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Batalha do Avaí

Foi uma das batalhas da dezembrada - conjunto de operações militares ocorridas em dezembro de 1868, que também inclui o combate da Ponte de Itororó, planejadas e comandadas pelo então Marquês de Caxias, abrindo acesso a Assunção.

Batalha do Avaí

Na noite de 10 de dezembro de 1868, 9.000 homens do Exército brasileiro acamparam em Porto Ipaner, território paraguaio. Ao amanhecer, Caxias ordenou a marcha em direção à cidade de Villeta; os paraguaios, em igual número, esperavam junto à ponte ao sul do arroio Avaí. Depois da vitória, a tropa brasileira foi descansar em Villeta, à margem do rio Paraguai.

Fonte: www.senado.gov.br

Batalha do Avaí

Batalha do Avaí

A batalha de Avaí foi travada junto ao arroio de mesmo nome, em território paraguaio, em Dezembro de 1868, durante a Guerra da Tríplice Aliança, entre as forças da Tríplice Aliança e as do Paraguai.

Foi um dos combates travados na fase do conflito denominada como Dezembrada, quando se registrou uma série de vitórias obtidas por Caxias naquele mês, ao evoluir em direção ao Sul para tomar Piquissiri pela retaguarda, a saber: batalhas de Itororó, Avaí, Lomas Valentinas e Angostura.

Durante a refrega, a força paraguaia bateu-se com tenacidade, mas foi envolvida por um movimento de flanco e destroçada. Apenas 100 paraguaios, incluindo o general Caballero, conseguiram escapar.

A tradição oral paraguaia refere a participação de centenas de mulheres entre os combatentes.

Um dos comandantes foi o brasileiro Manuel Luís Osório.

Fonte: pt.wikipedia.org

Batalha do Avaí

Era preciso tomar Angustura e Vileta e realizar a ligação com a esquadra, para receber abastecimentos. Ao alvorecer de 11 de dezembro, o Exército prossegue no seu avanço para o Sul.

"O general em chefe, convencido da importância do combate do dia 6, pela resistência que o inimigo lhe tinha apresentado na ponte resolveu, para não perder a iniciativa de o perseguir vigorosamente em sua retirada. Tendo dormido em a noite de 6 para 7, no campo de batalha, levantou-se antes do romper do dia para ordenar disposições de marcha".

Teria que transpor o arroio Avaí: mas sobre essa linha d’água, aproveitando habilmente as vantagens do terreno, lá estava novamente o General Caballero, com 7.000 homens e 18 peças de artilharia, repetindo o dispositivo da ponte de Itororó.

"Interfere-se dessa rápida descrição que os brasileiros tinha primeiro ao descer ao arroio, depois transpô-lo e por fim subir a colina oposta para desalojar os inimigos. Estes deviam encontrar-se em excelentes condições de os repelir, quer durante a marcha de aproximação, quer na fase de ataque"

É assinalada e rapidamente reconhecida a posição de Caballero.

Caxias decide, sem demora, passa-se ao ataque, iniciado por Osório, no centro.

Os paraguaios - com sua tradicional bravura - resistem.

No momento mais difícil, desaba sobre o campo da luta violenta borrasca: alaga-se o terreno, cresce o volume do arroio, molha-se a munição da força atacante, e os brasileiros tiveram que recorrer à arma branca.

Luta-se em cada canto, com indiscritível ardor e homérica bravura!

Numa carga, cai morto, a ferro frio, o tenente-coronel Francisco de Lima e Silva; a seguir, o tenente-coronel Antônio Pedro de Oliveira e o coronel Niederauer; o chão está juncado de heróis.

Caxias, do seu observatório, a cavalo, bem junto à frente de combate, acompanha todos os lances e comando o combate.

Ele próprio, num momento, comanda pessoalmente uma intervenção violenta do 2º Corpo sobre o flanco direito da posição.

Osório é ferido no rosto por bala de fuzil.

José Luiz Mena Barreto é um aríete, abrindo brechas.

O Coronel Câmara - à frente de sua cavalaria - parece uma figura de legenda, em entreveros consecutivos, envolto por esquadrões que se digladiam. Ao passar pelo marechal, com os seus cavaleiros indóceis, Caxias o promove:

"- General, louvo-o pelas suas brilhantes cargas!..."

Andrade Neves e João Manuel Mena Barreto, executando a fase final da manobra - cada um sobre um dos flancos da posição - chegam no momento justo e desferem os seus golpes mortais.

A resistência fraqueja e a posição é arrebatada. O combate durara cinco horas.

Caxias atinge um por um os seus objetivos, numa marcha vitoriosa que levará seu nome glorioso à imortalidade dos heróis.

Fonte: www.exercito.gov.br

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