Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  Jamaica  Voltar

Jamaica

A diversidade de grupos humanos determinou muitas características da cultura da Jamaica.

A língua dos camponeses lembra a herança africana, bem como seu vocabulário se baseia no inglês; é a utilizada para cantar temas folclóricos.

Os costumes são passados de geração em geração e as crenças anscestrais como uma recordação do pitoresco personagem Anancy, o homem aranha, que encontra-se também no folclore dos Ashantis da África Ocidental. Em algumas comunidades do interior está conservado o culto a seres fabulosos como Jack Três Dedos, o grande rebelde de dois metros de altura e Tacky, o antigo chefe africano, homens que nunca aceitaram submeter-se aos colonos.

O culto rastafari desenvolveu-se em seus primeiros anos com grande rapidez, formando diferentes escolas de pensamento sem nenhum tipo de institucionalização.

Porém, todas suas variantes tiveram desde o início quatro idéias fundamentadas em comum: o rastafarismo cria um carácter divino de Haile Selassie (conhecido anteriormente como Ras Tafari e que foi o primeiro rei negro, coroado Imperador da Etiópia em 1930, assumindo-se como o deus que havia vindo à terra para guiar os negros para a Terra Prometida); a intríssica superioridade da raça negra, na necessidade de retornar à pátria africana e na conveniência de formar uma comunidade separada do resto da sociedade jamaicana.

Atualmente, existem umas 20.000 pessoas nos bairros de Kingston que podem ser consideradas como rastafarianas.

A maioria está concentrada na zona oeste da cidade conhecida com o nome de Dung hill. Aos rastafarianos atribui-se a criação do reggae que se desenvolveu de uma antiga forma de música folk na Jamaica sobretudo com elementos musicais africanos, porém com idéias trazidas da Índia e Europa. Também teve influências da rumba, o limbo e o calipso.

JAMAICA, TERRA DA MADEIRA E ÁGUA

Os caprichos da natureza parecem estar de acordo para enfeitar uma ilha com as propostas mais fantasiosas que o homem já sonhou. Assim é esta ilha, a terceira maior do Caribe, cheia de detalhes impresionantes que, não por acaso, muitos casais a escolhem como lugar ideal não somente para passar a lua de mel, mas sim para casar-se. Há mais de quinhentos anos, os arawaks batizaram-na de Terra da Madeira e Água "Xaymaca" quando chegaram em suas pequenas embarcarcões provinientes

da América do Sul. Ao contrário do que muitos imaginam, a paisagem é muito mais que praia. Das nuvens descobre-se um país extremamente montanhoso, cujo contorno lembrando um manati, que busca galantear o mar unindo-se as pequenas lagoas tropicais embebidas de cascatas que escorregam de seus pontos mais altos. A densa vegetação permite trajetos que podem ser realizados à pé, cavalgando ou para retroceder no tempo em canoas de bambu ao longo de uns dos 120 rios que existem na ilha. Uma ilha que é totalmente aventura.

DADOS HISTÓRICOS

Desde a época de Colombo a ilha tem mudado muito. Quando o descobridor chegou a Jamaica no ano de 1494, batizou-a como Ilha de São Santiago. Depois viveram neste território os arawaks que desapareceram após 50 anos de colonização e também, vieram muitos homens e mulheres da costa oeste da África.

Colonização Inglesa

A colonização inglesa chegou depois de 161 anos da permanência espanhola no território. Os britânicos desembarcaram 5.000 soldados e marinheiros no porto de Kingston e enfrentaram durante três anos as forças espanholas, até que em 1655 tiveram que entregar a ilha. Os escravos negros fugiram para as montanhas e tornaram-se fortes, por quase um século. Mais tarde a Espanha reconhece a soberania britânica sobre a ilha de Santiago, uma mudnça que freiou a pirataria.

Anos mais tarde, Jamaica se converteu na maior colônia de produção de açúcar do mundo. Tal como sucedeu em quase todas as outras colonias do império britânico, a ilha teve sua época de reivindicação nacional e obteve oficialmente a independência em 16 de agosto de 1962.

O domínio inglês propiciou a vinda de chineses e hindus; os judeuss, por sua parte, constituíram uma comunidade pequena, porém influente. Assim criou-se uma característica multiracial que predomina não somente no aspecto físico dos jamaicanos, mas em seus costumes, suas comidas, sua música e sua cultura em geral.

