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Lixo Nuclear

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Lixo Nuclear – Definição

lixo nuclear é o subprodutos radioativos resultantes da fusão, fissão, refinamento ou processamento de materiais radioativos. Isso inclui todos os resíduos radioativos sólidos e líquidos.

Os resíduos nucleares é o material indesejado e perigosamente radioativo que o combustível nuclear torna-se depois de ser utilizado num reator, para a produção de energia nuclear.

O lixo, às vezes chamado de combustível irradiado, é perigosamente radioativo, e permanece assim durante milhares de anos.

Os resíduos nucleares é produzido em todas as fases do ciclo do combustível nuclear, da mineração de urânio e de enriquecimento, a operação do reator e do reprocessamento de combustível nuclear gasto.

Grande parte deste lixo nuclear continuará a ser perigosos por centenas de milhares de anos, deixando um legado venenoso para as gerações futuras.

Lixo Nuclear são substâncias perigosas que permanecem após a energia nuclear tem sido produzido

O que é lixo nuclear?

lixo nuclear são os resíduos radioativos produzidos por reatores nucleares ou sobras de projetos de pesquisa, usos médicos e fabricação de armas nucleares.

Os métodos de classificação podem variar um pouco de país para país, mas duas categorias – resíduos de alto nível (HLW) e resíduos de baixo nível (LLW) – são geralmente reconhecidas, com base na radioatividade, fonte e meia-vida. Esses materiais são potencialmente perigosos porque emitem radiação ionizante, que pode danificar ou matar células, produzir mutações e defeitos congênitos e causar câncer.

O grau de risco depende do nível e do tipo de radioatividade, com alguns materiais sendo muito perigosos na forma bruta e outros apresentando pouca ameaça na maioria das circunstâncias.

A eliminação segura de lixo nuclear, resíduos nucleares é uma questão contínua e controversa.

Tipos e fontes

Os resíduos de alto nível consistem principalmente em barras de combustível irradiado de reatores nucleares. Essas usinas de energia dependem da fissão nuclear para gerar calor, e o combustível é transformado em hastes que podem ser movidas para dentro e para fora do núcleo do reator para controlar o processo.

Depois de um tempo, a taxa de fissão em uma barra diminuirá até o ponto em que ela não será mais eficiente e a barra será removida.

As barras removidas são conhecidas como barras de combustível irradiado e são altamente radioativas, contendo uma série de produtos de fissão – elementos radioativos criados pelo processo de fissão.

Esses elementos se deterioram em taxas diferentes e, com o tempo, os bastonetes se tornam menos radioativos, mas permanecerão potencialmente perigosos por muitos milhares de anos.

Os resíduos de baixo nível, nos EUA, incluem essencialmente tudo que não se enquadra na categoria de resíduos de alto nível. Ele vem de uma ampla variedade de fontes.

É composto por materiais que entraram em contato com substâncias radioativas ou que se tornaram radioativos devido à exposição a algumas formas de radiação, bem como pequenas quantidades de radioisótopos de estabelecimentos de pesquisa e hospitais. Os exemplos são itens de roupas de proteção usados por funcionários que trabalham com materiais radioativos e seringas e agulhas usadas para a injeção de radioisótopos para fins médicos.

Normalmente permanece potencialmente perigoso por entre algumas dezenas e algumas centenas de anos.

Alguns países têm uma categoria intermediária de resíduos. Isso não é reconhecido nos EUA, mas é usado na Europa, e inclui partes descartadas de reatores nucleares que entraram em contato com o combustível nuclear e materiais resultantes do descomissionamento de reatores. Outra categoria são os “rejeitos da moenda”, que são sobras da extração de urânio de seu minério. Eles são apenas ligeiramente radioativos e geralmente são considerados mais um risco químico do que radiológico, pois geralmente contêm metais pesados tóxicos.

Disposição

Resíduos de alto nível geralmente são armazenados no local em usinas nucleares até que um local de descarte adequado esteja disponível. Durante esse período inicial de armazenamento, ele é mantido a pelo menos 6 metros de profundidade de água, que absorve a radiação. A opção preferida para o descarte de longo prazo é subterrâneo, com o material radioativo envolto em vidro e cuidadosamente monitorado.

