Breaking News

Natal

PUBLICIDADE

Natal é uma festa cristã celebrar o nascimento de cada ano Jesus de Nazaré chamado natividade , fixado em 25 de dezembro no calendário gregoriano e Julian. Originalmente, havia ao mesmo tempo uma festa pagã marcação, de diversas formas, o solstício de inverno .

O xxi º século, o Natal assume uma grande parte secular , comemorou além da fé e da tradição cristã. Este festival é caracterizada por um conjunto de células em torno de uma refeição em família e trocar presentes, especialmente (mas não só) para crianças, que em muitos países ocidentais combinam estes presentes com a figura do Pai Natal.

Etimologia

A palavra Natal (a data atestado primeiro escrito 1112) é derivada mudando fonética ( Nael ) e modificação de vogal Latina natalis (“na casa de nascimento”). O o , substituindo um antigo francês nael vem da desassimilação dos dois tem a natalis enquanto o trema ( 1718 ) refere o trema 1 , 2 .

Origem do dia 25 de Dezembro

Origem de 25 de dezembro de origem da liturgia de 25 de dezembro é feito uma festa de 25 de dezembro, o solstício de inverno, festa de Natal não existia no início do cristianismo Natal não existia no início do imperador cristão Constantino decidiu fixar a data do Natal 25 de dezembro.

História do Dia de Natal 25 de dezembro veio progressivamente a leste e Gália As creches da igreja apareceu na Itália, no décimo quinto opor protestantes preferem o presépio e da árvore

Dia de Natal é uma festa de família O dia de Natal é um dia em crianças se reúnem em torno do. presépio de Natal celebra a vinda do filho de Deus no mundo.

Preparação para o Natal ortodoxo Natal ortodoxo é um tempo de jejum A creche não é tradicional no Natal ortodoxo protestantes igrejas no dia de Natal para os muçulmanos no dia de Natal para os judeus não tem significado.

1. Origem da liturgia de 25 de dezembro

O culto cristão pré em Roma 25 de dezembro

Desde o primeiro século aC, Roma foi celebrado o culto de Mitra, de origem persa, importado para Roma pelos legionários romanos. Mitra era o deus persa da luz. Foi uma festa de 25 de dezembro, o solstício de inverno, o nascimento do invicto dom Mithra (Dies natalis solis invicti). É comemorado pelo sacrifício de um touro jovem. Em 274, o imperador Aureliano declarou religião do Estado mitraísmo e define a celebração do solstício de Dezembro 25

A liturgia de 25 de dezembro, a festa de 25 de dezembro se torna um cristão

Comemorar um aniversário não fazia parte das tradições judaicas, como essas práticas eram origens pagãs. Os primeiros cristãos rejeitaram até o século 4. ‘s Natal não existe no início do cristianismo. Por causa de sua origem pagã, as Testemunhas de Jeová não comemoram o feriado em 25 de dezembro. É somente a partir do século II a Igreja tem procurado determinar o ano no dia do nascimento de Jesus nos evangelhos que não dizem nada. Datas diferentes foram propostas: 06 de janeiro, 25 de março, 10 de abril …

Em Roma, a Igreja escolheu 25 de dezembro para celebrar o nascimento de Jesus, provavelmente para combater a cerimônia pagã do nascimento de Mitra. Rumo a 330 ou 354, o imperador Constantino decidiu fixar o data do Natal em 25 de dezembro. Em 354, o Papa Libério instituiu a festa de 25 de dezembro marca o início do ano litúrgico. A data da festa de 25 de dezembro tem um valor simbólico. Na verdade, inspirado por Malaquias 3/19 e Lucas 1/78, considerou-se a vinda de Cristo como o nascimento do “Sol da Justiça”. A festa do Natal, 25 de dezembro celebra o nascimento de Jesus e sol da justiça.

Dia 25 de dezembro veio progressivamente Oriente e Gália em 379 em Constantinopla no século V na Gália durante a Jerusalém quinto e no final do quinto no Egito. Nas Igrejas orientais, o século 4 foi comemorado, em várias formas, 6 de janeiro manifestação de Deus.

2. História do Natal até o final da Idade Média

O imperador Teodósio em 425 codifica cerimônias oficiais da festa do Natal. Dia 25 de dezembro tornou-se exclusivamente cristã. Clovis foi batizado no dia 25 de dezembro noite 496. Em 506, o Concílio de Agde, de facto, um dia de obrigação. Em 529, o imperador Justiniano fez a festa de 25 de dezembro um feriado. Missa do Galo é celebrada no século V, com o pontificado de Gregório Magno. O sétimo século, a prática estabelecida em Roma para celebrar três missas: Vigília na noite de 24 de dezembro, a missa da manhã e da missa do dia 25 de dezembro.

Festa de Natal espalhou gradualmente em toda a Europa. Foi comemorado no final do quinto século Irlanda, VII ° na Inglaterra, Alemanha Oitava, IX ° nos países escandinavos, a IX e X º nos países eslavos. – A partir do décimo segundo, a celebração religiosa do Natal é acompanhado por dramas litúrgicos, os “mistérios” que retratam a adoração dos pastores ou o cortejo dos Reis Magos. Estes dramas litúrgicos originalmente tocado nas igrejas e no pátio.

