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Kuwait

 

História

O país do Kuwait tem uma história que remonta a tempos antigos.

Kuwait século XVII, fundada por homens de coração do deserto árabe, tem pouco em comum com o país que conhecemos hoje.

Estes homens, que estavam fugindo da pobreza do deserto, liquidadas no litoral, onde fundaram as aldeias de pescadores e marinheiros.

A dinastia reinante da al-Sabbah foi fundada em 1756.

Logo, o Kuwait se tornou um importante centro de comércio entre a Pérsia e Meca.

Assombrar de contrabandistas, ele era também uma rota sem importância para a Índia.

Em 1889, o emir do Kuwait, assinou um acordo com a Grã-Bretanha, e em 1914, Kuwait ficou sob protetorado britânico.

Suas fronteiras com a Arábia Saudita foram estabelecidos em 1922, quando uma zona neutra foi delimitada entre os dois países (excluído e compartilhado em 1966).

O emirado ganhou a independência total em 1961.

Kuwait

Geografia

Este pequeno emirado de 17.820 km ², junto ao Golfo Pérsico, é cercada por Iraque ao norte e noroeste, e Arábia Saudita ao sul e sudoeste.

Kuwait região é arenoso e plano. No verão é muito quente e úmido, muitas vezes, no inverno, a temperatura é amena.

Em favor das chuvas de outono, a grama cresce em pastagens.

O resto do ano, a terra tem um deserto e você não pode ver mais de alguns arbustos espinhosos que os camelos comem as sementes.

Mas, recentemente, o deserto é coberta de árvores que o governo está plantando.

Não há água, nem mesmo um barranco intermitente vazando para o país, que sofre muito com essa falta de água.

Fonte: colegiosaofrancisco.com.br

Kuwait

A história recente do Kuwait, está presente em cada um de seus lugares, desde a terra até seu mar.

Entretanto o país se esforça em construir uns alicerces devastados, de uma maneira rápida e precisa na última guerra por aquelas latitudes. A viagem a Kuwait não só representa a idéia de conhecer uma cultura diferente senão de repassar o caminho que marcou uma guerra muito recente para dar as costas sem reflexionar.

Localização Geográfica

Kuwait ´3e um Estado da Ásia, situado ao nordeste da península da Arábia, as margens do Golfo Pérsico, e justo ao sul do delta de Chott al-Arab. As fronteiras que o separam de Iraque ao norte, e Arábia Saudita ao sul, foram definidas muito tardiamente.

A costa mede uns 130 quilômetros de longitude. O território é uma planície quase plana que se eleva um pouco em direção oeste. Carece de rios e só conta com alguns wadis intermitentes que nunca chegam ao mar.

Flora e Fauna

Kuwait, um deserto completo, conta com uma ilha de Babibyan, na frente da Baía de Kuwait. Ademais do petróleo o país conta com excelentes recursos pesqueiros. A fauna e a Flora está limitada as espécies próprias dos desertos.

História

Época Antiga e Protetorado Britânico

Sabe-se que a família de Al-Sabah, cujos descendentes governam hoje em Kuwait se assentaram nestas terras a uns 300 anos. Na região tão só havia então grupos de povos nômades reunidos entorno a sua tendas e um forte. Seguindo suas próprias leis. Os primeiros muros da cidade de Kuwait foram construídos neste período.

Os britânicos declararam seu protetorado em 1889, quando os turcos rondavam o território. Em 1938 descobriu-se petróleo no sul e começou a explorar-se em 1945, por meio de uma companhia anglo-americana chamada Kuwait Oil Company, e depois muitas outras companhias petroleiras do mundo inteiro se repartiram a exploração do território do Kuwait e de zonas submarinas do Golfo Pérsico.

Independência

Em 1961, Kuwait conseguiu a independência ingressando na Liga Árabe e na ONU, enquanto Iraque e Arábia Saudita disputavam parte do território, o que originou uma série de conflitos que terminaram com a intervenção militar da Grã Bretanha e de alguns países árabes.

Em 1975 criou-se um Assembléia Legislativa, eleita por sufrágio universal masculino para quatro anos, o que prometia certa liberalização, mas foi dissolvida poucos meses depois. Os partidos políticos no estavam autorizados. A atitude do governo em favor do movimento palestino levou ao Kuwait a decretar o embargo petrolífero contra alguns países ocidentais e em 1979 rompeu suas relações com Egito, por haver pactuado com Israel.

Últimos Acontecimentos

Kuwait apoiou ao Iraque na guerra contra Irão, o que agravou a situação econômica do país na década dos 80, piorada pelo colapso do preço do petróleo em toda a zona. Kuwait e outros países do golfo entraram em acordo para estabelecer um plano de defesa comum. A final da década começou um período de democratização que produziu algumas tensões e em toda a zona do golfo a situação econômica começou a melhorar.

Em 1990, o presidente Iraquiano Sadam Hussein teve alguns enfrentamentos como governo do Kuwait no relativo as fronteiras e as exportações petrolíferas que transcenderam até a intervenção militar e a ocupação de Kuwait por parte de Iraque. As potências ocidentais conduzidas por Estados Unidos se fizeram partícipes do conflito e se estabeleceu uma frente comum contra Iraque que incluía a URSS e vários estados Árabes.

Começou a chamada Guerra do Golfo. Na guerra pereceram numerosas pessoas e os bombardeios levados a cabo por ambos lados não respeitaram o nem o sono nem a fome. Os mares se transformaram em negros de petróleo que se desbordava depois dos bombardeios, enquanto a vida animal e vegetal se cobria de óleo. O final da contenda teve lugar com a retirada das tropas Iraquianas de Kuwait, e o países, que não esqueceram da guerra, se repõem ainda das lesões sofridas.

Em 1991 o governo de Kuwait firmou um pacto de segurança com Estados Unidos, que permite ao exército americano manter reservas e efetuar exercícios no território Kuwait. Se fortaleceram as fronteira com Iraque, ao mesmo tempo que aparece o primeiro partido político em Kuwait.

Locais Turísticos

Percorre Kuwait é tarefe fácil, é um país pequeno e quase todos os lugares de interesse estão próximos da costa e da capital, ao leste do país.

Começaremos pela capital Al-Kuwait, para deslocarmos as cidades mais importantes: ao sul Al-Ahmadi, e ao norte Al-Jhra e a vila de Doha. Depois podemos fazer uma visita a Ilha de Failaka, que se encontra enfrente a capital nos mares do golfo.

AL-KUWAIT

O recente passado de Kuwait se reflete nos muro desta cidade que se recompõe passo a passo. Entre as coisas que se deve ver que em Al-Kuwait destacamos o Museu Nacional, e um pequeno edifício próximo dele chamado Casa Sadu, que recolhe mostras de arte beduína e artesanato, sobretudo de tecido. O museu oferece também uma seção onde poderá comprar trabalhos de tecido beduínos.

Próximo dali encontra-se o Edifício da Assembléia Nacional, uma construção branca com seu telhado inclinado evocando as tendas dos beduínos, que se distingue do entrono. O edifício foi desenhado pelo arquiteto dinamarquês Jorn Utzon, o mesmo que desenhou o edifício da Casa da Ópera de Sydney na Austrália.

No Palácio Sief encontra-se a corte do emir. Não está aberto ao público, e ao lado está o Ministério de Assuntos Exteriores. Procure não fazer fotografias destes dois edifícios. Enfrente a eles se destaca a Grande Mesquita, que diz-se pode acolher a mais de 5.000 fiéis. O santuário principal tem 26 metros de diâmetro e 43 m de altura.

Ao norte do Palácio Sief, uma pequena casinha branca com decorações em azul acolhia o quartel britânico a princípios do século. Não é aberta ao público.

Um dos símbolos mais significativos da cidade constitui a Torres de Kuwait, não se deve perder o espetáculo de sua contemplação tanto de dia como de noite.

Dentro poderá gozar de formosas vistas e até de um restaurante.

No bairro Jabriya encontra-se o Museu Tariq Rajab, que guarda uma coleção de antiguidades, e mostras de arte islâmica tremendamente interessante, assim como manuscritos, caligrafias e cerâmicas do mundo árabe. Também se expõe coleções de jóias e trajes regionais do mundo islâmico.

Outro lugar que pode-se visitar na cidade é o Museu de História e Ciência Natural, sem esquecer tão pouco as Portas da Velha Cidade e Souk.

OUTROS

Na baía se acha a vila de Doha, um tranquilo lugar de pescadores de formosa casinhas e um porto. A 32 quilômetros ao oeste da capital encontra-se Al-Jhra, uma cidade industrial e agrícola ao mesmo tempo. O mais destacável dela é o Forte Vermelho, que está aberto ao público.

Ao sul da capital está a cidade de Al- Ahmadi, um importante centro petrolífero. Ali poderá admirar o Centro de Exposição Petrolífero ao lado doa zoológico da cidade, e dos Jardins Públicos.

A ILHA DE FAILAKA

Uma barca leva até esta ilha que possui um grande valor arqueológico digno de admirar. A história da ilha remonta até a Idade do bronze e conheceu civilizações Dilmun e Helenísticas.

Gastronomia

Em Kuwait encontrará pratos de tipo ocidental, comida estilo "fast food", comida hindu e de outros países de Oriente.

Bebidas

A bebida que se encontrará no país se baseia em refrigerantes, sucos, água mineral e nada de álcool. Ademais de café e chá.

Compras

Nos bazares poderá encontrar os objetos típicos da região e sobretudo artesanato. Mas o que prevalece são os produtos importados de outros países próximos e distantes.

População e Costumes

A população do Kuwait ascendia antes da invasão a mais de 2 milhões de habitante, dos quais muito menos da metade eram kuwaitianos. Depois da libertação, o governo anunciou que não permitiria que a população kuwaitiana fosse minoria dentro do seu próprio país. Entretanto o florescimento de estrangeiros para realizar os trabalhos pesado a provocando o retorno da situação anterior.

Entrenimento

Kuwait só admite vistos de negócio, pelo que o turismo não está permitido. Se por estas razões viaja a Kuwait, aconselhamos que aceite os convites e sugestões de seus anfitriões.

Festividades

Em 25 de fevereiro, Dia Nacional e as festas islâmicas variam dependendo do calendário lunar.

Transportes

Avião: O serviço aéreo é como no resto dos estados do golfo, cômodo mas um pouco caro. Kuwait Air Lines tem conexões com as principais cidades do mundo.

Ônibus: Algumas das rotas de ônibus foram restauradas depois da última contenda. É uma boa forma de conhecer o país.

Carro: Alugar um carro é outra das opções para percorrer o país,

Taxi: Não há uma tarifa fixa, pelo que se deve combinar antes de iniciar o trajeto.

Fonte: www.rumbo.com.br

Kuwait

Pequeno país na península Arábica, entre o Iraque e a Arábia Saudita, o Kuweit tem a maior parte do território coberto por um deserto pedregoso. A população concentra-se na faixa costeira do golfo Pérsico.

Nos últimos 50 anos, a exploração das imensas jazidas de petróleo trouxe riqueza e atraiu estrangeiros. Hoje, mais da metade da população de 2 milhões de pessoas é constituída por palestinos, egípcios, jordanianos, iranianos e paquistaneses. Há ainda cerca de 120 mil beduínos.

A mesma dinastia governa o país há mais de 200 anos.

A monarquia absolutista mantém forte censura sobre o rádio e a TV. Mesmo proibindo os partidos políticos, o Kuweit é o único país árabe do golfo Pérsico que possui um Parlamento. Em 1999, os parlamentares rejeitam um projeto de lei que concederia direitos políticos às mulheres

Desde o término da Guerra do Golfo - provocada pela ocupação iraquiana do Kuweit -, o governo investe pesadamente na reconstrução do país, especialmente da capital.

História

No sítio arqueológico da ilha de Faylakah, no golfo Pérsico, há sinais de povos primitivos que datam de 2500 a.C.

Mas a região só adquire importância histórica no século XVIII, quando a tribo anaiza, antes nômade, se fixa no local.

Uma única dinastia, al-Sabah, fundada em 1756 pelo xeque Sabah Abdul Rahaim, mantém-se até hoje no poder. Para se defender dos turco-otomanos que buscam estender seu domínio sobre a região, o emirado dos al-Sabah pede proteção ao Reino Unido em 1897. No tratado firmado com a rainha Vitória dois anos depois, o Kuweit compromete-se a não ceder nem alienar terras sem a aprovação britânica.

Em 1961, o tratado com o Reino Unido expira, o que leva à declaração formal de independência do Kuweit.

O governo iraquiano tenta anexar o país, mas é barrado pelo desembarque de tropas inglesas no Kuweit, que ingressa em um período de grande prosperidade, graças ao capital obtido com a exploração do petróleo.

Urbaniza-se rapidamente e recebe grande quantidade de imigrantes.

Dados Gerais

Estado do Kuweit (Dawlat al-Kuwait). 
CAPITAL 
- Cidade do Kuweit. 
NACIONALIDADE
 - kuweitiana. 
DATA NACIONAL 
- 25 de fevereiro (Dia da Pátria).

Geografia

Localização: sudoeste da Ásia. 
Hora local:
 +6h. 
Área: 
17 818 km2. 
Clima: 
árido subtropical. 
Cidades principais: 
As-Salimiyah (130 215), Hawalli (82 238), Cidade do Kuweit (28 859) (1995).

População

2 milhões (2000)
Composição:
 árabes kuweitianos 31,5%, outros árabes 48,5%, sul-asiáticos 9%, iranianos 4%, outros 7% (1996). 
Idioma:
 árabe (oficial). 
Religião:
 islamismo 85% (sunitas 45%, xiitas 30%, outros islamitas 10%), outras 15% (maioria católica) (1995). 
Densidade:
 112,25 hab./km2. 
População urbana: 
97% (1998). 
Crescimento demográfico:
 3,1% ao ano (1995-2000). 
Fecundidade: 
2,89 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 
74/78 anos (1995-2000). 
Mortalidade infantil:
 12‰ (1995-2000). 
Analfabetismo: 
17,7% (2000).
IDH (0-1):
 0,836 (1998).

Governo

Monarquia islâmica (emirado). 
Divisão administrativa:
 5 governadorias.
Chefe de Estado: 
emir Jaber al-Ahmad al-Sabah (desde 1977).
Chefe de governo:
 primeiro-ministro e príncipe Saad al-Abdullah al-Salim al-Sabah (desde 1978). 
Partidos políticos:
 não há. 
Legislativo:
 unicameral - Assembléia Nacional, com 50 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos. 
Constituição em vigor: 
1962.

