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Mendoza

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estado de Mendoza está localizado na zona oeste da argentina, na região do cuyo. conta com 148.827 km2 de superfície divididos em 18 departamentos (cidades). os mais importantes são godoy cruz, capital, luján de cuyo, maipú, guaymallen e las heras que juntos formam a zona conhecida como “gran mendoza”, ocupando 11% do território estatal. o estado tem uma população de 1. 579.651 habitantes e sua maioria, 800.000, residem na grande mendoza.

Mendoza

Mendoza foi fundada em 1561 por don pedro del castillo e destruída pelo terremoto de 1861. foi o terremoto porcentualmente mais destrutivo de toda a história argentina, destruindo a cidade de mendoza e deixando aproximadamente de 6.000 mortos sobre uma população total de 18.000 habitantes. após este episódio, o centro da cidade foi trasladado a sua atual localização e a cidade reconstruída.

Clima

Mendoza tem um clima árido e seco com invernos muito frios. as temperaturas médias para o verão (dezembro – março) são 30 °c de dia, e 23 °c à noite enquanto que no inverno (julho – setembro), são 12 °c de dia, e 0 °c à noite. durante o inverno, produzem-se nevadas na zona montanhosa e, durante o verão, são comuns as tormentas de granizo que produzem importantes danos nas plantações locais, o que tem levado mendoza a ser uma das pioneiras na luta antigranizo.

Uma característica especial do clima em mendoza é a existência do vento zonda, um vento rápido e quente do oeste. origina-se no oceano pacífico e ao cruzar a cordilheira perde toda sua umidade e aumenta sua temperatura transformando-se no zonda.

As rajadas deste vento podem facilmente superar os 40 km por hora produzindo comumente destroços na região. quando corre o vento zonda, muitas atividades são suspensas já que produz mal-estar em algumas pessoas que tentam não sair de suas casas. O clima atual em Mendoza e previsão do tempo

Relevo

Em mendoza predominam as grandes montanhas, culminadas com o aconcágua, o pico mais alto de américa. distinguem-se três grandes estruturas: o maciço andino, a pré-cordilheira e as planícies. por este tipo de relevo, encontra-se no estado uma grande quantidade de vales e rios que percorrem todo o estado, sendo de grande interesse turístico.

Flora e fauna

No estado é possível encontrar plantas e animais muito característicos da região. toda a vegetação é característica de clima árido onde abundam os arbustos pequenos, como a jarilla e os cactos.
A fauna em troca é mais diversificada. é possível encontrar animais como o puma, a raposa, o gato montês, guanacos e aves como o condor, o avestruz e o falcão cinza.

economía

O petróleo é uma das principais atividades do estado, contando com 14% das reservas nacionais, mas a principal atividade de mendoza é a vitivinicultura. a cidade não só conta com uma grande quantidade de bodegas e vinhedos, senão que foi nomeada como a oitava capital mundial do vinho pela gwc (great wine capitals global network) sendo de grande atrativo para os amantes do vinho. o turismo passou a ser uma atividade de grande importância no estado sendo os atrativos internacionais mais destacados: o aconcágua, o centro de esqui las leñas e os circuitos de montanha.

Fonte: www.spanishcourses.com.ar

Mendoza

Mendoza é daqueles lugares que vão se revelando aos poucos, num jogo de aparências que pode até confundir o visitante desavisado.

Da janela do avião, por exemplo, tudo o que se vê lá embaixo é uma paisagem seca a perder de vista, dando a impressão de que o desembarque será num deserto e não no maior centro vinícola da América do Sul. Algum tempo depois, descobre-se que Mendoza é tanto uma coisa quanto outra — e, de quebra, ainda oferece atrativos inesperados, que nem faziam parte do plano inicial da viagem.

A região, no centro-oeste da Argentina, é de fato desértica, com sol muito forte e chuvas raras. Os vinhedos não cobrem nem 4% de seu território de 148000 quilômetros quadrados, uma área comparável à do Ceará. Mas são suficientes para demonstrar como certos desertos podem ser tão agradavelmente produtivos.

Conheça as maravilhas desta cidade argentina abençoada por Baco Mendoza não é nenhuma Las Vegas, até porque, para chegar aonde chegou, não investiu nem um centésimo da montanha de dinheiro gasta nos hotéis e cassinos da cidade americana.

Mendoza

Las Vegas, como se sabe, transformou um areal do Estado de Nevada, nos Estados Unidos, num dos maiores pólos turísticos do mundo, porque havia vontade política — e caixa — para fazer isso. Mendoza, não. Só precisou usar com sabedoria os próprios recursos naturais para criar oásis fantásticos, e neles produzir 1 bilhão de litros de vinho por ano.

