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Azerbaijão

 

O Norte Azerbaijão era conhecido como caucasianos Albânia nos tempos antigos.

A área foi o local de muitos conflitos envolvendo árabes, Kazars e turcos.

Após o século 11, o território tornou-se dominado por turcos e, eventualmente, era um reduto da religião muçulmana xiita ea cultura islâmica.

O território da União Soviética do Azerbaijão foi adquirida pela Rússia da Pérsia através do Tratado de Gulistan em 1813 e do Tratado de Turkamanchai em 1828.

Após a Revolução Bolchevique, Azerbaijão declarou sua independência da Rússia em Maio de 1918.

A república foi reconquistada pelo Exército Vermelho em 1920 e foi anexado à Transcaucásia República Socialista Soviética em 1922. Mais tarde, foi restabelecido como um separado República Soviética em 5 de dezembro de 1936. Azerbaijão declarou independência da União Soviética em colapso em 30 de agosto de 1991.

Azerbaijão

Desde 1988, o Azerbaijão e a Armênia foram brigando sobre o enclave de Nagorno-Karabakh.

A maioria dos habitantes do enclave são cristãos armênios agitando a secessão do Azerbaijão predominantemente muçulmano e se juntar com a Arménia.

A guerra irrompeu em 1988, quando Nagorno-Karabakh tentou fugir e anexo-se a Armênia, e 30.000 morreram antes de um acordo de cessar-fogo foi alcançado em 1994, com a Arménia recuperar seu controle sobre o enclave disputado. Planos finais sobre o estado de Nagorno-Karabakh ainda a ser determinado.

Futuro econômico parece promissor

Problemas econômicos do país são esperados para ser transformado através de investimento ocidental em recursos de petróleo do Azerbaijão, uma reserva inexplorada, cujo valor estimado é de trilhões de dólares.

Desde 1994, a empresa estatal de petróleo do Azerbaijão (Socar) assinou vários acordos de bilhões de dólares com as companhias internacionais de petróleo.

Postura do Azerbaijão, pró-ocidental e sua gestão econômica cuidadosa tornaram mais atraentes dos países ricos em petróleo do Mar Cáspio para o investimento estrangeiro. Nos anos desde a sua independência, o país passou por uma rápida privatização, eo FMI deram notas altas como um dos mais bem sucedidos revisões econômicas de sempre.

Em setembro de 2002, a construção da 1.100 quilômetros de oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan (uma rota através da Geórgia e Turquia) começou. Grandes investidores estão a britânica BP (33%), SOCAR Azerbaijão (25%), a Unocal dos EUA (8,9%), ea Statoil da Noruega (8,7%). Em julho de 2006, o gasoduto aberto.

Em 2003, o presidente Heydar Aliyev, que estava gravemente doente, escolheu o seu filho como o novo primeiro-ministro, abrindo o caminho para a sua eventual sucessão. A oposição protestou energicamente. Nas eleições de outubro, o filho do presidente, Ilham Aliyev, foi eleito presidente. Heydar Aliyev faleceu em dezembro.

Em novembro 2005 eleições parlamentares, Nova Aliyev Azerbaijão partido ganhou o maior número de assentos. Observadores eleitorais internacionais declararam a eleição fraudulenta, e os candidatos de oposição protestaram.

Em 15 de outubro de 2008, nas eleições presidenciais, Ilham Aliyev ganhou um segundo mandato com 89% dos votos. Afluência era de cerca de 75% da população.

Em 1 de janeiro de 2012, o Azerbaijão começou um mandato de dois anos como membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Padrão do país de vida e economia continua a crescer, incluindo um boom da construção em Baku, a capital.

Geografia

Azerbaijão está localizado na costa ocidental do Mar Cáspio na extremidade sudeste do Cáucaso.

A região é um país montanhoso, e apenas cerca de 7% do que é terra arável. O Kura River Valley é grande zona da área agrícola.

Governo

República constitucional.

Fonte: colegiosaofrancisco.com.br

Azerbaijão

AZERBAIJÃO, A BEIRA DO MAR CÁSPIO

Azerbaijão é outro dos antigos países da extinta União Soviética que tenta abrir-se caminho.

As suas montanhas, as suas praias no Mar Cáspio, os seus vales e a sua população são o melhor aliciente para quem decide viajar a Azerbaijão.

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Azerbaijão é um estado da Ásia do Sul Ocidental, com fronteiras ao leste com o Mar Cáspio, ao sul com Irão, ao leste com Armênia e ao norte com Geórgia e Rússia. Ocupa uma superfície de 87.000 quilômetros quadrados e com uma população aproximada de 7.398.000 habitantes, segundo o censo do ano 1993.

A geografia do país caracteriza-se por uma planície, na que flui o principal rio, o Kurá. Ao norte localiza-se uma zona de montanhas com altitudes que superam os 4.000 metros sobre o nível do mar, e que prolonga-se até a Península de Apserão, enquanto que ao sul, o chamado Pequeno Cáucaso fusiona-se com a planície da Armênia.

A capital do país é Baku. Outras cidades de importância são Gyandzaha, Sumbait e Nakhicheván.

A criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI) em 1991, supos a reorganização tanto geográfica como política da antiga União Soviética. A CEI extende-se atualmente ao longo de 22.100.900 quilômetros quadrados, os quais 5.269.100 são europeus e o resto asiáticos.

A CEI européia está separada da asiática pelos Urais, cadeia montanhosa de mais de 2.000 quilômetros quadrados que extende-se desde o mar de Kara até a depressão carcásica. O nível de erosão desta cadeia montanhosa é muito avançado, pois a sua antigüidade remota-se em algumas zonas até o Paleolítico.

Dividem-se em Polares, Setentrionais nos que encontra-se a montanha mais alta do sistema, a Narodnaja com 1, 895 mt. Centrais e Meridionais. Ao oeste dos Urais encontramos uma enorme planície, cuja origem procede das glaciações quaternárias e que conforma o território natural de Rússia e Ucrânia. Também podemos encontrar outras montanhas nos Cárpatos Orientais, na república ucraniana, cujo pico mais alto é o Goverla com 2061 mt. e, dividindo o Mar de Azov do Mar Cáspio, o Cáucaso.

A bacia fluvial é muito abundante e costuma ser navegável. Habitualmente os distintos rios comunicam-se através de canais. Os mais importantes são o rio Dniéster, 1, 350 km, o Dinéper, 2, 200 km, o Volga, 3, 530 km, e o Ural com 2, 430 km Também são abundantes os lagos como o Ladoga com 18, 400 quilômetros quadrados, o Onega com 9, 610, o Rybins com 4, 100 e o Peipus com 3, 550 km.

FLORA E FAUNA

Dentro da zona européia da Comunidade de Estados Independentes pode-se encontrar distintos tipos de vegetação e de fauna devido aos distintos climas que encontram-se na região.

Ao norte, desde o golfo da Finlândia até os Urais, espalha-se a famosa taiga com extensos bosques de pinhos, abetos, alerces, fresnos, álamos temblones e betúnias. As temperaturas são quentes no verão, uns 16 graus centígrados e extremas no inverno com abundantes chuvas, atingindo os 15 graus centígrados a baixo de zero. A fauna desta zona é rica e variada com o urso, o lince, o lobo, a marta, a raposa comum e a cibelina, como máximos representantes, junto a um inacreditável leque de espécies de aves.

Mais para o norte, na zona banhada pelo Glacial Ártico, a taiga deixa passo à tundra com os seus permanentes gelos nos que só podem crescer, quando o verão está no apogeu com uns 6 graus centígrados, musgos, líquens e árvores anãs, como as bétulas. No inverno as temperaturas extremas que atingem inclusive os 40 graus a baixo de zero fazem muito difícil a sobrevivência que, porém, conseguem alguns roedores, como o leming, a lebre polar, a raposa cibelina, o glotão, algumas aves e animais domésticos como o reno.

Ao sul da taiga encontramos as terras negras. É a zona mais fértil do país e está considerada como o celeiro da Rússia, pois embora os invernos continuem a ser duros, os verãos são mais quentes, com frequentes precipitações. É zona de cereais e de espécies erváceas e halófilas. Esta zona contrasta com o sul, onde é necessário irrigação artificial, para conseguir alguma colheita e, que se intensifica ainda mais a beira do mar Cáspio, onde os terrenos convertem-se em semi desérticos.

Para desfrutar plenamente com a fauna e a flora da CEI pode-se visitar alguns dos 140 zapoved-niki, parques e reservas de interesse nacional que nasceram em tempos da União Soviética, perante a necessidade de preservar as espécies em extinção que tinham sobrevivido ao ataque incontrolado dos caçadores.

História

Os restos arqueológicos encontrados na zona datam do Paleolítico. Desde a pré-história, a Comunidade de Estados Independentes tem sido um terreno habitual de passagem entre oriente e ocidente.

Tem encontrado restos de escitas, sármatas do século VII aC., godos e hunos no III dC. e membros de tribos eslavas que, no século VII, conseguem fazer-se com o território, que hoje ocupa o centro da Rússia e embora tenha se mantido até nossos dias, tiveram de lutar com kázaros e vikings, que também obtiveram uma parte do território.

Os Eslavos

Perante a chegada dos vikings, os eslavos juntaram-se criando, no século IX, o seu próprio domínio desde o que se extenderam a Kiev, ocupando as atuais BielorRússia, Ucrânia e parte da Rússia. A Rus de Kiev foi adquirindo cada vez mais poder vencendo aos kázaros, chegando inclusive a ameaçar o Império Bizantino.

No ano 988, a Rus converte-se ao cristianismo propiciando o acercamento com os estados europeus e a criação de uma autêntica cultura russa herdeira da eslava, do alfabeto cirílico que segue a funcionar nos nossos dias e das influências de Bizâncio que decai ostensivamente a partir do 1054, quando rompem-se as relações entre Roma e o Império Bizantino.

Esta ruptura consiguiu que o isolamento fosse maior potenciando as relações interiores entre Igreja e Estado, durante o governo de Yaroslav o Sábio. Após a sua morte, produz-se uma fragmentação do poder e do território.

A Presença dos Tártaros e os Czares

Outras cidades tomam o relevo sendo Vladimir a mais importante e da que emprende-se a união do território russo. O príncipe governante em Vladimir, Yuri Dolgoruki, é o fundador de Moscou, no ano de 1156.

As lutas entre os russos favoreceram a invasão dos tártaros que instalaram-se em Saraj. Moscou foi um fiel aliado dos invasores pelo que consiguiu aumentar o seu poder, além de que a sua situação geográfica influiu, pois encontrava-se no centro, onde passavam todas as rotas comerciais com Ásia.

Este apoio finalizou no século XV, quando Moscou derrota às forças tártaras, anexando Novgorod, deixa de pagar o tributo ao Kam e reconquista os terrenos ocupados pelos lituanos. Uma vez consolidado o território, era necessário consolidar a economia, assim os camponenses tinham de pagar cada vez mais impostos e em troca obtinham leis, que concediam-lhes cada vez menos direitos, em favor dos seus senhores, chegando a converter-se em servos da gleba.

Por outra parte, os governantes deixaram de lado a antiga aristocracia para outorgar a propriedade das terras àqueles homens que não duvidaram em combater ao seu lado, acabando assim com as heranças. Ivan III se auto proclamou czar no século XVI, convertendo o seu reinado no último bastião ortodoxo do mundo.

O sucessor Ivan IV, conhecido mundialmente como O Terrível, conseguiu consolidar o poder autocrático dos czares de maneira indiscutível, através de contínuas guerras e de uma persiguição desumana, contra os boyardos, membros da antiga aristocracia. Após a sua morte, Moscou estava seriamente debilitada em todos os aspectos.

A sucessão de Ivan o Terrível, deu lugar a numerosos conflitos internos, que não terminaram até 1613, com o nomeamento de Mijail Romanov, cujos descendentes governaram Rússia até 1917. Durante este período os camponenses pioraram ainda mais a sua condição, foi conquistada Sibéria, anexaram parte da Ucrânia e Kiev, produziram-se múltiplos conflitos bélicos e religiosos e, foi incrementada a abertura para o ocidente da mão de Pedro I o Grande, de uma maneira absolutamente sanguinária.

No interior do país promulgaram leis que condenavam com a morte àquelas pessoas, que não vestiam roupas ocidentais ou não aparavam as barbas e, desapropiaram a maior parte dos bens da Igreja ortodoxa. Mudou a capital do estado para uma cidade recentemente criada, São Petersburgo. Com a morte do czar em 1725, chegou o conhecido como reinado das czarinas, que supos uma volta às tradições e a consolidação da Rússia, como potencia mundial.

O século XIX

O século XIX começa com o nomeamento de Alexandro I como czar. Foi ele quem consiguiu vencer a invasão das tropas de Napoleão em 1812 graças ao duro inverno ruso. Os sucessores continuaram com as guerras expansionistas, enquanto no interior, a parte de uma tentativa de abolir a servidão da gleba por parte de Alexandro II que morreu assasinado, a situação deteriorava-se cada vez mais.

