PUBLICIDADE Um paralelogramo é um quadrilátero convexo cujos pares de lados opostos são iguais e paralelos Chama-se paralelogramo o quadrilátero que possui lados paralelos dois a dois (lados opostos paralelos). Paralelogramos são polígonos de quatro lados (quadriláteros) que possuem lados opostos paralelos. Eles possuem propriedades geométricas específicas, como lados e ângulos opostos com a mesma …
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Ode à avó Capinha
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE Minha avó Capinha, minha avó Capinha, hoje que morreste (que tristeza a minha!), relembro as histórias que tu me contavas em manhãs de chuva, nas noites de lua… (E meu ser, magoado, perde-se, flutua como o sonho errante das almas escravas). Minha avó Capinha, sou eu …
Leia maisO menino negro não entrou na roda
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE O menino negro não entrou na roda das crianças brancas – as crianças brancas que brincavam todas numa roda viva de canções festivas, gargalhadas francas… O menino negro não entrou na roda. E chegou o vento junto das crianças – e bailou com elas e cantou …
Leia maisO Feitiço do Batuque
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE Sinto o som do batuque nos meus ossos, o ritmo do batuque no meu sangue. É a voz da marimba e do quissange, que vibra e plange dentro de minh’alma, – e meus sonhos, já mortos, já destroços, ressuscitam, povoando a noite calma. Tenho na minha …
Leia maisNão venhas mais ao cais, Menina Negra
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE Não venhas mais ao cais, menina negra. Que esperas tu ainda? Já sabes a tua sina: o branco que partiu não volta mais! E tu, olhando o cais, menina negra linda, vês o teu lindo sonho que já finda… Cantaram o feitiço do teu corpo, nessa …
Leia maisLamento da Maricota
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE – Bom dia, senhor José. Como passou? Passou bem? Mas o senhor José virou a cara, rudemente, com desdém. E a pobre Maricota, que passara mesmo ao lado, a Maricota ficou a cismar, a dizer com ar banzado: – Aiué, senhor José! Para quê fazer assim? …
Leia maisDia de Chuva no Mato
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE “Chove E a trovoada é um batuque incessante, uma estranha batucada. Os raios são setas de fogo que misteriosamente, em tom de guerra, espíritos do mal lançam da Altura para incendiar a Terra. O vento Ora violento, ora brando, o vento é o cazumbi dos cazumbis …
Leia maisBatuque – Geraldo Bessa Víctor
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE Marimbas, ngomas, zabumbas, guizos, quissanges, chigufos… Batuque doido – loucura regada pelos marufos… Bailados sensuais, ardentes; perturbante orquestração; canções sentidas, dolentes, que brotam do coração. E aquela negra, que dança mais esbelta e mais torcida, é mesmo a imagem do Sonho fazendo bailar a vida! O …
Leia maisAs Raízes do Nosso Amor
Geraldo Bessa Víctor PUBLICIDADE Amo-te porque tudo em ti me fala de África, duma forma completa e envolvente. Negra, tão negramente bela e moça, todo o teu ser me exprime a terra nossa, em nós presente. Nos teus olhos eu vejo, como em caleidoscópio, madrugadas e noites e poentes tropicais, …
Leia maisGeraldo Bessa Víctor
Geraldo Bessa Víctor – Vida PUBLICIDADE Nascimento: 20 de janeiro de 1917, Luanda, Angola. Nacionalidade: Angola. Falecimento: 22 de abril de 1985 (68 anos), Lisboa, Portugal. Ocupação: Escritor, Advogado, Jornalista Nascimento: 20 de janeiro de 1917 (98 anos), Luanda, Angola Natural de Luanda, onde nasceu em 1917. Concluiu o Liceu …
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