Os recursos naturais, que fazem toda a diferença aqui, estão nas montanhas dos Andes, estendidas até o horizonte, na fronteira com o Chile. São elas que capturam a umidade do ar em grandes altitudes e formam as geleiras que alimentam os rios da região. Graças à cordilheira, os mendocinos contam com um suprimento de água regular, que sabem aproveitar muito bem, com um eficiente sistema de represas e canais de irrigação.

Essa habilidade de lidar com a água das geleiras foi herdada dos índios que viviam aqui antes da chegada de Colombo. Está disseminada por toda a região, mas é especialmente exemplar na cidade de Mendoza, de 110000 habitantes, que é a capital da província de mesmo nome.

Com uma brutal oferta de vinhos de ótimo custo-benefício, as adegas locais são uma tentação para os brasileiros. Para quem quiser ir além dos vinhos e degustar um pouco de tudo, o ideal é se hospedar na arborizada capital da província, ponto de partida de todas as excursões pela região. O Club Tapiz (foto) é uma opção charmosa e sossegada nos arredores da cidade A capital, Mendoza, salta aos olhos no meio do deserto como uma das cidades mais arborizadas do mundo.

Está repleta de praças e parques enormes. Suas ruas, cortadas num tabuleiro de quadrados perfeitos — fruto da reconstrução planejada, após um terremoto arrasador em 1861 —, são tomadas por plátanos centenários que fazem sombra de uma calçada a outra.

Os moradores orgulham-se de dizer que há, na cidade, pe¬lo menos uma grande árvore para cada habitante, e o segredo dessa pujança são os canais que correm junto ao meio-fio, levando a água do degelo para as plantas. Nas esquinas há aberturas que permitem ver esses pequenos córregos, chamados pelos locais de acequias — aberturas, aliás, que exigem atenção dos pedestres, pois não têm proteção.

A combinação do solo arenoso — que seria considerado pobre para qualquer outra cultura — com luz abundante e água na medida certa, controlada por gotejamento, é perfeita para os vinhedos. Mendoza descobriu a vocação para os vinhos logo depois de sua fundação, em 1561, e tornou-se o maior centro produtor da Argentina com a chegada da ferrovia, em 1880.

A partir daí, prosperou e chegou a produzir até mais bebida do que hoje. Mas só entrou no circuito gastronômico dos viajantes nos últimos quinze anos, quando seus vinhos passaram a ser mais conhecidos pela qualidade do que pela quantidade.

Até o início dos anos 1990 o que jorrava em Mendoza era um vinho rústico e barato, capaz de atender o alto consumo nacional, mas não de atrair paladares mais refinados. A virada veio com a introdução de técnicas vinícolas modernas por alguns produtores de olho no mercado externo. Um desses pioneiros foi Nicolás Catena Zapata, herdeiro de uma tradicional vinícola de Mendoza, mas que nas décadas de 1970 e 1980 parecia mais interessado em sua carreira acadêmica nos Estados Unidos.

Em 1981, quando dava aulas de economia na Universidade de Berkeley, na Califórnia, Nicolás pôde acompanhar de perto o esforço dos vinhateiros da região de Napa Valley — a mais promissora daquele Estado americano — para aproximar seus vinhos do padrão de excelência dos franceses. Perguntou a si mesmo: “Se eles podem fazer isso na Califórnia, por que não podemos fazer em Mendoza?”.

Nicolás abandonou a universidade, voltou para casa e passou a empreender sucessivos testes com uvas plantadas em altitudes e microclimas diferentes, sob a supervisão de três renomados consultores internacionais. Um desses especialistas, o americano Paul Hobbs, contratado para desenvolver a uva branca Chardonnay em Mendoza, insistiu em fazer experimentos também com uma cepa que até então não havia surtido grandes resultados em nenhum lugar do mundo. Era a Malbec, espécie que já vinha perdendo espaço na região, desanimadora até no nome: significa “mau gosto”, em francês.

A cada safra, novos produtores passaram a investir na qualidade dos vinhos e o progresso foi notável, em todas as direções. Mas nenhuma uva brilhou mais do que a antes tão mal-amada Malbec. Foi ela que deu personalidade aos vinhos de Mendoza, chamando finalmente a atenção dos grandes conhecedores da bebida.

O americano Robert Parker, o mais respeitado — e temido — analista de vinhos do planeta, capaz de derrubar ou elevar às alturas o preço daqueles que escolhe para suas degustações, deu nota 95, de um máximo de 100, ao Catena Zapata Malbec de 1997.

