chamada Saffir-Simpson, que considera a pressão medida no centro do fenômeno, velocidade dos ventos e tempestades provocadas pelo furacão.

Um furacão considerado categoria 1 é o mais fraco, e causa pequenos danos materiais, e o de categoria 5, o mais forte, com ventos que ultrapassam os 249 km/h, pode destruir tudo o que estiver pelo seu caminho.

Veja quais são a velocidades dos ventos e os estragos causados por furacões, de acordo com sua categoria:

Categoria 1

Um furacão de categoria 1 pode causar vários danos em casas, principalmente aquelas que contam com uma infra-estrutura precária. Os ventos também podem chegar a derrubar árvores e áreas baixas podem sofrer inundações. Nessa categoria, um furacão chega a ter ventos com velocidade entre 119 km/h e 153 km/h.

Categoria 2

Um furacão com categoria 2 causa danos de médio porte, e seus ventos podem alcançar o mínimo de 154 km/h, e ir até 177 km/h. Geralmente, furacões dessa categoria conseguem arrancar telhados das casas, portas, e estourar janelas. Árvores podem ser arrancadas e embarcações pequenas –que estiverem ancoradas em áreas na rota do furacão também sofrem danos.

Categoria 3

Um furacão com categoria 3 pode causar grandes danos e mortes em uma região densamente habitada. Seus ventos podem ter o mínimo de 178 km/h, chegando até 209 km/h. O fenômeno provoca grandes tempestades, que podem aumentar em intensidade, de acordo com a velocidade do furacão: quanto mais lento ele se move, maior será a quantidade de chuva que o fenômeno pode precipitar. Nesses casos, o Centro Nacional de Furacões de Miami já recomenda a retirada de todas as pessoas dos locais por onde o furacão passar.

Categoria 4

Um furacão de categoria 4 causa grandes danos em áreas habitadas. Casas e até mesmo prédios podem ser derrubados pelos ventos, que chegam a ter o mínimo de 210 km/h, e o máximo de 249 km/h. Grandes tempestades provocam alagamentos em enormes áreas. Rotas de saída das áreas atingidas que estejam localizadas em áreas muito baixas, suscetíveis a enchentes, devem ser fechadas cinco horas antes da chegada do furacão, e há necessidade de retirada em larga escala de pessoas que morem em regiões por onde o furacão pode passar.

Categoria 5

Furacões de categoria 5 têm ventos superiores a 249 km/h. Fenômeno considerado “raro” pelos meteorologistas, pode destruir tudo que estiver no seu caminho.

Áreas costeiras podem ser invadidas em até 10 km pelo mar. É obrigatória a retirada de todas as pessoas que morem perto da costa.

Fonte: pdic.com.br

Willy-Willy

O que é um ciclone?

Nome genérico para qualquer vento circular acima de 50 km por hora

Um Willy-willy é…

Como os australianos e demais habitantes do sul da Oceania denominam um ciclone.

O que é um tufão?

3 – nome que os ciclones recebem quando atingem o sul da Ásia e o leste do Oceano Índico.

Qual o nome da escala que mede a intensidade dos tornados?

1 – Fujita

Qual o maior grau da escala Richter que um terremoto pode atingir?

3 – 9

Qual é a causa dos Tsunamis?

2 – Terremoto submarino

Quando um vulcão pode ser considerado extinto?

3 – Não existe consenso entre os especialistas, já que um vulcão pode voltar a entrar em erupção a qualquer momento

O que é uma tromba d’água?

2 – Quando uma tempestade tropical atinge a superfície do mar e cria um cone d’água

O que é um terremoto?

1 – o movimento de acomodação de duas placas tectônicas

Por que não são registrados grandes abalos sísmicos no Brasil?

2 – Porque o Brasil está sobre uma única placa tectônica

Fonte: www.igeducacao.ig.com.br

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