Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Inglaterra - Página 2  Voltar

Inglaterra

A Inglaterra representa 57% da área total da ilha da Grã-Bretanha. Diferente da Escócia, onde colinas e montanhas são uma característica marcante, a Inglaterra é predominantemente um país de planícies, mesmo havendo regiões de planaltos no norte (a Cadeia Pennine, as montanhas Cumbrian e as charnecas de Yorkshire) e no sudoeste, na Cornualha, Devon e Somerset.

A Inglaterra possui uma população variada. Durante séculos, imigrantes vieram do exterior e de outras ilhas britânicas, trazendo com eles suas culturas, suas crenças religiosas, seus costumes e suas línguas. Essa diversidade resultou em um grande enriquecimento de muitos aspectos do modo de vida inglês. As diversas histórias de vida e tradições dos grupos étnicos que fizeram da Inglaterra a sua casa influenciaram na qualidade e na pluralidade das artes e da cultura popular, bem como nos negócios, na arte de design, na comida e em outros aspectos da vida cotidiana. Espera-se que a população da Inglaterra aumente de 49,9 milhões em 2001 para 52,5 milhões em 2021. A média da densidade demográfica na Inglaterra é muito maior do que a média para a União Européia - 376 pessoas por km² comparadas com 117 pessoas por km². As maiores concentrações de população são em Londres e no Sudoeste, em Yorkshire Ocidental e nas cidades industriais do noroeste, na conurbação da região central em torno de Birmingham, nas conurbações nos rios Tyne e Tees, e ao longo da Costa do Canal.

Inglaterra
Londres - Inglaterra

História Antiga

O nome "England" é derivado dos anglos, uma das tribos germânicas que estabeleceram monarquias nas planícies britânicas no século V, após a retirada final dos romanos em 409. Os reinos anglo-saxões eram inicialmente bastante pequenos e numerosos, mas surgiram entidades maiores gradualmente. Wessex passou a exercer o domínio, após seu papel de líder na resistência às invasões dinamarquesas do século IX. Athelstan (924-939) usou o título de "Rei de toda a Bretanha", e a partir de 954 passou a haver um único reino da Inglaterra. A Família Real atual é descendente da antiga família real de Wessex.

Em 1066, ocorreu a última invasão bem-sucedida da Inglaterra. O Duque William da Normandia derrotou os ingleses na Batalha de Hastings. Os normandos e outros povos vindos da França foram estabelecer-se. O francês tornou-se a língua da nobreza pelos três séculos seguintes, e as estruturas sociais e legais foram influenciadas pelas que prevaleciam do outro lado do Canal.

Perderam-se quase todas as possessões da Coroa Inglesa na França durante o fim da Idade Média. A união da Inglaterra e Escócia ocorreu em 1707, estabelecendo a Inglaterra como a parte mais populosa da nação britânica.

Governo

Diferentemente do País de Gales, da Escócia e da Irlanda do Norte, a Inglaterra não tem um ministro de governo ou um ministério exclusivamente responsável por sua administração central. Em vez disso, há vários ministérios do governo, cujas responsabilidades em alguns casos também cobrem aspectos de assuntos no País de Gales e na Escócia. Uma rede de dez Departamentos do Governo para as Regiões (Government Offices for the Regions - GOR) é responsável pela implementação de vários programas governamentais nas regiões inglesas.

Após uma revisão das divisas feita em 1995, há atualmente 529 distritos parlamentares ingleses representados na Câmara dos Comuns (House of Commons).

Após as Eleições Gerais de junho de 2001, a Inglaterra elegeu 323 Membros do Parlamento (MPs) do Partido Trabalhista, 165 do Partido Conservador, 40 do Partido Liberal Democrata e um independente. O apoio ao Partido Conservador tende a ser mais forte nas áreas suburbanas e rurais, e o partido tem um grande número de cadeiras parlamentares na metade sul da Inglaterra. O Partido Trabalhista tinha a tendência de atrair um maior apoio das cidades grandes e das áreas associadas indústria tradicional, mas ganhou muitas cadeiras nas Eleições Gerais, os quais eram anteriormente considerados como distritos seguros para os Conservadores. Os Liberais Democratas, com forte apoio na região sudoeste, ganharam recentemente maior apoio em outras partes da Inglaterra e o partido agora tem quase 40% de suas 40 cadeiras inglesas na Grande Londres e na região sudeste.

O governo local é administrado principalmente por meio de um sistema de duas fileiras de municípios, subdivididos em distritos. No entanto, há algumas autoridades de fileira única, principalmente nas cidades maiores. Desde julho de 2000, o governo estratégico de Londres é de responsabilidade da Autoridade da Grande Londres (GreaterLondonAuthority).

A Inglaterra elege 71 representantes (MEPs) para o Parlamento Europeu. Nas eleições de junho de 1999, os Conservadores ganharam 33 cadeiras, o Partido Trabalhista 24, os Liberais Democratas 9, o Partido Independente do Reino Unido 3 e o Partido Verde 2.

O sistema legal inglês abrange, de um lado, um corpo histórico de convenções conhecido como "direito consuetudinário" e "direito de eqüidade" e, do outro lado, a legislação parlamentar e da União Européia. Na formulação do direito consuetudinário desde a Conquista da Normanda, uma grande confiança foi depositada nos precedentes. O Direito de Eqüidade - direito fora do alcance do direito consuetudinário ou direito estatutário - é derivado da prática de petições ao Chanceler do Rei em casos que o direito consuetudinário não cobre.

A Igreja Anglicana, que foi separada da Igreja Católica Romana na época da Reforma no início do século XVI, é a igreja que representa a religião oficial da Inglaterra. O Monarca é a "Autoridade Suprema" da Igreja e nomeia seus dois arcebispos e 42 outros bispos diocesanos.

Economia

Ocorreram mudanças consideráveis na economia da Inglaterra durante o século XX. Nos últimos 50 anos, houve um aumento nos empregos no setor de serviços, que atualmente constitui 75% dos empregados, com uma expansão particularmente notável em serviços financeiros e de negócios. O setor de serviços constitui três quartos do produto interno bruto (PIB) em Londres e na região sudeste, e mais de um quarto dos empregados na Grande Londres trabalham em serviços financeiros. Londres é um dos maiores centros do mundo em serviços bancários, de seguros e outros serviços financeiros.

