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Galápagos


Galápagos na origem da vida

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O arquipélago de Galápagos localizado a cerca de 600 milhas náuticas a Oeste do Equador, é constituído por um conjunto de 13 ilhas principais, 6 de pequena dimensão e numerosas ilhotas e formações rochosas, que são o habitat de uma biodiversidade excepcional, e fazem o delírio dos verdadeiros amantes da natureza.

Galápagos
Tartarugas

A descoberta acidental destas ilhas em 1535, por Frei Tomás de Berlenga, Bispo do Panamá, quando o seu navio encalhou, só viria a ter significado após a chegada do “Beagel” em 1845, que em viagem de exploração à volta do mundo deixava desembarcar o naturalista inglês Charles Darwin, o grande impulsionador do conhecimento humano com a “Teoria da Evolução das Espécies”,pondo pela primeira vez em questão a ideia de que Deus criara a terra.

Darwin acabara de constatar, para grande surpresa do mundo, que este arquipélago inóspito e de origem vulcânica, devido ao afastamento do continente Sulamericano e Americano evoluíra de uma forma independente e fora povoado por espécies que não viajaram na “Arca de Noé”, mas antes, chegaram ao arquipélago por mar através das correntes Equatoriana, quente do Panamá e fria de Humbolt, com ajudas de troncos de árvores e por lá encalharam adaptando-se surpreendentemente s condições encontradas em cada uma das diferentes ilhas do arquipélago.

Galápagos
Galápagos

Por constituírem um laboratório vivo para a ciência, as ilhas Equatorianas de Galápagos foram designadas em 1978 Patrimônio Mundial pela UNESCO por serem consideradas uma das áreas naturais mais significativas do mundo, que abriga presentemente mais de 400 espécies consideradas endémicas

Os nossos guias da natureza dentro e fora de água, Jaimito e António, ambos equatorianos, foram incansáveis com os programas de atividades diárias de mergulho e visitas às ilhas, pois a lei do Equador obriga a um acompanhamento rigoroso e prevê algumas restrições.

Galápagos
Galápagos

O respeito pela natureza é exigido a cada turista que chega. Só pode efetuar-se visitas a terra entre as 8:00 e as 17:00 por percursos perfeitamente assinalados que nos levam ao encontro dos animais mais emblemáticos do arquipélago, enquanto nos são fornecidas explicações de carater informativo e de proteção.

O que mais nos surpreendeu nestes encontros com a natureza foi sem dúvida a aproximação que nos foi possível junto destes seres simpáticos e até bizarros como é o caso dos leões-marinhos, gansos-patolas, iguanas e pinguins.

Quando aterrámos na pequena ilha de Baltra, uma base militar por excelência e que foi palco da segunda guerra mundial, onde a maioria dos turista que visitam Galápagos embarca com o operador que escolheu para a sua viajem pela natureza, não imaginávamos o que nos esperava.

Mas depois de um breve percurso de autocarro, e feitas as apresentações por parte dos nossos guias, chegamos ao pequeno porto de águas translúcidas, onde nos esperava o “Lammer Law” com a sua eficiente e acolhedora tripulação e logo as surpresas se nos apresentaram.

Ali mesmo, no pequeno embarcadouro uma tartaruga-bico-de-falcão e uns tantos leões-marinhos deixavam adivinhar a riqueza daquelas paragens.

Acabados de instalar a bordo, zarpámos para a ilha de Seymour Norte, onde fizemos o primeiro mergulho de adaptação e lastragem, num fundo sem grande interesse com condições neutras, pois os nossos anfitriões precisavam de saber com quem mergulhavam nos próximos 10 dias.

Galápagos
Galápagos

Fizemos a rota Norte que privilegia os mergulhos em detrimento das visitas a terra, de qualquer forma à excepção das ilhas de Wolf e Darwin, praticamente inacessíveis pela sua natureza rochosa e proibidas ao turista, desembarcamos em todas as outras ilhas incluídas no nosso roteiro.

Após o mergulho somos transportados a terra nos dois semi-rígidos (localmente denominados “panga”), que servem de barcos auxiliares ao nosso habitável, um desmesurado, mas confortável catamaran para 16 passageiros, quando da sua construção o maior do mundo. Mal desembarcamos e logo percebemos que os animais estavam no seu território e ali ficaram como que habituados aos cerca de 70.000 turistas que anualmente visitam as ilhas e que provavelmente,tal como nós que captam imagem atrás de imagem, como se não voltássemos a ver mais leões-marinhos em família, a sós, a amamentar, a sair da água, ou simplesmente lembrando enormes croquetes depois de molhados a rebolar pelo chão. As iguanasmarinhas secavam em terra e nem pestanejavam e os gansos-patolas de patas azuis exibiam-se para nosso deleite.

Não foi difícil perceber que os machos de leão-marinho, eram extremamente territoriais e senhores do seu harém e desses não nos podíamos aproximar, caso contrário investiam sobre nós, segundo os guias eram o único animal perigoso em todo o arquipélago das Galápagos, caso se sentisse incomodado, claro!

Ao contrário os juvenis dirigiam-se a nós com o seu calcorrear desajeitado, querendo por ventura brincadeira, no entanto, como sabíamos de antemão que não era permitido o contato físico com os animais, pois, tal como nos foi explicado, os juvenis de leãomarinho são reconhecidos pela mãe através do odor e uma simples carícia de um humano poderia torná-lo irreconhecível causando por parte desta a rejeição, redundando provavelmente na sua morte.

Por outro lado, e para nossa surpresa, aqui prevalece a lei do mais forte. Quando nos cruzámos com um filhote perdido e muito débil, foi-nos dito que a natureza se encarregaria da sua sorte, portanto o lema é não ajudar, a menos que se trate de um desastre ecológico como o que aconteceu com o cargueiro “Jessica”, que ao encalhar na ilha de San Cristobal em Janeiro de 2001, fez um rombo no casco derramando 600 toneladas de carburante, não chegando a ser um verdadeiro desastre ecológico por se tratar de um produto muito volátil.

Cada dia é uma lição de ciências naturais pois as ilhas estão repletas de animais que se foram adaptando ao longo dos anos, como é o caso das iguanas-marinhas, descendentes das irmãs terrestre provenientes da América Latina, que se desenvolveram por forma a habitar o mar. Mas a teoria da evolução das espécies surpreendeu-nos ainda mais quando vimos os pequenos pinguins que habitam a ilha de Bartolomeu nesta região tropical, descendentes dos pinguins consideravelmente maiores do Polo Sul.

Aqui fizemos apneia para observação das iguanas-marinhas e dos pinguins, que se deslocavam a velocidades incríveis dentro de água e em terra ficavam completamente estáticos. Desfrutámos ainda de uma paisagem impressionantemente árida subindo ao pico mais alto a 300 metros acima do nível do mar onde vestígios de lençóis de lava deixam brotar uma ténue vegetação rasteira.

O mar que banha as ilhas obviamente também faz parte deste vasto Parque Nacional, mas desfrutar da sua beleza interior é privilégio de quem mergulha e neste caso é aconselhada alguma experiência, pois as condições de mar podem não ser as melhores, quer a nível de correntes fortes paralelas à costa, que sofrem sempre muita influência da maré, ou de fundo. A visibilidade tanto pode exceder os 30 metros, como ser muito reduzida variado de ilha para ilha, mas também localmente e com alguma rapidez, bem como a temperatura da água que pode variar entre os 16º C nas ilhas mais a Sul e os 23ºC nas ilhas de Wolf e Darwin.

Iniciámos a bem dizer a nossa digressão subaquática em “Roca Cousins” e mal entrámos na água, leões-marinhos machos e fêmeas ao nosso redor desfrutavam com graciosidade o prazer do mergulho. A parede apresentava-se em forma de escadaria revestida de gorgónias amarelas, entre as quais realçavam os recortes de estrelas-do-mar de um vermelho muito forte. Um olhar mais atento a um esqueleto de gorgónia mostrou-nos um tímido cavalo-marinho.

Galápagos
Galápagos

Mal virámos o cabo avistámos uma tartaruga macho em água livre enquanto a estrutura do fundo alterou substancialmente, pareceu-nos um vale careca, que de imediato foi patrulhado por um cardume de barracudas, seguindo-se um cardume de raias-chita em formação.

Estivemos praticamente nos 30 metros e não podíamos ultrapassar ao 50 minutos estipulados, até porque ainda havia um segundo mergulho programado para aquele local no mesmo dia, antes de navegarmos para as águas mais agitadas de Wolf, onde chegámos no dia seguinte e permanecemos duas noites efetuando oito imersões, entre as quais duas nocturnas.

A última levou-nos mais de meia hora de “panga”. Saímos ao entardecer para uma baía onde supostamente encontraríamos inúmeras tartarugas a dormir, mas como a natureza é imprevisível, não vimos uma única tartaruga.

A dormir só os peixes-papagaio, que com as suas proteções anti-predador já se tinham aconchegado às rochas, mas para grande surpresa e regozijo do grupo, avistamos a menos de um metro um magnifico tubarão-martelo, que nos olhou frente a frente, deu meia volta e seguiu o seu caminho.

A meia dúzia de milhas náuticas de Wolf, fica situada a ilha de Darwin, com apenas 7 km2, uma autêntica estação de serviço em pleno mar aberto ou se quisermos um oásis no deserto para os seres marinhos, onde cada mergulho é uma surpresa. Durante a estação fria é praticamente garantido o encontro com o grande tubarão-baleia, como estávamos em finais de Novembro havia alguma expectativa no grupo, até porque a expedição anterior tinha avistado dois exemplares.

O Arco de Darwin seria o ponto de eleição para os nossos mergulhos seguintes, considerado o expoente máximo de todo o arquipélago. Lembra o Arco do Triunfo, com a enorme diferença de que foi esculpido pela natureza, emerge de um azul salpicado por espuma branca e está ornamentado por aves marinhas, que andam num constante vai e vem ora em busca de alimento, ora em rituais de acasalamento..

“Les Champs Elyseé” deixam desfilar, por vezes a grande velocidade, pois a corrente normalmente é forte, grandes cardumes de tubarão-martelo. Mal descemos e depois de tentar contrariar sem sucesso a força da corrente agarramo-nos (com unhas e dentes) á rocha vulcânica que reveste as paredes da ”avenida”, daí os guias aconselharem a utilização de luvas, para não ferirmos as mãos.

A visibilidade por vezes é reduzida devido à quantidade de nutrientes, mas do ponto onde nos encontramos, vamos descortinando uns tantos tubarões-martelos de grande porte, mas sobretudo com enormes barrigas, soubemos mais tarde que eram fêmeas prenhes.

Quando menos esperávamos, apareceu-nos um golfinho à frente, mas com a mesma rapidez que apareceu, desapareceu. As condições para colher imagens eram difíceis, de resto as mãos não chegavam, mas guardamos na memória imagens sensacionais de três mergulhos apenas, em que no último fomos contemplados com um grupo de baleias-cabeça-de-melão, mal chegámos à superfície.

Não era desta que voltávamos a ver o tubarão-baleia. Numa próxima oportunidade esperemos o reencontro, de preferência, com uma grande angular em mãos, para captar toda a sua majestosa grandeza.

Gostaríamos de permanecer mais uns dias, mas tínhamos uma rota a cumprir e havia que iniciar o caminho de volta. Regressámos a Wolf, onde fizemos mais quatro mergulhos.

Rumo a Roca Redonda, fomos ao encontro do famoso tubarão-de-galápagos. Eram 6:00 quando saltámos para a água. Caímos num fundo onde brotavam bolhas de ar quente resultantes da atividade vulcânica, e enquanto admirávamos as bolhas a subir à superfície, começamos a descortinar criaturas corpulentas e dinâmicas, em silhueta, e á medida que nos aproximámos, foram tomando formas mais delineadas e perfeitas como só os tubarões parecem ter.

Darwin apesar de se interessar também pelo mar e pelas suas criaturas, na época não tinha meios para o explorar. Só mais tarde, a descoberta de fontes termais nas profundezas deu origem a novas teorias sobre as origens da vida marinha.

Descendo a Sudoeste, mergulhamos em “Punta Vicente Roca” e ”Cabo Marshal”, na ilha Isabela, onde permanecemos uma noite, passando a seguinte em “Puerto Egas”, na ilha de Santiago, onde desfrutamos de um belo passeio costeiro e de um mergulho nocturno de sonho, para irmos ao encontro dos peixes-morcego, que não chegamos a ver, em contrapartida o fundo estava repleto de outros animais tais como raias, tartarugas, cavacos, grandes paguros carregando enormes anémonas, preço que têm de pagar para não serem predados. Mas o mais emocionante, foram os leões-marinhos que a todo o momento passavam por nós.

À medida que as ilhas foram sendo conhecidas, os navegadores foram introduzindo mamíferos terrestres, tais como cavalos, cabras, cães, gatos e ratazanas, que não tardaram a espalhar-se por zonas inóspitas e a tornarem-se selvagens.

Santiago com a exploração de salinas, foi uma das ilhas mais atingidas. As espécies introduzidas concorreram com as espécies nativas, alterando o seu habitat e levando à extinção de algumas delas, que agora só sobrevivem em ilhéus. Para colmatar este problema foram criados programas radicais de caça e até envenenamento das espécies introduzidas, com algum sucesso.

Outra medida preventiva é a limpeza obrigatória dos sapatos, quando embarcamos ou desembarcamos em qualquer das ilhas, para não haver perigo do transporte indesejado de espécies que não pertençam aquele habitat.

Apesar do arquipélago estar situado na zona do equador, onde supostamente a água seria quente, aqui também pode ser fria, resultando numa mistura de espécies de águas quentes e frias, onde abundam os animais de grande porte, tais como tubarões, mantas, raias, atuns, leões-marinhos, tartarugas, mas também os coloridos peixes-borboleta, os cirurgiões, entre biliões de peixe crioulo, mais conhecido por gringos, designação dada aos americanos, frequentadores por excelência daquelas paragens. Seguiram-se “Rocas Gordon”, onde avistamos pela última vez tubarão-martelo e “Plaza”, o paraíso dos leões-marinhos, onde terminamos em beleza a nossa estada de dez dias. Podemos afirmar que Galápagos é único e não pode ser comparado com qualquer outro destino de mergulho.

Quando as ilhas Encantadas foram descobertas, eram abundantes as tartarugas terrestres, daí a origem do nome atual do arquipélago, pois Galápagos em espanhol arcaico significa tartarugas. Tartarugas estas que foram capturadas em grande escala pelos marinheiros que cruzavam aqueles mares, chegando mesmo a dizimar algumas das espécies.

Visitamos o Espaço de Investigação Charles Darwin, em Puerto Ayora, na ilha de Santa Cruz, onde podemos encontrar entre outras tartarugas, o famoso “George”, o único descendente de uma subespécie de tartarugas da ilha de Pinta, que se extinguirá com a sua morte, pois apesar dos esforços, nem a tentativa de inseminação artificial tornou possível a sua multiplicação.

Desta visita arquipélago de Galápagos de origem vulcânica na costa do Equador, constatámos que o isolamento das ilhas do continente que tornou possível a teoria da evolução das espécies, deixou de ser uma realidade desde o momento que o Homem ali desembarcou, apesar dos esforços que agora se investem para contrariar este fato.

Um mundo maravilhoso que vale a pena admirar, mas sobretudo preservar.

Fonte: www.rumbo.com.br

Galápagos

Talvez mais do que qualquer outro lugar do mundo, a fauna de Galápagos são únicas. Observações de Charles Darwin destes animais únicos, sua adaptação notável para um ambiente hostil, e as variações sutis entre as raças da mesma espécie que vivem em ilhas levou diretamente para sua teoria da seleção natural.

A teoria explica como a vasta multidão de espécies sobre a Terra evoluíram a partir de um simples, ancestral escolhido cancelada. A teoria continua a ser o mais importante na biologia. Assim, podemos olhar para trás, quase cinco séculos de contato humano com a Galápagos e dizer que, sem dúvida, o evento mais importante na história humana de Galápagos foi a visita de Darwin em 1835.

Mesmo sem Darwin, no entanto, o conto do contato humano com a Galápagos é fascinante, e as Ilhas Enchanted, como os marinheiros início chamava, fizeram com muitas coisas para muitas pessoas de muitas terras.

Descoberta, Piratas, e baleeiros

As Galápagos foram descobertas em 1535 por Frei Tomás de Berlanga, o Bispo do Panamá. Este foi o tempo de exploração espanhola e descoberta, e seguiu circum-navegação de Fernão de Magalhães do mundo por um só uma dúzia de anos e de descoberta de Balboa do Pacífico por duas dúzias. de Berlanga, no entanto, não era explorador.

Ele havia sido navegando para o Peru, recentemente conquistado por Pizarro, quando seu navio ficou calmaria e foi levado a oeste por correntes; sua descoberta foi totalmente acidental. de Berlanga via pouco valor nas ilhas. Ele escreveu que a terra lá, habitada apenas por aves, focas e répteis, era “escória, sem valor, porque ele não tem o poder de levantar uma grama pouco, mas apenas alguns cardos.” No momento de Berlanga avistado o primeiro de ilhas , seu navio teve apenas uma fonte de dois dias de água.

Eles não encontraram água doce na ilha primeiro eles desembarcaram na. Eles navegaram em um segundo (um com picos elevados, possivelmente Santa Cruz), mas ficou sem água no momento em que chegou a ele. Depois de vários dias, eles conseguiram encontrar água “em uma ravina entre rochas” (visitantes posteriores aprenderam a encontrar água, seguindo caminhos de tartaruga em terras altas).

Enquanto isso, os homens de Berlanga foram reduzidas para espremer a água de espinhosas almofadas palma forrageira. Dois homens e 10 cavalos morreram de sede antes que a água foi encontrada. de Berlanga informou avistar duas ilhas mais grandes, possivelmente, Santiago e Isabela, e caiu sobre o menor dos dois.

Em seu relatório ao rei da Espanha, de Berlanga não se referiu às ilhas por nome, mas eles aparecem no mapa Ortelius do mundo 1570 como “Insulae de los Galopegos”, nomeado para o gigante Saddleback tartarugas de Berlanga e subsequentes primeiros visitantes disseram ter visto.

É possível que as ilhas foram discoved cerca de 60 anos antes pelo rei inca Tupac Yupanqui, como história oral inca fala de sua viagem para o oeste e descoberta de dois “Ilhas de Fogo”. Se há verdade nisso, e há algumas inconsistências na história, talvez seja mais provável que ele descobriu a Ilha de Páscoa.

A fabulosa riqueza do Império Espanhol crescente chamou a atenção dos rivais europeus da Espanha, que queriam limitar o poder espanhol e pegar um pouco da riqueza para si mesmos. Inglaterra em particular deu a sua bênção para piratas e corsários que atacavam galeões espanhóis que regressam a Espanha do Novo Mundo cheio de tesouros.

Galápagos não estava muito longe da rota entre o conquistado Império Inca dos Andes e Panamá e Nova Espanha (México), o centro da atividade espanhola no Novo Mundo. Então, começando no final do século 16, Galápagos tornou-se uma base de operações para muitos piratas ingleses.

Em 1684, um destes corsários, Ambrose Cowley, fez o primeiro mapa bruto das ilhas e nomeou cada um deles, principalmente depois de reis ingleses e nobres (esses nomes têm sido largamente suplantado por outros espanhóis, uma pequena ilhota leste de Isabela, no entanto , ainda leva o nome de Cowley).

Embora a água doce é escassa em Galápagos, ele pode ser encontrado em algumas localidades. Um ponto particularmente favorecido foi Buccaneer Cove na extremidade noroeste de Santiago. Carne fresca, na forma dos tortioses gigantes, foi outro bem valioso a ser tido em Galápagos. As tartarugas gigantes foram altamente apreciados pelos marinheiros, porque eles poderiam ser mantido vivo nos porões dos navios por muitos meses, sem comida ou água.

Em 1790 piratas foram sendo substituídos por baleeiros. Capitão James Colnett foi encomendada pelo governo de Sua Majestade para investigar as possibilidades de cachalote pesca na região e visitou as ilhas em 1793 e 1794. Colnett fez o primeiro mapa razoavelmente precisa do arquipélago e criar um ” Barrel Correios “em Floreana. Baleeiros, que seriam no mar por ano, deixaria letras no barril e navios de voltar para a Inglaterra para a porta iria pegar as cartas e entregá-los à porta. O tambor Correios ainda podem ser vistas hoje na costa no Post Office Bay.

Logo baleeiros de New Bedford, assim como Inglaterra estavam vindo para Galápagos em grandes números, dezenas de navios a cada ano. Como os piratas antes deles, os baleeiros que caçam tartarugas, tartarugas, pássaros e iguanas ocasionalmente terra para o alimento.

Os baleeiros, no entanto, eram muito mais numerosos do que os piratas tinham sido e algumas corridas de tartarugas rapidamente tornou-se extinta. Cerca de 200.000 tartarugas podem ter sido tomadas ao longo do século 19. Também tidos em grande número foram as focas, cuja espessura, pele luxuosa era altamente valorizada.

No início do século 20 eles foram quase extintos (eles têm desde muito recuperado). Em 1813, quando os EUA, Grã-Bretanha e França estavam em guerra um com o outro, American capitão David Porter, comandando o USS Essex, quase destruiu a frota baleeira britânico em Galápagos. Ao mesmo tempo, Porter mapeou as ilhas e fez observações cuidadosas sobre eles em seu log, incluindo uma erupção de Floreana , em julho de 1813, a erupção conhecida apenas histórico deste vulcão.

Porter foi também o primeiro a comentar sobre as diferenças nas tartarugas, particularmente na forma de suas conchas, a partir de várias ilhas. Quando ancorada na baía de James, Porter lançou várias cabras para pastar perto da costa. No entanto, depois de vários dias as cabras desapareceu para o interior e não foram vistos novamente.

Porter não tinha a intenção de liberar as cabras. Mas nos anos seguintes e séculos, muitos foram libertados deliberadamente para fornecer uma fonte contínua de carne para navios na área. Estas cabras multiplicaria, eventualmente atingindo 100.000 em Santiago, e devestate a flora nativa de Santiago e várias outras ilhas e threating os herbívoros nativos, como a tartaruga gigante . Hoje, espécies introduzidas permanecem a maior ameaça à biota Galápagos.

Entre os baleeiros que pararam aqui foi Herman Melville, o grande romancista americano e autor de Moby Dick. Melville não se impressionou com o que viu, “vinte e cinco montes de cinzas despejadas aqui e ali, em um terreno da cidade do lado de fora”, mas, no entanto, escreveu uma história curta, Los Encantadas, que teve lugar nas ilhas, publicado em 1854. O título é o nome de baleeiros e piratas, muitas vezes utilizados para as ilhas, as ilhas encantadas.

Até 1832, as ilhas foram nominalmente propriedade da Espanha, que, no entanto, tinha tomado intersest pouco neles e tinha feito quase nada para fazer valer a sua reivindicação. Em 1832, eles foram reivindicados pela República de 2 anos do Equador (que fica a 1000 km ao leste), e chamado de “Arquipélago del Ecuador”.

Em 1892, eles foram renomeados “Arquipélago de Colón”, em honra de Colombo e os 400 anos de sua descoberta da América. Este continua a ser o nome oficial das ilhas, mas o nome original, Galápagos, é o mais utilizado.

Em 1833, o governo equatoriano concedeu uma concessão a José Villamil, um francês que havia deixado Louisiana quando foi vendido para os Estados Unidos, para estabelecer o primeiro assentamento em Galápagos, em Floreana. Villamil levantou frutas, legumes, gado, porcos e cabras e fez uma negociação com o negócio vivo baleeiros.

