5 dez 1882
24 dez 1880
28 nov 1882
Abelhas
a borboleta azul
abrigo celeste
acima de tudo
acrobata da dor
adalziza
a dor
a espada
afra
a grande sede
a harpa
a idéia do infinito
a imprensa
alda
alma fatiada
alma fatigada
alma ferida
alma Mater
Almas indencisas
alma solitaria
alucinação
amor
a moreira vasConcelos
a morte
anda me a alma
angelus
anima mea
anjo gabriel
ansiedade
antífonia
ao decênio de castro alves
aos relâmpagos sulfúreos
Aparição
a perfeição
A Poesia interminável
a poesia interminável 2
a poesia interminável 3
a poesia interminável 4
a poesia interminável 5
a poesia interminável 6
Após o noivado
a revolta
arte
asas abertas
asas perdidas
as devotas
as estrelas
á sombra espessa de um
álamo
aspiração suprema
assim seja
assombro de assombros
auréola equatorial
Ausência MIsteriosa
away
beijos
beleza morta
benditas cadeias
besouros
boca
bondade
braços
brumosa
cabelos
caçador do infinito
caminho da glória
campesinas
campesinas ao ar livre
canção da formosura
canção do bêbado
canção negra
cárcere das almas
carnal e místico
castela
caveira
Clamando
Clamor supremo
clarões apagados
cogitação
colar de pérolas
como fortes gargalhadas
como um assombro de assombros
como um cisne est'alma frisa
conciliação
condenação fatal
consolo amargo
coração confiante
corpo
crê
crianças negras
cristais
cristo de bronze
cruzada nova
da bruma pelos países
da idéia nos mares jonios
da lua aos raios prateados
dança do ventre
da senzala
de alma em alma
decadentes
de claque casaca e luva
deixai que minh'alma escassa
demônios
desmoronamento
deusa serena
deus do mal
diante do mar
diatribe
dilacerações
dilema
dispersas avante
divina
doente
domus aurea
dormindo
ebrios e cegos
e estala a estrófe de fogo
embora eu não tenha louros
em sonhos
encarnação
enclausurada
enlevo
Enquanto este sangue ferve
entre luz e sombra
envelhecer
escarnio perfumado
escravocratas
espasmos
espirito imortal
espirito mortal
esquecimento
estoure como champagne
eternidade retrospectiva
eternos atalaias
evocação
exortação
êxtase búdico
Feliz!
filetes
Flôr-do-Mar
floresce
flores-da-lua
flores nirvanizadas
flor perigosa
foederis arca
fogos fatuos
fonte de amor
fremintos
fruto envelhecido
glória
grande amor
grandeza oculta
grito de guerra
guilieta dionesi
gusla de sadudade
humildade secreta
idade mãe
imortal atitude
imortal falerno
incensos
inefável!
inês
Inexorável
invulnerável
ironia de lágrimas
ironia dos vermes
joaquim gomes d'oliveira paiva
judia
julieta dos santos
lésbia
levantem esta bandeira
lírio astral
lírio lutuoso
litânia dos pobres
livre
lua
luar de lágrimas
lubricidade
luz da natureza
luz dolorosa
madona da tristeza
mãe e filho
majestade caída
maõs
marche aux flambeaux
mealheiro de almas
mendigos
merece o bom do vidal
metamorfose
metempsicose
meu fIlho
meus esplêndidos desejos
minha
vida e um montão de ruínas em arido deserto um abismo de ais
e de suspiros
missal
missal 2
missal 3
missal 4
monja
monja negra
morena dos olhos pretos
mudez perversa
múmia
mundo inaccecível
música de morte
música mIsteriosa
na luz
na mazurka
nas explosões de bons risos
naufrágios
na vila
nerah
noiva de agonia
noiva e triste
nos campos
no seio da terra
nunca se cala o calado
ó adalziza dos sonhos
ó alzira, alzira, alzira
o assinalado
o botão de rosa
ó cintilante quiquia
o coração
ódio sagrado
o duque
o final do guaranai
ó flora, ó ninfa das
rosas
o grande momento
o grande sonho
oiseaux de passage
Olhares
olhos
olhos dos sonhos
olhos pretos sonhadores
o órgão
o seu boné
os monges
o sol e o coração
o soneto
os rIsonhos
outros sonetos
pacto de almas
pandemonium
papoula
paranaguadas
parece um céu estrelado
perante a morte
pés
piedade
pIedosa
pinto, pinta - ponta à ponta
piruetas
poesia
post mortem
presa do ódio
preso ao trapézio da rima
pressago
primeira comunhão
pródigo
quando ela está de colete
quando estás de laçarotes
quando eu partir
quando será
questão brocardo
rebelado
recolta das estrelas
recorda
regenerada
regina coeli
renascImento
requiém
requiém do sol
ressureIção
rosa
santos óleos
sapo humano
satanismo
saudação
se estala a estrofe de fogo
seios
sem esperança
sempre
sempre e sempre
sempre o sonho
sentimento esquisito
sentimentos carnais
ser dos seres
ser pássaro
serpente de cabelos
sete de setembro
sexta-feira santa
sganarelo
siderações
silêncios
sinfonias do acaso
somrzando
só!
sonata
soneto
sonetos
sonhador
sonho branco
sorriso interior
spleen de deuses
sr. m. bernardino a. varela
supremo anseio
supremo desejo
supremo verbo
tédio
teus olhos belos olhos por
dentro
teus olhos - esses carinhos
torre de ouro
tortura eterna
três Pensamentos
triste
tristeza do infinito
truinfo supremo
tuberculosa
tulipa real
um ser
único remédio
vão arrebatamento
velhas tristezas
velho
velho vento
versos
versos à Infância
vesperal
vida obscura
vinho negro
violões que choram
visão
visão da morte
visão guiadora
vIsionários
voz fugutiva
zulmira dos meus amores