O setor manufatureiro, embora em declínio à proporção da base de empregos, permanece importante em várias áreas. Em termos de PIB, é mais significante na região de West Midlands (onde o setor manufatureiro correspondeu a 31% do PIB da região em 1995, em comparação a 22% no país como um todo), na região norte e na região de East Midlands.

No setor agrícola, a indústria de laticínios é mais comum na região oeste da Inglaterra; rebanhos ovinos e bovinos são comuns nas áreas montanhosas e de charnecas do norte e do sudoeste. O cultivo de terras aráveis, criação de porcos e aves e horticultura estão concentrados nas regiões leste e sul.

Como parte de seus planos de conceder mais poderes às regiões, o Governo estabeleceu Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) em nove regiões da Inglaterra em abril de 1999. Os objetivos das ADRs são, entre outras coisas, promover desenvolvimento econômico regional coordenado e regeneração, além de reduzir os desequilíbrios econômicos que existem dentro e entre as regiões inglesas de forma a melhorar seus poderes de competitividade.

Transporte

A rede de rodovias abrange quatro rotas de longa distância ligando Londres com as cidades das regiões central, norte, noroeste e sudeste; o anel rodoviário de Londres (M25); e mais de 30 rodovias menores. Ao todo, há cerca de 2.800 km (1.750 milhas) de rodovias na Inglaterra, mais cerca de 7.700 km (4.800 milhas) de outras estradas principais.

Virtualmente, todo o sistema ferroviário foi agora privatizado. O Governo planeja reforçar a regularização das empresas operadoras de trens privadas, bem como a empresa de infra-estrutura, a Railtrack.

Aspectos Sócio-Culturais

A Inglaterra possui uma vida cultural excepcionalmente vibrante. A língua inglesa é falada no mundo inteiro e possui uma tradição com grandes artistas, entre escritores, poetas e dramaturgos - de Shakespeare e Dickens a premiados escritores contemporâneos - que contribuíram em grande parte para a riqueza da língua inglesa.

Várias regiões e cidades têm associações com grandes artistas, escritores e músicos ingleses, tais como Stratford-upon-Avon (William Shakespeare), Lake District (William Wordsworth), Stroke-on-Trent (Arnold Bennett), Haworth (as irmãs Bronte), Dorset (Thomas Hardy) e Cotswolds (Laurie Lee); Essex e Suffolk (John Constable) e Salford (L.S. Lowry); e Worcestershire (Edward Elgar) e Aldeburgh (Banjamin Britten).

Londres e as outras grandes cidades têm vários centros culturais, incluindo grandes galerias de arte, muitos museus de renome, além de teatros, casas de ópera, de balé e de concertos. Muitos teatros localizados fora de Londres recepcionam espetáculos organizados por empresas nacionais de teatro, dança e ópera.

A cultura popular também se desenvolve bem na Inglaterra, assim como em outros lugares do Reino Unido: há muitos tipos de música popular e estilos de teatros, tais como pantomima e musicais, festivais de jazz e apresentações de comediantes.

A Inglaterra é um do pólos mundiais de música pop. Bandas inglesas tais como Spice Girls e Oasis são estrelas internacionais, com uma grande quantidade de fãs. Entretanto, há também uma impressionante rede de orquestras e companhias de óperas, além de vários conjuntos de jazz e de improvisação, de música asiática, africana e caribenha, dentre outros.

O Meio-Ambiente

Apesar da densidade populacional relativamente alta e do aumento constante da urbanização, a Inglaterra ainda possui muitas áreas legitimamente rurais e litorâneas. Há sete Parques Nacionais, seis parques florestais, 37 áreas de destacada beleza natural, 22 áreas de proteção ambiental, mais de 200 parques no interior aprovados pela Comissão do Interior, mais de 1.000 km (625 milhas) de litoral designado patrimônio histórico, cerca de duas mil construções históricas e em torno de 3.600 jardins abertos ao público. Também há quase 200 Reservas Nacionais.

Fonte: www.britishembassy.gov.uk

Inglaterra

Nunca o clássico e o moderno se misturaram tão bem quanto nesta ilha que durante séculos ditou as regras e os costumes do mundo. Pisar em solo inglês é entrar em contato com uma realidade que vai além dos livros de história. Estudar ou fazer turismo na Inglaterra é a chance de presenciar a história viva, de apreciar ou aprender como uma nação pode influenciar comportamentos que atravessam épocas e oceanos.

Famosa pelo ensino de excelência em suas universidades (quem nunca ouviu falar em Cambridge ou Oxford, apenas para citar algumas?), o berço da Grã-Bretanha é um dos destinos mais procurados por jovens de todo o planeta. Além das obrigatórias visitas aos cartões postais (sim, você verá Westminster, Buckingham e acertará o seu relógio pelo Big Ben) uma temporada na Inglaterra representa um passeio pelos tempos romanos, medievais, vitorianos e georgianos. E se você começou a ficar perdido em meio a tantas referências, acaba de descobrir um motivo a mais para aprender na terra da família real mais famosa - e por que não, polêmica? - do mundo.

Mas a Inglaterra também é um estado de espírito. Que os americanos nos perdoem pela adaptação do termo, mas é impossível não ficar encantado com o british way of life. Seja nos cosmopolitas londrinos ou no humor doce e ferino dos interioranos, qualquer brasileiro adapta rapidamente o tradicional "jeitinho" que levamos em nosso DNA. Uma volta pela Inglaterra nos deixa mais polidos, irônicos, elegantes e inteligentes. Mas, acima de qualquer outro termo, nos deixa apaixonados.

Apenas uma pergunta fica no ar quando o assunto é a Inglaterra: por que você ainda não fez a mala?

Fuso Horário: UTC+0, não entendeu nada, não é? Normalmente 4 horas à frente do Brasil

População: 50,4 milhões, o Brasil está perto dos 180 milhões

Território: 130,4 mil km² menos que o dobro do Estado de São Paulo

Moeda: Eles foram os únicos que não se renderam ao Euro. Libras Esterlinas em mar/07 1£ = R$ 4,38

Idioma: Inglês

Capital: Londres

Bournemouth

Bournemouth é o lugar certo para os brasileiros. A cidade se orgulha de ter 22km das melhores praias da Inglaterra, que o torna um dos lugares de veraneio mais populares, recebendo 5,5 milhões de turistas por ano.