Por ocasião da visita de Darwin, em 1935, as tartarugas já estavam desaparecendo de Floreana. Ele encontrou 2-300 pessoas que vivem na ilha, e que “o artigo grampo de alimentos de origem animal são fornecidos pelos próprios tartarugas.

Seus números têm, naturalmente, foi muito reduzida nesta ilha, mas as pessoas ainda contar com a caça de dois dias dando-lhes alimento para o resto da semana. Diz-se que as embarcações que anteriormente solteiras têm levado tantos como 700, e que a tripulação do navio de uma fragata alguns anos que derrubou em um dia 200 tartarugas da praia. ”

Por volta de 1846, bem depois da colônia Villamil tinha sido abandonada, Berthold Seeman, um naturalista a bordo do HMS Pandora, informou que não havia tartarugas que podem ser encontrados em Floreana, mas havia 2.000 cabeças de gado.

Os cães selvagens percorriam a ilha, e que mais tarde foram relatados para atacar os visitantes. O Santa Fé e Rábida corridas de tartaruga também se tornou extinto no século XIX.

Baleeira interesse em Galápagos diminuiu na década de 1860, como os cachalotes se tornou susto e recentemente descoberto petróleo veio rapidamente para substituir o petróleo esperma. Apesar de navios continuaram a ocasionalmente parar ali para tomar focas e prestação, a grande era de piratas e baleeiros acabou.

Darwin e a Evolução

Galápagos
Charles Darwin

Em junho de 1831, o HMS Beagle zarpou da Inglaterra sob o comando do Comandante Robert Fitz Roy em uma missão de quatro anos de levantamento (Fitz Roy foi promovido a capitão durante o cruzeiro). Fitz Roy decidiu levar alguém que vai “lucrar com a oportunidade de visitar diferentes países ainda pouco conhecidos.”

A pessoa que assumiu este cargo não remunerado foi de 22 anos de idade, Charles Darwin. Darwin tinha começado seus estudos como estudante de medicina, em seguida, tornou-se um estudante de teologia na Universidade de Cambridge. Nem campo tem o excitava, e seu pai, um médico, considerou-o uma espécie de desgraça.

Darwin tinha se interessado em geologia e passou algum tempo estudando geologia informalmente com o grande geólogo escocês Charles Lyell (geologia ainda não era um campo de estudos formal).

Ele era um ávido colecionador de besouro também. Após três anos de levantamento do Sul costa americana, o Beagle chegou a San Cristobal (Chatham), em setembro de 1835. O Beagle passou cinco semanas em Galápagos cuidadosamente traçar o arquipélago. Gráfico Fitz Roy era notavelmente precisas e apresentaram-se em uso até o Bowditch USS recharted a área em 1942.

Enquanto isso, Darwin fez observações cuidadosas sobre tanto a geologia ea biologia das ilhas. Darwin ficou particularmente impressionado com as “diferenças entre os habitantes das ilhas diferentes”:

“A distribuição de inquilinos deste arquipélago”, escreveu ele, “não seria quase tão maravilhoso, se, por exemplo, uma ilha tem um tordo de zombaria e uma segunda ilha outras espécies completamente distintas … Mas é a circunstância de que várias das ilhas possuem suas próprias espécies de tartaruga, zombando de sapinhos, tentilhões, e numerosas plantas, essas espécies têm os mesmos hábitos gerais, ocupando situações análogas e, obviamente, preencher o mesmo lugar na economia natural deste arquipélago, que me parece com admiração.

[Em alguns casos, o que Darwin considerou espécies separadas são agora considerados raças ou subespécies.] Darwin desembarcou em apenas quatro ilhas (San Cristobal, Floreana, Santiago e Isabela); sua maravilha teria sido ainda maior se ele tivesse visitado outras ilhas, para o mesmo padrão se repete em todo o arquipélago.

Após seu retorno, Darwin continuou a ponderar isso. Mas ele tinha outro trabalho a fazer também. A viagem do Beagle foi uma oportunidade única científica e ele fez mais do mesmo. Em 1845, ele publicou um relato geral de suas observações, como a viagem do Beagle .

Ele também publicou livros sobre a estrutura e distribuição dos recifes de corais, ilhas vulcânicas visitadas durante a viagem do Beagle e Geologia da América do Sul, além de Zoologia da Viagem do Beagle, bem como uma série de trabalhos científicos.

Melhor trabalho de Darwin, no entanto, sobre esse negócio de espécies, sua distribuição, e seu lugar na “economia natural”, ainda estava por vir. Demorou quase 25 anos de Darwin para completá-lo, embora ele tivesse a parte mais importante funcionou em sua própria mente dentro de quatro anos. Esta ideia foi germinando revolucionar a maneira de pensar do mundo.

Darwin é muitas vezes creditado com a teoria da evolução, a idéia de que organismos complexos têm desenvolvido gradualmente ao longo do tempo geológico das mais simples. Isso não é correto, como ele iria admitir livremente.

Naturalistas já havia desenvolvido essa idéia até o final do século XVIII. Se uma única pessoa merece crédito por evolução, ele deve ser o francês Jean Baptiste de Lamarck (1744-1829), que chamou sua teoria de “transformismo” em vez de “evolução”. Darwin tinha aprendido de transformismo, em Cambridge, embora ele permaneceu um “creatonist” até depois do Beagle retornou à Inglaterra.

Como ele ponderou que ele tinha visto em Galápagos, ele percebeu que muitas dessas observações poderia ser explicado o por essa ideia herética. O que continua a iludir Darwin e os outros naturalistas da época, era como tranformation ocorreu.

Lamarck, por exemplo, acreditava que características adquiridas durante a vida de um indivíduo pode ser transmitida aos seus descendentes. Houve, no entanto, nenhuma evidência para apoiar esta ideia, e com a nossa compreensão moderna da genética e da biologia molecular, nós reconhecemos que esta é impossível.

A grande contribuição de Darwin para a ciência foi a de que ele resolveu o mistério de como e por que a evolução ocorreu. A resposta, que ele chamou de seleção natural, finalmente lhe ocorreu em 1839. A essência da idéia é que os indivíduos que nascem com características que os tornam mais adequado para seu ambiente são os mais prováveis de sobreviver e com maior probabilidade de sucesso produzir descendentes.

Demorou Darwin mais 20 anos para desenvolver a prova de que ele sentiu que precisava apoiar esta idéia. Darwin considerou fatores como hibridismo, o instinto, o registro fóssil, distribuição geográfica, e embriologia, e dobrado-los todos em sua teoria. Ele publicou um pequeno artigo sobre ele em 1858.

Alfred Wallace publicou um artigo com a mesma idéia no mesmo ano, na verdade, depois de Wallace escreveu a Darwin dizendo-lhe da sua própria idéia da seleção natural, Darwin ele e concordou em publicar trabalhos similtaneous. Nem papel atraiu muita atenção, mas o livro de Darwin, A Origem das Espécies , publicado no ano seguinte (1859), causou uma sensação imediata.

Parágrafo de conclusão de Darwin elequently resumiu sua visão da evolução da vida:

Assim, a partir da guerra da natureza, da fome e da morte, o objeto mais exaltado que somos capazes de conceber, a saber, a produção de animais superiores, segue diretamente. Há grandeza nessa visão da vida, com seus vários poderes, tendo sido originalmente inspirada pelo Criador em algumas poucas formas ou em uma, e que, enquanto este planeta tem ido de bicicleta em acordo com a lei fixa da gravidade, de tão simples se forma um começo infinito mais belas e maravilhosas foram, e estão sendo evoluiu.

Em 1859, Darwin era um cientista emminent, assim suas idéias sobre o como da evolução ocorreu chamou a atenção para a questão mais fundamental da criação versus evolução. Seus pontos de vista foram ouvidos cuidado, mesmo quando eles não foram sempre acreditei. Como acontece com qualquer nova teoria científica importante, intenso debate seguido.

Embora existam aqueles entre o público em geral que ainda defendem o criacionismo, hoje, Darwin tinha construído caso poderosa que, entre os cientistas, pelo menos, a questão foi amplamente resolvida em favor da evolução e da seleção natural dentro de dez anos.

Colonização, Destruição e Preservação

O primeiro habitante “permanente” humana de Galápagos foi um irlandês com o nome de Patrick Watkins, que foi abandonado em Floreana, em 1807. Ele passou oito anos lá, levantando legumes e vendendo-os a visitar navios baleeiros antes de roubar um barco e velejar para o continente. Colonos Villamil sobre Floreana eram os habitantes próximos.

Depois de alguns anos, no entanto, eles abandonaram o assentamento, embora tenha sido bem sucedida, porque o governo do Equador decidiu também estabelecer uma colônia prisional lá. O governo equatoriano continuou a manter colônias penais em Galápagos até meados do século XX.

Villamil então desenvolveram esquemas para o estabelecimento de minas de carvão em Santiago e mais tarde para a mineração de guano, mas nada aconteceu com eles, pela simples razão de que não há carvão e guano muito pouco para o meu.

Um recurso foi expoited em Santiago, no entanto: sal foi extraído do lago de sal perto de James Bay e para salga de peixe e carne de tartaruga.

Em 1869, uma colônia chamada Progesso foi criada em San Cristobal, sob a liderança de Manuel Cobos. Cobos não era um progressista, no entanto, e sua tirania levou ao seu assassinato vários anos depois. A colônia sobreviveu e San Cristobal continua a ser a sede do governo no hoje Galápagos.

Em 1893 Don Antonio Gil estabeleceu uma colônia na costa sudeste de Isabela, que ele chamou de Villamil, e outra, Santo Tomas, 20 km para o interior, de alta nas encostas da Serra Negra . O último foi estabelecida a mina de enxofre a partir dos fumeroles na área.

Cerca de Villamil, coral foi extraído e queimado para produzir cal. Esta foi complementada pela pesca e criação de gado nas encostas de barlavento úmidas da Serra Negra. Estas cidades permanecem até hoje.

Interesse europeu e americano em Galápagos foi estimulado pela publicação do livro de William Beebe Galápagos: Fim do Mundo em 1924. Este livro inspirou o início do eco-turismo que hoje domina a economia de Galápagos. Turismo começou, no entanto, como apenas um fio de água (um dos primeiros turistas foi presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, que visitou as ilhas em 1938).

Houve também um fio de imigração de europeus para Galápagos em torno deste tempo. O maior grupo foi de 60 noruegueses, convencido a se contentar em Floreana em 1927 por vários jounalists jovens e um baleeiro que writen sobre a Galápagos. Floreana acabou por ser nada, mas o paraíso dos promotores prometeu, como os colonos veio a perceber depois que os promotores a esquerda.

A maioria conseguiu sobreviver por um ano difícil ou dois lá. Alguns dos sobreviventes finalmente voltou para a Noruega, outros se mudaram para a liquidação em San Cristobal, e outras instalaram-se na Academia Bay, em Santa Cruz , juntando-se outro grupo de noruegueses que montou uma fábrica de conservas que no ano anterior.

Dentro de alguns anos, a maioria desses colonos deixaram bem, mas alguns permaneceram. Alguns anos mais tarde, outros noruegueses veio a Santa Cruz, assim como um punhado de outros da Europa, América e Equador, todos em busca de uma vida mais simples. Entre eles estavam os quatro Angermeyer irmãos da Alemanha, que se estabeleceram em Santa Cruz em 1935.

Seus descendentes ainda moram lá e operar turnê iates e um hotel em Puerto Ayora. Uma de suas filhas, Johanna Angermeyer, escreveu um excelente livro sobre a sua vida lá, Ilha de meu pai.