3 . História do Natal da Renascença

Creches da igreja apareceu na Itália no XV e da árvore de Natal na Alemanha no século XVI. Em seguida, as creches familiares, napolitanas e provençal crescer a partir do XVII. Ao em 1560 Reforma, os protestantes se opõem ao presépio e preferem a tradição da árvore. Com a reforma contra XVII, as representações de dramas litúrgicos são proibidas pela Igreja, porque eles se tornam muito secular.

O século XIX, o Papai Noel aparece nos Estados Unidos. Ele se espalha na Europa após a Segunda Guerra Mundial. A partir do século XIX, instituições de caridade oferecer a mais pobre refeição tradicional. Atualmente, esse dia está se tornando principalmente um dia da criança e da família.

SIGNIFICADO DE NATAL DIA E NATAL

Dia de Natal foi um sentido humano e um sentido cristão. O ponto de vista humano, não faz sentido a família e um sentido social. O ponto de vista religioso, Dia de Natal, exprime um aspecto fundamental da fé cristã: a vinda do filho de Deus no mundo para a felicidade. Atualmente, deve-se notar que o sentido humano do dia tem mais espaço do que o sentido cristão do Natal de Jesus. De acordo com uma pesquisa, apenas 14% dos franceses consideram este dia como um festival religioso.

História do Natal

Quando iniciou o natal?

Algumas celebrações de inverno eram comemoradas muito antes de existir o Natal, ou de se ter dado o nome ao Natal, até mesmo antes do nascimento de Jesus.

O Início desta celebração, aconteceu na Europa, onde os europeus comemoravam a chegada da luz, dos dias compridos e o fim do inverno europeu, tratando assim de uma comemoração Pagã pelo “Retorno do Sol”.

No início da história do Natal, esta festividade existia em várias partes do mundo, porém sem data fixa para ser celebrada, assim no século IV depois de Cristo, o papa Julius I, fixa uma data para esta celebração, mudando a história do Natal, 25 de Dezembro.

A ideia do papa era substituir os rituais pagãos por uma festa cristã.

O que é o Natal?

O Natal é um evento cristão socialmente mais importante, junto com a Páscoa e em países predominamente cristão, o Natal tornou-se o feriado mais rentável para lojas e alguns estabelecimentos, pois o Natal é caracterizado pela troca de presente entre família e amigos, sendo estes trazidos pelo lendário Papai Noel.

Decreto Imperial

O Natal é uma festa cristã que marca uma Solidariedade Universal. Isso, porque foi no dia 25 de dezembro que nasceu Jesus Cristo, filho de Deus. Como toda festa religiosa, o Natal é cheio de símbolos.Alguns deles são:

Presépio

Os três Reis Magos:Melchior, Baltasar e Gaspar foram guiados pela estrela de Belém, até chegarem ao local do nascimento de Jesus, levando em oferenda ouro, incenso e mira.

A visita relatada no Evangelho de São Mateus, não traz tantos detalhes, mas, ao longo dos séculos, foi-se acrescendo a esse episódio uma série de dados que deram ao perfil peculiar a essas três figuras.

O presépio conta essa estória e ainda ilustra o cenário bucólico do nascimento de Jesus.

Árvore de Natal

Extraída dos ritos pagãos, a árvore simboliza a chegada da primavera (o natal foi primordialmente comemorado no Hemisfério Norte, onde dezembro é inverno). Do ponto de vista religioso, o verde da árvore simboliza esperança.

Dizem também que sua forma triangular significa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Papai Noel

Sua origem se perde no tempo e, para muitos, não passa de uma imagem legendária, produto do imaginário popular. Há, porém, os que vinculam a figura de Papai Noel à do bispo São Nicolau, que teria vivido na cidade de Mira, na Ásia Menor, no século IV.

Foram atribuídos a ele vários milagres, mas o que marcou definitivamente foi sua bondade e a prática de distribuir presentes entre as crianças.

Como o Natal é a festa cristã que marca a Solidariedade Universal, a imagem do bom velhinho foi vinculada à celebração do nascimento de Cristo.

A Outra Origem do Natal

A comemoração do Natal nos moldes atuais é coisa recente, inventada pelos norte-americanos para conter a violência original desta festa e – lógico – incrementar o comércio. Mas nem sempre o aniversário de Jesus foi o motivo da festa em dezembro.

Muito antes de Cristo, já havia na Europa mitos e rituais relacionados ao solstício de inverno. Na Escandinávia, em 21 de dezembro, era comemorado o Yule, ocasião em que os chefes de família queimavam grandes toras em adoração ao sol. Na Alemanha, honrava-se o temido deus Oden, que em seus vôos noturnos escolhia quem iria se dar bem e quem seria desafortunado no ano seguinte.

Em Roma fazia-se uma homenagem – Saturnália – ao deus da agricultura. Era um mês de bacanais, comida, fartura e desregramento total. Também comemorava-se, no dia 25 de dezembro, o dia do deus Mithra, uma divindade infantil muito popular, nascida de uma pedra.