Daí vem o lema nacional "out of many, one people".

ARTE E CULTURA

A diversidade de grupos humanos determinou muitas características da cultura da Jamaica. A língua dos camponeses lembra a herança africana, bem como seu vocabulário se baseia no inglês; é a utilizada para cantar temas folclóricos. Os costumes são passados de geração em geração e as crenças anscestrais como uma recordação do pitoresco personagem Anancy, o homem aranha, que encontra-se também no folclore dos Ashantis da África Ocidental. Em algumas comunidades do interior está conservado o culto a seres fabulosos como Jack Três Dedos, o grande rebelde de dois metros de altura e Tacky, o antigo chefe africano, homens que nunca aceitaram submeter-se aos colonos.

O culto rastafari desenvolveu-se em seus primeiros anos com grande rapidez, formando diferentes escolas de pensamento sem nenhum tipo de institucionalização.

Porém, todas suas variantes tiveram desde o início quatro idéias fundamentadas em comum: o rastafarismo cria um carácter divino de Haile Selassie (conhecido anteriormente como Ras Tafari e que foi o primeiro rei negro, coroado Imperador da Etiópia em 1930, assumindo-se como o deus que havia vindo à terra para guiar os negros para a Terra Prometida); a intríssica superioridade da raça negra, na necessidade de retornar à pátria africana e na conveniência de formar uma comunidade separada do resto da sociedade jamaicana. Atualmente, existem umas 20.000 pessoas nos bairros de Kingston que podem ser consideradas como rastafarianas. A maioria está concentrada na zona oeste da cidade conhecida com o nome de Dung hill. Aos rastafarianos atribui-se a criação do reggae que se desenvolveu de uma antiga forma de música folk na Jamaica sobretudo com elementos musicais africanos, porém com idéias trazidas da Índia e Europa. Também teve influências da rumba, o limbo e o calipso.

O ENCANTO DA CAPITAL: KINGSTON

O idioma oficial é o inglês, mesmo assim, a maioria da população fala patois (uma mistura de inglês e formas africanas com palavras de toda procedência). Kingston é uma cidade de língua anglicana, sendo maior ao sul de Miami. Chamada também da "Capital Cultural do Caribe", está situada no sétimo maior porto natural a nível mundial. Sua estratégica ligação entre a América do Norte e América do Sul a converge em um destino preferencial para realização de reuniões de negócios em seu Centro de Conferências.

Na parte inferior da Cordilheira Blue Mountain vive-se em um ambiente dinâmico e cosmopolita onde convivem o antigo e o avant-garde, o amável e o indomável, o eterno e o que está na última moda. Ao visitá-la, pode-se gerar uma união entre gente famosa através de representações ao ar livre do Teatro Nacional de Dança, aplaudir os famosos cantores e folk; explorar os tesouros da Galeria de Arte Nacional, descobrir a Fortaleza do Pirata Henry Morgan; ou admirar as maravilhosas lembranças no Museu Bob Marley, o último tributo da Jamaica ao falecido grande pai do reggae.

O PRAZER DA BAIA MONTEGO

Uma das maiores praias naturais da ilha, Doctor’s Cave, convida percorrer a zona norte: ondulantes paisagens de campos de golfe, piscinas de todas as formas e tamanhos, estreitas ruas sinuosas, um mar transparente e tranquilo que une remendos de azul e verde ao despregar-se da areia branca.

Montego Bay- o Mo Bay, como chamam os lugarejos, é o paraíso dos turistas que querem estar em harmonia. É certo que se adquire um invejável bronzeado e a sempre presente tranças no cabelo ao estilo de Mobay’s Harbour Street.

No percurso recorre-se ao Trem Appleton Express, anteriormente utilizado como transporte oficial do governo, e que agora está preparado para viagens que duram o dia todo, adentrando o interior por mais de 60 quilômetros.

Algumas paradas são quase obrigatórias: a visita a Destilaria de Rum Appleton, as Covas de Ipswich e duas paradas para que os passageiros possam comprar roupas feitas a medida – uma de ida, para seleccionar os tecidos e o desenho e a outra no regresso, para buscar o produto acabado.

No centro da cidade pode-se visitar The Cage, uma prisão do século XVIII para escravos e marinheiros fugitivos; a bela Paróquia St. James e a Great House.

No interior algo imprescindível, uma viagem ao Hilton Hight Day que inclui uma visão da vida no campo, uma viagem ao globo terrrestre e a revelação de uma Jamaica diferente no misterioso Cockpit Country.