Em poucos anos, Mendoza — não só a cidade, mas toda a província, que é dividida em cinco grandes regiões de vinhedos — virou um acontecimento. Passou a receber cada vez mais visitantes e a ser tratada pelos especialistas como uma das capitais mundiais do vinho, ao lado de Bordeaux (França), Florença (Itália), Bilbao (Espanha), Porto (Portugal), São Francisco (Estados Unidos), Melbourne (Austrália) e Cidade do Cabo (África do Sul).

Nos últimos seis anos, dobrou a quantidade de hotéis, que hoje chega a 450, com um total de 22 000 leitos. As vinícolas prepararam-se para atender os sedentos viajantes com degustações para todos os bolsos ¬— até porque os vinhos de Mendoza continuam imbatíveis no custo-benefício. Algumas casas foram além, incorporando às suas instalações restaurantes requintados e pousadas estilosas.

Jantar sob as estrelas no restaurante Francesco, de alta cozinha italiana. As mesas armadas no jardim dão um toque especial às refeições Nos arredores da capital, duas vinícolas se destacam pela sofisticação: o Club Tapiz e a Bodega Vistalba.

A primeira reciclou um casarão de 1890 para abrigar sete suítes com vista para os vinhedos, um pequeno spa, restaurante e escola de cozinha. A Vistalba foi ainda mais fundo e convidou o estrelado chef francês Jean-Paul Bondoux para instalar ali seu terceiro restaurante.

Para se ter uma idéia do que isso significa, basta lembrar que os outros dois restaurantes de Bondoux — um no mítico Hotel Alvear, de Buenos Aires; outro em Punta del Este, no Uruguai — são os únicos da América do Sul com o selo de qualidade da Relais & Châteaux (os demais sul-americanos que integram essa rede francesa são todos hotéis). Para os hóspedes, a Vistalba oferece um tratamento ainda mais exclusivo, em duas suítes de 70 metros quadrados voltadas para a cordilheira.

No Vale de Uco, já a 100 quilômetros da cidade de Mendoza, a melhor opção de hospedagem está na vinícola Salentein, que construiu oito apartamentos divididos em duas aconchegantes casas de campo. Já em San Rafael, a 230 quilômetros ao sul da capital, outro endereço glamouroso é a Finca Viñas del Golf, que, como o nome indica, tem o atrativo extra de um campo de golfe de nove buracos.

Quem vem a Mendoza pela primeira vez, porém, é natural que prefira conhecer um pouco de tudo, sem se fixar muito num só lugar — é esse, afinal, o princípio de uma boa degustação. Hospedado na capital, estará no ponto de partida de todas as excursões e mais perto das lojas de vinho e de outras tentações argentinas, como os alfajores, as roupas de cashmere e os casacos de couro.

Se quiser programas mais variados, pode intercalar as visitas às vinícolas com um rafting nas corredeiras do Rio Mendoza, um passeio a cavalo ou a viagem de dia inteiro até o mirante do Aconcágua, o ponto culminante das Américas, com 6 962 metros de altura.

A subida da cordilheira é feita por uma estradinha de terra chamada Caracoles de Villavicencio, também conhecida como Rota del Año, por suas 360 curvas. É emoção garantida — em dose exagerada, aliás, para quem não imaginava que iria rodar algumas horas à beira de abismos.

Mendoza tem tantas vinícolas que nem mesmo as autoridades sabem direito quantas são. Os números variam de 600 a 1200. Todas estão abertas a visitação, mas algumas exigem agendamento antecipado, como a Catena Zapata. Nas mais próximas da capital, é possível, ainda, combinar as visitas com caminhadas ou passeios de bicicleta — há agências que cuidam disso.

Algumas vinícolas se destacam ainda por atrativos adicionais. La Rural, por exemplo, uma das casas mais tradicionais de Mendoza, abriga um museu do vinho que é considerado o mais importante do continente, com cerca de 5000 peças. E a Familia Zuccardi propõe um programa completo, com a exposição superdetalhada de todas as fases do processo de fabricação, a degustação de dez vinhos da casa com a orientação de um enólogo e o almoço em uma agradável sala de refeições com vista para os jardins da propriedade. De meados de fevereiro a abril, oferece aos visitantes até a possibilidade de participar da colheita — pagando pela experiência, naturalmente.

José Alberto Zuccardi, o diretor da vinícola, é um grande anfitrião e produtor entusiasmado. Conta que está fazendo testes com nada menos que quarenta novas variedades de uva, porque acredita na potencialidade da região para muitas delas. Ele costuma incluir alguns desses vinhos experimentais nas degustações e ouvir as opiniões dos visitantes.