Com o advento do cristianismo, não se festejava o nascimento de Jesus, mas apenas a Páscoa ou a Ressurreição. Somente no século VI a Igreja achou conveniente instituir o feriado relativo ao aniversário de Cristo, mas havia um problema: a Bíblia não informava qual era essa data.

Partir da esquerda, começando na parte superior:

1866, surge o primeiro Papai Noel com a aparência próxima da atual

1885, um Papai Noel imundo após descer pela lareira anuncia o sabão Ivory

1928, o bom velhinho indica a carabina Stevens como presente para as crianças

1909, o Noel francês vira alquimista para vender perfumes

1920, ele fuma e recomenda os cigarros Murad.

Foi então que, apesar das referências de que o Nazareno nascera na primavera, o imperador Julius achou por bem determinar que Cristo veio ao mundo no inverno, em 25 de dezembro, e assim absorver a milenar festa pagã de Mithra, comemorada na mesma data, e os festejos libertinos da Saturnália. Pouco a pouco, a manifestação católica se sobrepôs às demais comemorações originais por toda a Europa e, depois, no mundo. Vitória da Igreja.

Mas nem sempre e nem em todos os lugares o Natal foi uma festa familiar e de paz. Na Inglaterra, no século 17, a data era sinônimo de bagunça: costumava-se eleger um indivíduo desocupado como “Lord da Baderna” e, sob suas ordens, os pobres iam às casas dos ricos para exigirem a melhor comida e bebida. Quem não fornecesse, era ameaçado e tinha sua casa atacada violentamente. Era tal o pavor das famílias com a proximidade do Natal, que a comemoração chegou a ser proibida durante vários anos pelos britânicos.

Na América, o Natal só começou a ser comemorado no século 19, época de desemprego e luta de classes, prevalecendo o violento modelo de comemoração inglês. As brigas de gangues em Nova Iorque atingiram seu auge na época natalina, levando o Conselho Municipal a criar, em 1828, a primeira força policial da cidade, que surgiu com a missão específica de combater os conflitos de Natal.

Mais recentemente, atendidos os interesses católicos, o nascimento de Jesus passou a servir ao novo poder mundial: o capitalismo. Data máxima do marketing e do comércio a partir do século 20, o Natal desde então arrasta multidões aos shoppings e supermercados, em obediência à ordem suprema da publicidade para o consumo desenfreado e irracional. A mensagem é tentadora: compre e será feliz!

Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.

A Árvore de Natal e o Presépio

Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram moram na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois além de decorar, representam um símbolo de alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.

O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1881, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um garro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.

Origens do Natal

A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos. Tudo começou com um antigo festival mesopotâmico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk. Para os mesopotâmios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, seu principal deus, precisava derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha.

A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto e levando todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era restabelecida. Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilônios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos tomando lugar de seus mestres.

A Mesopotâmia inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival chamado Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, comemorando o solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra.

Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes – ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas – enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objetos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebê, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um alistamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal. Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura (objeto usado para alimentar os animais).

Pastores que estavam com seus rebanhos próximo ao local foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalhando a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

História do Natal: origem e curiosidades

Celebrações durante o inverno já eram comuns muito antes do Natal ser celebrado no dia 25 de Dezembro. Antes do nascimento de Jesus, a história do Natal tem início com os europeus, que já celebravam a chegada da luz e dos dias mais longos ao fim do inverno. Tratava-se de uma comemoração pagã do “Retorno do Sol”.

Na verdade, no início da história do Natal, esta era uma festividade sem data fixa celebrada em dias diversos em cada parte do mundo. No século 4 AC, o então Papa Julius I muda para sempre a história do Natal escolhendo o dia 25 de Dezembro como data fixa para a celebração das festividades. A ideia era substituir os rituais pagãos que aconteciam no Solstício de Inverno por uma festa cristã.

No ano de 1752, quando os cristãos abandonaram o calendário Juliano para adotar o Gregoriano, a data da celebração do Natal foi adiantada em 11 dias para compensar esta mudança no calendário. Alguns setores da Igreja Católica, os chamados “calendaristas”, ainda festejam o Natal em sua data original, antes da mudança do calendário cristão, no dia 7 de Janeiro.

A História do Natal ao redor do mundo: algumas curiosidades

A história do natal é controversa desde o início. Muitas das celebrações que deram origem ao feriado cristão eram práticas pagãs e, por isso, eram vistas com maus olhos pela Igreja Católica. Hoje, as tradições de natal diferem de acordo com os costumes de cada país.

O final do mês de Dezembro era a época perfeita para celebrações na maior parte da Europa. Neste período do ano muitos do animais criados nas fazendas eram mortos para poupar gastos com alimentação durante o inverno. Para muitas pessoas esta era a única época do ano em que poderiam dispor de carne fresca para sua alimentação. Além disso, a cerveja e o vinho produzidos durante o ano estavam fermentados e prontos para o consumo no final do inverno.

Muito antes do cristianismo, os suíços já celebravam o “midvinterblot” ao final do inverno. A comemoração acontecia em locais específicos para a realização de cultos, com sacrifícios humanos e animais. Por volta de 1200 AC, uma grande mudança na história do natal na Suíça, que passa a homenagear seus deuses locais nesta data.