Além de ser uma ativa cidade de beira-mar, de clima temperado e ambiente seguro e agradável, Bournemouth ainda conta com um ambiente cosmopolita que faz qualquer um se sentir bem por lá. Limpa e arborizada, a cidade nos presenteia com um custo de vida mais baixo do que estamos acostumados (boa notícia, hein?).

Com cerca de 164.000 habitantes, Bournemouth é também conhecida como um centro de excelência acadêmica com uma grande e moderna Universidade, Instituto de Arte e Design e várias escolas que oferecem desde cursos de cabelereiros a formação de pilotos de helicóptero. Além, é claro, dos cursos de inglês para estrangeiros, o que faz com que a cidade seja uma segunda residência para milhares de estudantes vindos de todo o mundo.

Cultura

Bournemouth não é exatamante um cidade voltada para a cultura. O agito de suas noites é bem maior do que os eventos. Mas, você vai achar (e deve explorar) cinemas, teatros e salas de concerto.

Dentre os museus, vale a pena reservar um dia para uma verdadeira viagem de volta no tempo e conhecer a galeria de arte e museu Russell-Cotes, que conta um pouco mais sobre a história do local.

Comida

Apesar da "tradição" inglesa, comer em Bournemouth não significa se encher de batatas, não. A cidade oferece bons pratos de carnes e legumes.

São 250 lugares, entre restaurantes e bistrôs, de menus beeeem variados; além dos tradicionais sanduíches, pizzas e "fish and chips", você ainda encontra opções de cozinha grega, tailandesa, vegetariana e até um restaurante de comida orgânica (o Wessex Tales, na Ashley Road Boscombe, pequeno, 10 lugares, com prato principal em torno de £4.00)

Se você sentir saudade da comida da terrinha, saiba que você pode encontrar comida brasileira no restaurante Atlântico (6, The Triangle) onde é servido caldo verde, feijoada, churrasquinho e dobradinha (não é piada, é sério!). E uma boa opção para comer bem e gastar pouco é o Bliss (St Peters Road), onde você paga £3.50 (aproximadamente R$14,10) e come à vontade.

Noite

A vida noturna corresponde ao agito da cidade. Bournemouth está no circuito de muitas bandas tops e DJ´s internacionais, por isso existem clubes com capacidade para mais de 20 mil pessoas; além de night clubs e pubs para todos os gostos. E a boa notícia é que existem danceterias para maiores e menores de 18 anos. Todas dentro da lei. Dessa forma, todo mundo pode se divertir.

Os brasileiros costumam se reunir às terças no Berlins, com música inglesa e ingresso barato. Quinta-feira é dia de juntar todo mundo na Elements ou no Opera House, um grande galpão com muita música eletrônica. Domingo a opção é o Walkabout, com banda ao vivo e cerveja barata.

Dá para acreditar que uma vez por mês tem festa brazuca em Bournemouth? É a Sounds of Brazil, com muita música ao vivo, DJ, bebidas típicas e público de cerca de 200 pessoas.

Passeios

Praias, praias, praias.... E rinques de patinação, boliches, rollerskating com discoteca, pista de cooper, quadra de tênis, corridas de stockcar, jazz, folk music, discoteca para menores e maiores de 18 anos, ballroom dancing, piscinas (ufa!). Opção de passeios para aproveitar o tempo é o que não falta. E olha que a gente não está nem falando daquele monte de quilômetros de praias limpas que citamos lá em cima.

Dois tipos de passeios imperdíveis para quem estiver por lá: água e ar.

O que? Não entendeu?

Para um passeio "água", siga as placas e visite o The Bournemouth Oceanarium. Fechado apenas nos dias de Natal, o aquário é dividido em diversas partes com nomes super adequados como Hawaí, África e Austrália, onde você poderá ver desde peixes minúsculos até enormes tubarões. Ou conhecer criaturas estranhas e maravilhosas como o "peixe-gato de ponta cabeça" e o gigante pacu (sem brincadeirinhas hein?).

O Oceanarium fica na West Promenade, na altura do Píer.

Já para se aventurar pelo "ar", a dica é ver a cidade de cima, no The Bournemouth Eye, um balão que te leva literalmente pelos ares proporcionando uma experiência incrível e uma vista panorâmica da cidade e de mais de 60km das redondezas.

O balão fica parado no Lower Gardens, e pertinho de um centro de informações turísticas. Fácil fácil de encontrar.

Você pode ainda pegar o Land Train e explorer as praias desde o Boscombe Pier até a Alum Chine beach - o preço do ticket para um adulto é de apenas £1.70.

Próximo da cidade, você vai poder encontrar velhas florestas e pequenas cidades nas redondezas, tudo ligado por estradas de rodagem e vias férreas.

Mas não se esqueça que Bournemouth fica apenas a 2 horas de distância de Londres. Ou seja.... se o tempo disponível (e o bolso) permitir, pegue um ônibus e aproveite o coração da Inglaterra.

Por ser uma cidade relativamente pequena, Bournemouth te dá a opção de alugar e até de comprar uma bicicleta (que custa em torno de £40) para andar por lá.

Afinal você vai poder passear pela avenida na beira-mar, pelo píer e até pegar o ferry com a bike se quiser.

Além de um ótimo serviço de táxi e aluguel de carros, a cidade oferece uma rede de ônibus muito eficiente e barata, com linhas que circulam em vias exclusivas e por isso mais rápidas. Se a preguiça de andar de bicicleta bater, vá até o ponto de ônibus mais próximo e aproveite a vista pela janela.

Compras

Os melhores lugares para se fazer compras em Bournemouth são os shoppings, que para facilitar a sua vida ficam no centro da cidade com transporte de fácil acesso. Na Avenue Shopping Centre dá pra encontrar várias lojas, inclusive de nomes conhecidos como a Marks and Spencer, a H&M e a Zara. Obviamente perto destas lojas ainda tem pequenas lojinhas, cafés e lojas de lembrancinhas para todos os gostos (e carteiras).

Mas se na hora das compras tudo que você quer é ficar longe dos shoppings fechados, sem problemas! Próximo das ruas que eles se localizam casas com mais de 125 anos de história abrigam boutiques, joalherias e lojas de acessórios. É andar, andar e comprar, comprar.

