Prelude bk1 Nr 12 – Bach
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Leia maisOndados fios d’ouro reluzente (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Ondados fios d’ouro reluzente, que, agora da mão bela recolhidos, agora sobre as rosas estendidos, fazeis que sua beleza se acrecente; Olhos, que vos moveis tão docemente, em mil divinos raios entendidos, se de cá me levais alma e sentidos, que fora, se de …
Leia maisOlhos fermosos, em quem quis Natura (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Olhos fermosos, em quem quis Natura mostrar do seu poder altos sinais, se quiserdes saber quanto possais, vede-me a mim, que sou vossa feitura. Pintada em mim se vê vossa figura, no que eu padeço retratada estais; que, se eu passo tormentos desiguais, muito …
Leia maisÓh quão caro me custa o entender-te (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões Oh! quão caro me custa o entender te, molesto Amor, que, só por alcançar te, de dor em dor me tens trazido a parte onde em ti ódio e ira se converte! Cuidei que para em tudo conhecer te, me não faltasse experiência e …
Leia maisOh como se me alonga, de ano em ano
Sonetos de Luís Vaz de Camões Oh! como se me alonga, de ano em ano, a peregrinação cansada minha! Como se encurta, e como ao fim caminha este meu breve e vão discurso humano! Vai se gastando a idade e cresce o dano; perde se me um remédio, que inda …
Leia maisO tempo acaba o ano, o mês e a hora (1668)
Sonetos de Luís Vaz de Camões O tempo acaba o ano, o mês e a hora, a força, a arte, a manha, a fortaleza; o tempo acaba a fama e a riqueza, o tempo o mesmo tempo de si chora. tempo busca e acaba o onde mora qualquer ingratidão, qualquer …
Leia maisO raio cristalino s’estendia (1598)
Sonetos de Luís Vaz de Camões O raio cristalino s’estendia pelo mundo, da Aurora marchetada, quando Nise, pastora delicada, donde a vida deixava, se partia. Dos olhos, com que o Sol escurecia, levando a vista em lágrimas banhada, de si, do Fado e Tempo magoada, pondo os olhos no Céu, …
Leia maisO filho de Latona esclarecido (1616)
Sonetos de Luís Vaz de Camões O filho de Latona esclarecido, que com seu raio alegra a humana gente, o hórrido Piton, brava serpente, matou, sendo das gentes tão temido. Feriu com arco, e de arco foi ferido, com ponta aguda d’ouro reluzente; nas tessálicas praias, docemente, pela Ninfa Peneia …
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