História

Era uma vez um velhinho de barbas brancas que entregava presentes para as crianças que se comportavam bem durante o ano, descendo pela chaminé das casas. Esta estória cheia de cores, que ainda encanta a fantasia de crianças de todo o mundo, tem muitas variações e mistura-se com outra história que mudou a visão de mundo e o comportamento de gerações seguidas: era uma vez uma mulher simples e humilde que deu à luz um menino anunciado como o filho de Deus e salvador do mundo em uma manjedoura, no meio dos animais.

O significado do Natal nos dias de hoje reúne elementos dessas duas referências e traz à tona uma sociedade que evolui de forma complexa, sob a influência do simbolismo cristão e pagão. Entenda um pouco mais sobre a riqueza de fatos históricos e folclóricos que perpassam a festa natalina em diversas culturas, desde antes do nascimento de Cristo.

De acordo com o doutor em sociologia pela Universidade de Paris, professor Pierre Sanchis, que durante anos ensinou antropologia na UFMG, a festa tem esse papel fundamental na longa tradição que se transmite de geração em geração. Ela firma o espírito coletivo e é, no fundo, o essencial da religião cristã.

Essência do Natal

Natal
O presente é a junção das duas realidades do Natal: a material e a espiritual.
O ato de presentear não rouba a essência da festa

O que foi que restou de todas as lendas que perpassam a história de Papai Noel e da mensagem de simplicidade e amor implícita nos fatos relacionados ao nascimento e à vida de Jesus? Talvez o desassossego dos centros de compra lotados, na véspera da data, mostrem um pouco do esquecimento da essência da festa. Uma deturpação da mensagem original.

Mas a questão é um pouco mais complexa. Ao longo das últimas décadas, a essência do Natal não vem se perdendo por causa do consumismo. A data é que congrega duas realidades: uma mais material, antropológica, do ser humano, e outra mais espiritual, a religiosa. “Natal e a junção das duas. O presente é também feito das duas realidades. É a abertura para o outro, que você concretiza na vida cotidiana, sendo que o laço social é feito pela troca, não de presentes, mas ele é símbolo da troca fundamental que é a família”, analisa o professor Pierre Sanchis, doutor em sociologia pela Universidade de Paris. Para ele, a troca de presentes é a grande tradição que sobrou no simbolismo de todos os povos.

Segundo ele, os documentos oficiais da igreja combatem muito a deformação da data, falando da degradação de um tradição humana e sua transformação em uma simples exibição consumista. “Mas você sabe que essas proclamações tem um poder muito limitado. Muito difícil resistir a um fenômeno de civilização. O mercado virou um fenômeno”, diz.

Entretanto, o estudioso acredita no resgate do lado espiritual, já que em todas as épocas a lição fundamental do Natal foi submetida a pressões que a degradavam, como a festa dos burros e dos loucos, na Idade Média. “É um remoer da tradição que não deixava transparecer o seu valor essencial, o seu valor autêntico. É uma reinterpretação social, não necessariamente popular, que obedecia a outras orientações que não as propriamente religiosas”, explica.

Segundo ele, o que acontece com o consumo de hoje é mais uma manifestação daquilo que aconteceu em outros momentos históricos do cristianismo. “Quando começou a celebração, é muito provável que muita gente celebrava o nascimento de Cristo e de Mitra”, diz. De acordo com o estudioso, a pureza nunca é assegurada no decorrer da história. E é graças a isso que a data se perpetua. “Se fosse absolutamente puro, acabaria mais ou menos cedo. Seria próprio só de uma elite espiritual. São suas impurezas sociais que lhe permitem se alastrar. Que fazem dele um fato social denso. Um rito social não tem uma dimensão só. É graças ao relacionamento destas dimensões que muda o superficial, guardando uma estrutura de sentido”, conclui.

Solidariedade

Além do lado superficial do consumismo e de uma abordagem reflexiva sobre o Natal, estão as manifestações de solidariedade que aumentam consideravelmente nesta data. Religiosas ou não, há pessoas que querem revitalizar a oferta de dádivas e presentes nesta época do ano.

Pierre Sanchis acredita que este lado está prestes a ser resgatado com a abertura de outros grupos religiosos à festa cristã. “Fiquei sabendo outro dia de uma comunidade budista que por ocasião do Natal recebe todas as crianças da cidade e faz uma grande celebração de unidade social entre budistas e cristãos. Eles não têm o Natal. Celebram o nascimento de Buda em abril. Adotando esse costume, é um gesto de se unirem à sociedade brasileira, à visão sagrada da sociedade, através desse presente às crianças”, diz.

Isto não significa que todos os grupos sociais estejam abertos à data. Há os fundamentalistas, que se recusam a introduzir o rito em sua cultura. “Entretanto, mais ou menos no mundo inteiro, mesmo em lugares onde a religião dominante não é o cristianismo, todas as sociedade dão um jeito de celebrar de uma maneira ou de outra o Natal em torno da idéia de festa, família, criança e presente. A nova vida começa é aí”, completa.

Símbolos e tradições

Natal

As formas que simbolizam o Natal variaram no decorrer dos séculos. No ocidente, o presépio, a árvore e a figura de Papai Noel são marcas presentes em quase todas as festas e rituais.