Para sorrir mais e pagar menos, vá até o distrito de Boscombe, com mais de um século de história, além de um passeio agradável em ruas só para pedestres e casas de arquitetura antiga, você ainda pode se divertir com o mercado de rua.

Brighton

Quente. É esta a palavra para definir a chamada Londres Litorânea.

Mas não só isso: diversão, compras, agito, badalação e variedade também são classificações perfeitas para Brighton, a cidade que nasce no sul do litoral inglês.

No passado, a região foi eleita pela realeza como residência oficial de verão, e era para lá que viajava toda a aristocracia britânica. Uma espécie de ilha vip para ricos e famosos. Aliás, antes da colonização, Brighton não passava de uma vila de pescadores. Contudo, a cerca de 80 quilômetros da capital, é atualmente o destino de férias mais popular entre londrinos de todos os tipos e gostos - afinal, estamos em um lugar que não importa o que você quer, você terá.

A descolada Brighton é a queridinhas dos artistas. Por exemplo, quem já fixou residência por lá foi a atriz Cate Blanchett, o músico Nick Cave e o Dj Fat Boy Slim, este último começou a realizar as raves nas praias, o que lotou o litoral inglês de baladeiros no final de semana.

Cultura

Brighton é um dos principais centros culturais e educacionais da Inglaterra. Renomada que só ela, a cidade carrega a fama de referência estudantil internacional.

Também por isso, sedia as grandes conferências políticas do país.

Mas vamos combinar que por melhor que seja, ninguém vai atravessar o oceano para passar todo o tempo dentro de um dos muitos centros de língua inglesa.

Por isso que em maio você precisa estar lá...

Se no Brasil, maio é sinônimo de casamento, em Brighton acontece o maior festival da Grã-Bretanha. Durante três semanas a cidade vira uma enorme platéia das mais diversas manifestações artísticas.

Comida

Durante uma temporada em Brighton é certo que você pode visitar o mundo inteiro através da culinária, mas a principio você tem o dever de aproveitar os pratos típicos. Na lista de especialidades dos chefs da cidade você pode escolher entre frutos do mar e fish&chips.

Mas, quando quiser variar, a cozinha Inglesa, Chinesa, Grega, Italiana, Japonesa, Coreana, Espanhola ou Turca estarão a sua disposição.

Por outro lado, estamos falando da cidade mais saudável do Reino Unido. Em uma pesquisa recente, ficou provado que a região abriga o maior número de pessoas que consomem no mínimo cinco porções de frutas e verduras por dia. Não a toa a expectativa média de vida por lá já bateu a casa dos 78 anos.

Mas tem mais: este é o lugar com maior concentração de personal trainers, centros de ioga e lojas de alimentos orgânicos da Inglaterra. No segredo para terem os melhores níveis de colesterol e de pressão arterial acrescente o fato de irem trabalhar a pé ou de bicicleta.

Noite

Há quem prefira assistir a uma peça no Theater Royal, mas noite em Brighton significa dançar até o amanhecer em dos clubes da cidade. Pode ser um pub, uma discoteca, o que for, a regra é esperar o sol raiar sem perder, jamais, a empolgação.

Dona da mais movimentada vida noturna do sul da Grã-Bretanha, durante o fim de semana a população da região até aumenta. Na trilha sonora que percorre a orla, tem até a bossa nova eletrônica de Bebel Gilberto.

Passeios

No Brasil o Cristo Redentor, nos Estados Unidos a Estátua da Liberdade, em Paris a Torre Eiffel e em Brighton o Palace Pier. Não tem escapatória, visitou a cidade tem que ir até lá nem que seja para uma fotinho turística, mais a mais no final das contas você se encanta e curte muito mais.

Inaugurado no final do século 19, o Pier reúne um enorme cais e um parque de diversões, além de agitar o comércio de souvenirs nos seus 500 metros mar adentro.

Você também pode visitar as ruas estreitas da lendária The Lanes e o Royal Pavillion.`

Para passear por lá o transporte que mais interessa aos turistas que visitam Brighton é o ferroviário. Afinal de contas, em menos de uma hora, para falar a verdade em exatos 50 minutos você é levado para Londres, sua majestade a Capital.

Compras

São dois os shoppings e, acreditem, com opções o bastante para você se deliciar. Não pense duas vezes na hora de trocar um dia de praia por um passeio pelos corredores do Churchill Square, o maior da cidade.

De qualquer forma, ainda dá para bater mais um pouco de perna fora dos centros comerciais. Antiquários, joalherias e boutiques de moda dominam as ruas da cidade.

Cambridge

Ter a sensação de voltar ao século 19, mas com todo o conforto, tecnologia e facilidades deste século não é algo comum. Mas para quem vai a Cambridge, isso é quase inevitável.

Conhecida como a cidade das faculdades, é um lugar cheio de famosos colleges que mais parecem castelos.

Uma das maiores cidades universitárias da Inglaterra, onde fica a segunda melhor universidade do mundo, a Universidade de Cambridge. A cidade mantém uma rivalidade saudável com Oxford, não só pelas faculdades, mas também pela arquitetura, comércio e história.

A população é quase inteira de estudantes que vêm do mundo todo para aprender nos prédios históricos e se divertir nos tradicionais pubs ingleses. É um centro de muita cultura, tradição e principalmente diversão.

Cultura

A cidade já abrigou diversos nomes importantes da História como Isaac Newton, Erasmo de Roterdam, Lord Byron, Francis Bacon e Charles Darwin.

Graças à Universidade de Cambridge, a cidade é um grande pólo turístico na Inglaterra. Só na universidade encontra-se uma rica arquitetura, muitos quadros e esculturas clássicas, além de diversos prédios históricos.

Como quase toda cidade européia, o ponto forte na cultura são os museus e em Cambridge você vai encontrar o Museum of Classical Archaeology, onde estão diversos objetos da época do Império Romano, que dominou a região há quase dois mil anos.

Também é lá que fica o Scott Polar Research Institute, um museu dedicado a um dos maiores exploradores polares ingleses.

Já no Sedgwick Museum of Earth Sciences você encontra fósseis pré-históricos, alguns datados até mesmo um século a.C.