Encontrar um local de descarte adequado é, no entanto, problemático, pois os planos para armazenar resíduos altamente radioativos em qualquer local tendem a encontrar uma oposição feroz.

Varetas de combustível gasto também podem ser armazenadas acima do solo em grandes recipientes de metal e concreto.

Outra opção para barras de combustível irradiado é o reprocessamento. Depois que um feixe de combustível nuclear foi removido de um reator, ele ainda contém a maior parte de seu urânio original, mas misturado com produtos de fissão altamente radioativos. Esse coquetel radioativo pode ser separado por um processo denominado reprocessamento nuclear, que classifica os elementos do combustível irradiado e permite que o combustível útil seja recuperado e reutilizado. Esse processo ainda deixa alguns resíduos altamente radioativos que precisam ser descartados, mas a quantidade é muito menor. A partir de 2013, o reprocessamento não é mais praticado nos EUA, mas é realizado no Reino Unido e na França.

Os resíduos de baixo nível são armazenados em recipientes especiais que, quando necessário, possuem um grau de blindagem adequado ao nível e tipo de radioatividade.

As substâncias que emitem radiação alfa não requerem proteção, pois só são perigosas se ingeridas ou inaladas. A radiação gama e os emissores de nêutrons, entretanto, requerem proteção significativa.

Tal como acontece com os resíduos de alto nível, os materiais são enterrados no subsolo, mas geralmente relativamente perto da superfície.

O risco representado pelos resíduos nucleares

O lixo nuclear é potencialmente perigoso porque emite tipos de radiação que têm energia suficiente para ionizar átomos, fazendo com que os átomos se tornem eletricamente carregados devido, por exemplo, à remoção de elétrons. No corpo humano, esses átomos carregados podem interagir com outros átomos, causando mudanças químicas nas células e no DNA.

Altos níveis de radiação ionizante matam células e podem causar efeitos imediatos de risco de vida, enquanto níveis mais baixos podem causar danos genéticos e câncer. Para colocar as coisas em perspectiva, no entanto, o lixo nuclear não é necessariamente mais perigoso do que os venenos químicos, que são produzidos em quantidades muito maiores.

Estima-se que a exposição pública a agentes cancerígenos de usinas termelétricas a carvão é muito maior do que a de resíduos nucleares, devido a produtos químicos e elementos radioativos naturais, liberados na atmosfera pela queima de carvão.

Lixo Nuclear – Usina Nucleares

Lixo NuclearLixo Nuclear

Lixo Nuclear

Lixo Nuclear é formado em sua maior parte em Usina Nucleares como a de Angra I e II, mas também pode ser formado em industrias de tecnologia, centros de pesquisas físicas e industrias de aparelhos que utilizam material nuclear como as maquinas de raio X.

lixo radioativo ou nuclear como também é conhecido é resultado da manipulação de materiais radioativos, assim luvas, roupas, ferramentas, peças e outros objetos que são usados em locais radioativos devem ser recolhidos, porque se contaminam com a radiação. De um modo geral ele são armazenados em tambores e lacrados, esse tambores devem ser guardado em locais com vigilância constante e que tenham sua radiação monitorada.

Ele também pode ser estocado como liquido concentrado em tanques de aço inoxidável, rodeado por concreto. O lixo nuclear mais perigoso é transformado em blocos de gelo.

E esse blocos devem ser estocados em minas profundas sob o solo. Em alguns países como os Estados Unidos o lixo e armazenado em túneis profundos localizados no deserto.

Os principais problemas do lixo radioativo e que ele permanece contaminado por um longo período, podendo chegar até mais de 100 mil anos; ele também representa um constante risco, pois caso haja um vazamento a radiação pode causa graves problemas de saúde nas pessoas que forem expostas, como o queimaduras, câncer, mal formação de crianças e dependendo do grau de radiação levar a morte.

Contudo o lixo nuclear continua sendo produzido todos os anos, e cada vez mais, enquanto isso os depósitos em alguns países ainda são precários e falta lugar para armazenar esse material. Somente a criação de políticas serias que restrinjam o uso de material radioativo e determine normas rígidas poderá impedir a multiplicação de depósitos de lixo radioativo, visto que não ainda não existem maios eficazes para seu tratamento.