A tradição de fazer o presépio representando o nascimento de Jesus começou no século III e veio provavelmente da Itália. “Muita gente pensa que São Francisco de Assis fez o primeiro presépio, natural, feito de encenação de pessoas, o que pouco a pouco se transformou na representação dos santinhos. Dizem que essa miniaturização foi devido à Revolução Francesa. Por causa das igrejas terem sido fechadas, sem possibilidade de fazerem o presépio vivo, fizeram representações vivas de santinhos”, explica Pierre Sanchis.

Árvore

Natal

Já a árvore é uma tradição que não vem da Itália, mas dos países do norte da Europa. “Durante o inverno há uma da família do pinheiro que continua verde. É a resistência da vida contra a morte. Para eles, aquela mancha verde na imensidão branca de neve era sagrada”, conta. O pinheiro era dedicado a vários deuses que, segundo suas lendas, predestinavam os homens à salvação ou à danação.

“Essa árvore foi adotada em todos os países do norte, inclusive na Rússia ortodoxa e foi com facilidade adotada nos países protestantes, para os quais o presépio não tinha muito significado (por causa das diferenças religiosas vindas com a Reforma Protestante). Muitas vezes fazem para as crianças, como uma concessão. Mas normalmente no culto protestante não tem o presépio”, diz.

Conhecedor de várias tradições religiosas ao redor do mundo, Sanchis explica ainda que além de significar resistência, a árvore passou a significar o começo da vida com a adoção de maçãs dependuradas como enfeite, processo que evoluiu. “Hoje você coloca luz. Se não for árvore, pelo menos madeira”, diz.

Papai Noel

A figura do bom velhinho vestido de vermelho e com barbas brancas, como conhecemos hoje, é herdeira de uma série de transformações e folclore de diversos povos. Nos países do norte da Europa, conta-se que uma bruxa recebeu a visita dos reis magos contando que Jesus havia nascido. Ela não quis acreditar, fechou a porta, mas depois se arrependeu e tentou correr atrás dos magos, mas não os encontrou mais. Então para ter certeza de encontrar o menino e deixar um presente, passou a deixar presentes nas casas de todos os meninos que encontrava.

“O personagem fundamental é o pai-inverno, do folclore antigo da região. E também uma figura materna distribuidora de presentes. Ao longo do tempo tudo se funde. A partir dali houve várias outras interpretações”, diz Pierre Sanchis. São Nicolau, por exemplo, é uma das mais conhecidas histórias sobre a origem do bom velhinho. Muito cultuado na Holanda, ele é um servidor que leva presentes para crianças boas e chicotes para castigar as que não são, o que deixava os pequenos felissíssimos e apavorados ao mesmo tempo.

Algumas tradições contam que era ele podia voar e outras que chegava de navio. De acordo com o pesquisador, ele ainda é esperado pela rainha com toda a pompa real. Outras histórias contam que ele embarca num avião para visitar todas as cidades da Holanda. Em algumas o prefeito vai receber e toda a cidade participa. “Os imigrantes holandeses, do século passado, que foram para os Estados Unidos levaram para lá a tradição e lá virou Santa Claus. Ele se transformou no Papai Noel que foi exportado para todo o mundo”.

Tradições indígenas da Sibéria, repassadas às tribos indígenas da América do Norte, também podem ter contribuído para a formatação da figura de Noel como é hoje. Os paralelos são evidentes, de acordo com estudiosos da história do Natal, já que o xamã era aquele que trazia os presentes que a tribo precisava, só que na qualidade da resposta aos seus problemas. A figura também tinha qualidades especiais, como aconselhar, contar histórias e cantar para alegrar as longas noites frias da região, o que é tão valioso quanto os presentes materiais dados hoje.

Curiosidades como o fato de o xamã usar ervas e cogumelos para fazer viagens astrais para receber intuição de seus deuses podem ter sido a ponta de partida para a criação da figura de um velho que voa em um trenó. Some-se a isso a existência de tribos que tinham nas renas um meio de subsistência e está pronta a figura do velho de barbas brancas que entrega presentes num trenó puxado por renas. E estas são só algumas das interpretações.

Caricaturas

Durante a Idade Média, a representação viva do Natal também foi celebrada, mas em forma de caricatura. Havia a festa do asno em que uma moça entrava na igreja em cima de um burro, no dia do Natal, e no final de todas as orações o povo acabava dizendo “Irram, irram”, imitando o relincho de um burro. “A igreja proibiu depois de muito tempo”, conta Pierre Sanchis, conhecedor de várias tradições.

Outra caricatura da data na época era a festa dos loucos, que durava vários dias, onde havia uma espécie de mundo invertido. “Servidores viravam donos, donos viravam servidores, pessoas saíam às ruas com paramentos de padres revezados. A população ridicularizava e criticava as autoridades e a igreja”. Segundo ele, isso foi a continuidade da Saturnália, que era o equivalente ao que é hoje o Carnaval. A festa era celebrada em Roma na mesma época do ano, oito dias antes do solstício de inverno.