Caso agradem bastante, Zuccardi passa a engarrafá-los, como já vem acontecendo com varietais de uvas muito pouco conhecidas, como Ancellota, Bourboulenc, Marsanne e Mourvèdre. Quem sabe não se descobre uma nova Malbec?

O curioso é que, de todos os seus produtos inovadores, o que recebeu os maiores elogios até agora também leva a Malbec, embora numa fórmula diferente. É o Malamado Malbec, um vinho fortificado que lembra muito o Porto. Zuccardi garante que o nome é uma sigla (“Malbec à maneira de Oporto”). Mas não deixa de ser irônico com a uva mais bem-casada com Mendoza.

Fonte: proximaviagem.ig.com.br

Mendoza

Mendoza está localizada aos pés da cordilheira dos Andes e pode ser considerada como um oásis, pois está numa região semi-desértica. A água que abastece Mendoza vem dos rios Mendoza e Tunuyán, que têm origem do degelo dos Andes.

Uma das maiores curiosidades de Mendoza é um sistema de irrigação por toda a cidade para aumentar a umidade do ar. Trata-se de canaletas que percorrem a maioria das ruas com água proveniente desses rios. O sistema é controlado por comportas que são abertas durante o verão em dias muito secos.

Mendoza

O clima em Mendoza é moderado-temperado e com predomínio de aridez vinda dos Andes. As temperaturas oscilam entre 18 e 33 ºC no verão com dias quentes e noites frescas. No inverno varia entre 3 e 16 ºC. Justamente para combater a aridez a cidade é muito arborizada e tem muitas praças e fontes.

Por influência de sua colonização existe o hábito da siesta, onde praticamente todo o comércio fecha após 13h só reabrindo no final da tarde. Por conta disso os passeios se estendem noite a dentro com muitas pessoas nas praças e restaurantes até altas horas.

Uma das grandes atrações urbanas é o parque San Martín. Com mais de 300 hectares o parque é muito procurado pelos mendocinos e turistas para caminhadas, corrida ou simplesmente passear pelos seus bosques.

Mendoza é procurada o ano inteiro por turistas e não faltam opções para agradar todos os gostos. Para os que desejam o turismo convencional as opções vão dos bons restaurantes ao tour de vinhos pelas bodegas da região de Maipu. Para quem prefere aventura as opções vão do rafting no rio Mendoza ao desafio de subir a montanha mais alta das Américas: o Monte Aconcágua com 6.962 msnm.

Após 15 dias participando na expedição ao Aconcágua, reservei 4 dias para “descansar” e curtir Mendoza. Fiquei hospedado no Gran Venus Hotel e através da agência Ibarrak Viajes montei uma programação para conhecer as melhores opções da cidade.

CAVALGADA

Mendoza

Neste passeio uma van recorre os hotéis buscando os turistas e o destino é a região de Potrerillos, próximo à pré-cordilheira. O passeio é guiado por profissionais experientes e os cavalos são muito dóceis para a montaria.

O tour é de 2 horas e começa com dicas básicas de montaria. Quando todos já estão montados e familiarizados com os comandos, dois guias acompanham o grupo por ruas arborizadas e estradas de terra. A região é de grande beleza cênica e propicia a integração do grupo que reúne pessoas de vários países.

Existem outras opções de passeios como o tour de 4 horas e até mesmo uma travessia na pré-cordilheira de vários dias.

RAFTING

Mendoza

Para quem está a procura de fortes emoções este passeio certamente não pode faltar. O rafting é feito no rápido e caudaloso rio Mendoza. Com suas águas frias e turvas, o rio assusta um pouco os menos experientes. Mas a equipe proporciona um bom treinamento e os guias são muito experientes.

Ainda na central de recepção é dado um treinamento e todos os participantes recebem as roupas e equipamentos de segurança. Para garantir conforto contra a água fria as roupas e botas são de neoprene. Uma vez equipados e treinados todos são transportados de ônibus até o ponto de partida. Após as fotos dos grupos os botes são lançados correnteza abaixo.

Durante o trajeto inicial o guia vai treinando a resposta do grupo aos seus comandos. Isso será fundamental mais abaixo quando as corredeiras começam aumentar. Logo de cara já se descobre que a roupa é bastante útil, pois todos se molham nas corredeiras. A cada obstáculo vencido o grupo comemora com o grito de guerra erguendo os remos.