Hoje o lixo nuclear menos radioativo é armazenado em tamboreslacrados que ficam guardados em depósitos.

Lixo nuclear com maior carga radioativa é armazenado em tanques de aço inoxidável.

Lixo Nuclear – Utilização

As consequências da utilização da energia nuclear em relação ao lixo nuclear, produto das reações nucleares.

Lixo Nuclear é todo resíduo resultante da utilização de elementos e substâncias químicas radioativas, que são aqueles formados por nuclídeos radioativos ou radionuclídeos.

Consideram-se lixo nuclear as sobras de materiais radioativos que não mais serão utilizados e tudo o que estiver contaminado por eles:

Os resíduos de mineração
Os resíduos da preparação dessas substâncias químicas radioativas
Os encanamento por onde elas passaram
As vestimentas moderamente impregnadas de radioatividade usadas pelos trabalhadores.

Enfim, tudo o que entra em contato com material radioativo e o próprio material radioativo que não for mais útil é lixo nuclear.

Nos produtos da fissão do urânio-235 já foram identificados mais de duzentos isótopos pertencentes a 35 elementos diferentes. Muitos deles emitem radiações alfa, beta e gama, representando um risco à população e necessitando, portanto, ser armazenados em recipientes de chumbo e/ou concreto e guardados em locais seguros por tempo suficiente para que a radiação caia a níveis não-prejudiciais.

Dentre os muitos nuclídeos presentes no lixo nuclear, podemos destacar três bastante perigosos para o ser humano:

Estrôncio – 90
Iodo –
 131
Césio –
 137

Lixo atômico

Ainda que fosse possível uma total segurança quanto a acidentes, restaria o grave problema do lixo atômico, isto é, da inevitável produção de uma grande quantidade de escórias radioativas, inerentes ao processo de fissão nuclear. Várias têm sido as soluções propostas para o isolamento do lixo atômico, mas, considerando-se o fato de que a produção de radioatividade nociva por esses resíduos se prolonga por milhares de anos, é absolutamente impossível garantir que os invólucros, por mais espessos e resistentes que sejam, não venham a se deteriorar ou ser violados.

Questões tecnológicas importantes, como essa, permanecem abertas. Até o direito básico da população de Angra à segurança está mal explicado. Para os críticos, o Plano de Evacuação da cidade em caso de acidente é uma ficção. Tem tudo para dar errado.

De qualquer forma, adotar tal sistema de geração de energia é assumir uma séria responsabilidade perante as gerações futuras.

Na manhã do dia 6 de agosto, apareceu em um jornal a manchete que dizia que uma enorme bomba havia sido lançada sobre a cidade de Hiroshima. Três dias depois outra dessas bombas foi jogada sobre Nagasaki, forçando os japoneses a se render em 14 de agosto. As bombas eram tão potentes que os rapazes do 991o Pelotão nem sequer teriam de ir a Tóquio.

Lixo Nuclear
Lixo Atômico

Lixo Atômico

A tremenda força de coesão nuclear, isto é, a energia que faz do núcleo dos átomos a entidade mais compacta de todo o universo, havia sido rompida, liberando uma força inimaginável, a bomba de Hiroshima equivalia a 13 mil toneladas de TNT, e dando início a uma corrida para a construção de bombas cada vez mais poderosas.

Sete anos depois foi detonada a primeira bomba de hidrogênio americana, cujo nome em código era “Mike”, com uma potência equivalente a 9,4 milhões de toneladas de TNT.

Se tivesse sido lançada sobre Nova York, ela teria eliminado a cidade da face da Terra.

Até meados da década de 60, no auge da Guerra Fria, os Estados Unidos haviam armazenado cerca de 32 mil bombas nucleares, responsáveis pelo surgimento de montanhas de lixo radioativo, um subproduto da fabricação de plutônio para esses letais armamentos. Para obter 1 quilo de plutônio, era preciso processar cerca de mil toneladas de minério de urânio.

Produzido a partir do urânio bombardeado com nêutrons em um reator nuclear, o plutônio era em seguida separado do urânio em infernais banhos de ácido e solvente cujo destino final não fora decidido.

Agora uma limpeza longamente adiada está sendo realizada nas 114 instalações nucleares americanas, que ocupam uma área de 8,5 mil quilômetros quadrados.

Muitas das instalações menores já foram limpas, mas os problemas maiores ainda não foram resolvidos.

De mais de meio milhão de toneladas de urânio empobrecido?

De milhões de metros cúbicos de equipamentos, pedaços de metal, roupas, óleos, solventes e outros dejetos contaminados.

E de cerca de 245 milhões de toneladas da escória do processamento de minério de urânio metade das quais estabilizada empesteando o meio ambiente.

Para transportar essa escória em vagões ferroviários de carga, e os resíduos líquidos em vagões-tanques, seria preciso um inimaginável trem com 5,3 mil quilômetros de comprimento.

Lixo NuclearSímbolo Nuclear

Lixo de baixo nível de radiação

Esse é um lixo de vida curta, que tem baixo teor de radioatividade. Inclui a roupa protetora contaminada e alguns equipamentos de hospitais, fábricas, universidades e de indústrias de energia nuclear.

Métodos de descarte: enterrar em fossos; jogar no mar, dentro de tambores de aço (isso não é mais permitido em alguns países); certos lixos líquidos são lançados no mar e o gasoso é descarregado na atmosfera.

Lixo de nível intermediário de radiação

É constituído por lixo sólido de maior volume, como equipamentos usados, frascos de transporte e lama radioativa de usinas atômicas, de fábricas de processamento de combustível e unidades de fabricação de armas nucleares.

Método de descarte: envolver em concreto e armazenar em locais especiais, geralmente em usinas atômicas. Pesquisadores estão procurando métodos de descarte em armazéns subterrâneos, ou nas partes mais profundas do mar.

Lixo de alto nível de radiação

Esse tipo de lixo inclui combustíveis sólidos e líquidos usados em indústrias de energia nuclear.

Métodos de descarte: os líquidos são estocados em tanques de aço inoxidável, envoltos em concreto, num local apropriado.

Podem também ser solidificados em vidros e armazenados em containeres de aço dentro de construções de concreto ou em armazéns subterrâneos.

Pesquisadores estudam a possibilidade de serem depositados nas profundezas dos oceanos.

Dispor seguramente do lixo radioativo é um problema controverso. Muitas pessoas estão preocupadas com a radioatividade, principalmente porque não pode ser vista, tocada, cheirada ou experimentada.

Um grande número de grupos locais têm batalhado contra o descarte de lixo em suas regiões. Grupos de defesa ambiental têm, também, empreendido longas campanhas para acabar com os depósitos de lixo radioativo.

A energia nuclear é muito importante, mas seu lixo é perigoso. Além do problema do lixo radioativo, tem havido também vários incidentes nucleares. Em 1957, um incêndio em Windscale, na Inglaterra, resultou na contaminação radioativa das terras vizinhas. Em 1979, na usina Three Mile Island, Estados Unidos, um acidente no reator nuclear contaminou o local e sua limpeza custou 1 bilhão de dólares.

O mais grave acidente nuclear ocorreu na usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986. Uma explosão, seguida de incêndio, jogou materiais radioativos nas redondezas, o que causou 32 mortes e obrigou a retirada de moradores das cidades e vilarejos próximos. A área possui altos índices de radioatividade e ficará assim por muitos anos.

As partículas radioativas foram levadas pelos ventos a outros países, incluindo Suécia, Alemanha e Grã-Bretanha. Mesmo depois de alguns anos, terras e vegetação de algumas áreas da Grã-Bretanha ainda apresentam radioatividade e as pastagens, também contaminadas, afetam carneiros que se tornaram impróprios para o consumo humano.

A pior contaminação de todas foi a que atingiu as manadas de renas e os lapões, povo do norte da Suécia. Os animais silvestres e algumas manadas ficaram contaminados.

Fonte: www.greenpeace.org/br.geocities.com/www.ucsusa.org/www.wisegeek.org/www.sociedadenewtoniana.kit.net/www.hq.nasa.gov

 

 

 

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