Jeux d’eau – Maurice Ravel
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Quando eu Morrer Quero Ficar
Mário de Andrade PUBLICIDADE Quando eu morrer quero ficar, Não contem aos meus inimigos, Sepultado em minha cidade, Saudade. Meus pés enterrem na rua Aurora, No Paissandu deixem meu sexo, Na Lopes Chaves a cabeça Esqueçam. No Pátio do Colégio afundem O meu coração paulistano: Um coração vivo e um …
Leia maisPoemas da Amiga
Mário de Andrade PUBLICIDADE A tarde se deitava nos meus olhos E a fuga da hora me entregava abril, Um sabor familiar de até-logo criava Um ar, e, não sei porque, te percebi. Voltei-me em flor. Mas era apenas tua lembrança. Estavas longe doce amiga e só vi no perfil …
Leia maisIntroduction & Allegro
Introduction & Allegro – Maurice Ravel
Leia maisBolero 3
Bolero 3 – Maurice Ravel
Leia maisO Domador
Mário de Andrade PUBLICIDADE Alturas da Avenida. Bonde 3. Asfaltos. Vastos, altos repuxos de poeira sob o arlequinal do céu oiro-rosa-verde… As sujidades implexas do urbanismo. Filés de manuelino. Calvícies de Pensilvânia. Gritos de goticismo. Na frente o tram da irrigação, onde um Sol bruxo se dispersa num triunfo persa …
Leia maisBolero 2
Bolero 2 – Maurice Ravel
Leia maisMoça Linda Bem Tratada
Mário de Andrade PUBLICIDADE Moça linda bem tratada, Três séculos de família, Burra como uma porta: Um amor. Grã-fino do despudor, Esporte, ignorância e sexo, Burro como uma porta: Um coió. Mulher gordaça, filó, De ouro por todos os poros Burra como uma porta: Paciência… Plutocrata sem consciência, Nada porta, …
Leia maisLundu do Escritor Difícil
Mário de Andrade PUBLICIDADE Eu sou um escritor difícil Que a muita gente enquizila, Porém essa culpa é fácil De se acabar duma vez: É só tirar a cortina Que entra luz nesta escurez. Cortina de brim caipora, Com teia caranguejeira E enfeite ruim de caipira, Fale fala brasileira Que …
Leia maisBolero 1
Bolero 1 – Maurice Ravel
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