
Descobrir as Ilhas Galápagos significa descobrir a natureza em seu estado mais primitivo, mais puro. Tanto assim que elas motivaram o jovem naturalista inglês Charles Darwin, que as visitou em 1835, a escrever seu famoso livro titulado
"A Origem das Espécies", e o mundo não é o mesmo desde então.
Localizado a 1.000 Km longe da costa do Equador, este misterioso e fascinante arquipélago está composto de 13 ilhas grandes, 6 pequenas e mais de 40 ilhotas. Todo o arquipélago tem uma extensão total de 8.010 km².
Uma grande parte do arquipélago está ao sul da linha equatorial, onde convergem várias correntes marinhas. Em suma, as ilhas Galápagos são a fusão de todos os elementos necessários para criar uma maravilha zoológica.
Calcula-se que as ilhas emergiram do Oceano Pacifico há cinco milhões de anos como resultado de erupções vulcânicas submarinas. São as formações de lava e rocha vulcânica o que dá ao turista a impressão de se achar "em outro mundo" quando visita as ilhas Galápagos.
O processo de evolução, o clima, as correntes marinhas e uma carência relativa de inimigos predatórios - incluindo o Homem- fizeram deste arquipélago um dos mais raros e importantes lugares de nosso planeta. Seguindo diferentes caminhos desde o continente até as ilhas, animais e plantas colonizaram os originais leitos de lava que há milhões de anos formam as Galápagos.
Os organismos que sobreviveram à travessia evoluiram até formar espécies únicas que não se encontram a não ser neste lugar. Todos os répteis das Galápagos , a metade das espécies de aves, 32% das plantas e 25% dos peixes, assim também como um bom número de invertebrados, encontram-se exclusivamente no arquipélago.
O meio ambiente terrestre e marinho das ilhas oferece uma variedade de singulares paisagens que já cativou muitas gerações de turistas e cientistas. Tartarugas gigantes, iguanas marinhas, terrestres, e lagartixas de lava, constroem a familia de répteis mais espetacular jamais conhecida.
As aves estão representadas por mais de 13 espécies diferentes de "pinzones"(tentilhões), "cormoranes", pinguins pequenos, falcões, "gorriones"(ou pardais), albatrozes, flamencos e "bobos" para nomear só alguns . Entre os mamíferos acham-se as bonitas focas brincalhonas e os encantadores golfinhos.

Por estas e outras razões a UNESCO declarou as ilhas Galápagos Patrimonio Natural da Humanidade.
Fonte: www.consulecuadorsp.com.br
Galápagos é um dos poucos lugares em que a relação do homem com a natureza ainda é amistosa e não tão prejudicial à vida selvagem. Tombado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade, o arquipélago equatoriano é a segunda maior reserva marinha do mundo e destino ecoturístico bastante cobiçado.

Localizado no Oceano Pacífico, a cerca de 1000 km da Costa do Equador, Galápagos saiu do anonimato apenas em 1831, quando serviu de inspiração para Charles Darwin elaborar a famosa teoria da evolução.
O inglês passou mais de um mês estudando a grande diversidade de espécies que vivia na água e no continente, e, baseado em suas observações, revolucionou a ciência afirmando que os animais alteram as suas características para se adaptar a um novo ambiente, deixando para trás a crença religiosa de que a origem da vida é a que está escrita na Bíblia, embora muitos acreditem até hoje.

De origem vulcânica, o arquipélago tem uma paisagem muito peculiar e cada uma de suas ilhas apresenta características distintas em sua topografia, flora e fauna. Considerado um dos úm dos últimos santuários ecológicos do mundo, tem como principal símbolo as tartarugas terrestres gigantes, que são facilmente vistas andando por ilhas como Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela. Leões marinhos, iguanas-marinhos e os atobás-de-pés-azuis, entre outras raras espécies, também chamam a atenção dos turistas.
O nome do arquipélago teve origem por causa de seus habitantes mais famosos: as tartarugas gigantes. A expressão Galápago, que vem de galopar, foi criada pelos espanhóis, que no passado cavalgavam sobre a espécie antes de matá-la para obter seu óleo e consumir sua carne.
Os animais não costumam se intimidar com a chegada dos homens ao seu habitat, muito pelo contrário, apresentam geralmente uma curiosidade institiva pelos visitantes.
Além das surpresas nas areias das praias, Galápagos apresenta uma rica experiência submarina. Nas límpidas águas do Pacífico, o mergulhador encontra golfinhos e, com sorte, até baleias em período de migração. Excursões para as ilhas de Wolf e Darwin (foto) atraem visitantes que querem nadar cercados por cardumes de peixes, tubarões-martelo e arraias.

Porém, é bom ficar atento: as leis de proteção à natureza são rigorosas. Embora seja permitido mergulhar e nadar com animais marinhos, é expressamente proibido fotografá-los com flash, por exemplo. A legislação local também não permite que os visitantes tracem suas próprias trilhas, andem sem um guia licenciado ou comam e fumem durante os passeios.

Ilha Bartolomé: visual imperdível
A ilha Bartolomé, uma das 13 principais do arquipélago, é dona de uma das atrações mais visitadas de Galápagos: um mirante natural de onde se vê de maneira única as belezas que formam o belo cenário vulcânico local. Outras que se destacam por seus atrativos são Marchena, Isabela, Santiago, Fernandina, Santa Maria, San Cristóbal, Espanhola, Pinta, Santa Fé, Genovesa, Seymour e Santa Cruz.
As praias também são concorridos pontos turísticos. Com pedras negras pontilhando as areias brancas e um mar azul translúcido, elas fazem a cabeça dos fãs da natureza. Para os estudiosos, as atividades envolvendo vidas selvagens aquáticas ou terrestres é que chamam atenção, tornando Galápagos o principal destino turístico equatoriano.
A moeda oficial de Galápagos é o dólar americano.
A melhor época para uma visita é entre os meses de junho a novembro.
A vacina contra febre amarela é obrigatória e deve ser tomada dez dias antes do embarque.
Para entrar no arquipélago, o turista tem de pagar uma taxa de preservação da natureza, que é mais barata para cidadãos do Mercosul.
A maneira mais fácil de chegar em Galápagos é voar até Quito, capital do Equador, e pegar um vôo para as ilhas de Santa Cruz e San Cristóbal. A companhia equatoriana Tame opera a rota.
As embarcações que percorrem as ilhas, além de serem a melhor forma de conhecer o arquipélago, são uma boa opção de hospedagem. A empresa mais tradicional que oferece o serviço é a Metropolitan Touring.
Fonte: www.guiadasemana.com.br