Em várias civilizações, uma celebração correspondente ao Natal existe mas em datas um pouco diferentes. “Em várias igrejas orientais é na passagem do ano. Na Itália celebram o Natal, mas os presentes e a celebração para crianças é em seis de janeiro. Em certo sentido, no ocidente, a passagem do ano – o Réveillon – é o correspondente profano do Natal sagrado (do nascimento de Cristo). “A gente faz uma festa à meia noite mas que não é uma festa de cultivar o sagrado”, diz.

No Brasil existe ainda hoje a tradição das pastorinhas. “É um coral de jovens moças que entoam cantos de natal. Tem discos delas. Antigamente era uma espécie de redenção, de resgate. Elas eram escolhidas entre as prostitutas, para resgate da sua dignidade moral. Era simbolizada a salvação no Natal”, diz.

“No sul, a mãe de família preparava um pedaço de árvore untado com mel, punham fogo e virava o símbolo em torno do qual se reunia a família. Conheci em Portugal a tradição de os homens da aldeia irem na floresta escolher uma árvore grande, abater, recortar em grandes pedaços e fazer uma imensa fogueira na praça principal. Ela é acesa na noite de Natal e dura 10 dias. A população da aldeia se reúne em torno porque o Natal é muito frio. O fogo queima e dá calor físico e ao mesmo tempo é um calor simbólico. É muito bonito, a aldeia toda participa”, relembra.

Natal

Tradições natalinas: o Natal ao redor do mundo

As tradições envolvidas na comemoração do natal são muito antigas e foram se renovando no decorrer dos séculos. Durante esse tempo algumas culturas acabaram marcando suas festividades natalinas com aspectos regionais. Conheça algumas das tradições natalinas ao redor do mundo:

Tradições de natal na Suécia

Nos países escandinavos o natal tem seu início em 13 de Dezembro, data em que se comemora o dia de Santa Luzia. Nas festividades desse dia existem tradições natalinas muito peculiares como uma procissão em que as pessoas carregam tochas acesas. De resto, as tradições de natal suecas são muito parecidas com as do resto do ocidente.

Tradições de natal na Finlândia

Na Finlândia há a estranha tradição natalina de frequentar saunas na véspera de natal. Outra tradição natalina na Finlândia é visitar cemitérios para homenagear os entes falecidos.

Tradições de natal na Rússia

Na Rússia o natal é comemorado no dia 7 de janeiro,13 dias depois do natal ocidental. Uma curiosidade é que, durante o regime comunista, as árvores de natal foram banidas da Rússia e substituídas por árvores de ano novo. Segundo a tradição natalina dos russos, a ceia deve ter muito mel, grãos e frutas, mas nenhuma carne.

Tradições de natal no Japão

No Japão, onde só 1% da população é cristã, o natal ganhou força graças à influência americana, depois da segunda guerra. Por questões econômicas, os japoneses foram receptivos com algumas tradições, como a ceia de natal, o pinheirinho e os presentes de natal.

Tradições de natal na Austrália

Na Austrália o natal é usado para lembrar as raízes britânicas do país. Tal como na Inglaterra, a ceia de natal inclui o tradicional peru e os presentes de natal são dados na manhã do dia 25. Uma curiosidade: devido ao calor alguns australianos comemoram o natal na praia.

Tradições de natal no Iraque

Para os poucos cristãos residentes no Iraque a principal tradição natalina é uma leitura da bíblia feita em família. Há também o “toque da paz”, que segundo a tradição natalina do Iraque, é uma benção que as pessoas recebem de um padre.

Tradições de natal na África do Sul

O natal na África do Sul acontece durante o verão, quando as temperaturas podem passar dos 30 graus. Devido ao calor, a ceia de natal acontece em uma mesa colocada no jardim ou no quintal. Tal como na maioria dos países, tradições como árvores de natal e presentes de natal são quase obrigatórias.

Tradições de natal na Inglaterra

Na Inglaterra as tradições natalinas são levadas muito à sério. Não é à toa, já que o país comemora o natal há mais de 1000 anos. Presentes de natal, pinheirinhos decorados e músicas natalinas são mais comuns na Inglaterra que em qualquer outro país do mundo.

Ceia de Natal

A ceia de natal envolve muitas tradições familiares. Algumas famílias têm suas próprias receitas “secretas” para a ceia de natal, outras comem apenas os pratos natalinos tradicionais, como peru ou chester.

Cada país tem em sua ceia de natal algumas peculiaridades. Os russos, por exemplo, evitam a carne e os Jamaicanos usam e abusam das ervilhas em suas receitas para a ceia de natal.

Na Alemanha come-se carne de porco. Pratos tradicionais de tempero forte também são muito comuns durante a ceia de natal

Na Austrália, onde as festividades natalinas acontecem durante o verão, as pessoas costumam fazer a ceia de natal em praias. Na África do Sul, outro país que comemora o natal durante o verão, é comum fazer a ceia de natal em mesas colocadas do lado de fora das casas.

A ceia de natal brasileira incorporou várias receitas locais como a rabanada e o bolinho de bacalhau, que chegou ao país com a colonização portuguesa.

Árvore de natal: saiba mais sobre a tradição do pinheirinho

Natal

Um símbolo da vida, a árvore de natal é uma tradição muito mais antiga do que o Cristianismo e não é um costume exclusivo de nenhuma religião em particular. Muito antes da tradição de comemorar o Natal, os egípcios já levavam galhos de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano, em Dezembro, simbolizando A triunfo da vida sobre a morte.

