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Parque Nacional do Pico da Neblina


OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA UNIDADE

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Proteger uma amostra representativa do ecossistema amazônico.

Parque Nacional do Pico da Neblina

DECRETO E DATA DE CRIAÇÃO

Foi criado pelo Decreto n ° 83.550 de 05.06.1979.

ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS

Está localizada no habitat da representação indígena mais expressiva do país, hoje abriga uma pequena população dos Yanomami. Neste contexto o IBAMA, junto com a FUNAI tentam adequar condições sócio-culturais com as prioridades do Parque.

ÁREA, LOCALIZAÇÃO E ACESSOS

Possui uma área de aproximadamente 2.200.000 ha. Está localizado no estado do Amazonas, no município de São Gabriel da Cachoeira. Atualmente os transportes fluvial e aéreo são as opções para se chegar até o Parque. O acesso fluvial é feito através do igarapé Itamirim e dos rios Cauaburi e Sá. A cidade mais próxima à unidade é São Gabriel da Cachoeira que fica a 900 Km de distância da capital.

CLIMA

O clima da região apresenta temperaturas anuais médias acima de 25 ° C e umidade relativa superior a 80%. O mês mais frio possui temperaturas acima de 20 ° C e não existe inverno climático, tendo como precipitação anual 3.496 mm.

QUE VER E FAZER (ATRAÇÕES ESPECIAIS)/ÉPOCA IDEAL PARA VISITAÇÃO

O Parque além de contar com uma extraordinária beleza paisagística do conjunto de montanhas e de sua flora, encontra-se neste, o ponto culminante do nosso país, com 3.014 metros de altitude. A época de menor precipitação é de agosto a dezembro.

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RELEVO

O relevo da região amazônica comporta-se com domínio de terras baixas equatoriais ou ainda domínio dos tabuleiros e sendo o mesmo bem ondulado com picos e montanhas. Sua maior altitude é o Pico da Neblina com 3.014 m.

VEGETAÇÃO

A cobertura vegetal da área compreende a Floresta Tropical Úmida Densa e Aberta. Esta fisionomia apresenta cobertura uniforme, com árvores de grande porte (25-30m) e ainda apresenta espécies características da parte noroeste: palmeiras, elevado números de cipós, buriti, gomeira-amarela, tamaquete e outras.

FAUNA

Possui a fauna característica da Amazônia. Entre os mamíferos, existem algumas espécies ameaçadas de extinção, como: o macari-preto, o cachorro-do-mato-vinagre e a onça-pintada. Entre a avifauna estão ameaçados o gavião-pega-macaco, o gavião-de-penacho, bem como o galo-da-serra.

USOS CONFLITANTES QUE AFETAM A UNIDADE E SEU ENTORNO

Os maiores conflitos são ocasionados com os garimpeiros e os extratores de cipó, que descaracterizam a área, muitas vezes, de forma irreversível.

BENEFÍCIOS INDIRETOS E DIRETOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO

Dados não disponíveis.

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ACORDOS DE PARCERIA

Dados não disponíveis.

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A UNIDADE

Número total de Funcionários

03 funcionários do IBAMA.

Infra-estrutura disponível

1 campo de pouso; rede hidráulica; 2 motores de popa; 2 canoas de alumínio e 1 veículo.

Fonte: www.brasilturismo.com

PARQUE DE NACIONAL DO PICO DA NEBLINA

Parque Nacional do Pico da Neblina

Segundo maior Parque brasileiro e terceiro de toda a América Latina, o Parque Nacional do Pico da Neblina apresenta extraordinária e diversificada beleza paisagística. Em seu conjunto de montanhas situa-se o ponto culminante do Brasil, o Pico da Neblina, com 3.014 metros de altitude, alvo permanente da atenção de cientistas e pesquisadores. Também se encontra em seus limites a segunda maior elevação do país, o Pico 31 de Março, com 2.992 metros.

O relevo do Parque divide-se em três unidades: planalto sedimentar Roraima, planalto Amazonas-Orenoco e pediplano Rio Branco-Rio Negro. No primeiro, do tipo tabular esculpido em rochas, as altitudes variam de 1.200 a 3.014m, localizando-se aí o ponto culminante do pais. Os solos nessa área são dos tipos litólico distrófico e podzôlico vermelho-amarelo.

Posicionado entre as bacias dos rios Orenoco e Amazonas, o planalto do Amazonas-Orenoco é uma extensa área montanhosa, que tem como principais representantes as serras do Padre, Marié Mirim e Imeri. Com dois patamares distintos, suas altitudes vão de 600 a 2.000 metros, e a constituição do solo praticamente não difere da encontrada na parte mais alta do Parque.

Finalmente, o pediplano Rio Branco – Rio Negro é uma extensa superfície de aplainamento, com origem em rochas pré-cambrianas do complexo guianense. Corresponde ao nível mais baixo da área, com altitudes variando de 80 a 160 metros. Os solos aí são variados, com predominância de podzol, areias quartzosas e latossolos vermelho-amarelos e amarelos.

A vegetação da área compreende diversas formações, a começar pelas campinaranas também conhecidas como caatinga do rio Negro – que ocorrem como manchas esparsas ao Sul do Parque e cujos principais representantes são a caraná (Mauritia carana), tamaquaré (Caraipa grandiflora), pau-amarelo (Lissocarpa benthami) e casca-doce (Pradosia rigidifolia).

Acima dos 1.000 metros, na floresta densa montana, as espécies mais encontradas são a itaúba (Mezilaurus itauba), mandioqueira-azul (Qualea cyanea), bacabinhasquina (Ferdinandusa paraensis), tamaquarés (Caraipa grandiflora), quaruba-cedro (Vochysia inundata) e jutai-pororoca (Dialium guianensis). E entre 600 e 1 000 metros, na floresta densa submontana, ocorrem notadamente o iacano (Eperua leucantha), macuco-roxo (Licania heteromorpha) e japurá (Erisma japura).

O Parque abriga uma das faunas mais ricas do país, com diversas espécies ameaçadas de extinção. Embora ainda abundante na área, o primata uacari-preto (Cacajao melanocephalus), por exemplo, tem sofrido em outras regiões a redução de suas áreas nativas, o mesmo acontecendo com o galo-da-campina (Rupicola rupicola), pequena ave alaranjada que habita as áreas cobertas por florestas.

Outras espécies preservadas são o cachorro-do-mato (Speothos venaticus), onça pintada (Panthera onca), gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannys) e gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus). Podem-se observar ainda a anta (Tapirus terrestris), os zogue-zogues (Callicebus spp), tucano-açu (Ramphastos toco), mutumporanga (Crax alector) e jacamim-de-costas-cinzentas (Psophia crepitans).

Com acesso por via fluvial ou aérea, o Parque não dispõe por enquanto de infra-estrutura para visitação. A cidade mais próxima é São Gabriel da Cachoeira.

Parque Nacional do Pico da Neblina

Parque Nacional do Pico da Neblina

Data de criação: 05 de junho de 1.979, pelo decreto federal nº. 83.550.
Localização: Amazônia, no município de São Gabriel da Cachoeira.
Área: 2.200.000 hectares
Perímetro: 950 km
Clima: tropical do Brasil Central, quente úmido, com um a dois meses secos.
Temperaturas: média anual de 24 a 26ºC, máxima absoluta de 38 a 40ºC e mínima absoluta de 12 a 16ºC.
Chuvas: Entre 2750 e 3000 mm anuais.
Relevo: ondulado e montanhoso.

Fonte: paginas.terra.com.br

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