A CANÇÃO E A LENDA NEGRIL

Mais ao oeste na costa norte, Negril, recheado de praias, recanto pouco convencional e favorito dos hippies dos anos setenta, converteu-se em um centro turístico com centenas de locais para hospedagem. As instalações que se elevam sómente ao nível das palmeiras vão desde pousadas e vilas simples até luxuosos resorts com atividades de entretenimento noturno.

Há pouco tempo, seus dez quilômetros de praia eram o melhor segredo guardado da ilha. Um oásis para as almas amantes da paz que buscam a tranquilidade, distante das pressões da vida moderna. A água transparente convida ao mergulho com as mais infinitas variedades de peixes tropicais ou admirar a passividade de um romântico pôr do sol.

OITO RIOS E SUAS PAISAGENS

Entre as vistas teatrais mais impressinantes desta região do noroeste encontram-se as Cataratas do Rio Dunn’s que caem de um altura de 183 metros, onde pode escalar s rochosas superfícies e nadar na lagoa de água doce.

O Coyaba River Garden and Museum forma parte de uma propriedade privada adornada prodigamente com lagos de peixes e cascatas.

Outro lugar fascinante é Harmny Hall, uma mansão do século XIX que tem sido cuidadosamente restaurada e agora conta com uma das melhores galerias de arte e artesanato. Este é o lugar ideal para adquirir os presentes e lembranças para levá-los da viagem.

PORT ANTONIO, O PARAÍSO DAS ESTRELAS

Por muitos anos foi o grande segredo de Beth Davis, Ginger Rogers e Errol Flynn, quem o batizou como o lugar "mais belo que mulher nenhuma tenha visto".

Dizem que um sonhador construiu um castelo para sua amada, utilizando água do mar e cimento. O castelo e a moça desapareceram deixando somente uma legendária ruina chamada adequadamente "Folly" (loucura). Orquídeas, bananas, samambaias e palmeiras crescem ao longo do caminho que permeia este tranquilo povoado.

Os amantes da água podem eleger entre um gelado mergulho em Somerset Falls, mergulhar com snorkel ou com tanques e nadar pela Laguna Blue Lagoon.

Outra opção é um passeio na balsa ou unir-se a celebração Blue Lagoon Celebrity and Beach Party, que acontece duas vezes por semana.

MONTANHAS: MANDEVILLE

Um lugar com toque britânico, batizado pelo Conde de Mandeville, mostra a tradicional arquitetura inglesa. Distante da costa, com um clima suave e fresco, este reduto de tranquilidade, oferece uma mudança de ritmo que vale a pena experimentar. Com uma grande variedade de paisagens campestres e facilidades para acampar é o lugar ideal para terminar a viagem de maneira relaxante.

Fonte: www.rumbo.com.br

Jamaica

"Considerada um caldeirão do Caribe, tem como principal cenário belas praias, sol constante e, claro, muito reggae."

Jamaica
Jamaica

Viajar até a Jamaica é mais do que conhecer lugares, pessoas, belezas naturais, sons e sabores exóticos. Lá você também desfruta do clima saudável, regado a muita descontração e reggae.

Além do reggae, a Jamaica também é conhecida pela beleza do seu litoral onde, aliás, se concentra a maioria da população. Apesar disso, essa ilha é montanhosa e acidentada, coberta de matas exuberantes e cortada por rios e cachoeiras.

As montanhas cobrem cerca de 80% do território jamaicano. As mais famosas são as Montanhas Azuis, próximas de Kingston, onde fica o ponto culminante da ilha, com 2.250 metros. Quem já foi até lá, jura que a espetacular vista compensa todos os esforços.

Diversão

Todas as segundas-feiras pela noite acontece uma das festas populares mais importantes do Caribe, quando Montego Bay é o anfitrião de Mo Bay Night Out.

Tantos visistantes como moradores encontram-se no carnaval em Gloucester Avenue para divertir-se ao ritmo das bandas de percussionistas, assim como de reggae e calipso.

É recomendável levar roupas leves. Não é demais dizer que a Jamaica é um paraíso para os amantes de qualquer esporte náutico.

Transporte

O ônibus é um meio de transporte que usa a comunidade de povoados. A maioria deles vão lotados e são muito vagarosos. O serviço é bom entre Kingston, Montego Bay e as principais populacões. Ao alugar um carro, lembre-se que as normas de circulação são para esquerda e que existem áreas de descanso nas principais vias.

Frequentemente os taxis não possuem taxímetros, por isso deve-se combinar o preço da viagem antecipadamente. Também pode-se alugar bicicletas ou motocicletas, para os deslocamentos urbanos.

Dinheiro

O Dólar jamicano é a moeda oficial corrente da Jamaica. Seu verso é sempre de um jamaicano e sua frente varia de acordo com o valor. A moeda é muito famosa no caribe.

Seu simbolo é: D$J$ (Na jamaica: DsS$ ou D$J$).

No Brasil, a moeda só tem troca na Casa de Compra e Venda de Moedas de Goiânia, a CCVM-GO.

Dicas

São graves os problemas de segurança no país, começando com sumiço de malas no próprio aeroporto.

Determinados bairros da capital, sobretudo os mais periféricos, são muito perigosos.

Há notícias de assassinatos sistemáticos deflagrados contra homossexuais; para esconder a grave situação de preconceito no país, a polícia insiste em dizer que são crimes comuns, ocasionados por assalto.

Hotéis Hedonism

Quem faz da vida uma busca incessante de prazer, doutrina pregada há séculos pelos filósofos gregos do hedonismo, pode parar de procurar.

A tal busca – aqui traduzida por muita festa e muito sexo – acabou no endereço certo: Hedonism II e Hedonism III, dois hotéis localizados na Jamaica e especializados em hospedar homens e mulheres interessados em farrear sem compromisso.

"Os hotéis Hedonism são para quem procura festas intermináveis no paraíso", diz Sue McManus, vice-presidente de relações públicas da rede de hotéis SuperClubs, à qual os dois peculiares hotéis pertencem.

Fonte: www.souturista.com.br

Jamaica

Jamaica, conhecida por sua paisagem montanhosa, longas praias de areias brancas e pelo ritmo animado do Reggae, é um dos destinos turísticos mais populares no Caribe. Com suas praias prateadas banhadas por ondas suaves, paisagem com planícies que sobem até encontrar altas montanhas, atrai visitantes de terras estrangeiras há séculos. É um jardim tropical onde a diversão parece não ter fim!

Sua cultura cria um clima animado onde a maioria da população é de origem Africana, mas você irá notar traços ancestrais da Europa, Arábia, China e do leste da Índia também.

É a terceira maior ilha do caribe, medindo 235 quilômetros de comprimento e 82 quilômetros de largura. Seu ponto culminante, o Pico da Montanha Azul, está 2,256 metros acima do nível do mar. A língua oficial da Jamaica é o Inglês. Porém, Patois, uma mistura de Inglês e Africano, é um dialeto amplamente falado entre os habitantes. De fato, uma conversa pode ser quase incompreensível para o visitante, no início, mas depois de um tempo você pega o ritmo e começa a aprender as expressões.

A Jamaica tem uma das paisagens mais ricas e variadas do Caribe, com cachoeiras, fontes, rios e riachos, todos fluindo das montanhas cobertas de florestas para as planícies férteis. Uma viagem a Jamaica pode incluir rafting nos rios, escalada de cachoeiras, cavalgadas, passeios nas praias ou simplesmente, balançar à toa em uma rede.

Montego Bay, localizado a noroeste da costa, está situado nas florestas do alto das montanhas e cercada de quilômetros de praias tropicais. É aqui que a maioria dos visitantes chega de avião e em seguida é transferida para seu destino final. Também conhecida como MoBay, a cidade tem praias privativas, muitos restaurantes e bares e uma vida noturna divertida. As atividades são praticamente intermináveis nesta grande cidade, que realmente tem algo para cada tipo de pessoa.

Ocho Rios, o porto principal na ilha, é outra grande cidade que também oferece uma grande variedade de atividades. Aqui os visitantes podem escolher entre fazer compras, atividades na praia, pólo, golfe ou escalar as famosas cachoeiras Dunns River Falls.

Negril, conhecida por sua praia maravilhosa de 11 quilômetros, seus precipícios rochosos, pores-de-sol incríveis, e seus resorts All-Inclusive, é inigualável no Caribe. Se você deseja um lugar com muito sol, uma linda praia onde você possa se divertir, este é o lugar.

Historia

Esta ilha esmeralda, situada num mar turquesa, com praias prateadas banhadas por ondas suaves, suas extensas planícies crescendo rumo às montanhas, continua atraindo visitantes de outros paises há séculos.

Cristóvão Colombo foi, talvez, o primeiro estrangeiro a aportar seus barcos na Costa Norte da Jamaica. “Ah, Finalmente, a Índia!” gritou o Almirante. Pois é, seus cálculos estavam um pouco errados. Para piorar as coisas, não havia seda nem perfumes do Oriente que ele tinha prometido à Rainha Isabella da Espanha.

Desde que a ilha tornou-se propriedade Espanhola, os primeiros imigrantes chegaram. Encontrando ouro nenhum, eles relutaram a começar a criar gado e cultivar açúcar, desprezando as praias, onde sequer uma cebola cresceria!

Mas ao longo do século seguinte, a Inglaterra e a Espanha estavam combatendo pelo poder. Em 1665, dois almirantes Ingleses, Penn e Venables, foram enviados para capturar a Ilha Espanhola de Hispaniola (hoje o Haiti e Republica Dominicana). Eles falharam. Não querendo voltar de mãos vazias, ele navegaram para o Sul e capturam a Jamaica em seu lugar.

Com o passar do tempo, os piratas que saqueavam os navios mercantes tinham conquistado para o pequeno assentamento de Port Royal a fama de cidade mais selvagem do mundo, onde por todos os lados se encontrava armazéns com bens roubados, bares ou prostíbulos.

Mas isto também com o tempo passaria. E no final do século dezenove a Jamaica estava atraindo visitantes às montanhas de clima fresco e brisas saudáveis.

Curas milagrosas estavam surgindo para todo tipo de doença, de gota a males do sistema digestivo; Ingleses e americanos ricos lotavam as modestas pousadas que surgiam nas colinas, onde eram alimentados com mamão e cerejas do oeste da Índia; o primeiro, conhecido por curar males do estômago e o segundo, por conter a maior concentração de Vitamina C do mundo.

Viajar não era fácil naquele tempo. A longa viagem marítima era seguida de excursões de charrete até chegar às colinas. Os visitantes juravam que valia o esforço!

Então, em 1891, o Príncipe Britânico do País de Gales inaugurou a grande Exibição Internacional em Kingston, agora a capital, que recebeu 300.000 visitantes.

Neste meio tempo, um capitão de Boston havia reunido uma frota para transportar bananas para Boston. Navios mercantes de frutas da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá agora carregavam um número crescente de pessoas em férias. A Jamaica virou o destino de preferência de estrangeiros.

Mas uma nova era de turismo estava por vir. No início da década de 1930, um jovem Americano chamado Charles Lindbergh voou da Florida até a Jamaica, parando somente uma vez para reabastecer. Logo, pousadas e pequenos hotéis estavam prosperando e celebridades, nobres, estrelas do teatro e cinema começaram a freqüentar Montego Bay, Ochos Rios, Porto Antonio e a cidade montanhosa de Mandeville. Mas foi apenas em 1952 que o primeiro guia turístico mencionou relutantemente o pequeno vilarejo de pesca chamado Negril. Nos anos sessenta e setenta, as “Flower Children” chegaram com suas mochilas para acampar na areia ou pedir uma cama nas estalagens de Ma Joes e Aunty Maes.

Fale o Linguajar

Os Jamaicanos são famosos por seu jeito criativo com expressões conforme a necessidade da situação. O humilde vendedor que espalha seus objetos na calçada de uma rua movimentada se considera proprietário de Ben Down Plaza (tradução “praça do agachamento”, referindo-se aos clientes agachando para examinar os objetos). Os plurais de palavras são formados de forma diferente do Inglês padrão. No novo jeito, uma criança é “a pickney”, duas ou mais são “pickney dem”. Outro exemplo seriam mangas- “mango dem”. A palavra “dem” torna-se o indicador do plural.

A maioria do jargão vem do movimento Rastafari, por exemplo, “Cada indivíduo é sagrado, então eu e eu significa nós. E um pai pode dizer ao seu filho que o ama para sempre!”

Jamaicanos mais velhos dizem adeus com o tradicional “walk good” ou “ande bem”. Os adolescentes dizem “Lickle” com mais freqüência. Se uma criança disser “Resdat”. Cuidado com o que falar ou fazer, senão alguém pode gritar “Scubay!” livremente traduzido “Se manda!”.

Fonte: www.superclubsbrasil.com

voltar 12345avançar
Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal