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Moldávia

História

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Moldávia ocupa a maior parte do que tem sido conhecida como Bessarábia.

Localização da Moldávia tornou uma passagem histórica entre a Ásia e sul da Europa, bem como a vítima da guerra freqüente.

Gregos, Romanos, hunos, búlgaros e invadiu a área, que no século 13 tornou-se parte do império mongol.

Independente da Moldávia o estado emergiu brevemente no século 14, mas caiu sob o domínio otomano turco no século 16.

Moldávia

Depois da Guerra Russo-Turca de 1806-1812, a metade oriental da Moldávia (Bessarábia) entre o Prut e os rios Dniestre foi cedida à Rússia, enquanto romeno a Moldova (oeste do Prut) manteve-se com a Turcos. Roménia, que ganhou a independência em 1878, assumiu o controle da o meia russo da Moldávia em 1918.

A União Soviética nunca reconheceu a apreensão e criou uma república autônoma da Moldávia no lado leste do rio Dniester em 1924.

Em 1940, a Romênia foi obrigada a ceder leste Moldávia para a URSS, que estabeleceu a República Socialista Soviética da Moldávia.

Roménia procurou recuperá-la, unindo com a Alemanha no ataque de 1941 sobre a URSS Moldávia foi cedida para Moscou quando as hostilidades entre URSS e Romênia terminou no final da Segunda Guerra Mundial.

O atual limite entre a Moldávia ea Roménia foi criada em 1947.

Moldávia declarou independência da União Soviética em 27 de agosto de 1991.

Fonte: www.colegiosaofrancisco.com.br

Moldávia

MOLDÁVIA (CEI), PAÍS QUE EMERGE

A época imperial na qual os czares dominavam a Rússia resplandece em nossa memória graças aos luxos das cortes.

Moldávia tem sido, ao longo da história, um dos países mais importantes da recém nascida Comunidade de Estados Independentes (CEI). Esta mistura entre Oriente e Ocidente seja talvez o maior atrativo da Moldávia.

Localização Geográfica

Moldávia limita-se ao norte e ao leste com Ucrânia e ao oeste com Romênia. O território inclui a zona norte de Besarábia e a região sul de Bucovina.

A orografia da Moldávia caracteriza-se por ser uma planície muito fértil, interrompida, somente por suaves colinas, especialmente no norte e o centro do país. O principal rio, o Dniéster flui pelo oriente, desembocando no Mar Negro, enquanto o Prut flue pelo oeste, marcando a fronteira natural com Romênia.

A capital do país é Kishinev. Outras cidades importantes são Tiraspol, Beltsy, Bendery e Rabnita. Moldávia ocupa uma superfície total de 43.000 quilômetros quadrados, com uma população aproximada de 4.360.000 habitantes

A criação da Comunidade de Estados Independentes (CEI) em 1991 significou a reorganização tanto geográfica quanto política da antiga União Soviética. A CEI extende-se atualmente ao longo de 22, 100, 900 quilômetros quadrados, dos quais 5, 269, 100 são europeus e o resto asiático.

A CEI européia está separada da asiática pelos Urais, cadeia montanhosa de mais de 2.000 quilômetros quadrados, extendendo-se desde o mar de Kara até a depressão carcásica. O nível de erosão desta cadeia montanhosa é muito avançado, pois sua antigüidade remonta-se em algumas zonas até o Paleolítico.

Dividem-se em Polares, Setentrionais nos que encontra-se a montanha mais alta do sistema, a Narodnaja com 1, 895 mt., Centrais e Meridionais.

Ao oeste dos Urais encontramos uma enorme planície, cuja origem procede das glaciações quaternárias e que conforma o território natural da Rússia e Ucrânia.

Também podemos encontrar outras montanhas nos Cárpatos Orientais, na república ucraniana, cujo pico mais alto é o Goverla com 2.061 metros e, dividindo o Mar de Azov do Mar Cáspio, o Cáucaso.

A bacia fluvial é muito abundante e costuma ser navegável. Habitualmente os diferentes rios comunicam-se através de canais. Os mais importantes são o rio Dniéster, 1.350 quilômetros., o Dinéper, 2.200 quilômetros., o Volga, 3.530 quilômetros., e o Ural com 2.430 quilômetros.

Também são abundantes os lagos como o Ladoga com 18.400 quilômetros quadrados, o Onega com 9.610, o Rybins com 4.100 e o Peipus com 3.550 quilômetros.

Flora e Fauna

Dentro da zona européia da Comunidade de Estados Independentes podem-se encontrar diferentes tipos de vegetação e de fauna devido aos diferentes climas que encontram-se na região.

Ao norte, desde o golfo da Finlândia até os Urais, desprega-se a famosa taiga com extensos bosques de pinhos, abetos, lariço, freixos, álamos tremedores e bétulas.

As temperaturas são quentes no verão, uns 16 graus centígrados e extremas no inverno com abundantes chuvas, alcançando-se os 15 graus centígrados, a baixo do zero.

A fauna desta zona é rica e variada com o urso, o lince, o lobo, a marta, a raposa comum e a cibelina como máximos representantes, junto a um inacreditável ramo de espécies de aves.

Mais para o norte, na zona banhada pelo Glacial Ártico, a taiga deixa passagem à tundra com seus permanentes gelos, onde só podem crescer, quando o verão está no apogeu com uns 6 graus centígrados, musgos, líquens e árvores anãs como bétulas.

No inverno as temperaturas extremas que atingem inclusive os 40 graus a baixo do zero, fazem muito difícil a sobrevivência a qual, aliás, conseguem alguns roedores, como o leming, a lebre polar, a raposa cibelina, o glutão, algumas aves e animais domésticos como a rena.

Ao sul da taiga encontramos as Terras Pretas. É a zona mais fértil do país e é considerada como o paiol da Rússia, pois embora os invernos continuem sendo duros, os verões são mais quentes, com frequentes precipitações.

É zona de cereais e de espécies erváceas e halófilas. Esta zona contrasta com o sul, onde é necessário a irrigação artificial, para conseguir alguma safra, intensificando-se ainda mais, na beira do Mar Cáspio, onde os terrenos convertem-se em semi-desérticos.

Para desfrutar plenamente com a fauna e a flora da CEI pode-se visitar alguns dos 140 zapoved-niki, parques e reservas de interesse nacional, nascidos no tempo de União Soviética, perante a necessidade de preservar as espécies em extinção, que tinham sobrevivido ao ataque incontrolado dos caçadores.

História

Os restos arqueológicos encontrados na zona datam do Paleolítico. Desde a pré-história, a Comunidade de Estados independentes, tem sido um terreno habitual de passagem entre oriente e ocidente. tem-se encontrado restos de escitas, sármatas do século VII a.C., godos e hunos no III d.C. e membros de tribos eslavas as quais, no século VII, conseguem fazer-se com o território, que hoje ocupa o centro da Rússia e embora hão-se mantido até nossos dias, tiveram que lutar contra kázaros e vikings, que também obtiveram sua parte de terreno.

Os Eslovenos

Perante a chegada dos vikings, os eslovenos se uniram criando, no século IX, seu próprio domínio desde onde extenderam-se a Kiev, ocupando as atuais Bielorrússia, Ucrânia e parte da Rússia.

A Rus do Kiev foi adquirindo cada vez mais poder vencendo aos kázaros, chegando inclusive ameaçar o Império Bizantino. No ano 988, a Rus converte-se ao cristianismo propiciando o acercamento com os estados europeus e a criação de uma autêntica cultura russa herdeira da eslava, do alfabeto cirílico, que segue funcionando em nossos dias e das influências de Bizâncio que decai ostensivamente, à partir do 1054, quando quebram-se as relações entre Roma e o Império Bizantino.

Esta ruptura conseguiu que o isolamento fosse maior, potenciando as relações interiores entre Igreja e Estado durante o governo de Yaroslav o Sábio. Após seu falecimento, produz-se uma fragmentação do poder e do território.

A Presença dos Tártaros e os Czares

Outras cidades tomam o relevo sendo Vladimir a mais importante e, desde onde empreende-se a união do território russo. O príncipe governante em Vladimir, Yuri Dolgoruki, é o fundador de Moscovo no ano de 1156.

As lutas entre os russos favoreceu a invasão dos tártaros que instalaram-se em Saraj. Moscovo foi um fiel aliado dos invasores pelo qual conseguiu aumentar o seu poder, além de influir a sua situação geográfica por encontrar-se no centro, onde passavam todas as rotas comerciais com Ásia.

Este apoio findou no século XV, quando Moscovo derrota às forças tártaras, anexiona-se Novgorod, deixa de pagar o tributo ao Kam e reconquista os terrenos ocupados pelos lituanos. Uma vez consolidado o território, era necessário consolidar a economia, assim os camponenses tinham que pagar cada vez mais impostos e em troca obtinham leis concedendo-lhes menos direitos, em favor de seus senhores, chegando a converter-se em servos da gleba.

Por outra parte, os governantes deixaram de lado à antiga aristocracia para outorgar a propriedade das terras aqueles homems, que não duvidaram em combater junto, acabando assim, com as heranças.

Ivan III auto-proclamou-se czar no século XVI, convertendo seu reinado no último bastião ortodoxo do mundo. Seu sucessor Ivan IV, conhecido mundialmente, como O Terrível, consiguiu consolidar o poder autocrático dos czares de maneira indiscutível através de contínuas guerras e de um acoso desumano contra os boiardos, membros da antiga aristocracia.

A sua morte, Moscovo encontrava-se sériamente enfraquecida em todos os aspectos.

A sucessão de Ivan o Terrível deu lugar a numerosos conflitos internos não resolvidos até 1613, com a nomeção de Mijail Romanov, cujos descendentes governaram Rússia até 1917.

Durante este período os camponenses pioraram ainda mais sua condição, conquistou-se a Sibéria, anexaram-se parte de Ucrânia e Kiev, produziram-se múltiplos conflitos bélicos e religiosos e incrementou-se a abertura para o ocidente da mão de Pedro I o Grande, de uma maneira absolutamente cruel. No interior do país promulgaram-se leis condenando morte àquelas pessoas, que não vestissem roupas ocidentais ou não fizessem suas barbas, e desapropiaram a maior parte dos bens da Igreja ortodoxa.

Transladou a capital do estado a uma cidade recentemente criada, São Petersburgo. Com a morte do czar em 1725 chegou o conhecido como reinado das czarinas, que se bem supôs uma volta às tradições, significou também a consolidação da Rússia como potência mundial.

O século XIX

O século XIX inicia-se com a nomeação de Alexandre I, como czar. Foi ele quem conseguiu vencer a invasão das tropas do Napoleão, em 1812, graças ao duro inverno russo.

Seus sucessores continuaram com as guerras expansionistas, enquanto no interior, além de um intento por abolir a servidão da gleba de Alexandre II, que morreu assassinado, a situação deteriorava-se cada vez mais.

A princípios do século XX segue-se as ondas revolucionárias, que obrigam a Nicolás II outorgar uma constituição, em 1906. Ao explodir a Primeira Guerra Mundial, Rússia alia-se com a Inglaterra e a França desde o primeiro momento, sofrendo a invasão da Polônia pelas tropas alemãs.

O Comunismo e a Segunda Guerra Mundial

Em 1917 inicia-se a Revolução Russa que acabou com o poder dos czares e a transformação do país, na União de Repúblicas Socialistas Soviéticas. Com a morte de Lenim em 1924, a economia sofre um forte atraso, enquanto que o governo passa a mãos da troika, Kamenev, Zinoviev e Stalin.

Este último consegue ficar com o poder expulsando os outros dois membros da Troika. Durante este período a economia russa revitaliza-se através de uma forte industrialização, posta em marcha no primeiro plano quinquenal e a estabilização das relações diplomáticas, a culminaram com sua entrada na Sociedade de Nações em 1934.

De 1936 a 1938 Stalim realiza uma minuciosa depuração do regime, acabando com qualquer mostra de dissidência, realiza o II plano quinquenal e põe em marcha o III, interrompido pela invasão alemã na Segunda Guerra Mundial, que ao acabar divide o poder político mundial em dois bandos: Estados Unidos e Rússia, iniciando-se a Guerra Fria.

Após a morte de Stalin

Com a morte de Stalim em 1953 a diplomacia russa adquire uma importância enorme, cujo objetivo é conseguir a coexistência pacífica das potências.

Não foi fácil, entre outros incidentes o muro de Berlim, em 1961 e a crise de Cuba, em 1962, estiveram perto de provocar uma guerra que haveria tido efeitos catastróficos.

Com a chegada de Brezhnev em 1964 inicia-se uma intensificação de relações, com os países restantes do Leste, seguindo a linha marxista mais pura. A situação mundial tensiona-se cada vez mais, China começa um processo de abertura para o capitalismo, o qual não gosta nada à URSS, a invasão de Afganistão provoca uma séria crise com os Estados Unidos, agravando-se ainda mais com a instalação em 1983 dos primeiros mísseis em solo europeu, para potenciar a política de força comandada pelo Presidente Reagan.

Andropov e Chernenko continuam na mesma linha, mas com a chegada ao governo russo de Gorvachov em 1985, tudo começa a mudar.

O princípio da mundança

Os presidentes russo e o norte americano, Gorvachov e Reagan, reunem-se pela primeira vez em Genebra em novembro de 1985. Os frutos percevem-se claramente no interior da União Soviética, produz-se uma clara abertura assim como, uma menor pressão para o resto dos países do Leste; no exterior as relações diplomáticas com ocidente melhoram notavelmente, culminando com a assinatura da eliminação dos euro-mísseis e a retirada das tropas russas do Afganistão.

Porém, esta abertura não foi fácil para Gorvachov, múltiplas críticas do setor mais reacionário, movimentos independentistas em diferentes repúblicas e o Golpe de Estado, falido de 1991, que acabou com a proibição do Partido Comunista da União Soviética, afetaram notávelmente, sua credibilidade no interior do país, em favor de Boris Yeltsin, atual presidente russo.

Gorvachov demitiu-se no dia 15 dezembro de 1991, criando-se no dia 21 desse mesmo mês a Comunidade de Estados Independentes.

A CEI está composta por 11 repúblicas da antiga URSS: Armênia, Azerbayão, Bielorrússia, Kazajstão, Kirguizistão, Moldávia, Rússia, Tadzhikistão, Turkmenistão, Ucrânia e Uzbekistão. Nos acordos de constitução todas elas cederam a Rússia o controle do armamento nuclear estratégico e Bielorrúsia e Ucrânia assinaram o Tratado de Não Proliferação Nuclear, comprometendo-se a eliminar as armas nucleares do seu território. A situação da CEI não está ainda claramente definida; com uma economia francamente deteriorada e problemas políticos sérios na Rússia, tudo está ainda no ar.

Arte

A arte e a cultura da Comunidade de Estados Independentes está fortemente marcada pelo regime comunista, que manteve unificados os critérios em todo o território (no final deste apartado encontrará uma lista sugestiva de museus, para apreciar a arte da região).

Até o desaparecimento da URSS, pode-se diferenciar os seguintes períodos:

Da pré-história a Bizâncio

Neste período destacam os restos dos escitas e dos gregos que encontram-se, sobretudo, na Península de Crimea.

Arte bizantina

Partindo do século X a influência bizantina deixa-se sentir em todo o Rus de Kiev e Novgorod. Começa a literatura e a arquitetura propriamente russas. As construções substituem à madeira, como elemento fundamental pela alvenaria.

As edificações religiosas seguem o exemplo da Santa Sofia de Constantinopla, de grande tamanho com preciosas cúpulas e fortes pilastras, para sustentar o peso e com uma preferência especial pela verticalidade imposta, acaso, pelo clima, pois as grandes nevadas precisavam eixos verticais para sustentar o peso.

Com o passar dos anos tende-se a uma maior simplicidade nas formas. As influências ocidentais misturam-se com as orientais. Aparecem os afrescos, mosaicos e os magníficos íconos que pretendem descobrir o misticismo frente à realidade palpável.

Moscovo

A importância desta cidade durante os séculos do XV ao XVIII fica plasmada na arte da época. Torna-se à madeira, como principal suporte, pois sua utilização procedia tradicionalmente da Rússia Central.

As construções realizam-se para deixar constância do poder dos governantes, seguindo as linhas mais tradicionais da arquitetura russa. Uma boa mostra são as igrejas votivas. Percebem-se as influências do Renascimento italiano e do barroco francês.

São Petersburgo

Com o translado da capital a esta cidade também, o epicentro artístico varia durante o século XVIII. As duas chaves da arquitetura deste período seriam simplicidade e funcionalidade em uma primeira parte, deixando passo após, a morte de Pedro I, à grandiosidade e a decoração abundante com claras influências barrocas e rococós.

A Academia das Artes

Catalina II decide criar a Academia das Artes, na qual os jovens russos com talento podiam desenvolver plenamente sua educação. Os frutos não demoraram em chegar. Pintores do time de Rokotov, Levicki e Briullov, entre outros, sairam dela.

Ao longo do XIX a pintura russa consegue sair dos moldes rígidos da Academia e, embora não era fácil, começam desenvolver-se outros temas, como as cenas camponesas de Venecianov.

Os intelectuais e artistas unem-se para acabar com o monopólio artístico da Academia criando a Associação de Exposições Itinerantes, que leva a arte no país todo. A este grupo pertencem talentos como os de Perov, Kramskoi, Miasoedov, Savrasov, Dostoievski, e Tolstoi entre outros.

A arte soviética une os critérios artísticos em serviço da funcionalidade. O metrô, uma estação de trem ou uma indústria pode ser uma autêntica obra de arte.

Na pintura foram reprimidos no primeiro momento os movimentos abstratos, como o praticado por Maevich, dando passo ao realismo puro de Nesterov, Mashcovou Guerasimov, em pintura ou Merkurov ou Komenkov, em escultura.

A literatura russa é conhecida mundialmente, por autores do time de Pushkin, Godol, Turguéniev ou Benediktov e Tiuchev, em poesia. Especial importância tem tido o realismo de Tolstoi e Dostoievski a finais do século XIX.

Já em nosso século Chejov, Bunim e Gorki em romance, Briusov, Ivanov e Block, em poesia, Tremsiov, Zamjatim e Ivanov, em teatro e Evreinov, Stanislavski e Tairov, nas vanguardas.

Durante o governo de Stalim houve um sério retrocesso, devido à censura existente que findou com sua morte e pouco a pouco foram aparecendo novas vozes dessidentes, com o sistema soviético, Ehrenburg, Nekrasov, Kazakov e Amalrik entre outros.

A música russa tem tido excelentes compositores em sua história. Balakirev, Cui, Musorgski, Borodim e Korsakov,, como seguidores dos padrões mais tradicionais.

Influenciados pelo ocidente destacam Rubinstein, Chaikovski, Rajmaninov e Liapunov. Revolucionários e originais Stravinski, Prokofiev, Kabalievski e Jachaturiam entre outros.

Não podemos esquecer a bailarinos tão maravilhosos como Nureyev saidos da escola do Teatro do Bolshoi ou filmes tão importantes para a história do cinema como “O Acoraçado Potenkim”.

Os artistas russos que pretendiam sair da norma foram censurados continuamente. Muitos deles decidiram exilar-se a países ocidentais, sobretudo os Estados Unidos, onde podiam desenvolver sem dificuldades o imenso caudal criativo, que levavam no interior. Hoje em dia ressurgem timidamente novos movimentos, embora ainda sem muita força.

Locais Turísticos

Moldávia conta com impressionantes planícies, com uma arquitetura da época dos czares, com mais de um milhão de Jardins e uma variada fauna continental.

Entre os lugares a visitar, há que destacar Kishinev, a capital do país, onde erguem-se preciosas Igrejas. Entre as visitas mais importantes, aconselhamos ir ao Museu, ao Parlamento, à grande Assembléia Constitucional, ao Museu Pushkin, ao Arco da Vitória e à Catedral da Natividade.

Tiraspol, é a segunda cidade em importância do país. Outras povoações de importância são Bendery, Beltsy, Soroki.

Gastronomia

A gastronomia da Comunidade de Estados Independentes é realmente maravilhosa, com uma grande variedade de ingredientes e sabores e uma preparação muito cuidada.

Atualmente, devido ao grave problema econômico que sofrem os restaurantes, tem problemas para abastecer-se das matérias primas para cozinhar, mas ainda assim, pode-se desfrutar de uma boa comida em um ambiente acolhedor.

A gastronomia da CEI tem sabido misturar o melhor das cozinhas oriental e ocidental. Não costuma oferecer pratos de digestão pesada, nem de sabor picante, mas a mistura de sabores agri-doces é realmente magistral.

Os habitantes da CEI costumam tomar copiosos desjejuns nos que junto ao tradicional mingau de sêmola, kasa e o delicioso iogourte, pode-se encontrar carne, peixe e ovos para beber café, chá e leite.

Dependendo do trabalho, a comida principal pode fazer-se no meio dia ou pela noite porém, em qualquer caso, pode considerar-se um autêntico banquete.

Para começar, os famosos tira gostos entre os que não faltará o caviar e os blimis, pequenas tortas de milho com arenques em um molho de nata agra. Após, servem as densas sopas, experimente a de beterraba e a de verduras, são deliciosas. Na continuação os pratos fortes.

Das carnes pode-se desfrutar do bovino, novilho ou vitela, enquanto que a caça tem uma preparação excelente com molhos maravilhosos de sabores suaves, que compensam perfeitamente o sabor de perdizes ou faisões.

Quanto a peixes, o salmão e o esturjão são os mais conhecidos, mas também encontram-se variedades de peixes de água doce de sabor maravilhoso. Como pratos típicos de peixe destacam o recheado, ao mingau ou na gelatina, mas se o pedir grelhado, não ficará defraudado.

Como sobremesa pode-se comer queijos como o tvorog, uma espécie de requeijão ou o zelenyisyr, queijo verde muito ardoso, cremosos iogurtes, tortas, mousses ou sorvetes elaborados artesanalmente, que destacam pela sua variedade.

Bebidas

Para acompanhar esta abundante comida costuma-se beber vodka muita fria ou kvas, uma espécie de cerveja doce feita de malta de cevada, centeio e muito açúcar. Também pode-se beber a cerveja local.

Como licores destacam o conhaque armênio, a nevoduja, águamel envelhecida com álcool e vodkas de ervas, limão ou anhejos. O café é de boa qualidade e pode tomar-se tipo irlandês, mas no lugar de whisk acrescentam vodka. O chá costuma levar uma colher de marmelada de framboesa, o que lhe dá um sabor muito especial.

Onde comer

Se decide ir jantar a um restaurante é necessário levar em conta o seguinte: deve fazer reserva, para poder desfrutar da mesa o tempo que desejar e ter muita paciência, pois pode esperar bastante tempo, até conseguir sentar-se para desfrutar dos estupendos manjares.

Em troca, receberá um excelente serviço enquanto saboreia a comida que estará amenizada, na maioria dos restaurantes, por uma orquestra de qualidade. Lembre-se que costumam fechar às 12 da noite e não esqueça de deixar uma gorjeta de 5 a 10 por cento do total da fatura, se tem ficado plenamente satisfeito. Não é obrigatório mas é habitual.

Compras

Se pensa na Comunidade de Estados Independentes e o que comprar lá, certo que vem à cabeça três coisas: vodka, caviar e matrioskas.

Efetivamente, em qualquer ponto poderá encontrar estes três produtos. As matrioskas fazem parte do artesanato tradicional do talhado de madeira tão típico do centro da planície européia da CEI.

Pintados com alegres cores, entre as que vencem o vermelho e o amarelo, tirar umas de dentro de outras e colocá-las por tamanho é um bom entretenimento para os crianças, além de um formoso adorno para qualquer casa.

Se compra caviar, já seja vermelho ou preto, assegure-se da qualidade e lembre que só poderá passar pela alfândega 400 gramas, apresentando as faturas. Quanto a vodka informe-se das marcas, pois no mercado encontra-se desde a melhor qualidade até autênticos “mataratas”.

Também se oferecem aromatizados com diferentes ervas, limão e inclusive guíndias.

O artesanato da CEI oferece uma mostra realmente impressionante, esplêndidos lacados sobre madeira bem em móveis como mesas e escritórios ou em pequenas caixas de desenhos realmente bonitos, esmaltes de grande qualidade, miniaturas maravilhosas, peças de imemorável vidro ou delicadas porcelanas de acabado perfeito.

Menção a parte valem as balalaikas, instrumentos musicais de forma triangular, os preciosos xadrez de madeira, os xales bordados de alegres cores, os produtos realizados em pasta de papel, entre os que pode-se encontrar broches e cigarreiras e, todos os artigos de pele e couro, abrigos de vison, gorros de raposa ártica, cinturões e sapatos de excelente qualidade.

Também pode-se adquirir aromáticos perfumes de embriagadores aromas.

As repúblicas da CEI destacam pela sua maravilhosa joalheria. Pode-se adquirir delicadas figuras de malakita, colares em prata ou em ouro com brilhantes e pedras preciosas, braçaletes de âmbar, broches de selenita e todo tipo de marfim.

A olaria costuma estar adornada nas cores branca e azul, as mais conhecidas são as de Gzel. Também pode-se encontrar livros antigos, discos de música clássica dos melhores compositores russos, selos, gravados e, claro, preciosos íconos.

Lembre que não podem exportar-se obras de arte anteriores a 1975, sem uma permissão especial outorgada pelo Ministério da Cultura.

As compras podem ser feitas em lojas onde paga-se em rublos ou nas Berioska, lojas onde só admite-se moeda estrangeira, as quais estão especializadas em oferecer aos turistas qualquer produto artesanal.

Os horários costumam ser os mesmos que no resto da Europa. Alguns comércios costumam abrir aos domingos. Não esqueça de guardar todas as faturas, pois as autoridades alfandegárias podem solicitá-las.

População e Costumes

Os habitantes da Comunidade de Estados Independentes são pessoas acolhedoras, hospitleira e risonha. Embora os duros avatares históricos, que tem sofrido, este povo é de caráter nobre e sabe encaixar os maus tragos com um impressionante otimismo.

O clima, tão frio no inverno, tem reforçado o caráter familiar da sociedade. Quando as grandes nevadas fazem muito difícil o trânsito pelas ruas e estradas, os habitantes da Moldávia ficam em casa com as conversações, o rádio e TV, como entretenimentos.

A leitura também ocupa um lugar importante em suas preferências, de fato, este povo está considerado, faz tempo, como um povo culto. Porém, as cidades não ficam completamente vazias, sempre há movimento de pessoas enbrulhadas em pesados abrigos e calçado forrado, que vão de um lado para outro e não duvidam um instante em manter uma conversação com um conhecido mesmo no frio.

Os lugares de lazer encontram-se lotados de gente, com vontade de passar bem. Com a mudança política a noite tem vida própria.

Nesta sociedade acorda-se muito cedo e vai-se para a cama muito tarde, assim é seguro que dormirá muito pouco se decidir seguir o rítmo.

É necessário levar em conta que um turista ou viajante sempre é considerado como uma boa fonte de informação sobre política exterior, costumes alheios e nível de vida. Curiosamente o estrangeiro não é quem mais observa nesta sociedade, a curiosidade é outro componente esencial do caráter deste povo.

Embora sua amabilidade e simpatia, talvez influenciados pelo clima e as transformações políticas, os habitantes da CEI são reservados, não lhe contarão fácilmente sua vida, mas desviarão as perguntas de um modo correto, com uma hábil mudança da conversa.

Também tem fama de serem teimosos e é melhor não discutir com eles. As mulheres e os homens estão plenamente equiparados. O regime comunista não admitia diferenças e com a mudança política esta característica tem-se mantido.

Os jovens têm um grande senso de humor e é fácil relacionar-se com eles. De fato, “ligar” é um dos alicientes da movida noturna destas cidades, isso sempre de uma maneira sadia e correta. As mulheres neste aspecto também têm-se igualado aos homems.

A difícil situação econômica que atravessa-se tem levado algumas pessoas ao desespero mais absoluto. O álcool tem sido a única resposta a seus problemas, pelo que não é estranho ver a algumas pessoas bêbadas na rua.

Lembre que está muito mal visto fotografar-lhes. Também é muito frequente ver longas filas perante os comércios, embora os turistas não as padecem, porque evitam-se as lojas destinadas a eles. Os habitantes da CEI passam muitas horas nelas, mas em vez de desesperar-se, aproveitam para relacionar-se e conversar com outras pessoas. São realmente pacientes.

Também são muito respetuosos com os costumes alheio, mesmo porque desde tempos muito remotos tem convivido com homems e mulheres de diferentes culturas.

É importante respeitar as suas: nas igrejas os homems devem tirar chapéus e gorros, as mulheres devem levar cobertos os ombros e nas ortodoxas, as senhoras não podem usar calças. Nos transportes públicos é habitual ceder o assento aos anciãos, crianças e mulheres. Por último lembre que ninguém senta nas escadas, umbrais, cercas e acima de tudo, no céspede.

