Facebook do Portal São Francisco Google+
+ circle
Home  João Do Rio (Obras Literárias, Livros, Poesias, Poemas)  Voltar

Medeiros e Albuquerque

Medeiros e Albuquerque
Medeiros e Albuquerque

José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista, nasceu em Recife, PE, em 4 de setembro de 1867, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9 de junho de 1934.

Era filho do dr. José Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque. Depois de aprender as primeiras letras com sua mãe, cursou o Colégio Pedro II. Em 1880, acompanhou o pai em viagem para a Europa. Em Lisboa, foi matriculado na Escola Acadêmica, e ali permaneceu até 1884. De volta ao Rio de Janeiro, fez um curso de História Natural com Emílio Goeldi e foi aluno particular de Sílvio Romero. Trabalhou inicialmente como professor primário adjunto, entrando em contato com os escritores e poetas da época, como Paula Ney e Pardal Mallet. Estreou na literatura em 1889 com os livros de poesia Pecados e Canções da decadência, em que revelou conhecimento da estética simbolista, como testemunha a sua “Proclamação decadente”.

Em 1888 com a vitória da República, foi nomeado, pelo ministro Aristides Lobo, secretário do Ministério do Interior e, em 1892, por Benjamin Constant, vice-diretor do Ginásio Nacional. Foi professor da Escola de Belas Artes (desde 1890), vogal e presidente do Conservatório Dramático (1890-1892) e professor das escolas de 2o grau (1890-1897). É o autor da letra do Hino da República.

Simultaneamente às atividades de funcionário público, exercia as de jornalista. Durante o período florianista, dirigiu O Figaro. Foi nesse jornal que teve ocasião de denunciar a deposição que se tramava em Pernambuco do governador Barbosa Lima. Em 1894, foi eleito deputado federal por Pernambuco. Medeiros estreou na Câmara conseguindo a votação para lei dos direitos autorais.

Voltou também à Câmara dos deputados, formando nas fileiras de oposição a Hermes da Fonseca. Durante o quatriênio militar (1912-1916), foi viver em Paris. De volta ao Brasil, defendeu a entrada do Brasil na guerra que devastava a Europa, em campanha que contribuiu para o rompimento de relações do Brasil com a Alemanha. Suas conferências se tornaram famosas no Rio de Janeiro. Ocupou a Secretaria Geral da ABL de 1899 a 1917. Foi autor da primeira reforma ortográfica ali promovida. Foi quem respondeu a Graça Aranha, quando do rompimento deste com a Academia.

Fonte: www.bibvirt.futuro.usp.br

Medeiros e Albuquerque

Medeiros e Albuquerque (José Joaquim de Campos da Costa de M. de A.), jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista, nasceu em Recife, PE, em 4 de setembro de 1867, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 9 de junho de 1934. Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira de Letras. É o fundador da Cadeira nº 22, que tem como patrono José Bonifácio, o Moço.

Era filho do dr. José Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque. Depois de aprender as primeiras letras com sua mãe, cursou o Colégio Pedro II. Em 1880, acompanhou o pai em viagem para a Europa. Em Lisboa, foi matriculado na Escola Acadêmica, e ali permaneceu até 1884. De volta ao Rio de Janeiro, fez um curso de História Natural com Emílio Goeldi e foi aluno particular de Sílvio Romero. Trabalhou inicialmente como professor primário adjunto, entrando em contato com os escritores e poetas da época, como Paula Ney e Pardal Mallet. Estreou na literatura em 1889 com os livros de poesia Pecados e Canções da decadência, em que revelou conhecimento da estética simbolista, como testemunha a sua "Proclamação decadente".

Em 1888 estava no jornal Novidades, ao lado de Alcindo Guanabara. Embora tivesse entusiasmo pela idéia abolicionista, não tomou parte na propaganda. Fazia parte do grupo republicano. Nas vésperas da proclamação da República, foi a São Paulo em missão junto a Glicério e Campos Sales. Com a vitória da República, foi nomeado, pelo ministro Aristides Lobo, secretário do Ministério do Interior e, em 1892, por Benjamin Constant, vice-diretor do Ginásio Nacional. Foi professor da Escola de Belas Artes (desde 1890), vogal e presidente do Conservatório Dramático (1890-1892) e professor das escolas de 2o grau (1890-1897). É o autor da letra do Hino da República.

Simultaneamente às atividades de funcionário público, exercia as de jornalista. Durante o período florianista, dirigiu O Figaro. Foi nesse jornal que teve ocasião de denunciar a deposição que se tramava em Pernambuco do governador Barbosa Lima. Em 1894, foi eleito deputado federal por Pernambuco. Medeiros estreou na Câmara conseguindo a votação para lei dos direitos autorais.

Em 1897, foi nomeado diretor geral da Instrução Pública do Distrito Federal. Estando na oposição a Prudente de Moraes, foi forçado a pedir asilo à Embaixada do Chile. Demitido do cargo, foi aos tribunais defender seus direitos e obteve a reintegração.

Voltou também à Câmara dos deputados, formando nas fileiras de oposição a Hermes da Fonseca. Durante o quatriênio militar (1912-1916), foi viver em Paris. De volta ao Brasil, defendeu a entrada do Brasil na guerra que devastava a Europa, em campanha que contribuiu para o rompimento de relações do Brasil com a Alemanha. Suas conferências se tornaram famosas no Rio de Janeiro. Ocupou a Secretaria Geral da ABL de 1899 a 1917. Foi autor da primeira reforma ortográfica ali promovida. Foi quem respondeu a Graça Aranha, quando do rompimento deste com a Academia.

Por ocasião da campanha da Aliança Liberal, esteve ao lado do governo Washington Luís. Vitoriosa a revolução de 30, refugiou-se na Embaixada do Peru. De 1930 a 1934, dedicou-se às atividades de colaborador diário da Gazeta de São Paulo e de outros jornais do Rio de Janeiro e às suas múltiplas atividades na Academia, onde fazia parte da Comissão do Dicionário e era redator da Revista. Empenhou-se nos debates então travados em torno da simplificação da ortografia. Era um grande defensor da idéia da simplificação, e seu último artigo na Gazeta de São Paulo, publicado no dia de sua morte, versou sobre esse assunto. Na imprensa, escreveu também sob os pseudônimos Armando Quevedo, Atásius Noll, J. dos Santos, Max, Rifiúfio Singapura.

Obras

POESIA: Pecados (1889); Canções da decadência (1889); Poesias 1893-1901 (1904); Fim (1922); Poemas sem versos (1924); Quando eu falava de amor (1933).

CONTOS: Um homem prático (1898); Mãe Tapuia (1900); Contos escolhidos (1907); O assassinato do general (1926); O umbigo de Adão (1932); Se eu fosse Sherlock Holmes (1932); Segredo conjugal, em colaboração com outros (1934); Surpresas (1934).

ROMANCES: Marta (1920); Mistério, em colaboração (1921); Laura (1933).

TEATRO: O escândalo, drama (1910); Teatro meu... e dos outros (1923).

ENSAIOS E CONFERÊNCIAS: Em voz alta (1909); O silêncio é de ouro (1912); Pontos de vista (1913); O Hypnotismo (1921); Graves e fúteis (1922); A obra de Júlio Dantas (s.d.); Literatura alheia (1914); Páginas de crítica (1920); Homens e coisas da Academia (1934).

MEMÓRIAS E VIAGENS: Por alheias terras... (1931); Minha vida Da infância à mocidade 1867-1893 (1933); Minha vida Da mocidade à velhice 1893-1934 (1934); Quando eu era vivo... Memórias 1867 a 1934, edição póstuma e definitiva (1942).

PENSAMENTOS E POLÊMICAS: Pensamentos de Medeiros e Albuquerque. Coligidos por Maurício de Medeiros (s.d.); Polêmicas. Coligidas e anotadas por Paulo de Medeiros e Albuquerque (1941).

POLÍTICA: O regímen presidencial no Brasil (1914); Parlamentarismo e presidencialismo (1932). Publicou ainda discursos e conferências na Revista da Academia; dirigiu e prefaciou a edição das Poesias completas de Pedro II.

Fonte: www.casadobruxo.com.br

Medeiros e Albuquerque

Contista e poeta, José Joaquim da Costa Medeiros e Albuquerque, nasceu no Recife a 04 de setembro de 1867 e faleceu a 09 de junho de 1934. Livros publicados: "Pecados", "Canções da Decadência", "O Remorso", "Fim", "Quando Eu Falava de Amor" e o livro de contos "Mãe Tapula".

Fonte: www.pe-az.com.br

Medeiros e Albuquerque

Nasceu em Recife - Pernambuco. Estudou no Colégio Pedro II e, posteriormente, na Escola Acadêmica de Lisboa, até 1884. Retornando ao Rio de Janeiro, continuou seus estudos com Emilio Goeldi e Silvio Romero, além de conviver com a intelectualidade da época.

Foi jornalista, professor, político, literato (autor de contos, poesias, romances, peças teatrais), orador, ensaísta e memorialista. Como jornalista, dirigiu e colaborou com diversos jornais. Como político, foi deputado federal. Defendeu a entrada do Brasil na I Guerra Mundial, após sua permanência nos primeiros anos do conflito na França. Ocupando a cadeira 22 da Academia Brasileira de Letras desde 1899 e grande defensor da simplificação ortográfica, foi autor da primeira reforma ortográfica promovida pela Academia. Participou ativamente do movimento republicano - é autor da letra do Hino da República -, o que possibilitou sua nomeação por Benjamin Constant, em 1892, como vice-diretor do Ginásio Nacional (nome que a nova República dá ao antigo Colégio Pedro II).

