Lygia Fagundes Telles Eu era chofer de caminhão e ganhava uma nota alta com um cara que fazia contrabando. Até hoje não entendo direito por que fui parar na pensão da tal madame, uma polaca que quando moça fazia a vida e depois que ficou velha inventou de abrir aquele …
Leia maisO Menino e o Velho
Lygia Fagundes Telles Quando entrei no pequeno restaurante da praia os dois já estavam sentados, o velho e o menino. Manhã de um azul flamante. Fiquei olhando o mar que não via há algum tempo e era o mesmo mar de antes, um mar que se repetia e era irrepetível. …
Leia maisNatal na Barca
Lygia Fagundes Telles Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma …
Leia maisHerbarium
Lygia Fagundes Telles Todas as manhãs eu pegava o cesto e me embrenhava no bosque, tremendo inteira de paixão quando descobria alguma folha rara. Era medrosa mas arriscava pés e mãos por entre espinhos, formigueiros e buracos de bichos (tatu? cobra?) procurando a folha mais difícil, aquela que ele examinaria …
Leia maisA Mão no Ombro
Lygia Fagundes Telles O homem estranhou aquele céu verde-cinza com a lua de cera coroada por um fino galho de árvore, as folhas se desenhando nas minúcias sobre o fundo opaco. Era uma lua ou um sol apagado? Difícil saber se estava anoitecendo ou se já era manhã no jardim …
Leia maisA Chave na Porta
Lygia Fagundes Telles A chuva fina. E os carros na furiosa descida pela ladeira, nenhum táxi? A noite tão escura. E aquela árvore solitária lá no fim da rua, podia me abrigar debaixo da folhagem mas onde a folhagem? Assim na distância era visível apenas o tronco com os fios …
Leia maisAs Cerejas
Lygia Fagundes Telles Aquela gente teria mesmo existido? Madrinha tecendo a cortina de crochê com um anjinho a esvoaçar por entre rosas, a pobre Madrinha sempre afobada, piscando os olhinhos estrábicos, vocês não viram onde deixei meus óculos? A preta Dionísia a bater as claras de ovos em ponto de …
Leia maisMaurice Ravel
Nascimento: 7 de março de 1875, Ciboure, França. Falecimento: 28 de dezembro de 1937, Paris, França. Nacionalidade: Francês. Maurice Ravel Maurice Ravel foi um compositor francês do século 20 19 e início da música clássica. Suas obras mais conhecidas são Bolero e Daphnis et Chloé. Maurice Ravel nasceu em 7 …
Leia maisOverture to Barber
Overture to Barber – Rossini
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Barbeiro de Sevilha Bodas de Fígaro – Rossini
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