No início da década de 1930, vários grupos de europeus liquidada em Floreana, primeiro o Dr. Friedrich Ritter e sua amante Dore Strauch da Alemanha, seguido pela família Wittmer, também da Alemanha, e finalmente austríaco “Baronesa” Wagner de Bosquet e sua comitiva de 3 homens, Robert Philippson, Rudolf Lorenz, e Felipe Valdiviseo. Dr. Ritter e da Baronesa parecem ter sido personagens particularmente curiosos.

Após a chegada da baronesa, disputas eclodiu entre os grupos, principalmente entre a baronesa e apenas sobre todos os outros. Em 1934, uma série de mortes ocorreu bizarros que têm sido objeto de muita especulação desde então. Primeiro, a Baronesa e Philippson desapareceu sem deixar vestígios.

Pouco depois, Lorenz apareceu morto em Marchena (uma das ilhas do norte). Mais tarde no mesmo ano, Ritter, um vegetariano morreu de intoxicação alimentar, como resultado de comer frango. Dore Strauch voltou para a Alemanha pouco depois. Algumas outras mortes misteriosas pouco ocorreu nas décadas que se seguiram.

Os detalhes do “Mistério Floreana” pode ser lido em qualquer um dos vários livros escritos sobre ele. Excelente livro de Frau Wittmer, Floreana, fornece um relato em primeira mão destes eventos, bem como um relato fascinante a 65 anos em Floreana (agora em seus noventa anos, Frau Wittmer ainda vive em Floreana).

Na Segunda Guerra Mundial, a Marinha dos EUA obteve permissão do governo equatoriano para estabelecer bases em Galápagos para guardar as abordagens para o Canal do Panamá. Uma base aérea foi estabelecida em Baltra e uma estação de radar na extremidade norte de Isabela.

Estes foram abandonados logo após a guerra. A base aérea foi dado ao governo equatoriano e, finalmente, transformou-se no aeroporto de presente comercial, operado pela Força Aérea equatoriana. (Posteriormente, os aeroportos foram construídos em San Cristóbal e Isabela.).

O ano de 1935, o aniversário de um centésimo da visita de Darwin, era algo de um ponto de viragem na história de Galápagos, como o governo do Equador decretou partes das ilhas, como conservas de vida selvagem. Quatro séculos de presença humana tinha tido um efeito adverso sobre a sua fauna únicas.

Três das 14 corridas de tartarugas tinham ido embora para sempre e populações de outros foram muito reduzidas (um único indivíduo permanece da raça Pinta). O rato de arroz nativo, um dos poucos mamíferos indiginous Galápagos (duas espécies de ratos nativas e uma espécie de morcego), já estava extinto em muitas ilhas.

Plantas introduzidas nas ilhas assentados estavam substituindo as espécies únicas nativas. Cabras selvagens, como os liberados pelo capitão Porter, junto com porcos, burros e gado, foram desfolhando algumas ilhas. Ratos e gatos introduzidos selvagens, cães e porcos comiam os ovos ou filhotes de aves nativas e répteis.

Enquanto nada foi feito para cumprir o decreto, muito menos para reverter os danos e, enquanto animais selvagens e outros problemas se tornaria pior no futuro, o decreto representou pelo menos uma realização e reconhecimento oficial, de que havia algo digno de preservação no Galápagos.

Em 1959, no aniversário de um centésimo da publicação de A Origem das Espécies, de Charles Darwin a Fundação para as Ilhas Galápagos foi incorporada na Bélgica. Iniciou suas operações nas ilhas em 1960 e inaugurou a Estação de Pesquisa Charles Darwin em 1964. Com isto, alguns dos danos começou a ser invertido.

Em 1965, a estação de pesquisa iniciou um programa de coleta de ovos de tartaruga e trazendo-os para a estação de pesquisa onde seriam chocado e elevado a uma idade em que eles tiveram uma chance razoável de sobrevivência. Eles foram, em seguida, regressaram às suas ilhas nativas.

Isto ocorreu exatamente a tempo de salvar a raça Espanola de tartarugas da extinção (apenas 11 fêmeas e 2 machos da raça permaneceram Espanola). Declínios nas populações de outras raças foram invertidos. Mais tarde, um programa semelhante foi iniciada para iguanas terrestres. O Petrel havaiano foi também à beira da extinção.

Suas áreas de reprodução foram protegidos ea população está aumentando. Também em 1959, a Galápagos foram declaradas a um Parque Nacional pelo governo do Equador. Não foi até 1968, no entanto, que os limites do parque, que incluem 95% da terra nas ilhas, e um serviço de parque foram estabelecidas.

Mais tarde, o oceano ao redor das ilhas foi declarado Reserva da Marinha e colocado sob a jurisdição do parque também. As cabras foram erradicadas da várias ilhas. Turismo organizado começou em 1970, quando 1.000 turistas visitaram as ilhas. O turismo tem crescido a uma estimativa de 60.000 visitantes por ano na década de 1990.

O impacto desta nas ilhas tem sido mantida ao mínimo, implimentation de controles muito apertados e regulação de operadores turísticos. Turistas comer e dormir em barcos turísticos e são autorizados a entrar em terra apenas em áreas designadas, e apenas sob a supervisão de guias licenciados.

Muitos problemas permanecem em Galápagos, no entanto. O número de equatorianos que vivem nas ilhas está aumentando dramaticamente e esticar recursos escassos. Muitos desses novos “Galapagueños” deixar de apreciar a natureza delicada e única da ecologia Galápagos e são exigentes, às vezes violentamente, o direito de explorá-la.

Atividades de pesca, particularmente em torno da pesca marítima cumumber Fernandina , ameaça diretamente da biota marinha e biota terrestre indiretamente, através da introdução de espécies foreign a esta ilha em grande parte intocada.

O governo equatoriano não tem os recursos, e muitas vezes a vontade política, necessárias para proteger as ilhas de atividades nocivas. O pior problema, no entanto, continua sendo a de animais selvagens. Cães, gatos e ratos estão ameaçando iguanas marinhas e aves marinhas em ilhas muitos. Apesar de seus números foram reduzidos, dezenas de milhares de cabras permanecer em Santiago.

Cabras na Pinta , uma vez que teria sido eliminado, mais uma vez assola a ilha. Mas a situação mais desanimador é que de cabras no Isabela. Cabras tinha sido presente em Isabela, mas tinha sido restringida para a parte sul da ilha.

Às vezes, em meados da década de 1980, algumas cabras cruzaram os fluxos de lava seca e deserta do Istmo Perry e chegou Volcan Alcedo . Alcedo é o lar da maior população de tartarugas e até este momento tinha sido pouco afetada por seres humanos ou animais selvagens. Nos últimos 10 anos, o número de cabras no Alcedo aumentou explosivamente, e agora existem entre 50.000 e 100.000 cabras lá.

A caldeira uma vez como novo tem sido amplamente desfolhadas. Cabras também chegaram Volcan Darwin e talvez número na casa dos milhares de lá. Dentro dos últimos anos, eles têm também avistado no vulcão Wolf.

Assim, a batalha para Galápagos foi feita, mas o resultado permanece em dúvida. Resta saber se a fauna e flora únicas de Galápagos pode ser preservado para as futuras gerações de turistas para apreciar e futuras gerações de cientistas para estudar.

Fonte: www.geo.cornell.edu

Galápagos

O comandante da expedição, Robert Fritz Roy, que ficaria três anos buscando informações cartográficas da ainda pouco conhecida América do Sul, queria alguém da sua classe social para viajar no barco.

Galápagos
Galápagos

Darwin, então com 22 anos, um filósofo brincalhão e tranquilo, acabou agradando ao comandante, apesar de, à primeira vista, Fritz Roy ter achado o jovem com cara de idiota.

O cientista, que era extremamente detalhista nas anotações, visitou as ilhas San Cristóbal, Floriano, Isabela e Santiago.

Galápagos
Galápagos

Estudou o tentilhão e constatou que, embora fossem pássaros da mesma espécie, aqueles de bicos pequenos se alimentavam de sementes menores, e os de bicos grandes comiam sementes maiores. Isso confirmava a tese de que as mudanças ocorrem conforme a necessidade de sobrevivência.

Darwin publicou o livro “Viagem de Beagle” em 1837. Já a teoria da evolução só seria publicada 20 anos mais tarde, na obra “A Origem das Espécies”.

Galápagos
Galápagos

Fonte: www.escolavesper.com.br

Galápagos

O arquipélago de Galápagos é formado por 13 ilhas grandes, seis medianas e mais de 40 pequenas. Ficam no oceano Pacífico e, juntas, medem 8.010 km2.

Desde 1832, as ilhas pertencem ao Equador. Basta uma hora e meia de vôo partindo de Quito (capital equatoriana) para chegar até lá. O arquipélago tem origem vulcânica (vários vulcões ainda estão ativos) e relevo acidentado.

Iguanas, flamingos, leões-marinhos, tartarugas gigantes, cactus e rochas vulcânicas. Esses são os ingredientes exóticos que fizeram a fama de Galápagos, ilhas que foram descobertas por espanhóis em 1535 e logo ficaram conhecidas como Encantadas. Fortes correntes marítimas dificultavam o acesso de embarcações, o que aumentava ainda mais o clima de mistério que cercava o arquipélago.

Piratas usavam a região para se esconderem do controle que os espanhóis mantinham na região, entre os séculos XVI e XVIII. Estocavam água e comiam a carne das tartarugas da ilha. Há lendas de que ainda hoje, sob suas águas, existe um tesouro de ouro e prata.

É possível ver também focas e corvos marinhos. Metade das aves que vivem nas ilhas são encontradas exclusivamente no arquipélago, assim como 90% dos répteis e 46% dos insetos. São 13 espécies de tentilhões (pássaro parecido com o pardal), além de mergulhões, falcões, flamingos e albatrozes.

Correntes frias que passam pelo arquipélago, ricas em nutrientes, são responsáveis pela grande variedade submarina nas proximidades das ilhas. Atuns, xaréus, cavalas, baleias, golfinhos, peixes-borboleta e tubarões passeiam livremente na frente das câmeras e flashes disparados pelos mergulhadores.

Mas Galápagos ficou realmente conhecido graças ao naturalista inglês Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução. Em 1831, aos 22 anos, ele fazia parte da tripulação do navio inglês Beagle, que atracou em Santa Cruz (nome de uma das ilhas). Os tripulantes da embarcação nem desconfiavam que, depois daquela missão, o pensamento do homem sobre sua própria existência jamais seria o mesmo.

O Beagle permaneceu no arquipélago por cinco semanas. Tempo suficiente para que Charles Darwin observasse que, em cada uma das ilhas, os mesmos animais estavam em estágios evolutivos diferentes e apresentavam características distintas. Darwin notou também que haviam traços comuns entre animais extintos e outros que ainda estavam vivos.

Nos locais por onde passava, descrevia espécies vivas, observava a natureza, relevo e clima. Colecionava pedras, conchas e fragmentos de esqueleto. O naturalista anotava tudo. Suas investigações sobre a fauna e a flora chegaram ao auge em 1859, com a publicação do livro A Origem das Espécies por Seleção Natural.

Depois da descoberta e do reconhecimento da autenticidade das pesquisas de Darwin, Galápagos tornou-se um pólo para cientistas interessados em estudar a biodiversidade. Hoje, o arquipélago é tombado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Outro apaixonado pela região é o escritor americano Herman Melville. ‘‘A agudeza de minha memória ou a força de minha imaginação são tais que me pergunto se não sou vítima de uma alucinação quando penso em Galápagos’’, escreveu o autor de Moby Dick depois de uma de suas visitas.

Desde 1959 funciona no local a Estação de Pesquisa Charles Darwin, organização não-governamental dedicada a estudos científicos, que treina cientistas, auxilia a formação de estudantes de universidades equatorianas e incentiva jovens voluntários em trabalhos de férias nas ilhas. Outra forma de ajudar na conservação de Galápagos é a participação como membro internacional da fundação ‘‘Amigos de Galápagos’’.