Em 1897, já Diretor de Instrução Pública, reformulou o Pedagogium, órgão destinado a ser um "museu de educação", transformando-o em centro de cultura superior e nele criando o primeiro laboratório de Psicologia Experimental do país. Esse laboratório foi planejado por Binet e, para dirigi-lo, Medeiros e Albuquerque convidou o jovem médico Manoel Bomfim. Grande interessado em Psicologia, foi dos primeiros a divulgar entre nós a teoria das emoções de William James, convidando Antônio Austregésilo para ministrar curso sobre a fisiologia do sistema nervoso.

Entusiasta do hipnotismo, publicou livro sobre o tema e artigos no Journal de Psychologie Normale et Pathologique. Irmão mais velho de Maurício de Medeiros, que lhe deveu muito de sua formação e inserção profissional, escreveu Os testes (1924), a primeira obra brasileira sobre a temática, além de ter divulgado, de várias formas, a importância dos testes, a ponto de Isaías Alves considerar-se seu discípulo. Faleceu no Rio de Janeiro - RJ.

PUBLICAÇÕES:
MEDEIROS E ALBUQUERQUE, J. J. C. C. O hipnotismo. 3. ed. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1926.
MEDEIROS E ALBUQUERQUE, J. J. C. C. Os testes. Rio de Janeiro: Liv. Alves, 1924.

FONTES:
ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Os imortais. 2001. Disponível em: http://www.academia.org.br/imortais.htm. Acesso em: jan. 2001.
LOURENÇO FILHO, M. B. A psicologia no Brasil. In: AZEVEDO, Fernando. As ciências no Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1954.
PENNA, Antônio Gomes. História da psicologia no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Imago, 1992.

Fonte: BVF - Psicologia

Medeiros e Albuquerque

Medeiros e Albuquerque
Medeiros e Albuquerque

José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque nasceu em 4 de setembro de 1867, em Recife. Aprendeu a ler em casa. Com 9 anos, entrou direto na 2ª série do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Entre 1880 e 1884, cursou a Escola Acadêmica, em Lisboa. De volta ao Rio, fez um curso de História Natural com Emílio Goeldi e, no final da adolescência, teve como preceptor Sílvio Romero.

Entre 1887 e 1934, quando morre, a sua atuação pública é constante: professor primário e ginasial, professor da Escola de Belas-Artes, vice-diretor do Ginásio Nacional, presidente do Conservatório Dramático, secretário do Ministro do Interior, diretor de O Fígaro, Deputado Federal por Pernambuco, diretor da Instrução Pública do Distrito Federal, colaborador em vários jornais da Capital e de São Paulo. Em três momentos diferentes, esteve asilado na Embaixada do Chile, na Embaixada do Peru e em Paris.

Além de poesia, romance, conto e teatro, ensaios políticos e crítica literária, escreveu o Hino da República e foi um dos maiores defensores da reforma ortográfica. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (cadeira 22), na qual exerceu os cargos de Secretário e Presidente. Um perfeito e modelar cidadão, engajado na política e participante ativo de ações e instituições republicanas.

Ao mesmo tempo, ele realizou experiências com as ciências ocultas, o hipnotismo e a psicanálise, disputando a primazia na apresentação das idéias de Sigmund Freud no Brasil. Seu diário-memorial não esconde os compromissos que manteve com uma certa marginalidade estética e moral, uma postura que bem se enquadra na imagem traçada por Baudelaire para o dandy. Idéias provavelmente incorporadas no contato que manteve com os simbolistas portugueses, durante sua estada em Lisboa, no século XIX, e reafirmadas em sua permanência na Cidade Luz, por ocasião da Primeira Guerra Mundial.

Canções da decadência (1887), publicação que reúne as primeiras composições do jovem poeta, tem papel fundamental na convocação do imaginário decadentista nas letras desses trópicos.

Fonte: www

Medeiros e Albuquerque

Medeiros e Albuquerque
Medeiros e Albuquerque

José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (Recife, 4 de setembro de 1867 — Rio de Janeiro, 9 de junho de 1934) foi um funcionário público, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista brasileiro. Filho de José Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque.

É o autor da letra do Hino da República. Na imprensa, escreveu também sob os pseudônimos Armando Quevedo, Atásius Noll, J. dos Santos, Max, Rifiúfio Singapura. Membro da Academia das Ciências de Lisboa.

Fonte: pt.wikipedia.org

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal