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História da Nicarágua

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História da Nicarágua tem sido caracterizada por duas coisas – a instabilidade e opressão. Ditadores cruéis, corrupção e caos, se a norma. Além de guerras e rebeliões, distasters naturais têm levado à destruição do capital Manágua duas vezes no século passado, um tsunami saquearam duas cidades do Pacífico, e o furacão Juana recentemente devastou a costa do Atlântico.

Felizmente, o curso da história mudou drasticamente nos últimos anos e Nicarágua começou a quebrar o molde histórica em torno dela. Em 1990, os sandinistas que tinham vindo para o poder por meio de uma violenta rebelião entregou o poder ao democraticamente eleito Violeta Chamorro por vontade própria – assim, decretando a primeira vez na história recente do mundo que qualquer rebelião já submetidos a eleições democráticas e então pacificamente desceu do poder.

O país teve eleições democráticas legítimas no passado, mas o presidente seria invariável ser derrubado por um ditador por ocasião da próxima eleição. Em 1997, no entanto, a transferência de poder entre Violeta Chammorro e Arnoldo Aleman encenado pela primeira vez na história da Nicarágua, que este escritório foi transferido pacífica e democrática de um eleito democraticamente indivíduo para outro. Todo mundo espera que esta transferência é um símbolo de paz no futuro.

Linha de tempo dos eventos importantes na história da Nicarágua, de modo que você pode ter uma idéia de quais tópicos você gostaria de aprender mais:

1509: Colonizadores espanhóis chegam no Panamá. Em 1524, o espanhol mudaram-se para o resto da América Central.
1812: Monarquia constitucional estabelecida em Espanha; domínio colonial liberalizado. Eleição dos conselhos municipais na América Central marca o início da vida política nacional.
1821: A confederação de centrais províncias americanas proclama a sua independência da Espanha.
1822: Central províncias americanas anexo se a Império Mexicano independente sob o general Agustín de Iturbide, mais tarde imperador Agustin I.
1823-1824: Agustin I derrubado; México torna-se uma república. Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua e El Salvador, o formulário Federação da América Central.
1825: Estados Unidos e América Central Federação assinam um tratado de amizade que é ratificado no ano seguinte.
1829-1838: Conflito político entre os membros da federação e os aumentos de capital. Em 1838, Congresso Centro-americano permite que os estados deixar a federação, Nicarágua, Honduras e Costa Rica se separar.
1856: Americana mercenário William Walker é contratado por um partido político nicaragüense para derrubar o presidente. Ele toma o controle do governo e define-se como presidente. Ele está afastado do próximo ano e executado em 1860.
1903: Os EUA negocia o Tratado do Canal do Panamá e estabelece o controle sobre a zona do canal.
1909: Ditador José Santos Zelaya é deposto na Nicarágua. Caos e instabilidade seguir, levando a intervenção dos EUA financeiro e militar. (1911 – 1933)
1927: Acordo de paz potencial entre facções lutando na Nicarágua fornece base para EUA ocupação e as eleições subseqüentes. General Augusto C. Sandino se recusa a aceitar acordo de paz e lidera uma força de guerrilha contra os fuzileiros navais dos EUA.
1932: Um terremoto destroyes da capital Manágua.
1933: General Anastasio Somoza Garcia é nomeado diretor do novo “não partidária” Guarda Nacional na Nicarágua. A fuzileiros navais dos EUA se retirar.
1934: Sandino é assassinado por membros da Guarda Nacional da Nicarágua; Guarda-chefe Anastasio Somoza Garcia domina o país até 1956.
1937: Somoza torna-se oficialmente presidente.
1956: Anastasio Somoza é assassinado. Seus filhos, Luis e Anastasio Jr., manter o controle da Nicarágua.
1961: A Frente Nacional de Libertação Sandinista (FSLN) é fundada na Nicarágua.
1961: O Mercado Comum Centro-Americano é formado. O Mercado Comum estabelece livre comércio entre os cinco países e ajuda a fortalecer suas economias.
1967: Anastasio Somoza Debayle é “eleito” Presidente da Nicarágua.
1969: Uma guerra eclode entre El Salvador e Honduras causando o colapso do Mercado Comum.
1972: Um terremoto devasta Manágua, Somoza de manuseio incorreto de crise e de fundos de ajuda internacional aumenta antipatia ao regime.
1978: EUA e OEA fracassar em tentativas de mediação com a Nicarágua; EUA suspende ajuda militar a Somoza.
1979: Somoza é derrubado e uma nova coalizão governante dominado pela FSLN (Frente Sandinista) assume o poder.
1981: Os EUA termina ajuda à Nicarágua depois de encontrar evidências de que a Nicarágua, Cuba e da União Soviética estão fornecendo armas aos rebeldes salvadorenhos.
1982: A Câmara dos Representantes dos EUA passa a Emenda Boland, que proíbe os EUA de fornecer os Contras da Nicarágua (forças opostas os sandinistas), com braços para derrubar o governo sandinista.
1984: Portos da CIA minas da Nicarágua em uma operação secreta. Ambos os inimigos dos Estados Unidos e aliados condenam a ação. Nicarágua processa os EUA na Corte Mundial, e em junho de 1986, o Tribunal considera os EUA culpados de violar a lei internacional.
1984: Daniel Ortega, líder do FSLN, é “eleito” presidente da Nicarágua.
1985: Os EUA suspende negociações com a Nicarágua. Presidente dos EUA Ronald Reagan descreve os Contras da Nicarágua como “Freedom Fighters” e compara-los aos pais fundadores da América. Reagan inicia sanções econômicas contra a Nicarágua. O Congresso dos EUA aprova pacote de ajuda humanitária para os Contras da Nicarágua.
1986: O governo da Nicarágua fecha La Prensa, um jornal de oposição. Um avião que transportava suprimentos militares dos EUA para os Contras é derrubado eo único sobrevivente americano é capturado. O governo dos EUA anuncia que, ao contrário da Emenda Boland, os EUA tem vindo a fornecer ajuda militar aos contras. As fontes foram comprados com recursos desviados formar a venda de armas dos EUA para o Irã. A operação secreta ficou conhecido como o escândalo Irã-Contra.
1987: Daniel Ortega, o líder do FSLN e Presidente, começa uma viagem para a União Soviética e da Europa Oriental em busca de ajuda militar e econômica. O Congresso dos EUA aprova 7,7 milhões em ajuda humanitária para os Contras. As negociações de paz entre os sandinistas e os contras quebrar. Ortega confirma rumores de que os soviéticos pretendem fornecer Nicarágua com mais ajuda militar.
1988: Pedidos de Reagan 36,65 milhões em ajuda não-letal e 3,6 em ajuda militar para os Contras, mas é rejeitado. Os sandinistas e contras começar um cessar-fogo. A Câmara eo Senado aprovar 47,9 milhões em ajuda humanitária para os Contras e os filhos do lesado.
1990: Violeta Chamorro Barios do partido UNO (União Nacional Oposição) derrota o FSLN de Daniel Ortega na observados internacionalmente eleições presidenciais. Sandinistas e contras assinar um cessar-fogo permanente. Os Contras começam a desmobilizar.
1993: Rearmed Contras, pelo então chamado de “re-Contras” tomar 38 reféns em uma tentativa de forçar Humberto Ortega, o irmão de Daniel Ortega e nomeado Chamorro como o chefe do exército, a renunciar. Em retaliação, alguns soldados sandinistas que já havia sido desmobilizados seqüestrado líderes do partido UNO.
1995: Em fevereiro de Humberto Ortega é substituído por Joaquin Lacayo depois de cinco anos de negociações com Violeta Chamorro.
1997: Arnoldo Aleman é empossado como presidente com cerca de 49 por cento dos votos em comparação com cento Daniel Ortega, de 39 anos, completando assim a primeira transferência democrática e pacífica da presidência na história da Nicarágua.

Fonte: library.thinkquest.org

História da Nicarágua

Os restos arqueológicos encontrados em Manágua, há 10.000 anos, registram os primeiros moradores de Acahualinca. Acredita-se que no século X a. C. emigraram do México tribos indígenas que se assentaram nas planícies do Pacífico. Em diversos lugares está presente o legado da civilização asteca que chegou em torno do século XV ao território.

Os primeiros europeos chegaram no século XVI. A Espanha colonizou a região e os indígenas foram convertidos ao Cristianismo. As cidades de Granada e León foram fundadas por Francisco Hernández de Córdoba. As civilizações indígenas foram substituídas pelas civilizações européias.

León e Granada floreceram, León converteu-se em um centro de intelectuais e de ideologia liberal, enquanto que Granada em um processo mais conservador. Isto provocou o confronto entre ambas idéias.

A Independência

Nicarágua conseguiu a independência da Espanha em 1821. Pertencendo primeiramente ao México e depois a Federação da América Central.

Em 1838 tornou-se independente totalmente. Com a saída dos espanhóis, os britânicos e os norte -americanos mostraram interesse no país e sua passo estratégica foi desde o lago da Nicarágua até o Pacífico, onde pretendiam estabelecer um canal de comunicação entre o Pacífico e o Atlântico.

Grã-Bretanha garante sua presença na zona caribenha e no norte-americano William Walker, com pretexto de mediar os conflitos existentes entre conservadores e liberais apodera-se da nação, nomea-se presidente e cria um estado escravagista apoiado pelo sul dos Estados Unidos. Entretanto, nenhuma das facções surgidas dentro e fora do país favoreceram seus fins, levando seu próposito ao fracasso.

O país sofria convulsões internas, porém o triunfo do norte dos EE. UU. extendia-se pelo mundo, acima de todo americano, e sua presença econômica e política deixava-se ver a cada passo. No início do século XX, os norte-americanos, impuseram Estrada como presidente. No entanto, os nicaraguenses preferiam a Mena. Enquanto as tropas estrangeiras permaneciam no país, Chamorro assinou o pacto que dava direito aos EE. UU. a construir o canal. Isto incentivou os conflitos nacionais.

O Sandinismo

Nas montanhas, César Sandino dirigiu um amplo movimento guerrilheiro não conseguindo acabar nem com as forças norte-americanas, nem com as da Guarda Nacional. O sandinismo nao destituiu as armas até 1933, em seguimento a repartição dos norte-americanos e, mesmo assim Sandino foi assasinado.

Antes de ir embora os norte-americanos tinham impresso o seu brasão e estilo na pele de Anastásio Somoza, que se fêz nomear presidente em 1937, instaurando uma política ditatorial e de benefício pessoal, que durou até o seu assasinato em 1954. A família deu continuidade ao seu estilo.

A Frente Sandinista de Liberação Nacional, que recebia apoio de quase todo o país, desencadeou em 1979 uma ofensiva militar contra Somoza Dabayle, fazendo-o correr para USA. Em 1984 o sandinismo chegou as eleições conseguindo a maioria dos votos. No país continuava presente a ameaça de invasão das tropas norte-americanas ou de forças armadas centro-americanas munidas ou instruidas por eles.

Na década de 80, USA impõe uma retensão econômica ao país e instiga outros países a fazerem a mesma coisa. USA alimenta o contra, amparada pela CIA.

Muitos países promoveram planos de paz em Nicarágua, entre eles o presidente de Costa Rica, Oscar Arias Sánchez, que conseguiu assinar um em 1988, entre El Salvador, Nicarágua, Guatemala e Honduras. As pressões econômicas e de guerra que vivia a Nicarágua tinham deixado a sua marca.

Nas eleições de 1990 a viúva de Chamorro, Violeta, ganhou com a coalizão UNO, União Nacional Opositora. A sua política tentou tirar o país da crise econômica e política, porém nas últimas eleições o contra voltou com o pesadelo de um regime de direita conservadora e ditatorial.

Fonte: www.rumbo.com.br

História da Nicarágua

Durante sua história, a Nicarágua tem sofrido com a instabilidade política, a guerra civil, a pobreza, a intervenção estrangeira, e desastres naturais. Governos desde os tempos coloniais têm sido incapazes de proporcionar estabilidade e crescimento econômico sustentável.

Pessoais e estrangeiros interesses especiais têm, em geral prevaleceu sobre os interesses nacionais, e intervenção estrangeira na Nicarágua assuntos políticos e econômicos, especialmente pelos Estados Unidos, resultou em várias formas de reações populistas e nacionalistas. O legado do passado pode ser visto hoje nas atitudes em relação à influência estrangeira.

Embora as classes média e alta tendem a imitar norte-americanos estilos de vida e ser solidário com as políticas dos Estados Unidos, os pobres da Nicarágua são altamente suspeitas das intenções de cultura e política dos Estados Unidos.

Desde os tempos pré-coloniais, fértil Nicarágua costa do Pacífico tem atraído colonos, concentrando assim a maioria da população na parte ocidental do país. A costa do Caribe, por causa de sua proximidade com as Índias Ocidentais, historicamente, tem sido o local de intervenção estrangeira e não-hispânicos imigração de grupos negros e indígenas do Caribe e de colonos britânicos e piratas. O resultado de diversos grupos étnicos que hoje habitam a costa do Caribe, durante séculos resistiu hispânicos governos da Nicarágua e exigiu autonomia política.

Durante a maior parte do século XX, a Nicarágua tem sofrido sob regimes ditatoriais. Desde meados dos anos 1930 até 1979, a família Somoza controlou o governo, os militares, e um setor cada vez maior da economia nicaraguense.

Em 19 de julho de 1979, Somoza regra chegou ao fim após o triunfo de um movimento de insurreição liderada pela Frente Sandinista de Libertação Nacional (Frente Sandinista de Libertação Nacional – FSLN). No entanto, a predominância da FSLN levou ao desenvolvimento de um tipo diferente de regime autoritário que se prolongou por mais de uma década.

Durante os anos 1980, a Nicarágua era o centro de confrontação da Guerra Fria no Hemisfério Ocidental, com a ex-União Soviética e Cuba prestação de assistência ao governo sandinista, e os Estados Unidos apoiando forças anti-governamentais. Uma iniciativa regional de paz pôs fim à guerra civil no final de 1980. Os sandinistas perderam nas eleições de 1990, e um novo governo liderado pelo presidente Violeta Barrios de Chamorro foi instalado em abril de 1990.

Fonte: countrystudies.us

História da Nicarágua

Desde 1850, o governo dos EUA interveio na Nicarágua inúmeras vezes, a criação de governos fantoches para proteger seus interesses econômicos e políticos.

Fortemente apoiado por os EUA, o nicaragüense Anastasio Somoza autocrata, fundou uma ditadura brutal em 1936, que foi passado de pai para filho com o irmão de 43 anos. Um exemplo de corrupção esta dinastia foi canalização do dinheiro de fundos de ajuda internacionais enviados para Manágua depois de um terremoto devastador atingiu, em 1972.

História da Nicarágua
Um soldado Sandinista protege um mural na parede da residência de Daniel Ortega.

Depois de anos de tortura e derramamento de sangue, a ditadura de Somoza foi derrubado em julho 19,1979 pela Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN). Em 20 de julho, os soldados entraram sandinistas Manágua em meio a aplausos fervorosos e celebração de centenas de milhares de nicaragüenses.

Pela primeira vez na história da Nicarágua, recém-eleitos funcionários sandinistas implementado bem sucedidos programas sociais que promoveram a auto-determinação. Estas iniciativas alcançou reconhecimento internacional e incluiu ganhos nas áreas de alfabetização, saúde, educação, creches, sindicatos e reforma agrária.

Como nicaragüenses trabalhado no sentido de uma maior auto-suficiência, a administração Reagan começou a financiar a Guerra Contra a minar o governo sandinista na década de 1980. Este custo desastrosa guerra de dez anos 60.000 vidas e destruiu a infraestrutura do país e da economia, com perdas estimadas de 178 bilião dólares EUA dólares.

Em 1990, realizou a sua segunda Nicarágua democraticamente governados eleições presidenciais. Depois de sofrer o impacto da guerra e um embargo comercial dos EUA, muitos nicaragüenses F O público votou para os EUA -. Apoiado Coalizão ONU candidato Violeta de Chamorro. Muitos nicaragüenses senti empurrado contra a parede por suas péssimas condições e não viu outra maneira de acabar com a agressão dos EUA. No entanto, apesar dessa coerção, do Partido Sandinista ainda recebeu 41% dos votos totais. Hoje, a FSLN ainda é o maior partido, o mais popular no país.

Desde que a coalizão ONU assumiu o cargo, eles severamente cortar gastos do governo com o sucesso dos programas sociais, como saúde e educação. Em julho de 1991, os setores de direita atacaram as reformas agrárias sandinistas, que deram terra aos camponeses e pequenos agricultores. Os resultados têm sido prejudicial para todos os aspectos da vida das pessoas.

Um exemplo é o bairro, Barrio La Primavera, em Manágua. As pessoas que vivem em pequenas parcelas de terra e em casas improvisadas, estão ameaçadas de despejo devido a ações UNO.

Hoje, o povo da Nicarágua estão se organizando para ajudar um ao outro sobreviver. Como eles estão construindo sobre os sucessos sandinistas eles estão ansiosos para o futuro para mudanças positivas, apesar das condições severas que ONU e EUA. políticas de ajuda já estão produzindo.

História Política

História da Nicarágua
Um mural na parede da residência Daniel Ortega.

Desde o início da Nicarágua, como um Estado-nação tem estado sob ataque.

Sua autonomia e soberania são repetidamente impedido.

Após a independência da Espanha, Walker, um mercenário americano, assume o poder e torna-se o primeiro presidente da Nicarágua.

Como presidente, ele procura anexação EUA (Nicarágua quer se tornar parte de os EUA) e seu primeiro decreto é escravidão sanção.

Depois de Walker, um governo fantoche é liderada por José Santos Zelaya. Em seguida, o general José Moncada, que inicialmente tinha lutado contra a intervenção dos EUA, entra em negociações com Henry L. Stimson, enviado pessoal do presidente Coolidge.

Em reação a esta César Augusto Sandino, o Comandante do Exército para defender a soberania nacional, lança uma guerra de guerrilha contra as forças dos EUA na Nicarágua.

Em 1934, a retirada dos EUA, deixando oficial militar da Nicarágua, Anastasio Somoza como comandante da Guarda Nacional. A ditadura brutal começa, alimentado por fundos norte-americanos, que é passado de pai para filho com o irmão há mais de 43 anos.

Anastasio Somoza é assassinado e sucedido por seu filho, Luis Somoza Debayle.

Não é até 1978 que a Frente Nacional de Libertação Sandinista (FSLN) lidera as forças anti-guerrilha Somoza em uma violenta insurreição contra os militares.

A Nicarágua está mergulhado em uma guerra civil.

Em 17 de julho de 1979, os últimos Somoza renuncia e foge para Miami, exilando para o Paraguai. Em 20 de julho, as forças sandinistas entrar Manágua, e centenas de milhares de nicaraguenses comemorar seu triunfo. Um período de liberdade ideológica e nacional auto-definição segue. A nova ideologia é muito unida com uma explosão da produção artística e firmemente enraizada em um movimento intrinsecamente popular. Entre as fontes mais importantes e mais antiga deste movimento é o projeto poeta Ernesto Cardenal na Ilha de Solentiname.

História da Nicarágua
Mexicano Alfonso Villanueva, com Genaro Lugo, Orlando Sobalvarro ande Xavier 
Figura Orozco com o punho levantado ladeado por rifles

Por um breve período na Ilha de Solentiname desde Nicarágua um espaço comum para uma experiência artística e espiritual.

Em Solentiname, um poeta e sacerdote, agora famoso, Ernesto Cardenal estabeleceu uma comunidade religiosa de 1965-1966.

A comunidade foi solidamente baseada na teologia da libertação, uma teoria do cristianismo, onde a justiça social ea partilha comunitária são vistos como partes vitais de interpretação bíblica. Cardenal desenvolveu suas idéias para Solentiname através de conversas com o falecido Thomas Merton, um famoso padre norte-americano.

Mil camponeses participaram de uma análise de suas condições de vida e de diálogo sobre a igualdade social. Roger Perez de la Rocha, um pintor respeitado de Manágua, foi convidado a expor as pessoas a técnicas de pintura, incentivando a preservação do estilo individual e pensamento. Isso deu origem a um interesse artístico em Solentiname pela população em geral, momento em que famílias inteiras começaram a pintar em um estilo que é atualmente chamada de “primitivista”.

A arte foi infundida com imagens de populares Central tradições americanas, tais como tecelagens indígenas e cabaças pintadas que datam do Chorotega e índios Nahuatl.

El Evangelio de Solentiname, os livros intitulado O Evangelho Segundo o Solentiname, evoluiu a partir de uma série de conversas que os camponeses tinham refletindo sobre a vida de Jesus Cristo e como o profeta teria agido durante Nicarágua tempos contemporâneos.

História da Nicarágua
Soldado protege mural na residência Ortega.

Com a revolução da Nicarágua, em 1979, Daniel Ortega incentivou a participação popular na tomada de arte e criação de arte sem fórmulas.

Ernesto Cardenal e Sergio Ram’rez fez contribuições significativas no diálogo sobre arte e cultura na Nicarágua.

Avanços teóricos e as mudanças históricas vieram de mãos dadas. Uma crítica da arte européia refinada juntamente com um olhar analítico em tradições folclóricas arte indígena permitiu à classe popular para expressar-se artisticamente e fazer o seu caminho através de um mundo da arte controlada pela elite dominante.

Fora dessas idéias evoluíram três grupos de vanguarda: Praxis, uma arte visual cooperativa, Gradas, um grupo de artistas e músicos, e mecate, um movimento camponês de arte e teatro.

Uma forma popular de teatro na Nicarágua tem sido tradicionalmente o Teatro GŸegŸense, um teatro eram pessoas indígenas satirizar conquistadores espanhóis.

Muitos artistas foram presenteados com bolsas de estudo e eram capazes de viajar a nível nacional e internacional. Camponeses, pintores escolarizados e as crianças tiveram a oportunidade de participar de oficinas de poesia, para criar jogos e para pintar murais em todo o concelho.

Raœl Quintanilla explica:

A partir de 1979, iniciou a construção de uma nova linguagem visual, no quadro de uma revolução popular com base

A nossa nova identidade nos obrigou a olhar criticamente tanto o nosso passado e nossa situação atual. A revolução de 1979 deu-nos o direito de liberdade de expressão, experimentação e recuperação do patrimônio tirado de nós ao longo de cinco séculos de colonialismo e neocolonialismo.

História da Nicarágua
Este mural é parte da série sobre as paredes Ortega.

Raul Quintanilla fala sobre uma linguagem visual que abarca muitos dialética através de um diálogo contínuo. A questão do diálogo traz a questão da linguagem e alfabetização. A revolução da Nicarágua envolveu o país como um todo e fez a sua educação a prioridade.

O mecanismo para a implementação dessa educação das massas foi a Cruzada de Alfabetização. Com a Cruzada de Alfabetização Paulo Freire, um professor mundialmente famoso dos professores, criado El Amanecer del Pueblo, A Aurora do Povo, criando assim a cartilha que ensina meio milhão de pessoas para ler.

Alfabetização passou de 58% para 88%, ao mesmo tempo dos mais altos níveis de alfabetização na América Latina. Com base em teorias de aprendizagem de Freire pessoas foram capazes de se tornar melhores pensadores críticos. Logo as pessoas comuns estavam escrevendo poesia sobre suas vidas e suas dificuldades.

No entanto, esta nova arte exigiu autonomia política e independência econômica a ser sustentado e, finalmente, foi sistematicamente censurado e silenciado.

Como Margaret Randall (autor sobre as mulheres e da revolução) explica memória é identidade.

Fonte: www.stanford.edu

História da Nicarágua

Nicarágua, povoada desde há pelo menos 10.000 anos, recebeu migrações de indígenas de México que se dirigiram para a zona do Pacífico.

Cristóvão Colombo, em sua segunda viagem, tomou contato pela primeira vez com a costa do Caribe, ainda que o primeiro explorador que percorreu o país foi Gil González de Ávila e Francisco Hernández de Córdoba, quem fundou em 1524 as cidades de León e Granada.

1821-1857 DA INDEPENDÊNCIA À INVASÃO FILIBUSTERA

No momento da independência, Nicarágua fez parte das Províncias Unidas de Centroamérica até 1838. O século XIX esteve marcado por uma sucessão de guerras civis, rivalidades e conflitos entre liberais e conservadores. Os liberais tinham seus principais apoios na cidade de León, enquanto os conservadores recebiam respaldo de Granada.

Em meados do século XIX, depois de descobrir-se ouro em California, Nicarágua se converteu em alvo das ambições das grandes potências, pois viajando através de seu território se podia ir da Costa do Atlântico à do Pacífico dos Estados Unidos, a fim de atingir California e evitar assim atravessar o perigoso oeste norte-americano.

As rivalidades entre conservadores e liberais propiciaram que em 1855 um aventureiro chamado William Walker fora chamado pelos liberais de Leão para participar em sua guerra contra os conservadores. Walker chegou a Nicarágua com 56 mercenários e ao pouco tempo se tinha apoderado do país e se tinha feito nomear presidente. Os países da América Central reagiram e em 1857 *Walker foi derrotado por uma coligação dirigida por Guatemala e Costa Rica.

1860-1909 CONSERVADORES E A LIBERAIS

Depois da devastadora guerra civil, os conservadores conseguiram tomar o controle do país e monopolizaram o poder até a última década do século. As reformas liberais chegaram da mão de José Santos Zelaya quem se converteu no novo homem forte ao derrubar ao regime conservador. Em 1893, sancionou-se uma nova Constituição, onde se plasmou o programa liberal. Ademais reincorporou a Nicarágua a zona do Caribe, modernizou as estruturas políticas e sociais do país, ampliou e estendeu as comunicações.

1909-1936 O PERÍODO DA INSTABILIDADE

Depois da queda de Santos Zelaya em 1909, os conflitos se reativaram, o que permitiu a intervenção de Estados Unidos no país. A guerra entre conservadores e liberais se fechou em falso quando a assinatura da paz entre ambos bandos não foi aceitada por um dos dirigentes liberais, Augusto César Sandino, quem iniciou uma guerra de guerrilhas contra a ocupação estadounidense até 1933, ano que cedeu deixar as armas.

Anastasio Somoza García, chefe da Guarda Nacional, dirigiu em 1934 um complô que terminou no assassinato de Sandino e em 1936 derrocou ao presidente Sacasa para proclamar-se presidente depois das eleições celebradas em 1937.

1936-1978 A DINASTIA SOMOZA

Começou então um longo período na história de Nicarágua no qual a família Somoza se converteu na dinastia que dirigiu de maneira autoritária o país. Somoza morreu assassinado em 1956, mas sua família continuou com o regime.

O filho de Anastasio Somoza García, Luis Somoza Debayle, fez-se cargo do poder obrigado ao controle que o somocismo tinha sobre a Guarda Nacional, único corpo armado do país. À morte de Luis Somoza em 1967, sucedeu-lhe seu irmão Anastasio Somoza Debayle. “Tachito”, como era popularmente conhecido, governou o país até que foi derrocado em 1979 pela revolução sandinista. Os escândalos devido à corrupção e a inoperância do Estado durante o terremoto de 1972 terminaram por deslegitimar ao regime.

Em 1962, Carlos Fonseca, Tomás Borge e Silvio Mayorga tinham fundado a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), uma guerrilha que aspirava a acabar com a ditadura e que em 1979, lançou a ofensiva final que terminou com a queda do regime.

1979-1990 A REVOLUÇÃO SANDINISTA

Então uma junta de cinco membros governou o país e Daniel Ortega, um dos comandantes sandinistas, foi nomeado coordenador.

Anulou-se a constituição somocista e se iniciou a obra de reconstrução do país: alfabetização, nacionalização das terras e propriedades da família Somoza e de suas mais importantes colaboradores.

Uma parte da Guarda Nacional, “os contras”, refugiou-se em Honduras e Costa Rica desde onde iniciou uma guerra de guerrilhas contra o regime sandinista.

Iniciando um longo conflito apoiado pelos Estados Unidos no marco da Guerra Fria que nesses anos definia as relações internacionais.

Em 1984, os sandinistas venceram numas eleições e Daniel Ortega foi eleito presidente. A intervenção de outros países, no marco de uns acordos de paz globais para a região se traduziu na celebração de novas eleições em 1990 que, por surpresa, foram ganhadas por uma coligação de direita, a UM (União Nacional Opositora).

1990-2005 ANOS RECENTES

A raiz das eleições de abril de 1990, foi eleita presidenta dona Violeta Bairros de Chamorro, viúva de Pedro Joaquín Chamorro, jornalista e político conservador assassinado em 1978 pelo somocismo. A vitória da UM trouxe a pacificação do país quando os “contras” deixaram as armas. Ademais, pôs-se em marcha um duro plano de ajuste econômico que conseguiu conter a inflação.

Em 1996 umas novas eleições deram a vitória a Arnoldo Alemán, do de direita “Partido Liberal Constitucional ficando os sandinistas em segundo lugar. Em 1998, o furacão Mitch afetou a Honduras e a Nicarágua, ocasionando grande número de vítimas e perdas materiais. Nas eleições de 5 de novembro 2001, foi eleito presidente Enrique Bolaños, também do PLC e vice-presidente durante o governo de Alemán.

Fonte: www.ciberamerica.org

História da Nicarágua

Primeiros povoamentos e colonização

Os primeiros povoamentos na Nicarágua apareceram há milhares de anos, embora tenham deixado poucos vestígios de sua civilização. Os espanhóis chegaram à costa nicaraguense através de Cristóvão Colombo, que chegou à foz do rio San Juan em 16 de setembro de 1502.

A primeira expedição espanhola, liderada por Gil González Dávila, chegou somente em 1522, depois da conquista do atual México. A expedição chegou a atravessar o lago Nicarágua, mas foi expulsa pelos nativos. A primeira colonização espanhola foi levada a cabo por Francisco Hernándes de Córdoba (preposto de Pedrarias Dávila, governador do Panamá), que fundou as cidades de Granada, no lago Nicarágua, e León, no lago Manágua, em 1524.

Pedrarias foi nomeado governador da Nicarágua em 1527. Em seguida, a colônia passou sucessivamente da jurisdição da audiência de Panamá à de Los Confines, Honduras e, em 1570, à da Guatemala. Após um breve ciclo de extração de ouro, a economia progrediu lentamente.

Durante o período colonial foi desenvolvida uma intensa rivalidade entre as cidades coloniais de León, sede administrativa e centro intelectual e liberal, e Granada, centro agrícola da aristocracia conservadora, enriquecida pelo comércio com a Espanha, feito pelo rio San Juan.

Entre os séculos XVI e XVII, ambas as cidades coloniais foram vítimas de ataques de piratas. No fim do século XVIII, a Grã-Bretanha exercia um virtual protetorado sobre índios e zambos do litoral do Caribe, onde se criara a comunidade de Bluefields. Apesar dos ataques e de alguns terremotos devastadores, a colônia prosperou nesse período.

As duas cidades continuaram as hostilidades até a data em que o país se tornou membro das Províncias Unidas da América Central. Parte administrativa do vice-reinado da Nova Espanha e da capitania-geral de Guatemala, a região cresceu lentamente. Dependia da agricultura, que se desenvolveu substancialmente no século XVIII. Em 1786, as províncias da Nicarágua, da Costa Rica e a alcaidaria-mor de Nicoya foram reunidas para constituir a intendência da Nicarágua.

O movimento de independência teve início no princípio do século XIX, levando a Nicarágua a declarar a independência da Espanha em 1821.

Vida independente da Espanha

Por influência dos movimentos revolucionários do México e de El Salvador, em 1811 ocorreu em León e estendeu-se a Granada uma revolta, dominada sem muita violência. Em 1821, a capitania geral da Guatemala proclamou-se independente. Granada manteve-se integrada ao novo país, mas León declarou sua independência.

O império mexicano de Agustín de Iturbide anexou o território por um breve tempo e quando houve um colapso do domínio mexicano a Nicarágua passou, a partir de 1823, a fazer parte da Federação das Províncias Unidas da América Central (com a Guatemala, Honduras, El Salvador e Costa Rica). Granada, porém, insurgira-se antes da abdicação de Agustín de Iturbide (1823) e proclara a república.

Em 1826, mediante uma primeira Constituição, toda a Nicarágua integrou-se às Províncias Unidas da América Central. A luta entre liberais e conservadores tornou-se a característica mais marcante da vida política nicaragüense. Os liberais, que lutavam para criar uma nação independente, em 1838 proclamaram a república, abandonando a federação, embora o conflito civil tenha continuado. Em 12 de novembro desse ano, no governo de José Núñez, promulgou-se nova constituição que definia a Nicarágua como um estado soberano e independente.

Ocupações britânica e de William Walker

História da Nicarágua
Cornelius Vanderbilt.

Na intenção de abrir, entre o lago Nicarágua e o Pacífico, um canal que desse acesso ao Atlântico pelo San Juan, em 1848 os britânicos voltaram a ocupar San Juan del Norte, conhecida como costa dos Mosquitos, nome de uma tribo de índios americanos. Os Estados Unidos tinham igual interesse e, poucos anos depois, Cornelius Vanderbilt implantou na Nicarágua um sistema de barcos e veículos terrestres que permitia passar de um oceano a outro.

Em 1850, os dois países comprometeram-se a respeitar a independência da área e a neutralidade do canal, se fosse construído, o que não ocorreu.

As lutas entre os liberais de León e os conservadores de Granada permitiram que, em 1855, um aventureiro norte-americano, William Walker, assumisse o controle do país e se proclamou presidente (1856-1857). Foi, porém, deposto em 1857 pelo esforço conjunto dos países limítrofes, de Vanderbilt e dos liberais, que o haviam contratado para tomar Granada. Sua expulsão contribuiu para a união do país, que estabeleceu relações de paz com a Grã-Bretanha e reconheceu o reino de Mosquito.

Lutas pelo poder

No século que se seguiu, a política da Nicarágua foi dominada por lutas pelo poder entre os liberais de León e os conservadores de Granada. Por esse motivo, num compromisso assinado em 1857, a capital passou a ser Manágua, aliviando os conflitos entre León e Granada. O Reino Unido devolveu a costa oriental, que se tornou reserva indígena autônoma; iniciou-se o cultivo do café; e construiu-se a ferrovia Granada-Corinto.

A Nicarágua tem tido governos constitucionais e outros em regime de exceção. Os conservadores governaram durante a segunda metade do século XIX mas em 1893 os liberais ganharam a presidência e iniciaram uma perseguição ao executivo anterior.

Ditadura Zelaya e intervenções dos Estados Unidos

O século XX encontrou o país sob o vigoroso controle do liberal José Santos Zelaya, que governou de forma ditatorial entre 1893 e 1909 e estendeu a autoridade nicaragüense sobre a reserva do reino de Mosquito.

A insolvência financeira da Nicarágua e a apreensão por parte dos EUA quanto a seus assuntos financeiros com a Grã-Bretanha, motivaram a intervenção dos Estados Unidos, que apoiaram a revolução que o derrubou Zelaya, em 1907, e não reconheceram seu sucessor, José Madriz. Os americanos passaram a controlar a alfândega, o banco central e as ferrovias do país. Adolfo Díaz foi eleito presidente.

História da Nicarágua
Emiliano Chamorro num selo da Nicarágua.

A humilhação nacional levou à revolução de 1912. Após essa revolta de contra seu governo, Díaz pediu ajuda militar aos norte-americanos, que ocuparam o país. Para apoiar o novo governo, foram enviados alguns marines para o território. Seus sucessores, Emiliano Chamorro (1917-1921) e Diego Manuel Chamorro (1921-1923), também receberam apoio americano.

Em 1925 o destacamento militar retirou-se e a luta entre liberais e conservadores deu origem a uma guerra civil. Os marines foram enviados novamente para o país com o objetivo de pôr fim ao conflito, o que aconteceu em 1927.

Uma nova intervenção ocorreu em 1926, quando Adolfo Díaz, em seu segundo período presidencial (1926-1928), pediu novamente a ajuda dos fuzileiros navais americanos. Os líderes liberais José María Moncada, Juan Bautista Sacasa e César Augusto Sandino lançaram-se à guerrilha mas os primeiros recuaram ante a promessa americana de garantir eleições livres. Somente Sandino manteve a luta contra a ocupação.

Ditadura Somoza

Em 1928 e 1932, os EUA supervisionaram as eleições que elegeram dois presidentes liberais: Moncada (1928-1933) e Sacasa (1933-1936). As tropas norte-americanas abandonaram o país em 1933, depois de terem treinado a Guarda Nacional Nicaraguana, criada pelos americanos na gestão de Díaz com o objetivo de manter a ordem interna.

Com a retirada dos fuzileiros, Sandino depôs as armas e reconciliou-se com Sacasa. No ano seguinte, o comandante da Guarda Nacional, o general Anastasio (Tacho) Somoza García, sobrinho de Sacasa, instigou o assassinato do líder rebelde liberal, Augusto César Sandino.

Em 1936, Anastasio Somoza ganhou as eleições presidenciais e, durante vinte anos, governou o país, diretamente ou por interpostas pessoas, com pulso de ferro até ser assassinado em 1956. Foi sucedido pelo filho, Luís Somoza Debayle (1957-1963). René Schick Gutiérrez (1963-1966), morto no exercício da presidência, foi sucedido por Lorenzo Guerrero Gutiérrez (1966-1967), a que se seguiu Anastasio (Tachito) Somoza Debayle (1967-1972, 1974-1979), irmão mais novo de Luís e o último membro da família Somoza a assumir a presidência.

As aparências democráticas desapareceram em 1971, quando Somoza revogou a constituição e dissolveu a assembléia nacional. Aproveitando-se do terremoto que, em 1972, arrasou Manágua, Somoza obteve do Congresso poderes ilimitados.

Surgimento da Frente Sandinista de Libertação Nacional

Durante quarenta anos a família Somoza manteve-se à frente de um regime ditatorial, sustentando os próprios interesses comerciais e aumentando a fortuna pessoal. Violentos protestos irromperam contra Somoza. Os oponentes pertenciam à Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), uma organização de guerrilha fundada em 1962 por Carlos Fonseca Amador e cujo nome homenageia Augusto Sandino, guerrilheiro executado em 1934. O grupo sandinista ganhou apoio crescente dos camponeses sem terra e engajou-se em numerosos embates com a Guarda Nacional (1976-1979).

Em janeiro de 1978, o líder oposicionista Pedro Joaquín Chamorro, diretor do mais importante jornal do país, La Prensa, foi assassinado. O presidente foi acusado de cumplicidade e o o conflito tomou proporções de guerra civil. Em 22 de agosto de 1978, sandinistas chefiados por Edén Pastora, o Comandante Zero, tomaram o Palácio Nacional, em Manágua, e mais de mil reféns.

Somoza teve que atender às exigências dos guerrilheiros e, em 17 de julho de 1979, os rebeldes o forçam a renunciar. Asilou-se nos Estados Unidos e depois no Paraguai, onde foi assassinado em 1980. A guerra civil custou mais de trinta mil vidas e destroçou a economia do país. Assumiu o poder a Junta de Reconstrução Nacional provisória.

Governo Sandinista e conflitos com os “Contras”

A Junta de Reconstrução Nacional revogou a Constituição, dissolveu o Congresso e substituiu a Guarda Nacional pelo Exército Popular Sandinista. Até que se elaborasse nova Carta, promulgou-se um Estatuto de Direitos e Garantias. Nacionalizou-se a indústria em grande parte e introduziu-se um sistema de planificação central.

Os sandinistas expropriaram as terras de grandes latifundiários, que foram distribuídas entre os camponeses. Os Estados Unidos se opuseram a sua política esquerdista e começaram a apoiar um movimento guerrilheiro anti-sandinista, os “Contras”. Enquanto os moderados protestavam contra o adiamento das eleições e passavam à oposição os “contras”, cerca de dois mil antigos membros da Guarda Nacional, baseados em Honduras, desencadearam ataques guerrilheiros à Nicarágua. A eles aderiram os mosquitos, contrários às medidas para sua integração.

A década de 1980 foi marcada por conflitos armados entre o governo sandinista e os Contras. O resultado foi uma maior radicalização do regime. Minas e florestas foram nacionalizadas e as relações com os EUA se deterioraram. Em 1981, os EUA interromperam a ajuda econômica e o governo sandinista foi acusado de receber apoio de Cuba e da União Soviética.

Teve início uma nova guerra civil entre o governo sandinista e os Contras. A administração Reagan tentou conseguir apoio do Congresso para ajudar as forças exiladas dos Contras em Honduras e Miami, mas foi seriamente prejudicada pela divulgação, em 1986-1987, de desvio de dinheiro para os Contras exilados a partir da venda de armas norte-americanas para o Irã (Escandalo Irã-contras).

História da Nicarágua
Daniel Ortega Saavedra.

Em novembro de 1984 realizaram-se eleições presidenciais e para uma assembléia constituinte, com o boicote de boa parte da oposição. Eleito com mais de sessenta por cento dos votos, o líder da FSLN Daniel Ortega Saavedra assumiu a presidência em janeiro de 1985.

A FSLN também obteve a maioria das cadeiras da Assembléia Constituinte. Os EUA decretaram embargo total à Nicarágua. Em janeiro de 1987, promulgou-se a nova Constituição. Segundo a constituição de 1987, a Nicarágua é uma república presidencialista unicameral, com uma assembléia nacional de 92 membros eleitos por voto direto para mandatos de seis anos.

A Carta, que também consagra os princípios de pluralismo político e economia mista, também reconhece os direitos socioeconômicos da população. Administrativamente, o país se divide em 16 departamentos. Prosseguiam, contudo, a luta dos “contras” e os atritos com os Estados Unidos, que os esforços do chamado Grupo de Contadora (México, Venezuela, Panamá e Colômbia) não conseguiram extinguir.

Em 1987 e 1988 firmaram-se em Esquipulas, na Guatemala, acordos para o desenvolvimento de um plano destinado a desarmar e repatriar os “contras” baseados em Honduras. Em 1988, governo e “contras” iniciaram negociações para um cessar-fogo. Quando o presidente Bush assumiu o cargo, em 1989, o financiamento militar direto aos Contras foi suspenso, o que levou ao desarmamento dos rebeldes.

Derrota eleitoral dos Sandinistas

Em 1988, depois de libertar quase dois mil ex-membros da Guarda Nacional, Ortega assinou uma lei de reforma eleitoral que incluía a realização de eleições amplas e livres em 1990, e uma nova lei de imprensa que garantia maior participação dos oposicionistas nos meios de comunicação.

Para supervisionar as eleições, criou-se o Supremo Conselho Eleitoral, com três membros sandinistas e dois da oposição. Em 1989 foi constituído o Supremo Conselho Eleitoral para preparação das eleições de 1990.

Nas eleições presidenciais realizadas em 1990, sob o controle da comunidade internacional, os grupos de oposição receberam um generoso financiamento norte-americano. Os sandinistas perderam para um grupo de coalizão anti-sandinista liderado por Violeta Barrios de Chamorro, da União Nacional Opositora (UNO), viúva do líder assassinado em 1978. A transição do poder foi pacífica e seguiram-se acordos de desarmamento e cessar-fogo, apesar da relutância de algumas facções.

Ao assumir, Violeta Chamorro manteve Humberto Ortega no comando militar. Os contras depuseram as armas, mas voltaram a se armar no ano seguinte. Apesar de ter conseguido um empréstimo de U$ 300 milhões dos EUA, Chamorro não conteve uma grave recessão econômica, com o PIB caindo 5,5% e cerca de 1,5 milhão de desempregados. Seguiram-se vários protestos contra o aumento da inflação, do desemprego e da crise econômica generalizada.

Graças a ajudas internacionais, a situação foi melhorando e, a partir de 1990, a presidente Chamorro passou a governar a Nicarágua de uma forma conciliadora. Conseguiu uma estreita vitória contra a pressão direitista para a devolução das terras confiscadas pelos sandinistas aos seus donos originais. Em 1992, houve violentos combates entre os Contras equipados e os “recompas” sandinistas.

Nas eleições presidenciais de 1996, Arnoldo Alemán saiu vencedor. As eleições de 1996 e de 2001 continuaram na mesma linha, sempre derrotando os sandinistas.

Fonte: www.brasileirosnoexterior.com

História da Nicarágua

Nicarágua deriva seu nome do que a do chefe ameríndio Nicarao que uma vez governou a região. O primeiro contato europeu veio com Colombo em 1502.

Nessa altura, a parte norte do país foi habitado pelos índios Sumo, a região leste dos Miskitos, ea região ao redor dos lagos Nicarágua e Manágua por tribos agrícolas.

Os primeiros assentamentos espanhóis na Nicarágua foram fundados pelo conquistador Gil González de Ávila, em 1522. As cidades de Granada e León foi fundada em 1524 por Francisco Hernández de Córdoba. Durante os próximos 300 anos mais do período colonial-Nicarágua foi governada como parte da capitania-geral da Guatemala. A independência das cinco províncias da América Central, incluindo Nicarágua, foi proclamada em 15 de Setembro de 1821.

Após um breve período sob o império mexicano de Augustín de Iturbide (1822-1823), Nicarágua aderiu às Províncias Unidas da América Central. Nicarágua declarou sua independência das Províncias Unidas em 30 de Abril de 1838, e uma nova Constituição foi aprovada.

Nicarágua não imediatamente consolidar como uma nação. O espanhol nunca havia inteiramente subjugada Nicarágua, e Costa do Mosquito, no momento da independência era um enclave ameríndia e britânicos, especialmente em torno da área de Bluefields. Grã-Bretanha ocupou a Costa do Mosquito, durante a década de 1820 e 1830, e manteve uma presença significativa em seguida. Além disso, a Nicarágua foi dilacerado por uma luta amarga entre os liberais, com base em León, e os conservadores, com sede em Granada.

No entanto, outro fator impedindo o desenvolvimento da Nicarágua foi a intervenção estrangeira constante foco na rota de comércio em todo o país.

Commodore Cornelius Vanderbilt competiu com o britânico para o controle do tráfego transisthmian, uma rivalidade resolvida pelo Tratado Clayton-Bulwer de 1850. Em 1853, os liberais liderados por Máximo Jerez e Castellón Francisco se revoltaram e convidou os EUA militar aventureiro William Walker para ajudar a sua rebelião.

Walker invadiram a Nicarágua em 1855, a captura de Granada e Jérez suprimindo, e tinha se eleito presidente em 1856. Ele durou apenas um ano, e foi capturado e executado em Honduras, em 1860. Conservadores tomaram o controle em 1863 e governou até 1893.

O reinado de 30 anos conservadora trouxe aumentos de café e produção de banana. Liberais sucesso se revoltaram em 1893, e José Santos Zelaya se tornou presidente. Zelaya ditadura durou 16 anos, durante o qual ele incorporou a maior parte do território Mosquito em Nicarágua, desenvolvido ferrovias e transporte lago, ampliado as plantações de café, e despertou revolta entre os seus vizinhos da América Central. Em 1901, pelo Tratado Hay-Pauncefote, Grã-Bretanha deu aos Estados Unidos o direito indiscutível de construir um canal da América Central. Zelaya foi deposto em 1909, após uma revolta conservadora.

De 1909 até 1933, os Estados Unidos cresceram em influência na Nicarágua. Conservadores imediatamente pediu ajuda de Washington. Os Estados Unidos colocaram um agente americano na alfândega em 1911, e os bancos dos EUA estendeu crédito considerável para o Tesouro falido.

Fuzileiros navais dos EUA e navios de guerra chegou em 1912 em apoio do presidente Adolfo Díaz. As forças dos EUA permaneceu ativo na política da Nicarágua e administrou o país diretamente ou por meio de governantes escolhidos a dedo, até agosto de 1925.

Durante este período, o Tratado Bryan-Chamorro de 1914 permitiu aos Estados Unidos para construir um canal através da Nicarágua. Após os marines se retiraram, os liberais se revoltaram contra o governo apoiado pelos EUA conservadora de Diego Manuel Chamorro e estabeleceu um governo na Costa do Mosquito. Os marines retornou em 1926 para restabelecer Díaz.

Em novembro de 1928, os marines supervisionou a vitória eleitoral do José María Moncada liberal, com quem os conservadores tinham feito as pazes. A guerrilha herói general Augusto César Sandino começou resistência organizando para a força de ocupação marinha em 1927, e lutou contra as tropas norte-americanas a um impasse.

Com a inauguração do “bom vizinho” presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, a política, em 1933, os marines foram retirados pela última vez. Mas os marines deixaram um legado, tendo construído a Guarda Nacional da Nicarágua, liderado por Anastasio (“Tacho”) Somoza García.

No ano seguinte, o liberal Juan B. Sacasa foi eleito para o cargo. Também durante 1934, oficiais da Guarda Nacional disparou Sandino depois de oferecer a negociar um acordo com suas forças. A Guarda Nacional era agora inconteste na Nicarágua, e três anos depois, Somoza Sacasa destronou e assumiu a presidência. Somoza e sua família foram para governar a Nicarágua direta ou indiretamente, para os próximos 42 anos.

Somoza foi presidente até 1947, fazer mudanças constitucionais como necessário para prolongar seu mandato. Embora ele se aposentou em 1947, voltou em 1950, e foi assassinado em 1956. Filho “Tacho de”, Luis Somoza Debayle, foi presidente do Congresso, e imediatamente se tornou presidente pela Constituição.

No ano seguinte, ele foi eleito por um bastante suspeito de 89% dos votos.

Em 1962, foi aprovada uma lei que proíbe parentes dentro de quatro gerações de imediatamente suceder Luis Somoza como presidente. Assim, em fevereiro de 1963, René Schick Gutiérrez, do Partido Liberal Nacional foi eleito presidente para um mandato de quatro anos. Schick morreu no cargo em agosto de 1966 e foi sucedido pelo seu primeiro vice-presidente, Lorenzo Guerrero. A eleição presidencial de fevereiro de 1967 retornou dos Somoza ao poder com uma vitória esmagadora para Anastasio Somoza Debayle, o irmão mais novo de Luis.

De acordo com a legislação nicaragüense, Anastasio termo no cargo foi devido ao fim em maio de 1972. Mas em março de 1971, Somoza tinha trabalhado um acordo que lhe permitiu ficar à reeleição em 1974, governando na provisório com um governo de coalizão de três homens.

Anastasio e sua triunvirato elaborou uma nova Constituição, assinada pelo triunvirato eo gabinete em 3 de abril de 1971. Então, depois de declarar nove partidos de oposição ilegais, Somoza venceu facilmente as eleições setembro 1974.

Enquanto Somoza consolidou seu domínio sobre a Nicarágua, uma organização insurgente, a Frente Nacional de Libertação Sandinista (Frente Sandinista de Libertação Nacional-FSLN), começou a se mobilizar contra o seu governo. No início, o grupo era pequeno e confinado às regiões do monte e montanha da Nicarágua. Mas a oposição interna a Somoza montado, impulsionado pela família monopolistas e corruptas práticas econômicas.

Um exemplo poderoso da corrupção foi o desaparecimento de metade da ajuda alívio da estendido para a Nicarágua, após um terremoto de 1972 devastador dos EUA. A maior parte da reconstrução de Manágua foi feito por Somoza empresas controladas em terras de Somoza. Ao longo da década de 1970, a oposição de Somoza cresceu, e apoio dos EUA começou a se dissipar.

Em dezembro de 1974, a guerrilha sequestrou 13 proeminentes personalidades políticas, incluindo vários membros da família Somoza. O grupo garantiu um resgate de EUA $ 1 milhão ea liberação de 14 presos políticos. Somoza respondeu declarando lei marcial e desencadeou a Guarda Nacional. Táticas repressivas da Guarda criou ainda mais inimigos do regime de Somoza.

A repressão continuou durante toda a década de 1970, e culminou em Janeiro de 1978 com o assassinato de Pedro Joaquín Chamorro, editor e publisher da oposição jornal La Prensa. Os assassinos nunca foram encontrados, mas a maioria sentiu que Somoza e da Guarda Nacional estavam por trás da morte de este líder moderado de uma família proeminente.

A Nicarágua foi agora governado por um Governo de coligação de Reconstrução Nacional, composto de vários líderes religiosos e políticos, mas dominado pela liderança sandinista. Essa coalizão tinha desvendado em meados de 1980, quando Alfonso Robelo e Violeta Barrios de Chamorro, viúva de Pedro Chamorro, demitiu-se do governo.

Chamorro continuou publicação La Prensa e preservada a reputação do papel para a independência, enquanto Robelo foi para o exílio e apoiou a resistência. Os sandinistas dissolveu a Guarda Nacional, e em 1982 um número de grupos guerrilheiros anti-sandinistas (amplamente conhecido como os “contras”) começou a operar a partir de Honduras e Costa Rica. Estes grupos eram compostos de membros da Guarda e ex-apoiadores Somoza (“Somocistas”) que se envolveram em de guerrilha ofensivas, visam perturbar a agricultura Nicarágua e fornecimento de petróleo.

Em 1979, a perda do apoio da Igreja e da comunidade empresarial deixou Somoza sem aliados internos. Ele tinha se tornado isolado diplomaticamente, e após a administração Carter cortar a ajuda militar, sua capacidade de se manter no poder, enfraqueceu ainda mais.

Em maio de 1979, os sandinistas lançou uma ofensiva final. Em julho, Somoza fugiu do país (ele foi assassinado em 17 de Setembro de 1980, em Assunção, Paraguai). Por esta altura, cerca de 30.000-50.000 pessoas morreram durante os combates.

Os sandinistas envolvido em um ambicioso programa para desenvolver Nicarágua sob ideais de esquerda. Eles nacionalizou terras de Somoza e interesses comerciais. Eles também iniciou a reforma agrária, e anunciou uma série de programas sociais, incluindo a alfabetização e campanhas de saúde pública.

Politicamente, eles professavam os ideais democráticos, mas entregues apenas esporadicamente. Um Estatuto de Direitos e Garantias foi aprovada, mas as eleições foram adiadas. Como a atividade antigovernamental aumentava, o governo tornou-se cada vez mais autoritário. O estado de emergência, proclamada em Março de 1982 e prorrogado em 1987, introduziu a censura prévia, particularmente sentida por La Prensa.

Daniel Ortega emergiu como o líder dos sandinistas, e tornou-se presidente quando as eleições foram finalmente realizadas em 1984. No entanto, nessa eleição, os principais grupos de oposição se retirou da eleição, tornando-se uma vitória bastante oca.

Em abril de 1981, a administração Reagan cortar a ajuda a Nicarágua e, citando o sandinistas suporte para guerrilheiros de esquerda em El Salvador, começou a ajudar os contras com fundos canalizados através da CIA.

A administração Reagan enviou ajuda militar a Honduras e Costa Rica e procurou aumentos no financiamento para os contras. Apesar de algumas aberturas dos sandinistas, incluindo a expulsão de 2.200 assessores cubanos, os Estados Unidos continuaram a apoiar os contras.

Internacionalmente, os sandinistas fez alguns ganhos. Em 1986, a Corte Mundial decidiu que os Estados Unidos haviam violado a lei internacional por minar os portos da Nicarágua. As decisões fez pouca diferença, porque os Estados Unidos se recusaram a reconhecer a decisão. Nos Estados Unidos, o Congresso mostrou relutante para financiar a resistência nicaragüense.

Em 1986, foi revelado que os fundos do governo dos EUA obtidos com as vendas secretas de armas para o Irã tinha sido secretamente desviados para fornecer ajuda aos contras em violação de uma proibição dos EUA no Congresso sobre essa ajuda.

No cenário doméstico, os sandinistas foram menos bem sucedidos. As suas políticas econômicas não havia produzido resultados impressionantes. A taxa de inflação atingiu 33.000% em 1988 e de reservas diminuiu. Controles de preços levou a uma grave escassez de alimentos básicos. Sem qualquer capital para investimento, a situação estava se tornando impossível. Tentativas de fixar a problemas econômicos sobre a guerra civil caiu em ouvidos surdos como a situação econômica piorou.

Os sandinistas continuaram a buscar soluções negociadas para a sua disputa interna. Em 1986, foi assinado um acordo com os líderes da ameríndios Miskito, concedendo autonomia para sua região. Em agosto de 1987 Nicarágua assinou o plano de paz Arias para a América Central.

Nicarágua prometeu garantias de direitos democráticos, e uma redução das hostilidades com os contras, incluindo um cessar-fogo, a redução da forças armadas, repatriamento ou reinstalação de refugiados, e anistia para os rebeldes. Em troca, os nicaragüenses estavam para receber garantias de não-intervenção por potências externas.

Implementação foi esporádica, mas as eleições foram realizadas em 1990. Os Estados Unidos, por sua vez, prometeu US $ 9 milhões em apoio às eleições livres, e pediu a todos os outros doadores externos para amarrar ajuda para a realização de eleições.

As eleições de 1990 tiveram uma surpresa vencedor Violeta Chamorro. À frente de uma aliança de 10 parte chamada União Nacional Oposição (UNO), Chamorro recebeu 54% dos votos para% Daniel Ortega, 41. ONU também teve uma maioria na Assembleia Nacional. Chamorro mudou-se para liberalizar a economia nicaragüense, mas achei lento.

As medidas de austeridade levou a deslocamentos e inquietação política. Os Estados Unidos entregaram quantidades minúsculas de ajuda econômica, para a decepção de nicaragüenses esperançosos. No entanto, o governo de Chamorro conseguiu dirigindo hiperinflação que atingiu 13,500%, para um nível de um dígito aceitável, e obter alívio de grande parte da dívida do país 10.000 milhões dolares estrangeira, bem como atingir um crescimento econômico estável de cerca de 4% de 1994-1996.

Politicamente, a situação de Chamorro era tênue. Com os sandinistas ainda no controle dos militares, Chamorro teve um tempo difícil conseguir uma redução em vigor. Sandinistas organizações e sindicatos manteve-se, muitas vezes batendo contra o governo Chamorro. Enquanto isso, o reassentamento e repatriamento dos contras moveu lentamente.

Alguns ex-contras entrou em campo novamente, retomar seus ataques anteriores contra instalações civis. Própria coalizão de Chamorro, UNO, mostrou-se frágil, retirando o apoio de seu governo, em 1993, depois que ela tentou chamar novas eleições. O governo sitiado persistiu, mas em 1994 as perspectivas para novos progressos em unificar o país e implementação de reformas democráticas e de livre mercado era desolador.

A perspectiva de uma transição política pacífica no país politicamente polarizado foram considerados tão instável que os observadores internacionais foram chamados para as eleições outubro 1996, como haviam sido em 1990. Embora os resultados foram posteriormente contestada, e algumas irregularidades encontradas, as eleições procedeu de forma pacífica e sem incidentes.

Com 80% dos votantes eleitorado, Arnoldo Alemán, o prefeito conservador ex de Manágua, e líder do Partido Liberal Constitucionalista (PLC) derrotou o líder sandinista Daniel Ortega na Nicarágua primeira transição pacífica de poder em 100 anos.

O Partido Liberal levou 41 dos 93 assentos na Câmara dos Deputados, enquanto os sandinistas tomaram 38, os restantes lugares foram conquistados por grupos esquerdistas e conservadores.

Presidente Arnoldo Alemán Lacayo e vice-presidente Enrique Bolaños Geyer foram inauguradas no escritório em 10 de Janeiro de 1997. Apesar de as eleições terem sido atormentado com acusações de corrupção, Alemán começou o seu mandato de forma positiva.

Seus estreitos laços com grupos de direita e empresários americanos ajudaram a estabelecer economia da Nicarágua mercado, e ele trabalhou duro para incutir rigorosas reformas econômicas voltadas para o crescimento econômico. Ao longo termo de Alemán, o PIB aumentado constantemente. Até 1998, os esforços de Alemán pagou-reformas estavam colhendo algum sucesso, mesmo em meio as águas enlameadas do legado da guerra civil e anos de má gestão financeira tinha deixado para trás.

Depois veio o furacão Mitch, em 1998, devastando a Nicarágua e Honduras vizinhos e deixando Nicarágua, já o país mais pobre da América Central, com US $ 1 bilhão em danos.

Mais atingida foi o setor agrícola, que o país depende para a maioria de suas exportações. Em 1999, Alemán foi forçado a lidar com um déficit comercial aproxima de US $ 900 milhões. No entanto, apesar da destruição causada pelo furacão Mitch, na Nicarágua economia continuou a crescer ligeiramente.

Ajuda e alívio da dívida contribuiu para isso e, assim, ajudou a estabilizar a economia, mas a mão do presidente Alemán e seu compromisso com reformas de livre mercado e do crescimento econômico, sem dúvida tiveram um papel tão bem.

Alemán aumentou conversações com os sandinistas durante o seu mandato e as duas partes de fato encontraram um terreno comum em uma área: alegações escândalo. Em 1998, Daniel Ortega, o presidente sandinista anterior, enfrentou acusações de sua enteada de abuso sexual, que remonta à sua infância.

Enquanto isso, Alemán enfrentou acusações de que o avião presidencial ele estava usando foi realmente roubado nos Estados Unidos e que tinha sido usada na América Central e Colômbia, para transportar a cocaína. Tanto Ortega e Alemán negou todas as acusações contra eles.

Alemán também enfrentou disputas fronteiriças durante o seu mandato: em março de 2000, a Nicarágua, combinado com Costa Rica para continuar uma batalha contínua ao longo de sua fronteira com Honduras, afirmando cada soberania sobre o Golfo de Fonseca. Outros desafios durante a presidência de Alemán eram a reforma agrária e do processo de distribuição de terras (favorecendo sandinistas e os seus apoiantes), bem como problemas crescentes de pobreza e migração.

Na eleição presidencial 2001, Enrique Bolaños ganhou facilmente com 56,3% dos votos. Daniel Ortega, líder sandinista, ficou em segundo lugar com 42,3%.

Apoiantes surpreendentes e observadores, Bolaños moveu-se rapidamente para apoiar uma investigação de corrupção judicial contra Bolaños. Embora a investigação, que envolveu também um inquérito da Assembleia Nacional, tem progredido lentamente, mover Bolaños tem sinalizou seu compromisso de colocar um fim à corrupção generalizada que tem caracterizado a política da Nicarágua por décadas.

Apesar de a economia se expandiu lentamente, em não mais do que 3% de crescimento anual desde Bolaños assumiu o cargo, e um em cada dois nicaragüenses vivem na pobreza, instituições democráticas consolidadas. Bolaños presidente vai deixar o cargo em 2006 com um país com instituições democráticas mais fortes do que quando ele foi inaugurado em 2001.

Fonte: www.nationsencyclopedia.com

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