As Ilhas Galápagos agora são o cenário de uma luta entre conservacionistas ambientais e pescadores. Os que vivem da pesca da lagosta têm depredado os centros de estudos da Fundação Charles Darwin e ameaçado os turistas nos últimos meses.

Até mesmo uma tartaruga gigante foi raptada de um centro de procriação. Para evitar a ocorrência de danos ao meio ambiente, o Parque Nacional de Galápagos limita as visitas dos turistas a 100 mil por ano.

Porém, segundo o geógrafo francês Christophe Grenier, autor de Conservação contra a natureza: as Ilhas Galápagos, o aumento da população no arquipélago fez aumentar o tráfego de navios na região e os danos ao meio ambiente. Se em 1960 foram registrados 2 mil habitantes, o número pulou para 10 mil em 1990 e 20 mil hoje.

Fonte: www.geocities.com

Galápagos

Os pássaros, os iguanas, os leões-marinhos e as tartarugas gigantes de Galápagos, no Equador, onde Charles Darwin em 1835 constatou aspectos fundamentais da teoria da evolução, ainda não temem a aproximação dos inúmeros turistas embasbacados, munidos de câmeras fotográficas. Segundo os guias naturalistas, isso acontece porque a fauna local não possui na memória um registro de que os humanos lhe possam fazer mal.

Com 13 ilhas e cinco vulcões, Galápagos é considerada a segunda maior reserva marinha do mundo, atrás apenas da Grande Barreira de Corais, na Austrália.

O arquipélago ora apresenta uma paisagem vulcânica desprovida de qualquer forma de vida, ora é coberta pela tequila, vegetação de moitinhas esbranquiçadas sem folhas nem caules, que lembram liquens ou musgos. Parece de outro planeta.

Mas os animais amigos que povoam algumas das ilhas são a vedete do arquipélago. As fragatas, por exemplo, incham seus papos vermelhos para atrair as fêmeas sem se importar com os curiosos que fotografam o cortejo.

Galápagos
Galápagos

Pássaros brancos dançam exibindo seus pés vermelhos ou azuis e se aproximam fazendo poses. Nas praias de águas límpidas, leões-marinhos nadam com turistas que fazem mergulho de apnéia. Iguanas, tartarugas e peixes parecem ter curiosidade recíproca com o visitante.

Mas a legislação é rigorosa. Embora os visitantes possam mergulhar com os leões-marinhos, é proibido persegui-los ou fotografá-los com flash. Também não é permitido sair das trilhas demarcadas, se separar dos grupos, andar sem um guia licenciado nem desrespeitar os horários. Não se pode fumar ou comer.

Iguanas e tartarugas

Essas leis têm o objetivo de preservar animais como o iguana-marinho, a única espécie de lagarto do mundo que vai ao fundo do mar para comer algas marinhas.

Para nadar melhor na água revolta das ondas contra as pedras, ele desenvolveu a cauda plana, diferente da dos terrestres, que é roliça. Os terrestres são amarelos, e os marinhos, pretos, para melhor se aquecerem no sol, pois eles são répteis cuja temperatura do sangue varia com o ambiente e, no fundo do mar, ela chega a 17ºC.

Equador

O Equador é um dos menores países da América do Sul e, junto com o Chile, são os únicos que não partilham fronteira com o Brasil. É um país, com 283 560 km² e uma população de 13 363 593 habitantes, que utiliza como moeda o dólar americano. Limitado, ao norte, pela Colômbia, a oeste pelo oceano Pacífico, ao sul e a leste pelo Peru. Já possuiu um território quatro vezes maior mas, entre 1904 e 1942, o Equador perdeu territórios em uma série de conflitos com seus vizinhos.

Um cronista perguntou, durante o jogo Equador x Costa Rica, de onde vinha a empáfia dos jogadores e torcedores? Os equatorianos, apesar dos conflitos externos, e das dificuldades econômicas, têm sido exemplares na conservação da sua história e do meio, dos quais muito se orgulham.

Quito, a capital, elevada a 2.850 m, tem um centro histórico que é patrimônio da humanidade, tombado e bem preservado. Com quase 500 anos, exibe uma arquitetura colonial espanhola exemplar e igrejas forradas a pó de ouro, magníficas.

No Museu Arqueológico há cerâmicas de diversos períodos, ornamentos de ouro da época em que o país fazia parte do império inca e até uma múmia, além de informações sobre os diferentes grupos indígenas que formaram o povo equatoriano. Mesmo com a perseguição por parte dos colonizadores brancos, que ocorreu em maior ou menor escala em todos os países da América, os índios equatorianos resistiram, misturaram-se pouco e mantiveram boa parte de suas tradições. Os índios e seus descendentes diretos representam quase 90% da população do país – os outros 10% são brancos e negros.

As Ilhas Galápagos, administradas pelo Equador desde 1832, constituem a natureza em seu estado mais primitivo, mais puro. O arquipélago de Galápagos – em espanhol, tartaruga gigante que se pode montar – fica a 1.000 quilômetros a oeste do país, no Oceano Pacífico, e a 1.500 quilômetros sudoeste do Canal de Panamá. Geologicamente, as ilhas localizam-se sobre a fenda de Galápagos, um ramo da Elevação do Pacífico Oriental.

A cadeia de ilhas vulcânicas jovens – 13 ilhas, 17 ilhotas e 47 recifes – estão a um passo do equador, estando entre 1° norte e 1°3′ sul. Hoje, as ilhas são pilhas de lava, desoladas, com pequena vegetação ao longo dos litorais.

São as formações de lava e rocha vulcânica que dão ao local a impressão de se estar “em outro mundo”. Porém, as montanhas vulcânicas altas geram chuvas que cobrem os ápices com mata densa.

As ilhas não só são famosas por sua associação com atividade vulcânica mas também pela flora e fauna peculiares, que são o resultado do isolamento com qualquer área continental. Seguindo diferentes caminhos desde o continente até as ilhas, animais e plantas colonizaram os originais leitos de lava, que há milhões de anos formam o arquipélago.

Os seres que sobreviveram à travessia evoluíram até formar espécies únicas, endêmicas, no planeta. Tartarugas gigantes, iguanas marinhas e terrestres, e lagartixas de lava são os répteis atuais mais espetaculares da Terra. O mundo das aves está representada por 14 espécies diferentes de tentilhões, fragatas, garças, gaviões, gaivotas, pinguins pequenos, papa moscas, piqueiros de patas azuis ou vermelhas, flamingos, pelicanos e bobos. Considerado a mina de ouro do ecoturismo mundial, tem sofrido intenso fluxo migratório, com processo de urbanização acelerado e ameaças ao equilíbrio ecológico.

A ameaça ao equilíbrio é rigorosamente controlada. O Parque Nacional de Galápagos que conta com a parceria da Fundação Charles Darwin, um Instituto de Pesquisa, fornece todo o suporte científico ao manejo e monitoramento do parque. Ali, o turista internacional paga um taxa de 100 dólares, os turistas do Mercosul 50 dólares, que em grande parte é utilizada nos programas de manejo. Além disso, uma área muito pequena de Galápagos é utilizada para visitação.

Assim o impacto é controlado, apesar dos quase 70 mil turistas por ano.

Declaradas Patrimônio Natural da Humanidade, em 1978, pela UNESCO, as Ilhas Galápagos, “Islas Encantadas” ou Arquipélago de Colombo, são realmente encantadoras e surpreendem os visitantes. Um destes visitantes foi Charles Darwin que chegou ao arquipélago em setembro de 1835, acompanhando ao Capitão Fitzroy, como naturalista de bordo do navio de mapeamento inglês Beagle.

A flaura e a fauna são tão diferenciadas entre as ilhas (que surgiram a partir de erupções vulcânicas com diferença de milhares de anos entre elas), que permitiram que Darwin comprovasse a tese da evolução das espécies através da seleção pelo meio, que já era discutida nos meios científicos europeus, em seu famoso livro – A origem das espécies -, publicado em 1859.

O encontro de 4 correntes marítimas (Humboldt, Cromwell e norte e sul equatorianas), que literalmente se chocam nesta região do Pacífico, na linha do Equador, também explicam esta diversidade, ao trazer diferentes condições de temperatura e micronutrientes e criar habitats diferenciados para a vida marinha. Foi em Galápagos, que Darwin realmente passou a duvidar da imutabilidade das espécies, principalmente após as observações realizadas.

Desenvolveu uma teoria da evolução biológica cujo motor é o fenômeno chamado seleção natural – isto é, o processo pelo qual os organismos mais aptos no seu ambiente tendem a sobreviver em maior número e deixar mais descendentes, transmitindo as suas características genéticas, e o motorista é o meio que, em modificação, passa a selecionar indivíduos diferentes. Entre os animais que coletou e depois descreveu estavam os tentilhões, que têm uma grande variação em tamanho, forma do bico e hábitos alimentares.

Entre esses pássaros existem os que têm bicos que lembram alicates, capazes de esmagar as sementes mais duras. Outros comem insetos, outros são vegetarianos e um deles, o tentilhão vampiro, dá bicadas para chupar o sangue de aves marinhas.

Alguns autores comentam que durante um jantar na casa do Governador de Galápagos, surgiram comentários sobre a possibilidade de reconhecer a sua procedência. Posteriormente, no navio, ao preparar os espécimes coletados para armazenamento e com a ajuda das anotações do Capitão Fitzroy verificou a variação existente entre os tentilhões e as diferentes ilhas do Arquipélago de Galápagos.

O casal Rosemary e Peter Grant, ambos com 70 anos, têm seguido os passos de Charles Darwin nas Ilhas Galápagos desde 1973. Por meio de metódicas medições de bicos dos tentilhões e do estudo de seus cantos, durante várias décadas, documentaram a velocidade com que se manifesta a seleção natural. Seu objeto de estudo foram cerca de 25 gerações de tentilhões (19 mil animais) de 14 espécies da Ilha Dafne do Arquipélago de Galápagos.

Demonstraram primeiro que o processo de seleção natural é mais rápido do que julgava Darwin, em segundo lugar documentaram o mecanismo pelo qual as diversas populações de tentilhões podem ficar isoladas na reprodução e se converter em novas espécies e, em terceiro lugar, que as 14 espécies de Galápagos evoluíram de um tronco comum que chegou às ilhas há dois ou três milhões de anos.

Fonte: tripod.com

Galápagos

Répteis

Além das tartarugas gigantes, Galápagos é o lar de espécies únicas de iguanas, lagartos e outros bichos. As iguanas marinhas são presença constante. São tantas tomando sol tranquilamente nas pedras que é preciso tomar cuidado para não pisar nesses pequenos dragões cuspidores de sal.

Mamíferos

Lobos-marinhos e focas são os mais simpáticos habitantes de galápagos. Em cada praia dá para conhecer um dos aspectos da vida desses bichos. Da tensão do macho dominante guardando o harém dele, até o desânimo relaxado das colônias de solteiros. Há também dramas, como o dos recém nascidos que morrem de fome porque suas mães demoraram demais ou não voltam da caçada.

Aves

Há montes de espécies endêmicas (que só existem lá). Dá para ver os albatrozes decolando como asas-delta das falésias na ilha Espanhola. Espetáculos como grupos de atobás pescando e fragatas aguradando a oportunidade de rouba-los acabam virando rotina. Mais difícil de identificar são as variações no bico dos tentilhões de Darwin (veja ufmg), uma das bases da Origem da Espécies.

Ilhas

Apesar de estar na linha do Equador, várias correntes marítimas passam por lá o que tornam as paisagens da ilha muito diferentes das de um país tropical abençoado por Deus, mas são bonitas por natureza também. A água é fria pacas, há vulcões ativos, exemplos de levantamentos tectônicos recentes, túneis formados pela lava e outras coisas que se aprende nas aulas de geografia.

Equador

Galápagos é apenas uma das atrações do Equador. O país é muito interessante. As paisagens variam bastante. Em poucas horas é possível escapar da neve do altiplano e cair no calor úmido da amazônia. Conheci Quito, Tena, Misahualli e Otavalo. Guardei vários passeios para uma próxima visita.