Para garantir boas lembranças uma fotógrafa acompanha os botes pela rodovia registrando os melhores momentos. A descida é bastante ativa e é necessário quase o tempo todo para desviar dos piores obstáculos. Os guias seguem dando seus comandos guiando os botes pelos lugares corretos. No ponto alto do trajeto nosso guia pergunta se o grupo deseja emoção. Como a resposta foi sim, ele força uma colisão entre dois botes arremessando várias pessoas na água – dentre elas eu.

Foram segundos que pareceram uma eternidade até que finalmente emergi e me dei conta onde estava. Logo em seguida os caiaques se aproximam para ajudar no resgate. Agarrados aos caiaques fomos levados até a borda dos botes onde fomos içados, conforme instruções do treinamento. Bem, susto passado, voltamos a remar até o ponto de desembarque.

TOUR DE VINHOS

Mendoza

Esse realmente é um passeio imperdível em Mendoza, que tem renome internacional como produtor de vinhos de altíssima qualidade. Na região de Maipu existem centenas de bodegas e várias formas de visitá-las. Uma delas é através de bicicleta, que pode ser alugada para esta finalidade. Também é fornecido um mapa das bodegas para facilitar a vida dos ciclistas.

Em meu caso pelo pouco tempo preferi fazê-lo de carro onde escolhemos 3 bodegas e uma fábrica de azeite. A primeira e mais tradicional foi a La Rural. Sua história começa na Itália no princípio do século XIX com don Francisco Rutini. Felipe Rutini, seu único filho muda-se para a América e funda a bodega em 1885.

O tour com dezenas de turistas inicia-se pelo vinhedo passando pelo interessantíssimo museu que expõe todas as peças e maquinários da época. Depois é apresentada a área moderna da bodega onde hoje são produzidos e engarrafados os vinhos. Ao final do tour todos vão para a sala de degustação onde são servidos alguns vinhos da casa. A bodega tem vários vinhos de qualidade sendo o Rutini Malbec seu carro chefe.

A próxima bodega foi a Di Tomazzo. Esta é bem pequena, mas muito tradicional – foi fundada em 1869. O trabalho é mais artesanal e o próprio tour foi exclusivo, pois apenas eu estava no momento. Interessante ver os tonéis de tijolos e os barris de carvalho, ambos europeus, utilizados na apuração do vinho. Cada bodega tem sua particularidade para produzir o sabor, aroma e corpo em seus vinhos.

A terceira bodega do dia foi a Cechin.Também pequena e tradicional onde fui recepcionado pelo proprietário que faz questão de apresentar sua proposta que é de vinhos sem aditivos químicos. O processo também é artesanal e muito interessante ver o tratamento personalizado para cada garrafa produzida.

Para fechar o dia fomos visitar a Paisrai, uma fábrica de azeite. Minha primeira surpresa foi conhecer um pé de azeitona – nunca tinha visto um. Um guia também apresenta todo o processo de produção e ensina como distinguir os tipos de azeites existentes. Ao final há uma sessão de degustação com pãezinhos e são apresentados cosméticos, tais como cremes e óleos hidratantes, todos oriundos da azeitona.

CORDÓN DEL PLATA E VALE TUPUNGATO

Mendoza

Este dia foi dedicado para um tour de carro pelo vale do Tupungato com belos visuais do Cordón del Plata, uma seqüência de mais de 60 km de montanhas com neves eternas que contrastam com o vinhedos no vale. O trajeto é por uma única estrada de terra batida e pode ser feito em carro passeio.

A única atenção é por conta de chuvas que podem inundar os pontos mais baixos da estrada. Durante o trajeto avistam-se os inúmeros vinhedos e plantações de batata, que também é predominante na região.

Embora estivesse de carro com um guia local ficava sonhando em fazer aquele trajeto de bicicleta – seria perfeito. Não há grandes aclives, o visual é maravilhoso e a distância ideal – cerca de 50 km. Bem, quem sabe fica para a próxima visita à Mendoza, uma cidade charmosa e que vale a pena ser visitada.

Para quem quer um pouco mais de aventura existem muitas opções de trekkings pelo Codón del Plata. Além de várias vias de escalada.

Fonte: ecofotos.com.br

Mendoza

UM PARAÍSO PARA CURTIR

Mendoza, distante 1.100 km de Buenos Aires e 402 km de Santiago, é conhecida por sua grande variedade de vinhos, produzidos artesanalmente nas adegas.

Mendoza

O turismo é incentivado pelo clima seco que domina o local, atraindo turistas fanáticos pela neve que queiram experimentar novas emoções nas estações de esqui.

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Os museus também encantam os olhos dos turistas, chamando a atenção para as atrações na parte da manhã e da tarde.

Fonte: www.cvc.com.br

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