Entretenimento

Se gosta de caminhar, as amplas avenidas e as formosas praças são um marco incomparável para respirar o verdadeiro movimento desta cidades e observar o comportamento dos moradores. Também os espaços verdes oferecem um entorno muito agradável e cuidado onde dar um bonito passeio.

Além do xadrez pode-se desfrutar com esportes como o jogo de bola, basquete, atletismo, ou natação.

Os cafés tem merecida fama. costumam estar decorados com um gosto excelente e na maioria deles, pode-se comer alguma coisa leve, enquanto escuta-se a música mais variada. Os bares também são um centro de reunião habitual para os habitantes.

Festividades

A primeira celebração importante dos habitantes da Comunidade de Estados Independentes cavalga entre a última noite do ano, que se acava e o primeiro do recém estreiado. Na Noite do Fim do Ano, o dia 31 de Dezembro, igual que na Espanha, reunem-se família e amigos em fartas ceias e alegres bailes. No dia seguinte todos os lares acordam com os risos e a ilusão das crianças.

Por fim tem chegado a festividade da Ika, o Ano Novo, denominado assim, porque em todas as praças de todas as cidades, assim como, em todos os endereços particulares, há um lindo abeto (elka) cheio de enfeites e luzes de cores.

É o dia dos presentes. O Ded Moroz (Avô Gelo) e Snegurocka (Copo de Neve), deixam os presentes para todos os membros das famílias com especial atenção ás crianças.

Conta a lenda que Copo de Neve tinha sido enviada ao bosque, para que fora devorada pelos lobos pela sua malvada madrasta. Seus ruins desejos foram desmanchados pelo Avô Gelo, que salvou à jovem, que desde então mora feliz na sua companhia.

O dia 8 de Março celebra-se o Dia da Mulher Trabalhadora. Neste dia as flores aparecem em todas as ruas e praças em homenagem as mães, esposas, noivas, filhas e amigas, que esse dia são tratadas com todo carinho e colmadas de atenções pelos varões, em reconhecimento a seu trabalho e valor.

O dias 1 e 2 de Maio, os habitantes da CEI saem às ruas para comemorar a Festividade do Trabalho. Igual que em outros muitos países, incluida a Espanha, convocam-se manifestações populares, nas que os trabalhadores são os protagonistas.

Esse mesmo mês, no dia 9, celebra-se o Dia da Vitória, com impressionantes desfiles do exército russo que constituem todo um espetáculo. Em outubro, no dia 7, celebra-se o Dia da Constitução. Estas festividades oficiais celebram-se em toda a Comunidade de Estados Independentes.

Fecham todas as instituções públicas e também as empresas privadas, indústrias, comércios e bares. Porém, tem trabalho extra os meios de transporte, pois produz-se muito movimento de pessoas que não querem perder os eventos.

Também celebram-se festas próprias de cada república componente da CEI.

As festividades religiosas são muito importantes e existe um amplo ramo delas, pois variam dependendo de cada credo. Por exemplo, os ortodoxos reunem-se para celebrar o Ano Novo no dia 7 de Janeiro, enquanto que os muçulmanos o fazem em meados de agosto e os católicos relembram o nascimento do Cristo nos dias 24 e 25 de Dezembro.

Porém, existem muitas mais festividades religiosas, armênios, georgianos e hebreus, entre outros, tem suas próprias celebrações.

Cada grupo religioso segue seu calendário, pelo que não é estranho encontrar festividades, durante o ano todo. Todas elas são muito atrativas para pessoas de uma cultura diferente e lembre que é muito importante mostrar um enorme respeito por estas celebrações, as quais despertam em seus fiéis sentimentos muito profundos.

O dia 7 de Novembro celebra-se o Aniversário da Revolução Russa. Os nostálgicos de tempos passados saem à rua para lembrar o triunfo do regime comunista.

Nos últimos anos também, manifestaram-se pessoas sem nenhuma ideologia definida, que pedem uma melhora da difícil situação econômica destes países.

Transportes

Avião: Existem vôos desde as principais cidades européias, para as capitais dos países da Comunidade de Estados Independentes.

Carro: Se vai conhecer Moldávia através de um tour turístico, fixado por uma agência de viagens, não terá nenhum problema, mas se decide faze-lo de carro, lembre que deve passar antes por uma agência turística, para indagar quais as fronteiras de entrada e saída do país, vai utilizar e qual é o percurso previsto.

Não terá problemas para alugar um carro, pois existem empresas de aluguel, tanto no aeroporto, como nos principais hotéis. Lembre que deve fazer a reserva do carro com antecipação.

Transporte Público: No interior das cidades não terá nenhum problema para utilizar o transporte público. Os horários vão desde 5.30 horas da manhã até uma da madrugada.

Embora os indicadores das estações, percursos e linhas estão escritos em alfabeto cirílico.

Se você prefere utilizar o ônibus, o tranvía ou os trolebuses tenha em conta, que não existe cobrador. Passagens adquirem-se em umas máquinas automáticas, que estão instaladas no interior dos veículos ou comprando um talonário ao motorista, que perfurará um a cada viagem.

Os táxis são de várias cores, pretos, verdes e amarelos, todos eles com uma linha branca e preta nas portas que imita um tabuleiro de xadrez, assim como, uma luz verde no lado direito, por cima do parabrisas. Funcionam 24 horas do dia e, embora a maioria levam taxímetro o certo é que utiliza-se pouco.

O habitual é acordar o preço da corrida antes de empreende-la e, costuma-se pagar em dólares. A precária economia das repúblicas da CEI leva alguns taxistas a querer abusar dos turistas pelo que se deve ter cuidado.

Fonte: www.rumbo.com.br

Moldávia

Moldávia é um país da Europa Oriental.

A capital é Chisinau.

A principal religião é o Cristianismo (Ortodoxo).

A língua nacional é o Moldaviano, a outra língua oficial é o Russo.

Os etnólogos divergem sobre a questão se o Moldaviano é uma língua separada do Romeno. Parte da Romenia durante o período entre guerras, a Moldávia foi incorporada à União Soviética no final da Segunda Guerra Mundial.

Embora independente da URSS desde 1991, as forças Russas permanecem em território Moldavo a leste do Rio Dniester apoiando a maioria da população Eslava, na sua maioria Ucranianos e Russos, que proclamaram a “República da Transnístria”.

Uma das nações mais pobres da Europa, a Moldávia tornou-se o primeiro ex-estado Soviético a eleger um Comunista, Vladimir Voronin, como seu presidente em 2001. VORONIN atuou como presidente da Moldávia até que renunciou em Setembro de 2009, após a vitória da oposição de uma estreita maioria parlamentar nas eleições parlamentares de Julho e da subseqüente incapacidade do Partido Comunista (PCRM) para atrair os três quintos dos votos parlamentares necessários para eleger um presidente.

Os quatro partidos da oposição da Moldavia formaram uma nova coalizão, a Aliança para a Integração Europeia (AEI), que irá atuar como coalizão governante da Moldávia até que novas eleições possam ser realizadas no verão de 2010.

A Moldávia experimentou significativa incerteza política em 2009, realizando duas eleições gerais (em Abril e Julho) e quatro escrutínios presidenciais no parlamento, todos os quais não conseguiram garantir um presidente.

Após as eleições parlamentares de Novembro de 2010, uma coalizão reconstituída da AEI consistindo do Partido Liberal Democrático, do Partido Liberal, e do Partido Democrático formaram um governo, mas permanece três votos à menos da maioria de três quintos necessários para eleger um presidente.

Uma herdeira do principado medieval da Moldávia, a Moldávia de hoje é um dos Estados sucessores da ex-União Soviética. Antes de 1918, a região foi parte da Rússia; então, até 1940, a maioria dela – uma área conhecida como Bessarábia – foi parte da Romênia.

Em 1940 a União Soviética anexou a Bessarábia e acrescentou-lhe um pedaço de terra na margem leste do Rio Dniester, que havia sido parte da Ucrânia. Isso formou uma das repúblicas constituintes da URSS – a segunda menor em área, mas com a maior densidade populacional. No final de 1991, a Moldávia se tornou independente.

Um ano antes, no entanto, a região do Trans-Dniester (também chamada de Transnístria) havia declarado a sua independência da Moldávia. Esta separação não foi reconhecida nem pela Moldavia nem pela comunidade internacional.

No entanto, ela continua a afirmar a sua independência e continua a ser uma fonte de conflito e tensão para a Moldávia independente.

Apesar de uma guerra total na Transnístria nos primeiros anos de independência, o futuro da Moldávia inicialmente parecia promissor. Dentro de uma década, no entanto, a Moldavia se transformou de uma das repúblicas Soviéticas mais prósperas em um dos países mais pobres da Europa.

Terra

A Moldávia, um país sem litoral, fronteira a Romenia a oeste e a Ucrânia ao norte, sul e leste. A maioria do seu território é de terra montanhosa de baixa altitude, com vales profundos e encostas arborizadas.

O clima é moderadamente continental, com invernos suaves e outonos agradáveis. A chuva é irregular; longos períodos de seca são comuns, especialmente no sul.

A Moldávia fica quase inteiramente entre dois grandes rios, o Prut no oeste, que forma a fronteira com a Romenia, e o Dniester, no leste. Este último tem origem na Ucrânia e é navegável pela maioria de seu curso através da Moldavia.

O Prut junta-se ao Danúbio poucos quilômetros depois que sai do território da Moldávia, no sul. A região do Trans-Dniester historicamente pertencia à Ucrânia.

População

A Moldavia tem uma população de mais de 4 milhões. Mais de 75 por cento são Moldavos. A maioria dos restantes são Ucranianos e Russos, que estão concentrados na Transnístria. Apenas pequenas diferenças de sotaque e vocabulário distinguem a linguagem da Moldávia da Romena.

É uma língua Românica, derivada do Latim. Durante a era Soviética, o Moldovano era escrito em Cirílico, mas a escrita Latina foi reintroduzida em 1989.

Há uma pequena minoria de povos Turcos conhecidos como Gagauz (cerca de 4 por cento da população), que vivem principalmente em torno de Komrat na região sul do país. Em 1994, aos Gagauz foi concedida a autonomia e sua língua ganhou status oficial.

Modo de Vida

Danças folclóricas e música são populares na Moldávia, e várias orquestras e grupos (como o Coro Doina e a Dança Folk Zhok) tornaram-se internacionalmente conhecidos. Uma orquestra, chamada Fluierash, utiliza raros instrumentos antigos, incluindo um tipo de gaita de foles e um clarinete antigo.

Como em outros países do Leste Europeu, no entanto, a música ocidental é cada vez mais popular entre os jovens.

Educação

No final do século 19, a maioria da pequena nobreza foi Russificada, e muitos dos camponeses eram analfabetos. Durante o período entre guerras, quando a Moldávia fazia parte da Romenia, apenas uma instituição de ensino superior existia no país – a faculdade de formação de professores.

Apesar da lavagem cerebral ideológica da era Soviética, a Moldávia fez significativo progresso educacional, particularmente nos domínios técnicos. Muitos cientistas Soviéticos eram Moldovanos por origem.

Cidades

A capital da república é Chisinau (anteriormente conhecida como Kishinev), uma cidade moderna de bem mais de meio milhão de pessoas. A segunda maior cidade é Tiraspol, um centro industrial e capital da região do Trans-Dniester. Bendery (ou Tighina) é um centro industrial na margem oeste do Dniester. Pesadamente fortificada, ela foi muito disputada no curso de sua história.

Economia

Após a Segunda Guerra Mundial, fábricas produzindo tratores, materiais de construção e têxteis foram construídas, mas a indústria líder foi a de processamento de alimentos.

Durante a era Soviética, a Moldávia fornecia 20% de todo o vinho e 33% de todo o tabaco consumidos no país.

Durante os anos 1990s a situação economica deteriorou-se, e a crise financeira Russa de 1998 agravou ainda mais os problemas do país. A agricultura e o processamento de alimentos, incluindo a produção de vinho respondem por 33% do produto interno bruto (PIB). (O PIB é o valor de mercado total de todos os bens e serviços finais produzidos num país durante um período de tempo, normalmente um ano). A maioria das pessoas rurais são muito pobres, no entanto.

A indústria emprega cerca de 20% da força de trabalho. A indústria pesada está concentrada na região do Trans-Dniester, e a Moldávia é dependente da Rússia para o seu abastecimento energético.

Muitos Moldavos trabalham no setor de serviços, inclusive em postos de trabalho no setor bancário, comércio, saúde, finanças e governo.

Cerca de 1 milhão de Moldavos trabalham no exterior e enviam os ganhos para sua casa para sustentar suas famílias.

Apesar dos graves problemas, a economia da Moldávia começou a crescer de forma constante no início dos 2000s. A crise econômica mundial de 2008-09 provocou uma queda brusca, mas o crescimento foi retomado em 2010. As reformas econômicas têm sido impedidas pela corrupção e fortes interesses apoiando os controles governamentais.

Economia – visão geral:

A Moldávia continua a ser um dos países mais pobres da Europa apesar dos recentes progressos de sua pequena base econômica. Goza de um clima favorável e terras boas, mas não tem grandes depósitos minerais.

Como resultado, a economia depende fortemente da agricultura, com frutas, legumes, vinho e tabaco.

Moldávia deve importar quase todos os seus fornecimentos de energia. Dependência da Moldávia da energia russa foi sublinhada no final de 2005, quando uma estação de propriedade russa elétrica na região separatista da Moldávia Transnístria cortou a energia para a Moldávia ea russa Gazprom cortou o gás natural em disputas sobre preços.

Em janeiro de 2009, o fornecimento de gás foram cortados durante uma disputa entre a Rússia ea Ucrânia. Anteriores decisões russas para proibir moldavo vinho e produtos agrícolas, juntamente com a sua decisão de dobrar a Moldávia preço pago pelo gás natural russo, têm prejudicar o crescimento econômico no passado.

O início da crise financeira global e más condições econômicas nos principais mercados estrangeiros Moldávia causado PIB a cair 6% em 2009. Desemprego quase dobrou ea inflação caiu para -0,1%, uma baixa recorde.

Acordo Moldávia FMI expirou em maio de 2009. No outono de 2009, o FMI alocados $ 186.000.000 para a Moldávia para cobrir suas necessidades imediatas orçamentais, e que o governo assinou um novo acordo com o FMI, em janeiro de 2010, para um programa de US $ 574 milhões.

Em 2010, um aumento na economia mundial impulsionou o crescimento do PIB para cerca de 7% ao ano e inflação de mais de 7%. Reformas econômicas têm sido lentas por causa da corrupção e fortes forças políticas que apóiam os controles governamentais.

No entanto, o principal objetivo do governo de integração da UE resultou em algum progresso orientada para o mercado. A concessão de preferências comerciais da UE deve encorajar maiores taxas de crescimento, mas os acordos não são susceptíveis de servir como uma panacéia, dado o grau de sucesso de exportação depende de padrões mais elevados de qualidade e outros fatores.

A economia tem feito uma modesta recuperação, com crescimento de 6,4% em 2011 e 3% em 2012, mas continua vulnerável a incerteza política, capacidade administrativa fraco, velados interesses burocráticos, os preços mais elevados dos combustíveis e as preocupações dos investidores estrangeiros, bem como a presença de um regime ilegal na região separatista da Moldávia Transnístria.

História

A Moldova, anteriormente chamada Moldavia, encontra-se dentro da região das antigas Cítia e Dacia. Após o século 14, a Moldova era conhecida como Bessarábia, provavelmente após a dinastia medieval Vlach de Bassarab. A histórica Bessarábia também incluia a área entre a atual Moldávia e o Mar Negro.

A Rússia teve um papel importante na história da Moldavia começando no início do século 18, durante o reinado de Pedro I (o Grande). Um século mais tarde, o Tratado de Bucareste selou a ascendência Russa. Ao longo de grande parte do século 19, a Moldávia tinha um certo grau de autonomia local, mas a Russificação foi generalizada.

O nacionalismo Moldaviano começou a aparecer no final do século 19.

Durante a guerra civil que se seguiu à tomada Bolchevique, os nacionalistas Moldavos conseguiram sacudir fora o domínio Russo, e a Bessarábia tornou-se parte da Romenia. A região foi economicamente negligenciada, porém, e não integrou-se adequadamente na Romenia.

A antiga União Soviética nunca abandonou sua reivindicação sobre a área, e, em Agosto de 1940, ela invadiu a Bessarábia e estabeleceu a República Socialista Soviética da Moldávia. Um ano depois, a região foi reocupada pela Romenia, aliada da Alemanha, mas em 1944, os Russos retomaram o controle.

O tratado de paz de Fevereiro de 1947 entre a União Soviética e a Romenia confirmou as novas fronteiras.

Eventos atuais

Em 1990, os nacionalistas Moldavos rebatizaram a república de Moldova e declararam sua soberania. A independência total veio no final de 1991. No período inicial do novo Estado, a reunificação da Moldávia com a Romenia foi muitas vezes discutida, mas os radicais nacionalistas anticomunistas que imaginavam uma união com seus parentes Romenos foram rejeitados pela maioria da população. Em um referendo de Março de 1994, 95 por cento votaram a favor da independência da Moldávia.

Mircea Snegur, um ex-funcionário Comunista que adotou uma plataforma nacionalista moderada, foi eleito presidente em Dezembro de 1991, e foi, então, reeleito em 1994.

Em 1998 e 1999, um governo de centro-direita esteve brevemente no poder. No início de 2001, os Comunistas ganharam as eleições, e o Presidente Vladimir Voronin – ele próprio um Russo étnico – prometeu trazer uma união muito mais estreita com a Rússia.

Logo, porém, ele mudou de rumo, iniciou discussões com a União Europeia (UE), e introduziu reformas econômicas. As perspectivas do país se iluminaram, e os Comunistas foram reeleitos em Março de 2005.

O Partido Comunista ganhou as eleições parlamentares realizadas em Abril de 2009, mas os resultados foram contestados. Houve protestos de rua e tumultos. A recontagem confirmou o resultado original, mas os Comunistas não tinham votos suficientes no Parlamento para eleger um novo presidente. (O Presidente Voronin foi impedido de tentar um terceiro mandato).

Depois de duas tentativas fracassadas para eleger um presidente, o Parlamento foi dissolvido e novas eleições tiveram lugar em Julho. Desta vez, uma coligação de partidos pró-Ocidente venceu.

Eles formaram um novo governo com Vlad Filat, líder do Partido Liberal Democrático, como primeiro-ministro. No entanto, eles também não tinham os votos para eleger seu candidato à presidência.

Em Março de 2010, o Tribunal Constitucional ordenou que o parlamento fosse dissolvido e novas eleições fossem realizadas. Antes que elas ocorressem, o governo organizou um referendo sobre a alteração da Constituição para que os presidentes fossem eleitos pelo voto popular direto.

O referendo, em Setembro, fracassou por causa da participação insuficiente. As eleições em Novembro de 2010 retornaram a mesma coligação ao poder, mas ainda com muito poucos votos para eleger o seu candidato para presidente.

Republica do Trans-Dniester

No final de 1990, a população predominantemente Ucraniana e Russa da margem esquerda do Dniester proclamou uma autonoma República do Trans-Dniester.

Esta importante região contém cerca de 40 por cento da indústria do país. Em violentos confrontos em 1992, cerca de 700 pessoas foram mortas. As tropas Russas intervieram, e um pequeno contingente ainda permanece perto de Tiraspol.