Dicas

O jeito mais barato de fazer esse passeio é arrumar uma passagem no navio de carga que parte de Guaiaquil e leva peridicamente suprimentos para Galápagos e contratar o passeio pelas ilhas em Puerto Ayora. O mais caro é comprar um pacote completo em uma agência de turismo da sua cidade. Há várias outras soluções intermediárias para a relação preço, custo, conforto e paciência.

Fonte: homedochina.br101.org

Galápagos

Ilhas Galápagos

As Ilhas Galápagos foram descobertas em 1535, pelo bispo do Panamá, Frei Tomás de Berlanga. Existe uma lenda de que as ilhas foram visitadas, primeiramente, pelos viajantes incas, porém não há provas disso…

Uma série de 8 valores foi emitida em comemoração aos 450º Aniversário da Descoberta das Ilhas Galápagos. Um deles (abaixo), mostra Darwin e desenhos da Teoria da Evolução.

Galápagos
Galápagos

As ilhas apareceram pela primeira vez em dois mapas do século XVI, um desenhado por Mercator (1569) e o outro por Abraham Ortelius (1570).

Foram chamadas de: “Insulae de los Galopegos – Ilhas das Tartarugas”.

Em seus 4 anos de isolamento na ilha de Juan Fernandez, fora da costa chilena, Alexander Selkirk (o protótipo de Robinson Crusoe), visitou as ilhas Galápagos por volta de 1709, com o capitão Woodes Rogers.

O primeiro morador de Galápagos foi um irlandês chamado Patrick Watkins, abandonado por lá em 1807. Ele passou dois anos plantando vegetais e trocava-os por rum com os visitantes. Em 1809, ele roubou um barco e fugiu para Guayaquil……

Galápagos foi oficialmente anexada ao Equador em 1832 e foi nomeada “Archipiélago del Ecuador”. Entretanto, parece que seu nome oficial é Arquipélago de Cólon…. O arquipélago de Galápagos é um conjunto de 58 ilhas vulcânicas a quase 1.000 quilômetros da costa (965 Km) continental do país.

Abaixo, série de 2 selos emitida em 1982 que comemora o Sesquicentenário da Soberania Nacional das Ilhas Galápagos (1832-1982) e Centenário da Morte de Charles Darwin (1809-1882). Estes selos foram impressos pelo Instituto Geográfico Militar, em Quito – capital do país.

O mais famoso visitante da ilha foi o jovem Charles Robert Darwin, abordo do “H.M.S. Beagle”, do capitão Robert Fitz Roy, em 15/09/1835, permanecendo até 20 de Outubro.

Corroborando com a data, em 1935, os correios da República do Equador emitiram uma série de 6 valores sobre o Centenário da Visita de Charles Darwin às Ilhas Galápagos.

Galápagos
Galápagos

Darwin visitou somente 4 ilhas, primeiramente San Cristóbal (Chatham Island), depois Floreana (Charles Island), Isabela e Santiago, durante os 5 dias em que permaneceu nessas terras, fez grandes coletas de plantas e animais, assim como observações da vida natural – o que se tornou, mais tarde, as bases da elaboração da Teoria da Evolução…

Selos foram emitidos pelas Ilhas Galápagos no ano de 1957.

O primeiro selo postal foi emitido em 15/07/1957, é sobretaxado em um selo do Equador (acima, não tenho a imagem). O selo (abaixo) foi emitido pela Ilha em 1957, para comemorar os 125 anos de aniversário….

Galápagos
Galápagos

Os primeiros selos aéreos das Ilhas Galápagos!

O primeiro aeroplano, which carried mail from the Canal Zone to the Galapagos, took place em 06/02/1936 (há um selo comemorativo…). O primeiro vôo comercial chegou em 03/01/1959, com a LIA airlines e mais tarde TAME Ecuador’s airline (06/06/1963), novamente, selos comemorativos forma criados. TAME still has flights to the Galápagos.

Galápagos

Acima, a primeira série de selos aéreos (com 3 valores) mostram: a Ilha de Santa Cruz, o Mar do Equador e a tartaruga-gigante, respectivamente. Abaixo, Homenagem às Nações Unidas.

Em 1936, as ilhas foram declaradas Reserva Nacional. A criação do Parque Nacional Galápagos, 04/07/1959, ratifica o interesse pelo Governo do Equador na conservação dessas ilhas. Em 1968, um Serviço de Parque Nacional para Galápagos foi inciado como uma parte de Serviços Florestais do Ministério da Agricultura.

Fonte: www.sergiosakall.com.br

Galápagos

O arquipélago de Galápagos foi descoberto por acaso em 1535, quando Tomás de Berlanga, o primeiro bispo de Panamá , adormeceu enquanto navegava curso de Panamá para o Peru . O bispo relatou sua descoberta ao rei Carlos V da Espanha e incluiu em seu relatório uma descrição das tartarugas gigantes de Galápagos a partir da qual as ilhas receberam seu nome, e uma nota divertida sobre as ilhas aves que qualquer visitante pode apreciar hoje, “… então boba que não sabia como fugir e muitos foram pegos com a mão. “

É possível que os habitantes indígenas da América do Sul estavam cientes das ilhas “existência antes de 1535, mas não há registros definitivos de presente e as ilhas não aparecem em um mapa do mundo até 1570, quando eles são identificados como a” ilha de as tartarugas. ” Em 1953, o explorador norueguês Thor Heyerdahl descobriu o que ele pensava ser cacos de cerâmica pré-colombiana nas ilhas, mas a evidência parece inconclusivo.

Por mais de três séculos depois de sua descoberta, as Galápagos foram usados como uma base por uma sucessão de bucaneiros, selantes e baleeiros. As ilhas desde ancoradouro abrigado, lenha, água e uma abundância de alimento fresco na forma de as tartarugas gigantes de Galápagos, que foram capturados pelos milhares e empilhadas, vivo, nos porões dos navios. Mais de 100, 000 Estima-se que foram tomadas entre 1811 e 1844. As tartarugas podem sobreviver por um ano ou mais e, portanto, desde que a carne fresca para os marinheiros muito depois de terem deixado as ilhas.

As primeiras cartas ásperas do arquipélago foram feitas por piratas no final do século 17, e da exploração científica começou no final do século 18. Visitante mais famoso do Galápagos foi Charles Darwin, que chegou em 1835 a bordo do navio da Marinha britânica do Beagle.

Darwin permaneceu por cinco semanas, 19 dias, dos quais foram gastos em quatro das ilhas maiores, fazendo anotações e coleta de espécimes que forneceram evidências importantes para sua teoria da evolução, que mais tarde viria a formular e publicar, mas não para décadas depois.

Ele passou a maior parte do tempo em Isla San Salvador de observação e, para que o assunto, comendo tartarugas. A verdade é que Darwin dedicou tanto da sua atenção a geologia e botânica como ele fez com os animais e vida marinha de Galápagos.

O primeiro morador das ilhas foi Patrick Watkins, um irlandês que foi abandonado em Ilha de Santa Maria, em 1807, e passou dois anos vivendo lá, o cultivo de hortaliças e comercialização de sua produção para o rum de passar barcos. A história diz que ele conseguiu manter-se embriagado para a maioria de sua estada, em seguida, roubou um barco de navio e partiu para Guayaquil acompanhado por cinco escravos. Ninguém sabe o que aconteceu com os escravos – apenas Watkins atingiram o continente.

Equador oficialmente reivindicou o Arquipélago de Galápagos, em 1832. Por cerca de um século depois, as ilhas eram habitadas apenas por poucos colonos e foram usados como colônias penais, a última das quais foi fechada em 1959.

Algumas ilhas foram declarados santuários da vida selvagem em 1934, e 97% do arquipélago tornou-se oficialmente um parque nacional em 1959. Turismo organizado começou no final dos anos 1960 e, agora, cerca de 80 000 visitantes estrangeiros visitar as ilhas a cada ano. Outros 20, 000 ou assim que são empresários ou equatorianos visitas a familiares e amigos e não entram na reserva protegida.

Fonte: www.lonelyplanet.com

Galápagos

Arquipélago de Galápagos

O arquipélago de Galápagos inclui 16 ilhas e numerosas ilhotas, localizadas no Oceano Pacífico. As ilhas galápagos emergiram como vulcões há cerca de 10 milhões de anos e nunca estiveram ligadas ao continente.

A ilha Isabela (na forma de um cavalo marinho, imagem acima) tem cinco vulcões com até 1690 metros de altura, alguns tornaram-se ativos durante o século 20.

A ilha possui cerca de 8 mil km².

Galápagos
Lago Darwin, Ilha Isabela, Galápagos

Fonte: www.guiageo-americas.com

Galápagos

O conhecido dito popular, ‘tudo que é pequeno é bonito’ pode ter sido criado especificamente para o Equador. Para os padrões sulamericanos, este país é muito pequeno, comparando com seus vizinhos, Colômbia e Peru. Por este motivo, tornou-se umas das suas principais atrações. Pode-se observar a alvorada ao longo da floresta, almoçar no alto das montanhas dos Andes, e ver o por-do-sol no Oceano Pacífico – tudo no mesmo dia.

A capital, Quito, é a base perfeita para explorar esta país. Por estar a menos de 23km ao sul da linha do Equador, as montanhas de Quito tornam o clima bem agradável – primavera o ano inteiro. A cidade satisfaz os que procuram por cultura e noites místicas, e não precisa ser nenhum arquiteto para admirar as belas construções coloniais, consideradas pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

Ao sul de Quito está a paisagem mais impressionante do Equador.

O primeiro explorador do século XIX foi Alexandre von Humboldt que superou o corredor de vulcões. Impressionantes picos ao sul conhecidos como: Cotopaxi, Chimborazo e Tungurahua. Essa área atrai caminhadores e escaladores, enquanto os menos desportistas podem visitar os mercados coloridos indígenas e as cidades coloniais, que se encontram perto dos vulcões.

Do lado ocidental dos Andes está a costa de Equador, muito diferente e com clima de região montanhosa e até parece estar em outro país. Para se ter uma idéia, pode-se deitar na praia durante todo o dia e pegar um bronzeado nas praia mais populares do Equador. Outra opção, é nadar, surfar, praticar mergulho autônomo ou observar baleias se agrupando nas águas quentes da costa da província Manabí.

Os belos tecidos são produzidos em todas as partes da região montanhosa ao norte, muitas vezes usando técnicas ancestrais. Apenas há algumas horas ao norte de Quito, encontra-se a cidade-mercado de Otavalo, um dos principais centros de tecelagem do Equador.

Nenhuma visita ao Equador seria completa, sem que visitassem às florestas tropicais. Só algumas horas de Quito de ônibus, as encostas dos Andes dão lugar a um tapete verde vasto que se estende ao horizonte com exótica flora e fauna.

A viagem à Galapagos é uma experiência única e inesquecível. Há 1.000km ao oeste da costa do Equador, este arquipélago mundialmente conhecido pela sua vida selvagem destemida que nela habitam. Mas de nenhuma maneira a fama deste arquipélago descreve a experiência que os visitantes tem ao se deparar com seus animais. Pode-se praticar mergulho autônomo e nadar com pengüins e leões marinhos, gigantes tartarugas terrestres com mais 200 quilos que fazem ruído pela floresta de cactos, e ver os patetas de pés azuis enamorando, tudo isso à uma distância impressionante.

Fonte: www.lata.org

Galápagos

As Ilhas Galápagos foram descobertas em 1535 por Frei Tomás de Berlanga, bispo de Panamá, que percorreu-los durante uma viagem entre Panamá e Lima, no Peru. Eles receberam o seu nome atual por Abraão Ortelier em 1574 após as tartarugas gigantes. Galápagos é espanhol para uma sela de uma referência à forma da carapaça (casco) do saddleback tartarugas encontradas em algumas das ilhas.