A própria arquitetura da cidade inteira é um forte foco de cultura. Cambridge foi uma das poucas cidades litorâneas inglesas que não foram influenciadas pela industrialização e, por isso, as arquiteturas originais da Idade Média conseguiram se preservar durante todos esses anos.

Passeios

Além dos mais de vinte museus encontrados na cidade, como o Museu de Arte e Antiguidade Fitzwilliam e o Kettle’s Yard, para curtir artes visuais e música, a cidade oferece passeios ao ar livre.

Cambridge é lembrada pelos seus imensos "tapetes verdes", como são chamados os gramados extensos e muito bem cuidados.

Mas os passeios mais interessantes são as visitas aos diversos prédios das universidades. Faça um tour pelos colleges para saber os locais onde desfilaram grandes figuras, como ganhadores do prêmio Nobel e famosos escritores.

Ah! Quem vai a Cambridge não pode perder o famoso coral dos meninos do King’s College Chapel.

Comida

Na hora quebater aquela fome, nada de fast-food. Entre no clima inglês e faça uma boa refeição num tradicional pub. Não importa se for para tomar uma cerveja, um chá, almoçar ou jantar. Os pubs ingleses de Cambridge são ótimos lugares para entrar no clima medieval e curtir saborosos pratos

Se você gosta de tradição, aprecie o completo chá da tarde.

Noite

Vale lembrar que Cambridge é uma cidade universitária, por isso as noites são sempre muito animadas. Os pubs, que de dia são ótimos restaurantes, à noite são excelentes baladas. Os preferidos são o The Eagle, uma antiga pousada, e The Pickerel, o mais antigo pub da cidade.

Procurando algo mais contemporâneo? Light Bar e B Bar são o ponto de encontro dos estudantes.

Porém, ao contrário do Brasil, as festas começam cedo e acabam cedo.

Compras

A tumultuada feira no centro da cidade é um dos principais pontos de compra na cidade. No centro histórico, encontram-se as famosas vielas como a Green Street, King Street, Rose Crescent e a Magdalene Street. Elas são chamadas de "lanes" e lá é possível encontrar quase todo tipo de produto.

Transporte

Muitos dos prédios universitários, museus, igrejas, espaços públicos e turísticos são localizados bem no coração de Cambridge, então caminhar é uma excelente e agradável opção. Para conseguir apreciar os lugares mais impressionantes e legais que a cidade tem para oferecer, andar é essencial.

Informações Gerais

Como em toda a Grã-Bretanha, a moeda é a libra esterlina (£)

A região é de clima razoavelmente temperado, às vezes bem nublado

A voltagem na Grã-Bretanha é de 240V AC em 50Hz, com padrão de tomada em três pinos quadrados

Clima: o verão vai de junho a agosto (temperatura varia entre 14-30ºC) e o inverno, de dezembro a março (temperatura varia entre 1-5ºC)

Londres

Passado histórico e presente vibrante!

Sim, Londres é tudo isso o que dizem. É uma das mais notáveis e excitantes cidades do mundo! Ela tem sempre alguma coisa diferente para oferecer a cada tipo de visitante. Uma terra de vanguarda, multicultural e com arquitetura espetacular. Tudo isso porque no século 20, a cidade foi palco de importantes transformações culturais.

Agora, algo que parece inútil, mas que será ótimo para você não se sentir completamente um patinho feio quando chegar por lá, é que Londres reúne gente de todas as idades e classes sociais. Muitos são turistas e também imigrantes com intenção de morar por lá. Esta diversidade cultural é um dos fatores que mais tem contribuído para aumentar, dia-a-dia, a popularidade da cidade, que tem hoje 7 milhões de habitantes. A quantidade de tendas, mercados, restaurantes, parques e centros esportivos impressionam desde o primeiro momento.

Cultura

Se você gosta de arte, com certeza não pode deixar de visitar o British Museum, o mais famoso de Londres com um acervo de 4 milhões de peças contendo (e não erramos nos números, não.

São 4 milhões de peças mesmo!: raridades arqueológicas, pinturas, esculturas, manuscritos, moedas antigas. Um lugar imperdível é o Museu de Cera Madame Tussaud’s que é fantástico. Você vai encontrar de tudo. Calma aí! A rainha da Inglaterra ainda está viva, não espere encontrá-la por lá.

Reserve um dia para ir até a Tate Modern, galeria instalada em uma antiga usina às margens do rio Tâmisa, que apresenta obras de arte do século 20. Saindo da Tate pelo lado direito, siga pela margem do rio até o The Globe, réplica do teatro elizabetano onde Shakespeare encenou suas peças teatrais. Tá bom, vai, não queremos traçar todo o seu passeio, mas existem lugares que você vai se arrepender se não for. (Ir ou não ir? Eis a questão!)

Comida

A comida inglesa já foi considerada uma das piores do mundo, ainda mais para nós que somos acostumados com fartura. O prato mais popular da Inglaterra é o "fish & chips" (peixe com batatas fritas) que é vendido em milhares de lojinhas fast-food e vem embrulhado em um cone de jornal (Peixe, batata e jornal? Eca! Calma, é estranho, mas é bom).

Apesar de caros por causa do câmbio, Londres tem restaurantes de todas as nacionalidades, inclusive brasileiros. São mais de 6 mil, um para cada gosto.

Portanto, nada de passar fome por lá.

Noite

Para você que é baladeiro, a vida noturna da cidade é bastante agitada. São dezenas de pubs, restaurantes, danceterias e cinemas.

Além disso, existem várias opções de teatros e você pode comprar ingressos bem baratos no Half Price Ticket Booth e na Leicester Square, que sempre oferecem bilhetes pela metade do preço (somente para o próprio dia).

Quer uma boa notícia? Apesar dos pubs fecharem às 11 horas da noite, a vida noturna de Londres vai longe. Os clubs, como são chamadas as baladas lá, funcionam direto e as opções são variadas. O Salsa, por exemplo, é um club onde brasileiros se reúnem todas as terças.

O Ministry of Sound é um dos maiores clubs da Europa, com quatro bares e quatro ambientes diferentes. Reúne os melhores DJ’s do mundo e é aconselhável chegar cedo para não enfrentar filas enormes. Outro point é o Notting Hill Arts Club que, apesar de pequeno, é bem agitado.