Economia

Moeda: dinar kuweitiano; cotação para US$ 1: 0,31 (jul./2000). 
PIB: 
US$ 25,2 bilhões (1998). 
PIB indústria: 
54%
PIB serviços:
 46% (1995).
Crescimento do PIB:
 1% ao ano (1995). 
Renda per capita: 
US$ 9 361 ou mais. 
Força de trabalho: 
1 milhão (1998). 
Agricultura: 
melão, tomate, pepino, cebola.
Pecuária: 
bovinos, ovinos, caprinos, aves. 
Pesca: 
8 mil t (1997). 
Mineração: 
petróleo, gás natural. 
Indústria: 
refino de petróleo, fertilizantes, alimentícia, materiais de construção, metalúrgica (alumínio).
Exportações: 
US$ 8,5 bilhões (1998).
Importações:
 US$ 8,2 bilhões (1998). 
Parceiros comerciais: 
EUA, Japão, Alemanha, Itália, Arábia Saudita, Reino Unido, França, Holanda (Países Baixos), Índia, Egito, Emirados Árabes Unidos.

Defesa

Efetivo total: 15,3 mil (1998). 
Gastos: 
US$ 3,4 bilhões (1998).

Fonte: www.tendarabe.hpg.ig.com.br

Kuwait

Muitos ocidentais estão familiarizados com o Kuweit, especialmente após a eclosão da Guerra do Golfo entre países ocidentais e o Iraque. Em pleno Oriente Médio, o Kuweit situa-se entre o Iraque e a Arábia Saudita, na Península Arábica, e desfruta de grande importância devido às suas substanciais reservas petrolíferas.

O país possui quase 2 milhões de habitantes, dos quais 30% têm idade inferior a 15 anos. Com exceção das tribos nômades que habitam as areias do deserto, praticamente toda a população vive nos centros urbanos. Os trabalhadores estrangeiros correspondem a 47% da população e incluem tanto árabes de nações vizinhas como asiáticos paquistaneses, indianos e filipinos.

O país é um emirado hereditário e a sucessão respeita a linhagem masculina de descendentes do falecido Mubarak Al Sabah. O povo é representado pela Assembléia Nacional, mas partidos políticos não são permitidos. O estado é basicamente dominado pela família Al Sabah, porém muitas outras famílias de mercadores e personalidades ligadas ao islamismo mantêm uma poderosa influência.

Aproximadamente 10% de todas as reservas conhecidas de petróleo pertencem ao governo e a economia do país é dominada pelo ouro negro. Quase toda a população pertence ao funcionalismo público. Grande parte dos alimentos que o país consome é importada, embora exista alguma atividade agrícola e pesqueira.

Com estudo obrigatório e escolas públicas, mais de 75% de toda a população adulta kweitiana é alfabetizada. Um programa de saúde nacional assegura o acesso gratuito ao atendimento médico.

Na prática, todos os cidadãos kweitianos são muçulmanos sunitas, enquanto os estrangeiros muçulmanos que trabalham para o governo são majoritariamente xiitas. Há centenas de mesquitas no país e, no passado, o governo investiu maciçamente na promoção do islamismo. As perdas na produção petrolífera e os danos causados pela invasão iraquiana obrigaram o governo a reduzir seus investimentos na última década.

A Igreja

O primeiro cristão de que se tem notícia no Kuweit foi um católico norte-americano, que chegou ao país em 1795. A maioria das igrejas, no entanto, foram construídas em anos mais recentes. Estima-se que o número de cristãos no Kuweit seja de 250 mil pessoas, das quais 25% são católicas ou ortodoxas.

Praticamente todos os cristãos são trabalhadores estrangeiros e, portanto, o número total de cristãos varia de acordo com a mão-de-obra importada presente no país. A maioria destes cristãos estrangeiros são ocidentais de países como EUA e Grã-Bretanha, ou asiáticos provenientes de nações como Índia e Filipinas.

O Reverendo Amanuel Ghareeb foi o primeiro kweitiano a abraçar o ministério em tempo integral de acordo com o Relatório Mundial das Sociedades Bíblicas Unidas de abril e maio de 1999. Depois de trabalhar no mercado petrolífero por 25 anos, o Rev. Ghareeb recebeu treinamento teológico em uma escola bíblica da cidade do Cairo, no Egito, e recentemente foi ordenado pastor da Igreja Evangélica Nacional (National Evangelical Church).

Ele também faz parte da diretoria da Book House Company, uma organização que centraliza a distribuição de Bíblias no país, além de ser o responsável legal pela entidade. Desde o início de suas operações, em 1999, a Book House Company tem servido a todas as igrejas cristãs da península, oferendo as Escrituras nos formatos por elas desejados.

O Rev. Ghareeb é casado, tem três filhos e é um dos 250 cristãos de cidadania kuweitiana. Apesar de a igreja cristã existir nessas terras desérticas desde as viagens missionárias do apóstolo Paulo, é raro encontrar cristãos nativos na região, pois o domínio do islamismo é extremamente forte.

A Perseguição

A constituição de 1962 estabelece o islamismo como a religião oficial do estado e utiliza a sharia como principal base de sua legislação. No entanto, o texto também assegura a liberdade e a livre prática religiosa. Em comparação com muitos países islâmicos, o Kuweit mantém uma postura moderada no que se refere a outras religiões.

Os cristãos residentes no país podem se reunir livremente e estabelecer igrejas, e as relações entre muçulmanos e cristãos são abertas e amistosas. Diversos fatores, entre eles o espaço que o cristianismo tem obtido na mídia e as recentes conversões, têm levado os kweitianos a considerar as palavras de Cristo, o que tem provocado crescentes tensões.

O Futuro

Por enquanto, é provável que a igreja permaneça como parte integrante da cultura do Kuweit. Da mesma forma, é igualmente provável que a atmosfera de liberdade e abertura persista, permitindo ações evangelísticas discretas.

Motivos de Oração

1. A igreja desfruta de uma atmosfera de relativa abertura. Ore pela continuidade desse clima e pela diminuição do nível de tensão entre muçulmanos e cristãos.

2. Em geral, a igreja beneficia-se dos relacionamentos amigáveis entre líderes muçulmanos e cristãos. Ore para que esta situação gere oportunidades de discussão inter-religiosa que possam servir de testemunho ao clero muçulmano.

3. Missionários não são permitidos oficialmente. Ore para que cristãos estrangeiros que trabalham no país encontrem oportunidades discretas de testemunhar.

Fonte: www.portasabertas.org.br

Kuwait

Economia

Antes da descoberta dos recursos de petróleo do Kuwait veio principalmente do mar foi a pesca de pérolas, o comércio marítimo para a Índia e da África Oriental, e da construção naval. Ao mesmo tempo, o interior do deserto permitiu manutenção das atividades pastorais praticados por uma população nômade.

Óleo

Petróleo foi descoberto em 1938, é operado e exportados após a Segunda Guerra Mundial. O emirado é de poucos anos um país muito rico ea empresa do Kuwait, de acionistas da empresa. "Esponja embebida em petróleo", detém cerca de 10% das reservas mundiais. A principal fonte é o Burgan, cujo custo é o mais baixo do mundo.

Em 1989, o último ano antes da invasão do Iraque pelo emirado, o que levou ao congelamento das exportações e à destruição de um grande número de poços, a produção de petróleo do Kuwait foi de 95 milhões de toneladas. Após o colapso ligada à Guerra do Golfo, ele vai voltar para 54 milhões de toneladas em 1992 e rapidamente encontrou o seu nível anterior (107,2 milhões de toneladas).

Durante os anos 1970, as receitas do Kuwait do petróleo registaram um aumento dramático: $ 0,8 bilhão em 1970, 8 em 1974, 19 em 1980, antes de cair para 5,5, em 1986, antes de subir para 10 em 1994. O uso feito pelo emirado destes excedente difere da de seus vizinhos. A capacidade de absorção é muito limitada devido à estreiteza do mercado interno. O emirado é cobiçado, o seu futuro é incerto.

Líderes como eles decidem transferir a maior parte dos seus excedentes fora. Kuwait tem gradualmente se transformou em um presente de detenção real sobre os principais mercados mundiais. Segundo algumas estimativas, o investimento estrangeiro na véspera da Guerra do Golfo totalizaram US $ 100 bilhões. Esta carteira é gerida pelo KIO (Kuwait Investment Office), com base em Londres, trouxe para a renda anual do emirado financeira sobre as receitas do petróleo (US $ 7 bilhões).

Grupos industriais poucas indústrias foram criadas no local, com exceção do refino.

É ainda no exterior que o Kuwait tem um forte foco nas atividades industriais situadas a jusante indústria do petróleo: os canais de refino e distribuição. A lógica desta estratégia é controlar as várias fases do processo, como grandes empresas de petróleo, ou a garantia de uma tomada firme para as exportações. O Kuwait Petroleum Corporation (KPC) cobrir todos os interesses petrolíferos do país e tornou-se uma multinacional, apresenta os Estados Unidos e em muitos países europeus. De seus 25.000 funcionários, 10.000 trabalho no exterior.

A cidade-estado

Kuweit

Próximo e Médio Oriente árabe Relief Península

Entre 1950 e 1990, o emirado passou de 80.000 para 1.500.000 em 1994, após a saída de palestinos durante a Guerra do Golfo, e 1,8 milhões de habitantes (50% dos trabalhadores). A população concentra-se principalmente na região metropolitana de conurbação Kuwait vasta que se estende por 80 km ao longo da costa da Al-Djahra noroeste para sudeste Mina Abdullah.

É o resultado de uma política de planejamento urbano desenvolvido por agências estrangeiras sob a autoridade da família do Emir. Ambos os planos foram aplicados em 1952 e 1970, o início da prosperidade. É um modelo urbano que foi imposto no exterior, a urbanização em os EUA.

A cidade foi projetada para carros e estradas dá a sua estrutura básica, o zoneamento rigoroso: residencial, atividades de lazer, a unidade de vizinhança é a estrutura básica.

A parede velha da cidade velha, filmado em 1957, foi substituído por um cinturão verde, luxo supremo no país árido. Ao mesmo tempo, os avanços têm sido cinco radial maior no tecido urbano. Crescimento periférico além do Cinturão Verde, foi organizada pelo quadro desenhado pelas avenidas radiais e circulares (6 atualmente), que definem e se quadriláteros especializadas áreas residenciais, de acordo com um alto grau de segregação.

Além deste espaço urbano, formal e controlado, os subúrbios são o lar de muitos dos trabalhadores migrantes e recentemente estabeleceu beduíno habitação espera mais confortável.

Estas áreas residenciais são construídos de resumo para o local de antigas aldeias ou campos de petróleo perto. A periferia como um vasto constantemente ativo. Os bairros recém-construídos, terrenos baldios e prédios brotando do chão sucessiva a esmo pelas ruas que levam a lugar nenhum.

Kuwait é o lar de duas zonas industriais Shuwaèkh, nordeste, especializado em indústrias leves, enquanto Shuaèba, sudeste, é a área da indústria do petróleo (refino). Este espetacular crescimento urbano no deserto tem enfrentado muitos problemas técnicos. Uma das mais difíceis foi o abastecimento de água de uma aglomeração muito esticado e é fornecido através da dessalinização da água do mar de invasão de 2 de Agosto de 1990, sabotagem, saques e incêndios que acompanhou sete meses da ocupação do Iraque foi um golpe para a prosperidade do Kuwait. Eles são, porém, um breve interlúdio na história do rentista riqueza do emirado.

Turismo

Cidade do Kuwait

Cidade do Kuwait é uma casa de cidade movimentada metrópole para edifícios de escritórios, hotéis de luxo, amplas avenidas e parques e jardins bem cuidados.

Seu porto recebe navios, cargueiros e barcos de recreio muitos. Entre os seus edifícios mais característicos incluem Kuwait Towers eo Palácio Seif, o edifício mais antigo, erguido em 1896, cujo interior está decorado com mosaicos período islâmico, embora estas tenham em grande parte sofreu com a ocupação iraquiana .

Museu Nacional do Kuwait também foi despojado de muitos artefatos - parte foi renovado e está agora aberto ao público. A Casa Sadu, ao lado do museu, coral e gesso serve como um museu para preservar as artes culturais e beduínos artesanato. Este é um lugar para comprar produtos tipicamente beduínos.

A Grande Mesquita imponente centro também merece uma visita.

Outros locais

Porta para muitos dhows velho Failakai Island é acessível por balsa. Você também vai descobrir vários sítios arqueológicos da Idade do Bronze e do grego antigo, o templo grego. Lanças e sambuks (barcos) ainda são construídas de forma tradicional Al Jahrah, embora hoje estes barcos são projetados para o prazer de férias ao invés de pesca de pérolas ou comércio. Mina Al Ahmadi, 19 km ao sul do Kuwait é um porto petrolífero com paredões imensos para o tráfego petroleiro. Petróleo Centro de Exposições presta homenagem ao trabalho da Companhia de Petróleo do Kuwait

Fonte: www.asie-planete.com

Kuwait

Resumo

Política interna

Aproveitamento dos seus recursos de petróleo enormes permite que este protetorado britânico conhecido desenvolvimento sustentado após a Segunda Guerra Mundial. Kuwait ganhou a independência em 1961. Ele é governado por uma monarquia constitucional deve, em meados dos anos 70, a aquisição de empresas petrolíferas que operam em seu território.

Uma disputa profunda com o Iraque vizinho exorta-o a invadir o Kuwait em 1990. A ação envolve o exílio do rei e da criação de uma força internacional. Ela consegue, no ano seguinte, para libertar o território e empurrar as tropas iraquianas por trás de suas fronteiras. De grande estabilidade, Kuwait política é ainda animada por intensos debates entre os islâmicos, os xiitas e simpatizantes de medidas progressivas.

Política externa

Kuwait disputa contra seus vizinhos. Elas permanecem após a proclamação da independência, em 1961. Um com a Arábia Saudita regra em favor de acordos sobre a partilha dos recursos petrolíferos. No entanto, persistem tensões com o Iraque que tem projetos em território do Kuwait.

Durante os anos 80, Kuwait suporta Iraque de Saddam Hussein na guerra que opôs a República Islâmica do Irã. Mas uma vez que o fim da guerra, Saddam denunciou o baixo suporte econômico que invadiu seu vizinho, no verão de 1990. A família real deixou o país para a Arábia Saudita antes de uma força internacional liderada pelos Estados Unidos, não caça iraquianos. Após ser brevemente uma província do Iraque, Kuwait recuperou sua independência em 1991.

Seus recursos petrolíferos capacitá-lo a pagar grandes somas em compensação aqueles que participaram de sua libertação.

Conflitos e mortes

1990-1991: [Iraque Kuwait EUA] Guerra do Golfo. Invasão iraquiana do Kuwait. Intervenção americana. > 100.000 mortes diretamente relacionadas com o conflito (estimado).

Cronologia desde 1961

Eventos selecionados referem-se à situação interna ou questões internacionais que tiveram um impacto direto sobre a governação do país.

19 de junho de 1961

Declaração de independência do Kuwait

Após 62 anos como um protetorado britânico, Kuwait assinaram um tratado de amizade com o Reino Unido, que reconhece a sua total independência. O novo país deve lidar com as ambições expansionistas do seu vizinho Iraque.

29 agosto de 1967

A abertura de uma cúpula árabe em Cartum

Representantes de países árabes, incluindo oito chefes de Estado reuniram-se em Cartum, no Sudão, para estabelecer uma linha a seguir, alguns meses após a vitória israelense na Guerra dos Seis Dias.

16 de outubro de 1973

A partir do "choque do petróleo" primeiro

Em 17 de outubro de 1973, a Organização dos Países Árabes Exportadores de Petróleo (OAPEC) anunciou que vai cortar 5% ao mês o seu fluxo de petróleo, como os Estados Unidos não vão alterar a sua política no Oriente Médio. Um dia antes, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) anunciou um aumento de 17% nos preços do petróleo e um aumento de 70% em impostos para empresas de petróleo.

2 de agosto de 1990

Invasão do Kuwait pelo Iraque

Dois anos após o fim da guerra que opôs o Irão, o Iraque invadiu o Kuwait e procede à sua anexação. Esta intervenção será imediatamente denunciada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que exigem a retirada das tropas do Iraque.

17 de janeiro de 1991

A partir de uma intervenção militar no Kuwait

Uma coalizão de vários países desencadeia uma grande ofensiva militar contra o Iraque depois da recusa de Saddam Hussein a retirar suas tropas do Kuwait.

Este ataque segue o termo de um ultimato feito pela Organização das Nações Unidas (ONU) em novembro de 1990.

Fonte: perspective.usherbrooke.ca

Kuwait

Capital: Kuwait
População: 2,3 milhões (1999)
Língua oficial: árabe clássico
O grupo majoritário: Árabes do Golfo (85%)
Grupos minoritários: árabe egípcio, árabe Najdi árabe, sul do Levante, farsi, hindi, curdo, bengali, Balochi, filipino, Urdu, Inglês, Francês, Mahri
Sistema político: emirado Parlamentar

Uma situação geral

O Kuwait é um país pequeno de 17,818 km ² (o equivalente a quase metade da Bélgica) na Península Arábica perto do Golfo Pérsico.

Os países vizinhos são o norte e oeste, Iraque (438,317 km ²), e sul, Arábia Saudita (1,7 milhões de km ² e 2,2 milhões km ²). O país também inclui território neutro de 5500 km ², administrado conjuntamente pelo Emirado e Arábia Saudita, bem como as ilhas de Bubiyan e Faylaka Warba. A capital do país é a cidade de Kuwait.

Dados Linguístico

No início de 1999, o Kuwait tinha cerca de 2,3 milhões de pessoas. Há aproximadamente 700 mil kuwaitianos e 1,3 milhões de rangers fl. Assim, os cidadãos do Kuwait são uma minoria no seu próprio país, puisq u'ils apenas cerca de 45% da população, incluindo 120.000 Bidun (trabalhadores indocumentados ou "residentes não autorizados"). O Kuwait é um país pequeno, cuja prosperidade chama de vários países. 'S boom do petróleo eo rápido desenvolvimento do país levou a uma forte demanda de mão de obra estrangeira.

Além do Kuwait, os outros grupos étnicos são árabes (35%) são egípcios, sírios e libaneses. Outros grupos étnicos mais fortemente representados são iranianos (4%), indianos, paquistaneses, bengaleses, cingaleses e filipinos. Europeus e americanos residentes no Kuwait estão entre 10 000 a 15 000. Eles geralmente trabalham na construção e engenharia civil, como professores em serviço de escolas privadas no setor de petróleo e nos serviços e comércio.

A língua materna é o árabe mais comum do Golfo, falado por cerca de 85% da população. Esta variedade também é chamado de árabe do Kuwait e árabe em que há recursos emprestados do árabe e do Iraque, Arábia Saudita, Kuwait vizinhos poderosos.

Idioma nativo pertencente à família Hamito-semita e falada por menos de 4000 falantes: Mahri. Essa linguagem também é falado na Arábia Saudita e Iêmen.

Outros oradores falam línguas de imigrantes, como certas variedades de árabe (por exemplo, árabe egípcio, Najdi árabe, Levantine árabe, Sul, etc.), Farsi, hindi, curdo , bengali, Baluchi, filipino, Urdu, Inglês, Francês, etc.

A população é predominantemente sunita religião muçulmana, mas um terço dos kuwaitianos são xiitas. Os europeus são geralmente cristãos. A lei 1981 limitada cidadania aos muçulmanos apenas. O árabe é a língua oficial do Kuwait, mas o Inglês é amplamente falado.

O Kuwait independente

Em 1961, a Grã-Bretanha concedeu a independência ao Kuwait. Em resposta, o regime iraquiano, então liderado pelo general Kassem, soldados concentrados na fronteira e declarando Kuwait "a 19 ª província do Iraque".

Movimentos de tropas pertencentes ao exército britânico e os países da Liga Árabe que o emirado havia aderido anexação impedido, mas o Iraque não reconhecem ainda mais sua fronteira com o Estado Novo. 'S fronteiras modernas da Iraque, Arábia Saudita e Kuwait foram estabelecidas por decreto imperial britânica.

Em suma, sem a intervenção britânica de 1961, o Kuwait não existiria hoje.

O objetivo da intervenção britânica era muito claro: garantir o controle do petróleo.

1963, o Kuwait se tornou membro da Organização das

Em Nações Unidas. Três anos mais tarde, a disputa de fronteira com a Arábia Saudita foi resolvida por um acordo para compartilhar recursos de petróleo na zona neutra entre os dois países.

Kuwait depois conduziu uma política ativa no Oriente Médio. Aumentou significativamente suas receitas pelo aumento dos preços do petróleo em 1973 e nacionalizou a Companhia de Petróleo do Kuwait, em 1975, Kuwait apoiado financeiramente pela luta árabe contra Israel. Durante o ente guerra do Iraque e Irã, o regime do Kuwait escolhe para prestar assistência ao Iraque, ao passo que o principal perigo era agora o revolucionário Irã xiita.

O emirado sofreu retaliação do Irão contra instalações de petróleo em 1981. Em 1980, 1983 e 1985, os ataques reivindicados pelo pró-iraniano xiita provocou a expulsão de milhares de seus correligionários. Sheikh Jaber al-Ahmad al-Sabah, no poder desde 1977, suspendeu a Assembleia Nacional em julho de 1986 e governou por decreto.

Antes da onda de ataques contra petroleiros iraquianos do Kuwait emirado obtido a proteção da Marinha dos EUA em 1987. A tensão diminuiu depois do cessar-fogo entre o Iraque eo Irã, em 1988.

No entanto, o fim da guerra Irã-Iraque reavivou as tensões com o Iraque, enfraquecido pelo conflito, foi negado pelo Kuwait cancelamento de dívidas acumuladas durante oito anos, para que ele não teria reconhecido o fronteira com o emirado. Superação das cotas de petróleo do Kuwait estabelecidos pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), causando um colapso nos preços e crescentes dificuldades econômicas Iraque, foi interpretado pelo regime iraquiano como um golpe adicional. Crescentes demandas para a democracia no Kuwait em 1989 e 1990, levou o emir aceitar a restauração dos poderes Legislativo limitados.

Portanto, 2 de agosto de 1990, tropas iraquianas invadiram o território do Kuwait. A força do exército do emirado, 16.000 homens fortes, era baixo. Sheikh Al-Kuwait Jabber deixou seu país e fugiu para a Arábia Saudita, onde ele estabeleceu um governo no exílio. Para o final da tarde de 2 de Agosto de 1990, Kuwait City caiu para os iraquianos, toda a resistência organizada cessou no país.

Iraque formalmente anexou o Kuwait em 8 de agosto, apesar da condenação da invasão pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e da Liga Árabe. Em 17 de janeiro de 1991, a intervenção de uma coalizão internacional marcou o início da Guerra do Golfo. Kuwait foi libertado ao fim de Fevereiro de 1991.

Centenas de poços de petróleo havia sido destruída pelos iraquianos em retirada. Reconstrução foi acompanhada por inúmeras ações judiciais por parte das autoridades de "colaboração" com o Iraque de ocupação ea expulsão de centenas de milhares de trabalhadores estrangeiros, principalmente palestinos e jordanianos. As condições em que o julgamento teve lugar e expulsões foram objeto de muitas críticas de governos ocidentais e organizações dedicadas à defesa dos direitos humanos.

Em abril de 1992, a fronteira com o Iraque foi redesenhado por uma comissão especial da ONU em favor do Kuwait tem algum Roumeila campo de petróleo. Para garantir a sua proteção, Kuwait obtida por uma série de acordos de ajuda militar dos Estados Unidos e em vários países europeus.

Em termos de política interna, o regime teve de enfrentar um grande desafio de ambas as organizações a favor de uma certa secularização do Estado, movimentos legalista muçulmanos sunitas e xiitas minoritários. Em 1996, os islâmicos exigiram a aprovação de novas leis fundamentais e do estabelecimento da Sharia como a única fonte de direito, o que foi recusado pela Jaber Emir.

Em fevereiro de 1997, antes de a oposição ameaçou dissolver o Emir nova Assembleia. Em termos econômicos, o Kuwait voltou a crescer e tem um considerável excedente, mas teve de pagar a conta implantar aliado militar. Kuwait também melhorou suas relações com a Jordânia, Sudão e Iêmen. Para lidar com as reivindicações territoriais do Iraque, o governo assinou a assistência militar com as grandes potências ocidentais.

Fonte: www.tlfq.ulaval.ca

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