As ilhas haviam sido chamado Las Encantadas ou ilhas encantadas. Isso porque das fortes correntes que fluem através e ao redor deles, assim tornando a navegação difícil e também devido à gaura ou névoas tornando difícil às vezes dizer se era a ilhas ou o navio que estava se movendo. Este nome estava em uso contínuo por baleeiros e piratas por algum tempo após o título de Galápagos foi geralmente aceite.

Não houve povos nativos, embora sem dúvida de bordo corridas na pré-história tinha encontrado as ilhas, mas continuou indo para lugares mais hospitaleiros para construir suas comunidades.

Por causa do seu isolamento, Galápagos tornou-se rapidamente um refúgio para piratas e náufragos. Tesouros foram enterrados, e as histórias cresceu em torno deles. Por 1792, os baleeiros britânicos chegaram a Galápagos e começou a caçar baleias em torno delas. Como muitos ilhas oceânicas, a topografia do fundo do oceano, de repente para cima arrebatadoras causa ressurgências de profundas nutrientes carregados de correntes tão resultando em uma flor de fitoplâncton e assim de animais que fazem parte da cadeia alimentar. As Galápagos são uma terra de alimentação excelente para as baleias, com as ilhas de Isabela e Fernandina ser um lugar de parto.

O negócio era lucrativo baleeira e não regulamentada, baleeiros levou tudo o que podiam até que seus porões cheios. Eles também levaram as tartarugas gigantes como despensas de vida para fornecer carne fresca no cruzeiro. Um navio baleeiro típico levaria 500-600 tartarugas gigantes, desta forma, ser armazenadas de cabeça para baixo nos porões para ser abatido e comido carne fresca quando era necessário. Pensa-se que os baleeiros causou a extinção de subespécie de tartaruga nas ilhas de Floreana, Santa Fé e Rabida. No total, estima-se que navios baleeiros removidos 200.000 tartarugas de Galápagos.

Galápagos
Ilha Bartolomé, Galápagos

Uma relíquia interessante do dia baleeiros ainda está preservado nas ilhas, que são os baleeiros pós-caixas. Navios baleeiros estavam fora do porto para os normalmente pelo menos 2 anos e geralmente mais, para pós-caixas foram erguidas em ilhas onde eles possam ser vistos por navios baleeiros outros.

Cartas deixadas nas caixas, muitas vezes, pouco mais do que um pequeno barril levantada sobre um poste com um telhado para manter a chuva fora, ficaram com um pedido para que os navios em sua jornada de volta para casa levaria o e-mail de volta com eles e postá-los no momento da chegada.

Galápagos
Tartaruga gigante de Galápagos

Os baleeiros também causou problemas adicionais que seriam em torno de tempo depois que eles deixaram na forma de ferozes animais não-nativos. Ratos pretos, gatos, bois, jumentos, cabras, porcos e cães são um legado de navios baleeiros e outros que chamados por. Por vezes, os animais escaparam, por vezes, no caso de cabras e porcos, que foram deliberadamente deixado livre para se reproduzir e estabelecer uma população que poderia ser usado para a alimentação por marinheiros de navios afundados no futuro. Estes animais selvagens então competiu com fauna nativa para alimentação e habitat.

Autor Herman Melville (Moby Dick de fama) visitou a Galápagos a bordo de um baleeiro e mais tarde escreveu sobre esta visita na história As Encantadas em 1855.

As Galápagos foram largamente ignorada e considerada Brilhe, exceto para naturalista do navio ocasional, até que Charles Darwin desembarcou em 1835, a bordo do HMS Beagle. Darwin era, na época um jovem que tinha iniciado a viagem exploratória, enquanto no meio de estudar para o clero. A viagem e especialmente a experiência e coleta de espécimes animais de Galápagos levou ao desenvolvimento e cristalização de um conjunto de idéias que levariam a teoria da evolução de Darwin. Surpreendentemente, talvez, quando Darwin chegou a Galápagos, ele estava mais interessado em sua geologia do que a biologia, embora isso mudou quando ele começou a olhar para o que havia para ser encontrado lá.

O que fascinou Darwin mais foi o isolamento geográfico e distribuição das espécies. Em Viagem do Beagle , publicado em 1845, ele documentou sua jornada épica história natural. Seu discurso sobre o tema da evolução não foi publicado até 1859, quando a primeira edição de A Origem das Espécies surgiram na Inglaterra e mudou para sempre o estudo da biologia evolutiva.

Não eram duas a três centenas de pessoas que vivem em Floreana, no momento da visita de Darwin, ele escreveu:

“O artigo grampo de alimentos de origem animal são fornecidos pelos próprios tartarugas. Seus números têm, naturalmente, foi muito reduzida nesta ilha, mas as pessoas ainda contar com dois dias de caça dando-lhes comida para o resto da semana. Diz-se que antigamente único navios foram levados como muitos como 700, e que a tripulação do navio de uma fragata alguns anos que derrubou em um dia 200 tartarugas da praia. “

O governo equatoriano de Galápagos usado para colônias penais até a metade do século XX. Havia planos para continuar a explorar as ilhas de seus recursos minerais, como o carvão e guano, mas estes fracassaram pela simples razão de que não foi suficiente para que seja viável. Sal foi extraído de um lago de sal em Santiago e foi usado para salgar peixes locais e carne de tartaruga.

A mais antiga colônia em Galápagos foi criada em San Cristobal, em 1869, e continua a ser a sede do governo no hoje Galápagos. Outras cidades que ainda existem foram estabelecidas nos últimos anos do século 19. Villamil em Isabela, onde coral foi extraído e queimado para produzir cal. Santo Tomas, 20 km para o interior também sobre Isabela foi criada para extrair enxofre dos fumeroles vulcânicas na área. Essas atividades foram complementadas pela pesca e criação de gado nas encostas de barlavento úmidas da Serra Negra.

Equador declarou o arquipélago de Galápagos um santuário de vida selvagem em 1935. Partir dessa época, o eco-turismo começou em Galápagos, presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, visitou em 1938, por exemplo.

Em 1942, os Estados Unidos teve permissão para construir uma base aérea principal em uma das ilhas, Baltra, para proteger e defender o Canal do Panamá.

Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos voltaram esta base e sua pista de pouso para o Equador.

Legislação para proteger o arquipélago começou em 1934, mas a guerra ea política impediu proteção oficial a ter lugar até 1959, quando o Equador estabelecido Parque Nacional de Galápagos. Nesse mesmo ano, 100 anos depois da publicação de A Origem das Espécies, a Charles Darwin Fundação foi criada sob os auspícios da UNESCO e da União Mundial de Conservação. O objetivo declarado da Fundação é “proporcionar o conhecimento e apoio para garantir a conservação do meio ambiente e da biodiversidade do arquipélago de Galápagos através da pesquisa científica e ações complementares.” Para atingir esse objetivo, em 1964, a Fundação abriu a Estação de Pesquisa Charles Darwin (CDRS), em Puerto Ayora, na ilha de Santa Cruz.

O principal parceiro da Fundação Charles Darwin é o Parque Nacional de Galápagos Service, a agência governamental que administra o Parque Nacional, e, desde a aprovação da Lei Especial de Galápagos, em 1998, a Reserva Marinha de Galápagos. A Fundação Charles Darwin ajudou a estabelecer o PNB, em 1968, e ao longo dos anos, a parceria Park Station tornou-se um modelo de como a ciência da conservação e gestão podem trabalhar juntos.

História antiga das Ilhas Galápagos

O arquipélago de Galápagos é um grupo de ilhas vulcânicas nascidos a partir de um ponto de encontro de duas cristas submarinas, o cume Carnegie que corre para o oeste da América do Sul e da Serra dos Cocos, que corre ao sul da América Central. Eles se encontram em um ponto chamado de “Zona de Galápagos”, que em si é em um ponto no cume norte da placa continental Nazca que se move em torno de 2 centímetros a leste por ano. A placa de Nazca é responsável por empurrar as montanhas dos Andes quando ele mergulha sob a placa continental Sul-americana.

Enquanto os movimentos placa de Nazca, o hotspot Galápagos é estacionário. Uma série de eventos vulcânicos tem feito uma série de ilhas que, em seguida, afastou-se do hotspot montando a placa de Nazca, assim, as mais antigas ilhas do grupo Galápagos ficam a leste, enquanto que os mais jovens são a oeste.

Isto é semelhante em muitos aspectos para as ilhas havaianas, embora a progressão de idades não é tão clara como no Havaí.

As ilhas mais ocidentais de Fernandina (1 vulcão) e Isabela (6 vulcões) são muito atividade vulcânica, grandes eventos ocorreram em 1968, 1997 e 1998.

Estes são enormes vulcões procurando caracteristicamente como tigelas de sopa levantados, as caldeiras (cone vulcânico que entrou em colapso em volta do vulcão) são vários quilômetros de diâmetro e até 1000m de profundidade..

A maioria das ilhas são as dicas de grandes vulcões submarinos que chegam e quebrar a superfície, embora alguns são formadas de lava vulcânica submarina erguida.

Há muitas evidências de atividade vulcânica que construiu a Galápagos para ser visto, tipos diferentes de lava, cones, crateras, tubos de lava e outros artefatos de erupções e da atividade vulcânica em curso.

Galápagos
Bartolomé ilha, cratera vulcânica submersa em primeiro plano e Rock Pinnacle (fundo meio) os restos de um cone de tufo erosão – tufo é uma forma de cinzas vulcânicas compactado, encontrado geralmente perto da costa

Fonte: www.darwinsgalapagos.com

Galápagos

Descobrir as Ilhas Galápagos significa descobrir a natureza em seu estado mais primitivo, mais puro. Tanto assim que elas motivaram o jovem naturalista inglês Charles Darwin, que as visitou em 1835, a escrever seu famoso livro titulado

“A Origem das Espécies”, e o mundo não é o mesmo desde então.

Localizado a 1.000 Km longe da costa do Equador, este misterioso e fascinante arquipélago está composto de 13 ilhas grandes, 6 pequenas e mais de 40 ilhotas. Todo o arquipélago tem uma extensão total de 8.010 km².

Uma grande parte do arquipélago está ao sul da linha equatorial, onde convergem várias correntes marinhas. Em suma, as ilhas Galápagos são a fusão de todos os elementos necessários para criar uma maravilha zoológica.

Calcula-se que as ilhas emergiram do Oceano Pacifico há cinco milhões de anos como resultado de erupções vulcânicas submarinas. São as formações de lava e rocha vulcânica o que dá ao turista a impressão de se achar “em outro mundo” quando visita as ilhas Galápagos.

O processo de evolução, o clima, as correntes marinhas e uma carência relativa de inimigos predatórios – incluindo o Homem- fizeram deste arquipélago um dos mais raros e importantes lugares de nosso planeta. Seguindo diferentes caminhos desde o continente até as ilhas, animais e plantas colonizaram os originais leitos de lava que há milhões de anos formam as Galápagos.

Os organismos que sobreviveram à travessia evoluiram até formar espécies únicas que não se encontram a não ser neste lugar. Todos os répteis das Galápagos , a metade das espécies de aves, 32% das plantas e 25% dos peixes, assim também como um bom número de invertebrados, encontram-se exclusivamente no arquipélago.

O meio ambiente terrestre e marinho das ilhas oferece uma variedade de singulares paisagens que já cativou muitas gerações de turistas e cientistas. Tartarugas gigantes, iguanas marinhas, terrestres, e lagartixas de lava, constroem a familia de répteis mais espetacular jamais conhecida.

As aves estão representadas por mais de 13 espécies diferentes de “pinzones”(tentilhões), “cormoranes”, pinguins pequenos, falcões, “gorriones”(ou pardais), albatrozes, flamencos e “bobos” para nomear só alguns . Entre os mamíferos acham-se as bonitas focas brincalhonas e os encantadores golfinhos.