Os romanos já enfeitavam suas casas com pinheiros durante a Saturnália, um festival de inverno em homenagem a Saturno, o deus da agricultura. Nesta época, religiosos também enfeitavam árvores de carvalho com maçãs douradas para as festividades do Solstício de Inverno.

Tradição do pinheirinho de natal

A primeira referencia à árvore de natal como a conhecemos hoje data do século XVI. Em Strasbourg, Alemanha (hoje território francês), tanto famílias pobres quanto ricas decoravam pinheirinhos de natal com papéis coloridos, frutas e doces. A tradição espalhou-se, então, por toda a Europa e chegou aos Estados Unidos no início de 1800.

De lá pra cá, a popularidade da árvore de natal só cresceu. A lenda conta que o pinheiro foi escolhido como símbolo do natal por causa da sua forma triangular, que de acordo com a tradição cristã, representa a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

A árvore de natal ao redor do mundo

Na Europa, uma das tradições natalinas consiste em decorar um pinheiro com maçãs, doces e pequenos wafers brancos, representando a eucaristia. A Árvore do Paraíso, como é chamada, era o símbolo da festa de Adão e Eva, que acontecia no dia 24 de Dezembro, muito antes da tradição cristã do Natal. Hoje, a árvore não só representa o Paraíso como no início da tradição, mas também a salvação.

Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal deve incluir 12 ornamentos para garantir a felicidade de um lar:

Casa:proteção

Coelho:esperança

Xícara:hospitalidade

Pássaro:alegria

Rosa:afeição

Cesta de frutas:generosidade

Peixe: benção de Cristo

Pinha:fartura

Papai Noel:bondade

Cesta de flores:bons desejos

Coração:amor verdadeiro

A História do Papai Noel

O Papai Noel nem sempre foi como o conhecemos hoje. No início da história do Natal cristão, quem distribuía presentes durante festividades natalinas era uma pessoa real: São Nicolas. Ele vivia em lugar chamado Myra, hoje Turquia, há aproximadamente 300 anos AC. Após a morte de seus pais, Nicolas tornou-se padre.

As histórias contam que São Nicolas colocava sacos de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas. Os presentes de natal jogados pela janela caíam dentro de meias que estavam penduradas na lareira para secar. Daí a tradição natalina de pendurar meias junto à lareira para que o Papai Noel deixe pequenos presentinhos.

Natal

Alguns anos depois, São Nicolas tornou-se bispo e, por esse motivo, passou a vestir roupas e chapéu vermelhos e barba branca. Depois de sua morte, a Igreja nomeou-o santo e, com o início das celebrações de Natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas passou a fazer parte das festividades de fim de ano.

Papai Noel atual: como foi construída sua imagem

O Papai Noel que conhecemos hoje surgiu em 1823, com o lançamento de “Uma visita de São Nicolas”, de Clement C. Moore. Em seu livro, Moore descrevia São Nicolas como “um elfo gordo e alegre”. Quarenta anos mais tarde, Thomas Nast, um cartunista político criou uma imagem diferente do Papai Noel, que era modificada ano a ano para a capa da revista Harper’s Weekly. O Papai Noel criado por Nast era gordo e alegre, tinha barba branca e fumava um longo cachimbo.

Natal

Entre 1931 e 1964, Haddon Sundblom inventava uma nova imagem do Papai Noel a cada ano para propagandas da Coca-Cola, que eram veiculadas em todo o mundo na parte de traz da revista National Geografic. E é esta a imagem do Papai Noel que conhecemos hoje.

Símbolos

Como toda festa religiosa o Natal é rico em símbolos. Por isso são poucos aqueles que conhecem suas origens e seus significados. O Natal marca a grande festa de solidariedade universal. Pois é comemorado em todo o mundo, até mesmo onde a população cristã é minoria. Podemos sentir que quando o dia 25 se aproxima uma certa ternura vai envolvendo a todos, e o ar fica carregado de uma grande expectativa. O Natal enfim cultiva nas pessoas sentimentos muitas vezes esquecidos, como o amor ao próximo. Muitos símbolos que frequentam vitrines iluminadas, a sala de nossas casas cria novos sons, melodias e cores que dão às nossas festas uma grande harmonia.

Historicamente não se tem certeza a respeito da data do nascimento de Jesus. Um acontecimento tão importante como a vinda do filho de Deus mereceria ser lembrado numa ocasião especial, de modo que todos facilmente incorporaram o costume de celebrá-la. Aí, é que entra o dia 25, nessa época do ano ocorre no hemisfério norte do planeta o chamado solstício de inverno que é o momento em que o sol, depois de atingir o ponto mais distante de sua órbita, reinicia seu caminho de volta fazendo com que os dias tornem-se mais longos.

Foi da apropriação e do amálgama das festividades pagãs que surgiu o Natal, também como forma de converter os não-cristãos a aderirem ao cristianismo.

