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Dois – Pablo Neruda

Pablo Neruda PUBLICIDADE Dois… Apenas dois. Dois seres… Dois objetos patéticos. Cursos paralelos Frente a frente… …Sempre… …A se olharem… Pensar talvez: “ Paralelos que se encontram no infinito…”. No entanto sós por enquanto. Eternamente dois apenas. Dois – Errante

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Soneto XXV – Pablo Neruda

Pablo Neruda PUBLICIDADE Antes de amar-te, amor, nada era meu: vacilei pelas ruas e as coisas: nada contava nem tinha nome: o mundo era do ar que esperava. E conheci salões cinzentos, túneis habitados pela lua, hangares cruéis que se despediam, perguntas que insistiam na areia. Tudo estava vazio, morto …

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Posso Escrever…

Pablo Neruda PUBLICIDADE Posso escrever os versos mais tristes esta noite. Escrever, por exemplo: “A noite está estrelada, e tiritam, azuis, os astros, ao longe”. O vento da noite gira no céu e canta. Posso escrever os versos mais tristes esta noite. Eu a quis, e às vezes ela também …

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