A princípios do século XX sucedem-se as ondas revolucionárias, que obrigam a Nicolás II a outorgar uma constituição em 1906. Quando estoura a Primeira Guerra Mundial, Rússia alia-se com a Inglaterra e a França, desde o primeiro momento, sofrendo a invasão da Polônia pelas tropas alemãs.

O Comunismo e a Segunda Guerra Mundial

Em 1917 começa a Revolução Russa, que acabou com o poder dos czares e a transformação do país na União de Repúblicas Socialistas Soviéticas. Com a morte de Lenim, em 1924, a economia sofre um forte retrocesso, enquanto que o governo passa às maõs da troika, Kamenev, Zinoviev e Stalin. Este último consegue fazer-se com o poder expulsando aos outros dois membros da troika.

Durante este período a economia russa, revitaliza-se através de uma forte industrialização, posta em marcha no primeiro plano quinquenal e, a estabilização das relações diplomáticas que culminaram com a entrada na Sociedade de Nações, em 1934.

De 1936 a 1938 Stalim realiza uma minuciosa depuração do regime, acabando com qualquer mostra de dissidência para seu trabalho, inicia o II plano quinquenal e põe em andamento o III que é interrompido pela invasão alemã na Segunda Guerra Mundial que ao finalizar divide o poder político mundial em dois bandos: os Estados Unidos e Rússia, iniciando a Guerra Fria.

Depois da morte de Stalin

Com a morte de Stalin em 1953, a diplomacia russa adquire uma importância enorme cujo objetivo é conseguir a coexistência pacífica das potencias. Não foi fácil, entre outros incidentes o muro de Berlim, em 1961 e a crise em Cuba, em 1962, estiveram perto de ocasionar uma guerra, que teria efeitos catastróficos.

Com a chegada de Brezhnev, em 1964, inicia-se uma intensificação de relações com os outro países do leste, seguindo a linha marxista mais pura. A situação mundial tensiona-se cada vez mais, a China começa um processo de abertura para o capitalismo, que não gosta nada da URSS, a invasão do Afganistão provoca uma séria crise, com os Estados Unidos, que agrava ainda mais, com a instalação, em 1983, dos primeiros mísseis em solo europeu, para potenciar a política de força comandada pelo Presidente Reagan. Andropov e Chernenko continuam na mesma linha, mas com a chegada ao governo russo de Gorvachov, em 1985, tudo começa a mudar.

O princípio das mudanças

Os presidentes norte-americano e russo, Reagan e Gorvachov, reunem-se pela primeira vez em Genebra em novembro de 1985. Os frutos percebem-se claramente no interior da União Soviética, produzindo uma clara abertura, assim como uma menor pressão ao resto dos países do leste, no exterior as relações diplomáticas com ocidente melhoram notavelmente culminando com a assinatura da eliminação dos euro mísseis e a retirada das tropas russas do Afganistão.

Porém, esta abertura não foi fácil para Gorvachov, múltiplas críticas do setor mais reacionário, movimentos independentistas em distintas repúblicas e o Golpe de Estado falido de 1991, que acabou com a proibição do Partido Comunista da União Soviética, melhorando notavelmente a credibilidade no interior do país, a favor de Boris Yeltsin, atual presidente russo.

Gorvachov destitui o dia15 dezembro de 1991, criando o dia 21 desse mesmo mês, a Comunidade de Estados Independentes.

A CEI está composta por 11 repúblicas da antiga URSS: Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Kazajstán, Kirguizistán, Moldavia, Rússia, Tadzhikistán, Turkmenistán, Ucrânia e Uzbekistán. Nos acordos de constituição todas elas cederam à Rússia o controle do armamento nuclear estratégico e BielorRússia e Ucrânia assinaram o Tratado de Não Proliferação Nuclear comprometendo-se a eliminar as armas nucleares do seu território. A situação da CEI não está ainda, claramente definida, com uma economia francamente deteriorada e problemas políticos sérios na Rússia tudo está ainda no ar.

Arte e Cultura

A arte e a cultura da Comunidade de Estados Independentes está fortemente marcada pelo regime comunista, que manteve unificados os critérios em todo o território (no fim deste apartado encontrará uma lista sugestiva de museus, para apreciar a arte da região).

Até o desaparecimento da URSS, pode-se diferenciar os seguintes períodos:

Da pré-história ao bizâncio

Neste período destacam os restos dos escitas e dos gregos que encontra-se, sobretudo na Península de Crimea.

Arte bizantina

A partir do século X a influência bizantina deixa-se sentir em todo o Rus de Kiev e Novgorod. Começa a literatura e a arquitetura propriamente russas. As construções substituem a madeira como elemento fundamental pela alvenaria. As edificações religiosas seguem o exemplo de Santa Sofia de Constantinopla, de grande tamanho, com preciosas cúpulas e fortes pilastras para sustentar o peso, e com uma preferência especial pela verticalidade imposta, talvez, pelo clima, pois as grandes nevadas necessitavam de eixos verticais, para sustentar o peso.

Com o passar dos anos tende-se a uma maior simplicidade nas formas. As influências ocidentais misturam-se com as orientais. Aparecem os afrescos, mosaicos e os magníficos iconos que pretendem descobrir o misticismo frente à realidade palpável.

Moscou

A importância desta cidade durante os séculos do XV ao XVIII fica plasmada na arte dessa época. Volta-se à madeira como principal suporte, pois a sua utilização procedia tradicionalmente da Rússia Central. As construções são realizadas para deixar constância do poder dos governantes, seguindo as linhas mais tradicionais da arquitetura russa. Uma boa mostra são as igrejas votivas. Percebem-se as influências do Renascimento italiano e do barroco francês.

São Petersburgo

Com o translado da capital para esta cidade, também o epicentro artístico varia durante o século XVIII. As duas chaves da arquitetura deste período foram simplicidade e funcionalidade em uma primeira parte, deixando passagem à morte de Pedro I, à grandiosidade e a decoração abundante, com claras influências barrocas e rococós.

A Academia das Artes

Catarina II decide criar a Academia das Artes, a qual os jovens russos com talento, podiam desenvolver plenamente a sua educação. Os frutos não tardaram em chegar. Pintores da talha de Rokotov, Levicki e Briullov, entre outros, saIrãoo dela. Ao longo do XIX a pintura russa consegue sair dos moldes rígidos da Academia e, embora não fosse fácil, começam a desenvolver outros temas, como as cenas camponesas de Venecianov.

Os intelectuais e artistas juntam-se para acabar com o monopólio artístico da Academia, criando a Associação de Exibições Itinerantes que leva a arte a todo o país. A este grupo pertencem talentos como os de Perov, Kramskoi, Miasoedov, Savrasov, Dostoievski, e Tolstoi, entre outros.

A arte soviética junta aos critérios artísticos em serviço da funcionalidade. O metro, uma estação de trens ou uma indústria podem ser uma autêntica obra de arte.

Na pintura foram reprimidos em um primeiro momento os movimentos abstratos, como o praticado por Maevich, dando passagem ao realismo puro de Nesterov, Mashcov ou Guerasimov, na pintura ou a Merkurov ou Komenkov, na escultura.

A literatura russa é conhecida mundialmente por autores como Pushkin, Gogol, Turguéniev ou Benediktov e Tiuchev, na poesia. Especial importância tem tido o realismo de Tolstoi e Dostoievski nos finais do século. XIX. Já em nosso século, Chejov, Bunim e Gorki, na novela, Briusov, Ivanov e Block, na poesia, Treniov, Zamjatim e Ivanov, no teatro e Evreinov, Stanislavski e Tairov, nas vanguardas.

Durante o governo de Stalin aconteceu um sério retrocesso, devido à censura existente, que finalizou com a sua morte e aos poucos foram aparecendo novas vozes dissidentes com o sistema soviético, Ehrenburg, Nekrasov, Kazakov e Amalrik, entre outros.

A música russa tem tido excelentes compositores: Balakirev, Cui, Musorgski, Borodim e Korsakov, como seguidores das normas mais tradicionais.

Influenciados por ocidente destacam Rubinstein, Chaikovski, Rajmaninov e Liapunov. Revolucionários e originais Stravinski, Prokofiev, Kabalievski e Jachaturiam, entre outros. Não podemos esquecer os bailarinos tão maravilhosos, como Nureyev saido da escola do Teatro do Bolshoi ou filmes tão importantes para a história do cinema como "O Acorazado Potenkim".

Os artistas russos que pretendiam sair da norma, foram censurados continuamente. Muitos deles decidiram exiliar-se a países ocidentais, sobretudo, os Estados Unidos, onde podiam desenvolver, sem dificuldades, o imenso caudal criativo, que levavam no seu interior. Atualmente ressurgem timidamente, novos movimentos embora ainda sem muita força.

Locais Turísticos

Azerbaijão conta com cidades típicas de grande riqueza cultural, com um artesanato local interessante, com uma modesta, mas deliciosa gastronomia e com belas Paradas Naturais, com uma fauna e flora variadas.

Entre os locais que deve visitar, encontra-se Baku, a capital do país, o Litoral do Mar Cáspio e as cidades de Kirovabad, Nakhitchevan, Shemakha, Lenkoran, Astara, Stepanakert.

Gastronomia

A gastronomia da Comunidade de Estados Independentes é realmente maravilhosa, com uma grande variedade de ingredientes e sabores e uma preparação muito cuidadosa. Atualmente, devido ao grave problema econômico que sofrem os restaurantes, têm problemas para abastecerem-se das matérias primas para cozinhar, mas ainda assim pode-se desfrutar de uma boa comida em um ambiente acolhedor.

A gastronomia da CEI tem sabido misturar o melhor das cozinhas oriental e ocidental. Não é costume oferecer pratos de digestão pesada, nem de sabor picante, mas a mistura de sabores agridoces é realmente magistral.

Os habitantes da CEI acostumam comer copiosos lanches, nos que junto à tradicional sopa de sémola, kasa e o delicioso iogurte, pode-se encontrar carne, peixe e ovos para beber café, chá e leite. Segundo o trabalho, a comida principal pode ser feita ao meio dia ou a noite mas, em qualquer caso, pode considerar-se um autêntico banquete. Para iniciar, as famosas entradas entre as que não faltarão o caviar e os blimis, tortas de milho com arenques em um molho de nata agria.

Depois servem-se as densas sopas, proibe a de beterraba ou a de verduras, são deliciosas. Na continuação os pratos fortes. Em relação as carnes pode-se desfrutar de bovino, novilho ou vitela, enquanto que a caça tem uma preparação excelente com molhos maravilhosos com sabores suaves que compensam perfeitamente o sabor de perdizes ou faisões.

Em respeito aos peixes, o salmão e o esturião são os mais conhecidos, mas também encontram-se variedades de peixes de água doce de sabor maravilhoso. Como pratos típicos de peixe destaca-se o recheado, ao papillote ou em gelatina, embora se comer grelhado não sentirá desiludido.

Como sobremesa pode-se comer queijos, como o tvorog, uma espécie de requeijão ou o zelenyisyr, queijo verde muito picante, cremosos iogurtes, tortas, mousses ou sorvetes, elaborados artesanalmente que destacam-se pela sua variedade.

Bebidas

Para acompanhar esta abundante comida costuma-se beber vodka muito fria ou kvas, uma espécie de cerveja doce feita de malte de cevada, centeio e muito açúcar. Também pode-se beber a cerveja local. Como licores destaca-se o conhaque armênio, a nevoduja, águamiel envelhecida com álcool e vodkas de ervas, limão ou anhejos. O café é de boa qualidade e pode tomar-se como o irlandês, só que em lugar de whisky, colocam vodka. O chá costuma levar uma colher de marmelada de framboesa o que dá um sabor muito especial.

Para Comer

Se decidir ir jantar em um restaurante é necessário que tenha em conta o seguinte: fazer reserva, para poder desfrutar da mesa tanto tempo que desejar e ter muita paciência, pois pode esperar bastante tempo até conseguir sentar-se para desfrutar dos estupendos manjares. Em troca receberá um excelente serviço, enquanto saboreia a comida, que estará amenizada na maioria dos restaurantes, por uma orquestra de qualidade. Recorde-se que costumam fechar às 24 horas e não esqueça de deixar uma gorjeta de 5 a 10 por cento do total da fatura, se tem ficado plenamente satisfeito. Não é obrigatório, mas é habitual.

Compras

Se pensar na Comunidade de Estados Independentes e quiser comprar ali, é certo que vem-lhe à cabeça três coisas: vodka, caviar e matrioskas.

Efetivamente, em qualquer ponto, poderá encontrar estes três produtos. As matrioskas formam parte do artesanato tradicional do talhado de madeira, tão típica do centro da planície européia da CEI. Pintados com alegres cores, entre as que primam o vermelho e o amarelo, tirar umas de dentro de outras e colocá-las por tamanho é um bom entretenimento, para as crianças, além de um formoso adorno para qualquer casa.

Se comprar caviar, vermelho ou preto, assegure-se da sua qualidade e recorde que só poderá passar pela alfândega 400 gramas apresentando as faturas. Respeito ao vodka informe-se das marcas, pois no mercado encontra-se desde o de maior qualidade até autênticos "matarratos". Também oferecem-se aromatizados com distintas ervas, limão e inclusive guindillas.

O artesanato da CEI oferece uma mostra realmente impressionante, esplêndidos lacados sobre madeira em móveis e mesas ou em pequenas caixas de desenhos realmente bonitos, esmaltes de grande qualidade, miniaturas maravilhosas, peças de vidro ou delicadas porcelanas de acabado perfeito.

Menção aparte são as balalaikas, instrumentos musicais de forma triangular, os preciosos xadrezes de madeira, os chás bordados de alegres cores, os produtos realizados em pasta de papel, entre os que pode-se encontrar broches e pitilleras e todos os artigos de pele e couro, casacos de vison, gorros de raposa ártica, cintos e sapatos de excelente qualidade. Também pode-se adquirir aromáticos perfumes de embriagadores aromas.

As repúblicas da CEI destacam-se pela sua maravilhosa joalheria. Pode-se adquirir delicadas figuras de malakita, colares em prata ou em ouro, com brilhantes e pedras preciosas, braceletes de âmbar, broches de selenita e todo tipo de marfims.

A cerâmica acostuma estar adornada em cor branca e azul, as mais conhecidas são as de Gzel. Também pode-se encontrar livros antigos, discos de música clássica dos melhores compositores russos, selos, gravados e como, preciosos iconos. Recorde que não pode exportar obras de arte anteriores a 1975, sem uma permissão especial outorgado, pelo Ministério da Cultura.

As compras podem ser feitas em lojas, as quais paga-se em rublos ou nas Berioska, lojas que só admitem moeda estrangeira e que estão especializadas em oferecer aos turistas qualquer produto artesanal. Os horários costumam ser os mesmos que no resto da Europa. Alguns comércios costumam abrir aos domingos.

Não esqueça guardar todas as faturas, pois as autoridades da alfândega podem solicitá-las.

População e Costumes

Os habitantes da Comunidade de Estados Independentes são pessoas acolhedoras, hospitaleiras e risonhas, apesar dos duros marcos históricos que têm sofrido, este povo é de talento nobre e sabe encarar os maus momentos, com um impressionante otimismo.

O clima, tão frio no inverno, tem reforçado o caráter familiar da sociedade. Quando as grandes nevadas tornam difícil o trânsito, pelas ruas e estradas, os habitantes de Azerbaijão ficam em casa, com as conversações, o rádio e a televisião, como entretenimentos. A leitura também ocupa um lugar importante nas suas preferências, de fato, este povo está considerado desde há tempo como um povo culto.

Porém, as cidades não ficam completamente vazias, sempre há movimento de pessoas envolvidas em pesados abrigos e calçados forrados, que vão de um lado para outro, e não duvidem um instante antes de manter uma conversação com um conhecido, apesar do frio. Os lugares de lazer encontram-se repletos de gente, com vontade de passar bem em relação ao frio.

Com a mudança política, a noite tem vida própria. Nesta sociedade madrugam muito e vão à cama muito tarde, assim que, é certo que dormirá muito pouco se decidir seguir o ritmo.

É necessário ter em conta que um turista, sempre é considerado como uma boa fonte de informação sobre política exterior, costumes e nível de vida.

Curiosamente o estrangeiro não é o que mais observa nesta sociedade, a curiosidade é outro componente essencial no carácter deste povo.

Apesar da sua amabilidade e simpatia, talvez influenciados pelo clima e as transformações políticas, os habitantes da CEI são reservados, não contarão facilmente a sua vida, mas farão perguntas de um modo correto, com uma hábil mudança de conversação. Também têm fama de serem teimosos e, é melhor não discutir com eles.

As mulheres e os homens estão plenamente equiparados. O regime comunista não admitia diferenças e com a mudança política, esta característica tem-se mantido. Os jovens têm um grande sentido de humor e é fácil relacionar-se com eles. De fato, "ligar" é um dos alicentes da movida noturna destas cidades, mas sempre de uma maneira sã e correta. As mulheres neste aspecto, também têm-se igualado aos homens.

A difícil situação econômica que atravessa tem levado algumas pessoas ao desespero mais absoluto. O álcool tem sido a única resposta aos problemas, pelo que não é estranho ver a algumas pessoas embriagadas na rua. Lembre que está muito mal visto fotografa-las. Também é muito frequente ver longas filas, perante os comércios, embora os turistas não padecem delas, pois vão às lojas destinadas para eles. Os habitantes da CEI passam muitas horas nelas, mas em lugar de desesperarem-se, aproveitam para relacionar-se e conversar com outras pessoas. São realmente pacientes.

Também são muito respeituosos com as costumes, talvez porque desde tempos muito remotos têm convivido com homens e mulheres de distintas culturas.

É importante respeitar as suas: nas igrejas os homens devem tirar os chapéus e gorros, as mulheres devem levar cobertos os ombros e, nas ortodoxas, as senhoras não podem usar calças. Nos transportes públicos é habitual ceder o assento aos anciãos, crianças e mulheres. Por último lembre-se que ninguém senta nas escadas, umbrais, valas e sobretudo no céspede.

ENTRETENIMENTO

Se gosta de caminhar, as amplas avenidas e as formosas praças são um marco incomparável para respirar o verdadeiro movimento desta cidade e observar o comportamento dos seus moradores. Também os espaços verdes oferecem um entorno muito agradável e cuidado ao dar um bonito passeio.

Além do xadrez pode-se desfrutar de esportes, como o futebol, o basquete, o atletismo ou a natação.

Os cafés têm merecida fama. costumam estar decorados com um gosto excelente e na maioria deles pode-se comer algo leve, enquanto escuta música variada.

Os bares também são um centro de reunião habitual para os habitantes.

FESTIVIDADES

A primeira celebração importante que celebram os habitantes da Comunidade de Estados Independentes fica entre a última noite do ano que se acaba e o primeiro do recém estreiado. A Noite Velha, o dia 31 de Dezembro, igual a Espanha, reune-se a família e amigos em copiosos jantares e alegres danças.

No dia seguinte todos as casas acordam com as risadas e a ilusão das crianças. Por fim, tem chegado a festividade da Ika, o Ano Novo, denominado assim, porque em todas as praças de todas as cidades assim como em todos os domicílios particulares há um precioso abeto (elka) repleto de adornos e luzes coloridas. É o dia dos presentes.

O Ded Moroz (Avô Gelo) e Snegurocka (Copo de Neve), deixam os presentes para todos os membros das famílias com especial atenção às crianças. Conta a lenda que Copo de Neve tinha sido enviada ao bosque para que fora devorada pelos lobos pela sua malvada madrastra. Esses pérfidos desejos foram desbaratados pelo Avô Gelo, que salvou a jovem, que desde então vive feliz na sua companhia.

O dia 8 de Março celebra o dia da mulher trabalhadora. Neste dia as mulheres aparecem em todas as ruas e praças em uma homenagem às mães, esposas, noivas, filhas e amigas que neste dia são tratadas com carinho e cheias de atenção pelos homens como reconhecimento pelo seu trabalho e valor.

Nos dias 1 e 2 de Maio os habitantes da CEI saem às ruas para comemorar a Festividade do Trabalho. Igual a outros muitos países, incluindo Espanha, convocam-se manifestações populares, onde os trabalhadores são os protagonistas. Neste mesmo mês, no dia 9, celebra-se o Dia da Vitória com impressionantes desfiles do exército russo que constitui um espetáculo.

Em outubro, no dia 7, comemora-se o Dia da Constituição. Estas festividades oficiais são celebradas em toda a comunidade dos Estados Independentes. Fecham todas as instituições públicas e também s empresas privadas, o comércio, indústrias e bares. Sem dúvida, tem trabalho extra os meios de transporte, já que produz muito movimento de pessoas que não querem perder os eventos.

Também celebram-se festas próprias de cada república componente da CEI.

As festividades religiosas são muito importantes e existe um amplo leque delas, pois variam segundo cada credo. Por exemplo, os ortodoxos se reunem para celebrar o Ano Novo, no dia 7 de Janeiro, enquanto que os mçulmanos realizam em meados de agosto e os católicos rememoram o nascimento de Cristo nos dias 24 e 25 de Dezembro. Porém, existem muitas mais festividades religiosas, armênios, georgianos e hebreus, entre outros, têm as suas próprias celebrações.

Cada grupo religioso segue o seu calendário pelo que não é estranho encontrar festividades durante todo o ano. Todas elas são muito atrativas para pessoas de uma cultura diferente e recorde que é muito importante mostrar um enorme respeito por estas celebrações que despertam nos seus fiéis sentimentos profundos.

No dia 7 de Novembro celebra-se o Aniversário da Revolução Russa. Os nostálgicos de tempos passados, saem à rua para lembrar o triunfo do regime comunista. Nos últimos anos também se manifestam pessoas sem nenhuma ideologia definida que pedem uma melhora da difícil situação econômica destes países.

Transportes

Avião

Existem vôos das principais cidades européias para as capitais dos países da Comunidade de Estados Independentes.

Carro

Se vai conhecer Azerbaijão através de um tour turístico, fixado por uma agência de viagens, não terá nenhum problema, mas se decider fazê-lo em automóvel lembre-se que deve passar antes por uma agência turística, para indagar que fronteiras de entrada e saída do país vai utilizar e qual o percurso previsto. Não terá problemas para alugar um carro, pois existem empresas de aluguel tanto no aeroporto como nos principais hotéis. Lembre fazer a reserva do carro com antecedência.

Transporte Público

No interior das cidades não terá nenhum problema para utilizar o transporte público. Os horários vão desde as 5.30 horas até a uma da madrugada. Embora os indicadores das estações, percursos e linhas estão escritos em alfabeto cirílico.

Se você preferir utilizar o ônibus, o transvía ou os trolebus leve em conta, de que não existe cobrador. Os bilhetes compram-se em máquinas automáticas que estão instaladas no interior dos veículos ou senão, comprando um talonário com o condutor que destacará um em cada viagem.

Os taxis são de vários cores, pretos, verdes e amarelos, todos eles com uma linha branca e negra nas portas que imita um tabuleiro de xadrez, assim como, uma luz verde no lado direito, por cima dos parabrisas.

Funcionam as 24 horas do dia e embora a maioria levam taxímetro o certo é que utiliza-se pouco. O habitual é acordar o preço da corrida antes de empreende-la e costuma-se pagar em dólares. A precária economia das repúblicas da CEI puxa alguns taxistas a querer abusar dos turistas pelo que deve ter cuidado.

Fonte: www.rumbo.com.br

Azerbaijão

História

Azerbaijão é um país localizado no Cáucaso, na fronteira entre a Europa e a Ásia. A sua capital é Baku.Considerada uma nação transcontinental, é membro do Conselho da Europa desde 25 de janeiro de 2001.

A região nunca foi unificada, sendo composta por várias tribos que foram islamizadas. Pertenceu ao Império Persa entre os séculos XI e XVIII e, a partir, século XX integrou a extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, da qual se emancipou finalmente como unidade nacional independente em 1991.

O povo azerbaijano e as populações das províncias iranianas contíguas, denominadas Azerbaijão Oriental e Azerbaijão Ocidental, têm basicamente a mesma origem, mas só desfrutaram de unidade política do século XI a 1723 e, novamente, de 1735 a 1813, quando ambos os territórios estiveram sob domínio persa.

O Azerbaijão foi também conquistado, ao longo de sua história, por árabes, turcos e mongóis.

No século XIX o país foi dividido entre a Rússia e o Irã segundo as fronteiras atuais. Depois das revoluções de 1905 e 1917, o domínio russo arrefeceu e o Azerbaijão pôde fundar, com apoio da Turquia, uma república independente, inaugurada em 1918. Dois anos mais tarde, no entanto, o Exército Vermelho invadiu o país e o integrou à União Soviética. Com o fim desta, em 1991, o Azerbaijão reconquistou a soberania política e aderiu à Comunidade de Estados Independentes, juntamente com outras dez antigas repúblicas soviéticas.

Como país independente, o Azerbaijão continuou a enfrentar um problema do passado: a disputa, com a vizinha república da Armênia, pela província de Nagorno-Karabakh.

Uma das repúblicas que se tornaram independentes com a dissolução da União Soviética, o Azerbaijão apresenta grandes possibilidades de desenvolvimento, graças sobretudo a suas importantes reservas de petróleo.

Demografia

Da população total do país de cerca de 9,16 milhões de pessoas (julho de 2011), cerca de 4 380 000 (quase 51%) moravam em cidades, enquanto 4 060 000 (49%) habitavam áreas rurais. 51% da população total eram mulheres. A proporção existente entre os sexos naquele ano era de 0,94 homens para cada mulher.

A estimativa da expectativa de vida para 2007 era então de 66 anos, 70,7 para as mulheres e 61,9 para os homens. Com 800 000 refugiados (internos e externos), o Azerbaijão tem uma das maiores populações internas desalojadas da região, e, até 2006, tinha a maior população de refugiados internos per capita do mundo.

A composição étnica da população, de acordo com o censo populacional de 1999 é a seguinte: azeris, lezguianos, russos, talysh, ávaros, turcos, tártaros, ucranianos, tsakhur, georgianos, curdos, tats, judeus, udins. Muitos russos abandonaram o Azerbaijão durante a década de 1990; de acordo com o censo de 1989, havia 392 000 indivíduos de etnia russa no país então, cerca de 5,6% da população. De acordo com as estatísticas, cerca de 390.000 arménios vivam no país em 1989.

Embora o azeri seja o idioma mais falado no país, existem 13 outros idiomas falados como língua materna no país. Algumas destas línguas são faladas por comunidades muito pequenas, enquanto outras são mais representativas. O azeri é uma língua turcomana que pertence à família altaica, mutualmente inteligível com o turco.

O idioma é escrito com uma versão modificada do alfabeto latino atualmente, porém já foi escrito no alfabeto árabe (até 1929), no alfabeto turcomano uniformizado (1929-1939) e no alfabeto cirílico (1939-1991).[19] As mudanças ocorridas nos alfabetos utilizados foram moldadas, em grande parte, pelas forças políticas e religiosas em jogo no país.

O Islão é a religião dominante no país em número de seguidores com 95%. 85% da população são muçulmanos xiitas e 15% são muçulmanos sunitas. O Azerbaijão é um estado secular, sem religião oficial; a constituição consagra a liberdade religiosa e de consciência.

Cultura

A cultura do Azerbaijão surge como o resultado de muitas influências, desde a soviética, dos tempos em que era um das repúblicas da União, até às suas raízes turcas, persas, islâmicas e da Ásia Central. Hoje em dia as influências ocidentais fazem-se sentir, incluindo a cultura de consumo decorrente da globalização.

Quanto a personalidades, o jogador de xadrez Garry Kasparov nasceu em Baku, nos tempos da República Socialista Soviética do Azerbaijão sendo de longe a personalidade mais conhecida deste país.

Gastronomia

A gastronomia da Comunidade de Estados Independentes é realmente maravilhosa, com uma grande variedade de ingredientes e sabores e uma preparação muito cuidadosa. Atualmente, devido ao grave problema econômico que sofrem os restaurantes, têm problemas para abastecerem-se das matérias primas para cozinhar, mas ainda assim pode-se desfrutar de uma boa comida em um ambiente acolhedor.

A gastronomia da CEI tem sabido misturar o melhor das cozinhas oriental e ocidental. Não é costume oferecer pratos de digestão pesada, nem de sabor picante, mas a mistura de sabores agridoces é realmente magistral.

Os habitantes da CEI acostumam comer copiosos lanches, nos que junto à tradicional sopa de sémola, kasa e o delicioso iogurte, pode-se encontrar carne, peixe e ovos para beber café, chá e leite. Segundo o trabalho, a comida principal pode ser feita ao meio dia ou a noite mas, em qualquer caso, pode considerar-se um autêntico banquete. Para iniciar, as famosas entradas entre as que não faltarão o caviar e os blimis, tortas de milho com arenques em um molho de nata agria.

Depois servem-se as densas sopas, proibe a de beterraba ou a de verduras, são deliciosas. Na continuação os pratos fortes. Em relação as carnes pode-se desfrutar de bovino, novilho ou vitela, enquanto que a caça tem uma preparação excelente com molhos maravilhosos com sabores suaves que compensam perfeitamente o sabor de perdizes ou faisões.

Em respeito aos peixes, o salmão e o esturião são os mais conhecidos, mas também encontram-se variedades de peixes de água doce de sabor maravilhoso. Como pratos típicos de peixe destaca-se o recheado, ao papillote ou em gelatina, embora se comer grelhado não sentirá desiludido.

Como sobremesa pode-se comer queijos, como o tvorog, uma espécie de requeijão ou o zelenyisyr, queijo verde muito picante, cremosos iogurtes, tortas, mousses ou sorvetes, elaborados artesanalmente que destacam-se pela sua variedade.

Dados Gerais

Hino nacional: Marcha do Azerbaijão
Língua oficial: Azerbaidjano (oficial), russo.
Capital: Baku.
Maiores cidades: Baku (1.708.000) (1999); Gäncä (291.000), Sumqayt (268.000), Mingäçevir (96.000), Nakhitchevan (76.000) (1995).
Presidente: Ilham Heydar oglú Alíev (1 de Novembro de 2003 atualidade)
Primeiro-ministro: Artur Rasizade
Religião: Islamismo 83,7%, sem religião 10,8%, cristianismo 4,6% (ortodoxos 4,4%, outros 0,2%), ateísmo 0,5%, judaísmo 0,4%.
Fronteiras: A norte: ao leste com o Mar Cáspio, ao sul com Irão, ao leste com Armênia e ao norte com Geórgia e Rússia. 86.600 km².
População: 8.832.172
Densidade: 96 hab/km².
Formação da republica: 28 de maio (Independência).
Moeda: Manat.

Fonte: www.geocities.com

Azerbaijão

Nome oficial: República do Azerbaijão
Área: 86.600 km²
População: 9 164 6001 hab.
Capital: Baku
Principais cidades: Baku
Idiomas: azeris
Moeda: Manat Azerbaijão

História

Desde os tempos antigos, até 651 (época da conquista árabe), o território do Azerbaijão e iraniano população estão sob a influência direta ou indireta da Pérsia.

Durante os séculos XI e XIII. AD, os indígenas estão sobrecarregados por ondas de população turca do leste; cerveja deu ao povo do Azerbaijão. No início do século XIX, a expansão russa afeta a região Baku (1813), o Norte eo Nakhichevan (1828).

Nessas regiões foi proclamada em 1918, a República do Azerbaijão com a Geórgia ea Arménia formado (1918) o efêmero Transcaucásia República Federativa. Ocupado e "Sovietized" em 1920, as três repúblicas formaram a República Socialista Federativa Soviética da Transcaucásia, ligado à URSS em 1922.

Em 1923-1924, o Azerbaijão recebe a República Autônoma da Nakhichevan Região Autônoma de Nagorno-Karabakh, que irá manter após a dissolução da Federação da Transcaucásia (1936), quando o país se torna uma república da URSS.

Em 1988, o Azerbaijão se opõe com Moscou, as reivindicações da Arménia no Nagorno-Karabakh (4.400 km ² e cerca de 200.000 h., 80% armênios). Após a declaração de soberania (1990) quebrou o conflito entre o governo comunista ea oposição islâmica (70% azeris são xiitas, sunitas 30%).

Em 1991, o Azerbaijão declarou sua independência e se juntou ao CEI. O conflito com a Arménia degenera em guerra não declarada (1992-1993); lutas são cerca de 25 000 baixas em ambos os lados, e do Azerbaijão, perdeu quase 20% de seu território?. A crise após as derrotas militares em Karabakh levou à renúncia (Março de 1992) do ex-líder comunista Ayaz Mutalibov.

Da mesma forma, o seu sucessor, nacionalista Abulfaz Elchibey (eleito presidente em junho do mesmo ano), foi derrubado eo ex-comunista Heydar Aliyev tornou-se presidente Alirezaoglou (Outubro de 1993).

Para o isolamento do país, Presidente G. Aliyev decide a sua reintegração na CEI (Azerbaijão que foi excluída desde 1992). Em julho de 1996, ele exigiu a renúncia do primeiro-ministro Fuad Guliyev, bem como alguns membros do seu governo. O Azerbaijão é um membro da CEI e da OSCE.

A nível internacional, o presidente G. Aliev, que estabeleceu uma censura autoritário e despótico, onde a oposição é silenciada e penetrante, se esforça para manter a estabilidade no país e de um equilíbrio harmonioso em suas relações com outras nações.

No entanto, apesar da assinatura com a Rússia, em Julho de 1997, um tratado de amizade, cooperação e relações de segurança com a Rússia continuam tensas. Além disso, as autoridades do Azerbaijão deixar de melhorar as relações com o Irã, o país parceiro comercial do principal, recusou-se a abrir um consulado em Tabriz, por medo de Azeri nacionalistas.

Enquanto cultivando excelentes relações com a Turquia, o presidente G. Aliev tende a ser mais próximo da Europa e dos Estados Unidos, e os acordos de cooperação militar e econômica foram assinados entre Baku e Washington, 31 de julho de 1997.

Após as eleições realizadas em outubro de 1998, Heydar Aliyev (Partido Comunista), que conquistou 76,11% dos votos, é reconduzido. Apesar das dúvidas expressas pelos observadores da OSCE sobre a condução adequada do processo eleitoral, os eleitores apoiaram maciçamente a estabilidade proporcionada pelo candidato do Partido Comunista de 30 anos eo sucesso de sua política econômica, o que tem contribuído para o desenvolvimento da indústria do petróleo.

A inauguração de um novo gasoduto (Baku-Supsa) pelos presidentes do Azerbaijão, Geórgia e Ucrânia, em abril de 1999, não é suficiente para mascarar as desigualdades de uma economia a duas velocidades.

De fato, além da riqueza gerada pela indústria do petróleo, o país industrial herdado da URSS continua obsoleto e as pessoas se deparam com a falta de água, gás e eletricidade. Além disso, o conflito resultou na ocupação de 15% do território do Azerbaijão por forças da Arménia e do êxodo de 850 mil pessoas não parece prestes a ser resolvido, especialmente após a chegada ao poder (março 1998), na Armênia, o ex-chefe karabakhti, Robert Kocharian.

Em 1999, o governo de Arthur Tabiroglou Rasizadeh intensificar os seus esforços no desenvolvimento da indústria de petróleo e assinar novos contratos com 20 consórcios dispostos a investir cerca de 45 bilhões de euros em caso de perfuração bem sucedida. No entanto, ele enfrenta novos desafios colocados pelo encerramento em junho, devido a danos do oleoduto Baku-Novorossiysk (Rússia) e da construção de um gasoduto de alta capacidade terceiro de Baku a Ceyhan (Turquia ).

Em 2001, a República, que havia sido imposta ao uso do alfabeto cirílico em 1939 por Stalin subiu para o alfabeto latino. Se os azeris, turcos, alfabeto árabe usado por séculos, haviam experimentado uma primeira introdução do alfabeto latino, entre 1923 e 1939. Esta decisão do Presidente Aliev aparece como uma ruptura simbólica com o legado soviético, mas difícil de mascarar o retorno da influência russa na região, especialmente após o conflito de Karabakh.

GEOGRAFIA

A população é Azerbaijanis 89,8% e Daghestanis (3,1%), Russos (2,5%), Lezghiens (2%) e ucranianos (0,3%) são égalements presentes. Baku, a capital, concentrando mais de 23% da população total.

Grande Cáucaso (4480 m) no norte e no Cáucaso Menor Montanhas (3904 m), nas planícies centrais do sul fazem fronteira com a Kura-Araks, estendeu para o leste pelo Lankaran, planície costeira alarga-se para o sudeste. As colinas entre as montanhas e as planícies estão cobertas de vinhedos, o que proporcionou cerca de 25% da produção de vinho na ex-URSS. Além do Grande Cáucaso (1.250 mm / ano) e da planície do Lankaran, com a sua quente e úmido (1.600 mm / ano), o território é a área de um clima continental seco (300-400 mm / ano).

Condições naturais explicam tanto a distribuição da população, estimado em 7,7 milhões (mais de 150 h. / Km ² na península Apsheron, a região de Lankaran e Ganja, no oeste 88,9 h. / km ² no resto do país).

ECONOMIA

Com investimentos de petróleo (10% do PIB anual), o Azerbaijão está experimentando uma recuperação. Em 1997, o PIB cresceu 5,2%, quase um quarto é gerado pela indústria de petróleo e gás.

A inflação, que atingiu vários anos (1,781% em 1994), caiu em 1997 para 9% e não deve exceder 3,7% em 1998. O défice orçamental foi reduzido para 2%. A economia paralela é estimado em 40%, é adicionado os resultados do setor terciário (comércio e serviços utilizados até 6% do PIB).

Agricultura

Cereais e algodão estão concentrados em Kura-Araxes simples, chá e cítricos em Lankaran. Pecuária de ovinos (transumância planície-montanha), caprinos, bovinos e camelos. No rio principal no Cáucaso, o Rio Kura é represa Minguetchevir, importante para a agricultura (65% da terra é irrigada), como para a energia.

Colheita de trigo, frutas e fumo teve um ligeiro aumento em 1997, bem como a produção pecuária. Produção de chá, foi reavivada graças à criação de um conjunto azeri turco-dirigiu suas exportações para o Iraque, Irã e Turquia.

A privatização das terras agrícolas, que começou espontaneamente acelerado desde 1996. O número de fazendas particulares é de cerca de 20.000 unidades e 50.000 famílias receberam certificados de propriedade de suas terras em 1997, sendo a última acessível aos residentes.

Indústria

Entre os recursos (minério de ferro, cobalto, molibdênio, barita, sal), o mais importante são os hidrocarbonetos, usados desde o século XIX na península, Absheron e, desde 1930, no Mar Cáspio . A indústria está concentrada em poucos centros (Baku, Sumgait, Ganja, Astara).

A indústria está centralmente focada em petróleo (refinação, petroquímica, equipamentos de petróleo, fertilizantes, têxteis artificiais) e gás. Também presente entre os setores incluem siderurgia, metalurgia de alumínio, aparelhos elétricos, construção naval, têxtil e indústrias de alimentos.

Em 1997, a indústria contribuiu para 27,9% do PIB e emprega 32% da força de trabalho. Nesse mesmo ano, o novo campo de petróleo offshore de Chirag produziu seus primeiros barris. Mas a produção industrial global continua a diminuir, maioria das grandes empresas na indústria química, eletrônica, metalurgia, engenharia mecânica, sabendo grandes perdas devido à obsolescência da infra-estrutura.

Um programa de privatização foi aprovada em Julho de 1996, relativo à intervenção pessoal do Presidente G. Aliev. Quase todas as pequenas empresas são privatizadas, mas a privatização das grandes empresas só começou em maio-agosto de 1997. O setor privado já responde por 40% do PIB.

Intercâmbios

Em 1990, as relações comerciais foram estabelecidos com a Turquia eo Irã. Azerbaijão é integrado em muitos organismos regionais, como a Zona de Cooperação Econômica do Mar Negro, Guam, ECO (Organização de Cooperação Econômica), eo Irã é o seu primeiro cliente, com 26,9% de suas exportações , seguido pela Rússia com 19,2% e 16,4% com a Geórgia. O principal fornecedor do Azerbaijão é a Turquia, com 23% das importações, seguido pela Rússia com 20%, 10,5% Ucrânia e 6,4% Iran.

Fonte: www.asie-planete.com

Azerbaijão

Nome oficial: República do Azerbaidjão (Azârbaycan Respublikasi).
Nacionalidade: azeri ou azerbaidjano.
Data nacional: 28 de maio (Independência).
Capital: Baku.
Cidades principais: Baku (1.708.000) (1999); Gäncä (291.000), Sumqayt (268.000), Mingäçevir (96.000), Nakhitchevan (76.000) (1995).
Idioma: azerbaidjano (oficial), russo.
Religião: islamismo 93,3% (maioria xiita), cristianismo 2,2% (ortodoxos russos 1,1%, apostólicos armênios 1,1%), outras 4,5% (1997).

GEOGRAFIA

Localização: extremo leste da Europa. 
Área: 86.600 km2. 
Clima: temperado continental.
Área de floresta: 10 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO

Total: 7,7 milhões (2000), sendo azeris 83%, russos 6%, armênios 6%, lezgines 2,4%, ávaros 0,6%, ucranianos 0,5%, tártaros 0,4%, outros 1,1% (1996). 
Densidade: 88,91 hab./km2. 
População urbana: 57% (1998). 
População rural: 43% (1998).
Crescimento demográfico: 0,5% ao ano (1995-2000). 
Fecundidade: 1,99 filho por mulher (1995-2000). 
Expectativa de vida M/F: 65,5/74 anos (1995-2000)
Mortalidade infantil: 36 por mil nascimentos (1995-2000). 
IDH (0-1): 0,722 (1998).

POLÍTICA

Forma de governo: República com forma mista de governo.
Divisão administrativa: 2 repúblicas, 1 região dependente e a capital (Baku). 
Principais partidos: Novo Azerbaidjão (YAP), Frente Popular do Azerbaidjão (AXC), da Independência Nacional do Azerbaidjão (Amip). 
Legislativo: unicameral - Assembléia Nacional, com 125 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos
Constituição em vigor: 1995.

ECONOMIA

Moeda: manat azerbaidjano. 
PIB: US$ 3,9 bilhões (1998). 
PIB agropecuária: 20% (1998). 
PIB indústria: 39% (1998). 
PIB serviços: 41% (1998). 
Crescimento do PIB: -11,5% ao ano (1990-1998). 
Renda per capita: US$ 480 (1998). 
Força de trabalho: 3 milhões (1998). 
Agricultura: cereais, maçã, outras frutas, algodão com caroço, legumes e verduras. 
Pecuária: ovinos, búfalos, aves, bovinos. 
Pesca: 8,5 mil t (1997). 
Mineração: petróleo, gás natural, potássio. 
Indústria: refino de petróleo, alimentícia, química, têxtil, máquinas. 
Exportações: US$ 605 milhões (1998). 
Importações: US$ 1,1 bilhão (1998). 
Principais parceiros comerciais: Turquia, Federação Russa, Irã, Reino unido, Alemanha, Reino Unido, Geórgia, Ucrânia.

DEFESA

Efetivo total: 72,2 mil (1998). 
Gastos: US$ 189 milhões (1998).

Fonte: www.portalbrasil.net

Azerbaijão

Azerbaijão é um país no Caucaso.

A capital é Baki [Baku].

A principal religião é o Islã.

A língua nacional é o Azerbaijão.

Azerbaijão - uma nação com uma maioria de Turcos e maioria de população Muçulmana - foi brevemente independente de 1918 a 1920; ele recuperou a sua independência após o colapso da União Soviética em 1991.

Apesar de um cessar-fogo de 1994, o Azerbaijão tem para resolver seu conflito com a Armenia sobre Nagorno-Karabakh, uma região essencialmente Armênio-povoada, atribuída ao Azerbaijão em 1920 por Moscou. A Armenia e o Azerbaijão começaram a lutar sobre a área em 1988; a luta se intensificou depois que ambos os países alcançaram a independência da União Soviética em 1991.

Por Maio de 1994, quando um cessar-fogo se efetivou, as forças étnicas Armenias detinham não apenas Nagorno-Karabakh mas também uma parcela significativa do próprio Azerbaijão. A corrupção no país é onipresente, e o governo tem sido acusado de autoritarismo.

Embora a taxa de pobreza tenha sido reduzida nos últimos anos devido à receita da exploração dos recursos do petróleo, a promessa de riqueza generalizada resultante do desenvolvimento contínuo do setor de energia do Azerbaijão ainda não foi alcançada.

A República do Azerbaijão é um pequeno país situado na parte oriental do Istmo do Cáucaso. É habitado principalmente por Muçulmanos de língua Turca do Azerbaijão. A região pertenceu ao longo dos séculos para a Pérsia. Mas tornou-se parte do Império Russo no início dos 1800s.

Após um breve período de independência durante a guerra civil Russa, o Azerbaijão tornou-se parte da União Soviética em 1922. E assim permaneceu por quase 70 anos. Quando a União Soviética acabou em Dezembro de 1991, o Azerbaijão entrou numa nova era.

Após o colapso da União Soviética, a guerra eclodiu sobre Nagorno-Karabakh, uma pequena área dentro do Azerbaijão habitada principalmente por Armênios e reivindicada pelo Azerbaijão e pela Armênia.

Apoiados por tropas e recursos da Armenia, os Armênios de Nagorno assumiram o controle da região e do território circundante. Em 1994, um cessar-fogo foi assinado. Mas cerca de 15% do território do Azerbaijão permanece ocupado. Cerca de 35.000 pessoas pereceram nos combates, e quase um milhão se tornaram refugiados.

O governo do Azerbaijão está ansioso para acabar com a disputa de Nagorno-Karabakh, como está a União Europeia. Em 2009, os governos do Azerbaijão e da Armênia se reuniram para discutir Nagorno-Karabakh, mas não conseguiram chegar a um acordo.

Terra

O Azerbaijão fica ao sul da serra escarpadamente bonita do Grande Cáucaso. Ele faz fronteira com a Armenia e a Geórgia, a oeste, a Rússia ao norte, o Mar Cáspio, a leste, e o Irã para o sul. Planícies e estepes ocupam cerca de metade de sua área.

Duas regiões autonomas são parte do Azerbaijão. A Nagorno-Karabakh ("Nagorno" significa "superior", indicando seu caráter montanhoso) está localizada no sudoeste do Azerbaijão, e apenas uma estreita faixa de terra a separa da fronteira da Armênia.

A outra região autonoma é Nakhichevan, que fica espremida entre a Armênia e o Irã. (Um grande território no noroeste do Irã, separado da República do Azerbaijão pelo Rio Araks e administrativamente dividido em duas províncias, também é chamado de Azerbaijão).

O clima do Azerbaijão é subtropical no centro e leste, e moderadamente frio no norte e oeste. A capital do país, Baku, tem um muito agradável clima seco durante a maior parte do ano.

População

O Azerbaijão tem uma população de mais de 8,3 milhões. Os Azerbaijanis são de ascendência Turca. Eles falam o Turco Azeri, uma língua escrita no alfabeto Árabe até 1918. Durante a era Soviética, a língua era escrita no alfabeto Cirílico. Em 1991, um alfabeto Latino foi adotado formalmente, mas o Cyrillico continuou a ser usado até 2001. Naquele ano, um decreto presidencial tornou o uso do alfabeto Latino obrigatório.

O Azerbaijão é um país em grande parte Muçulmano. Mais de 90 por cento da população são do Azerbaijão, ou Azeris. Pequenas minorias incluem Russos e Armênios.

Educação e Vida Cultural

Quase todos os com 15 anos de idade e mais velhos podem ler e escrever. Há dezenas de institutos de ensino superior, sendo o maior deles o Instituto de Petróleo e Química do Azerbaijão.

Os Azerbaijanis traçam o início de sua literatura no século 7. Uma florescente literatura ocorreu nos séculos 11 e 12, após o Azerbaijão tornar-se parte do Império Persa. Após a conquista da Rússia no início dos 1800s, a cultura do Azerbaijão foi influenciada pela Europa.

Economia

A cidade de Baku cresceu em uma grande metrópole industrial durante o século 20, quando seus campos de petróleo começaram a ser explorados. A economia do Azerbaijão agora está muito dependente do petróleo. As suas principais indústrias produzem petróleo e gás natural, produtos petrolíferos e petroquímicos.

Além do óleo, o Azerbaijão tem cobre, ouro e depósitos de bauxita. Ferro-gusa, cobre e outros metais não-ferrosos estão entre as exportações mais importantes do país.

No início dos 1990s, a economia do Azerbaijão declinou. As causas incluíam os mais fracos laços economicos com as antigas repúblicas soviéticas, os esforços para introduzir uma economia de mercado, e a guerra com a Armenia. O crescimento econômico pegou em 2006-2008, no entanto, quando o petróleo do Azerbaijão, a construção, e os setores bancário e imobiliário expandiram. O alto crescimento continuou em 2009, apesar de alguns desafios da crise econômica global.

As perspectivas economicas a longo prazo do Azerbaijão dependem dos preços mundiais do petróleo e da capacidade do país para gerir a sua riqueza energética. O comércio com a Rússia tem vindo a diminuir em importância nos últimos anos, enquanto o comércio com a Turquia e a Europa tem se expandido.

Economia - Resumo:

O alto crescimento econômico do Azerbaijão durante 2006-08 foi atribuído às grandes e crescentes exportações de petróleo, mas alguns setores de não-exportação também contaram com crescimento de dois dígitos, incluindo a construção, bancos e imobiliário, embora a maior parte deste aumento foi amarrada ao crescimento do setor de hidrocarbonetos.

Em 2011, o crescimento econômico abrandou para 0,1%, em grande parte porque a produção de petróleo atingiu um platô. Crescimento real do PIB melhorou em 2012, atingindo cerca de 40%, mas a desaceleração econômica global atual apresenta alguns desafios para a economia do Azerbaijão os preços do petróleo continuam voláteis, destacando a dependência do Azerbaijão das exportações de energia e tentativas sem brilho para diversificar sua economia.

As exportações de petróleo através do oleoduto Baku-Tbilisi-Ceyhan ser o principal motor econômico, enquanto os esforços para aumentar a produção de gás do Azerbaijão estão em andamento. Gás natural de campos em desenvolvimento no Azerbaijão por um consórcio internacional é o único gás atualmente disponível para o projeto do Corredor geopoliticamente importante do Sul, que visa melhorar a segurança energética europeia.

No entanto, o Azerbaijão fez apenas progressos limitados em instituir reformas baseadas no mercado econômico. A corrupção no setor público e privado Pervasive e ineficiências econômicas estruturais continuam a ser um obstáculo ao crescimento de longo prazo, particularmente em setores não energéticos.

Vários outros obstáculos impedem o progresso econômico do Azerbaijão, incluindo a necessidade de intensificar o investimento estrangeiro no setor não-energia e a continuação do conflito com a Armênia sobre a região de Nagorno-Karabakh. Comércio com a Rússia e outras ex-repúblicas soviéticas, está em declínio em importância, enquanto o comércio está construindo com a Turquia e os países da Europa.

Perspectivas de longo prazo dependem dos preços mundiais do petróleo, a localização do novo óleo e gasodutos na região, a capacidade do Azerbaijão para negociar rotas de exportação para sua produção crescente de gás, e sua capacidade de gerir a sua riqueza energética para promover o crescimento e estimular o emprego não energia setores da economia.

História

A área do atual Azerbaijão era conhecida nos tempos antigos como a Albânia. Ela tinha uma estrutura social semelhante à Armenia e a Iberia vizinhas (atual Geórgia). Mas ela foi para a maioria de sua história um vassalo do Irã. Em 643 dC a região ficou sob controle Árabe. As conversões difundidas ao Islã gradualmente deslocaram a população Cristã por 821.