História do Natal

Natal é a festividade que comemora o nascimento de Jesus Cristo. Segundo os crentes, o nascimento do Messias (ou Cristo) estava já previsto no Antigo Testamento. A data convencionada para sua celebração foi o dia 25 de Dezembro, pela Igreja Católica Romana e, o dia 7 de Janeiro, pela Igreja Ortodoxa.

É um acontecimento religioso e socialmente muito importante para as religiões cristãs, juntamente com a Páscoa. Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações. É encarado universalmente como o dia consagrado à reunião da família, à paz, a fraternidade e solidariedade ente os homens.

Nas línguas latinas. o vocábulo Natal deriva de Natividade, ou seja, referente ao nascimento de Jesus. Nas línguas anglo-saxónicas o termo utilizado é Christmas, literalmente “Missa de Cristo”. Já na língua germânica, é Weihnachten e têm o significado “Noite Bendita”.

No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes repudiava a ideia de se festejar o nascimento de Jesus “como se fosse um Faraó”. De acordo com almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento quando do seu batismo, em virtude de não ter aceito o Calendário Gregoriano. No Século IV, as igrejas Ocidentais passaram a adotar o dia 25 de Dezembro, e o dia 6 de Janeiro para Epifania (que significa “manifestação”). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.

Aspectos históricos

A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério, no ano 354 d.c.. Na realidade, a data de 25 de Dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do Solstício de Inverno.

Foi por isso que, segundo certos eruditos, o dia 25 de Dezembro foi adotado para que que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “nascimento do deus Sol invencível”, que comemorava o Solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada em 17 a 22 de Dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de Dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e um nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como “o Sol de justiça” (Malaquias 4:2) e a “luz do mundo” (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.

As evidências confirmam que num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, “nascimento do deus Sol invencível” (Natalis Invistis Solis) e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o Sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.

Com a chegada do Natal, vários vídeos com esta temática entram em cena. Alguns abordando assuntos sérios e enaltecendo o espírito natalino e outros com um humor um tanto quanto duvidoso, que é o caso de “Um JingleBell para a morte”.

O Ponto de Vista da Bíblia

A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus nasceu.O mês judaico de quisleu (que corresponde ao nosso novembro/dezembro) era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte era tebete (dezembro/janeiro). Era o mês em que ocorriam as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais nos planaltos. Vejamos o que a Bíblia diz sobre o clima naquela região:

O escritor bíblico Esdras mostra que quisleu era de fato um mês frio e chuvoso. Depois de dizer que uma multidão havia se reunido em Jerusalém “no nono mês [quisleu], no vigésimo dia do mês”, Esdras informa que o povo ‘tiritava por causa das chuvas’. Sobre as condições do tempo naquela época do ano, as próprias pessoas reunidas disseram: “É a época das chuvadas e não é possível ficar de pé do lado de fora.” (Esdras 10:9, 13; Jeremias 36:22) Não é de admirar que os pastores que viviam naquela parte do mundo não ficassem ao ar livre à noite com seus rebanhos em dezembro. Mas o escritor bíblico Lucas mostra que, na ocasião do nascimento de Jesus, havia pastores “vivendo ao ar livre e mantendo de noite vigílias sobre os seus rebanhos” perto de Belém. (Lucas 2:8-12) Note que os pastores estavam vivendo ao ar livre, não apenas saindo para os campos durante o dia. Eles mantinham seus rebanhos nos campos à noite.

Como a ideia da vida ao ar livre é oposta às condições climáticas do inverno, a maioria dos estudiosos acredita que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, mas sim na primavera ou no verão.

Impacto social do Natal

Por causa do foco na celebração, na festa da família e do encontro dos amigos, as pessoas que não têm nenhum desses ao seu lado, ou que recentemente sofreram perdas, possuem uma tendência mais forte para ficarem em depressão durante o Natal. Isto aumenta a demanda por serviços de apoio psicológico durante o período. Nesta quadra, muitos acidentes rodoviários devidos a motoristas alcoolizados, a excessos de velocidade e manobras perigosas, ceifam vidas desnecessáriamente.

No países predominamente cristãos, o Natal tornou-se o feriado mais rentável para estabelecimentos comerciais, e também é celebrado como feriado secundário em países onde cristãos são minoria. É altamente caracterizado pela troca de presentes entre família e amigos, e presentes que são trazidos pelo Pai Natal (ou Papai Noel) ou outros personagens. Tradições locais de Natal ainda são ricas e variadas, apesar da alta influência dos costumes natalinos de estado-unidenses e britânicos através da literatura, televisão, e outros modos.

Fonte: 92.catholique.fr/ br.geocities.com/UFGNet/www.serqueira.com.br/www.brasilcultura.com.br/www.presentedenatal.com.br/ fimdeano.uai.com.br/www.emporiovillaborghese.com.br/www.papainoelvasques.com.br

 

 

 

 

Conteúdo Relacionado

Veja também

Dia da Infância

PUBLICIDADE A infância é a faixa etária que vai do nascimento até a adolescência. De …

Dia do Pi

PUBLICIDADE 14 de março – Dia do Pi Pi ou p. O Dia do Pi …

Dia Mundial da Gentileza

PUBLICIDADE A bondade é um comportamento marcado por características éticas, uma disposição agradável e uma …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Time limit is exhausted. Please reload the CAPTCHA.