Em 2005, o Parlamento da Moldávia concordou em conceder autonomia à Transnistria dentro da Moldávia. Isso não conseguiu satisfazer aos Transnistrianos, no entanto. Em um referendo em Setembro de 2006 eles votaram pela independência da Moldávia e a eventual união com a Rússia.

Governo

Segundo a Constituição, aprovada em Julho de 1994, a Moldávia é uma “república presidencial parlamentar”. O poder legislativo é investido em um parlamento unicameral de 101-membros.

O Parlamento elege o presidente; pelo menos, 61 votos são necessários para um resultado válido. Se o Parlamento falhar duas vezes para eleger um presidente, a Constituição exige que o órgão seja dissolvido e novas eleições realizadas.

Irina Rybacek

Fonte: Internet Nations

Moldávia

A região que hoje é a Moldávia (também chamada Bessarábia) foi historicamente habitada por uma grande parte da população romena. A região era parte do principado da Moldávia romena maior no século 18, que por sua vez estava sob suserania otomana.

Em 1812, a região foi cedido ao Império Russo, que governou até março de 1918, quando se tornou parte da Roménia. Moscou, lançou as bases para a recuperação da Moldávia, definindo um pequeno Autônoma da República Socialista Soviética da Moldávia sobre o território da Ucrânia, em 1924.

O 1939 Moldova pacto nazi-soviético atribuído à esfera de influência soviética. Moldávia teve forças soviéticas em junho de 1940.

Após a invasão nazista da União Soviética, Alemanha ajudou a recuperar Moldávia Roménia. Roménia será realizada a partir de 1941 até as forças soviéticas reconquistada em 1944.

Moldávia declarou sua independência da URSS em 27 de agosto de 1991. Em dezembro, Mircea Snegur foi eleito o primeiro presidente da nova nação. Nova Constituição da Moldávia, foi adoptado em 28 de julho de 1994, substituindo a antiga Constituição soviética de 1979.

O Partido Democrata Agrária, composto em grande parte por ex-funcionários comunistas, conquistou a maioria dos assentos no novo parlamento eleito no mesmo ano.

Embora independente, Moldávia continua a ser um dos países mais pobres da Europa e tem enfrentado problemas internos com duas regiões separatistas, predominantemente turca região Gagauz na parte sul do país, ea maioria do leste da Rússia Transdniestria Dniester .

As forças russas permaneceram em última região e apoiou a sua população russa na proclamação de um Estado independente “República da Transnístria”, com a qual o governo da Moldávia ainda estava tentando chegar a uma solução política desde 2003.

Petru Lucinschi (Independente), ex-presidente do Parlamento, derrotado Snegur em dezembro segundo turno da eleição de 1996 (54% a 46%) e se tornar o novo presidente da Moldávia no início de 1997. No ano seguinte, o Partido Comunista da Moldávia, conquistou a maioria parlamentar nas eleições legislativas.

Em 1999 Lucinschi busca fortalecer a presidência do país para superar um impasse prolongado entre o executivo eo parlamento, que impediu o governo de enfrentar eficazmente o país prementes problemas econômicos.

No referendo, os eleitores aprovaram mudanças constitucionais propostas pelo Lucinschi, mas foram rejeitados pelo Parlamento.

Em julho de 2000, o Parlamento anulou a eleição direta do presidente, e ele ou ela é agora eleito pelo Parlamento para um mandato de quatro anos. Parlamento elegeu um novo presidente em dezembro de 2000 e as eleições legislativas antecipadas foram realizadas em fevereiro de 2001.

Os comunistas levou 71 dos 101 assentos, e em abril, Vladimir Voronin, líder do Partido Comunista, tornou-se presidente. Voronin fez campanha com uma plataforma de proteção dos direitos humanos, a continuação do processo de democratização, e garantir que os cidadãos têm cuidados de alimento, emprego e saúde adequada.

Em fevereiro de 2003, Voronin, um nativo da Transnístria, propôs uma nova iniciativa para resolver o conflito com a Transnístria. Ele pediu por uma nova constituição para transformar a Moldávia em uma confederação de dois estados, e concedeu o estatuto de língua oficial russo.

Moldávia ea Transnístria, que têm o seu próprio governante e órgãos legislativos e orçamentos. Sistemas de defesa, aduaneira e monetária seria comum para a federação.

No entanto, quando em Janeiro de 2002 havia anunciado planos para fazer da Rússia uma língua oficial e obrigatória em protestos em massa da escola, teve lugar, e só terminou quando os planos foram revogadas.

Desde fevereiro de 2003, a Rússia tem 2.500 soldados na Transnístria, embora, em 1999, prometeu retirar todas as tropas em 2001. A situação na Transnístria é complicada por temores entre a população eslava de unificação da Moldávia com a Roménia.

Além disso, no início de 2003, foram realizadas consultas sobre a possível entrada da Moldávia em uma união com a Rússia e Belarus.

Fonte: www.ikuska.com

Moldávia

População: 3,5 milhões (ONU, 2011)
Capital: Chisinau
Área: 33.800 km ² (13.050 milhas quadradas)
Principais línguas: romeno (chamado “moldava” em documentos oficiais), russo
Principal religião: Cristianismo
Expectativa de vida: 66 anos (homens), 73 anos (mulheres)
Unidade monetária: 1 leu = 100 bani
Principais exportações: produtos alimentares, produtos de origem animal e vegetal, têxtil
RNB per capita: EUA $ 1.980 (Banco Mundial, 2011)
Domínio da Internet:. Md
Código de discagem internacional: 373

Perfil

Entalado entre a Roménia ea Ucrânia, Moldávia surgiu como uma república independente, após o colapso da URSS em 1991.

A maior parte da mesma, entre o Dniester rios e Prut, é constituído por uma área anteriormente conhecida como Bessarábia. Este território foi anexada pela URSS em 1940 após a esculpir-se da Romênia no pacto Ribbentrop-Molotov entre a Alemanha de Hitler ea URSS de Stalin.

Dois terços dos moldávios são de ascendência romena, as línguas são praticamente idênticos e os dois países compartilham uma herança cultural comum.

O território industrializado para o leste do Dniester, geralmente conhecido como Trans-Dniester ou da região Dniester, foi formalmente uma área autônoma dentro da Ucrânia antes de 1940, quando a União Soviética combinado com Bessarábia para formar a República Socialista Soviética da Moldávia.

Esta área é habitada principalmente por falantes de russo e ucraniano. Como pessoas de lá tornou-se cada vez mais alarmados com a perspectiva de laços mais estreitos com a Roménia nos anos tumultuados crepúsculo da União Soviética, Trans-Dniester declarou unilateralmente a independência da Moldávia em 1990.

Houve luta feroz lá como ele tentou afirmar sua independência após o colapso da URSS e da declaração da soberania da Moldávia. Centenas de pessoas morreram. A violência terminou com a introdução de forças de paz russas. Independência Trans-Dniester nunca foi reconhecido e região tem existido em um estado de limbo sem lei e corrupto desde então.

A região reafirmou sua reivindicação de independência e também expressou apoio a um plano, finalmente, para se juntar a Rússia em setembro de 2006 um referendo que não foi reconhecido por Chisinau e da comunidade internacional.

Ainda hoje, tem um estoque de equipamento soviético velho militar e um contingente de tropas do exército russo 14. Retirada começou em acordos internacionais em 2001, mas foi interrompido quando as autoridades Transdnístria bloqueou o envio de armas. Acordos subsequentes para retomar a não tomar forma como as relações entre Moscou e Chisinau resfriado.

O parlamento moldavo concedido o estatuto de autonomia para a região de língua turca Gagauz falando no sudoeste da República no final de 1994. Ele tem poderes sobre seus próprios assuntos políticos, econômicos e culturais.

A Moldávia é um dos países mais pobres da Europa e tem uma grande dívida externa e do desemprego elevado. O comércio de vinho uma vez florescente tem estado em declínio e é fortemente dependente da Rússia para o fornecimento de energia.

A Gazprom fornecedor russo de gás cortou o fornecimento de gás off no início de 2006, quando a Moldávia se recusou a pagar o dobro do preço anterior. Um arranjo de compromisso temporário foi alcançado logo depois e os dois lados concordaram um novo preço em Julho de 2006 com um novo aumento em 2007.

O fornecimento de gás foi cortado novamente por várias semanas em janeiro de 2009, desta vez como resultado de uma disputa sobre preços entre o fornecedor Rússia e Ucrânia país de trânsito.

Uma cronologia dos principais eventos:

14-15 séculos – Principado da Moldávia se estende aproximadamente entre Cárpatos montanhas e rio Dniester.

16 – início do século 19 – o território da Moldávia disputada por vários poderes com o Império Otomano e Rússia como os principais rivais. Inúmeras guerras.

1812 – Tratado de Bucareste Rússia concede controle do leste da Moldávia ou a Bessarábia, a área entre o rio Prut e da margem oeste do Dniester. O Império Otomano ganha o controle do oeste da Moldávia.

1878 – otomanos reconhecer a independência da Romênia Estado, incluindo ocidental Moldávia.

1918 – Na sequência da revolução bolchevique na Rússia, Bessarábia declara independência. Seu parlamento pede união com a Romênia.

1920 – Tratado de Paris reconhece união da Bessarábia com a Roménia. Os bolcheviques não.

1924 – moldavo Autônoma da República Socialista Soviética estabeleceu a leste do rio Dniester na Ucrânia.

Anos soviéticos

1939 – Roménia esculpida em pacto entre a Alemanha de Hitler ea URSS de Stalin. Bessarábia é uma das áreas que ir para a URSS.

1940 – Rússia anexos Bessarábia e combina com a maioria da Região Autônoma da Moldávia República Socialista Soviética da Moldávia para formar República Socialista Soviética.

1941-1945 – Após ataque nazista na URSS um regime fantoche romeno está instalado na Moldávia SSR mas expulsos pouco antes do fim da guerra, quando a União Soviética retoma o controle.

Final dos anos 1980 – ressurgimento do nacionalismo moldavo na esteira da era de “abertura” introduzido na União Soviética por Mikhail Gorbachev.

1989 – romena é reintegrado como a língua oficial. O alfabeto latino é adotado para substituir o alfabeto cirílico (russo).

1990 – Moldávia declara a sua soberania.

As pessoas Gagauz no sudoeste declarar sua independência, seguida pela região Trans-Dniester. O poder central na Moldávia anula as declarações.

1991 – Moldávia declara a sua independência. Ele se junta a Comunidade de Estados Independentes, a sucessora da União Soviética.

Era pós-soviética

1992 – Moldávia torna-se membro das Nações Unidas.

Uma onda de combates na região Trans-Dniester leva a um estado de emergência que está sendo re-imposta. Centenas morrem em combate. Forças de paz russas são implantados após um acordo de cessar-fogo.

1993 – O leu é introduzido para substituir o rublo.

1994 – Uma nova Constituição proclama a neutralidade da Moldávia, concede estatuto de autonomia especial para Trans-Dniester e da região Gagauz, e declara moldava a ser a língua oficial.

1996 – Petru Lucinschi eleito presidente.

1997 – As negociações retomadas com a Trans-Dniester. Acordo é assinado concessão de autonomia ainda mais e pedindo mais negociações.

1998 – Eleições ver comunistas emergentes como o maior partido, mas um centrista, coalizão reformista forma o governo.

1999 – Cimeira da OSCE em Istambul define final de 2002 como prazo para a retirada das tropas russas e munições de Trans-Dniester, apesar da oposição das autoridades de lá.

2000 – moldavo Parlamento não chegarem a acordo sobre o sucessor do presidente Lucinschi. Parlamento é dissolvido e eleições antecipadas são chamados para Fevereiro de 2001.

2001 Fevereiro – As eleições ver os comunistas sob Vladimir Voronin ganhar pouco mais de 50% dos votos. Voronin é eleito presidente em abril.

Abril de 2001 – O Parlamento rejeita os chefes de Estado e de rádio de TV em um movimento que os críticos dizem que consolida os comunistas ‘hold na sociedade.

De dezembro de 2001 – Trans-Dniester retirada parada autoridades de armas russas, que haviam sido avança em conformidade com acordos internacionais.

Linha Língua

Janeiro de 2002 – Anúncio de planos para fazer da Rússia uma língua oficial e obrigatória nas escolas faíscas meses de protestos em massa que terminam somente quando o esquema é arquivado.

Setembro de 2002 – Transdnístria autoridades concordam em permitir a retomada de retirada russa em troca de uma promessa russa para reduzir as dívidas de gás.

De dezembro de 2002 – OSCE estende prazo para retirada de armas russas de Trans-Dniester até o final de 2003. O prazo é depois estendido até 2004. Rússia diz que suas tropas vão permanecer até que um acordo seja alcançado.

Novembro de 2003 – Presidente Voronin puxa da assinatura russo-proposta negócio em Trans-Dniester liquidação após protestos de nacionalistas que dizem que dá muita influência para a Rússia.

Julho de 2004 – Disputa sobre fechamento de escolas de língua moldava em Trans-Dniester usando Latina, em vez de alfabeto cirílico. Moldávia impõe sanções econômicas na região e retira de negociações sobre seu status.

Outubro de 2004 – O ministro da Defesa Gaiciuc demitido em disputa sobre furtos de depósitos de armas.

Março-Abril de 2005 – Partido Comunista lidera pesquisa em eleições parlamentares. Vladimir Voronin começa segundo mandato como presidente.

Junho de 2005 – O Parlamento apoia um plano ucraniano para Trans-Dniester autonomia região dentro Moldávia, exorta a Rússia a retirar as tropas até o final do ano.

Linha de gás

Janeiro de 2006 – o russo de gás Gazprom corta o fornecimento quando a Moldávia se recusa a pagar o dobro do preço anterior. Um compromisso temporário é atingido como palestras continuar.

Março de 2006 – Trans-Dniester liderança reage com indignação à novos regulamentos exigindo produtos que entram Ucrânia de Dniester ter moldavo carimbo da alfândega. Moldávia diz as regras, apoiados por a UE, dos EUA e da OSCE, visam impedir o contrabando.

Moldávia protestos contra uma decisão da Rússia de suspender as importações de vinho da Moldávia por razões de saúde, dizendo que o movimento é politicamente motivado.

Julho de 2006 – Oito morrem e dezenas ficam feridas como explode em microônibus Dniester.

Setembro de 2006 – Trans-Dniester referendo esmagadora apoia a independência da Moldávia e um plano de, eventualmente, tornar-se parte da Rússia.

As tensões com a Roménia

Março de 2007 – Governo acusa Roménia de minar o país, facilitando os procedimentos de aplicação romenos cidadania para Moldavans. Cidadania romena permite moldavos para viajar sem visto no território da UE. Governo reverte decisão de permitir que a Roménia abrir dois novos consulados na Moldávia.

De março de 2008 – O primeiro-ministro Vasile Tarlev renuncia, dizendo que o país precisa de um governo com mais apelo público. Presidente Voronin nomeia vice-primeiro-ministro Zinaida Greceanii, outro comunista, como primeiro-ministro da Moldávia primeira mulher.

Abril de 2008 – O presidente Vladimir Voronin e Dniester líder Igor Smirnov conhecer pela primeira vez em sete anos, chegar a acordo sobre a necessidade de reiniciar as negociações de paz, que quebrou em 2001.

2009 Janeiro – russo-ucraniana disputa sobre os preços do gás deixa Moldávia sem suprimentos para várias semanas, e moldavos em várias cidades sem qualquer aquecimento.

Abril de 2009 – comunistas governantes declararam vencedores da eleição disputada. Resultado provoca protestos violentos e impasse político.

2009 Maio – Os deputados comunistas eleger o presidente cessante Voronin como presidente do Parlamento.

De julho de 2009 – Novas eleições parlamentares. Comunistas perdem sua maioria.

Impasse sobre presidência

2009 Agosto – Sr. Voronin renuncia como orador, e é sucedido por Partido Liberal líder Mihai Ghimpu.

De setembro de 2009 – Quatro partidos pró-ocidentais formar governo de coalizão. Partido Liberal Democrático líder Vlad Filat torna-se primeiro-ministro. Sr. Voronin renuncia como presidente, e é sucedido pelo Sr. Ghimpu em caráter interino.

2009 Dezembro – Os deputados comunistas da oposição se recusam a apoiar o candidato governista à presidência.

2010 Março – ordens do Tribunal Constitucional nova eleição parlamentar a ser realizada em tentativa de acabar com impasse sobre falha do parlamento para eleger presidente.

2010 Setembro – Referendo para introduzir a eleição direta do presidente por pessoas não por conta da baixa participação. O referendo foi proposto pelo pró-ocidental coalizão liberal governo em uma tentativa de quebrar impasse político da Moldávia.

2010 novembro – eleição parlamentar terceiro em menos de dois anos. A coalizão pró-ocidental no poder vence, mas novamente não garantam assentos suficientes para permitir a nomeação de um novo presidente.

2010 Dezembro – Marian Lupu, uma ex-estrela em ascensão no ala liberal do Partido Comunista que mudaram para o Partido Democrata, em 2009, toma posse como presidente interino.

2011 Dezembro – Anti-corrupção ativista Yevgeny Shevchuk derrotas pró-russas candidatos na eleição presidencial da Transdnístria. Compromete-se a estabelecer “relações amigáveis” com a Moldávia, continuando a pressionar pela independência da região separatista.

O parlamento moldavo novamente não eleger um presidente.

2012 Março – Nicolae Timofti eleito presidente.

Fonte: news.bbc.co.uk

Moldávia

Capital: Chisinau
População: 4,2 milhões (2004 est)
Língua Oficial: Moldovan (Romeno)
O grupo majoritário: Moldovan (64%)
Grupos minoritários: ucranianos (13,7%), Rússia (12,8%), Bulgária (2%), Gagauz (4%), Roma (0,27%), etc.
Sistema político: República parlamentar

A República da Moldávia (Moldova ou) é um pequeno estado de 33,700 km ² (Bélgica: 30 527 km ²), localizado a sudeste da Europa, limitado a norte, leste e sul pela Ucrânia, e a oeste pela Roménia é o Prut, um rio de fronteira entre a Moldávia (leste) Roménia (oeste).

A parte oriental da Moldávia inclui um pequeno grupo (chamado Transnístria) entre o Nistru (Nistru Nistru é o nome do romeno / moldavo) e da fronteira com a Ucrânia.

O país é completamente sem litoral entre a Roménia ea Ucrânia, sem acesso ao Mar Negro e da boca de um a menos de uma milha no Baixo Danúbio.

A capital é Chisinau (antiga Kishinev), é também a principal cidade do país, com cerca de 676.000 habitantes em 1991. Outras cidades importantes são Tiraspol (184 000 habitantes) e Tighina (162 000 habitantes).

Moldávia está dividida em várias unidades administrativas, incluindo duas regiões autônomas chamados Autônoma unitate teritoriala (Gagauzia e Transnístria), 10 judetule (ou “municípios”) e um município ou estado especial Municipiul (Chisinau Oras).

O judetule são: Balti, Cahul, Chisinau, Dubasari, Edinet, Lapusna, Orhei, Soroca e Ungheni Tighina. Mas houve uma reforma administrativa na Moldávia e “Judete” foram substituídas por 41 ocoluri (russo: raionyi).

Este ex-República Socialista Soviética se tornou independente em 1991, mas este é apenas as repúblicas da ex-URSS em que a língua oficial é uma língua de origem latina.

Moldávia
Unidades administrativas República da Moldávia

Note-se também que a Moldávia é um hub entre dois mundos e duas culturas: por um lado, os eslavos (russos, ucranianos, poloneses, búlgaros, etc.). Por outro lado, os latinos (romenos e moldavos).

Na Moldávia, hoje, existem tensões significativas que minam o novo estado.

Estas duas regiões localizadas nas extremidades do país: Transnístria leste, uma estreita faixa de terra entre o rio ea fronteira Nistru ucraniano e Gagauzia no sul. O estado moldavo enfrentou movimentos separatistas de eslavos russos e ucranianos da Transnístria como Gagauz vida na unidade administrativa Gagauz-Yeri.

Dados Históricos

Parte da história da Moldávia confunde com a da Roménia, cuja origem vem da antiga Dácia habitado pelos dácios ou Getae, um povo indo-europeus parecidos com os trácios.

Dacia não correspondem exatamente à Roménia e da Moldávia para o presente: incluiu a Oltenia, Transilvânia e uma parte da Hungria, e estendeu ao norte dos Cárpatos Danúbio ao sul e leste do Dniester ao Tisza para o oeste.

A província romana

O reino da Dácia foi atestada a partir do segundo século aC. A região foi, então, apresentado pelo imperador Trajano após duas campanhas chamados Dacian guerras (entre 101-102 e entre 105-107) e foi erguido em uma província romana (chamada Dacia).

Enquanto o Romano durou apenas um século e meio – os godos levou os romanos em 256, completamente abandonado a província em 275 -, sua presença era permanente conseqüências lingüísticas.

Na verdade, os habitantes desta província – Dacia – e é cristianizada romanisèrent. Tornar-se cristãos e romanos, que falavam latim.

Moldávia
Dacia (em 106) sob o Império Romano

Formação do romeno / moldavo

Então, por quase mil anos, Dacia foi invadida por ondas sucessivas de godos (séculos III-IV), gépidas (séculos IV-V), os hunos (IV-V séculos), ávaros (VI -VII séculos), eslavos ou búlgaros (VII-IX séculos), a invasão última grande era a de que os mongóis (1241).

A população Dacian se refugiou nas montanhas dos Cárpatos e na Transilvânia, onde manteve suas tradições e neo-latino linguagem, enriquecida no entanto, uma importante contribuição de origem eslava lexical, especialmente entre os séculos sétimo e décimo.

Estes dácios contribuiu para a formação de algumas variedades cuja neo-latino Daco-romeno, romeno-Istro o megleno-romeno e Vlach (ou aromeno).

Na verdade, o romeno / moldavo baseia-se principalmente no Daco-romeno falado na região histórica da Valáquia, mas essa linguagem é também estabelecida na Moldávia e Transilvânia-se. Foi por volta do século X, o romeno (do Daco-romeno) começou a adquirir sua forma atual.

Entre o século X e início do século XIII, como os principados da Valáquia e Moldávia foram formados com o cristianismo ortodoxo, como a religião ea língua como o Daco-romeno Igreja Ortodoxa da Bulgária introduziu o eslavo escrita em cirílico como linguagem liturgia, tentando, com um sucesso muito relativo do implante na população como língua materna.

Durante a Idade Média, a língua oficial adotada pelos principados romenos / moldavos era eslavo, mas a população continuou a falar Daco-romeno, que mais tarde tornou-se o oficial romeno e moldavo na Moldávia.

Moldávia
Províncias históricas da Romênia

Independência da Moldávia

Após a dissolução da União Soviética, a Moldávia declarou sua independência em 27 de Agosto de 1991. Esta foi apresentada ao Parlamento como “um primeiro passo para reunião com a Roménia.” Foram tomadas medidas para incentivar as aspirações das minorias nas áreas de cultura e educação.

Então imediatamente os defensores da integração com a Roménia Maior (reunidos em torno Sr. Mircea Matei e Druc) foram perdendo terreno em favor de uma solução de compromisso, mas independente e nacionalista, interpretado pelo ex-secretário da Agricultura do Partido Comunista da Moldávia Mircea Snegur, que mais tarde tornou-se presidente da Moldávia.

Naquele tempo, o “roumanisme” tinha o vento em suas velas. Este movimento foi apoiado por toda a população, incluindo o idioma russo, na esperança de se juntar à União Europeia rapidamente e, assim, a prosperidade.

Realidade iria decepcionar a maioria dos moldavos, porque a União Europeia 17 anos para alcançar as fronteiras da Moldávia não quer integrá-lo, é a esfera exclusiva de influência da Rússia.

Segue-se que a prosperidade é ainda muito longe, enquanto que em intelectuais Romênia provaria condescendente com os seus homólogos na Moldávia.

Por sua parte, o russo-ucraniana minoria na Transnístria e Gagauzia Gagauzia declarou sua independência da República da Moldávia. Lutando estourou rapidamente e, em 1992, o Presidente moldavo (Mircea Snegur) autorizou uma ação militar contra os rebeldes.

A secessão de fato da Transnístria não poderia ser evitada devido à intervenção do Exército Russo 14 comandada pelo general russo Alexander Lebed, os rebeldes russo-ucranianas vez reforçou seu controle sobre a região disputada.

Em seguida, o general russo poderia arrojado locatário Moscou saudado como um herói nacional (ele morreu em abril de 2002 em um acidente de helicóptero).

Graças a sua intervenção, os russos na Moldávia foram capazes de escapar do novo regime na Moldávia. Agora, o exército russo tenha adquirido o direito de permanecer na área até 2030.

Em meados de 1992, as relações entre a Moldávia ea Rússia foram tão degradado que o presidente da Moldávia foi relatada (18 de Maio) que se o exército 14 não se retirou da Transnístria, o governo poderia considerar um estado de guerra com a Rússia.

Política de “moldavisation” instituições e da administração foi abandonada no final de 1992. Moldavo classe política tornou-se cada vez mais conscientes de que a estabilização interna foi através da busca do equilíbrio vis-à-vis a Rússia e Romênia.

O governo da Moldávia pediu várias vezes para a intervenção da ONU em vão. Em maio de 1993, o governo da Moldávia admitiu a se rebelar Transdniestria a presença de forças russas no leste da Moldávia até a região recebe um status político em particular.

Este compromisso não é suficiente para os líderes (escravos) da Moldávia da Transnístria Parlamento exigiu que apoia a reintegração da Moldávia para a Rússia.

As primeiras eleições parlamentares livres na Moldávia ocorreu em fevereiro de 1994. Após estas eleições (Março de 1994), a população da Moldávia é predominantemente entregue pelo referendo para manter uma “Moldávia independente” da Roménia, em seus 1.990 fronteiras, isto é, incluindo Transnístria.

Uma nova Constituição foi aprovada em 29 de Julho Dezembro de 1994. Naquele ano, o Parlamento anulou a legislação que previa passagem funcionários exames moldavos.

Como precaução, o governo preferiu apostar na herança multi-étnica da Moldávia e da natureza heterogênea da “nação Moldávia socialista”.

A situação permanece tensa com a Rússia uma vez que, embora o Parlamento moldavo multiplica medidas calmantes como a suspensão das leis da língua a partir de 1989 (Lei sobre o status da língua oficial, respeitando o uso das línguas e da Lei retornar da língua moldava em alfabeto latino) que foram romeno língua oficial.

Moldova aderiu ao Conselho da Europa em 1995 e da Francofonia em 1997 (na Cimeira Hanoi).

Em 1995, o Parlamento da Moldávia reconheceu o status Gagauz autônomo (pela Lei sobre o Estatuto Jurídico Especial de Gagauzia – Gagauz-Yeri) na República, dando-lhe o direito de ter seus próprios emblemas e para ter um corpo legislativo e executivo específico.

Em 13 de Julho, o Governo da República da Moldávia assinaram a Convenção-Quadro para a Proteção das Minorias Nacionais do Conselho da Europa, a convenção foi ratificada pelo Parlamento da Moldávia 20 de outubro de 1996 e entrou em vigor em 1 de Fevereiro 1998.

Em 8 de maio de 1997, foi assinado um memorando entre os representantes da Moldávia ea Transnístria aqueles. Ele previu a abertura das fronteiras, o uso de leu como moeda única, a harmonização da legislação e da retirada do Exército russo 14.

Após novas negociações em 1999, um acordo incluíram a saída das forças russas em 2002. Apesar das esperanças que tinha primeiro levantadas este acordo ficou sem efeito. Para o momento, a “República Moldava da Transnístria” continua a ser um estado de auto-declarada, não reconhecida pela comunidade internacional. As autoridades da região são um verdadeiro equilíbrio do regime soviético, eles trabalham em russo, moldavo lei para impor a sua região e impedir qualquer tentativa de reconciliação, permanecendo radicalmente contrários a qualquer reunificação com a Romênia.

Por sua parte, o Estado moldavo lançou a licitação particularista e tende a diferenciar ao máximo o Estado romeno. A evolução da situação interna nos dois estados faz política provavelmente improvável no curto prazo, uma reunificação política.

Em geral, a atual classe política prefere continuar como um equilíbrio contra a Romênia, Rússia, o que parece uma garantia de estabilidade interna da República da Moldávia. Desde 1 de Janeiro de 2007, a Roménia fez a sua entrada na União Europeia, partes da Europa tem uma fronteira com a Moldávia, cujo PIB é equivalente a metade do Haiti!

Além disso, a Europa não está interessado em integrar a Moldávia é “folhas” para a Rússia. Ele está ativamente envolvido Moldávia, investe e cria empregos, estimula a intelectuais que se mobilizaram “moldavisme” e perseguem outros que pregam “roumanisme”.

Moldávia permanece dentro da esfera de influência da Rússia. É por isso que o idioma russo é novamente relações inter-étnicas, como antes da independência. Hoje, moldavos dizer brincando que a capital da Moldávia é … Moscou.

Fonte: www.tlfq.ulaval.ca

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