Do século 11 até o início dos anos 1800s, o Azerbaijão foi parte do Império Persa. Em 1813, porém, depois de uma guerra prolongada, a Rússia adquiriu a área ao norte do Rio Araks.

Um século mais tarde, um Azerbaijão independente surgiu brevemente durante a guerra civil na Rússia. Proclamada independente em Maio de 1918 e reconhecida pelas potências Aliadas em Janeiro de 1920, a república sobreviveu apenas até Abril de 1920, quando foi invadida pelo Exército Vermelho. Dois anos mais tarde, o Azerbaijão foi incorporado à República Socialista Federativa Soviética da Transcaucásia. Em 1936, tornou-se uma república sindical.

Submerso por décadas na uniformidade da vida soviética, o Azerbaijão viveu um dos primeiros confrontos étnicos que ocorreram quando o império soviético começou a ruir no final dos 1980s. A população Armênia de Nagorno-Karabakh votou pela unificação com a Armenia no início de 1988, alegando discriminação por parte das autoridades do Azerbaijão.

Isso levou a um conflito violento na cidade de Sumgait em Fevereiro de 1988, durante o qual dezenas de Armênios foram mortos. A violência se transformou em uma guerra generalizada com a Armenia. As tropas Soviéticas intervieram em Baku, em Janeiro de 1990, para recuperar o controle, matando centenas de pessoas.

O ano seguinte trouxe o fim da União Soviética, mas a carnificina étnica continuou. Ayaz Mutalibov, um antigo chefe do Partido Comunista, tornou-se o primeiro presidente do Azerbaijão. Em Março de 1992, ele foi forçado a demitir-se na esteira das manifestações nacionalistas. Abulfaz Elchibey, um carismático ex-dissidente e líder da nacionalista Frente Popular, tornou-se presidente em 1992, nas primeiras eleições concorridas do Azerbaijão.

A derrota na guerra com a Armenia levou à queda de Elchibey. Nas eleições presidenciais de Junho de 1993, Heydar Aliyev, um ex-comunista linha-dura, tornou-se presidente. Sob pressão Russa, um cessar-fogo foi concluído em Maio de 1994. Os combates diminuíram gradualmente, mas nenhum acordo permanente foi atingido.

Em 1994, o governo do Azerbaijão assinou um importante contrato com um consórcio internacional para desenvolver as reservas de petróleo do Mar Cáspio, as mais ricas do mundo após as da Arábia Saudita. Em 1997, o petróleo começou a fluir para o Ocidente a partir do campo Chirag offshore do Azerbaijão. E o Azerbaijão parecia prestes a se tornar o centro do transporte de petróleo para a bacia do Mar Cáspio.

Apesar da burocracia, da corrupção, e da disputa não resolvida com a Armenia, todos os que têm desencorajado os investidores estrangeiros, o Azerbaijão continua a ser um foco de interesse para as empresas petrolíferas ocidentais.

Nas primeiras eleições legislativas em 1995, os observadores internacionais observaram muitas irregularidades. O Presidente Aliyev foi reeleito para um segundo mandato em 1998. Em Agosto de 2003, um doente Aliyev nomeou seu filho, Ilham Aliyev, como primeiro-ministro. Ilham Aliyev ganhou a presidência por um roldão em Outubro. Mas a eleição foi criticada como não tendo sido livre e justa, provocando protestos massivos.

Protestos se seguiram às eleições parlamentares de Novembro de 2005, que foram vencidas com folga pelo partido no poder. As manifestações de protesto foram duramente reprimidas. Em Outubro de 2008, Aliyev venceu mais um mandato presidencial. Mas a eleição foi boicotada pelos principais partidos da oposição. As eleições parlamentares de Novembro de 2010 produziram um outro escorregão para o governo e foram novamente manchadas pela fraude.

No início de 2011, manifestações pró-democracia irromperam em partes do Azerbaijão. Elas seguiram manifestações similares em muitos países Árabes, mas foram muito menores. As forças de segurança do governo rapidamente colocaram abaixo as manifestações.

GOVERNO

A Constituição aprovada em Novembro de 1995 definia o Azerbaijão como uma república com uma forte presidência. O poder legislativo é exercido por um parlamento unicameral de 125-membros.

Em 2009 os eleitores do Azerbaijão aprovaram uma alteração na Constituição que levantou o limite de dois mandatos na presidência.

Fotos

Azerbaijão
Uma visão do centro da capital Baku

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A Torre Maiden, construído em algum momento entre 800 dC e 1200, é a estrutura mais reconhecida na cidade velha de Baku

Irina Rybacek

Fonte: Internet Nations

Azerbaijão

HIstória

As condições geográficas e climáticas favoráveis do Azerbaijão promoveu o surgimento da humanidade no seu território de grande antiguidade.

A história do Azerbaijão começa na era paleolítica. No noroeste do Azerbaijão, na Aveydag Mountain e nas cavernas de Azikh em Garabag, ferramentas de pedra foram encontrados. Além disso, a mandíbula inferior de uma das mais antigas formas do homem de Neandertal foi encontrado na caverna Azikh.

Relíquias da Idade do Bronze foram encontrados em Khojali, Gadabey, Dashkesan, Ganja, Mingechevir e Nakhchivan. Não muito longe de Baku, no Gobustan, no local de assentamento de povos antigos, gravuras rupestres de cerca de 10.000 anos de idade sobreviveu.

Aqui está uma pedra com uma inscrição em latim relativa a uma expedição dos centuriões da legião romana em Gobustan no século primeiro: "No tempo de Domician Cesar agosto germânica, Yulij Luciy Maxim, e XII Centurion da Legião de Blitzkrieg ".

No 3 º tarde - início de 2 º milênio dC, as condições prévias para as origens da civilização foram formados. A gênese da formação do Estado no território do Azerbaijão foram os sindicatos tribais de Manna e Media, e acompanhá-los, o Caduceu, Caspians, Albans e outros também habitavam o território do Azerbaijão no primeiro milênio dC No século 9 aC, o Maná Estado formado, e, no século 7, o estado outra grande antiga, Media, apareceu espalhar seu poder sobre um território enorme muito rapidamente.

Este estado atingiu seu maior poder sob o domínio do czar Kiaksar (625-584 dC), tornando-se o maior império do Oriente na época. No meio da liderança quarto século AD no Media passaram para as mãos da dinastia aquemênida.

O estado de Achaemenids caiu sob o ataque de militares de Alexandre, o Grande, e no final do século 4 um novo estado, Atropatena (O País dos Guardiões de fogo), foi formado. Fogo-adoração, ou zoroastrismo, foi a principal religião do Atropatena.

Família e vida cultural no país atingiu um nível elevado, a linguagem escrita pekhlevy foi usado: circulação de dinheiro aumentou; artesanato foram desenvolvidos e, em especial a produção de panos de lã era muito famoso. No século primeiro o albanês estado Caucasiano formado.

No início do século 4 na Albânia, o cristianismo foi aceito como a religião do Estado; templos foram erguidos por todo o país, muitos dos quais foram preservados até os dias atuais. No início do século 5 º um alfabeto albanês foi criado, consistindo de 52 caracteres.

Ao longo de sua história, o Azerbaijão era mais do que uma vez exposto às invasões de agressores estrangeiros: invasões de tribos nômades, hunos e khazares e outros rugiu através da passagem Derbend. Em meados do século 7, uma invasão árabe do Azerbaijão começou. Durante o Javanshir oposição, um comandante albanesa e líder da posse feudal de Girdiman, tornou-se famoso.

No início do século 8, o califado árabe capturado Azerbaijão. Islam tornou-se a principal religião do Azerbaijão. No século 9, a rebelião ocorreu grande e popular que se transformou em uma guerra camponesa, sob a liderança de Babek. A guerra envolveu um grande território, igual aos territórios dos Estados modernos europeus.

Por 20 anos, Babek era o líder de um agradecimento camponesas do Estado para a sua liderança e talentos organizacionais. Na segunda metade do semestre 9 º e primeiro dos 10 º séculos, o número de estados feudais formaram e conquistaram poder. Entre eles estava o estado Shirvanshahs ", com o seu centro na cidade Shamakhi tendo um lugar especial. Ela existiu até o século 16 e desempenhou um grande papel na história do Azerbaijão medieval.

Durante muitos séculos o povo azeri, cientistas, poetas e escritores, arquitetos e profissionais de arte, criou uma cultura de alta, fazendo com que o seu contributo para a casa do tesouro da civilização mundial. Um monumento da literatura popular Azerbaijão é um épico heróico "Kitabi Dede Gorgud". Nos 11 º séculos º e 12 destacados cientistas Makki ibn Ahmed e Bahmanyar, poetas e filósofos Khatib Tebrizi, Khagani, poetisa Mehseti Ganjevi e outros vivido e criado.

No Azerbaijão são preservadas obras-primas da arquitetura a partir desta época: os mausoléus de Yusuf ibn Kuseyir e Momine-Khatun em Nakhchivan e outros. O pico do público e as idéias culturais do Azerbaijão deste período foi a criatividade de Nizami Ganjevi (1141-1209), que está entre os melhores do mundo da cultura. A ascensão econômica e cultural do Azerbaijão foi interrompida no 1320 e 1330 com a invasão da Mongólia, e desde o final do século 14 as invasões dos exércitos de Tamerlão cruzou Azerbaijão.

Essas invasões diminuiu, mas não parou o desenvolvimento da cultura do Azerbaijão. Nos séculos 13 a 14, os poetas proeminentes Zulfugar Shirvani, Ahvedi Maragi, e Izeddin Hasanoglu, cientista Nasreddin Tusi (fundador do observatório Maraga), filósofo Mahmud Shabustari, historiadores Fazlullah Rashidaddin, Muhammad Nakhchivani e outros expandiu enormemente a base de conhecimento do de área cultura.

Os principais centros de cultura azeri em the14 º e 15 º séculos foram Tebriz e Shamakhi. Neste período, o palácio dos Shirvanshahs foi erguido em Baku - uma obra-prima da arquitetura medieval Azeri, eles também construíram a mesquita azul em Tebriz e outros tesouros.

No início do século 16, o estado dos Sefevids, com sua capital em Tebriz, desempenhou um papel significativo na história do Azerbaijão. O fundador deste estado foi o xá Ismail I (1502-1524). Pela primeira vez, todos do Azerbaijão foi unificado em um Estado soberano.

A partir de meados do século 18, no território do Azerbaijão, o processo de formação de Estados independentes, ou canatos, começou. Canatos diferentes eram bem conhecidos para vários tipos de artesanato. Sheki foi o centro de fiação de seda, no khanate Shirvan o fabrico de utensílios e armas finas foi desenvolvido, em Gub - tomada de tapete, e assim por diante.

As condições históricas dos 17 º -18 º séculos viu os fundamentos da expressão da cultura do Azerbaijão. Um monumento da criatividade nacional é o heróico épico "Koroglu", em homenagem ao herói nacional, o líder dos camponeses que agem contra os agressores estrangeiros e locais. Os monumentos de destaque da poesia Azeri dos 17 º -18 º séculos incluem a criatividade do grande poeta, Fuzuli.

Na primeira metade do século 19, como resultado das guerras russo-iranianas, o Estado do Azerbaijão apareceu, dividida ao meio Como resultado do Gulistan e tratados de paz Turkmenchay de 1813 e 1828 entre a Rússia eo Irã, o Carabag , Ganja, Shirvan, Sheki, Baku, Derbend, Cuba, Talish, Nakhchivan, Erivan canatos e outros territórios caiu sob o domínio da Rússia czarista. No período subseqüente do Império Russo e da indústria de petróleo desempenhou um grande papel no desenvolvimento do Azerbaijão e sua capital, Baku. Petróleo em Baku foi extraído desde tempos imemoriais.

Na segunda metade do século 19, o crescimento sem precedentes da extração de petróleo começou. As primeiras grandes empresas industriais apareceu. Primitive poços de petróleo foram substituídos por furos jorrando. Desde 1873, os motores a vapor começou a ser usado na perfuração. Lucros elevados atraiu capitais locais e estrangeiros para a indústria do petróleo de Baku. Em 1901, cerca de 50% de toda a extração de petróleo mundial aconteceu em torno de Baku.

Em meados do século 19 a empresa alemã Siemens construiu duas fábricas de fundição de cobre em Gadabey, que completou um quarto de fundição de cobre na Rússia Imperial. Em 28 de maio de 1918, a República Democrática do Azerbaijão foi proclamada.

Foi a primeira república em todo o Oriente muçulmano. A República existe há quase 2 anos e foi derrubado pela União Soviética. Em 28 de abril de 1920, a décima primeira do Exército Vermelho entrou na capital do Azerbaijão. De acordo com a Constituição de 1936, o Azerbaijão tornou-se uma república aliada na estrutura da URSS.

Após a desintegração da URSS, o Soviete Supremo do Azerbaijão aceitou a "Declaração sobre a restauração da Independência de Estado da República do Azerbaijão", eo soberano Azerbaijão República foi proclamada.

Desde a obtenção da independência, em 1991, o Azerbaijão tem enfrentado uma série de problemas graves, relacionados com o caos econômico provocado pelas dificuldades da transição para uma economia de mercado. O contrato assinado em Setembro de 1994 com um consórcio de empresas internacionais de petróleo, denominado "Contrato de Século", trouxe grande riqueza para o país.

A despeito de qualquer adversidade, o povo azeri ter sempre uma crença no futuro e um otimismo grande. E hoje, quando a nossa jovem República está a seguir o caminho do desenvolvimento independente, nós confio que o Azerbaijão vai ocupar o lugar no mundo que merece, de acordo com o seu passado, presente e futuro.

Ao longo de vários milênios, os talentos de muitas pessoas em inúmeras obras de valor inestimável ter incorporado a história brilhante e multifacetada do Azerbaijão. Certificados da história centenária do Azerbaijão são os seus monumentos de história e cultura.

No país, as ruínas de cidades antigas e medievais, defesas - fortalezas e torres, monumentos magníficos da arquitetura - templos, mesquitas, khanegies, mausoléus, palácios, caravançarás e outros foram preservados.

Fonte: www.azerbaijan.orexca.com

Azerbaijão

Azerbaijão oficialmente República do Azerbaijão, república (2005 pop est. 7.912.000), 33.428 sq mi (86.579 km ²), na Transcaucásia.

Estrategicamente localizado na saída para SW da Ásia, o Azerbaijão é limitado pelo Irã no sul, onde o rio Aras (Araks) divide-o Azerbaijão iraniano, junto ao Mar Cáspio, a leste; pelo Daguestão da Rússia República, ao norte, e pela Arménia . no oeste Bak ı (Baku) é a capital, outras cidades importantes são Ganja e Sumqayit .

Terra e Povo

Azerbaijão ocupa as faixas oeste do Cáucaso Maior e Menor e do vale do rio Kura.

A república inclui a Nakhchivan República Autônoma (ou Naxçivan, um enclave separado do Azerbaijão adequada pela Arménia) e Nagorno-Karabakh (uma região etnicamente armênio que agora tem independência de fato).

O azeri (Azerbaijão), um de língua turca, xiitas muçulmanos da cultura persa, compõem cerca de 90% da população da república; Dagestanis, russos e armênios (principalmente em Nagorno-Karabakh) são as maiores minorias; azeri (Azerbaijão) é a língua oficial do país. Instituições de ensino da república incluem Bak ı State Univ., Khazar Univ. e da Academia de Ciências do Azerbaijão.

Economia

O vale do rio Kura é a zona principal da região agrícola. Trigo, cevada, milho, frutas e legumes, vinho, uvas e batatas são as principais culturas alimentares e algodão, a seda, o tabaco e as culturas mais importantes industriais.

O subtropical Lankaran Várzea produz chá e arroz. A península Absheron é uma das regiões mais ricas de petróleo do mundo. Embora a produção de petróleo do Mar Cáspio e do gás tinha declinado por vários anos, começou a crescer novamente no final de 1990 sob a produção de acordos de partilha com as corporações multinacionais.

Outros recursos da república minerais incluem o gás natural, minério de ferro, cobre, chumbo, zinco, calcário, pirites, cobalto e alumina. Nascentes de sal generalizadas permitiram recursos da saúde para florescer. Entre o chefe fabrica são produtos de petróleo, equipamentos de campo de petróleo, aço, produtos químicos e petroquímicos e têxteis. O ofício da tecelagem de tapetes de idade ainda é praticada. Os principais parceiros comerciais do Azerbaijão são a Itália, Rússia e Turquia.

Governo

Azerbaijão é governada sob a Constituição de 1995.

O presidente é o chefe de Estado e é eleito por voto popular para um mandato de cinco anos. Ele nomeia o primeiro-ministro, que é o chefe de governo, o primeiro-ministro é confirmado pela Assembleia Nacional. Os membros do eleito popularmente, 125 assentos da Assembléia Nacional unicameral mandatos de cinco anos. O país está dividido em 59 divisões administrativas ou rayons, 11 cidades e uma república autônoma.

História

A República do Azerbaijão compreende a parte da Transcaucásia ou norte da região histórica chamada Azerbaijão. Tempo habitado, é o local de vestígios arqueológicos que datam mais de um milhão de anos. Conhecido pelos antigos como a Albânia, a área foi localizado no cruzamento do Oriente e do Ocidente sobre a histórica Rota da Seda .

Conquistada por Alexandre, o Grande, e mais tarde pelos romanos Pompeu , que estava ligado à história da Armênia e Pérsia , particularmente após a sua conquista (cento 4.) por Sapor II . A área foi invadida pelos árabes muçulmanos no 7o centavo. e era uma província do califado árabe para os próximos dois séculos. No século 11. tornou-se parte do Império Turco Seljuk. Invadida por mongóis no 13 cêntimos.

Foi dividido após a queda (cento 15.) De Timur em principados diversas (nomeadamente Shirvan).

No início do cento 19. A Rússia começou a sua ocupação, a aquisição do território do Azerbaijão presente da Pérsia através dos tratados de Gulistan (1813) e Turkamanchai (1828). Por esta última data, o território foi dividido em duas partes, a parte N de que constitui moderna Azerbaijão. A área tornou-se um produtor de petróleo no meio do cento 19.

Logo após a Revolução Bolchevique de 1917 (veja Revolução Russa ), russo Azerbaijão juntou a Arménia ea Geórgia para formar a anti-bolchevique Transcaucásia Federação. Após a sua dissolução (Maio de 1918), o Azerbaijão proclamou-se um Estado independente com um governo democrático e secular, mas que foi conquistada pelo Exército Vermelho em 1920 e transformado em uma república soviética.

Em 1922, juntou-se o Azerbaijão a URSS como um membro do Soviete Transcaucásia Federados República. Com a reorganização administrativa de 1936, tornou-se uma república independente. Imediatamente após a Segunda Guerra Mundial, o Azerbaijão foi usado como base para os rebeldes comunistas no Azerbaijão iraniano; nacionalistas azeris ainda pressionar reivindicações ao Azerbaijão iraniano província.

Azerbaijão declarou-se independente da URSS, em agosto de 1991, e tornou-se membro da Comunidade de Estados Independentes.

Em 1992, Abulfaz Elchibey, líder do partido Frente Popular, foi eleito presidente, mas ele foi deposto pelo parlamento um ano mais tarde, depois de um motim militar. Heydar Aliyev , líder do partido comunista Azerbaijão 1969-1982, assumiu o poder e foi confirmado no cargo por uma eleição.

Aliyev promovido exploração dos recursos de petróleo do país, através de acordos com a Rússia e várias companhias de petróleo ocidentais para o desenvolvimento de campos de petróleo no Mar Cáspio. Em novembro de 1995, as eleições, que foram condenados por observadores externos como fraudada, os eleitores elegeram um novo Parlamento, que foi dominada pelo partido de Aliyev e aprovou mudanças constitucionais que ampliaram seu poder. Aliyev foi reeleito em 1998, e sua nova Azerbaijão partido manteve o poder na novembro de 2000, as eleições parlamentares, que, como a votação de 1995, não foi considerado como livre e justa.

Em agosto de 2003, o presidente nomeou o seu filho doente, Ilham Aliyev , como primeiro-ministro do país. O presidente se retirou do outubro de 2003, a eleição em favor de seu filho, que foi eleito por um deslizamento de terra, a votação foi criticada por observadores independentes como nem livres nem justas. O Aliyev mais velho morreu dois meses após a eleição. As eleições parlamentares de novembro de 2005, o partido do governo voltaram ao poder, embora com uma maioria reduzida, mas a votação foi novamente criticada por observadores europeus e denunciada como fraudulenta pela oposição.

Antes da votação o governo havia bloqueado o retorno da oposição exilado líder Rasul Guliyev por tê-lo mantido na Ucrânia por acusações de corrupção, e depois prendeu vários membros atuais e antigos do governo e outros, acusando-os de planejar um golpe contra o governo com Guliyev.

Estas mudanças de governo e subsequentes (em 2006) foram vistas como tentativas do presidente para consolidar seu poder. Na eleição presidencial de 2008 Aliyev foi reeleito com uma vitória esmagadora, mas a votação foi boicotada pelos principais partidos de oposição e marcado por irregularidades.

A oposição também boicotaram um referendo em 2009, que terminou o limite de dois mandatos presidenciais. Em novembro de 2010, as eleições parlamentares foram novamente marcado por fraudes e outras irregularidades e foram criticadas por observadores europeus, o partido aumentou sua maioria, e outros partidários do governo ganhou quase todo o resto dos assentos.

Durante o final dos anos 1980 armênios na região de Nagorno-Karabakh tinham pressionado por sua unificação com a Arménia, levando a uma guerra de guerrilha. Um conflito de grande escala eclodiu entre as duas repúblicas, em 1992, o lado armênio ganhou o controle efetivo da região e do território do Azerbaijão ao lado para o sul e oeste em 1994, quando um cessar-fogo foi alcançado com a mediação russa. Cerca de um milhão se tornaram refugiados azeris dentro Azerbaijão como resultado do conflito. Tentativas de resolver o conflito não têm obtido sucesso, e os confrontos de fronteira têm ocorrido desde 1994.

Azerbaijão ofereceu à região um alto grau de autonomia, mas os armênios não têm insistido sobre a independência ou união com a Armênia. Após assinatura de protocolos da Turquia com a Arménia, que apelou para o estabelecimento de relações entre os dois países, as relações com a Turquia Azerbaijão tornou-se tensa. Embora a Turquia parecia improvável a ratificar os protocolos na ausência de progressos para a resolução da questão do Nagorno-Karabakh, no Azerbaijão ameaçou acabar com as vendas de gás natural subsidiado para a Turquia.

Relações com a Rússia eo Irã também têm sido tensas, às vezes. A Rússia tem força buscou cooperação Azeribaijan em assuntos militares e outras, que o Azerbaijão tem resistido a dar. Irã apoiou grupos islâmicos no Azerbaijão e tem desafiado o direito do país de prospeção de petróleo em partes do Cáspio.

Fonte: www.infoplease.com

Azerbaijão

História

A história de um Estado do Azerbaijão é de aproximadamente 5 mil anos. Os órgãos estaduais primeira no território do Azerbaijão apareceu em 4000 tarde - início 3000 aC. Em 1000 aC existiam Manna, Iskim, Skit, Scyth e tais estados fortes como a Albânia caucasiana e Atropatena.

Estes estados desempenhou um grande papel no fortalecimento da cultura do governo, na história da cultura econômica do país, bem como na formação nação uniforme.

No século 3 dC Azerbaijão foi ocupado pelo império dos sassânidas iranianos e, no século 7 pelo califado árabe. Os invasores povoada do país, com numerosos iranianos e árabes. Com a introdução da religião islâmica, no século 7, ocorreu o avanço importante na história do Azerbaijão. Islam facilitou a formação de nação uniforme, linguagem, costumes e etc entre povos turcos e não turca no território do Azerbaijão.

Azerbaijão testemunhou o desenvolvimento político novo: sobre o Azerbaijão terras unidos pelo Islã os estados de Sadzhids, Shirvanshahs, Salarids, Ravvadidso e Sheddadids foram estabelecidas. Era o início do Renascimento da história Azerbaijão. Final 15 - início de 16 pode ser considerado como o novo marco na história do Azerbaijão.

Um notável estadista Shakh Ismail Hatai conseguiu unir todas as terras do norte e do sul do Azerbaijão, sob regra oi. Como resultado Sefevid estado com capital na cidade de Tabriz, foi criado, que mais tarde se transformou em um dos impérios mais poderosos do Oriente Médio.

Nadir-Shakh, um comandante do Azerbaijão notável, que chegou ao poder após a queda do Estado Sefevid ainda mais expandiu as fronteiras do antigo império.

Este governante do Azerbaijão em 1739 conquistou norte da Índia, incluindo Delhi. No entanto, após a morte de Nadir-Shakh o império ruiu. Assim, na segunda metade do século 18 Azerbaijão quebrou-se em estados menores - canatos e sultanatos.

No final do século 18 o Irã estava sob o domínio de Gadzhars, uma dinastia do Azerbaijão. Eles começaram a seguir a política de colocação de todos os territórios da ex-Nadir Shakh império e canatos Azerbaijão sob o regime centralizado.

Foi assim que a época de guerras longas entre Gadzhars e Rússia, que se esforçou para conquistar o Cáucaso do Sul, começou.

Como resultado, com base em Gjuljustan (1813) e Turkmenchaj (1828) traeties Azerbaijão foi dividido entre os dois impérios:Northern Azerbaijão foi anexada à Rússia, e sua parte sul - para Iran.

Este período marca o início do genocídio dos Azerbaijanians da parte de vizinhos armênios. A luta pela liberdade no Norte do Azerbaijão foi muito intenso.

Devido à assistência da Turquia, o movimento de libertação ganhou, e em 1918 a primeira república democrática no direito Oriente no Norte do Azerbaijão - a República Democrática do Azerbaijão (ADR) foi fundada.

Sua existência foi breve, porém. Em 28 de abril de 1920, foi anunciado sobre a criação do Azerbaijão República Socialista Soviética (Azerbaijão SSR) no território do ADR. Em dezembro de 1922 o Azerbaijão, a Geórgia ea Arménia formaram a Transcaucásia Socialista Federativa Soviética da República.

Em 1922, tornou-se uma parte da URSS, e em 1936 o TSFSR foi demitido, e Azerbaijão SSR juntou a URSS como uma república independente que existiu até 1991.

No entanto, a história moderna do Azerbaijão contém mais uma página importante - Arménia - Azerbaijão conflito sobre anexação do Nagorno-Karabakh República Autônoma. Depois de declarar-se (em 8 de outubro de 1991) um Estado independente e democrático, Azerbaijão, após as ações de combate ferozes militares perderam suas 6 áreas, incluindo Nagorno-Karabah Região Autônoma. Em 1994, os países assinaram o tratado de cessar-fogo.

Em 30 de agosto de 1991 Azerbaijão tornou-se um Estado independente.

Fonte: www.advantour.com

Azerbaijão

Nome completo: República do Azerbaijão
População: 9 milhões (World Bank, 2011)
Capital: Baku
Área: 86.600 km ² (33.400 milhas quadradas)
Linguagem Major: azeri, russo
Principal religião: o Islã
Expectativa de vida: 68 anos (homens), 74 anos (mulheres) (ONU)
Unidade monetária: 1 manat = 100 qapik
Principais exportações: petróleo, derivados
RNB per capita: EUA $ 5290 (World Bank, 2011)
Domínio da Internet:. Az
Código de discagem internacional: 994

Perfil

Rico em petróleo Azerbaijão ganhou a independência da União Soviética em 1991 em meio à crise política e em um cenário de violência em Nagorno-Karabakh.

Ele foi famoso por suas nascentes de petróleo e fontes de gás natural desde os tempos antigos, quando zoroastrianos, para quem o fogo é um símbolo importante, erigido templos em torno de queima de gás aberturas no solo.

No século 19 essa parte do império russo experimentou um boom do petróleo sem precedentes que atraiu investimentos internacionais. Até o início do século 20 Azerbaijão estava fornecendo quase metade do petróleo do mundo.

Em 1994 o Azerbaijão assinou um contrato de petróleo de US $ 7.4bn com um consórcio ocidental. Desde então, as companhias ocidentais investiram milhões no desenvolvimento de petróleo do país e as reservas de gás. No entanto, a economia como um todo não se beneficiou tanto quanto ele poderia ter feito.

Petróleo do Mar Cáspio agora está fluindo através de um gasoduto que vai de Baku através da Geórgia para o porto turco de Ceyhan, proporcionando aos países ocidentais com acesso a uma vasta nova fonte de abastecimento. Grupos ambientalistas protestaram que o custo deste benefício é inaceitável.

Azerbaijão tem grandes reservas de gás também.

Azerbaijão tornou-se um membro do Conselho da Europa em 2001. Muitas vezes acusado de corrupção desenfreada e fraude eleitoral, círculos dominantes andar numa corda bamba entre russos e ocidentais regionais interesses geo-estratégicos.

Como o colapso da União Soviética, a população predominantemente armênia da região de Nagorno-Karabakh declarou a sua intenção de se separar do Azerbaijão. A guerra estourou. Apoiada por tropas e recursos provenientes da Arménia adequada, os armênios de Karabakh assumiu o controle da região e território envolvente.

Em 1994, um cessar-fogo foi assinado. Cerca de um sétimo do território do Azerbaijão continua a ser ocupado, enquanto 800.000 refugiados e deslocados internos estão espalhados por todo o país.

Azerbaijão foi o centro das atenções da mídia, em junho de 2007, quando o presidente russo, Vladimir Putin ofereceu os EUA o uso da estação de radar de Gabala defesa antimísseis como uma alternativa ao uso de bases na Polônia e na República Checa.

Uma cronologia dos principais eventos:

1828 - Turkmanchay tratado entre a Rússia, a Pérsia divide Azerbaijão. Território da atual Azerbaijão torna-se parte do império russo, enquanto o Azerbaijão é parte sul da Pérsia.

1848-49 - óleo primeiro Mundial poço é perfurado ao sul de Baku.

1879 - Nobel irmãos configurar de produção de petróleo da empresa.

1918 - Independente do Azerbaijão República declarou.

1920 - Exército Vermelho invade; Azerbaijão é declarada uma República Socialista Soviética.

Regra Soviética

1922 - Azerbaijão, parte da Transcaucásia Federativa Soviética República, torna-se membro fundador da União Soviética.

1936 - Transcaucásia Soviética República Federativa dissolvido; Azerbaijão torna-se república total da União Soviética.

1967 - Heydar Aliyev torna-se chefe do Azerbaijão KGB; se torna chefe do Partido Comunista do Azerbaijão em 1969.

1982 - Heydar Aliyev torna-se membro de pleno direito do Politburo soviético e primeiro vice-presidente da URSS Conselho de Ministros.

1987 - Heydar Aliyev folhas Politburo e do Conselho de Ministros.

Era soviética termina em violência

1988 - região de Nagorno-Karabakh procura tornar-se parte da Armênia. Azeris étnicas começam a deixar Karabakh e da Armênia e étnicos armênios deixar Azerbaijão. Pelo menos 26 armênios e azeris seis são mortos em violência no Azerbaijão cidade de Sumqayit.

1990 - conflito étnico entre armênios e azeris escalada. Azeris nacionalistas comícios da Frente Popular apoiar meio crescente desordem.

Labaredas de problemas ao longo da fronteira entre Nakhichevan enclave eo Irã como desordeiros destruir instalações de fronteira. Tensão diminuir depois que as autoridades soviéticas e do Irã concorda em aliviar as restrições sobre a travessia entre os dois países.

Dezenas morrem em violência interétnica em Baku. Manifestantes da Frente Popular pedir a demissão das autoridades comunistas. As tropas soviéticas usar a força para acabar com protestos, matando pelo menos 100 pessoas. Nacionalistas azeris colocar número de mortos em várias centenas.

Ayaz Mutallibov torna-se líder do Partido Comunista do Azerbaijão.

Partido Comunista depois mantém o poder em eleições multipartidárias, mas o parlamento tem uma oposição pela primeira vez.

1991 - Após fracassada tentativa de golpe, em Moscou, do Azerbaijão parlamento vota para restaurar a independência. Nas eleições boicotadas pela oposição, o senhor Mutallibov se torna presidente.

Heydar Aliyev torna-se líder do enclave azeri de Nakhichevan.

Liderança de Nagorno-Karabakh declara a região uma república independente. Inter-étnicas hostilidades escalar.

1992 - As hostilidades se desenvolver em grande escala guerra sobre Karabakh. Mais de 600 azeris são mortos como eles fogem de um ataque armênio em Karabakh cidade de Khodzhaly. Étnicos forças armênias romper território do Azerbaijão para criar um corredor ligando a Arménia Karabakh.

Presidente Ayaz Mutallibov renuncia. Abulfaz Elchibey, líder da Frente Popular nacionalistas, torna-se presidente em primeiro Azerbaijão eleições contestadas.

1993 - Arménia lança ofensiva em território azeri em torno Karabakh.

Comandante do exército rebelde Col Surat Huseynov assume o controle da segunda cidade do Azerbaijão, Gyandzha e marchas em Baku. Presidente Aliyev Elchibey convida para voltar para a capital e, posteriormente, foge.

Sr. Aliyev assume a liderança. Sr. Huseynov torna-se primeiro-ministro e é colocado no comando da defesa e forças de segurança. Referendo indica perda massiva de confiança pública na Elchibey. Aliyev vence as eleições presidenciais boicotadas pela Frente Popular de Elchibey.

1994 - Arménia, Azerbaijão e Nagorno-Karabakh assinar um acordo de cessar-fogo. Armênios permanecer no controle de Karabakh e uma faixa do território do Azerbaijão em torno dele.

Sr. Aliyev reprime duro em Frente Popular. Forças azeris montagem Karabakh contra-ofensiva.

Arménia, Azerbaijão e Nagorno-Karabakh assinar um cessar-fogo. Armênios permanecer no controle de Karabakh e uma faixa do território do Azerbaijão em torno dele.

O primeiro-ministro Huseynov é demitido e foge para a Rússia após acusações de envolvimento em uma tentativa de golpe.

"Contrato do século"

1994 - sinais Azerbaijão o que chama de "contrato do século" com um consórcio de companhias petrolíferas internacionais para a prospecção e exploração de três campos de petróleo offshore.

1995 - Governo rebelião paixão por tropas Rovshan Jovadov, o chefe de um esquadrão especial da polícia. Ele e dezenas de outros rebeldes são mortos.

Nagorno-Karabakh, agora atuando como uma república independente, realiza eleições legislativas. Robert Kocharian, ex-chefe de Estado Karabakh da Comissão de Defesa, torna-se presidente executivo.

O Novo Partido do Azerbaijão, liderado pelo presidente Aliyev, ganha a maioria dos assentos no primeiro independente do Azerbaijão eleições multi-partidárias, o que, dizem os observadores, não cumpram as normas internacionais. Nova Constituição do Azerbaijão é aprovado em um referendo.

1996 - O atual presidente Robert Kocharian mantém seu posto em eleições presidenciais diretas em Karabakh.

1997 - Robert Kocharian deixa Karabakh para se tornar primeiro-ministro, na Armênia. Ministro das Relações Exteriores Arkadiy Gukasian é eleito presidente Karabakh.

O ex-PM Surat Huseynov é extraditado da Rússia. Após um longo julgamento por alta traição, ele acaba sendo condenado à prisão perpétua.

Aliyev e seu homólogo armênio Levon Ter-Petrosian concorda em OSCE proposta de solução encenado Karabakh. O líder armênio é criticado em casa para fazer muitas concessões e, posteriormente, se demite.

O primeiro óleo é produzido pela Companhia Operacional Internacional do Azerbaijão no âmbito do "contrato do século".

1998 - ativistas da oposição presos em protestos contra o que eles dizem que são eleições injustas em que Heydar Aliyev é devolvido como presidente. Os observadores internacionais denunciar irregularidades.

Para o novo milênio

2001 - Azerbaijão torna-se membro de pleno direito do Conselho da Europa, embora funcionários do Conselho criticá-lo sobre o registro de direitos humanos.

EUA levanta proibição ajuda, imposta durante Nagorno-Karabakh, após o Azerbaijão fornece espaço aéreo e inteligência depois de 11 de setembro al-Qaeda ataques nos EUA.

Azerbaijão, Geórgia e Turquia chegar a acordo sobre oleodutos e gasodutos que ligam os campos do Mar Cáspio com a Turquia.

Azerbaijão oficialmente desloca-se para o alfabeto latino para o idioma azeri, na mudança alfabeto quarto em um século.

Setembro de 2002 - Construção começa em multi-bilhões de dólares gasoduto para transportar petróleo do Mar Cáspio do Azerbaijão para a Turquia através da Geórgia.

Sucessão política

Agosto de 2003 - Aliyev aponta seu filho, Ilham, como primeiro-ministro.

Outubro de 2003 - Ilham Aliyev vitória esmagadora vitórias em eleições presidenciais, disse por observadores não alcançar os padrões internacionais. Protestos da oposição se reuniram com a violência policial, centenas presos.

De dezembro de 2003 - Heydar Aliyev morre em um hospital dos EUA, com 80 anos. Ele estava sendo tratado por problemas cardíacos e renais.

Março de 2005 - Milhares choram após jornalista Elmar Huseynov, um crítico das autoridades, morto a tiros em Baku.

Novembro de 2005 - Deliberação Nova Azerbaijão partido ganha eleições parlamentares por larga margem. Observadores internacionais dizem que voto não cumpriram as normas democráticas. Polícia usa violência para dispersar manifestantes da oposição que exigem uma reprise.

Julho de 2006 - Baku-Tbilisi-Ceyhan abriu formalmente na cerimônia na Turquia, depois do petróleo do Mar Cáspio começa a fluir ao longo dela.

2007 Janeiro - empresa estatal de petróleo do Azerbaijão pára bombeamento de petróleo para a Rússia em disputa sobre preços da energia.

De março de 2008 - Os piores combates nos últimos anos eclode em Nagorno-Karabakh. Azerbaijão e Arménia acusam mutuamente de partida os confrontos, que deixam vários mortos de cada lado.

Ilham Aliyev reeleito

Outubro de 2008 - Ilham Aliyev ganha um segundo mandato como presidente. Observadores ocidentais dizem que a conduta da eleição, boicotada pelos principais partidos de oposição, foi uma melhora em votos anteriores, mas ainda ficou aquém das normas democráticas.

De novembro de 2008 - Arménia e Azerbaijão assinam um acordo comum que visa intensificar os esforços para resolver a disputa sobre o território de Nagorno-Karabakh.

2009 Março - iniciativa referendo para abolir uma lei que limita o presidente a dois mandatos é passado com quase 92% dos votos, o movimento significa Presidente Ilham Aliyev seria capaz de resistir a um terceiro mandato.

Fonte: news.bbc.co.uk

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