Por estas e outras razões a UNESCO declarou as ilhas Galápagos Patrimonio Natural da Humanidade.

Fonte: www.consulecuadorsp.com.br

Galápagos

Galápagos é um dos poucos lugares em que a relação do homem com a natureza ainda é amistosa e não tão prejudicial à vida selvagem.

Tombado pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade, o arquipélago equatoriano é a segunda maior reserva marinha do mundo e destino ecoturístico bastante cobiçado.

Localizado no Oceano Pacífico, a cerca de 1000 km da Costa do Equador, Galápagos saiu do anonimato apenas em 1831, quando serviu de inspiração para Charles Darwin elaborar a famosa teoria da evolução.

O inglês passou mais de um mês estudando a grande diversidade de espécies que vivia na água e no continente, e, baseado em suas observações, revolucionou a ciência afirmando que os animais alteram as suas características para se adaptar a um novo ambiente, deixando para trás a crença religiosa de que a origem da vida é a que está escrita na Bíblia, embora muitos acreditem até hoje.

De origem vulcânica, o arquipélago tem uma paisagem muito peculiar e cada uma de suas ilhas apresenta características distintas em sua topografia, flora e fauna.

Considerado um dos úm dos últimos santuários ecológicos do mundo, tem como principal símbolo as tartarugas terrestres gigantes, que são facilmente vistas andando por ilhas como Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela. Leões marinhos, iguanas-marinhos e os atobás-de-pés-azuis, entre outras raras espécies, também chamam a atenção dos turistas.

Curiosidade

O nome do arquipélago teve origem por causa de seus habitantes mais famosos: as tartarugas gigantes. A expressão Galápago, que vem de galopar, foi criada pelos espanhóis, que no passado cavalgavam sobre a espécie antes de matá-la para obter seu óleo e consumir sua carne.

Os animais não costumam se intimidar com a chegada dos homens ao seu habitat, muito pelo contrário, apresentam geralmente uma curiosidade institiva pelos visitantes.

Além das surpresas nas areias das praias, Galápagos apresenta uma rica experiência submarina. Nas límpidas águas do Pacífico, o mergulhador encontra golfinhos e, com sorte, até baleias em período de migração. Excursões para as ilhas de Wolf e Darwin (foto) atraem visitantes que querem nadar cercados por cardumes de peixes, tubarões-martelo e arraias.

Porém, é bom ficar atento: as leis de proteção à natureza são rigorosas. Embora seja permitido mergulhar e nadar com animais marinhos, é expressamente proibido fotografá-los com flash, por exemplo. A legislação local também não permite que os visitantes tracem suas próprias trilhas, andem sem um guia licenciado ou comam e fumem durante os passeios.

A ilha Bartolomé, uma das 13 principais do arquipélago, é dona de uma das atrações mais visitadas de Galápagos: um mirante natural de onde se vê de maneira única as belezas que formam o belo cenário vulcânico local. Outras que se destacam por seus atrativos são Marchena, Isabela, Santiago, Fernandina, Santa Maria, San Cristóbal, Espanhola, Pinta, Santa Fé, Genovesa, Seymour e Santa Cruz.

As praias também são concorridos pontos turísticos. Com pedras negras pontilhando as areias brancas e um mar azul translúcido, elas fazem a cabeça dos fãs da natureza. Para os estudiosos, as atividades envolvendo vidas selvagens aquáticas ou terrestres é que chamam atenção, tornando Galápagos o principal destino turístico equatoriano.

Dicas

A moeda oficial de Galápagos é o dólar americano.
A melhor época para uma visita é entre os meses de junho a novembro.
A vacina contra febre amarela é obrigatória e deve ser tomada dez dias antes do embarque.
Para entrar no arquipélago, o turista tem de pagar uma taxa de preservação da natureza, que é mais barata para cidadãos do Mercosul.
A maneira mais fácil de chegar em Galápagos é voar até Quito, capital do Equador, e pegar um vôo para as ilhas de Santa Cruz e San Cristóbal. A companhia equatoriana Tame opera a rota.
As embarcações que percorrem as ilhas, além de serem a melhor forma de conhecer o arquipélago, são uma boa opção de hospedagem. A empresa mais tradicional que oferece o serviço é a Metropolitan Touring.

Fonte: www.guiadasemana.com.br

Galápagos

Foi nas ilhas Galápagos, no Equador, que Charles Darwin encontrou a chave para sustentar a sua teoria a evolução das espécies.

Hoje, seja pelas tartarugas gigantes como o “solitário George”, pelo legado de Darwin ou pela moda dos cruzeiros de luxo, este frágil ecossistema classificado Patrimônio da Humanidade é dos locais mais visitados de todo o Equador. Relato de uma viagem às inigualáveis ilhas Galápagos.

ILHAS GALÁPAGOS, TESOURO DO EQUADOR

Mais de 800 mil turistas visitaram o Equador em 2006 e a meta para este ano é chegar a um milhão. Uma boa parte não prescinde de passar pelas Galápagos, procurando nas ilhas a experiência única de ser parte integrante de uma natureza muito peculiar. Tratando-se de uma zona protegida, e com um ecossistema frágil, o governo do Equador adoptou medidas proteccionistas, fazendo com que o turismo encarecesse em relação ao resto do país e, por consequência, envelhecesse.

Assiste-se, hoje em dia, à tentativa de controlo de todas as espécies animais. O Parque Nacional das Galápagos e a Fundação Charles Darwin são as principais entidades que regulam esta política, mas, por vezes, até a mais elementar regra de segurança da aviação comercial pode ser esquecida.

Nos aeroportos do continente que servem o arquipélago, em Quito e em Guayaquil, as malas são inspeccionadas por uma máquina que detecta partículas radioativas, mas uma faca de seis centímetros, que por esquecimento foi na mochila da cabina em vez de ir para o porão, passou alegremente pelo controlo de segurança. E também não foi vista à chegada, quando funcionários inspeccionaram as bagagens à procura de espécies alheias ao ecossistema.

Um detalhe que ilustra o Equador: um país à procura de colocar a cabeça fora da água para respirar, mas ainda com problemas estruturais.

SOBRE AS ILHAS GALÁPAGOS

As Galápagos são formadas por 12 ilhas principais e outras tantas menores, sendo cinco delas inabitáveis. Ainda assim, existem mais habitantes do que seria de supor. Metade dos cerca de 30 mil residentes do arquipélago vivem na ilha de Santa Cruz e a principal cidade, Puerto Ayora, serve de ponto de partida para tudo. Contrariando a ideia de uma ilha selvagem, de paisagem lunar e povoada exclusivamente por animais, tem tantos bares e lojas que um turista americano, cientista e antigo piloto de aviões que utilizou com frequência as bases aéreas portuguesas, observou que esta mais parecia Key West, na Florida. Mas com encanto.

Os animais que povoam as Galápagos têm a marca registada das ilhas, porque estas, na sua formação de origem vulcânica, nunca tiveram contato com o continente, a cerca de 1000 quilómetros de distância.

Assim, toda a vida animal se desenvolveu na mais dura das situações. A colonização deu-se quando pássaros conseguiram atingir as ilhas após longos voos e peixes conseguiram resistir ao mar e chegar às suas costas. Sementes, ovos de insetos e larvas podem ter chegado às ilhas nos estômagos desses animais ou através de vegetação flutuante.

Os mais fortes sobreviveram e deram origem à teoria do naturalista inglês Charles Darwin, que considerou que as diferenças entre os colonizadores animais e os seus descendentes eram tão grandes que os últimos podem ser considerados uma espécie diferente.

Pássaros, répteis e mamíferos do mar são as espécies dominantes. As iguanas confundem-se com as rochas pretas, abastecendo-se de sol, e os leões-marinhos só rugem às pessoas se tiverem uma cria por perto.

Cactos gigantes, que cresceram ao longo dos séculos para deixarem de se tornar no alimento das tartarugas, formam uma paisagem árida, que pode ser brutalmente interrompida por um oásis composto por uma praia de areia branca tocada ao de leve por águas azul-turquesa. Um pequeno iate ancorado ao largo da praia adorna o postal e transforma-o numa fixação permanente, irresistível ao olhar. Estendemo-nos na praia e pequenos pássaros pousam-nos no corpo, provando uma relação de convivência pouco usual.

Mesmo nas ilhas mais povoadas é possível abrir a boca de espanto quando nos cruzamos com leões-marinhos, iguanas, tartarugas e aves de patas azuis. Nas águas, com alguma sorte e dependendo da época do ano, também podem avistar-se baleias, tubarões, pinguins e golfinhos. Meter a cabeça debaixo de água equivale a ver peixes de todas as cores. As Galápagos são hoje uma espécie de santuário da vida animal, que vai tentando encontrar a sobrevivência e a simbiose possível entre a necessidade do turismo e a preservação do ecossistema.

SOLITÁRIO GEORGE PROCURA PARCEIRA

Para se ter uma ideia mais ampla das Galápagos será preciso passar lá alguns dias e explorar as ilhas mais desertas. Pode-se fazê-lo num tour de barco, adormecendo embalado pelas ondas do Pacífico. Na Ilha Pinta, conhecida também por Abingdon, encontra-se “o solitário George”, uma tartaruga gigante com a idade estimada de 80 anos, depois de ter sido encontrada em 1971. Pode viver até aos 200 anos, mas como não se conhecem mais exemplares da sua espécie (geochelone nigra abingdonii) corre o risco de extinção.

Os funcionários do Parque Nacional das Galápagos já apresentaram várias “amigas” a George, de espécies semelhantes, para acasalamento, mas todas as tentativas foram rejeitadas até hoje, apesar de se encontrar de boa saúde. É que as tartarugas, um bicho sério, só acasalam com animais da mesma espécie.

E nem o fato de ter dois pénis, utilizando o que lhe der mais jeito, tem favorecido o acasalamento, que pode durar até quatro horas. Apesar de o tempo correr contra “o solitário George”, nome pelo qual é tratado carinhosamente pelos habitantes e pela comunidade científica, resta-lhe o consolo de ainda poder viver mais 120 anos. Cheios de tentativas, certamente. Quem desdenharia esta sorte?

GUIA DE VIAGENS

QUANDO IR

Qualquer altura do ano é boa para visitar o arquipélago das Galápagos, sendo cobrada à entrada uma taxa de 100 dólares a todos os visitantes com mais de 12 anos. Na época alta, de Janeiro até Junho, podem ocorrer alguns períodos de chuva forte mas a temperatura é quente e de Julho a Dezembro o tempo é mais frio e seco, descendo também a temperatura das águas.

No continente deve ter-se em atenção a altitude, onde é sempre mais frio durante a noite, e os meses entre Junho e Setembro na zona costeira, normalmente nublados e que tiram turistas à praia.

VIAGENS PARA AS ILHAS GALÁPAGOS

Há alguns trajetos possíveis com diferentes preços. Pela Ibéria, via Madrid, a viagem é mais direta (11 horas) mas mais cara (cerca de 1.300€). Pode poupar dinheiro se decidir ir por Londres (com uma companhia aérea low cost) e daí pela United Airlines, via uma cidade americana (cerca de 1.000€).

De Guayaquil e de Quito para as Galápagos a viagem custa 260€ e 290€, respectivamente. De resto, viajar de avião no interior do Equador é acessível, se bem que nem todas as cidades tenham aeroportos. Os autocarros vão a todo o lado.

HOTÉIS NAS GALÁPAGOS

Há muitos sítios onde hospedar-se, dependendo do orçamento, porque há preços para todas as carteiras. Nas Galápagos pode ficar-se alojado por cerca de 30€ na Casa del Lago. Se quiser poupar dinheiro, opte por comprar apenas o bilhete aéreo e escolher o alojamento, transportes e tours nas ilhas, pois os preços praticados pelas agências de viagens em Quito e Guayaquil estão inflacionados.

Fonte: www.almadeviajante.com

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