Passeios

Longe das baladas, mas perto dentro dos pontos turísticos, vale dar uma passada pela London Eye. De lá, você terá uma visão de até 40Km (pois é, Londres te leva para as alturas, sim) de uma das 32 cabines fechadas e envidraçadas da roda gigante. O que mais chama atenção é a vista do Rio Tâmisa e do Big Ben. Os ingressos custam £12,50.

Pronto! Chegamos ao maior símbolo de Londres: o Big Ben. Será que foi isso que tornou os ingleses tão rígidos com os horários? Bom, isso não interessa, mas vale ficar esperto com os compromissos, lá a pontualidade britânica vale sim. Bem ao lado do Big Ben fica a Abadia de Westminste, o lugar onde os monarcas são coroados e enterrados desde o século XI. No mesmo caminho está a Tower Bridge Exhibition, uma ponte do século XIX que cruza o Rio Tâmisa.

Como um pouquinho mais de cultura não faz mal para ninguém, dê uma passada pela Tower of London, um castelo que foi palco de prisões e decapitações de nobres, reis e rainhas. Hoje, guarda as jóias da Coroa Britânica, que podem ser vistas pelos visitantes. Aproveite o embalo histórico e vá também ao Palácio de Buckingham, a residência oficial da rainha Elizabeth II. Esse palácio tem mais histórias para contar do que o Tom Hanks no clássico Forrest Gump.

Outro passeio que vale a pena é o Hyde Park, principalmente aos domingos, passando pela Speak Corner. Lá, palanques são armados e abertos para quem quiser discursar ou defender alguma causa. Pode preparar o seu texto, porque lá vale subir e falar o que pensa. É o nosso Parque do Ibirapuera, nas devidas proporções, é claro.

Transporte

Não precisamos nem falar que visitar os pontos turísticos da cidade em um dos tradicionais ônibus vermelhos de dois andares é a melhor escolha. Primeiro por ser um dos passeios mais completos, segundo porque não dá para passar por Londres e nem entrar neste famoso personagem de todos (todos!) filmes londrinos.

Ok, você é brasileiro e gosta de coisas rápidas e que não tomem muito tempo, por isso, vale saber que o jeito mais fácil de se locomover em Londres é usando o metrô ("tube"). Há estações perto de todas as atrações turísticas. Se for necessário usar mais de uma linha, o ideal é comprar um "travelcard", bilhete válido para o metrô e para o ônibus também. O preço varia conforme a validade (um dia ou uma semana) e a distância em relação ao centro.

Mas, se você pensa em desembolsar uma grana a mais e preservar a comodidade, os táxis ("black cabs"), embora caros, são uma opção segura. Alugar um carro também pode ser uma boa idéia, mas você pode demorar para se acostumar a dirigir. Calma! Não achamos que você manda mal no trânsito, mas lá o volante fica do lado contrário. De modo geral a cidade é bem sinalizada, com indicações para todos os principais pontos turísticos.

Compras

Londres também é uma cidade para você detonar seu cartão de crédito. Lá existe uma enorme oferta de produtos e serviços. É possível fazer compras em algumas das melhores lojas, como a Harrod’s e a Fortnum and Mason. Conheça também a nova Top Shop, uma loja bem diferente das tradicionais.

Se o que você procura são novidades da música, vá até a Tower Records, em Picadilly Circus, ou a uma das lojas da rede Virgin. Na Baker Street tem uma loja especializada só em artigos relacionados aos Beatles, é impossível não passar por lá. Em Charing Cross Road ficam as boas livrarias.

Se faltou tempo e as suas compras ficaram só para os fins-de-semana, corra até os mercados de rua, como o de Portobello, em Notting Hill. Em Candem Town, além de fazer boas compras, você pode ter a oportunidade de ver alguns punks que fazem do local seu ponto de encontro aos domingos. Sim, é praticamente um circo ao céu aberto.

Apesar de Londres ser considerada o paraíso das vendas, as coisas são bem caras.

Normalmente, a cidade tem dois períodos de liquidação: Janeiro e Julho (aproveite!). Mas cuidado, porque a Libra não é Real, e apesar da pontualidade inglesa, você pode voltar mais cedo para o Brasil, pior, sem dinheiro.

Informações Gerais

O fuso horário entre o Brasil e Londres é de 3 horas (os relógios de Londres marcam 3 horas a mais que o horário de Brasília).

A Inglaterra não aderiu ao Euro, portanto, a moeda utilizada lá é a Libra Esterlina.

O clima é bastante instável, então é aconselhável levar agasalhos em qualquer que seja a estação.

A voltagem padrão do Reino Unido é 240v AC, 50HZ. É preciso usar um adaptador de tomada com três pinos quadrados e/ou um conversor para os aparelhos elétricos.

O código telefônico da Inglaterra é 44 e de Londres, 20.

Clima: o verão vai de junho a setembro (média de 20ºC) e o inverno, de dezembro a março (média de 6ºC).

Oxford

Inglaterra
Oxford

Oxford é o orgulho britânico quando o assunto é universidades. Tanto que, durante muito tempo, a cidade era considerada a segunda capital do país. Reúne as escolas mais conceituadas da Inglaterra e dizem que são naquelas salas de aula que a elite britânica é formada.

Assim como Cambridge, outra cidade das universidades, Oxford tem a maioria da população formada por estudantes do mundo todo.

A cidade, que por mais de 800 anos foi um lar para a realeza e grandes estudiosos, hoje é cheia de turistas que entre os diversos colleges querem conhecer principalmente a Christ Church, cenário de diversas cenas dos filmes de Harry Potter, grande sucesso mundial. Antes de Potter, Oxford já era conhecida por ser o lugar sede de "Alice no País das Maravilhas" e "Senhor dos Anéis".

Atualmente já incorporou o espírito de cidade cosmopolita, misturando o que há de mais moderno com a tradição medieval. Um lugar agradável, tanto para os estudos quanto para diversão.

Cultura

Como quase toda cidade européia, tem como pontos fortes os museus de história. Em Oxford fica localizado o mais antigo museu público do mundo, The Ashmolean Museum que possui uma extensa variedade de artes e coleções arqueológicas.

O melhor: a entrada é totalmente grátis.

Para saber mais sobre a história da cidade que já foi palco de grandes descobertas da humanidade, nada melhor do que passar no Museum of Oxford, que mostra da pré-história aos dias atuais porque essa cidade é tão importante na Grã-Bretanha.

Outro importante museu é o Modern Art Oxford que mantém uma reputação internacional por lançar os melhores artistas contemporâneos no mundo.

O prédio da Universidade de Oxford é o um dos mais notáveis e impressionantes da Inglaterra. Mantendo uma estrutura típica da Idade Média, com gárgulas e torres em detalhes de ouro, a construção reúne os importantes prédios da Bodleian Library, do English Gothic, do Sir Christopher Wren’s Sheldonian Theatre e a Radcliffe Camera.

Passeios

Oxford oferece, além dos museus, grandes shows em teatros e casas noturnas. Um lugar renomado é The Oxford Playhouse, na Beaumont Street. Por lá já se apresentaram grandes nomes como Richard Burton e Elizabeth Taylor. Outro destaque é The New Theatre, na George Street, que muda a programação todo o ano e seleciona somente shows de alta qualidade.

De junho a setembro, você pode conferir apresentações das obras de Shakespeare ao ar livre no Headington Hill Park.

Está querendo ouvir um som? Em Oxford, a preferência é de música clássica, mas nos muitos pubs você encontra de música medieval a jazz, de banda ao vivo a karaokê.

O lugar mais badalado é o The Zodiac Club, onde ocorrem grandes shows de pop rock. Para quem curte um show mais eletrônico, a Po-Na-Na Souk Bar e a The Old Fire Station são boas pedidas.

Noite

Como toda boa cidade universitária, Oxford tem a noite agitada e divertida. Nada melhor do que passar uma noite alegre num pub como o Eagle & Child, lugar onde o lendário escritor J.R.R. Tolkien, da série "O Senhor dos Anéis", se reunia com os amigos.

Outra boa opção é o The Turf Tavern, com um clima medieval, ou o The Bear, um lugar com uma enorme coleção de bebidas variadas.

Comida

Na hora de comer, Oxford oferece uma incrível variedade de bares, restaurantes, pubs, cafés e bistrôs. Um lugar histórico é o The Grand Café, uma das primeiras casas de café na Inglaterra, datada de 1920, que serve também pratos da culinária francesa. Outra grande atração é o The Parsonage, no Hotel Old Parsonage, lugar que foi freqüentado por ninguém mais ninguém menos que o escritor Oscar Wilde.

Para um almoço agradável, o Covered Market, um mercado fechado criado em 1772, e um dos melhores locais para encontrar estudantes de verdade tomando o café da manhã ou fazendo um lanche rápido. Aproveite você também para fazer umas comprinhas para saciar a fome durante o dia. O lugar vale a visita para constatar que Oxford vai além das salas de aula.

Compras

Na ida ao Covered Market, além de itens para um bom lanche, você vai encontrar de chapéus feitos a mão a livros antigos.

Para aproveitar o melhor que Oxford tem a oferecer em compras, conheça o movimento das vielas conhecidas como "lanes". Com uma grande seleção de lojinhas para presentes a joalherias, os turistas e estudantes transitam pelas Little Clarendon Street, Turl Street, Golden Cross e Gloucester Green.

A The High Street, conhecida pelos habitantes de Oxford como "the High" oferece uma imensa variedade de butiques, lojas de antigüidades, livrarias e lojas de suvenires.

Transporte

Os principais pontos turísticos de Oxford ficam muito próximos um dos outros, por isso, caminhar é a melhor maneira de desfrutar todos eles. O transporte público é eficiente, mas a preferência dos moradores de Oxford é a bicicleta.

Informações Gerais

A diferença de fuso horário entre Oxford e o Brasil é de 4 horas (os relógios de lá marcam 4 horas a mais do que o horário de Brasília)

O código telefônico da cidade é 1865

Como em toda a Grã-Bretanha, a moeda é a libra esterlina (£)

A região é de clima razoavelmente temperado, às vezes bem nublado

A voltagem na Grã-Bretanha é de 240V AC em 50Hz, com padrão de tomada em três pinos quadrados

Clima: o verão vai de junho a agosto (temperatura varia entre 14-30ºC) e o inverno, de dezembro a março (temperatura varia entre 1-5ºC)

Fonte: www.ci.com.br

Inglaterra

A Inglaterra, e especialmente Londres, está entre o destino mais comum entre viajantes. A capital britânica, e cidade mais importante, tem observado um crescimento constante de turistas, graças ao remanejamento da política do planejamento da cidade. Prova disso, é a enorme reforma do Dome, ou a nova Galeria Tate. Isso tornou possível que Londres voltasse a ser uma das maiores cidades do mundo.

Outro ponto interessante na Inglaterra são suas paisagens rurais, o famoso campo da Inglaterra e suas cidades atraentes, repleta de pequenas pousadas de interior, típicas tavernas, fazendas e mansões. Sem esquecer, é claro, da magnífica costa, penhascos e praias tranqüilas, e cidades que foram, e continuam sendo, sede das famosas universidades, como Oxford e Cambridge.

Londres

Capital da Inglaterra e uma das maiores cidades da Europa, Londres é um dos pontos de referencia histórico e cultural do mundo. A visita pode começar pelo bairro localizado ao norte do Tamisa. Um bom ponto de partida é o passeio pelo Hyde Park, o parque mais famoso da cidade e ponto de encontro para moradores locais, em suas horas de lazer; e o Parque Regent, um pouco mais ao norte e onde fica o Zoológico de Londres. É necessário chegar ao parque pela esquina do Hyde Park, próximo ao monumento do Arco da Constituição e seguir as trilhas até chegar ao lago Serpentine, onde o visitante pode alugar barcos, e conhecer a Galeria Serpentine e o Palácio de Kensington.

É possível deixar o parque pela região norte, em sentido ao Arco Marble, para acompanhar os discursos improvisados, na esquina dos oradores, nos domingos de manhã. Retornando ao parque e saindo pelo local que entrou, fica o Salão Royal Albert e os Museus Victoria e Albert de Ciências Naturais e História.

Em direção ao leste, fica um dos lugares mais populares da cidade: o Palácio de Buckingham, em frente ao Parque e Palácio de St. James. No Palácio de Buckingham, o turista pode visitar, entre outros cômodos, o Grande Salão, as enormes escadarias, o Salão do Trono e a Galeria de Arte. Em frente ao palácio se desenvolve a tradicional troca de guardas, um dos momentos clássicos de Londres que atrai milhões de turistas.

Próximo ao Palácio de Buckingham fica outro ponto turístico interessante: a Estação Vitctoria e o Catedral de Westminster. No entanto, o templo mais interessante e popular de Londres é a Abadia de Westminster. Fica a oeste da Praça do Parlamento e guarda grande parte da história da Inglaterra. Fundada no século IX, foi reformada no século XI e mais tarde, no século XIII. Guarda os túmulos reais das ´personagens de maior destaque na história da Inglaterra. Em frente à Abadia, fica o majestoso prédio do Parlamento, cuja fachada dos fundos fica de frente para o Tamisa.

O famoso Big Ben, a torre do relógio com um sino de treze toneladas, é um dos pontos mais atrativos. Não há nenhum cartão postal de Londres que não o inclua.

O Parlamento fica a uma curta distancia do coração da vida londrina: a Praça Trafalgar, onde se convergem algumas das ruas principais da cidade. Uma delas é a Whitehall, uma avenida onde fica grande parte dos edifícios governamentais britânicos.

A Praça Trafalgar é adornada pela coluna Nelson de 52m de altura, porém a construção mais singular da região é a Galeria Nacional, um dos mais importantes museus do país. Fundada em 1824, possui salas monográficas dedicadas a diferentes fases da história, como a Idade Média, Renascença, Período Barroco, etc.

Da Galeria Nacional é possível chegar ao bairro de West End, sede de todos os tipos de atividades culturais, com cinemas, teatros e ruas animadas e barulhentas.

Nele ficam a Praça Leicester, Chinatown e o Soho, além do Circo Piccadilly, que apesar de aspecto não muito interessante, é um dos "points" das noites de Londres. Outra alternativa é ir am direção ao centro financeiro da cidade e conhecer a Catedral de St. Paul. É a segunda maior do mundo, depois da St. Peter do Vaticano, e possui uma enorme cúpula coberta com chumbo.

Nos últimos anos, Londres renovou sua imagem, na época da celebração do milênio. Agora é possível fazer uma "viagem londrina a avant-gard", com alternativas originais para os visitantes, como o Greenwich Dome, uma enorme tenda com 14 áreas temáticas relacionadas à ciência, ou o Tate Modern, localizado na antiga estação elétrica, cuja coleção de arte moderna é uma das mais importantes da Europa, assim como o Globo de Shakespeare, um teatro novo que homenageia o brilhante escritor britânico. Próximo Fica a British Airways London Eye, um imenso disco com 135m de altura e com 32 cabines de onde se pode admirar toda a paisagem da cidade, e que compete em tamanho com o lendário Big Ben.

Arredores de Londres

Muitas cidades atraem o interessa de muitos viajantes que estão em Londres, devido à proximidade e às boas ligações de ônibus e trem. Oxford, famosa mundialmente pela universidade, pode ser visitada em uma excursão de um dia. O visitante pode conhecer as faculdades que deram fama à cidade como a Merton, Queen, Wadham, Trinity e St. John.

Uma vez em Oxford, pode-se fazer uma pequena viagem à cidade de Strattford e conhecer a casa museu de Shakespeare.

Ao leste, encontramos outra grande cidade universitária da Inglaterra: Cambridge. Muitos dizem que seus habitantes e faculdades (Corpus Christi, Clare, St. John, Magdalene, Jesus, etc.) são mais interessantes que as de Oxford.

Manchester e Liverpool

Essas são duas grandes cidades industriais da Inglaterra, no entanto possuem muitos lugares interessantes para conhecer. Manchester foi um dos centros da Revolução Industrial e o lugar onde se concentrou a poderosa industria têxtil. O ponto histórico da cidade é o castelo romano próximo ao Museu de Ciências e Industria. Há também a Galeria de Arte, com um importante acervo vitoriano, e a região central de Deansgate, lugar da Biblioteca John Rylands e a Rua King, a melhor área comercial da cidade.

Liverpool, infelizmente, simboliza a decadência da industria e da prosperidade britânica nas ultimas décadas. Apesar disso, possui lugares bonitos e interessantes.

É o caso do Salão de St. George, o melhor prédio em estilo grego da Grã-Bretanha, o Museu e Planetário de Liverpool e a Galeria de Arte Walker, com um dos mais completos acervos de arte da Inglaterra.

A Galeria Tate de Liverpool possui as melhores coleções de arte das redondezas de Londres, enquanto as dimensões da catedral, a quinta maior do mundo, também devem ser admiradas.

Não se pode deixar Liverpool sem acompanhar as trilhas da banda mais famosa de todos os tempos: os Beatles. O lugar onde eles tocaram pela primeira vez foi o The Cavern, na Rua Mathew. Podemos ver objetos que pertenciam ao grupo em pubs como a Abbey Road, Rubber Soul e Lennon’s Bar. Para comprar roupas de "estilo Beatles", a melhor opção é a loja Beatles Shop.

O Oeste da Inglaterra

O oeste da península da Inglaterra, próximo ao sul de Gales, ficam os condados de Somerset, Devon e Cornualles, e a cidade de Bristol. Nessa região as praias são protagonistas absolutas. Bristol sempre teve uma vida social e econômica bem agitada, em parte devido a sua posição estratégica como ponto de embarque e desembarque de transatlânticos que cruzam os oceanos, ligando a Europa com a América.

A visita pela cidade pode começar no bairro central, próximo a catedral e ligado as principais áreas turísticas e linhas de táxi. A igreja mais antiga de Bristol é a St. Stephens na Rua King, que ainda conserva várias construções e mansões do século XVII.

Uma curta viagem a agradável cidade de Bath pode ser feita de Bristol. Essa é um dos destinos turísticos mais famosos dos últimos anos. Os lugares mais interessantes são as fontes termais romanas e a abadia. Ao sul da região, fica a cidade de Exeter, com a magnífica catedral de St. Peter e as duas torres de estilo gótico normando.

Fonte: www.visaoreal.com.br

voltar 1234avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal