Nascimento: 12 de maio de 1803, Darmstadt, Alemanha. Falecimento: 18 de abril de 1873, Munique, Alemanha. Justus von Liebig – Vida Justus Von Liebig Justus von Liebig não fez sua reputação com uma única descoberta ou inovação, mas sim com a sua enorme versatilidade. Ele conduziu inorgânico pesquisa e química …
Leia maisLixo Eletrônico
Lixo Eletrônico – O que é Com os avanços tecnológicos, muitos equipamentos (exemplos: computadores, televisões, celulares, etc.) vão sendo desvalorizados e sendo trocados por produtos novos, por esse motivo não são mais utilizados acabam no lixo, causando um grande dano ao planeta, pois se não bastasse os aterros sanitários, agora …
Leia maisVai – Junqueira Freire
Junqueira Freire Vai, maldita, vai, víbora sangrenta, Mulher impura, e ávida de infâmias! O mundo é amplo: arroja-te em seu gúrgite. Mereces bem seu lodo. (…) Vai, desgraçada, vai. Farta-te em crimes, Sacia as garras, cobre-te de sangue É esse o gênio teu. Corre, — que eu vejo Teu exemplar …
Leia maisÍnguas
Íngua ou Adenite é um termo geralmente usado para a inflamação de uma glândula ou linfonodos. Geralmente ocorrem como resultado da exposição a bactérias ou vírus.
Leia maisNem Sempre – Junqueira Freire
Junqueira Freire Bem sei que te sorris com riso angélico, Como as aves do céu e a flor dos bosques; Porém deste sorrir – por mais donoso, Nem sempre gosto. Olhas-me, eu sinto, com olhar tão terno, Que, como um talismã, quebranta os ânimos; Porém de teu olhar – tão …
Leia maisHistória do Biquini
O biquini foi inventado na França em 1946 por um engenheiro Francês chamado Louis Réard. O biquini é uma peça de roupa feminina de banho, composto de um sutiã e uma calcinha. Ele trabalhava na loja de lingerie de sua mãe. Ele previu que a reação do público seria como uma explosão para a …
Leia maisNão Posso – Junqueira Freire
Junqueira Freire Olha-me ó virgem – a fronte, Olha-me os olhos sem luz; A palidez do infortúnio Por minhas faces transluz; Olha, ó virgem – não te iludas – Eu só tenho a lira e a cruz. Foge, ó virgem – não descubras Às trevas a tua luz; Longas trevas! …
Leia maisMorte – Junqueira Freire
Junqueira Freire (Hora de DelÍrio) Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o termo De dois fantasmas que a existência formam, – Dessa alma vã e desse corpo enfermo. Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o nada, Tu és a ausência das moções …
Leia maisMeus Olhos – Junqueira Freire
Junqueira Freire Que vês nos meus olhos, que tanto te espantam? Que mostram de estranho, que assim te quebrantam? Um monstro as pupilas no fundo terão? Espelhos no inferno as alvas serão? Serão os meus olhos um quadro de horror? Demônios, ou fúrias de imenso terror? Serão — quais fantasmas …
Leia maisMedrosa – Junqueira Freire
Junqueira Freire Lá corre a nuvem negra, Lá cobre a face ao céu, Qual lutuoso crepe, Qual mortuário véu. E a chuva se despenha Dos bojos dos bulcões, E varre e lava a terra Coos fortes aquilões, – E a terra vácua e nua, Qual foi o caos informe, Quando …
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